19/06/2015

Descoberto primeiro sensor do campo magnético da Terra num animal

Pois é, me lembrei quando fui no Jô Soares e falei da superioridade dos animais e a importância deles para a sobrevivência da nossa espécie na Terra. Eu citei a minhoca e ele perguntou: então eu sou menos importante que uma minhoca? eu respondi que: para o planeta sim...... Foi uma risada geral por conta do deboche que ele fez em cima da minha frase.... E agora, Jô?
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Foi descoberta, nas minhocas C. elegans, a localização do sensor que as orienta pelo campo magnético da Terra. Esta é a primeira vez que o sensor foi identificado num animal.

O sensor que permite a alguns animais – como lobos, tartarugas marinhas e aves migratórias – guiarem-se pelo campo magnético da Terra, foi encontrado no cérebro das minhocas C. elegans
Print Collector/Getty Images

Já era sabido que muitos animais se conseguiam orientar pelo campo magnético da Terra através de um sensor incorporado, como se se tratassem de bússolas vivas. Agora, um grupo de cientistas
conseguiu encontrar pela primeira vez a localização exata desse sensor num animal: nas minhocas C. elegans (Caenorhabditis elegans). A investigação foi publicada esta quarta-feira na revista académica eLife.

O sensor que permite a alguns animais – como lobos, tartarugas marinhas e aves migratórias – guiarem-se pelo campo magnético da Terra, foi encontrado no cérebro das minhocas C. elegans. Trata-se de uma estrutura microscópica localizada na ponta de um neurónio e que se parece com uma antena de televisão a uma escala nano. É utilizada pelas minhocas para se deslocarem debaixo da terra.

Dadas as semelhanças entre a estrutura do cérebro das várias espécies, é provável que outros animais também possuam este sensor, explicam os cientistas e engenheiros da Universidade Austin no Texas (Estados Unidos) que conduziram a investigação, segundo o site de ciência Science20.

“É provável que as mesmas moléculas sejam utilizadas por outros animais como borboletas ou pássaros”, afirma Jon Pierce-Shimomura, membro da equipa e professor assistente de neurociências na faculdade de Ciências Naturais em Austin. “Isto dá-nos uma primeira base de apoio na compreensão da magnetorecepção noutros animais”, refere.

Fonte: Observador

6 comentários:

  1. O quê esperar de um pseudo-intelectual que se acha a última bolacha do pacote e sequer percebe que suas obras são fezes para a arte. Não sei, Sheila, se vc conhece a biografia do escritor russo Liev Tolstoi, vale a pena. Este sim um grande intelectual e, por isso, grande homem.
    No mais, se a pergunta do Jô fosse feita a mim, eu que teria rido porque se eu respondesse, seria considerado ofensivo.

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    1. "A última bolacha do pacote" é ótima, nunca tinha ouvido antes, vou incorporar ao meu repertório kkkkkk

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  2. Concordo plenamente com sua colocação!!! O húmus das minhocas são mais importantes para a Terra, do que as falácias desse Senhor. Sem dúvida, é um clássico exemplo de que a arrogância emburrece o interlocutor nesse caso, o Senhor Jô Soares.

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  3. Concordo plenamente com sua colocação!!! O húmus das minhocas são mais importantes para a Terra, do que as falácias desse Senhor. Sem dúvida, é um clássico exemplo de que a arrogância emburrece o interlocutor, nesse caso, o Senhor Jô Soares.

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  4. Rsrsrsrsrs... Concordo com o comentário do Anônimo das 09h29, pois o tal senhor desrespeita tudo que não rode em torno do ego DELE.
    Selma Castanheira.

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  5. Jorge Romano19/06/2015 18:15

    Sheila, não sabia que voce tinha perdido seu tempo no programa do jô. A falta de definição do que se trata aquele programa, jamais poderia levar a sério a causa animal. Mas gostei da sua resposta. Ainda bem que a disputa não era com ameba, pois ele também perderia.

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