19/03/2017

João Gordo e Angélica comentam opção por vegetarianismo


Excelente matéria do Programa Estrelas apresentado pela Angélica. 





Retrospectiva da Semana de 12 à 18/03/2017


Dia de conferir o que não foi lido durante a semana. Bom domingo à todos!!!!


18/03/2017

E agora, Friboi? e agora, srs. veterinários da vigilância sanitária?




Peço mil perdões ao autor de uma peça tão bem feita, mas,  nos chegou pelo zap sem o devido crédito. Caso alguém conheça, por favor, informe.
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Aí, fiquei lembrando das palavras dos veterinários que tanto me agrediram. Para quem não sabe, os profissionais da veterinária é que fazem a fiscalização sanitária..... hehehehehe.... Olha aí dois trechinhos:

Gus Machado Esse povo de ONG deveria erguer as mãos aos céus e agradecer que existem veterinários que trabalham em matadouros. Imaginou se todos os vets fossem veganos e evitassem esse tipo de trabalho? Não existiria quem exigir bem estar no abate, e aí sim os animais seriam mortos com o maximo de sofrimento. (a implantação do abate humanitário foi através de uma campanha da nossa ONG)

Viviane Ribeiro Acho que vc postou esse link no grupo errado!
Veterinários, na gde maioria, não são contra abates, e sim a maus tratos. 
Veterinários estão presentes para garantir o abate humanitário e mitigar possíveis intercorrência que possam acontecer durante o processo, e é claro, descartá-las ou liberá-las para o consumo...agora, deixa o povo comer carne, exaltar o prato e ser feliz!!!

Prefeito de São Paulo mobiliza empresários para atender animais da população de rua


Enquanto a Crivelândia bate cabeça aqui no Rio, Dória dá um show em Sampa. Espero que ele resolva as paradas lá e venha p´ra cá limpar a mediocridade que paira na área de proteção animal. Separei esta frase inicial que nos dá ideia exata do que um gestor deve fazer.

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Fonte: Facebook - 17/03/17
Bom dia, pessoal. Quando assumimos a Prefeitura nos deparamos com um grande problema orçamentário e, ao mesmo tempo, muitas demandas a serem resolvidas. Um gestor não aponta o problema, busca soluções e é isso que os paulistanos esperam de mim.

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Fonte: Facebook - 16/03/17
João Doria
Ontem às 10:09 ·
Bom dia, pessoal. Agora é concreto! Firmamos acordo com algumas das maiores empresas do segmento Pet, para montar canis nos CTAs e Espaços Vida, locais que vão acolher as pessoas em situação de rua para prepará-las emocionalmente e profissionalmente para uma nova vida, não esquecendo de seus fiéis amigos. Os cães e gatos terão atendimento veterinário, alimentação, adestramento e todos os produtos necessários para que também tenham uma vida mais digna. Tudo com custo zero para os cofres públicos graças ao apoio de empresas cidadãs. Estou muito feliz com este projeto! #AceleraSP #JoãoTrabalhador #SPmaisHumana



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Nossa postagem anterior sobre o assunto. Reparem que foram apenas 15 dias para resolver tudo.

Operação Carne Fraca da polícia federal mostra os bastidores dos frigoríficos no Brasil


O país está estarrecido com algo que vimos falando há tempos.... Será que alguém pensava que esta patifaria com abate e uso de carne irregular só acontecia nestas pequenas cidades do interior? O tal "serumano" é podre em qualquer lugar!!!!! 

A utilização de carne fora do prazo de consumo é antiga e desde pequena ouço falar.... Aqui no Rio tinha um matadouro em Santa Cruz e todos sabiam desta prática. 

Quero ver o Toni Ramos, Ana Maria Braga e Fátima Bernardes falar alguma coisa. A quantidade de memes que já estão rolando é enorme....

A matéria inicial do G1 é esta: Polícia Federal deflagra operação de combate a venda ilegal de carnes. Sugiro que leia ela inteira para saber a quantidade de "otoridades" envolvidas que não é mostrada no vídeo.


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Frigoríficos investigados vendiam carne vencida no Brasil e no exterior
Irregularidades foram descobertas pela Operação Carne Fraca.
Investigações abrangem sete estados; BRF e JBS são citadas.


 Operação Carne Fraca foi deflagrada na manhã desta sexta-feira (17). 
(Foto: Divulgação/Polícia Federal)

Gravações telefônicas obtidas pela Polícia Federal apontam que vários frigoríficos do país vendiam carne vencida tanto no mercado interno, quanto para exportação.

Diretores e donos das empresas estariam envolvidos diretamente nas fraudes, que contavam com a ajuda de servidores do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, no Paraná, Goiás e Minas Gerais.

As gravações foram divulgadas após a deflagração da Operação Carne Fraca, nesta sexta-feira (17).

Nelas, segundo a PF, é possível identificar as práticas ilegais cometidas pelas empresas. Entre produtos químicos e produtos fora da validade, há casos ainda mais "curiosos", como a inserção de papelão em lotes de frango e de carne de cabeça de porco na linguiça.

A operação envolve grandes empresas, como a BRF Brasil, que controla marcas como Sadia e Perdigão, e também a JBS, que detém Friboi, Seara, Swift, entre outras marcas, mas também frigoríficos menores, como Mastercarnes e Peccin, do Paraná.

A JBS afirmou que não tem informação de que algum executivo seu foi preso e informou que não há operação da PF na empresa. O G1 tenta contato com os demais citados na reportagem.

A BRF disse que está colaborando com as autoridades para o esclarecimento dos fatos. A companhia reiterou que cumpre as normas e regulamentos referentes à produção e comercialização de seus produtos, possui rigorosos processos e controles e não compactua com práticas ilícitas.
A BRF também assegurou a qualidade e a segurança de seus produtos e garantiu que não há nenhum risco para seus consumidores, seja no Brasil ou nos mais de 150 países em que atua.

Segundo a polícia, a "Carne Fraca" é, em números, a maior operação já realizada pela PF no país. O delegado federal Maurício Moscardi Grillo afirmou que os partidos PP e PMDB eram beneficiados com propina envolvendo o esquema nos últimos 2 anos.

Táticas de maquiagem
De acordo com o delegado federal Maurício Moscardi Grillo, produtos químicos foram usados pra maquiar o cheiro. "Também injetavam água na carne para aumentar o peso", acrescentou.
Moscardi acrescentou que nem mesmo os fiscais envolvidos, que costumavam ganhar carnes dos proprietários como benefício, estavam aguentando a má qualidade dos produtos. "Eles comentavam entre si que não estava mais dando para receber", disse.

“Eles usam ácidos, outros produtos químicos, para poder maquiar o aspecto físico do alimento. Usam determinados produtos cancerígenos em alguns casos para poder maquiar as características físicas do produto estragado, o cheiro", completou o delegado federal.
A PF não detalhou, entretanto, quais empresas cometiam as irregularidades.

Carne de cabeça
Em um dos áudios gravados com autorização judicial, um dos donos da empresa, Idair Antônio Piccin, conversa com a mulher dele, Nair Klein Piccin, sobre o uso de carne proibida em lotes de linguiça. Os dois tiveram pedidos de prisão preventiva decretada pela Justiça.
Idair - Você ligou?
Nair - Eu, sim eu liguei. Sabe aquele de cima lá, de Xanxerê?
Idair - É.
Nair - Ele quer te mandar 2000 quilos de carne de cabeça. Conhece carne de cabeça?
Idair - É de cabeça de porco, sei o que que é. E daí?
Nair - Ele vendia a 5, mas daí ele deixa a 4,80 para você conhecer, para fechar carga
Idair - Tá bom, mas vamos usar no que?
Nair - Não sei
Idair - Aí que vem a pergunta né? Vamo usar na calabresa, mas aí, é massa fina é? A calabresa já está saturada de massa fina. É pura massa fina
Nair - Tá
Idair - Vamos botar no que?
Nair - Não vamos pegar então?
Idair - Ah, manda vir 2000 quilos e botamos na linguiça ali, frescal, moída fina
Nair - Na linguiça?
Idair - Mas é proibido usar carne de cabeça na linguiça
Nair - Tá, seria só 2000 quilos para fechar a carga. Depois da outra vez dá para pegar um pouco de toucinho, mas por enquanto ainda tem toucinho (ininteligível)

VÍDEO: Ouça o áudio em que sócio de frigorífico fala sobre uso de carnes proibidas

Troca de etiquetas de validade
Em outro áudio, Paulo Rogério Sposito, dono do Frigorífico Larissa, de Mauá, em São Paulo, orienta um funcionário a trocar as etiquetas das datas de validade dos produtos.

Segundo a polícia, os dois aparentam se aproveitar da ausência do fiscal do Mapa, citado como "filho da p*", que está de folga. Sposito também é alvo de um dos mandados de prisão preventiva da operação.
Funcionário: Paulinho...
Paulo: Eu...
Funcionário: Deixa eu te falar uma coisa... Podia programar pra semana que vem, a gente trazer aquela mercadoria lá pra trocar as etiquetas né meu véi...
Paulo: Pode...pode sim
Funcionário: Já que num vai ter...né...já que nós vamo tá parado aqui.
Paulo: Primeira carreta que voltar de são paulo vazia passar lá e pega.
Funcionário: É isso aí... Ai nós já arruma...tem o que? Duas carreta lá ainda?
Paulo: De verdade eu não sei quanto tem lá no estoque não
Funcionário - (...) Nós já arrumava tudo aquele trem, deixava no jeito. O homem tá de férias né. Num ta aqui..
Paulo - Ah , esse filho da p* tá de férias é?
Funcionário - Agora era...hora boa de nós...
Paulo - Agora era...

Fonte: G1 Paraná

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saiba mais

Ex Mister Universo usa pele animal e sangue para protesto 'ecológico' - SP


Quis aparecer e apareceu.... Pelo menos falou a favor dos animais....
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Lucas Kubitschek colocou o constrangimento de lado e tirou a roupa para o 'manifesto'. 'Ideia esdrúxula', reconhece.

Lucas Kubitschek, que perdeu o título de Mister Universo Brasil 2013 por posar nu, fez um protesto 'ecológico', em uma rua da Vila Olímpia, em São Paulo. O ex-Mister jogou sangue em seu corpo e o cobriu com pele de animais. Tudo de verdade: as peles e o sangue. O sangue foi comprado em uma loja que comercializa a substância e, segundo ele, 'não são contaminados'.

Questionado sobre o que acha de estar usando peles de coelho e de vison - um animal que lembra um esquilo-, Lucas reconhece que foi uma situação desconfortável. "Foi uma ideia esdrúxula e forte. Fiquei constrangido e, no início, achei a proposta diferente. Fiquei na dúvida se faria. Mas a ação tem esse objetivo: chocar e mostrar com as peles naturais, que não se deve matar os animais."

As peles usadas por Lucas pertencem a Franz Ambrósio, dono do brechó "Minha avó tinha", em São Paulo. Faz 20 anos que Franz adquiriu as peles que, segundo ele, são usadas para produções cinematográficas. O empresário sai em defesa de seu material. "Nos anos 40 era moda usar essas peles. É importante mantê-las porque são alugadas para filmes e minisséries. Para filmagens, essas peles precisam ser naturais, para dar um efeito verídico em cena. Quando me questionam sobre o que acho de comercializar essas peles, pergunto: 'Você já se questionou de onde vem o couro do seu sapato? Da pele do boi morto'. É a mesma coisa. Por uma questão de sobrevivência se matava os animais para aplacar o frio. Com o tempo foi que essas peles viraram moda e símbolo de luxo. Não podemos ser xiitas."




FONTE: EGO

Novo vídeo mostra cachorro preso sem alimento e água - Belém


Pelo amor de Deus!!!! algum companheiro de Belém para ver este caso!!!!! olhem no vídeo o sofrimento do pobre animal.....
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Vídeo que denuncia maus tratos mobilizou internautas.
Segundo denúncia, cachorro passa semanas preso e sem cuidados.

Um vídeo publicado nas redes sociais mostra mais um caso de maus tratos contra animais. Segundo a denúncia, um cachorro é mantido preso desde janeiro em uma casinha e quase não recebe alimentação e água.

O vídeo foi registrado nesta sexta-feira (17), na avenida Fernando Guilhon, bairro do Jurunas, e mobilizou internautas de diversas cidades do país.


Nas imagens, o animal aparece latindo muito, preso em uma casinha, localizada em um quintal repleto de restos de materiais de construção e mato. O autor do vídeo, que pediu para não ser identificado, conversou com o G1 e disse que o animal é mantido preso desde janeiro deste ano.

"Esse cachorro não sai da casinha para fazer suas necessidades. Na verdade, não sai da casinha em hipótese alguma. Se botam comida diariamente ou não também nunca vi. Observei que o animal faz suas necessidades nesse lugar. O animal late, grita até cansar", relatou a pessoa denunciante, que mora ao lado do terreno onde vive o cachorro. 

Após denunciar o caso à Delegacia Especializada em Meio Ambiente (Dema), sem obter nenhuma solução, o denunciante gravou a situação do cachorro e postou na internet, na expectativa de que gerasse repercussão e chamasse a atenção das autoridades.

"Já liguei pra polícia, que disse não poder fazer nada, ligo para Dema desde janeiro e não obtive resposta. Ninguém aguenta mais ver o bicho nesse estado", denunciou. "Assim como o vídeo da cachorrinha sendo arrastada viralizou, eu espero que esse também chegue a algum órgão responsável", declarou.

O denunciante se refere ao caso de uma cachorro filhote, arrastada por uma moto. Um vídeo captado de celular na tarde do último domingo (12) registrou maus-tratos contra um filhote de cachorro no bairro do Tapanã, em Belém. O vídeo causou grande mobilização nas redes sociais. A mulher que aparece pilotando a moto foi detida, e o cachorro foi resgatado e adotado.

O G1 entrou em contato com a Dema e aguarda posicionamento.

Fonte: G1 Pará - Rede Liberal - 17/03/17

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ATUALIZAÇÃO:
Cachorro foi resgatado

Briga entre mulher, seus 40 gatos e vizinhos revela falta de abrigos para animais em Niterói


Sinceramente, tem situações que não dá para apoiar..... O direito de um termina quando começa o outro, certo? 
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O bloco 1 do Condomínio Solar do Barão, no Fonseca, tem 12 andares, com um problema no meio: um apartamento com mais de 40 gatos, no sexto andar. O que começou com um desconforto virou uma guerra entre vizinhos, inclusive com agressões físicas, e revelou ainda um problema maior: a falta de espaços para acolhimento de animais na cidade.

Da mesma forma que o odor gerado pelos dejetos dos animais não fica restrito ao apartamento do sexto andar, o problema não ficou somente em debate nas reuniões de condomínio. Desde 2013, processo contra a dona corre na 7ª Vara Cível de Niterói, quando eram apenas 15 animais. A decisão para a remoção já foi desobedecida duas vezes. Agora, o condomínio busca um local para encaminhar os bichanos.

O bloco 1 do Condomínio Solar do Barão, no Fonseca, tem 12 andares, com um problema no meio: um apartamento com mais de 40 gatos, no sexto andar. O que começou com um desconforto virou uma guerra entre vizinhos, inclusive com agressões físicas, e revelou ainda um problema maior: a falta de espaços para acolhimento de animais na cidade.

Da mesma forma que o odor gerado pelos dejetos dos animais não fica restrito ao apartamento do sexto andar, o problema não ficou somente em debate nas reuniões de condomínio. Desde 2013, processo contra a dona corre na 7ª Vara Cível de Niterói, quando eram apenas 15 animais. A decisão para a remoção já foi desobedecida duas vezes. Agora, o condomínio busca um local para encaminhar os bichanos.

Cidade sem abrigos

Em dezembro, a Vigilância Sanitária de Niterói tentou visitar o apartamento dos gatos. A porta não foi aberta, o que não impediu a confecção de documento relatando o forte mau cheiro. Em janeiro, a porta se abriu para um oficial de Justiça. Segundo o relatório dele, havia mais de 40 animais no local, que não tem mobília.

Apesar da visita, a Vigilância Sanitária não indicou um abrigo por um simples motivo: a prefeitura não tem um. A moradora foi multada pelo órgão, que aguarda, agora, que a Justiça determine a entrada dos seus agentes no imóvel para a retirada dos animais e decida para onde os gatos serão levados. Uma nova visita será feita ao local.

O problema acontece também nas áreas comuns do prédio, já que a moradora coloca alimentos para os bichos no pátio. Os animais destruíram o parquinho e bebem água na piscina.

— Ninguém aguenta mais isso. Moro no 5º andar e vivo com tudo fechado — desabafa Ari Chateaubriand, de 49 anos.

‘O cheiro acontece, reconheço’

“Os animais precisam ser protegidos. Não se pode deixá-los na rua. Eles têm o apartamento inteiro para andar. O cheiro acontece, reconheço, mas eu limpo tudo, uso água sanitária. Não vou discutir se o espaço é adequado. Se tivesse dinheiro, teria um sítio. Os vizinhos é que me perseguem”, disse a dona dos gatos.

FONTE: extra.globo

Como seria um safari humano segundo Rémi Gaillard






Muito bom!!!!!!! vale a pena compartilhar !!!! o vídeo é de agosto de 2016 e eu não tinha visto.... achei ótimo por sua mensagem educacional....
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Inauguração do Hospital Veterinário do Recife é adiada mais uma vez

Gente, eu fico tão agoniada com este negocio de Dia Nacional dos Animais!!!!! onde foi estabelecido isto? conta p´ra gente qual o decreto ou lei, pelo amor da Santa do Macarrão Cozido?
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Em teoria, esta terça-feira (14), Dia Nacional dos Animais, deveria ser momento para celebrar. No entanto, no Recife as notícias não são muito boas nessa área de direitos dos animais. Isso porque o Hospital Veterinário do Recife (HVR), localizado no bairro do Cordeiro, na Zona Oeste da cidade, ainda não saiu. A previsão, segundo a Secretaria Executiva de Direitos dos Animais (Seda), é de que o equipamento público seja inaugurado ainda no primeiro semestre deste ano, mas ainda não há uma data específica. O HRV, que é uma das promessas de campanha do prefeito Geraldo Julio, deveria ter sido entregue em março de 2016, foi adiado para setembro do mesmo ano, e até agora está fechado.

Nessa segunda-feira (13), inclusive, um vídeo em que a professora e protetora dos animais Walkiria Alves, 47 anos, questiona a demora para a inauguração do Hospital e chama atenção para o descaso com o lugar vem sendo amplamente compartilhado no Facebook e já tem mais de 14 mil visualizações.


Fiz as imagens no sábado pela manhã e publiquei o vídeo no domingo. Minha conta no Facebook já recebeu o aviso de que vai ser bloqueada porque tem gente denunciando como falso. Mas eu estive lá e mostrei que o terreno do hospital veterinário está cheio de lixo, além de vizinhos do lugar denunciarem que lá está servindo como desova de animais mortos ou doentes. Só não quero que esse hospital tão importante para nós defensores dos animais seja invadido ou arrombado e depredado por vândalos", reclamou a ativista.

No vídeo de Walkiria, que atua como defensora dos animais há cerca de nove anos, ela denuncia que o equipamento público está pronto "pela metade" e, mesmo supostamente equipado, não abriu as portas para atender os animais carentes da cidade. Sobre as denúncias feitas no vídeo a Seda se pronunciou através de nota oficial:

"No que diz respeito ao Hospital Veterinário do Recife, a Seda informa que as obras foram concluídas. No momento, estão em andamento os processos licitatórios para compra de equipamentos e medicamentos, além do processo seletivo simplificado para abertura de vagas temporárias de médicos veterinários e outros postos. Informamos ainda que a unidade de saúde animal deverá abrir as portas para a população ainda neste primeiro semestre de 2017.

O equipamento, localizado na Avenida Professor Estevão Francisco da Costa, no Cordeiro, vai contar com médicos veterinários que atuarão nas áreas clínica, cirurgia, anestesia, emergência, laboratório, radiografia e ultrassonografia. Com um terreno de 4,3 mil metros quadrados, sendo 1,3 mil de área construída, o Hospital Veterinário do Recife terá três consultórios, três salas de cirurgia, um bloco cirúrgico, laboratório, unidade de recuperação, posto de enfermagem, ambulatório, emergência com dois isolamentos, sala de exames e dois canis."

Para defensores dos direitos dos animais, o hospital é de fundamental importância para melhorar a assistência aos bichos de estimação da população de baixa renda. Orçado em R$ 3,7 milhões, o equipamento atenderá apenas cães e gatos, o que corresponde a 99% dos animais domésticos da cidade. Na primeira etapa, a previsão de que sejam realizadas 90 consultas e 20 cirurgias por dia.

FONTE: ne10.uol

Médicos veterinários suspeitos de adulterações podem perder registro


Eu não ia falar nada, mas, sinceramente a coisa ficou engasgada. Domingo dia 12 deste mês, alguns veterinários e estudantes de veterinária abriram uma discussão surreal comigo. Tudo porque alguém, achando que estaria fazendo algo de bom, inscreveu nosso perfil em um Grupo chamado CRMV SP * MEDICOS VETERINÁRIOS DE SÃO PAULO. Como distribuo nossas postagens para vários grupos, lá foram várias. 

Entretanto, uma delas foi motivo de uma decepção enorme com alguns destes profissionais defensores da industria da carne: Substituto de Subsecretária de proteção animal do Rio exalta um prato de rabada . Não dá nem para falar o quanto fui agredida, humilhada e ofendida mesmo fazendo um discurso educado e contando minha história. Até  um Professor se envolveu chamando atenção no sentido de que tais veterinários e estudantes mantivessem um debate de ideias para construção do entendimento. 

Mas, que nada.... falavam como se tivessem um rei na barriga.... foi lamentável!!!!! Lembrei durante a discussão que, na verdade, nós é que promovemos avanços para veterinária quando ptomovemos o abate humanitário, quando algumas ongs buscaram o bem estar de animais de consumo, quando começamos a sugerir a direção de universidades a inclusão no currículum o bem estar animal, quando importamos os primeiros modelos substituindo animais em aulas práticas, quando iniciamos a castração como forma de controle populacional, quando levamos animais para a zooterapia, enfim, tudo de avanço foi por intermédio do segmento da proteção animal. Agora mesmo estamos brigando pelo transporte desumano de animais enviados para a morte bárbara de muçulmanos no oriente médio. E cadê os veterinários? cadê? mas, cadê mesmo?

Ontem nos deparamos com o escândalo da "Operação Carne Fraca" e aí não me contive para contar sobre este episódio.  

Lamento profundamente ter sido vítima da fúria destes vets mesmo tendo contado que até apoiei muito a regulamentação da profissão em 1968. As agressões foram vergonhosas e ao assistir ao noticiário de ontem que fala da cumplicidade de veterinários neste escândalo, entendi que, como popularmente se diz, não se faz mais veterinários como antigamente.   

A discussão neste dia só terminou depois que o Dr. Rogério Lobo falou em meu favor explicando que não fazia parte de  protetoras que se comportam da pior maneira com alguns profissionais da saúde animal. 

Agora, ainda para me entristecer mais, ao pesquisar mais sobre o grupo vi que um certo veterinário, integrante do mesmo,  que conhece há milênios meu trabalho, foi incapaz de depor a meu favor para acabar com aquele massacre. No dia seguinte, liguei para ele várias vezes e ele não me atendeu. 

Nesta discussão nem toquei no fato de que, apesar do Conselho Federal emitir NOTA contra vaquejadas, alguns Conselhos Regionais se posicionaram a favor deste espetáculo EXPLICITO DE MAUS-TRATOS. Que tipo de  profissional da saúde animal pode ser quando aprova vaquejada? 

A tal discussão pode ser lida AQUI e AQUI. Mas, vejam abaixo a notícia deprimente para esta classe .....
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Médicos veterinários envolvidos nas atividades ilícitas investigadas pela Operação Carne Fraca, deflagrada pela Polícia Federal, nesta sexta-feira, devem ser identificados e punidos. A determinação é do Conselho Federal de Medicina Veterinária, que pediu providências aos Conselhos Regionais em todo o país.

A investigação revelou que fiscais federais agropecuários e profissionais, responsáveis por frigoríficos e empresas do ramo alimentício, participaram de esquemas para facilitar a produção e venda de produtos de origem animal adulterados e impróprios para consumo.

O presidente do Conselho Federal de Medicina Veterinária, Benedito Fortes de Arruda, defendeu punição rigorosa, inclusive com a cassação do registro profissional, para os que violaram os princípios morais e atuaram contra a saúde e o bem-estar de animais, humanos ou do meio ambiente.

Como cão salvou da depressão única sobrevivente de desastre aéreo - México


Fiquei emocionada com o caso.... os milagres dos nossos amados bichos....
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Silvia Viruega é uma respeitada veterinária que chefiou o canil da Polícia Federal mexicana e hoje comanda um hospital público para animais na Cidade do México.

Mas sua trajetória de sucesso teve um grande obstáculo no meio do caminho, um evento traumático do qual só conseguiu se recuperar com uma ajuda externa inusitada.

Em entrevista ao programa Outlook da BBC, ela contou essa história. O evento traumático foi um acidente de avião, do qual foi a única sobrevivente.

O avião de pequeno porte, pilotado por seu namorado e que levava, além de Silvia, um amigo do casal, caiu durante um voo para Acapulco.

Seu namorado não tinha grande experiência, ainda estava em fase de acumular horas de voo.

“O avião teve uma falha mecânica”, conta Silvia.

Por um milagre, diz ela, não apenas sobreviveu ao acidente como saiu dele andando.

“Comecei a procurar por meu namorado. Vi o amigo dele, que não se mexia. O avião estava pegando fogo. Na minha cabeça, se estava viva e andando, todo muito teria a mesma chance”, recorda.

“Quando me colocaram na ambulância, ainda não tinha visto ele, fiquei aflita. Pensei comigo: espero que o levem para o mesmo hospital que eu.”

Já no hospital, quem apareceu para visitá-la foi a mãe do namorado, o que a deixou confusa.

Queria saber por que não o haviam levado para o mesmo hospital. “O que realmente aconteceu era que o pai dele estava com ele no necrotério e a mãe comigo, me fazendo companhia”, diz.

Depois ela recebeu a visita do irmão e de amigos. Coube ao irmão dar a notícia: todo mundo tinha morrido no acidente, menos ela.

A veterinária sofreu um traumatismo craniano, uma lesão na coluna, vários escoriações e fraturas no nariz e a fíbula direita. Passou uma semana no hospital, antes de ser transferida de volta à Cidade do México.

“Durante o retorno para a Cidade do México, eu estava muito abatida, chorando muito.”

Passou meses em reabilitação física – e tentando superar o trauma. “Meu cérebro estava 100% desconectado. Eu não estava tendo alucinações, nada disso, estava simplesmente em um estado de indiferença e nada importava para mim”, relata.

Presente da vida
Mas um dia ganhou, de presente, um cão da raça yorkshire terrier, que acabaria mudando sua vida.

“Nove meses depois do acidente, um amigo me deu um cachorro. Era um filhote, que imediatamente me fez pensar sobre a vida.”

Ela passou a se dedicar a Gary, o cachorro, que reacendeu nela vários interesses adormecidos e acabou se tornando “um dos melhores presentes que a vida já me deu”.

Para ela, o cachorro simbolizou um renascimento, uma nova fase do ciclo da vida: “Ele nasceu pequenino e eu tinha acabado de renascer, depois de algo horrível que tinha acontecido comigo”.

Gary a ajudou a perceber que estava se entregando a um mal oculto, que nem sabia ter. “Eu não tinha percebido que tinha depressão. Estava a toda hora tentando esconder… É muito difícil de aceitar isso. Acho que depende da habilidade que cada pessoa tem de enfrentar a depressão”.

Gary passou a ser companhia constante para tudo. Bastava acordar e ver o cachorro, que já encontrava ânimo para “fazer o que tinha que ser feito dentro do programa de reabilitação”.

Mas quando começou a levar Gary para passear, se deu conta do quanto perdeu em mobilidade por causa dos danos sofridos no acidente.

“Quando levei Gary para caminhar, percebi que era muito lenta. Foi quando a realidade me atingiu, foi quando me dei conta de qual era o meu estado. Em outras palavras, eu estava bem mal.”

Gary esteve ao lado dela durante todo o tempo da difícil recuperação. “Por isso, para mim, ele é um ser tão especial”, diz.

Hoje, como diretora de um hospital para animais, ela diz ver casos como o dela quase todos os dias. “[Animais de estimação] são companhias para idosos solitários ou crianças que não falam. Há milhares de outros casos”, afirma.

Segundo ela, já foi provado cientificamente que ter animais de estimação ou ficar perto de animais traz até benefícios físicos como a redução de batimentos cardíacos e a liberação de endorfina, substância produzida pelo corpo humano que ajuda a dar a sensação de bem-estar.

Nova etapa
Depois que Gary a ajudou a sair da depressão, Silvia Viruega decidiu fazer um mestrado em Saúde Pública, Administração e Medicina Animal.

“Fiz o mestrado e, a partir daí, comecei a buscar projetos, trabalhos para continuar me sentindo viva, útil e para apreciar essa segunda oportunidade. Você fica mais sensível, menos indiferente”, afirma.

Hoje, Silvia Viruega sabe o nome e do que sofre cada um dos cães e gatos que estão no renomado hospital que ela dirige. Faz questão de falar da satisfação em poder recuperar a saúde de seus pacientes e de ver os donos dos animais saindo com eles andando novamente, salvos e estáveis.

Ela diz que se sente mais em casa na clínica que se sentia no canil da Polícia Federal, onde os cães eram treinados para achar drogas, bombas e corpos. Além disso, diz preferir as raças de cachorros pequenos. “Tenho em casa um chihuahua, além do yorkshire terrier”.

“A área sentimental da minha vida também renasceu”, conta. “Tenho um marido maravilhoso que, por coincidência, também é um piloto de avião; e uma filha pequena.”

Sobre a mesa de trabalho de Silvia, há miniaturas de diferentes raças de cães. Mas a que mais chama atenção é a de um yorkshire, igual ao seu.

“Gary me salvou e, de certa forma, me trouxe para onde estou agora. Ele me motivou para continuar.”

FONTE: maisfm

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