Mostrando postagens classificadas por data para a consulta halal. Classificar por relevância Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens classificadas por data para a consulta halal. Classificar por relevância Mostrar todas as postagens

15/11/2017

Autoridades islâmicas querem garantias do Brasil sobre abate de animais

Saber que o Brasil está investindo neste tal abate halal me dá uma gastura que ninguém imagina.... Tudo para atender os muçulmanos.... Olha p´ra isto, gente!!!! Não me conformo!!!! os animais são sangrados sem atordoamento.... A vontade é de me rasgar toda..... Leiam nossas postagens sobre abate halal arquivadas no blog.
----------

03/11/2017

Líder em carnes para muçulmanos, Brasil quer ampliar 60% do mercado

Lembra aquela postagem que eu publiquei sobre muçulmanos estarem sendo aproveitados neste setor? Confere: Refugiados muçulmanos mudam cidades do interior do país.... Vai ter matança de animais?
--------------
Maior produtor e exportador mundial de carne bovina e segundo maior de frangos, o Brasil é também líder nas

29/10/2017

PARTICIPEM: Campanha contra Exportação de Gado Vivo no Brasil

Em nosso blog vimos alertando à proteção animal do Brasil o drama dos animais transportados em navios que geralmente vão para Turquia, Egito e Líbano (oriente médio). Estes países compram os animais vivos porque matam os animais pelo método halal e kosher quando eles não podem ser atordoado. Ele é degolado seguindo preceitos religiosos judeus e muçulmanos. Algumas ONGs internacionais denunciam

28/10/2017

Refugiados muçulmanos mudam cidades do interior do país.... Vai ter matança de animais?

Quando a Marli mandou esta matéria, meus pés começaram a tremer.... Pessoal do Paraná, temos que ficar muito alertas. Qualquer hora vão começar a fazer massacres de animais como os muçulmanos fazem no mundo inteiro. Aqui, se não ficarmos atentos, será igual.... se bem que já pode até já estar acontecendo e não sabemos. Sugiro a galera do Paraná, no ano que vem se ligar e observar..... Aqui no Brasil, não vamos deixar!!!!!!

12/07/2017

Uruguai exportou 96.891 bovinos vivos no primeiro semestre do ano

Gente de Deus!!!!! precisamos lutar contra isto... O mercado é Egito e Israel que não compram animais mortos por causa dos malditos abates chamados Halal e kosher (judeus e muçulmanos). Que Deus se apiede deses pobre animais que passarão um bom tempo no mar até encarar o momento trágico..... 
-----------
O volume de exportação de gado vivo do Uruguai vinha em um ritmo lento, mas nos últimos meses registou uma recuperação e no primeiro semestre de 2017 fechou com 96.891 cabeças exportadas, principalmente para a Turquia. Somente em junho 24.775 gados foram vendidos em duas remessas, um de 12.814 cabeças e outra de 11.961, de acordo com o Ministério da Pecuária, Agricultura e Pesca (MGAP).

O volume de exportações no primeiro semestre deste ano foi 11,4% inferior ao mesmo período do ano passado, mas 26,6% superior ao de 2015. Praticamente todos os animais exportados vivos foram enviados para a Turquia. Dos 96.891 gado exportados, apenas 65 foram enviados para outro destino: Brasil.

O Egito reabriu seu mercado para o gado do Uruguai após a visita oficial do presidente Tabaré Vázquez, acompanhado por uma delegação que integrou também o presidente da União de Exportadores de Gado, Alejandro Dutra e pelo presidente da Associação Rural do Uruguai, Pablo Zerbino.

Os operadores das empresas salientou a importância de ter um mercado alternativo e não confiar apenas na Turquia, mas para voltar aos negócios com o Egito não será tão fácil, não só porque o país paga preços mais baixos do que a Turquia, mas principalmente porque não paga em dólares, mas em sua própria moeda e, dada a instabilidade política naquele país, isso pode ser um risco importante.

FONTE: beefpoint

03/07/2017

Emenda da vaquejada abre nova autorização legal para abate religioso

Gente, olha o prejuízo.... 
------------
Menos de um ano depois de o Supremo Tribunal Federal julgar inconstitucional uma lei cearense que regulamentava a vaquejada, o Congresso Nacional acaba de promulgar uma emenda constitucional liberando práticas desportivas com utilização de animais.

No último dia 6 de junho entrou em vigor a EC 96, acrescentando § 7º ao art. 225 da Constituição Federal, com a seguinte redação:

“Para fins do disposto na parte final do inciso VII do § 1º deste artigo, não se consideram cruéis as práticas desportivas que utilizem animais, desde que sejam manifestações culturais, conforme o § 1º do art. 215 desta Constituição Federal, registradas como bem de natureza imaterial integrante do patrimônio cultural brasileiro, devendo ser regulamentadas por lei específica que assegure o bem-estar dos animais envolvidos”.

Vale lembrar que, no julgamento da ADI 4.983, em outubro de 2016, tendo como relator o ministro Marco Aurélio, o Plenário do STF deliberou por seis votos a cinco que a vaquejada implicava tortura e maus-tratos aos animais porquanto acarreta fraturas nas patas dos bois, rompimento do rabo, ruptura de ligamentos, vasos sanguíneos e inclusive da medula óssea.

Passados oito meses desse julgamento entra em vigor a EC 96 determinando que, se forem manifestações culturais, populares, indígenas, afro-brasileiras ou de outros grupos étnicos, as práticas desportivas que utilizem animais não podem ser consideradas cruéis.

Embora prática desportiva não se confunda com liturgia ou dogma religioso, a Constituição Federal considera ambas como manifestações culturais, o que traz à baila a questão do abate religioso de animais, a ser enfrentada em breve pelo STF no julgamento do RE 494.601.

Vale lembrar que na vaquejada o boi é enclausurado, açoitado, instigado a correr e tem sua cauda retorcida até cair. Por esse ângulo, a prática da vaquejada não tem absolutamente nada a ver com abate religioso de animais, um preceito alimentar e litúrgico adotado por judeus, muçulmanos e candomblecistas, regulamentado pelo Decreto federal 30.691/1952, por normativas do Ministério da Agricultura e decretos estaduais.

A técnica da degola, comum no judaísmo, no islamismo e nas religiões afro-brasileiras, é catalogada pelo Ministério da Agricultura como método humanitário porquanto provoca morte instantânea, reduz a dor ao patamar mínimo e evita sofrimento desnecessário.

O direito à alimentação kosher (judaica) e halal (islâmica) tem sido ratificado por reiterados julgamentos do Tribunal de Justiça de São Paulo, nos quais companhias aéreas foram condenadas a indenizar passageiros que solicitaram previamente dieta religiosa e foram negligenciados pelos transportadores.

Do ângulo econômico, atualmente o Inmetro/Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior investe na criação de um Selo Halal para que o Brasil amplie negócios com o cobiçado mercado alimentício muçulmano, lembrando que em 2015 as certificações halal movimentaram 1 trilhão de dólares.

Inobstante sua dimensão dietética e econômica, o abate religioso constitui também um preceito litúrgico referido já no Antigo Testamento, visto que o terceiro livro do Pentateuco, Levítico, faz inúmeras alusões ao abate de animais.

Na Kaparot, ritual judaico realizado nas vésperas do Yom Kipur, “Dia do Perdão”, um homem apanha um galo ou, sendo mulher, uma galinha, e passam o animal nove vezes sobre a cabeça recitando a prece “bracha bnei adam – Seja esta minha expiação”. Em seguida entregam o animal ao shochet - sacerdote responsável pelo abate.

Já os muçulmanos celebram a Eid al-Adha, Festa do Sacrifício, cerimônia islâmica realizada no 10º dia do último mês do calendário islâmico, no fim da hajj (peregrinação à Meca): são sacrificados um carneiro, camelo, cabra ou boi, em memória da submissão do Profeta Ibrahim (Abraão) a Alá.

De seu turno, as religiões afro-brasileiras celebram o Etutu (ritual de oferendas) em observância ao itan (preceito) de Orunmila-Ifá denominado ebo riru (sacrifício), sendo que o alimento resultante do abate, o apeje ou sara é consumido pelos fieis como também pela comunidade que circunda os templos.

Acolhendo esses argumentos, no último dia 17 de maio o Tribunal de Justiça de São Paulo declarou a inconstitucionalidade de lei do município de Cotia que pretendia punir o abate religioso de animais com multas de até R$ 704.

Diz um conhecido brocardo jurídico que “quem pode o mais, pode o menos”. Isso significa que, se a Constituição Federal admite práticas desportivas com utilização de animais, com muito mais razão deve admitir o abate religioso – que provoca morte instantânea e com o mínimo de dor.

Por esse ângulo é possível afirmar que o julgamento do abate religioso terá pouca ou nenhuma relação com o julgamento da vaquejada, com o detalhe de que a EC 96 representa um novo e induvidoso permissivo constitucional para o abate religioso de animais.

FONTE: conjur

21/06/2017

Pelo fim das exportações de gado vivo

Tenho algumas diferenças quanto às diretrizes do Fórum Animal, inclusive sobre o provável destino da causa animal equivocadamente incluída no PL do Código Penal. Isto será um desastre total se continuar com a tendência do Senado em transformar o crime contra os animais em um simples processo administrativo. Sou, também, uma crítica do Fórum pelo apoio à condução errônea das ações contra as vaquejadas. E outras coisinhas mais.

Bem, mas, inegavelmente, está sendo a única ONG no país a tomar as rédeas de algo que venho noticiando há tempos. É sobre a questão da exportação de milhares de animais vivos para países que promovem barbáries com eles por conta de religião e desrespeito pela vida, alem da crueldade praticada durante este transporte.

Minha sequela de um AVC, como todos sabem, limita minhas ações para agir neste segmento dramático da causa de defesa animal. Portanto, nesta questão, estaremos enfileirados com o Fórum porque nossa causa é animal e não pessoal como muitos conduzem seu dia a dia..... Vejam a campanha que estão fazendo e não deixem de ler o RELATÓRIO citado para que saibam a realidade que precisamos modificar urgentemente com nosso empenho:

-------------------
Você sabia que o Brasil exporta centenas de milhares de animais vivos todos os anos para países muito distantes, como Líbano, Egito e Venezuela? Esses animais sofrem imensamente pois são submetidos a viagens extremamente longas - de até semanas - em navios onde não podem se movimentar e expressar muitos de seus comportamentos naturais.

Quando chegam em seus destinos no Oriente Médio, são abatidos pelo método Halal, que muitas vezes não permite que os animais sejam insensibilizados antes de serem  mortos. Ou seja: eles são degolados  quando ainda estão totalmente conscientes e morrem de uma forma  lenta e dolorosa.

E pior: acidentes horríveis têm  acontecido com esses animais. Em  2015, um navio afundou no Porto de  Pará e centenas de bois morreram  afogados ou abatidos no local (foto). Em 2012, o sistema de ventilação de  um desses navios parou de funcionar  em alto mar, e 2.750 bois morreram.

Esses acidentes são a prova absoluta  de que não existe maneira segura e  humana de se transportar animais  vivos por vias marítimas e em  percursos tão longos. Não podemos tolerar tamanha crueldade e estamos lutando pelo fim dessa prática.

PARCERIA INTERNATIONAL
Em 2016, o Fórum Animal deu início a suas ações contra o transporte de gado vivo  em parceria com a  Animals International (braço internacional da ONG Animals Australia).  Estivemos em Brasília em reunião com Sr. Rodrigo Padovani, Ponto Focal da OIE (Organização Mundial de Saúde Animal) e especialista do Departamento de Quarentena e Trânsito Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para apresentar nossos argumentos contra a exportação de animais vivos do Brasil - comumente chamada de exportação de gado em pé.

Em março deste ano, a Secretaria de Defesa Agropecuária/MAPA submeteu à Consulta Pública o Projeto de Instrução Normativa Regulamento Técnico para Exportação de Bovinos, Bubalinos, Ovinos e Caprinos Vivos, Destinados ao Abate e Reprodução, para divulgá-lo e receber sugestões de órgãos, entidades e pessoas interessadas. O Fórum Animal enviou sua proposta, que pode ser visualizada aqui.

Em maio, a Deputada Estadual Regina Becker convocou a Audiência Pública “Transporte de animais vivos para abate e exportação no estado do Rio Grande do Sul”, na Assembleia Legislativa estadual, em  Porto Alegre, onde o Fórum Animal foi representado pela advogada Elisa Bernkopf, que entregou nossa posição oficial sobre o tema.

No mesmo mês, aconteceu a reunião técnica do MAPA no município do Rio Grande, para o qual o Fórum Animal foi convidado. Nessa ocasião, além de discussão sobre o tema, foi feita visita ao porto, um dos pontos de saída de gado vivo do Brasil.

O Fórum Animal foi representado pelo diretor da Animals International, Luis Carlos Sarmiento, que apresentou relatório, traduzido para português pelo Fórum Animal. Tal documento é crucial na defesa animal, pois foi realizado pela médica veterinária Dra. Lynn Simpson, que navegou por mais de uma década no transporte de gado da Austrália a portos do hemisfério norte, e fotografou as péssimas condições dos animais, com total falta de bem-estar, intrínseca a jornadas de longo curso por via marítima.

Segundo o relatório:
Os assuntos realçados refletem os riscos e impactos potenciais para o bem-estar dos animais ao longo de todas as rotas internacionais. A evidência visual deste relatório mostra que as atuais consequências para a saúde e bem-estar animal e segurança alimentar nas embarcações utilizadas para transporte de animais são inaceitáveis pelos padrões da OIE, de médicos veterinários e da saúde pública.
O gado transportado por mar muitas vezes tem seu bem-estar comprometido. Muitos animais sofrem de problemas de saúde, incluindo e não limitado a disseminação de doenças, lesões e dor desnecessárias causadas pela infraestrutura, estresse e sofrimento por serem transportados por longos períodos de tempo.
As doenças contagiosas comumente encontradas são pneumonia (“febre de embarque”), Salmoneloses e Moraxella bovis (“olhos vermelhos”). Essas doenças se disseminam devido à natureza artificial do ambiente das embarcações, alta densidade, higiene deficiente e ventilação forçada, geralmente resultando em óbitos.
As “cinco liberdades” são muitas vezes comprometidas devido ao manejo, à infraestrutura e aos riscos inerentes a esse tipo de transporte, que inclui avarias mecânicas tais como danos na ventilação, falhas na distribuição de forragem ou de água, e lesões nos animais causadas por mar revolto pois são jogados de um lado para o outro contra paredes sólidas e grades dentro de seus reduzidos recintos.
Todo ano morrem muitos animais devido à sua má adaptação às rações dadas a bordo, ao estresse térmico causado pela deficiente aclimatação durante o trânsito por grande distância e mudanças climáticas sazonais. As doenças propagadas devido a higiene deficiente e alta densidade de animais exacerbam esses desafios assim como a capacidade do sistema de imunidade do animal para fazer face a seus efeitos.
Lesões são comuns, como membros quebrados e septicemia devido a abrasões prolongadas nas patas, causadas pelo piso duro e leitos insuficientes. Essas lesões exigem geralmente que animais sejam eutanasiados devido à duração e gravidade delas nesse ambiente artificial. Seus corpos são então jogados ao mar.

O Fórum Animal expôs, em seu posicionamento, as exigências mínimas vindicadas, num cenário hipotético em que normas públicas regulamentassem o transporte de ruminantes vivos e em que profissionais estivessem aptos a fiscalizar as condições de manejo e estrutura das embarcações e caminhões, até que este transporte seja totalmente proibido.

Em outubro, o Fórum Animal e a Animals International novamente participarão de reunião promovida pelo MAPA, desta vez no Pará, um dos estados de exportação por via marítima de animais vivos, do Brasil.

Fonte: Fórum Animal

15/05/2017

Petição contra o transporte marítimo de animais reúne mais de 2.500 assinaturas

Nossos companheiros de Portugal estão fazendo o seu dever de casa.... E nós, brasileiros, quando faremos o nosso? O Brasil exporta animais vivos para estes países muçulmanos e outros, também. Acompanhem tudo pelo Facebook da PATAV e assinem a Petição AQUI.
----------------
Petição foi lançada pela Plataforma Anti-Transporte de Animais Vivos. As viagens marítimas de vacas e ovelhas vivas têm frequentemente uma duração superior à definida por lei, chegando os animais ao seu destino em grande sofrimento.

Vacas a serem transportadas vivas
Desde 2015 que Portugal começou a fazer transporte marítimo de animais vivos para o Norte de África e Médio Oriente. Os animais são transportados em condições deploráveis, muitas vezes não respeitando a lei. A bióloga Inês Dias faz parte da Plataforma Anti-Transporte de Animais Vivos (PATAV), um movimento cívico que luta pela sua abolição. 

Inês afirma ao esquerda.net que "nós sabemos que muitas vezes a lei não é cumprida, que estes animais passam por muito stress, por dor, são agredidos, e achamos que não há qualquer necessidade de eles fazerem este transporte que por lei deveria demorar, era suposto demorar seis dias mas normalmente o que acontece é demorar muito mais tempo, sabemos de casos em que que demoraram vinte e tal dias, praticamente um mês". 

A PATAV tem vários vídeos que mostram que os animais, não só no transporte mas também ao serem transferidos dos camiões para os navios, são muitas vezes agredidos, estão presos pelas patas e fazem a viagem num espaço muito confinado. "Supostamente deveria ser-lhes dado alimento e água suficiente, mas também existem muitos relatos que mostram que estes animais chegam desidratados e com fome. Todo este transporte é muito mau do ponto de vista do bem estar animal", sublinha Inês.

Quando chegam ao destino, os animais são sujeitos a rituais kosher e halal, nos quais todo o sangue lhes é drenado, com um golpe no pescoço enquanto estão vivos e conscientes. No ano passado, segundo a Israel Against Life Shipments, foram enviados para Israel a partir do porto de Setúbal e de Sines mais de 44 mil bezerros e de 23 mil cordeiros.

"Nada justifica que estes animais sejam transportados nestas condições e é um negócio que está a crescer agora e, portanto, tem de ser travado agora", prossegue a ativista. A PATAV lançou uma petição pela abolição do transporte de animais vivos para países fora da União Europeia (que pode ser assinada aqui (link is external)), que já conta com mais de 2.500 assinaturas e que os ativistas esperam que seja discutida na Assembleia da República. Além disso, a Plataforma planeia várias ações de sensibilização que podem ser acompanhadas no seu facebook (link is external), está a promover várias reuniões com estruturas oficiais e da sociedade civil para expandir a campanha e pediu uma reunião à Direção Geral de Veterinária, até agora sem resposta.

Fonte: Esquerda Net - Portugal

14/05/2017

Bélgica e Brasil discutem formas de abate religioso de animais.... Que nojo!

Coloquei estas duas matérias numa mesma postagem para que possamos avaliar o quanto se torna difícil nosso trabalho de por um fim à  tamanha crueldade. São mortes sem atordoamento onde o animal acompanha todo terror que envolve seu sacrifício ao vivo e a cores. Ambos por motivos religiosos. Não posso respeitar nenhum ritual que faz animais e humanos que os amam sofrerem.... Isto não é coisa de Deus seja que nome cada religião dê à Ele!!!!

------------ 

Sul da Bélgica discute veto ao abate religioso de animais
O comitê de meio ambiente do Parlamento da Valônia, que é a região flamenga do total das três que compõem a Bélgica, aprovou por unanimidade veto ao abate de animais para produção de carne aos consumidores muçulmanos e judeus.

A proibição se deve ao fato de os animais serem mortos com dor e sem atordoamento, diferentemente, portanto, do que ocorre com os demais abates.

“Kosher” e “halal” são os nomes do preparo de alimentos para judeus e muçulmanos, respectivamente, de acordo com a tradição religiosa. No caso do abate, o animal é morto com um corte em sua garganta, havendo em seguida a drenagem do sangue.

A decisão do comitê do meio ambiente tem ainda de ser apreciada pelo plenário do Parlamento da Valônia (no sul da Bélgica), para ser aprovada ou não. O Parlamento da Valônia, que fica no Sul da Bélgica, está sendo fortemente pressionado por judeus e muçulmanos, que alegam que são vítimas de perseguição religiosa. Dinamarca, Suíça e Nova Zelândia já proibiram o abate sem o atordoamento dos animais.

FONTE: paulopes

------------ 

Terreiros encaminham ação ao STF contra proibição de abate de animais em rituais
O diretor do Ipac se comprometeu a elaborar uma nota técnica em defesa do abate religioso que será enviada ao Supremo
Foi realizada na noite de ontem (11) no Museu de Arte da Bahia (MAB) a Reunião em Defesa dos Povos de Terreiro.

No encontro, que contou com a presença de representantes de mais de 20 casas da Bahia e outros estados, membros do Movimento Negro e do diretor do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac), João Carlos Cruz de Oliveira, foi apresentada a ação movida pela Comissão de Preservação e Salvaguarda dos Terreiros Tombados contra o processo que, há 11 anos, tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) e tenta proibir o abate de animais em rituais religiosos de matrizes africanas.

Representante do Ilê Axé Opó Afonjá e membro da Comissão de Preservação e Salvaguarda, Osvaldo Pita disse que a assinatura desse documento é de grande importância para a afirmação das religiões afro-brasileiras. "É preciso combate o preconceito e defender os nossos mitos e ritos", afirmou. Após ser assinado pelas lideranças religiosas, a ação será encaminhada à presidente do STF, a ministra Cármen Lúcia.

De acordo com o advogado Hedio Silva Júnior, que representa os terreiros, a crítica que se tem feito ao abate de animais em rituais das religiões de matrizes africanas se dá mais pelo racismo do que propriamente pela preocupação com o bem estar desses animais. "O número de cabeças de gado no Brasil é superior ao de brasileiros. Segundo o Ministério da Agricultura, o Brasil abate por segundo um boi, um porco e 180 frangos. Se o abate é comercial, não há problema, mas se o abate é religiso, sim", afirmou Silva.

Em sua apresentação, o advogado explicou ainda que o abate religioso não é uma exclusividade do Candomblé. Judeus e muçulmanos também utilzam técnicas próprias das suas religiões para sacrificar animais para fins comerciais e litúrgicos, inclusive no Brasil, mas isso não tem sido objeto de crítica. "Um senhor judeu despacha uma galinha nove vezes sobre a cabeça, recita uma prece e entrega o animal para o abate", explicou.

Ainda segundo Silva, a forma de abate realizada nos terreiros é considerada humanitária pela Declaração Universal dos Direitos dos Animais. "No método de abate feito por judeus, muçulmanos e pelas religiões afro-brasileiras, que é o método da degola, o animal leva dois segundos para atingir o estado de inconsciência, de maneira que a legislação europeia cataloga o abate religioso como uma das modalidades de abate humanitário, logo, está de acordo com a Declaração Universal dos Direitos dos Animais", disse.

Ipac e Iphan produzirão nota técnica
Segundo o diretor do Ipac João Carlos de Oliveira há o risco de constituir uma inconstitucionalidade caso seja aprovado pelo STF a proibição do abate de animais em cultos de matrizes afro. "Se existe uma Lei que permite a preservação do patrimônio cultural brasileiro e essa legislação está diretamente ligada à preservação do culto, não pode existir outra lei transversal que não permita que se pratique o próprio instrumento da preservação", explicou.

Diante do impasse legal, Oliveira disse que no próximo dia 16 irá se reunir com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para que seja construída uma agenda política sobre o assunto. "Vamos construir nota técnica a partir do órgão estadual de patrimônio e a partir do órgão nacional de patrimônio no sentido de esclarecer ao Supremo Tribunal Federal o risco de se construir uma inconstitucionalidade". 

O diretor frisou ainda que há por parte dos órgão de patrimônio artístico a preocupação com o combate à intolerância religiosa. "É preciso saber que ao praticar preconceito religioso, se está praticando um crime", afirmou.

03/05/2017

Frigoríficos brasileiros aumentam busca por certificação halal para ampliar mercado

Que podridão!!!!!
-------
A busca de agroindústrias e frigoríficos pela obtenção de certificação do sistema de abate halal cresceu 12% em 2016 na comparação com o ano anterior, informa a Federação das Associações Muçulmanas do Brasil (Fambras Halal), instituição certificadora halal.

“O interesse das indústrias alimentícias em exportar seus produtos para o mercado islâmico vem se refletindo no volume de pedidos por certificação, já que quem pretende exportar para este mercado precisa ter o selo halal”, diz Dib Ahmad El Tarrass, gestor de desenvolvimento do halal industrial. “Até agora, todas as empresas que obtiveram a certificação no ano passado solicitaram a renovação e outras já nos procuraram para iniciar o processo.”

Dados da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira indicam que o Brasil tem 90% dos seus frigoríficos habilitados para produzir carne halal. O País figura como o maior exportador de carne para o mundo islâmico –bovina e de frango -, já que o consumo de suínos é proibido neste mercado.

Segundo El Tarrass, para obter a certificação, as indústrias passam por rigoroso processo, executado por organização islâmica reconhecida, que certifica sua capacidade de praticar os procedimentos halal.

Para ser considerado halal, o produto tem que respeitar premissas relacionadas a matérias-primas, insumos e auxiliares de processo que não afetam a saúde humana; boas práticas fabris; uso equilibrado do solo e dos recursos naturais; proibição de uso de mão de obra escrava; respeito aos níveis de defensivos determinados pela legislação; abate humanitário de animais; fornecimento de informações transparentes e prática de conduta comercial correta e justa nas negociações; entre outros requisitos.

Dados da Agência Brasileira de Promoção de Comércio e Investimentos (Apex- Brasil) revelam que, em 2016, as exportações brasileiras para a Arábia Saudita, Emirados Árabes, Kuwait, Qatar, Bahrein e Omã totalizaram US $ 6,04 bilhões.

FONTE: beefpoint

06/04/2017

Bélgica quer proibir os abates religiosos halal e kosher

Vista-se
A matéria não incluiu a Polônia que, também, já proibiu o abate kosher e halal. Confira AQUI.
---------------------
BRUXELAS (Reuters) - As comunidades muçulmana e judaica da Flandres criticaram uma proposta da região belga de proibir o abate sem controle dos pequenos animais, que, segundo eles, violariam suas regras para o ritual de morte.

Sob o projeto de lei, animais como ovelhas e aves de capoeira terão que ser atordoado eletricamente antes de ser morto, o que a maioria dos defensores dos direitos dos animais dizem que é mais humano do que os rituais islâmicos halal e judeu kosher. Ambos exigem que os açougueiros rapidamente matem o animal, cortando sua garganta e drenando o sangue.

"O assassinato não está desatualizado", disse Ben Weyts, ministro regional do bem-estar dos animais, em um comunicado. "Em uma sociedade civilizada, é nosso dever evitar o sofrimento animal quando possível."

O projeto de lei tem amplo apoio na região predominantemente católica, e a oposição das minorias religiosas da Flandres ilustra as dificuldades enfrentadas por alguns países europeus, que lutam para integrar as populações imigrantes.

A questão poderia jogar com um público mais amplo, incluindo políticos de direita e defensores dos direitos dos animais, que geralmente apoiam a legislação.

Para os animais de porte grande, a lei proposta exige que animais como o gado sejam atordoados imediatamente depois que suas gargantas forem cortadas durante o ritual de abate.

A comunidade muçulmana da Bélgica afirmou que seu conselho religioso já expressou sua oposição ao assassinato atordoado e que não houve nenhuma mudança em sua postura desde então.

"Os muçulmanos estão preocupados se podem comer comida halal ... de acordo com seus ritos religiosos e crenças", disse o Executivo Muçulmano Belga.

A comunidade judaica flamenga disse que estava estudando a proposta e que a matança assombrada não estava de acordo com as leis religiosas judaicas.

Embora a lei proposta se aplicasse apenas à região de língua neerlandesa da Flandres, no norte da Bélgica, outras regiões belgas estão a planear movimentos semelhantes.

Países como a Dinamarca, a Suíça e a Nova Zelândia já proíbem o abate sem atordoamento. (Reportagem de Robert-Jan Bartunek, reportagem adicional de Tom Heneghan, edição de Richard Lough)

Fonte: Daily Mail
Tradução livre do Google para "O Grito do Bicho"

21/03/2017

Brasil se assusta com carne que chega à mesa, mas fecha os olhos para forma do abate


A proteção animal do pais tinha que estar organizada para numa hora destas acender a luz na cabeça de muita gente..... 
------------------------
Operação Carne Fraca da Polícia Federal expõe qualidade da carne, mas ainda falta questionar como o animal chega à mesa

Enquanto a operação Carne Fraca assusta os brasileiros sobre a péssima qualidade da carne que chega a sua mesa, alguém questiona a forma como os animais são abatidos neste processo? Em geral, se a criação e o abate seguem ou não a Lei de Proteção Animal e se o gado sofre ou não maus-tratos não são preocupações que costumam passar pela cabeça dos consumidores.

No entanto, quando o tema é o abate de animais em rituais religiosos, as reclamações chegam até o Supremo Tribunal Federal. É na Corte que, sob a proteção de um crucifixo no plenário, os ministros vão decidir se o uso de animais em ritos de matriz africana viola a Constituição, que em seu artigo 225 coíbe a crueldade contra animais. Como a Carta também garante o livre exercício de cultos religiosos, a discussão reacende o debate sobrecerceamento de uma religião por parte do Estado.

“O que eu diria é que a opinião pública jamais associa o abate comercial a maus-tratos e a intolerância faz com que se associe o abate religioso ao sacrifício. Para acabar com o abate religioso, teria que acabar com qualquer tipo de abate”, comenta Hédio Silva Jr., jurista que participou de uma comitiva composta por representantes das religiões de matriz africana que levou ao ministro Marco Aurélio Mello – relator da ação – um parecer técnico para auxiliar no julgamento do caso.

O método utilizado no abate religioso é o da degola, catalogada pelo Ministério da Agricultura como método humanitário. De acordo com a Lei de Proteção Animal, não dar morte rápida, livre de sofrimento prolongado do animal cuja a morte é necessária para consumo ou não é o que caracteriza o mau-trato.

“No abate religioso, o animal não sofre maus-tratos. Nós sacralizamos o animal, e depois ele é consumido como alimento. A gente não faz sacrifício, quem sacrifica é a Friboi”, afirma o babalorixá Ivanir de Santos, que é interlocutor da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa. O abate faz parte de um preceito litúrgico do candomblé e de alguns segmentos da umbanda, que consomem parte da carne como alimento .

Ainda sem data para julgamento, a ação no STF diz respeito a uma ação direta de inconstitucionalidade apresentada pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul. O texto pede a anulação de uma lei estadual que exime as religiões de matriz africana de processos por maus-tratos a animais e da proibição do sacrifício animal religioso.

A decisão, se entender que a lei gaúcha é inconstitucional, vai ferir o artigo Vda Constituição Federal, que garante a liberdade de crença e das cultos religiosos. Ela seria um retrocesso, um retorno ao tempo em que as religiões chamadas espíritas no Brasil – incluindo o Kardecismo – tinham seus cultos interrompidos pela polícia. Ou ainda, indo um pouco mais atrás, quando os escravos eram proibidos de cultuar seus orixás.

Em 1993, uma discussão semelhante chegou à Suprema Corte norte-americana. O abate religioso na Santeria (religião levada ao país por cubanos) tinha sido proibido na Flórida. Por lá, prevaleceu a Constituição e a tolerância religiosa.
Com a benção do agronegócio

Assim como as religiões de matriz africana, muçulmanos e judeus, naalimentação kosher (judaica) e halal (islâmica), seguem rituais de abate. A diferença é que, por aqui, quando se trata das outras duas religiões, a questão é vista com bons olhos e passa longe do STF.

Setores do agronegócio brasileiro até mesmo se especializaram no abate religioso para garantir o mercado de exportação para os países que seguem essas religiões. A Friboi é a maior exportadora de carne halal do país – os animais são abatidos por degola, com dizeres do alcorão e voltados para Meca. A BR Foods já tem 25% da sua produção voltada para o mercado islâmico – mesmo com denúncias de que a degola não é feita dentro dos preceitos da religião. Ambas são alvos da operação Carne Fraca.

Do mesmo lado, na bancada ruralista do Congresso, com a justificativa de proteger os rebanhos do agronegócio, o deputado federal Valdir Colatto (PMDB-SC) apresentou o projeto de lei 6268/16, que libera a caça de animais silvestres. O texto permite o abate de animais exóticos que possam ameaçar plantações ou o gado, além de prever a criação de reservas privadas para a prática de caça desportiva.

Também por pressão da bancada ruralista, mesmo após decisão desfavorável do STF, a PEC da Vaquejada foi aprovada e a prática passou a ser considerada patrimônio imaterial do Brasil. A emenda ainda pode ganhar um adendo que visa liberar a rinha de galo.

“Não há paralelo possível entre a vaquejada, onde o animal fica confinado e tem seu saco escrotal amarrado, com o abate religioso, onde não existe sofrimento. E na rinha de galo muito vezes o galo perdedor vem a falecer. Nestes casos não há dúvidas de maus-tratos”, afirma Hédio Silva Jr.

Ao que parece o conceito de maus-tratos é relativo. O Brasil estaria mesmo preocupado com os animais nos ritos de matriz africana?

FONTE: brasildefato

12/10/2016

Canal Rural ensina como produzir carnes para muçulmanos... ô nojo!

O Canal Rural publicou esta matéria que provoca repulsa a todos nós que amamos os animais..... podreeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee.......
------------------------
Para produzir esse tipo de alimento, o criador deve ter disciplina na alimentação, criação e abate dos animais 

Segundo o Alcorão, livro sagrado da religião islâmica, o alimento é considerado halal (permitido para consumo), quando obtido de acordo com os preceitos e as normas ditadas pelo Alcorão Sagrado e pela Jurisprudência Islâmica. Esses alimentos não podem conter ingredientes proibidos.

15/07/2016

Exportações de frango halal a países muçulmanos crescem 14,5% em 2016

Céus!!!! como se ganha dinheiro com a morte de animais.....
------------------------
A fidelização de importadores que fazem exigências específicas, como os países muçulmanos, é um caminho que tem sido percorrido pelo setor de proteína animal para ampliar cada vez mais os embarques. Formado por consumidores islâmicos de dezenas de países, o maior desses mercados é o de produtos halal, que permanece em crescimento. Tanto que, nos primeiros cinco meses de 2016, adquiriu 883 mil toneladas de frango do Brasil. O volume é 14,5% maior que o de 771 mil toneladas do mesmo período do ano passado. Os principais

06/05/2016

Ativistas do Britain First’s invadem o maior matadouro halal de Londres

Adorei!!!!!! 
--------------------
O Abate Halal é bárbaro e não tem lugar na Grã-Bretanha. Animais indefesos têm suas gargantas cortadas enquanto orações islâmicas são proferidas.  Ativistas do partido  Britain First  Britain invadiram o maior matadouro halal em Londres. Um vídeo do confronto foi postado no Facebook, mostrando a vice-líder Jayda Fransen discursando contra a crueldade contra os animais.


Ela grita: "Você não percebe que você está na Grã-Bretanha? Por que temos matadouro halal na Grã-Bretanha?  Por que você está oferecendo estes animais à Allah, um deus falso, Satanás. Algum de

02/05/2016

Cosméticos Halal: expansão do mercado mundial, mas falta consenso quanto à certificação

Gente, prestem atenção nesta matéria e vejam se eu estou delirando.... Ou seja, cosmético com certificado Halal que é a forma de abate e uso de animais? Estamos brigando para tirar os animais de laboratório, os caras querem certificado Hala? Jesus, me socorre de um ataque de neurônios escalpelados!!!!!!!!
------------------------
Durante muito tempo restrita ao setor alimentar, a certificação Halal foi progressivamente ampliada para outras áreas – primeiramente aromas e, mais tarde, produtos de higiene corporal e beleza. Impulsionado pela população muçulmana, que vem dando crescente importância a essa questão, o mercado mundial de cosméticos Halal vem atraindo cada vez mais a atenção de grandes empresas de cosméticos. Para as marcas que desejam vender seus produtos no Oriente Médio ou nos países do sul da Ásia (Malásia, Indonésia,

28/09/2015

Muçulmanos de todo mundo massacram animais no 'Dia do Sacrifício'

Mais um ano de massacre de animais no mundo inteiro para comemorações do Dia do Sacrifício, chamado Eid al-Adha. Eu quero respeitar a religião, mas, como fazê-lo diante de alguém que cultua tamanha barbárie? 

Desde 2010 que denunciamos em nosso blog esta crueldade em nome de Deus..... 

Este ano os líderes religiosos recomendaram ninguém tirar fotos ou fazer filmes para não haver protestos.... Estou registrando abaixo duas matérias que reporta os acontecimentos deste ano.

Neste blog "A  Idade Certa" tem uma matéria antiga falando sobre uma ativista no Cairo. Não deixe de ler: ‘Eid al Adha’É um ritual religioso mas tenebroso: O Islã na luta pelos direitos dos animais.

Aproveitando o tema de animais na religião, descobri que está sendo feito um vídeo sobre as festas cruéis da Espanha. O nome é "Santa Fiesta"
---------------------------

Os muçulmanos de todo o mundo se reúnem para sacrificar o gado na celebração do Festival  Eid al-Adha   
Seguidores do Islã, tradicionalmente, matam animais, como ovelhas, vacas, cabras e camelos no sagrado Dia do Sacrifício quando comemoram a misericórdia de Deus, que no Corão conta que o profeta Ibrahim foi poupado de matar seu filho Ismael em troca de uma cabra.

Muçulmanos de todo o mundo reuniram-se hoje para sacrificar o gado comemorando séculos de

EM DESTAQUE


RECEBA NOSSOS BOLETINS DIÁRIOS

Licença Creative Commons

"O GRITO DO BICHO"

é licenciado sob uma Licença

Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Não a obras derivadas

 

SAIBA MAIS


Copyright 2007 © Fala Bicho

▪ All rights reserved ▪