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30/01/2015

Exportação de gado vivo recua 6% em 2014

Esta desgraceira tinha que recuar 100%.... o transporte destes bichos é um terror para eles.... Se quiser ler nossas postagens a respeito CLIQUE AQUI
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Principal cliente brasileira, Venezuela teve crescimento tímido e Líbano registrou queda expressiva

A exportação de gado em pé recuou 6,2% em 2014. Foram embarcadas 645 mil cabeças no ano passado ante 688 mil em 2013, conforme dados do Ministério da Agricultura (Mapa). Em receita, a retração foi de 5,8%, para US$ 647,9 milhões. 

A Venezuela continua sendo o principal cliente brasileiro neste segmento e foi responsável por 82% da receita total do Brasil com a venda de animais vivos no ano de 2014. Foram US$ 555,1 milhões para 526 mil cabeças. As vendas para

07/09/2016

REVELAÇÃO: Choques, socos e pauladas: a vida do gado que vira bife

A matéria original foi feita pelo Repórter Brasil - Vida de Gado e está excelente porque mostra claramente o que acontece com os animais de consumo até ele chegar na mesa do consumidor. Agora as respostas do JBS (Friboi) é de doer os calos.....
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Gado é identificado com ferro quente em seu rosto
Um bezerro é queimado no rosto com um ferro quente em Mato Grosso, bois tomam choques elétricos para entrar em um caminhão em Goiás, um animal recebe pauladas ao atravessar um curral em São Paulo e um filhote recém-nascido é arrastado pelo pescoço no Mato Grosso do Sul.

Cenas como essas foram registradas pela Repórter Brasil em fazendas que fornecem gado à JBS, a maior produtora de proteína animal do mundo e dona de marcas como Friboi e Swift. As práticas dos seus fornecedores violam a política de bem-estar animal estabelecida pela própria empresa. Além disso, o tratamento dado aos bois tampouco segue as recomendações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) sobre o assunto.


Para averiguar como as fazendas fornecedoras da JBS tratam os animais, a Repórter Brasil percorreu quatro estados diferentes entre dezembro de 2015 e fevereiro de 2016. Os locais visitados constam

31/01/2014

Fotos de navio-curral e artigo sobre a exploração no Brasil de transporte carga viva - SP

Nosso leitor Jonnhy nos mandou fotos do Porto São Sebastião..... Vejam navios que levam o que eles chamam de "carga em pé"..... que nojo, gente!!!!! precisamos fazer alguma coisa..... Continuo convocando as ONG´s companheiras para decisão coletiva..... precisamos agir, urgentemente!!!!! O cara que escreveu o artigo é um explorador do mercado e diz que é um negócio novo no Brasil.... vamos aceitar ser mais um país que exporta animais para tortura em outros paises?

29/10/2017

PARTICIPEM: Campanha contra Exportação de Gado Vivo no Brasil

Em nosso blog vimos alertando à proteção animal do Brasil o drama dos animais transportados em navios que geralmente vão para Turquia, Egito e Líbano (oriente médio). Estes países compram os animais vivos porque matam os animais pelo método halal e kosher quando eles não podem ser atordoado. Ele é degolado seguindo preceitos religiosos judeus e muçulmanos. Algumas ONGs internacionais denunciam

31/05/2013

Petição contra exportação de animais vivos para o Egito

Nossa colaboradora Áurea  nos enviou a petição que devemos assinar, sem dúvida... já está perto de 1 milhão.... precisamos todos comparecer. Leiam, por favor a tradução que ela, gentilmente, fez p´ra nós:
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From: aureaabrantes 
To: falabicho@falabicho.org.br
Subject: Ban Live export- Proibam a exportação de animais vivos
Date: Thu, 30 May 2013 11:32:21 +0000


Devido a um vídeo colocado na mídia Australiana, no início deste ano, onde um boi foi torturado antes de morrer ( patas quebradas, olhos perfurados à faca etc,) as exportações de gado vivo para o Egito foram suspensas, mais uma vez.

Entretanto, alguns membros do parlamento Australiano querem liberar novamente as exportações de gado "em pé" para o Egito pois a bancada pecuarista reclama de prejuízos; A Animals Australia conseguiu um forte aliado no parlamento- O MP independente Andrew Wilkie, que após assistir ao vídeo levado ao ar,  horrorizado com as cenas, desafiou a Primeira Ministra Julia Gillard a pressionar o Egito a implementar leis de manuseio e métodos de abate (e aí vem a palavra que muitos discordam) "humano", onde o animal é parcialmente desensibilizado com pistola pneumática, antes de ser "sangrado". 

Caso isso não seja possível,  Andrew Wilkie pede o fim das exportações de gado vivo pois o Egito desrespeita as leis australianas e viola os tratados da OIC . Assim, ele sugere que voltem ao sistema de abate de animais no solo Australiano sob a supervisão de um religioso muçulmano ( esta foi a "desculpa" para re-iniciar o comércio de animais vivos) e que a carne seja então transportada em navios refrigerados, que já existem e foram desativados para dar lugar ao comércio de animais vivos,  para o Egito e outros países muçulmanos.

A Animals Australia enviou um boletim aos ativistas e colaboradores da ONG, pedindo que escrevam cartas ao Ministro da Agricultura do Egito, pedindo que criem e implementem leis de bem-estar no manuseio e abate de animais naquele país, equivalentes às existentes na Australia, ou que, caso isso não seja possível, substitua as exportações de animais vivos por animais abatidos em solo australiano e exportados  em navios refrigerados,para o Egito.

P.S. Vale lembrar que o Brasil é o segundo país exportador de "gado em pé" para o Egito, caso a Australia páre com suas exportaçòes, nossos animais irão ocupar este mercado. Assim, precisamos colocar a mão na massa e juntar esforços com as ONGS Internacionais que lutam para acabar com este comércio miserável de dor e sofrimento.

wilkie-holding-photo.jpg


If Julia Gillard and Tony Abbott will not personally guarantee that animals will not be abused in the live export trade, then they should support an to end live export.  Independent MP, Andrew Wilkie, in Canberra.

Tradução:
"Se Julia Gillard and Tony Abbott não garantirem pessoalmente que os animais não serão mais abusados  no comércio de animais vivos, então eles devem dar seu apoio para pôr fim à indústria de transporte de animais vivos." Ministro Independente do Parlamento, Andrew Wilkie, em Camberra.

No link abaixo ha uma carta pré escrita para ser enviada ao  Ministro da Agricultura do Egito.  Quem sentir-se à vontade com o idioma, a Animals Australia sugere que faça carta de próprio punho.
http://banliveexport.com/take_action/call-for-animal-protection-egypt
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NOTA MINHA:
Olha, quando fui assinar, fiquei procurando a sugestão de texto que eles oferecem. Foi preciso a amiga Áurea  dá a luz para Tico e Teco acenderem.... kakakaka.... Caso tenham a mesma dificuldade, vou explicar...

em azul, abaixo da frase Dear Minister Salah Abdul Momim
tem "user sample letters"... clica e a sugestão de texto preenche o espaço vazio. Daí é só completar o cadastro ao lado... ah, não esqueça de colocar o assunto (subject) em cima do "Dear...." senão o formulário não vai. Eu usei a palavra Egito, mas, use qualquer palavra ou frase que queira sobre o tema, ok? 

21/06/2017

Pelo fim das exportações de gado vivo

Tenho algumas diferenças quanto às diretrizes do Fórum Animal, inclusive sobre o provável destino da causa animal equivocadamente incluída no PL do Código Penal. Isto será um desastre total se continuar com a tendência do Senado em transformar o crime contra os animais em um simples processo administrativo. Sou, também, uma crítica do Fórum pelo apoio à condução errônea das ações contra as vaquejadas. E outras coisinhas mais.

Bem, mas, inegavelmente, está sendo a única ONG no país a tomar as rédeas de algo que venho noticiando há tempos. É sobre a questão da exportação de milhares de animais vivos para países que promovem barbáries com eles por conta de religião e desrespeito pela vida, alem da crueldade praticada durante este transporte.

Minha sequela de um AVC, como todos sabem, limita minhas ações para agir neste segmento dramático da causa de defesa animal. Portanto, nesta questão, estaremos enfileirados com o Fórum porque nossa causa é animal e não pessoal como muitos conduzem seu dia a dia..... Vejam a campanha que estão fazendo e não deixem de ler o RELATÓRIO citado para que saibam a realidade que precisamos modificar urgentemente com nosso empenho:

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Você sabia que o Brasil exporta centenas de milhares de animais vivos todos os anos para países muito distantes, como Líbano, Egito e Venezuela? Esses animais sofrem imensamente pois são submetidos a viagens extremamente longas - de até semanas - em navios onde não podem se movimentar e expressar muitos de seus comportamentos naturais.

Quando chegam em seus destinos no Oriente Médio, são abatidos pelo método Halal, que muitas vezes não permite que os animais sejam insensibilizados antes de serem  mortos. Ou seja: eles são degolados  quando ainda estão totalmente conscientes e morrem de uma forma  lenta e dolorosa.

E pior: acidentes horríveis têm  acontecido com esses animais. Em  2015, um navio afundou no Porto de  Pará e centenas de bois morreram  afogados ou abatidos no local (foto). Em 2012, o sistema de ventilação de  um desses navios parou de funcionar  em alto mar, e 2.750 bois morreram.

Esses acidentes são a prova absoluta  de que não existe maneira segura e  humana de se transportar animais  vivos por vias marítimas e em  percursos tão longos. Não podemos tolerar tamanha crueldade e estamos lutando pelo fim dessa prática.

PARCERIA INTERNATIONAL
Em 2016, o Fórum Animal deu início a suas ações contra o transporte de gado vivo  em parceria com a  Animals International (braço internacional da ONG Animals Australia).  Estivemos em Brasília em reunião com Sr. Rodrigo Padovani, Ponto Focal da OIE (Organização Mundial de Saúde Animal) e especialista do Departamento de Quarentena e Trânsito Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para apresentar nossos argumentos contra a exportação de animais vivos do Brasil - comumente chamada de exportação de gado em pé.

Em março deste ano, a Secretaria de Defesa Agropecuária/MAPA submeteu à Consulta Pública o Projeto de Instrução Normativa Regulamento Técnico para Exportação de Bovinos, Bubalinos, Ovinos e Caprinos Vivos, Destinados ao Abate e Reprodução, para divulgá-lo e receber sugestões de órgãos, entidades e pessoas interessadas. O Fórum Animal enviou sua proposta, que pode ser visualizada aqui.

Em maio, a Deputada Estadual Regina Becker convocou a Audiência Pública “Transporte de animais vivos para abate e exportação no estado do Rio Grande do Sul”, na Assembleia Legislativa estadual, em  Porto Alegre, onde o Fórum Animal foi representado pela advogada Elisa Bernkopf, que entregou nossa posição oficial sobre o tema.

No mesmo mês, aconteceu a reunião técnica do MAPA no município do Rio Grande, para o qual o Fórum Animal foi convidado. Nessa ocasião, além de discussão sobre o tema, foi feita visita ao porto, um dos pontos de saída de gado vivo do Brasil.

O Fórum Animal foi representado pelo diretor da Animals International, Luis Carlos Sarmiento, que apresentou relatório, traduzido para português pelo Fórum Animal. Tal documento é crucial na defesa animal, pois foi realizado pela médica veterinária Dra. Lynn Simpson, que navegou por mais de uma década no transporte de gado da Austrália a portos do hemisfério norte, e fotografou as péssimas condições dos animais, com total falta de bem-estar, intrínseca a jornadas de longo curso por via marítima.

Segundo o relatório:
Os assuntos realçados refletem os riscos e impactos potenciais para o bem-estar dos animais ao longo de todas as rotas internacionais. A evidência visual deste relatório mostra que as atuais consequências para a saúde e bem-estar animal e segurança alimentar nas embarcações utilizadas para transporte de animais são inaceitáveis pelos padrões da OIE, de médicos veterinários e da saúde pública.
O gado transportado por mar muitas vezes tem seu bem-estar comprometido. Muitos animais sofrem de problemas de saúde, incluindo e não limitado a disseminação de doenças, lesões e dor desnecessárias causadas pela infraestrutura, estresse e sofrimento por serem transportados por longos períodos de tempo.
As doenças contagiosas comumente encontradas são pneumonia (“febre de embarque”), Salmoneloses e Moraxella bovis (“olhos vermelhos”). Essas doenças se disseminam devido à natureza artificial do ambiente das embarcações, alta densidade, higiene deficiente e ventilação forçada, geralmente resultando em óbitos.
As “cinco liberdades” são muitas vezes comprometidas devido ao manejo, à infraestrutura e aos riscos inerentes a esse tipo de transporte, que inclui avarias mecânicas tais como danos na ventilação, falhas na distribuição de forragem ou de água, e lesões nos animais causadas por mar revolto pois são jogados de um lado para o outro contra paredes sólidas e grades dentro de seus reduzidos recintos.
Todo ano morrem muitos animais devido à sua má adaptação às rações dadas a bordo, ao estresse térmico causado pela deficiente aclimatação durante o trânsito por grande distância e mudanças climáticas sazonais. As doenças propagadas devido a higiene deficiente e alta densidade de animais exacerbam esses desafios assim como a capacidade do sistema de imunidade do animal para fazer face a seus efeitos.
Lesões são comuns, como membros quebrados e septicemia devido a abrasões prolongadas nas patas, causadas pelo piso duro e leitos insuficientes. Essas lesões exigem geralmente que animais sejam eutanasiados devido à duração e gravidade delas nesse ambiente artificial. Seus corpos são então jogados ao mar.

O Fórum Animal expôs, em seu posicionamento, as exigências mínimas vindicadas, num cenário hipotético em que normas públicas regulamentassem o transporte de ruminantes vivos e em que profissionais estivessem aptos a fiscalizar as condições de manejo e estrutura das embarcações e caminhões, até que este transporte seja totalmente proibido.

Em outubro, o Fórum Animal e a Animals International novamente participarão de reunião promovida pelo MAPA, desta vez no Pará, um dos estados de exportação por via marítima de animais vivos, do Brasil.

Fonte: Fórum Animal

16/01/2016

Produtores devem ficar atentos às exigências para a exportação de bovinos vivos para a Bolívia

Temos que ficar a par das regras do transporte de gado vivo no Brasil..... Meu Deus, quando uma ONG brasileira vai poder pegar esta bandeira? todos sabem que estou sequelada e sem condições, mas, posso ajudar..... alguém precisa fazer alguma coisa.....
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Recentemente os governos brasileiro e boliviano assinaram um novo Certificado Zoossanitário Internacional (CZI) para exportação de bovinos para reprodução do Brasil para a Bolívia. Com a validação dessa normativa, a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) orienta os produtores do Estado quanto aos procedimentos necessários para a aprovação de propriedades rurais para a exportação e a emissão do CZI.

Nesse sentido a Famato, por meio do Instituto

12/08/2016

Maior navio boiadeiro do mundo, Ocean Shearer, está no Brasil embarcando 22mil cabeças de gado

É assustador o tamanho do navio. Há anos que vimos falando que alguma ONG brasileira precisava tomar a frente deste transporte de gado vivo já que os maus-tratos e a crueldade com que vão ser tratados em todo este esquema, incluindo suas mortes em países a que vão ser levados, é incomensurável. Temos várias matérias sobre as diversas formas trágicas de transporte de animais que podem ser lidas clicando em : carga viva,  boi em pé, gado e transporte de animais
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O maior navio boiadeiro do mundo! O Ocean Shearer tem 189m por 33m e capacidade para aproximadamente 22.500 cabeças de gado, sim, um curral com capacidade pra mais de 22 mil animais e ainda flutuante!  


Ele está atracado neste momento em São Sebastião/SP fazendo o carregamento de animais e ração! Com capacidade total de 33.000 toneladas! O gado é da multinacional australiana Wellard que está

08/03/2012

ANIMALS AUSTRALIA PEDE O FIM DO TRANSPORTE DE GADO VIVO NA AUSTRÁLIA

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Gente de Deus, não podemos ficar parados!!!!! 
Nossa correspondente em Londres, Aurea Abrantes,  tem nos municiado com informações
preciosas, além da tradução de todo material que publicamos ontem e este aqui. 
Valeu, amiga!

1 - este é o vídeo "A BLOODY BUSINESS" ("Um negócio de sangue"), resultado da investigação minuciosa da ONG ANIMALS AUSTRALIA levado ao ar no Programa "FOUR CORNERS" pela ABC1 em 30/05/2011. O documentário completo tem 43 minutos e relata o sofrimento imposto aos animais no comércio de gado "EM PÉ" exportados para o oriente e Ásia (Indonésia) para produção de carne Halal. Imagens fortes.



2 - podemos ajudar a acabar com isto, muito embora, nosso objetivo maior é que todos os humanos se tornem, ao menos, vegetarianos neste planeta de meu Deus!!! Temos que lutar com as armas que temos no momento e trabalhar a evolução do "serumano". Não sou de ficar "sentada no toco" esperando que este milagre aconteça. Uso qualquer arma para defender qualquer animal.

01/07/2014

Crescem os embarques de boi em pé pelo porto de São Sebastião - SP



Sinto falta que aqui no país não tenhamos uma ONG com condições de peitar uma situação desta. É preciso ter um povo com cultura suficiente para bancar as despesas de um trabalho como este. Precisamos nos tornar profissionais na defesa animal como as grandes ONGs como PETA, Animals Austrália, SPCA e outras tantas.... Chegamos lá um dia....
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Crescem os embarques de boi em pé pelo porto de São Sebastião  © 2000 – 2014. Todos os direitos reservados ao Valor Econômico S.A. . Verifique nossos Termos de Uso em http://www.valor.com.br/termos-de-uso. Este material não pode ser publicado, reescrito, redistribuído ou transmitido por broadcast sem autorização do Valor Econômico.   Leia mais em:  http://www.valor.com.br/agro/3588558/crescem-os-embarques-de-boi-em-pe-pelo-porto-de-sao-sebastiao#ixzz3615RLK5z
As exportações de boi em pé têm crescido no porto de São Sebastião, em São Paulo. Segundo a Wilson Sons Agência, a demanda está sendo puxada pela valorização do dólar. 

De acordo com a empresa, o primeiro embarque do ano, realizado no mês passado, exportou 1.973 cabeças de búfalo, tendo como destino o porto de Puerto Cabello, em Carabobo, na Venezuela.

O próximo embarque, de 2 mil cabeças, é previsto para o dia 24 deste mês. A expectativa da filial é de

22/03/2017

Engenharia do “bife perfeito” envolve até spa bovino....

Acho que vale a pena esta leitura para a convicção do que é bem-estar de animais de produção. Vale a pena? é o comer "sem culpa"?
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Genética, nutrição e uma dose razoável de compaixão pelos animais. Tudo em nome de um objetivo saboroso: criar bois que só tenham carne de primeira

A estrela do jantar merecia tratamento especial. Até improvisei uma churrasqueira sobre o fogão para receber 2182.

Filho do touro australiano Equator e da vaca brasileira 5630, ele nasceu na fazenda Cabaça, município de Alcinópolis, Mato Grosso do Sul.

Tinha exatos 681 dias de idade quando morreu, em 2 de outubro de 2016, com um tiro de ar comprimido na testa e cortes de faca nas artérias carótidas.

Eu também estava lá, no frigorífico Olhos d’Água, em Ipuã – cidadezinha nos confins setentrionais do Estado de São Paulo.

Acompanhei os últimos passos de 2182, enquanto ele era conduzido para o abate.

Presenciei o processo até o momento em que sua carcaça, serrada pela metade, entrou na câmara fria do matadouro.

Agora 2182 estava na minha casa. Ou melhor, algumas partes dele: pedaços do braço e do lombo.

O boi, lindo exemplar da raça australian angus – de couro negro e lustroso –, transformara-se no melhor churrasco que já comi na vida.

Mesmo quem gosta de carne sente algum desconforto ao ser confrontado com informações tão cruas.

Mas os bifes não nascem em embalagens plásticas fechadas a vácuo: é importante aceitar o fato de que a dieta carnívora implica a morte de bois, porcos e frangos.

Um bom boi se transformará em boa carne, enquanto um boi meia-boca tem carne de qualidade inferior.

Conhecer o histórico do animal – sua genética, como ele foi criado e como foi abatido – é mais importante do que entender detalhes da procedência do vinho ou do queijo.

Porque, além de consumir um produto melhor, você pode deixar de compactuar com crueldades desnecessárias.

Rastreabilidade total é a meta do pecuarista e engenheiro Antônio Ricardo Sechis, dono da marca Beef Passion.

Isso significa acompanhar a vida do bovino, desde o nascimento até o momento em que chega às mãos de chefs do calibre de Alex Atala e Roberta Sudbrack.

Para tanto, o criador se municia de planilhas com idade, histórico do peso, filiação, composição genética, todos os deslocamentos e até notas de comportamento de cada indivíduo do rebanho.

O propósito de tanto controle é identificar onde ocorrem as eventuais falhas na cadeia produtiva – e aperfeiçoá-la para entregar ao mercado carnes com a melhor composição possível de proteínas
e gorduras.

Sechis é um pecuarista sui generis. Os currais de engorda de sua propriedade em Nhandeara – cidade natal do fazendeiro, no noroeste paulista – ostentam uma placa com a seguinte inscrição: “Spa Bovino”.

Alto-falantes reproduzem música suave, e nebulizadores aspergem gotículas de água para aliviar o calor.

Atirada pelo fazendeiro, uma bola de pilates rola entre os bois.

Eles não dão muita pelota para o brinquedo. E há mais equipamentos ali: um saco de areia, usado em treinos de boxe, faz as vezes de coçador de costas dos bovinos.

Enquanto mostra as instalações, Sechis negocia a compra de instrumentos específicos para esse fim.

Um braço segura o celular enquanto o outro é insistentemente lambido por um animal identificado pelo número 1569.

Sechis retribui com afagos e uma vigorosa massagem. Não é artimanha nem excentricidade.

A preocupação com o bem-estar do rebanho, entre outras práticas ambientalmente corretas, rendeu a Sechis a certificação da Rainforest Alliance.

As carnes da Beef Passion estão entre as cinco no Brasil a receber o selo de sustentabilidade da ONG.

“Não se trata de um selo orgânico ou garantia de qualidade”, diz Luís Fernando Guedes Pinto, gerente de certificação do Imaflora, em Piracicaba (SP).

O instituto, responsável no Brasil pelo certificado sustentável, avalia os impactos ambientais da operação, o tratamento dado aos animais e as relações do produtor com seus funcionários.

Além de fornecer música e coçadelas, ele monitora obsessivamente a alimentação, a saúde e o comportamento dos bois.

Uma de suas prioridades é reduzir o stress dos animais em todas as fases da criação – o momento do abate é crítico.

O prêmio por tal esforço não é a admiração dos ativistas do PETA, mas uma operação eficiente e lucrativa.

Todos os cuidados no manejo, somados à seleção genética e ao exercício do bom-senso, compensam o criador com um valor agregado descomunal.

Ele fez naturalmente aquilo que a indústria da carne vem tentando há pelo menos uma década: demonstrar ao consumidor que não existe carne de segunda.

E assim obter uma boa margem de lucro com todos os cortes, do filé ao acém.

Brasil, mostra tua vaca

Apesar do gosto do brasileiro por carne, nossa pecuária acumula um longo histórico de descaso com a qualidade.

O clima quente nos obrigou a optar pelo gado zebuíno, resistente à canícula do interior do País – e às pragas que decorrem do calor.

Ocorre que esses animais são originários da Índia, onde o consumo de carne bovina é quase nulo.

Assim, de nada adiantou a sabedoria milenar indiana: peça de adoração religiosa, a vaca nunca foi objeto de seleção artificial para a alimentação humana.

Os bois de linhagem zebuína, como os das raças nelore e gir, se caracterizam pela corcova nas costas – o cupim – e pela distribuição peculiar da gordura.

Nesses animais, as reservas energéticas se acumulam ao redor dos grupos musculares.

Formam capas de gordura como a do contrafilé e da picanha. Já nas raças taurinas, de origem europeia, o tecido adiposo se infiltra também nas fibras dos músculos.

O resultado é o que se chama de marmoreio. A gordura entremeada, sob a ação do calor, irriga a carne.

Preserva a umidade e acrescenta sabor. Nos zebuínos, a carne em si é magra e se resseca com facilidade.

Transplantados para a imensidão do Brasil, bois zebus encontraram fazendeiros desinteressados em trabalhar na melhoria da carne.

As pastagens eram amplas, os bois, abundantes. Ganhava-se no volume.

Disseminou-se por estas plagas a chamada pecuária extensiva, em que as reses são livres para pastar e caminhar – do nascimento até o dia em que sobem a rampa do caminhão para o abatedouro. Esse regime de criação resulta em bois magros e musculosos.

A carne brasileira era dura, com alguns pedaços ainda mais duros. Filé mignon e picanha eram os únicos realmente macios.

Churrasqueiros mais audazes exercitavam as mandíbulas com costela, fraldinha e maminha.

O contrafilé era um bife passável. Patinho, alcatra e coxão mole precisavam de umas marteladas para romper as fibras.

O resto – todo o dianteiro e boa parte do traseiro do boi – era carne de segunda.

O consumidor brasileiro aceitou esse padrão de qualidade até a virada do século, quando ficou barato viajar a Buenos Aires e provar um delicioso asado de bife de chorizo.

Com o peso argentino em baixa, os criadores do país vizinho inundaram nosso mercado com carne boa.

Os pecuaristas brasileiros, então, precisaram correr atrás. Introduziram raças europeias.

Ampliaram práticas de manejo, como o confinamento, em que o boi passa algumas semanas à base de ração para a engorda final.

Também investiram em pesquisa tecnológica – e o papel da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) foi fundamental nesse particular.

Hoje o Brasil produz carne de boa qualidade. O investimento, contudo, encareceu o produto final.

Para manter a lucratividade, o setor precisou repassar o aumento. Só que um boi tem apenas duas picanhas.

O preço máximo que o consumidor se dispõe a pagar pela picanha já foi atingido.

A nova fronteira dos pecuaristas está na antiga carne de segunda.

Mesmo os criadores de raças com grife, como a japonesa wagyu, só conseguem emplacar seus preços altos – para não dizer exorbitantes – nos tradicionais cortes “de primeira”.

Para ganhar mais, o setor deve convencer o seu Zé e a dona Maria de que acém, coxão duro, peito, braço, músculo e rabada podem, sim, ser tudo de bom.

A indústria, personificada em corporações como JBS (marcas Friboi e Swift) e Marfrig, tem feito campanhas mais ou menos explícitas nesse sentido.

Mas ainda não ousa sugerir churrasco de acém ao seu Zé. No máximo, um hambúrguer.

As carnes da Beef Passion estão um passo adiante.

A empresa não tem pudor algum em vender cortes de dianteiro para churrasco, pois suas carnes “de segunda” são tão macias quanto uma boa picanha.

E pratica preços condizentes com o poder aquisitivo de Higienópolis, bairro nobre paulistano onde a loja física da marca se instalou.

Um naco de bistec passion, corte do ombro do boi, custa R$ 80 o quilo. Em açougues populares, o acém é vendido por 20% desse valor.

Anatomicamente, estamos falando do mesmo grupo muscular bovino. Para fins gastronômicos, no entanto, são carnes bem diferentes.

A construção do boi

Estamos no século 21: uma fazenda de gado moderna possui centenas ou milhares de novilhos, um número semelhante de vacas reprodutoras e nenhum touro.

Um boi não conhece o pai, muito menos o fato de que pasta com uma multidão de meios-irmãos.

O sêmen de um único touro – que pode morar na Austrália ou no Japão – gera centenas de animais.

O comércio internacional de sêmen possibilitou experiências com linhagens de prestígio: angus, hereford, wagyu e qualquer coisa que não seja zebu.

Sechis trabalha com duas bases genéticas. Uma é a do angus australiano, incomum no Brasil.

A outra base genética é a do gado japonês wagyu, que fez fama mundial por causa do kobe beef: fatias finas de carne com altíssimo grau de marmoreio.

Essa genética, então, mistura-se à dos zebuínos.

O sêmen do angus fertiliza vacas 100% nelore, resultando em animais de meio-sangue; as matrizes do wagyu são vacas dessa mescla angus-nelore.

As cruzas têm a aparência física do pai: tanto o angus quanto o wagyu têm pelo preto e lustroso.

O gado japonês é um tanto mais robusto.

Os bois, porém, guardam características de gado zebu. A mais desejada é a tolerância ao calor brasileiro.

“Existe um ou outro criador de raça pura”, diz Sechis. “Não dá certo: o animal se estressa demais.”

Sob o sol do cerrado brasileiro, um boi campeão europeu equivale a uma Ferrari no trânsito de São Paulo.

As etiquetas angus e wagyu jogam os preços lá em cima, mas não garantem a qualidade da carne.

O trabalho do pecuarista apenas começa quando ele fecha a compra do sêmen de grife.

No “spa” de Nhandeara, os bois recebem alimentação desenvolvida em conjunto com a Unesp em São José do Rio Preto.

No momento, a ração do rebanho ganha o reforço da soja em grãos – o usual é dar farelo de soja, bem mais barato e menos nutritivo.

Com a ajuda dos universitários, estão em experiência outras duas alternativas: girassol e linhaça.

A ideia é comparar o perfil da gordura criada a partir de cada uma das sementes, adicionadas à dieta de bois separados em currais de teste.

O agrônomo Aloísio Cury se dirige ao curral dos animais alimentados com linhaça e chama o patrão.

“Sente o cheiro de peixe?”, pergunta. O odor vem das fezes dos bois. Sechis assente e comenta: “É o ômega 3 da linhaça”.

O empresário está empenhado em produzir carne com gorduras saudáveis – ainda assim, não deve incluir a linhaça na ração caso ela deixe o bife com gosto de sardinha.

Quanto ao bem-estar dos animais, ele envolve desde a higiene dos estábulos até a música napolitana que sai dos alto-falantes.

“O boi não pode ficar com medo do homem”, afirma o pecuarista.

Os cuidados para não melindrar a manada incluem mimos como os coçadores e as bolas para brincar, ração especial como recompensa cada vez que o bicho é separado dos amigos – para tomar vacina, por exemplo – e o manejo com os peões a pé.

Homens montados a cavalo assustam a boiada.

Por conta da tempestade hormonal que provocam, a tensão e o medo enrijecem a musculatura do boi. Por isso o abate é tão delicado.

Do boi ao bife

O dia começa cedo no Frigorífico Olhos d’Água, em Ipuã.

Mais cedo ainda para quem precisa acompanhar o abate dos bois da Beef Passion.

Para chegar ao destino às 6h, hora em que o primeiro boi vai ao chão, deve-se sair de Nhandeara pelo menos três horas antes.

Todos os funcionários vestem branco e afiam seus facões enquanto conversam sobre banalidades.

Os bois estão em um corredor chamado brete, atrás do abatedouro, sendo lavados pela última vez.

Quando todos estão a postos, o primeiro da fila – o macho 2182 – é conduzido por uma moça que empunha uma bandeirola.

Por determinação de Sechis, seus bois não são tocados com varas de choque elétrico.

E apenas mulheres devem encaminhar os animais ao abate.

Quando um alçapão se abre para fechar em seguida, 2182 está só com um trabalhador do frigorífico.

Este lhe aplica um tiro de ar comprimido bem no meio da testa. O animal desmorona , já em morte cerebral.É desnecessário descrever o restante do processo.

Apenas vale mencionar que o local é limpo, sem odores fortes e sem gritos. Ainda assim, o dono da Beef Passion não está plenamente satisfeito.

Ele aponta o compartimento em que o boi vai a nocaute: “Quando a comporta se abre, os outros podem ver todo o trabalho no abatedouro.”

Antônio Ricardo Sechis está de mudança para um novo frigorífico, em Fernandópolis, bem mais perto de Nhandeara.

Lá, as coisas devem ser feitas ao seu modo.

A música na antessala será a mesma dos currais. Uma curva estratégica vai impedir que a fila de bois antecipe o seu destino.

Com essa estrutura, o criador pretende passar a produzir também embutidos de carne bovina.

Além de iguarias improváveis, como patê de fígado e gordura para o uso em confeitaria.

Durante o abate em Ipuã, o pecuarista manteve o olhar fixo na planilha com as informações de cada bovino.

“Nunca matei um animal na minha vida”, diz ele, que tem 25 bichos de estimação – 18 cachorros e sete gatos – no sítio em Nhandeara e em Brasília, onde mora a maior parte do tempo.

“Uma ou outra galinha, para a minha mãe”, corrige logo depois.

Pode parecer contraditório, mas Sechis busca conciliar o amor pelos animais com a atividade de mercador de carne bovina.

Todo o manejo de seu rebanho converge para a morte indolor – e, acima de tudo, inesperada – dos bois e vacas.

“Eles morrem no auge da forma física. Pensam que vão tomar uma vacina e, de repente, bum! Tudo acaba”, comenta.

“Eu gostaria de morrer assim.”

FONTE: exame.abril

22/12/2017

Deputado Roberto Tripoli recorre ao MP Federal para barrar o cruel transporte marítimo de gado vivo

Quando comecei a falar neste assunto, ninguém se interessava..... E como se diz no popular, tudo tem seu tempo, graças a Deus pessoas e ONG´s estão se mobilizando..... Muito bom!!!!!
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Referendaram a representação ao Ministério Público sete outros deputados estaduais e as ONGs UIPA e Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal

09/05/2016

Precisamos por um fim a esta injustiça feita à SUIPA do Rio e à UIPA de Sampa.

ATUALIZAÇÃO: Leiam ao final o desabafo da Presidente da SUIPA, Isabel Cristina
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Sinceramente, eu continuo questionando a estas malditas  pseudo-protetoras se não tem o que fazer.... Pelo amor das sandálias perdidas no sertão nordestino!!!!!! é uma doença a perseguição que vem acontecendo com estas duas entidades!!!!! Com tantos bichos p´ra ajudar, esta gente infeliz não socorre nenhum preferindo denegrir quem está com a cabeça enfiada até o fundo desta M toda!!!!!! desculpem, mas, tem horas que o sangue ferve!!!!!! Ando enojada!!!!!

Fui vítima desta gente maldita quando era conveniada com a Prefeitura. Fizeram de tudo e roubaram meus sonhos e ideais. Morri de tristeza em 2001 quando me dei conta que meus inimigos eram do próprio front. Acabaram comigo e a tal SEPDA criada para fazer o que eu fazia, depois de 16 anos virou um cabide de emprego e tudo é tão sem efeito que dá uma pena só.....

Agora, nestes últimos dias, volta circular pelas redes sociais uma matéria idiota de 2010  sobre a SUIPA (RJ) que diz assim: Mortalidade de cães na Suipa é de 99%, diz MP após vistoria. Ora, tudo isto foi amplamente discutido, inclusive,  a Prefeitura do Rio, através de TAC com o MP, aumentou o abrigo da mesma já que a entidade presta relevantes serviços à população do nosso município há 63 anos. Até CPI foi armada para detonar a SUIPA e nós vencemos com a verdade.

Esta gente nojenta, detraquê e irresponsável repassam sem dó nem piedade estas informações dando a impressão que a coisa é atual e aí tudo se torna uma bola de neve. Não basta a SUIPA estar passando uma grave situação por causa da crise econômica, ainda tem que encarar estas campanhas covardes que, na verdade, só prejudicam aos animais.

Estes pseudo-protetores estão em toda parte. Em Sampa, continuam com a perseguição contra a UIPA comandada por gente filha do coisa ruim. Eu não posso acreditar que gente desta laia se preocupe com animais. Há um interesse maior em tudo que não consigo entender. Quem gosta de bicho, agrega, vai lá oferecer ajuda, se propõe a colaborar com o que já existe e não com os famosos achismos sem pé nem cabeça.

Eu fiquei abestada com a coragem de uma destas pessoas do mal que até publicaram a matéria que citei acima da SUIPA dando a impressão que era referente a UIPA. Coisa do demo mesmo!!!!! A perseguição com estas duas entidades e suas presidentes é covarde e desprezível. Li, hoje, um comunicado colocado no Facebook da UIPA no último dia 22 de abril e queria dizer o seguinte:

A Sociedade Educacional "Fala Bicho" esteve e estará sempre em defesa destas duas entidades por conhecer suas presidentes e todo contexto de perseguição de pseudo-protetoras que precisam ser extirpadas da causa. Isto dói na minha alma e reabre as feridas que me fizeram no passado. Por Deus, refutem todas as campanhas contra entidades e pessoas que se dedicam a missões tão nobres como estas de proteção aos animais. Apurem, em vez de repassar. Vão visitar os abrigos e façam seus próprios conceitos. Não sejam gado marcado!!!!!!

A proteção animal deve reconhecer os méritos de Vanice Orlandi e Isabel Cristina pelos serviços que prestam à nossa causa. A primeira, de quem sou fã pelo incontestável conhecimento jurídico da causa e a segunda por ter feito da SUIPA, uma entidade com uma organização que jamais teve. Eu posso dizer isto porque EU CONHEÇO AQUELE ABRIGO HÁ, PELO MENOS, 45 ANOS.

Se elas tem defeitos, quem não os tem? então porque não ajudam a elas fazerem um melhor trabalho ao invés de quererem destruí-las como fizeram comigo? Aliás, lembro, também, o caso do Franklin aqui no Rio que desde os 16 anos trabalha na proteção animal e que hoje se sente ameaçado por esta corja que sumiram com os bichos dele todo numa ação desastrosa em seu sítio.

EU NÃO AGUENTO ESTA PODRIDÃO DA PROTEÇÃO ANIMAL!!!!!! Vou terminar com a reprodução da Nota de Esclarecimento que a UIPA  que nos dá a dimensão exata desta covardia e comportamento mesquinho de algumas destas criaturas do mal:
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A Uipa continua sendo vítima de difamação, ameaças de morte, coação de funcionários e de uma série de manobras para incriminar a sua Diretoria.

Os primeiros ataques foram retirados da internet por ordem judicial, que reconheceu que sua autora

11/09/2012

Esclavagismo - Os animais, também, são exploradores de outras espécies

filhote criado por outra espécie
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Estava para fazer esta publicação há século, pois, volta e meia, estamos diante de casos de humanos explorarem animais. É vero!!!!  Porém, o que não dá para ignorar é que animais exploram outros animais e se beneficiam deles, também. Exemplos rápidos:

- o pássaro chupim (tico-tico também) coloca seus ovos nos ninhos de outros pássaros para que eles choque e criem seus filhotes....
- o leão bota a leoa para caçar e lhe dá porrada se ela não se sair bem. Além de tudo, come a caça primeiro e se sobrar deixa a leoa e os filhotes comerem...
- as formigas mantem em seus formigueiros pulgões escravizados para lhes sugar a seiva que produzem de acuçar (gênero ursos da China)...
- a rêmora gruda suas ventosas nos tubarões e se aproveita para comer pedaços de sua caça...

Nem vou falar dos parasitas, posto que são exemplos típicos a que chamaríamos de barbáries. Enfim, existem centenas de outras situações apontadas dentro da biologia, mas, o que quero dizer, comparativamente, que em certas situações acho muita arrogância humana apontar o dedo para um companheiro para questionar "explorações" que, as vezes, acho meia infundadas. Por ex.: ter um cão guia é exploração? até pode ser, mas, seria crueldade para com o animal?

O vídeo abaixo mostra filhotes de chupim sendo alimentados por outra espécie



Não gosto de apontar nada sem conhecimento de causa. Amo os animais pelo que eles são.... mesmo sendo os fdp (ups, desculpa aí!) que as vezes são. Mas, vou abrir a discussão, oferecendo um material de estudo e lembrando que a aranha, popularmente conhecida como viúva-negra,  logo após o acasalamento, devora o macho.... hehehehe.... não é exploração das mais cruéis? kakakakaka.... 

Agora, na continuidade da postagem, vejam o material que separei para lerem sobre o lado explorador e bandido dos animais. Opinem, pleeeease!!!! não queria ficar frustrada por nem darem bola!!!!!!!!!!!! kakakaka.... 

17/06/2016

Matadouros vietnamitas abatem animais australianos com marretadas na cabeça

Gente, as imagens são muito fortes, mas, a Animals Australia está pedindo p´ra todo mundo divulgar muito para ver se o governo australiano para de enviar animais para lugares como estes. A ONG, no Passo 2, pede doação para poderem continuar na investigação. Veja a divulgação e a matéria mais abaixo com mais informações:
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PASSO 1 - AJUDAR A EXPOR A EVIDÊNCIA 
Este touro Aussie assistiu com terror o crânio dos seus companheiros crânios um a um sendo esmagados com uma marreta.  Alguns ainda de pé depois de 5 golpes na cabeça. Ele lutou e gritou quando ele percebeu que seu fim estava próximo. ESTES ANIMAIS ERAM DE UMA EXPORTAÇÃO EM 2016. Este horror noturno no Vietnã não é segredo. O GOVERNO AUSTRALIANO TEM CONHECIDO POR ANOS, e mesmo assim dá sinal verde para a exportação de animais para esta região do mundo . Um investigados disfarçado da Animals Australia disfarçado revela tudo.


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Matéria do Diário de Notícias de Portugal:

É a segunda vez que o grupo consegue filmar alegados abusos de animais nos matadouros vietnamitas
Um funcionário de um matadouro vietnamita foi filmado a dar marretadas a animais de exportação provenientes da Austrália por ativistas da Animals Australia, que cederam um vídeo para transmissão

13/06/2012

Campanha da CIWF contra o governo egípcio. Vamos cair dentro, amigos?

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A Ong CIWF desenvolve um trabalho excepcional com referencia ao trato recebido pelos animais usados na alimentação humana. Ela revela bastidores do que acontece em fazendas, transportes, matadouros, abatedouros... enfim, tudo que envolve a exploração animal de "consumo". 
A CIWF corre atrás do transporte de animais, nossos inclusive, que são exportados para países como Egito e outros mais, que abatem os bichos da pior maneira possível. Já que em nosso país ainda não temos uma ONG temática a respeito, nossa obrigação é sermos parceiros dela ao fortalecer seu trabalho.

Entrem neste link  e assinem a carta que estão enviando para o governo do Egito. A direção da ONG estava resistindo a publicar um vídeo com imagens inacreditáveis sobre a maneira com que os animais são tratados naquele país, mas, para fazer esta campanha resolveram colocar no site. CLIQUE PARA VER. Aviso que são imagens bem fortes.


clique na imagem e entre direto na pagina da campanha

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Agora, não deixem de ler a TRADUÇÃO de parte do site da ONG, feito pela nossa colaboradora lá de Londres, Áurea Abrantes, com todas as informações a respeito, inclusive, da carta a ser enviada ao governo egípicio. Assim é bom que todos saibam, principalmente quem não sabe inglês, o que estão assinando e o quanto estão colaborando: 

20/03/2014

Petição pede para implantação de uma filial da ASPCA no Brasil

Muitas pessoas se encantam vendo no Animal Planet as séries de atendimento policial aos animais feitas pela ASPCA. São filmagens bem antigas, mas, inspirou seus seguidores no Brasil a fazerem esta petição. Leiam as argumentações e se acharem justas CLIQUEM AQUI PARA ASSINAR.
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"Animais em perigo no Brasil ainda carecem de ajuda... E leis..."

A história da ASPCA é incrível. Ela teve sua fundação em 1840 na Inglaterra, onde foi chamada de Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals (RSPCA). Seu fundador, Henry Bergh, nascido em 1813, viajou para a Europa na vida adulta por lazer e acabou sendo nomeado diplomata na corte do Czar russo Alexander II. Cansado de ver os animais sofrendo maus tratos pelos humanos, ele decidiu tomar uma providência e na volta para a América acabou em Londres e fundou a RSPCA.

Quando retornou para os EUA, mais precisamente em New York, decidiu que também ia acabar com a crueldade humana contra os animais por lá e em fevereiro de 1866, após assistir uma tourada com a família, resolveu trazer a ideia criada em Londres para lá, e deu certo. Surgiu assim a ASPCA. Ele brigou com líderes governantes e muitos da população que eram a favor das touradas, mas conseguiu impor a necessidade de proteção aos animais que são totalmente indefesos.

aspca

18/08/2016

Como o gado vivo é tratado quando chega ao seu destino

A ONG Animals Austrália é uma das poucas a lutar pelo fim desta barbárie que acontece no transporte de gado vivo para países do oriente médio. Aqui no Brasil, até agora não vimos nenhum movimento e é preciso que alguma ONG se ponha a frente para que possamos todos ajudar. 

Infelizmente, todos sabem que estou impossibilitada pela saúde de levar adiante. Além do mais, isto é uma luta para quem é jovem e com disposição. Noutro dia publiquei aqui as palavras de uma protetora que disse assim: a proteção está saindo de moda.... agora todo mundo se diz vegano e acha que é o suficiente.... Eu acho que ela está certa, pois, vemos poucos se empenharem em alguma campanha de monta.... Espero que alguém desperte e caia dentro como nós, jurássicas, fizemos e ainda fazemos quando conseguimos driblar as dificuldades.....

Por favor, assinem esta PETIÇÃO para tentarmos por um fim no transporte de gado vivo na Austrália. Quem sabe, ainda consigamos fazer alguma coisa por aqui..... Queria divulgar o Facebook Israel Against Live Shipments, onde são apresentados vários vídeos sobre o sofrimento dos animais nestes navios currais quando chegam ao seu destino. A foto é deles.



Conheça Gibor. Esta foi a luta da sua vida.
Depois de sobreviver semanas do inferno em um navio de exportação, ele fez algo que fez nossos

17/07/2017

Descubra como reduzir o consumo de carne pode ajudar na preservação da Amazônia

Reduzir não, todos deveriam parar de comer carne AGORA, JÁ, IMEDIATAMENTE.... O planeta agradece, alem de se deixar de explorar a vida animal....
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O Brasil é segundo maior produtor de carne bovina do mundo. São 215 milhões de cabeças de gado. Sim, tem mais boi do que gente no país (são 207 milhões de pessoas). Nos últimos anos, com o crescimento da JBS, a empresa brasileira que é a maior processadora de proteína animal do mundo, o país passou a liderar outro ranking, o de maior exportador de carne bovina. Mesmo assim, o brasileiro ainda consome 80% da carne produzida no país. As informações são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Onde colocam tanto boi?
Seria apenas uma história de sucesso econômico se não fossem as questões ambientais. Acontece que cada um dos 215 milhões de bois ocupam um espaço de pasto equivalente a um campo de futebol. O Brasil usa um território maior que o do México apenas como pasto.

“Não temos dúvida que a pecuária é maior causadora do desmatamento na Amazônia”

O gado tem sido considerado por ambientalistas e ONGs como o Greenpeace, o grande vilão quando o assunto é o desmatamento da Amazônia, que tem crescido nos últimos anos. De agosto de 2015 a julho de 2016, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o desmatamento aumentou 29%. O que significa dizer que a cada minuto uma área de floresta equivalente a dois campos de futebol deixa de existir.
Além do espaço utilizado para o pasto, existe a área que é desmatada pela grilagem e acaba não sendo aproveitada | Divulgação
“Não temos dúvida que a pecuária é maior causadora do desmatamento na Amazônia. Reduzir o consumo é uma ação extremamente necessária, que deve acontecer agora. Mas é claro que só isso não vai resolver o problema. É preciso também que todos os frigoríficos e empresas que operam na Amazônia se comprometam com a pauta do desmatamento”, explica a ambientalista do Greenpeace Cristiane Mazzetti.

Mazzetti ressalta também que, se todos os pastos do Brasil fossem melhores utilizados, seria possível manter a produção sem precisar desmatar novas áreas. “Mas isso tem que ser repensado agora. No futuro já não será mais possível. A medida que a população mundial cresce e ingere mais proteína animal, cresce também a necessidade de espaço para criar gado e cultivar a comida que sustenta esses animais”, declarou.

E se eu parar de comer carne?

“O Primeiro impacto seria na redução de investimento”
Mas o que aconteceria se todas as pessoas que tivessem acesso a essas informações, como você, decidissem parar de comer, ou pelo menos reduzir o consumo de proteína animal? O economista Francisco Moura Júnior acredita que o setor se reinventaria e apostaria em novos seguimentos.

“O Primeiro impacto seria na redução de investimento. De imediato a produção ia diminuir. Os empresários buscariam novos mercados e toda redução causaria muito desemprego, tanto no campo quanto nas indústrias. Mas os trabalhadores também seriam realocados em outros segmentos. O impacto seria grande, mas nada comparado as consequências da extinção da Amazônia”, falou o economista.

Como repor as proteínas?
Um dos problemas apontados pelos defensores do consumo de carne vermelha é a deficiência na reposição de proteínas, nutrientes presentes em abundância na carne de boi. A nutróloga Evely de Paula explica que é possível repor os nutrientes da carne com alimentos mais saudáveis.

“A proteína da carne tem uma boa absorção, porém, podemos substituir por outras fontes, que podem ser carnes de outros animais como frango, peixes ou mesmo por ovos. Também é possível buscar fontes vegetais como lentilhas, ervilhas, grão de bico e castanhas. Outra saída são as proteínas industriais isoladas, comuns nas academias, como o Whey Protein”, apontou Evely.

Se você é daqueles que não dispensa um bom churrasco no fim de semana, não precisa deixar de comer carne. Uma simples redução no consumo já pode ser de grande ajuda. Lembre-se, uma peça de picanha a menos é um hectare de floresta em pé.

FONTE: emtempo

22/09/2017

Bloco quer limitar transporte marítimo de animais vivos - Portugal

Bem, galera de Portugal está agindo para tentar acabar com esta barbaridade que se tornou o transporte de animais via marítima. Aqui no Brasil, só vi o Fórum de Proteção Animal fazer campanha. E, neste ponto estamos enfileirados à esta iniciativa que pode ser lida em nossa postagem a respeito: Pelo fim das exportações de gado vivo. Não sei em que pé estão as tratativas a respeito, mas, tem o link do Fórum na postagem para nos informarmos.
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A deputada Maria Manuel Rola afirma que "o Bloco está empenhado em mudar as regras do transporte marítimo de animais e tem apoiado esta campanha da sociedade civil, bem como é

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