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27/12/2017

“Cãodomínio” é incendiado na noite de Natal em Curitiba

Mais um caso comprovando que estou certa quando considero um perigo para os animais este negócio de fazer casinhas em áreas públicas. Humanos não são iguais..... tem a turma do "coisa ruim" que não perde a oportunidade de fazer o mau....Inclusive tem aqueles que além de destruir as casinhas, envenenam os animais que usam elas.... Presta atenção gente!!!!!
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03/11/2017

A polícia investiga um vídeo em que um menor joga um gato de um segundo andar em Torre del Mar

E o que esperar de meninos com esta capacidade de ser cruel? O caso aconteceu em Málaga, na Espanha. O que me impressionou foi o agente policial ter acreditado no irmão mais velho que diz que o gatinho não sofreu sequelas físicas.... Agora, a mãe deste marginalzinho é daquelas fora da casinha...
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Os agentes identificaram o suposto abusador, com 16 anos,

03/10/2017

Colocam veneno em vasilhas de água e comida para cães na rua

Sempre publico o motivo porque sou contra casinhas e a colocação de vasilhas com água e ração nas ruas. O tal "serumano" não perde a oportunidade de exercer seu lado demoníaco ao praticar tamanha covardia e crueldade contra um animal necessitado e indefeso. Vejam mais um caso. Quantos já não morreram por aí enquanto "humanos bondosos" dormem achando que praticaram um bem.... 

07/09/2017

Cão é solto após três anos acorrentado em casa

É muito triste a gente saber que ainda se cria cães desta maneira.....
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O animal vivia em condições precárias e nunca tinha sido solto da coleira

Peanut é um cãozinho de três anos de idade que passou toda sua vida acorrentado. Ele era mantido preso no quintal de uma casa na Pensilvânia, Estados Unidos e seus donos não ofereciam amor e carinho. O mundo do pet ficou limitado ao tamanho da corrente.

A vizinhança só tomou conhecimento da situação de Peanut quando uma cerca, que obstruía a visão de terreno, caiu. As autoridades foram alertadas sobre o cão acorrentado , mas nenhuma atitude foi tomada. Eles alegavam que a casa ficava numa região muito distante, impedindo de visitar o local com frequência.
Então, Russelline Steinbuhler resolveu ajudar o pet, já que vivia a alguns minutos de carro do terreno. Chegando ao local, a mulher percebeu as condições precárias que Peanut vivia. A madeira da casinha estava apodrecida e úmida. Steinbuhler resolveu se aproximar dos donos, descobrindo que o cão realmente tinha passado a vida toda acorrentado. Segundo a família, não tinham tomado essa atitude por maldade, mas antigamente era costume tratar animais dessa forma.

Por sorte, os donos de Peanut aceitaram a assistência de Steinbuhler. Durante dois meses, ela preparou-o para a soltura. Primeiramente interagiu com ele e garantiu a socialização. Depois trouxe uma corrente mais longa, para que o pet conseguisse sair da casinha e andasse pelo seu entorno. Em seguida, ensinou-o a sentar e se comportar adequadamente. Ao final uma nova casa foi dada a ele.

Por fim, o governo da Pensilvânia aprovou uma lei que limita o período em que cão podem ficar acorrentados. Dessa forma, a família finalmente permitiu que Peanut fosse solto. Confira o vídeo desse incrível momento.

Após a soltura, ele foi levado para o veterinário onde recebeu tratamento antipulgas, vermífufos, entre outros. Tomou banho, foi tosado e embelezado. Para o animal, esse era o começo da sua vida.

Segundo Russelline, foi um dos momentos mais emocionantes que já viu. Ninguém nunca presenciou Peanut correr e isso realmente vai Öcar na história. Ele nunca mais será acorrentado.

FONTE: alagoas24horas

06/09/2017

Gato 'medroso' que vive numa árvore ganha casa e vira atração turística em cidade de MG

Caramba.... será que a noite ele não dá uma decidinha para uma voltinha? tadinho....
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Um gato tem chamado a atenção de moradores de São José da Barra (MG). Desde que nasceu, "My Lay", como é chamado, subiu em uma árvore de 6 metros de altura, por instinto de sobrevivência. Há oito meses ele subiu na árvore para escapar de um grupo de cachorros e nunca mais desceu.

"Ele veio pequenininho. A mãe dele deu à luz na casa de um colega, eram seis irmãozinhos com ele. Os outros os cachorros matou e ele subiu nessa árvore, e os cachorros correram atrás dele. E ele está morando nessa árvore", conta o técnico da Usina de Furnas, Jamir Mário Gonçalves Silva.

O gato já ganhou até uma casinha na árvore, que foi doada. A comida e a água ficam por conta do Jamir, que não mede esforços para amparar o gatinho. "Primeiro eu subia na árvore com escada. Aí eu bolei essa engenhoca pra tratar dele, ponho água, comida pra ele, e ele fica sustentado ali" conta o técnico.

Gato ganhou casa em cima da árvore após fugir de cachorros em São José da Barra 
(Foto: Reprodução EPTV)
Tanto cuidado, virou amizade. Quando Jamir viaja, a missão de alimentar "My Lay" fica com a filha. "Quando meu pai vai viajar a serviço e o gato fica aí, eu que tenho que tratar, cuidar dele, e ele liga todo preocupado perguntando se já tratou do gato", conta Livia Maria Gonçalves Silva.

O gatinho pode parecer solitário, mas não é. Além de receber visitas dos moradores da região, ele também divide a árvore com os passarinhos. Apesar da relação improvável, o passarinho "João Graveto" e o gato, vivem em harmonia. O gato respeita o espaço dos vizinhos. Do outro lado da árvore, está um tronco específico onde ele faz as necessidades.

"Ele é mansinho, quando chega gente aqui ele fica meio ressabiado, porque não tá acostumado né, muita gente já tentou até pegar ele, mas ele não deixa, sobe lá pra ponta do galho, mas eu nunca coloquei a mão nele também não, ele não deixa, ele só tem contato com aquela vasilha, ele esbarra e começa a se esfregar", conta Jamir.

O agora dono do gato diz que não pretende acabar com a mordomia do gatinho. "Virou o queridinho, a atração, todo mundo vem ver ele, só se eu morrer pra não tratar do "My Lay", e eles cortarem a árvore. Acho que não vai acontecer, mas se Deus quiser eu trato dele direto, até ele ficar velhinho", completou o cuidador do animal.


02/09/2017

Homem bêbado põe fogo em cachorro porque animal estava latindo demais

Que "serumano" podre......
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Um cachorro precisou ser resgatado da casa em que morava após o dono dele atear fogo contra o animal. Segundo a Polícia Civil, o homem, de 22 anos, chegou em casa bêbado e se irritou com os latidos do bicho. Em seguida, pegou um antisséptico bucal e colocou fogo na casinha em que o cachorro ficava.

O crime aconteceu em Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná. O cachorro, chamado Mailo, foi socorrido graças à família do suspeito, que pediu ajuda a uma entidade que cuida de animais abandonados.

Mailo começou a receber tratamento veterinário. O cão está com queimaduras em boa parte do focinho. Por causa dos ferimentos, não consegue abrir os olhos e a boca. A alimentação dele é feita apenas com comidas líquidas.

O dono de Mailo foi levado à delegacia para prestar esclarecimentos. Ele deverá responder pelo crime de maus-tratos a animais. Já o animal não deverá voltar para a casa do dono. Ele ficará com a entidade que o acolheu e pode ser encaminhado à adoção assim que os ferimentos forem curados.

FONTE: diarioonline

21/08/2017

Artigo: O ativismo pelo direito dos animais mergulhado em ditadura

Ontem me deparei com uma mensagem do ativista Julio Cesar Gomes, conhecido como Jota Caballero, que atua há bastante tempo na causa animal, desabafando sobre o comportamento inaceitável de certos veganos que tentam se apoderar de lutas iniciadas há muitos anos atrás como se fossem exclusivamente deles. Estas pessoas ditam regras/normas, falam e se comportam como se fossem os únicos capazes de promover o bem para os animais. Fazem um patrulhamento ideológico como se a causa de defesa animal fosse uma instituição hierárquica. Pera lá, calma aí.... Como diz o ditado: chegou agora e estão saindo na porrada para sentar numa janela que foi duramente conquistada? Evidente que estou falando de "certos veganos" e se alguém se sentiu incomodado com meu comentário, reflita por longos dois minutos se não é uma destas criaturas fora da casinha que exclui ao invés de agregar. Convidei, então, o Jota para escrever um texto elucidativo deste comportamento equivocado e que servisse para reflexão do coletivo. Quem sabe uma luz acende? Agora, pra mim, não podia ter sido melhor escrito.
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"O ativismo pelo direito dos animais mergulhado em ditadura"

Estão transformando uma luta tão nobre, talvez a maior, a luta pelos animais, em pequenos nichos, tutelados pelos mais graduados, condecorados por patentes que imaginam  possuir, com direito a regras, manipulação de pensamentos coletivos, sentimentos em linhas de produção e em série, é isso?   

A cobrança por comportamentos repetitivos e radicais acabam por não convencer ninguém, e sim — cansar. Ou seja, efeito colateral é uma realidade no ativismo pelo direito dos animais hoje no Brasil. A informação está aí, as ferramentas para fazê-la também, mas não há inteligência e nem raciocínio lógico, alguns estão desvirtuando  e denegrindo através de atitudes pra lá de irracionais, completamente impensadas.

Extremismo, assusta e rebela o alvo. Há diferenças brutais em mostrar  algo, para saber que aquilo existe, e apontar um dedo para acusá-lo, de algo que nem sabia que existia. Pelo que me lembro, não nasci sabendo e nem escolhendo o que poderiam me colocar na boca, o que deveria vestir, como deveria me comportar. Isso é pra lembrar que somos mais vítimas das circunstâncias do que da própria vontade até determinado ponto. Os mais justos e possuidores de uma consciência mais aflorada, percebem logo que existe algo de errado, e escolhem o caminho a si  tomar. É isso, se não respeitarmos esse limite do não conhecer, não agregaremos mais pessoas em uma era tão propícia para alavancar causas e libertar consciências e produzir efeito esperado.

O que vejo hoje é uma transformação em termos de informação que nunca tivemos, e a pouco tempo, onde, meros quinze,  vinte anos atrás, não imaginávamos que passaríamos por essa chuva meteórica e infinita de informação. Responsável por isso: internet.  Pois é, sabemos hoje tanta coisa,  que nos dão facilmente status de professor em determinado assunto, se comparado há alguns anos atrás, onde definitivamente quase nada se sabia, onde era só decorar livros estáticos e replicar o mesmo.

A causa animal se alavancou com a internet e produz hoje resultados pra lá de positivos. Nunca se resgatou tanto, salvou, ajudou. Nunca vídeos de crueldade passaram tanto por globos oculares, causaram reflexão e despertaram tanta gente. Isso é de fácil percepção. Precisamos ajustar o modo de atuar e não segregar um assunto tão profundo que é a vida dos animais. Em um mundo com 90% da população praticamente onívora, ser radical é ser comido também de garfo e faca, é potencialmente se enfraquecer, é se diminuir. Ainda não somos nada. 

Não temos a receita para o crescimento meteórico de um exército para  causa animal, no qual necessita-se muito, mas temos a lógica para que isso aconteça, que seria  introduzir, e não excluir, que seria trazê-los e não expulsa-los, digo, os que nem sabem o que é isso — causa animal.

Por favor não desvirtuem uma causa tão nobre, acusando, agredindo e se perfazendo como se fossem seres divinos, escolhidos, agraciados, não! Somos pessoas comuns que despertaram para a mentira sistêmica, para a violência velada por indústrias, para a covardia que a morfina social nos injeta e nos faz cometer atrocidades tão cruéis, como a que Hitler cometeu nos anos 40. É isso. 

Um ativista não poder expor pontos de vista pessoal, porque outro ativista não concorda? É no mínimo curioso. Ativistas  não saem de fôrmas de bolo, ativistas são seres humanos que passam por experiências pessoais desde o estado fetal, inerentes as suas condições sociais, culturais e religiosas,  que derivam para uma  visão política ou apolítica do  todo, conforme seus processos de percepção. 

Reprimir pensamentos alheios, linhas de raciocínio dentro de uma mesma causa, dá status de ditadura. Não concordar, não dá o direito de afrontar, e sim debater. Se a causa é a mesma e o objetivo é um só, as diferenças fazem parte do processo de aceitação e respeitar a adversidade de pensamentos.
Jota Caballero 

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Leiam outros artigos do Jota Caballero:

04/08/2017

As consequências de alimentar animais nas ruas

A pessoa que publicou disse que as imagens vieram da Itália. Eu não quero nem saber porque o importante é chamar a atenção do perigo que é dar comida e colocar casinha para animais nas ruas. Eles ficam expostos à tudo e a este tipo de "serumano". Se o protetor não estivesse ali, estes animais iriam levar pauladas. A situação é dramática porque de um lado não podemos deixar os animais com fome e sede, mas, do outro lado é isto que acontece..... Sinceramente, não sei o que sugerir.... Eu prefiro dar um jeito e tentar arranjar adoção ou brigar com o poder publico para dar condições de atendimento e recolhimento.
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31/07/2017

O poder dos novos amigos de quatro patas


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Vistos até pouco tempo atrás como guardiões de residências e protetores de famílias, os cães passaram a ter um espaço especial nos lares. Da mesma forma, os gatos que antes ficavam nos galpões agora encontram o aconchego das moradias e deixam de lado o instinto da caça.

Mais do que lugares confortáveis e donos amorosos, os bichinhos de estimação conquistaram poder na sociedade. Influenciam a economia, com despesas que vão desde a saúde ao lazer, e lutam por seus direitos, através de políticos que abraçam a causa animal.

Embora os casos de maus-tratos e abandono ainda sejam recorrentes, a movimentação em torno do cuidado também é percebida, o que reflete uma mudança no comportamento dos humanos. A cada dia, as pessoas se conscientizam mais sobre a responsabilidade de ter um amigo de quatro patas. Há dez anos trabalhando na área, a proprietária da Pet Boulevard, veterinária Manuela Oliveira Hammes, observa essas transformações. Mas, para ela, a dedicação com gatos é ainda mais notável. “Antigamente, havia aquele pensamento de que ‘gato se cria’. As pessoas tinham os animais, porém não procuravam o veterinário”, comenta. “Hoje, a população está mais esclarecida sobre a necessidade de fazer exames e vacinas”, acrescenta.

Segundo a veterinária, em sua clínica a maioria dos atendimentos é de cães de pequeno porte. No entanto, ela afirma que os grandalhões ainda são zelados. “Não é o pastor alemão que só cuida do pátio. É um pastor mimoso, que tem uma casinha boa, dorme com paninhos na garagem e tem uma vida confortável”, explica. E mesmo em tempos que tanto se fala de crise financeira, o amor e o cuidado prevalecem. “Tem gente que inclui todas as despesas no orçamento da casa. Os donos podem estar até um pouco contidos e dar algum banho em casa quando conseguem, mas mantêm as rações de qualidade e os exames em dia”, conta.

Em sua empresa, Manuela também presta os serviços de creche e hospedagem. A médica comenta que alguns clientes que residem em apartamento deixam seus pets para passar algumas horas do dia no pátio da clínica, onde podem ter a companhia do Bidu, o recreacionista adotado – como define Manuela – que não deixa nenhum cachorrinho parado. Nos períodos de fim de ano e férias, a intensa procura pela hospedagem do estabelecimento mostra um fator importante: os donos até podem ficar longe dos bichinhos, mas somente com a garantia de que estarão bem cuidados. E o motivo para toda essa proteção e apego é simples para Manuela. “As pessoas estão mais ocupadas, os dias mais corridos. Então, muitas vezes preferem ter um cachorro ou um gato do que um filho”.

Quando fazem parte da família
A fotografia de Fabiane Carine Hoff com o marido Felipe Köpp e as cachorrinhas mostra a razão de tantos mimos com Layla, a shitzu de 7 anos, e a filhote Safira, a doberman de apenas três meses. As duas fazem parte da família, segundo a contadora. A mais velha foi adquirida pela santa-cruzense para fazer companhia dentro de casa. Vai no pet toda semana, ganha banho, ossinho e ração de qualidade. Foi acostumada assim e é dessa forma que deve continuar, conforme Fabiana. “A doberman nós pegamos para a segurança porque fomos assaltados há pouco tempo. A gente pensava em ter um cão feroz, porém carinhoso. Mas a Safira é tão apaixonante que acabamos tratando igual à Layla”. comenta.


Cidade pode ter hospital e curso
Santa Cruz poderá contar em breve com um hospital público veterinário. No mês passado, o prefeito Telmo Kirst visitou as dependências de uma instituição privada de Florianópolis, reconhecida no País pela excelência dos serviços. No local, o chefe do Executivo pôde buscar referências para a construção. Telmo sinalizou durante a visita que uma das áreas cogitadas para receber o empreendimento é a da antiga Escola Murilo Braga, no Bairro Independência. Por enquanto, o projeto está apenas na fase de estudos.

Outra novidade que pode chegar à região é a implantação do curso de Medicina Veterinária da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc). Há cerca de dois anos, a instituição anunciou que pretendia criar a opção no campus de Venâncio Aires. A universidade foi procurada pela Gazeta do Sul, mas não quis se manifestar sobre o andamento da proposta tendo em vista que ainda não há definições referentes ao assunto.

Vozes que defendem os animais
Apesar da mudança do comportamento da sociedade, nem todos os animais são abençoados com uma família cuidadosa e um lar quentinho. Há aqueles que ainda sofrem pelo descaso e por agressões. E nem sempre a vontade de abrigar um bichinho abandonado é suficiente, já que a adoção também gera responsabilidades. Entretanto, o desejo de melhorar as condições de vida deles pode impactar diretamente no resultado de uma eleição. Foi o que aconteceu com a vereadora Bruna Molz (PTB), em Santa Cruz do Sul, e a deputada estadual Regina Becker Fortunati (REDE). Ambas são defensoras da causa e carregam a responsabilidade de proteger e lutar pelos direitos dos animais. Regina foi recentemente comentada na mídia por se mobilizar e garantir que a Prefeitura de Porto Alegre ficasse impedida de realizar a eutanásia de cães com leishmaniose na Capital.

Já Bruna ficou conhecida no meio após atuar à frente do Canil Municipal e trabalhar no resgate de animais vítimas de maus-tratos, como o Cabeção, cachorro adotado por ela depois de ser salvo. Eleita no ano passado, ela já aprovou o projeto que torna o 25 de março  Dia Municipal da Adoção, Proteção e Bem-Estar dos Animais, e recentemente um projeto que cria o programa Cachorródromo, um espaço público para cães.

A vereadora de Santa Cruz reconhece que sua vitória na disputa por uma cadeira na Câmara ocorreu por causa daqueles, que assim como ela, querem melhorar a realidade animal. “Os votos que recebi, com certeza, são de pessoas que acreditam que nos unindo em prol de um bem maior podemos fazer a diferença e que ter uma representante no Legislativo do município já é o primeiro passo”, observa. “A minha entrada no Legislativo se deve ao fato de que os amantes dos animais crescem a cada dia. Somos um exército de pessoas que têm animais em casa e amor por eles. Não conseguimos ver outro animal sofrendo e passando necessidades”, afirma.


Oportunidade de renda com roupinhas
De artesã e dona de casa, Gilda Atkinson da Silva, de 56 anos, também assumiu uma nova função: empresária. Na casa onde mora com o marido e os filhos, na Rua Santo Antônio, Bairro Goiás, montou o seu próprio negócio. As paredes da sala de entrada expõem roupas quentinhas e de diversos tamanhos, ideais para os amigos de quatro patas nesses dias mais gelados. As confecções começaram discretas, segundo Gilda, apenas para feiras de animais e exposições na praça do Centro. Entretanto, com a demanda que tinha, enxergou a possibilidade de expandir seu trabalho e abriu a loja na residência. A ideia foi bem aceita pela família, que não só apoiou Gilda como também auxilia na produção. “Meu sonho é ampliar uma empresa maior e sei que meus filhos vão me ajudar a manter, pois eles gostam muito do nosso trabalho”, revela.


Sentimento é gratidão
O que os tutores desses bichinhos ganham em troca vai além do amor: a gratidão. A professora aposentada Ana Luiza Wagner, de 52, que tem em casa dois felinos adotados garante que o carinho que recebe de Apolo e Zeus é imenso. O Zeus, de quatro anos, é o que mais retribui toda a atenção desprendida por Ana. “Peguei o Zeus na rua, era só pele, osso e pulga. Ele olhou para mim, veio no meu colo ronronando e eu comecei a chorar. Ele se aconchegou no meu colo de uma maneira que eu não tive mais coragem de largar. O Zeus tem uma coisa diferente comigo. Parece que ele me agradece todos os dias”.

No apartamento onde a aposentada mora com o marido e dois filhos, os gatos têm mais regalias, segundo conta. Mesmo com as artes dos filhos adotivos, não têm coragem de xingá-los. São os bebês da casa. “Eles têm caminha, brinquedinhos. Procuro dar uma ração melhor, que a veterinária indica. Fazem todas as vacinas e medicações. Sou dessa opinião: pega um bichinho de rua e cuida bem dele”.  A preocupação de Ana é tanta que ela não deixa os gatos saírem para rua e, para evitar qualquer descuido, chegou a adaptar o pátio da antiga moradia. “As pessoas têm a cultura da voltinha. Têm gatos e deixam eles passear. Eu nunca fiz isso. Na casa onde eu morava, montei toda uma infraestrutura para manter eles dentro do meu pátio”.

Fora os cuidados com os dois gatinhos que possui, Ana também ajuda ONGs de proteção. Para ela, é o conhecimento que vai ajudar a reduzir os casos de maus-tratos e abandono. “É o conhecimento que vai te levar a ter a consciência de que precisa cuidar, que é uma vida que está ali. Não está escrito em nenhum lugar que a minha vida tem que ser melhor que a vida deles. Eles não tem a função de te servir. Se está  com eles é por amor mesmo”.


Ama de gato com muito amor
Quando é possível unir o útil ao agradável ou, melhor ainda, o trabalho ao amor, o resultado só pode ser positivo. Há cerca de cinco anos, Eloci Diva Rech, 50, presta o serviço de cat sitter em Santa Cruz. Tudo começou na época em que saiu do emprego e percebeu a dificuldade para reingressar no mercado. Mãe de seis felinos – além da Ana Paula – cuidava dos gatinhos da filha biológica quando ela viajava e, com a solicitação de amigas, acabou ampliando o serviço de babá. A partir de então, percebeu que poderia fazer desses favores uma forma de garantir sua renda.

Com a página Ama de Gato no Facebook, hoje Eloci conta com uma lista de cerca de 60 clientes e 150 gatos. De acordo com ela, o trabalho é cobrado por hora e o preço varia de R$ 20,00 a R$ 40,00, dependendo da localização. “O cliente agenda um horário, vou até a casa dele, dou a ração do gatinho e remédios quando necessário, e depois brinco com o gato. Geralmente sou contratada por pessoas que precisam viajar ou passar uns dias fora de casa”, conta. É assim que ela mantém uma agenda intensa em boa parte do ano e garante o dinheiro para arcar com suas despesas pessoais. “De novembro até março é muito corrido para mim. Festas de fim de ano, sextas, sábados, domingos e segundas, além dos feriadões, são de trabalho. Mas eu não me importo. Eu amo o que eu faço.”


FONTE: gaz

23/06/2017

Filhotes órfãos de guaxinim “adotam” humano — e vão derreter seu coração

Minha gente querida, olha que coisinhas mais queridas..... ah, que dó..... ainda bem que outra pessoa os ajudaram....
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As cenas que você vai ver a seguir mostram o que aconteceu quando o fotógrafo australiano Dominyk Lever deu uma paradinha para pescar em Apple Creek, em Ohio, e foi confundido com um guaxinim gigante por três filhotes superfofos e — provavelmente — órfãos.

Segundo Lori Dorn, do site Laughing Squid, Lever estava de boa curtindo uma pescaria quando o trio apareceu, começou a segui-lo por todas partes e a escalar sua perna. Depois, como você viu no vídeo acima, divulgado pelo pessoal da National Geographic, não demorou até que os guaxinins subissem até seus ombros e o cobrissem de lambidas!

De acordo com Lori, em um primeiro momento, o australiano pensou que a mãe dos bichinhos poderia estar por perto, mas, depois de dar uma vasculhada pela área, ela não foi encontrada. Segundo as informações do vídeo, a suspeita é que os filhotes tenham se interessado por Lever por causa de sua barba — e associado sua aparência a de um guaxinim gigante.

Como não é recomendado que guaxinins sejam mantidos como animais de estimação — e considerando que Lever teria problemas para levar o trio até a Austrália —, os filhotes tiveram que ser deixados para trás. Mas não se preocupe pelos bichinhos, pois, segundo a National Geographic, outro pescador apareceu no local, alimentou os animais com peixe e construiu uma casinha para os irmãos.

Fonte: Megacurioso

20/06/2017

Construíram uma casa para fãs de gatinhos - e ela está à venda

Gente, quanto mais conheço gateiros mais fico impressionada com a dedicação à esta espécie animal.... Olha isto!!!!! acho que vou fazer isto aqui no Rio.... Será que encontro comprador? é um parque de diversões para gatos!!!! kakakakaka.....
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Que tal comprar uma casinha para abrigar melhor seus amigos felinos? Fique atento à chance: uma propriedade no estado norte-americano do Arizona, toda pensada para ser um incrível lar para gatinhos, está à venda.

O imóvel tem dois quartos, banheiro, cozinha e brinquedos para divertir e entreter os animais. A grande atração, no entanto, são as imagens de felinos que decoram paredes, teto e até o chão. Acredite: são cartões-postais, bichos de pelúcia e recortes de revistas que os amantes de gatos devem adorar.

A propriedade tem mais de 230m² de área e custa 240 mil dólares: o equivalente a quase R$ 800 mil. O imóvel foi anunciado pela imobiliária Century 21, que divulgou as imagens e vídeo da casa e classificou-a como uma casa divertida e excêntrica.

FONTE: Uol

13/06/2017

Comerciante chinês bombeia água no estomago de cães para vendê-los mais pesados

Eu não posso falar o que penso, na verdade, para não atingir pessoas de alta sensibilidade... Mas, desejo que um "coisa ruim" destes vá queimar no inferno... Não me peçam para amar uma criatura desta como se fosse um irmão, como se fosse filho de Deus!!!!! Eu mesma queria encher o estomago dele de gasolina e tacar fogo!!!!! Desculpa, gente, mas como disse ontem, ainda estou fora da casinha... 
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Um comerciante chinês de animais foi apanhado em flagrante bombeando água nos estômagos dos cães pela força para vendê-los por mais dinheiro para restaurantes. Em um vídeo que surgiu on-line, um homem empurrou uma mangueira para a boca de um canino e agarrou-a pelo focinho antes de derramar água na garganta.

O vendedor foi visto em Yanshi, província de Henan, no dia 9 de junho por um transeunte que tirou fotos e vídeos da cena horripilante. A matéria foi publicada no site de notícias chinês  Tencent  em 10 de junho. De acordo com o vídeo, dois cachorros foram mantidos em uma gaiola na parte de trás de uma bicicleta de três rodas. Ambos os animais estavam amarrados à gaiola por um cabo em volta do pescoço.

O vendedor vende mais de uma dúzia de cachorros para restaurantes por peso todos os dias e isso o ajuda a cobrar um preço mais alto, como é relatado.

O vendedor de cães na China apertava a boca do animal enquanto bombeava água no estômago

O cão lutou e jorrou até sangue, segundo testemunhas oculares.  Além disso, havia uma ferida visível no nariz do cão (foto), como foi visto em 9 de junho na província de Henan.

A filmagem também mostra o homem colocando um tubo grosso na garganta de um cão com força. Ele agarrou a boca do cachorro para que a água entrasse no estômago. A barriga do cão podia ser vista inchando enquanto o homem bombeava água. De acordo com o relatório, o homem disse que iria bombear pelo menos dois litros de água para um cachorro.   

O vendedor disse aos repórteres que poderia ganhar algumas centenas de iuanes extra por dia fazendo isso. No entanto, quando ele foi confrontado com os transeuntes, ele disse que os cães precisavam de mais água. O vendedor de cães disse que vende  uma dúzia de cachorros em diferentes restaurantes diariamente.

O homem também afirmou ter inventado o método de alimentação forçada depois de se inspirar no gotejamento IV. Ele explicou que bombeando água para os cachorros, ele poderia ganhar algumas centenas de yuan (aproximadamente £ 35) mais por dia. No entanto, quando os espectadores perguntaram ao homem o que ele estava fazendo, ele aparentemente mentiu dizendo "os cães têm que beber mais água, pois o tempo está muito quente".

Não está claro se as autoridades estão cientes do incidente.

Fonte: Daily Mail
Tradução livre do Google para "O Grito do Bicho" 

12/06/2017

Touros de arena são brabos? fala sério.....

Sabe aquele touro furioso que entra na arena e morre covardemente nas mãos daquelas meninas fantasiadas que não saíram do armário? pois é... olha como eles são na verdade..... 

Gente, sem nenhum preconceito, mas,  sobre estes toureiros enrustidos eu quero mais é que sucumbam solenemente pisoteado por estes seres que não lhes fizeram nada de mal.... desculpe, mas, ando meia fora da casinha, tá? Sobre o vídeo abaixo vejam mais no Fadjen, Taureau anti-corrida
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Leiam mais sobre este baitão:

01/06/2017

ONGs denunciam maus-tratos de animais e falta de higiene na Fazenda Modelo

Uma das coisas que me deixa fora da casinha é alguém tentar subestimar minha inteligência. Sou uma pessoa bastante equilibrada até chegar neste exato momento... depois, não respondo por mim. 

Na sexta-feira passada(27) houve uma audiência na Câmara Municipal para avaliar algumas situações ilegais encontradas por vereadores e protetores na Fazenda Modelo, onde funciona o canil municipal da cidade do Rio de Janeiro. Noticiamos aqui: Como foi a Audiência Pública que abordou denúncias sobre a Fazenda Modelo - SUBEM - RJ

No meu texto digo que vou assistir o vídeo da audiência para avaliar e confirmar a baixaria de um assessor da subsecretaria dizendo que está lotado na SUBEM, mas que trabalha no RioZoo e que em breve irá para o Instituto Jorge Vaitsman, pois, ele vai onde é preciso (?). Realmente ele fala isto mesmo e desmentiu a D. Ione, uma mulher de 77 anos que dedica sua vida aos gatos do Campo de Santana há mais de 20 anos. Foi uma ofensa imperdoável! E comentei até que a SubSecretária não precisa de inimigos tendo assessores desta qualidade....

Mas, nestas ultimas horas comecei a receber uma quantidade de material comprobatório vindo de várias fontes de que ESTARIAM FAZENDO APLICAÇÃO DO INFERTILE  (PRODUTO USADO NA CHAMADA CASTRAÇÃO QUÍMICA), NOS CÃES ABRIGADOS NA FAZENDA. Como assim? como é que se faz isto naquele canil municipal e ainda na "moita" para que a proteção animal não soubesse, segundo me foi dito? Este "método" tem sido usado em vários municípios do interiorzão brasileiro onde é avaliado o custo e benefício. Se o animal morrer não faz mal, o que importa é que menos um na população. Veja o vídeo ao final.

Existem vários pareceres de veterinários condenando este método devido as ocorrências a posteriori, além de ser super doloroso sua aplicação. Vou citar apenas um artigo porque está escrito de forma bem compreensível: Infertile - Injeção da Discórdia. Em SP houve a apresentação deste produto e logo em seguida foi banido devido  aos vários pareceres o considerando nocivo. Não é um método reconhecido e aprovado.

Daí, ao saber disto, liguei já noite para o Veterinário Rodrigo Latine, administrador daquela Unidade, que me disse que foi "apenas uma apresentação do produto feita por um veterinário da Fiocruz e que não houvera aplicação do infertile em nenhum cachorro". Surtei!!!!!!!!!!!!!! eu compreendo um erro, mas, negar diante dos fatos documentados e testemunhados, É SUBESTIMAR MINHA INTELIGÊNCIA E ME CONSIDERAR UMA IDIOTA QUE NÃO SABE O QUE ESTÁ FALANDO!!!!!

Confiram as fotos dos animais e o canil onde estão em observação já que o procedimento foi feito no último dia 11 de maio. Aliás, fica desde já o aviso que se sumirem com os cães será a comprovação da ilegalidade considerando que no Município existe um decreto que proíbe qualquer tipo de experimentação com animais em unidades municipais de veterinária.


Confiram abaixo a matéria feita pelo Jornal O Globo publicada no On Line às 20:26hs de ontem falando sobre tudo isto, inclusive, com a SubSecretária dizendo que a castração química feita em dois cachorros  é uma "inverdade".... Hein? O Veterinário Rodrigo, com quem falei pelo telefone, disse que ela sabia sim da tal "apresentação" do produto e que eu deveria solicitar mais informações com ela. E aí, como ficamos?

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Há relatos de lugares sujos de fezes e escassez de funcionários. Comissão da Câmara vistoriou o local e encontrou irregularidades

Gaiolas de gatos sujas e com água contaminada por fezes Foto: Divulgação
  
RIO - Defensores de animais relatam maus-tratos, falta de higiene e até o uso de castração química no Centro de Proteção Animal da Secretaria Especial de Promoção e Defesa dos Animais (Sepda), instalado na Fazenda Modelo, em Guaratiba, na Zona Oeste do Rio. Devido a inúmeras denúncias, a Comissão dos Direitos dos Animais da Câmara Municipal do Rio fez uma vistoria no local no último dia 15 para atestar as condições do espaço, que tem 13 mil metros quadrados e é o principal abrigo de aminais da prefeitura. Atualmente, com 839 bichos.

Os vereadores Luiz Carlos Ramos Filho (PTN) e João Ricardo Ribas (PMDB) estiveram no local acompanhados de representantes da sociedade civil, que afirmam terem sido constatados vários problemas. Após a visita, foi elencada uma lista de medidas urgentes que devem ser implementadas nas instalações.

— Inicialmente, o foco foi verificar as condições de habitabilidade dos animais lá abrigados, como cães, felinos e também equinos. Agora estamos avaliando a situação e vamos fazer um relatório, que será encaminhado à Sepda para que ela tome as providências necessárias. Realmente, as instalações de lá estão inadequadas. Também é preciso mais funcionários para cuidar dos animais. Além disso, encontramos ração de menos qualidade, mas a subsecretaria disse que essa questão já está sendo resolvida — afirmou Luiz Carlos Ramos Filho.

Para o vereador, o ideal é reformular totalmente a Fazenda Modelo:
— Aquilo é uma colcha de retalhos. Ali poderia ser feito um grande centro de atendimento animal, com hospital veterinário, postos de vacinação e tudo mais. Tem que reformular toda a estrutura. Mas é um programa de suma importância para a população. O poder público precisa ver essa questão.

Segundo os protetores, durante a visita foram encontrados gatos com esporotricose e tantos outros em gaiolas, em situação de maus-tratos. Eles sugerem a construção de espaços de alvenaria para manter os animais enfermos, que necessitam isolamento.

Voluntários divulgaram fotos que mostram a situação do local. Nas imagens, é possível ver as gaiolas sujas onde ficam os gatos. Alguns animais comem e bebem em recipientes com fezes. De acordo com eles, o canil aparece completamente inadequado e com cheiro de xixi insuportável.

Segundo a veterinária Andrea Lambert, da ONG Anida (Associação Nacional de Implementação dos Direitos dos Animais), alguns animais chegam no espaço ainda filhotes e ali crescem presos em pequenas gaiolas, sem conseguir se movimentar.

Além das péssimas condições relatadas, cuidadores afirmam que dois cães sofreram castrações química no dia 11 de maio. Trata-se de uma injeção que deixa os machos inférteis. O procedimento ainda não foi regulamentado no município. A ONGs acusam a prefeitura de estar desrespeitando um decreto municipal (Decreto 19.432, de 1º de Janeiro de 2001), que proíbe a prática de vivisseção e de experiências com animais nas instituições veterinárias públicas municipais.

— Perdemos duas chances de adoção para um cão porque ele estava em quarentena de 30 dias após passar pela castração química. Os funcionários estão sem receber a dois meses e estão sendo ameaçados. Não podem tirar fotos nem fazer vídeos do local, que são ameaçados de demissão. A situação está insustentável — disse Raquel Barreto, que afirma ter sido demitida na última segunda-feira por ter participado de uma audiência pública na Câmara do Rio sobre a situação da Fazenda Modelo e também por ter comentado o caso nas redes sociais. Ela era responsável pelo setor de doação de animais da Fazenda Modelo.

A subsecretária de Promoção e Defesa dos Animais, Suzane Rizzo, disse que as denúncias não procedem.
— São informações falsas. Essas pessoas estão chateadas porque tivemos que fazer uma série de mudanças na Fazenda, trocar algumas pessoas. Isso gerou insatisfação — alega a médica veterinária.

Sobre o relato de uso de castração química no local, Suzane Rizzo afirmou que isso é uma inverdade.
— Nós fazemos a castração tradicional com cirurgia. Isso é uma briga política. Temos vários mutirões de castração. Estamos com parcerias com universidades. É claro que, com poucos recursos, temos dificuldades. Encontrei, por exemplo, uma dívida de R$ 1,5 milhão da antiga gestão. Mas estamos com muito enfoque nos animais — disse a subsecretária, informando que no início de junho será inaugurado o primeiro posto de saúde animal em Santa Cruz, na Zona Oeste.

— Será um posto de castração que vai ter vacinação e, futuramente distribuição de remédio para esporotricose. A instalação será num contêiner com ar condicionado para que o bem estar da população, enquanto ela aguarda o atendimento aos animais.

VEJA AS MUDANÇAS SUGERIDAS PELOS CUIDADORES DE ANIMAIS
Após visita ao local, a Comissão dos Direitos dos Animais da Câmara do Rio sugeriu algumas mudanças a serem adotadas na Fazenda Modelo. Confira as sugestões:

- Providenciar vacinas suficientes para atendimento aos animais que, porventura, não tenham sido vacinados.
- Fixar prontuários médicos nas gaiolas dos animais alojados.
- Apresentar à comissão certificado de dedetização do local.
- Fazer contato com a Comlurb para imediato corte de grama, retirada de entulhos, limpeza de valas e matos em toda a extensão da Fazenda Modelo.
- Colocar instalações adequadas para animais enfermos.
- Colocar azulejar nos canis.
- Preservar higiene das instalações e pintar as mesmas.
- Repor profissionais demitidos.
- Aumentar a equipe de tratadores e auxiliares de enfermagem para atendimento 24 horas.
- Instalar divisões para manter gatos sadios separados dos testados para Fiv/Felv positivo.
- Solução adequada para animais apreendidos e que aguardam decisão judicial.
- Providenciar compra de medicamentos para atender qualquer necessidade de saúde dos animais abrigados seja cachorro, gato ou cavalo.
- Separar cães medrosos de outros que os aterrorizam.






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26/05/2017

Casinhas de cachorros de rua são vandalizadas e queimadas em Cascavel

Mais uma comprovação de que estou coberta de razão por ser contra a colocação destas casinhas para cães nas ruas..... seria muito bom se não existissem "serumanos" soltos neste mundo de Deus!!!! Colocar os animais em perigo é o único resultado destas atitudes que considero até irresponsáveis. Faz casinha para uma ONG, para pessoas sem recursos e até para aqueles que vivem de favor em comercio, estacionamento e outros lugares é muito válido. Mas, na rua, nunca!!!!! Confiram a quantidade de casos AQUI.
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Animais foram encontrados deitados em meio aos destroços
Várias casinhas construídas para abrigar cães abandonados que moram nas ruas, feitas por protetores de animais, foram queimadas no jardim Gramado em Cascavel.O vídeo publicado nas redes sociais mostra o estrago, onde até mesmo as panelas de comidas foram queimadas. As casas foram feitas para cachorros de rua na cidade e o fato indignou.

Os animais foram encontrados deitados em meio aos destroços e agora os protetores estão em busca de lares para eles. São seis animais, 3 machos e 3 fêmeas castradas que precisam de abrigo pois correm o risco de serem mortos.




Fonte: Redação Catve.com

21/03/2017

Vídeo que revela galo de mais de um metro choca internautas


Eu li esta matéria e fiquei só pensando na reação das pessoas ao pensar em panela para cozinhar o bicho.....Que horror!!!! o cara nem avalia a beleza do bicho e fica feliz por sua existência... pensa logo em vê-lo morto no prato....  
                                                     
Daí fui pesquisar um pouco mais e achei um vídeo sobre a criação de galo índio gigante.... Galos valem 30 a 40 mil reais.... O cara fala que dá mais lucro criar um galo do que um boi..... Minha Santa dos Caracóis Vermelhos, olha p´ra isto!!!!!!
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Imagens nas redes sociais mostram animais de mais de um metro de comprimento, que deixaram os usuários da internet perplexos 

Um vídeo de um galo gigante tem movimentado as redes sociais nos últimos dias. A princípio, você só vê a cabeça da ave e não nota nada de impactante. Porém, quando ela sai da casinha... O impacto acontece. Entre os muito comentários acerca do vídeo polêmico, há quem disse que gostaria de acreditar que, na realidade, seja alguma pessoa que resolveu se fantasiar, por exemplo. Mas, a verdade é: sim, galos deste tamanho existem e as imagens são verídicas.


Segundo as informações da rede "CNN", o galo em questão tem todas as características de um frango Brahma, uma grande raça de frangos cultivada nos Estados Unidos. Por um tempo, na virada do século 20, eles eram a raça de carne mais procurada no país.

De fato, cada um desses monstros poderia alimentar uma família de quatro pessoas, por aproximadamente, uma semana. Mas já há pessoas que já pensaram sobre o trabalho que daria cozinhar um animal desse tamanho. É, vamos combinar: haja panela!

Gigantes do Brasil
Se você achou que essas aves gigantes estão fora da realidade brasileira, pensou errado. O negócio aqui no Brasil é tão sério que existe uma fazenda, em Minas Gerais, especializada na criação dessa espécie.

No site do "Galo Gigante", além de poder comprar ovos, pintinhos, galinhas e galos de até 1,13 metros, é possível encontrar a explicação por trás desses gigantes. "O Índio Gigante são aves popularmente conhecidas como o 'Nelore' das aves caipiras e têm sido cada vez mais adquiridas por pequenos produtores rurais que têm como objetivo melhorar o seu galinheiro e ou criar aves exóticas".

Segundo o site, as aves são resultado de melhoramento genético que foi realizado pelo cruzamento de diferentes raças, com base na herança de genes transmitida pelas aves de briga. "A origem do índio gigante está intimamente ligada aos criatórios de aves combatentes. Percebendo que essas aves poderiam ser aproveitadas como linhagem de corte, em função de suas características desejáveis como massa muscular avantajada, resistência e rusticidade, elas tiveram grande aceitação entre criadores de aves caipiras."

Os valores de um galo da fazenda mineira variam de acordo com o tamanho da ave, podendo chegar a aproximadamente R$ 4 mil.

18/03/2017

Novo vídeo mostra cachorro preso sem alimento e água - Belém


Pelo amor de Deus!!!! algum companheiro de Belém para ver este caso!!!!! olhem no vídeo o sofrimento do pobre animal.....
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Vídeo que denuncia maus tratos mobilizou internautas.
Segundo denúncia, cachorro passa semanas preso e sem cuidados.

Um vídeo publicado nas redes sociais mostra mais um caso de maus tratos contra animais. Segundo a denúncia, um cachorro é mantido preso desde janeiro em uma casinha e quase não recebe alimentação e água.

O vídeo foi registrado nesta sexta-feira (17), na avenida Fernando Guilhon, bairro do Jurunas, e mobilizou internautas de diversas cidades do país.


Nas imagens, o animal aparece latindo muito, preso em uma casinha, localizada em um quintal repleto de restos de materiais de construção e mato. O autor do vídeo, que pediu para não ser identificado, conversou com o G1 e disse que o animal é mantido preso desde janeiro deste ano.

"Esse cachorro não sai da casinha para fazer suas necessidades. Na verdade, não sai da casinha em hipótese alguma. Se botam comida diariamente ou não também nunca vi. Observei que o animal faz suas necessidades nesse lugar. O animal late, grita até cansar", relatou a pessoa denunciante, que mora ao lado do terreno onde vive o cachorro. 

Após denunciar o caso à Delegacia Especializada em Meio Ambiente (Dema), sem obter nenhuma solução, o denunciante gravou a situação do cachorro e postou na internet, na expectativa de que gerasse repercussão e chamasse a atenção das autoridades.

"Já liguei pra polícia, que disse não poder fazer nada, ligo para Dema desde janeiro e não obtive resposta. Ninguém aguenta mais ver o bicho nesse estado", denunciou. "Assim como o vídeo da cachorrinha sendo arrastada viralizou, eu espero que esse também chegue a algum órgão responsável", declarou.

O denunciante se refere ao caso de uma cachorro filhote, arrastada por uma moto. Um vídeo captado de celular na tarde do último domingo (12) registrou maus-tratos contra um filhote de cachorro no bairro do Tapanã, em Belém. O vídeo causou grande mobilização nas redes sociais. A mulher que aparece pilotando a moto foi detida, e o cachorro foi resgatado e adotado.

O G1 entrou em contato com a Dema e aguarda posicionamento.

Fonte: G1 Pará - Rede Liberal - 17/03/17

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ATUALIZAÇÃO:
Cachorro foi resgatado

26/02/2017

Domingo dos Leitores - 26/02/2017

Hoje estou inovando. Além dos banners, gifs e vídeos engraçados enviados pelos nossos leitores amados Verônica Santos, Cris Calisto, Bá Alves, Selma Castanheira, Jorge Romano, Vilma, Jusilei e Carlos, incluí uma música. Ela se chama Casinha Branca do compositor Peninha cantada pela Bethânia. Vejam se gostam..... É um clássico da MPB.

24/02/2017

Professora gasta até R$ 6 mil com ração para gatos abandonados na UFMT

Aqui, acolá, as mesmas protetoras dedicadas a alimentarem estes pobres animais vítimas da negligencia humana....
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A superpopulação de gatos se tornou um problema institucional na UFMT: são cerca de 1000 animais em todo câmpus e o número tem crescido nos últimos anos

A professora Marlene Gonçalves, de 49 anos e pouco mais de um metro de altura, desfila seus cabelos brancos e brilhantes pelo saguão do Instituto de Linguagens da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). São 8h da manhã quando o primeiro felino aparece. Os gatos se escondem nos bueiros e escombros do bloco e

22/02/2017

Conheça Negão, o cachorro que ganhou um 'emprego' num posto de gasolina

Que coisa mais linda, minha Santa da Fofura!!!!!!
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'Ele tem uma função comercial: vai até os clientes, joga seu charme', diz a dona

Posto de gasolina é tudo igual? Nem sempre. Um posto localizado na avenida Francisco Ferreira Lopes, em Mogi das Cruzes (SP) tem um atrativo bem especial: um dos 'funcionários' é Negão, um cachorro que usa crachá e boné personalizados e recebe os clientes com muito entusiasmo.

"Os clientes o amam! Alguns até levam brinquedinhos para ele. A função dele é

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