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01/07/2014

Crescem os embarques de boi em pé pelo porto de São Sebastião - SP



Sinto falta que aqui no país não tenhamos uma ONG com condições de peitar uma situação desta. É preciso ter um povo com cultura suficiente para bancar as despesas de um trabalho como este. Precisamos nos tornar profissionais na defesa animal como as grandes ONGs como PETA, Animals Austrália, SPCA e outras tantas.... Chegamos lá um dia....
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Crescem os embarques de boi em pé pelo porto de São Sebastião  © 2000 – 2014. Todos os direitos reservados ao Valor Econômico S.A. . Verifique nossos Termos de Uso em http://www.valor.com.br/termos-de-uso. Este material não pode ser publicado, reescrito, redistribuído ou transmitido por broadcast sem autorização do Valor Econômico.   Leia mais em:  http://www.valor.com.br/agro/3588558/crescem-os-embarques-de-boi-em-pe-pelo-porto-de-sao-sebastiao#ixzz3615RLK5z
As exportações de boi em pé têm crescido no porto de São Sebastião, em São Paulo. Segundo a Wilson Sons Agência, a demanda está sendo puxada pela valorização do dólar. 

De acordo com a empresa, o primeiro embarque do ano, realizado no mês passado, exportou 1.973 cabeças de búfalo, tendo como destino o porto de Puerto Cabello, em Carabobo, na Venezuela.

O próximo embarque, de 2 mil cabeças, é previsto para o dia 24 deste mês. A expectativa da filial é de

08/01/2016

Bahia pode exportar boi em pé este ano

Outro estado que está querendo fazer a gracinha..... Céus, o que fazer? Pará, Maranhão, RS e agora Bahia? é dose!!!!!!
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O volume de exportação pelo porto de Ilhéus é estimado em 200 mil bois por ano

Possuidora do maior rebanho bovino do Nordeste brasileiro, com cerca 10,5 milhões de cabeças, a Bahia começa o ano de 2016 dando largos passos para introduzir a carne bovina no mercado internacional, através da exportação de boi em pé, pelo porto de Ilhéus.

A primeira exportação seria de cinco mil animais para o Egito, através da empresa australiana

22/03/2017

Engenharia do “bife perfeito” envolve até spa bovino....

Acho que vale a pena esta leitura para a convicção do que é bem-estar de animais de produção. Vale a pena? é o comer "sem culpa"?
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Genética, nutrição e uma dose razoável de compaixão pelos animais. Tudo em nome de um objetivo saboroso: criar bois que só tenham carne de primeira

A estrela do jantar merecia tratamento especial. Até improvisei uma churrasqueira sobre o fogão para receber 2182.

Filho do touro australiano Equator e da vaca brasileira 5630, ele nasceu na fazenda Cabaça, município de Alcinópolis, Mato Grosso do Sul.

Tinha exatos 681 dias de idade quando morreu, em 2 de outubro de 2016, com um tiro de ar comprimido na testa e cortes de faca nas artérias carótidas.

Eu também estava lá, no frigorífico Olhos d’Água, em Ipuã – cidadezinha nos confins setentrionais do Estado de São Paulo.

Acompanhei os últimos passos de 2182, enquanto ele era conduzido para o abate.

Presenciei o processo até o momento em que sua carcaça, serrada pela metade, entrou na câmara fria do matadouro.

Agora 2182 estava na minha casa. Ou melhor, algumas partes dele: pedaços do braço e do lombo.

O boi, lindo exemplar da raça australian angus – de couro negro e lustroso –, transformara-se no melhor churrasco que já comi na vida.

Mesmo quem gosta de carne sente algum desconforto ao ser confrontado com informações tão cruas.

Mas os bifes não nascem em embalagens plásticas fechadas a vácuo: é importante aceitar o fato de que a dieta carnívora implica a morte de bois, porcos e frangos.

Um bom boi se transformará em boa carne, enquanto um boi meia-boca tem carne de qualidade inferior.

Conhecer o histórico do animal – sua genética, como ele foi criado e como foi abatido – é mais importante do que entender detalhes da procedência do vinho ou do queijo.

Porque, além de consumir um produto melhor, você pode deixar de compactuar com crueldades desnecessárias.

Rastreabilidade total é a meta do pecuarista e engenheiro Antônio Ricardo Sechis, dono da marca Beef Passion.

Isso significa acompanhar a vida do bovino, desde o nascimento até o momento em que chega às mãos de chefs do calibre de Alex Atala e Roberta Sudbrack.

Para tanto, o criador se municia de planilhas com idade, histórico do peso, filiação, composição genética, todos os deslocamentos e até notas de comportamento de cada indivíduo do rebanho.

O propósito de tanto controle é identificar onde ocorrem as eventuais falhas na cadeia produtiva – e aperfeiçoá-la para entregar ao mercado carnes com a melhor composição possível de proteínas
e gorduras.

Sechis é um pecuarista sui generis. Os currais de engorda de sua propriedade em Nhandeara – cidade natal do fazendeiro, no noroeste paulista – ostentam uma placa com a seguinte inscrição: “Spa Bovino”.

Alto-falantes reproduzem música suave, e nebulizadores aspergem gotículas de água para aliviar o calor.

Atirada pelo fazendeiro, uma bola de pilates rola entre os bois.

Eles não dão muita pelota para o brinquedo. E há mais equipamentos ali: um saco de areia, usado em treinos de boxe, faz as vezes de coçador de costas dos bovinos.

Enquanto mostra as instalações, Sechis negocia a compra de instrumentos específicos para esse fim.

Um braço segura o celular enquanto o outro é insistentemente lambido por um animal identificado pelo número 1569.

Sechis retribui com afagos e uma vigorosa massagem. Não é artimanha nem excentricidade.

A preocupação com o bem-estar do rebanho, entre outras práticas ambientalmente corretas, rendeu a Sechis a certificação da Rainforest Alliance.

As carnes da Beef Passion estão entre as cinco no Brasil a receber o selo de sustentabilidade da ONG.

“Não se trata de um selo orgânico ou garantia de qualidade”, diz Luís Fernando Guedes Pinto, gerente de certificação do Imaflora, em Piracicaba (SP).

O instituto, responsável no Brasil pelo certificado sustentável, avalia os impactos ambientais da operação, o tratamento dado aos animais e as relações do produtor com seus funcionários.

Além de fornecer música e coçadelas, ele monitora obsessivamente a alimentação, a saúde e o comportamento dos bois.

Uma de suas prioridades é reduzir o stress dos animais em todas as fases da criação – o momento do abate é crítico.

O prêmio por tal esforço não é a admiração dos ativistas do PETA, mas uma operação eficiente e lucrativa.

Todos os cuidados no manejo, somados à seleção genética e ao exercício do bom-senso, compensam o criador com um valor agregado descomunal.

Ele fez naturalmente aquilo que a indústria da carne vem tentando há pelo menos uma década: demonstrar ao consumidor que não existe carne de segunda.

E assim obter uma boa margem de lucro com todos os cortes, do filé ao acém.

Brasil, mostra tua vaca

Apesar do gosto do brasileiro por carne, nossa pecuária acumula um longo histórico de descaso com a qualidade.

O clima quente nos obrigou a optar pelo gado zebuíno, resistente à canícula do interior do País – e às pragas que decorrem do calor.

Ocorre que esses animais são originários da Índia, onde o consumo de carne bovina é quase nulo.

Assim, de nada adiantou a sabedoria milenar indiana: peça de adoração religiosa, a vaca nunca foi objeto de seleção artificial para a alimentação humana.

Os bois de linhagem zebuína, como os das raças nelore e gir, se caracterizam pela corcova nas costas – o cupim – e pela distribuição peculiar da gordura.

Nesses animais, as reservas energéticas se acumulam ao redor dos grupos musculares.

Formam capas de gordura como a do contrafilé e da picanha. Já nas raças taurinas, de origem europeia, o tecido adiposo se infiltra também nas fibras dos músculos.

O resultado é o que se chama de marmoreio. A gordura entremeada, sob a ação do calor, irriga a carne.

Preserva a umidade e acrescenta sabor. Nos zebuínos, a carne em si é magra e se resseca com facilidade.

Transplantados para a imensidão do Brasil, bois zebus encontraram fazendeiros desinteressados em trabalhar na melhoria da carne.

As pastagens eram amplas, os bois, abundantes. Ganhava-se no volume.

Disseminou-se por estas plagas a chamada pecuária extensiva, em que as reses são livres para pastar e caminhar – do nascimento até o dia em que sobem a rampa do caminhão para o abatedouro. Esse regime de criação resulta em bois magros e musculosos.

A carne brasileira era dura, com alguns pedaços ainda mais duros. Filé mignon e picanha eram os únicos realmente macios.

Churrasqueiros mais audazes exercitavam as mandíbulas com costela, fraldinha e maminha.

O contrafilé era um bife passável. Patinho, alcatra e coxão mole precisavam de umas marteladas para romper as fibras.

O resto – todo o dianteiro e boa parte do traseiro do boi – era carne de segunda.

O consumidor brasileiro aceitou esse padrão de qualidade até a virada do século, quando ficou barato viajar a Buenos Aires e provar um delicioso asado de bife de chorizo.

Com o peso argentino em baixa, os criadores do país vizinho inundaram nosso mercado com carne boa.

Os pecuaristas brasileiros, então, precisaram correr atrás. Introduziram raças europeias.

Ampliaram práticas de manejo, como o confinamento, em que o boi passa algumas semanas à base de ração para a engorda final.

Também investiram em pesquisa tecnológica – e o papel da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) foi fundamental nesse particular.

Hoje o Brasil produz carne de boa qualidade. O investimento, contudo, encareceu o produto final.

Para manter a lucratividade, o setor precisou repassar o aumento. Só que um boi tem apenas duas picanhas.

O preço máximo que o consumidor se dispõe a pagar pela picanha já foi atingido.

A nova fronteira dos pecuaristas está na antiga carne de segunda.

Mesmo os criadores de raças com grife, como a japonesa wagyu, só conseguem emplacar seus preços altos – para não dizer exorbitantes – nos tradicionais cortes “de primeira”.

Para ganhar mais, o setor deve convencer o seu Zé e a dona Maria de que acém, coxão duro, peito, braço, músculo e rabada podem, sim, ser tudo de bom.

A indústria, personificada em corporações como JBS (marcas Friboi e Swift) e Marfrig, tem feito campanhas mais ou menos explícitas nesse sentido.

Mas ainda não ousa sugerir churrasco de acém ao seu Zé. No máximo, um hambúrguer.

As carnes da Beef Passion estão um passo adiante.

A empresa não tem pudor algum em vender cortes de dianteiro para churrasco, pois suas carnes “de segunda” são tão macias quanto uma boa picanha.

E pratica preços condizentes com o poder aquisitivo de Higienópolis, bairro nobre paulistano onde a loja física da marca se instalou.

Um naco de bistec passion, corte do ombro do boi, custa R$ 80 o quilo. Em açougues populares, o acém é vendido por 20% desse valor.

Anatomicamente, estamos falando do mesmo grupo muscular bovino. Para fins gastronômicos, no entanto, são carnes bem diferentes.

A construção do boi

Estamos no século 21: uma fazenda de gado moderna possui centenas ou milhares de novilhos, um número semelhante de vacas reprodutoras e nenhum touro.

Um boi não conhece o pai, muito menos o fato de que pasta com uma multidão de meios-irmãos.

O sêmen de um único touro – que pode morar na Austrália ou no Japão – gera centenas de animais.

O comércio internacional de sêmen possibilitou experiências com linhagens de prestígio: angus, hereford, wagyu e qualquer coisa que não seja zebu.

Sechis trabalha com duas bases genéticas. Uma é a do angus australiano, incomum no Brasil.

A outra base genética é a do gado japonês wagyu, que fez fama mundial por causa do kobe beef: fatias finas de carne com altíssimo grau de marmoreio.

Essa genética, então, mistura-se à dos zebuínos.

O sêmen do angus fertiliza vacas 100% nelore, resultando em animais de meio-sangue; as matrizes do wagyu são vacas dessa mescla angus-nelore.

As cruzas têm a aparência física do pai: tanto o angus quanto o wagyu têm pelo preto e lustroso.

O gado japonês é um tanto mais robusto.

Os bois, porém, guardam características de gado zebu. A mais desejada é a tolerância ao calor brasileiro.

“Existe um ou outro criador de raça pura”, diz Sechis. “Não dá certo: o animal se estressa demais.”

Sob o sol do cerrado brasileiro, um boi campeão europeu equivale a uma Ferrari no trânsito de São Paulo.

As etiquetas angus e wagyu jogam os preços lá em cima, mas não garantem a qualidade da carne.

O trabalho do pecuarista apenas começa quando ele fecha a compra do sêmen de grife.

No “spa” de Nhandeara, os bois recebem alimentação desenvolvida em conjunto com a Unesp em São José do Rio Preto.

No momento, a ração do rebanho ganha o reforço da soja em grãos – o usual é dar farelo de soja, bem mais barato e menos nutritivo.

Com a ajuda dos universitários, estão em experiência outras duas alternativas: girassol e linhaça.

A ideia é comparar o perfil da gordura criada a partir de cada uma das sementes, adicionadas à dieta de bois separados em currais de teste.

O agrônomo Aloísio Cury se dirige ao curral dos animais alimentados com linhaça e chama o patrão.

“Sente o cheiro de peixe?”, pergunta. O odor vem das fezes dos bois. Sechis assente e comenta: “É o ômega 3 da linhaça”.

O empresário está empenhado em produzir carne com gorduras saudáveis – ainda assim, não deve incluir a linhaça na ração caso ela deixe o bife com gosto de sardinha.

Quanto ao bem-estar dos animais, ele envolve desde a higiene dos estábulos até a música napolitana que sai dos alto-falantes.

“O boi não pode ficar com medo do homem”, afirma o pecuarista.

Os cuidados para não melindrar a manada incluem mimos como os coçadores e as bolas para brincar, ração especial como recompensa cada vez que o bicho é separado dos amigos – para tomar vacina, por exemplo – e o manejo com os peões a pé.

Homens montados a cavalo assustam a boiada.

Por conta da tempestade hormonal que provocam, a tensão e o medo enrijecem a musculatura do boi. Por isso o abate é tão delicado.

Do boi ao bife

O dia começa cedo no Frigorífico Olhos d’Água, em Ipuã.

Mais cedo ainda para quem precisa acompanhar o abate dos bois da Beef Passion.

Para chegar ao destino às 6h, hora em que o primeiro boi vai ao chão, deve-se sair de Nhandeara pelo menos três horas antes.

Todos os funcionários vestem branco e afiam seus facões enquanto conversam sobre banalidades.

Os bois estão em um corredor chamado brete, atrás do abatedouro, sendo lavados pela última vez.

Quando todos estão a postos, o primeiro da fila – o macho 2182 – é conduzido por uma moça que empunha uma bandeirola.

Por determinação de Sechis, seus bois não são tocados com varas de choque elétrico.

E apenas mulheres devem encaminhar os animais ao abate.

Quando um alçapão se abre para fechar em seguida, 2182 está só com um trabalhador do frigorífico.

Este lhe aplica um tiro de ar comprimido bem no meio da testa. O animal desmorona , já em morte cerebral.É desnecessário descrever o restante do processo.

Apenas vale mencionar que o local é limpo, sem odores fortes e sem gritos. Ainda assim, o dono da Beef Passion não está plenamente satisfeito.

Ele aponta o compartimento em que o boi vai a nocaute: “Quando a comporta se abre, os outros podem ver todo o trabalho no abatedouro.”

Antônio Ricardo Sechis está de mudança para um novo frigorífico, em Fernandópolis, bem mais perto de Nhandeara.

Lá, as coisas devem ser feitas ao seu modo.

A música na antessala será a mesma dos currais. Uma curva estratégica vai impedir que a fila de bois antecipe o seu destino.

Com essa estrutura, o criador pretende passar a produzir também embutidos de carne bovina.

Além de iguarias improváveis, como patê de fígado e gordura para o uso em confeitaria.

Durante o abate em Ipuã, o pecuarista manteve o olhar fixo na planilha com as informações de cada bovino.

“Nunca matei um animal na minha vida”, diz ele, que tem 25 bichos de estimação – 18 cachorros e sete gatos – no sítio em Nhandeara e em Brasília, onde mora a maior parte do tempo.

“Uma ou outra galinha, para a minha mãe”, corrige logo depois.

Pode parecer contraditório, mas Sechis busca conciliar o amor pelos animais com a atividade de mercador de carne bovina.

Todo o manejo de seu rebanho converge para a morte indolor – e, acima de tudo, inesperada – dos bois e vacas.

“Eles morrem no auge da forma física. Pensam que vão tomar uma vacina e, de repente, bum! Tudo acaba”, comenta.

“Eu gostaria de morrer assim.”

FONTE: exame.abril

31/01/2014

Fotos de navio-curral e artigo sobre a exploração no Brasil de transporte carga viva - SP

Nosso leitor Jonnhy nos mandou fotos do Porto São Sebastião..... Vejam navios que levam o que eles chamam de "carga em pé"..... que nojo, gente!!!!! precisamos fazer alguma coisa..... Continuo convocando as ONG´s companheiras para decisão coletiva..... precisamos agir, urgentemente!!!!! O cara que escreveu o artigo é um explorador do mercado e diz que é um negócio novo no Brasil.... vamos aceitar ser mais um país que exporta animais para tortura em outros paises?

15/02/2017

Foto de dupla pisando em boi durante cavalgada causa polêmica na web

Reparem que o guri está com esporas.... nojento..... qual o prazer? argh, que raiva!!!!
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Homem e garoto posaram em pé sobre a barriga do animal, em Itauçu.
Polícia apura crime de abuso e maus-tratos; pena é de até 1 anos de prisão.

A foto de um boi deitado no chão com um homem e uma criança em cima após uma cavalgada causaram polêmica nas redes sociais. Um grupo de defesa dos animais fez uma nota de repúdio contra o ato e seguidores começaram uma discussão, alguns criticando e outros falando que não havia nenhum problema no ato.

A postagem foi feita após a 1ª Cavalgada do

09/07/2017

Os cuidados especiais oferecidos aos bichos do Zoo de São Paulo

O macho Pororó, de 11 anos: cuidados bucais até quatro vezes
por semana (Antonio Milena/Veja SP)
Embora saibamos que é um investimento, pelo menos os animais são beneficiados, né mesmo? A matéria está bem interessante. Tem coisa que nem imaginava.
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De acupuntura em cobra a tratamento dentário em hipopótamo, curiosidades sobre os animais do endereço, disputado nas férias de julho

O Zoológico de São Paulo, na Água Funda, consiste em um programa concorrido nas férias de julho. Nessa época, o número de visitantes costuma inflar 65% em relação à média mensal, de 140 000 frequentadores. Crianças e adultos saem de casa interessados em conhecer espécies incomuns, a exemplo de elefantes, onças e chimpanzés.

São 3 000 exemplares de mamíferos, aves, répteis, anfíbios e invertebrados espalhados pelos 900 000 metros quadrados do local e do vizinho Zoo Safári, antigo Simba Safári, onde o passeio é feito de carro e parte dos animais fica solta. Entre as novidades da temporada, estão programadas a aparição de dois leões, um macho vindo da África do Sul e uma fêmea da Holanda, e a abertura de um recinto reformado para abrigar um macaco mono-carvoeiro.

Para cuidar dessa variada fauna, 340 funcionários encarregam-se das tarefas mais inusitadas. As atividades vão desde cozinhar refeições personalizadas, que podem envolver de camarão (para os flamingos) a mirtilo (para os tucanos), passando por ajudar na reprodução de animais em extinção, caso do mico-leão-dourado, até realizar acupuntura em uma serpente.

Dieta especial para a onça-pintada Nenê (Antonio Milena/Veja SP)
A equipe deve atender não apenas às peculiaridades de cada tipo de bicho, mas também às singularidades dos indivíduos desses grupos — por exemplo, um urso com problemas nas articulações (confira as histórias ao longo da reportagem).

Pelo fato de esses animais viverem em cativeiro, é preciso também pensar em ações para distraí-los e estimulá-los. Por isso, os zoológicos são alvo de críticas de muitos ativistas. No exterior, existe um forte movimento contra esses locais, principalmente no que diz respeito a combater a ideia de colocar os bichos em uma “vitrine” com o objetivo de ganhar dinheiro.

Nos Estados Unidos, no ano passado, ganhou notoriedade o caso do gorila Harambe, morto por tratadores depois de ter agarrado um menino de 3 anos que caiu em sua jaula. O episódio pôs em xeque a estrutura do espaço, sobretudo em relação ao preparo da equipe e à segurança dos animais e dos frequentadores.

Por aqui, as críticas se repetem. “No confinamento, os bichos podem adoecer, em nome do entretenimento”, explica Vania Plaza Nunes, veterinária e diretora técnica do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal. Mas não há um consenso entre os especialistas sobre o assunto. Chefe da divisão de veterinária do zoo, Fabrício Braga Rassy afirma que esse tipo de instituição traz valores de educação e conservação, além de promover pesquisas. “Buscamos sempre a saúde e o bem-estar dos animais.”

Fundação Parque Zoológico de São Paulo. Avenida Miguel Estéfano, 4241, Água Funda, ☎ 5073-0811 e 5058-0564. Seg. a dom., 9h às 17h. Grátis (até 5 anos), R$ 13,00 (6 a 12 anos) e R$ 35,00.

A arara Efigênio no momento da
radiografia (Alexandre Battibugli)
Zoo Safári. Seg. a dom., 10h às 17h. Veículo próprio: grátis (até 3 anos), R$ 15,00 (4 a 12 anos) e R$ 32,00. Vans do parque: grátis (até 3 anos), R$ 24,00 (4 a 12 anos) e R$ 32,00.

Raio-X necessário
Acostumado a ração, frutas e sementes, Efigênio andou comendo o que não devia. Em fevereiro, a equipe do zoo notou um comportamento estranho na arara-vermelha-macho: ela estava apática, evitava voar. Outro mau sinal: começara a arrancar as próprias penas. Após exames, descobriu-se que a ave havia ingerido partículas metálicas, provavelmente ao bicar a grade de proteção de seu recinto.

Por duas vezes, ela enfrentou um procedimento veterinário em que uma sonda com um ímã na ponta foi inserida pelo bico para livrar seu organismo dos corpos estranhos. Na segunda (3), Efigênio passou, muito a contragosto, por uma radiografia. A chapa mostrou que estava tudo bem. Em breve, o bicho (que chegou já adulto, em 1991, a São Paulo, vindo de um centro de triagem de… Araras, no interior) deve voltar à exposição para os visitantes.

A dupla de elefantas: vida em circo e
zoológico em situação de abandono
antes de chegar ao novo lar (Antonio Milena)
Trauma superado
As elefantas asiáticas Serva e Hangun, de aproximadamente 45 anos, passaram parte da vida em um circo. Depois, foram parar em um zoológico particular de Santa Catarina, fechado em 2011 devido à situação de abandono. Debilitadas, tiveram acolhimento no Zoológico de São Paulo. Antes do transporte rodoviário até aqui, percebeu-se que elas apresentavam trauma de barulho de correntes.  “Eram extremamente medrosas”, lembra o biólogo Cauê Monticelli, chefe do setor de mamíferos.

Na viagem, era preciso acorrentá- las — e assustar animais de 5 toneladas pode ser um problema. Para isso, houve treinamento
durante um mês. “Tentamos introduzir o som de forma mais rotineira, oferecendo melancia ou rapadura quando ele era produzido.” Tudo deu certo. Agora, um dos cuidados dispensados à dupla envolve “fazer as unhas”, que se desgastam menos do que na natureza e às vezes precisam ser lixadas.

Agulhas para ajudar na locomoção
A cobra adepta das agulhas
A fundação conta com diversos tratamentos alternativos no cuidado com seus animais. Há, por exemplo, terapias com LED e acupuntura, empregada principalmente em casos de problemas nas articulações. Entretanto, é inusitado o uso dessas agulhas terapêuticas em uma serpente. A cobra-cipó da foto, sem nome, de cerca de 80 centímetros de comprimento, chegou ao endereço em 2012. Recentemente, apresentou um processo degenerativo ósseo. Para melhorar a locomoção, virou adepta do tratamento há cerca de seis meses.

Sorriso em dia 
Os hipopótamos não são os tipos mais amigáveis da natureza. Tornam-se ágeis e bastante agressivos debaixo d’água. Pororó, de 11 anos e com 1 tonelada, criado em cativeiro, é uma das exceções. De três a quatro vezes por semana, o morador do Zoo Safári abre feliz a bocarra para deixar que escovem seus dentes. “Ele gosta também que cocem sua gengiva”, diz o biólogo Ariel Tandello.

O procedimento evita problemas dentários como inflamações e retira restos de capim, feno e ração que o bicho herbívoro come. Os tratadores ainda passam um cordão de náilon, como um fio dental. Fã de banhos de lama, Pororó desgasta os dentes ao morder pneus de trator disponíveis no recinto. É possível, no entanto, que a equipe do zoo precise serrá-los em breve, procedimento que é indolor.
Além de escovar os dentes, Pororó adora que cocem sua gengiva
O trabalho do “dentista” ajuda o bicho a se acostumar ao toque dos tratadores que monitoram as presas a fim de evitar que cresçam demais. Nesse caso, elas podem causar complicações graves.

Faustina: tratamento contra diabetes
Primata com diabetes
Faustina, de 33 anos, faz parte de um grupo de oito chimpanzés vindo de Lisboa. Além de ser líder do coletivo (aparta conflitos, estabelece a ordem entre os colegas e não se mostra nada submissa), ela possui outra peculiaridade: é diabética. Por causa disso, toma metformina duas vezes por dia. O remédio é misturado com suco natural despejado em uma garrafa de plástico, que ela abre com destreza.

Para que não haja briga, seus companheiros também ganham a bebida, mas apenas a de Faustina está “batizada”. Seus níveis de glicose são acompanhados com testes periódicos de sangue, que envolvem aquela picadinha no dedo. Fora isso, Faustina vive bem com os amigos, também muito inteligentes. O zoo promove sempre atividades que instigam seu raciocínio, além de outros passatempos — já rolou até sessão do filme O Rei Leão, acompanhada com atenção em uma TV colocada fora do alcance da macacada.

O urso-pardo Dingo, que passa por
tratamento especial contra osteoartrose
Cardápio restrito
Para as onças-pintadas, a dieta deve se mostrar estritamente carnívora. Em tempos de intolerantes a glúten, lactose e afins, a fêmea Nenê, de 10 anos, também tem suas restrições. Há cerca de dois anos, quando abocanhava principalmente carne de boi, além de frango e presas — pequenos roedores, por exemplo —, ela começou a ter acessos de vômito. Constataram-se alterações gastrointestinais e pancreatite. Desde então, a carne de boi foi substituída por pernil de porco.

O quilo do petisco ofertado quase diariamente representa aproximadamente um terço de sua alimentação para o período. Nenê faz jejum dois dias por semana. Recebe também medicação em pó, misturada nas refeições. Para distraírem o felino brincalhão, os cuidadores disponibilizam brinquedos, como bolas e mordedores, e dificultam seu acesso à comida (colocando-a em um local alto, por exemplo), a fim de estimular o instinto de caça.

Urso de ouro 
A idade parece ter chegado para o urso-pardo Dingo. O gigante de 340 quilos apresenta osteoartrose nas pernas. Por isso, demonstra dificuldade para ficar em pé e locomover-se. Estima-se que tenha aproximadamente 25 anos. Há cerca de três meses, o bicho saiu da área de exposição para tratamento, sem data para voltar. Precisa de acupuntura, mas não consegue passar por sessões frequentes, devido a seu grande porte. Por isso, recebeu quinze implantes de ouro a fim de estimular pontos de seu corpo.

Além disso, ingere remédios para controlar a dor, “escondidos” em sua fruta favorita, a melancia. É tratado com homeopatia há um ano. Os glóbulos são oferecidos em uma seringa, misturados com melaço (foto). Eles ajudam na parte comportamental. “Servem para acalmar”, explica a veterinária Maria Carolina Rocha, que executa essas terapias. “Ursos de cativeiro costumam mostrar comportamentos estereotipados, como fazer meneios de cabeça ou andar em círculos.”

Tuquinha: carona de van para chegar em casa (Alexandre Battibugli/Veja SP)
Carona de van
Nascida no último dia de 1999, no antigo Simba Safári, atual Zoo Safári, a macaca-aranha Tuquinha não bobeia. Em 2015, ela aproveitou uma brecha, quando um carro entrou em seu recinto, e escapuliu. Subiu na copa de árvores do parque e lá ficou, difícil de alcançar. Uma equipe de sete profissionais treinados para situações de fuga (incluindo um atirador de arma anestésica) foi acionada. A primata acabou monitorada durante cinco dias, após tentativas malsucedidas de captura.

Demorou pouco, entretanto, para que ela sentisse saudade de casa. Esperta, pulou no teto de uma das vans que fazem o percurso de 3,9 quilômetros do local com visitantes a bordo. Quando chegou ao seu recinto, saltou para dentro. “Ela devia saber que os carros passavam por lá, então esperou”, acredita o biólogo Cauê Monticelli. Tuquinha não fugiu mais, e os tratadores se mantêm de olho na sabichona.

FONTE: vejasp

07/09/2016

REVELAÇÃO: Choques, socos e pauladas: a vida do gado que vira bife

A matéria original foi feita pelo Repórter Brasil - Vida de Gado e está excelente porque mostra claramente o que acontece com os animais de consumo até ele chegar na mesa do consumidor. Agora as respostas do JBS (Friboi) é de doer os calos.....
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Gado é identificado com ferro quente em seu rosto
Um bezerro é queimado no rosto com um ferro quente em Mato Grosso, bois tomam choques elétricos para entrar em um caminhão em Goiás, um animal recebe pauladas ao atravessar um curral em São Paulo e um filhote recém-nascido é arrastado pelo pescoço no Mato Grosso do Sul.

Cenas como essas foram registradas pela Repórter Brasil em fazendas que fornecem gado à JBS, a maior produtora de proteína animal do mundo e dona de marcas como Friboi e Swift. As práticas dos seus fornecedores violam a política de bem-estar animal estabelecida pela própria empresa. Além disso, o tratamento dado aos bois tampouco segue as recomendações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) sobre o assunto.


Para averiguar como as fazendas fornecedoras da JBS tratam os animais, a Repórter Brasil percorreu quatro estados diferentes entre dezembro de 2015 e fevereiro de 2016. Os locais visitados constam

29/10/2017

PARTICIPEM: Campanha contra Exportação de Gado Vivo no Brasil

Em nosso blog vimos alertando à proteção animal do Brasil o drama dos animais transportados em navios que geralmente vão para Turquia, Egito e Líbano (oriente médio). Estes países compram os animais vivos porque matam os animais pelo método halal e kosher quando eles não podem ser atordoado. Ele é degolado seguindo preceitos religiosos judeus e muçulmanos. Algumas ONGs internacionais denunciam

30/01/2015

Exportação de gado vivo recua 6% em 2014

Esta desgraceira tinha que recuar 100%.... o transporte destes bichos é um terror para eles.... Se quiser ler nossas postagens a respeito CLIQUE AQUI
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Principal cliente brasileira, Venezuela teve crescimento tímido e Líbano registrou queda expressiva

A exportação de gado em pé recuou 6,2% em 2014. Foram embarcadas 645 mil cabeças no ano passado ante 688 mil em 2013, conforme dados do Ministério da Agricultura (Mapa). Em receita, a retração foi de 5,8%, para US$ 647,9 milhões. 

A Venezuela continua sendo o principal cliente brasileiro neste segmento e foi responsável por 82% da receita total do Brasil com a venda de animais vivos no ano de 2014. Foram US$ 555,1 milhões para 526 mil cabeças. As vendas para

19/11/2017

IMPERDÍVEL: Amazônia, história de um massacre. Um milhão de animais mortos no século 20

Para quem leva a sério representar a causa animal, sugiro a leitura desta matéria!!!!!o quanto o Brasil contribuiu para o uso de peles em casacos na Europa e tudo mais. Matéria excepcional!!!!! Divulguem!!!! As imagens que coloquei são das espécies vendidas.
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Documentos históricos revelam: até um milhão de animais foram mortos por ano no século 20, para abastecer mercado

04/11/2016

Manifestação Nacional Contra a Vaquejada

Duas manifestações estão sendo organizadas. ESTA AQUI é no dia 27/11.


 ENTREM NO LINK para saberem da que vai rolar no dia 13/11


Matéria importante:Veterinários mineiros se unem contra a vaquejada e sofrem represálias

Mesmo após o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) se posicionarem contra a prática da vaquejada no Brasil, tendo em vista os evidentes maus-tratos sofridos pelos animais, dez projetos ainda tramitam no Senado e na Câmara Federal propondo sua regularização. Em audiência pública realizada no último dia 25, tornou-se explícito que a preocupação dos manifestantes não visa o bem-estar animal, mas sim, os seus interesses pessoais. Inúmeros bovinos e equinos foram submetidos a mais de 25 horas de viagem, percorrendo cerca de 2000 quilômetros do

01/08/2017

Canoeiro rodeado por um grupo de peixes-boi - Flórida

Olha que imagens maravilhosas.... que prêmio este canoeiro recebeu da natureza, não? um grupo de peixes-boi em volta do seu barco......
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Imagens impressionantes de um grande grupo de peixes-boi que circulam por um canoeiro na costa da Flórida, EUA.  A fim de obter melhores imagens dos peixes-boi, o "canoético" mais tarde sai do barco e permite que os mamíferos marinhos se aproximem dele. 

"À medida que a maré entrou e a água muito rasa que estava em pé, consegui mais fundo, encontrei-me cercado de peixes-boi", ele escreveu on-line. "Embora seja ilegal tocar ou nadar com peixes-boi na maior parte da Flórida, eu não estava nadando com eles, e não os toquei, embora alguns deles mordiam minhas pernas", acrescentou.

Fonte: LiveLeak

17/11/2015

Biólogos e veterinários brigam por direito de anestesiar animais silvestres

ATUALIZAÇÃO ao final
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É uma encrenca das grandes. Estou mais com os veterinários que os biólogos.... a não ser que houvesse uma pós graduação no tema de anestesiar.... se bem que biólogo sempre pensa mais na espécie e veterinário pensa mais no indivíduo.... Como falei, a briga é grande!!!!
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Na selva, disputa por território é lei. Mas, na cidade, o clima pegou.

Biólogos e veterinários -ou melhor, seus conselhos- travam um embate de deixar a bicharada de orelha em pé.

Biólogos querem autonomia para anestesiar, fazer eutanásia e aplicar analgésicos em animais silvestres durante pesquisas de campo. Veterinários lutam pela

31/05/2013

Petição contra exportação de animais vivos para o Egito

Nossa colaboradora Áurea  nos enviou a petição que devemos assinar, sem dúvida... já está perto de 1 milhão.... precisamos todos comparecer. Leiam, por favor a tradução que ela, gentilmente, fez p´ra nós:
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From: aureaabrantes 
To: falabicho@falabicho.org.br
Subject: Ban Live export- Proibam a exportação de animais vivos
Date: Thu, 30 May 2013 11:32:21 +0000


Devido a um vídeo colocado na mídia Australiana, no início deste ano, onde um boi foi torturado antes de morrer ( patas quebradas, olhos perfurados à faca etc,) as exportações de gado vivo para o Egito foram suspensas, mais uma vez.

Entretanto, alguns membros do parlamento Australiano querem liberar novamente as exportações de gado "em pé" para o Egito pois a bancada pecuarista reclama de prejuízos; A Animals Australia conseguiu um forte aliado no parlamento- O MP independente Andrew Wilkie, que após assistir ao vídeo levado ao ar,  horrorizado com as cenas, desafiou a Primeira Ministra Julia Gillard a pressionar o Egito a implementar leis de manuseio e métodos de abate (e aí vem a palavra que muitos discordam) "humano", onde o animal é parcialmente desensibilizado com pistola pneumática, antes de ser "sangrado". 

Caso isso não seja possível,  Andrew Wilkie pede o fim das exportações de gado vivo pois o Egito desrespeita as leis australianas e viola os tratados da OIC . Assim, ele sugere que voltem ao sistema de abate de animais no solo Australiano sob a supervisão de um religioso muçulmano ( esta foi a "desculpa" para re-iniciar o comércio de animais vivos) e que a carne seja então transportada em navios refrigerados, que já existem e foram desativados para dar lugar ao comércio de animais vivos,  para o Egito e outros países muçulmanos.

A Animals Australia enviou um boletim aos ativistas e colaboradores da ONG, pedindo que escrevam cartas ao Ministro da Agricultura do Egito, pedindo que criem e implementem leis de bem-estar no manuseio e abate de animais naquele país, equivalentes às existentes na Australia, ou que, caso isso não seja possível, substitua as exportações de animais vivos por animais abatidos em solo australiano e exportados  em navios refrigerados,para o Egito.

P.S. Vale lembrar que o Brasil é o segundo país exportador de "gado em pé" para o Egito, caso a Australia páre com suas exportaçòes, nossos animais irão ocupar este mercado. Assim, precisamos colocar a mão na massa e juntar esforços com as ONGS Internacionais que lutam para acabar com este comércio miserável de dor e sofrimento.

wilkie-holding-photo.jpg


If Julia Gillard and Tony Abbott will not personally guarantee that animals will not be abused in the live export trade, then they should support an to end live export.  Independent MP, Andrew Wilkie, in Canberra.

Tradução:
"Se Julia Gillard and Tony Abbott não garantirem pessoalmente que os animais não serão mais abusados  no comércio de animais vivos, então eles devem dar seu apoio para pôr fim à indústria de transporte de animais vivos." Ministro Independente do Parlamento, Andrew Wilkie, em Camberra.

No link abaixo ha uma carta pré escrita para ser enviada ao  Ministro da Agricultura do Egito.  Quem sentir-se à vontade com o idioma, a Animals Australia sugere que faça carta de próprio punho.
http://banliveexport.com/take_action/call-for-animal-protection-egypt
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NOTA MINHA:
Olha, quando fui assinar, fiquei procurando a sugestão de texto que eles oferecem. Foi preciso a amiga Áurea  dá a luz para Tico e Teco acenderem.... kakakaka.... Caso tenham a mesma dificuldade, vou explicar...

em azul, abaixo da frase Dear Minister Salah Abdul Momim
tem "user sample letters"... clica e a sugestão de texto preenche o espaço vazio. Daí é só completar o cadastro ao lado... ah, não esqueça de colocar o assunto (subject) em cima do "Dear...." senão o formulário não vai. Eu usei a palavra Egito, mas, use qualquer palavra ou frase que queira sobre o tema, ok? 

12/08/2016

Maior navio boiadeiro do mundo, Ocean Shearer, está no Brasil embarcando 22mil cabeças de gado

É assustador o tamanho do navio. Há anos que vimos falando que alguma ONG brasileira precisava tomar a frente deste transporte de gado vivo já que os maus-tratos e a crueldade com que vão ser tratados em todo este esquema, incluindo suas mortes em países a que vão ser levados, é incomensurável. Temos várias matérias sobre as diversas formas trágicas de transporte de animais que podem ser lidas clicando em : carga viva,  boi em pé, gado e transporte de animais
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O maior navio boiadeiro do mundo! O Ocean Shearer tem 189m por 33m e capacidade para aproximadamente 22.500 cabeças de gado, sim, um curral com capacidade pra mais de 22 mil animais e ainda flutuante!  


Ele está atracado neste momento em São Sebastião/SP fazendo o carregamento de animais e ração! Com capacidade total de 33.000 toneladas! O gado é da multinacional australiana Wellard que está

08/05/2012

Mais informações sobre a questão do Ante-projeto do Código Penal

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POR FAVOR, SE VOCÊ NÃO TEM TEMPO OU NÃO QUER LER A 
POSTAGEM COMPLETA, NÃO EMITA PARECER LEVIANO. 

UMA DAS MÁXIMAS DO DIREITO É:

"SÓ SE JULGA COM ISENÇÃO QUANDO SE TEM PLENO CONHECIMENTO DE CAUSA"
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NOTA INICIAL: conforme havia falado em postagem anterior sobre o tema, o que virá a seguir é somente para aqueles que desejam se informar e se formar como um protetor de animais consciente de sua responsabilidade. A causa de defesa dos direitos dos animais, nunca poderá ser conduzida com imaturidade (adj. Que ainda não chegou à maturidade.Precoce, antecipado) e de forma inconsequente (s.f. Falta de nexo, de seguimento nas idéias ou nos atos: agir por inconsequência. Coisa dita ou feita sem reflexão.)
Isto posto vamos aos itens:

30/07/2016

Federação critica atuação do Ministério Público em relação a vaquejadas

Gente, já falei aqui e vou repetir: REZEM MUITO para não perdermos o julgamento pelo STF da questão de inconstitucionalidade da Lei do Ceará que regulamenta as vaquejadas naquele Estado. Foi o maior tiro no pé feito contra a proteção animal. Tinha que ter sido feito uma Ação Civil Pública como foi com a Farra do Boi, pois, se fosse perdida, ficaria só no âmbito do Estado e poderíamos voltar com outra ação logo em seguida. Agora, se perdermos a Ação de Inconstitucionalidade sobre esta Lei do Ceará,  poderá ter vaquejadas a vontade ad eternum por todo paísE EU VOU COBRAR A PRETENSÃO DAS PESSOAS QUE NÃO PENSAM NA CAUSA E SIM TÃO SOMENTE NOS SEUS "ACHISMOS" IRRESPONSÁVEIS!!!!!!!
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Para a Faos as vaquejadas são práticas inconstitucionais que afrontam os princípios da Carta Magna

A Federação das Organizações Não Governamentais, (Faos), sociedades protetoras dos animais e sindicatos de profissionais da proteção animal do estado do PI – Faos/PI, divulgou nota de repúdio, em relação ao "Termo de Cooperação Técnica" entre o Ministério

18/08/2016

Como o gado vivo é tratado quando chega ao seu destino

A ONG Animals Austrália é uma das poucas a lutar pelo fim desta barbárie que acontece no transporte de gado vivo para países do oriente médio. Aqui no Brasil, até agora não vimos nenhum movimento e é preciso que alguma ONG se ponha a frente para que possamos todos ajudar. 

Infelizmente, todos sabem que estou impossibilitada pela saúde de levar adiante. Além do mais, isto é uma luta para quem é jovem e com disposição. Noutro dia publiquei aqui as palavras de uma protetora que disse assim: a proteção está saindo de moda.... agora todo mundo se diz vegano e acha que é o suficiente.... Eu acho que ela está certa, pois, vemos poucos se empenharem em alguma campanha de monta.... Espero que alguém desperte e caia dentro como nós, jurássicas, fizemos e ainda fazemos quando conseguimos driblar as dificuldades.....

Por favor, assinem esta PETIÇÃO para tentarmos por um fim no transporte de gado vivo na Austrália. Quem sabe, ainda consigamos fazer alguma coisa por aqui..... Queria divulgar o Facebook Israel Against Live Shipments, onde são apresentados vários vídeos sobre o sofrimento dos animais nestes navios currais quando chegam ao seu destino. A foto é deles.



Conheça Gibor. Esta foi a luta da sua vida.
Depois de sobreviver semanas do inferno em um navio de exportação, ele fez algo que fez nossos

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