Mostrando postagens classificadas por relevância para a consulta barata. Classificar por data Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens classificadas por relevância para a consulta barata. Classificar por data Mostrar todas as postagens

09/11/2015

Como as baratas podem ajudar a salvar vidas humanas

Como representamos qualquer animal, dedicamos nosso humilde espacinho para compartilhar informações sobre as baratas. Elas, as formigas, as lagartixas, besouros e todos mais merecem nosso maior respeito porque fazem parte de um ecossistema que faz a vida acontecer.... Não que este artigo represente nossa filosofia diante dos animais, mas, as baratas são imensamente superiores a nossa espécie. Lembro que somente o ser humano não faz parte de nenhum ecossistema no mundo inteiro. Se quiserem ler mais sobre o que publicamos sobre as baratas, CLIQUEM AQUI.
------------------------
Insetos que fogem assim que você entra em uma sala e acende as luzes, as baratas geralmente são associadas a ambientes sujos. Mas elas estão despertando o interesse de mais do que empresas de dedetização: têm inspirado pesquisas em antibióticos, robôs e próteses para membros perdidos.

Em Havana, a barata cubana, inseto nativo de cor verde, é tida como um bicho de estimação e o inseto até aparece em histórias folclóricas.

Entre as 4,5 mil espécies de baratas conhecidas no mundo, apenas 4 são consideradas pragas.

A maioria delas não vive perto de residências de humanos e tem um papel ecológico importante,

25/02/2015

Baratas podem sofrer de “depressão” se ficarem sozinhas, diz pesquisa

Já viram um negócio destes? kakakakaka.... muito bom.... aliás, protetor pode matar barata? ratos? formigas? diga aí.....
------------------------------------------
As baratas são seres repudiados pelo ser humano, mas entre elas, são insetos muito sociais.

Pesquisadores estão estudando a “vida secreta” das baratas e descobriram que são seres com um sistema muito mais sofisticado, que podem reconhecer os membros de suas famílias e que não gostam de viver sozinhas, podendo, até mesmo, adoecerem se ficarem solitárias.

As baratas vivem intimamente ligadas, em sociedades igualitárias, baseadas em estruturas sociais e regras, são capazes de

05/02/2016

Barata ciborgue é guiada por controle remoto

Sinceramente.... sinceramente.... sem palavras....
----------------------
Você nunca mais vai se desesperar por não saber onde aquela barata se meteu. O método inclui programação para confundir as antenas do inseto


Com um pouco de cola, um pedaço de alumínio, algumas linhas de código e uma barata gigantesca, já é possível criar sua própria barata ciborgue controlada remotamente. É o futuro.



Nesta semana, o usuário Bravo Echo November1 publicou na rede um tutorial para enviar sinais que confundem as antenas utilizadas pelas baratas para se localizarem no ambiente. Basicamente, ele fez

28/05/2013

Para sobreviver, baratas rejeitam doce

Eu não sei vocês, mas, a tal da barata me fascina por sua capacidade de se adaptar em qualquer situação..... Como afirmam por aí, só ela sobreviverá depois da hecatombe... credo!!!!!
_____________________

Um dos meios mais antigos de se livrar de baratas sempre foi misturar um alimento doce (glucose é o preferido) com veneno dentro de uma isca. Mas no fim da década de 1980, algo deu errado com esta estratégia em um apartamento teste na Flórida.

Uma marca popular de isca parou de funcionar de repente. As populações de baratas no apartamento começaram a aumentar. Confusos, os pesquisadores começaram a testar teoria atrás de teoria, até que encontraram a explicação: em uma demonstração relâmpago de evolução, muitas das baratas perderam seu gosto por alimentos doces, rejeitando o xarope de milho usado na isca. Em cinco anos, a rejeição ao gosto doce se tornou tão comum que a armadilha foi considerada inútil.

"Baratas são muito adaptáveis, e estão se dando muito bem na guerra versus os

24/04/2017

Pesquisadores desenvolvem insetos para uso na alimentação humana

Existe um estudo para usarem, também, insetos na alimentação dos cães e gatos. O que acham deste tipo de alimentação para substituir os bois, porcos e outros animais?
------------------
Pesquisadores desenvolvem insetos para uso na alimentação humana
Pizza com recheio de baratas, bolo com baratas e grilos caramelizados são alguns dos alimentos preparados no laboratório em MS.

O uso de insetos na alimentação humana é uma realidade em muitos países. Existe até uma recomendação da FAO, Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, para o consumo de insetos por se tratar de uma rica fonte de proteínas.



Esse tipo de consumo não está regulamentado no Brasil, mas já existem pesquisas sobre o assunto. Um dos trabalhos está sendo desenvolvido em Mato Grosso do Sul.

O professor, biólogo e agrônomo Ramon de Minas coordena no Instituto Federal de Mato Grosso do Sul, em Coxim, uma pesquisa para explorar o potencial dos insetos na alimentação humana. A intimidade com os bichos começou quando o professor trabalhava no controle de pragas nas lavouras.

“O interesse por alimentação surgiu depois que eu comecei a ler os trabalhos e principalmente depois da resolução da ONU e da FAO que indica que deve ser incorporado na alimentação humana devido a demanda que vamos ter nos próximos anos”, diz Minas.

Os insetos são ricos, principalmente, em proteínas. Por exemplo: a cada 100 gramas de barata da espécie cinéria, 60 gramas são de proteína. Em 100 gramas de grilo há 48 de proteína. Já no caso de 100 gamas de boi ou frango, há 20 gramas de proteína. E no porco são 18 gramas de proteína. Mas os insetos precisam passar por um rígido controle de criação para servir de alimento.

Entre os animais pesquisados está o tenébrio. Conhecido como besouro da farinha, ele é considerado uma praga nos armazéns de grãos. No laboratório, o tenébrio é usado na fase de larva, que, segundo o professor, tem um sabor mais suave do que o besouro adulto. Os tenébrios são criados no meio da ração, à base de trigo, milho, vitaminas e minerais.

Já as baratas são criadas em caixas de ovos sobrepostas e amarradas com barbante. A estrutura fica dentro de uma vasilha onde tem comida e água à disposição. O professor trabalha com três espécies de baratas caseiras, que as pessoas estão acostumadas a ver. Pelo menos duas vezes por semana, as caixas onde elas são criadas passam por uma limpeza. No mesmo sistema de produção das baratas estão os grilos.

No Brasil, o uso de insetos na alimentação humana ainda não é regulamentado pelo Ministério da Agricultura. Por isso, não há produção comercial. Hoje, um quilo de barata pode custar até R$ 350,00.

Os insetos viram alimento de fato na cozinha experimental. Os insetos ficam 48 horas só com água e sem comida, para que todos os excrementos sejam eliminados. Depois desse processo, os bichos são abatidos. A morte é feita por congelamento. Os insetos já mortos são fervidos e desidratados em estufa. Amostras dos insetos desidratados são trituradas e viram uma farinha, que é analisada no laboratório de química. O critério são as normas de qualidade exigidas nos alimentos em geral. Só depois de aprovados no laboratório os insetos podem ser usados na alimentação.

Em muitos países é comum comer insetos. A FAO, Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, estima que dois bilhões de pessoas no mundo consomem algum tipo desses animais. Na Ásia, nos Estados Unidos, os insetos estão no cardápio ou misturados a outros alimentos.

Em algumas partes do Brasil é comum comer bundinha da formiga tanajura, a saúva ou um tipo de cupim. Ingredientes que hoje já são utilizados em receitas de grandes chefes.

Os pesquisadores usam muita criatividade no Instituto Federal de Mato Grosso do Sul. Os alunos do curso de tecnologia em alimentos preparam uma série de pratos com insetos. No cardápio há pizza, hambúrguer, patê e bolo.

“No bolo nós utilizamos uma massa tradicional de bolo. A única diferença é que nós vamos enriquecer com a farinha dos insetos, com tenébrio, barata de Madagáscar e grilo triturados”, diz a aluna.

No patê, os insetos também vão em forma de farinha, mas no hambúrguer e na pizza são usados inteiros. Os alunos vão se familiarizando aos poucos com a ideia.

A degustação faz parte das palestras do professor para a comunidade. A plateia tem a chance de experimentar alguns insetos no auditório. No final, é servido o banquete de insetos.

28/03/2015

Baratas possuem personalidade, revela estudo.

Tem pessoas que torcem o nariz quando publico coisas que para elas são nojentas. Tô nem aí!!!!! quando digo que amo e respeito a vida animal é porque, efetivamente, sou apaixonada por estes seres maravilhosamente superiores à nossa espécie..... Se quiserem reler outra postagem bem interessante, olha só: Baratas podem sofrer de “depressão” se ficarem sozinhas, diz pesquisa
------------------------------------
EXPERIMENTO AVALIOU PROPENSÃO DE BARATAS A SE ESCONDER DA LUZ (FOTO: REPRODUÇÃO)
Insetos apresentam inclusive traços de caráter como bravura e timidez – o que pode explicar a sua incrível capacidade de adaptação e sobrevivência

e você é daqueles que pisa em uma barata e pensa que está esmagando um bicho simplório, de capacidades cognitivas limitadas, então um estudo recente pode fazer sua consciência ficar um pouco mais pesada. Pesquisadores da Universidade Livre de Bruxelas descobriram que os insetos são bem mais complexos do que parecem, e têm até personalidade e

17/08/2017

Baratas e ratos mudam de status e viram animais de estimação em Suzano

Já fizemos várias postagens sobre a dita barata que causa tanto nervoso e nojo à muita gente.... Agora, tem gente que gosta delas e as tratam muito bem.... kakaka...
--------------
As baratas Aroldo, Ernesto, Clotilde e Bernadete se alimentam de ração e cenouras. Donos garantem que além de casa e comida, dão carinho aos 'bichinhos'.

Baratas e ratos costumam despertar sentimentos como medo, pavor e nojo na maioria das pessoas. No entanto, para dois moradores de Suzano, na Região Metropolitana de São Paulo, estes animais se tornaram “bichos de estimação”, com direito a carinho e cuidados para evitar o estresse dos pets.

Aroldo, Ernesto, Clotilde e Bernadete formam um quarteto de baratas de Madagascar cuidado com dedicação pelo engenheiro ambiental Luiz Fernando Alcântara Araújo, de 28 anos. Ele comprou as duas fêmeas e os dois machos há mais de quatro meses motivado pela curiosidade e o interesse por insetos e animais exóticos.

A venda destes animais é permitida no Brasil, mas depende da autorização do órgão ambiental de cada estado, segundo o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Baratas, porém limpinhas
Luiz disse que escolheu a barata de Madasgacar por elas serem mais limpas, não se alimenterem de dejetos e terem um convívio melhor com o ser humano. A dieta é à base de ração de cachorro triturada, alface e cenoura. Já a água é consumida por meio de um algodão umedecido.

“Elas não possuem cheiro e são suscetíveis ao toque. Quando se sentem ameaçadas emitem um assovio de alerta, mas somente para demonstrar que não estão à vontade. Elas não são capazes de atacar com mordidas e nem voar. É um inseto muito dócil e tranquilo, ótimo para quem tem pouco espaço ou procura ter um animal diferente. É recomendado para qualquer pessoa e para crianças a partir de 7 anos”, afirma Araújo.

O engenheiro explica que os cuidados são simples e envolvem medidas básicas de higiene. Uma das providências é manter o terrário onde elas vivem limpo e saudável. “Elas gostam de locais com baixa claridade. Durante o dia costumam estar escondidas e durante a noite são mais ativas, sendo mais fácil de visualizá-las.”

O engenheiro, que mora sozinho, revela que as pessoas se espantam quando descobrem seus "pets". “Mas depois ficam curiosas para vê-las. Algumas até se arriscam a tocá-las. Geralmente perguntam o porquê de se criar baratas e qual é a rotina delas.”

Para não assustar as pessoas, o engenheiro evita sair de casa com o quarteto. Por isso, durante a noite ele, as tira do terrário para que circulem pela casa.

”Eu as coloco no ombro ou no braço e dou uma volta pela casa, para que possam sentir o ambiente e se sentirem seguras. Pelo fato de ser um inseto noturno e não gostar muito de claridade, eu procuro evitar expor a muita luminosidade para não causar nenhum estresse.”

Mestre Splinter, o rato pelado
O analista de suporte técnico Nabil Jmail Hariri Junior, de 27 anos, escolheu seu pet justamente por ele ser diferente. “A maioria das pessoas já tem medo por se tratar de um rato, ainda mais devido à aparência dele , não possuindo pelos e tendo olhos vermelhos”, descreve Junior.

Ele explica ainda que essas particularidades do animal o fizeram desejar compreendê-lo melhor. O analista garante que “Mestre Splinter”, como chama o rato da raça hairless, é muito carinhoso e dócil. Embora conviva com o ratinho há menos de seis meses, Junior afirma que os cuidados com o pet são simples.

Ele diz que são necessários cuidados diários com a higiene do animal para garantir a saúde de “Mestre Splinter” e de sua família. “Essa rotina inclui o recolhimento das fezes, alimentação com ração normal e alfafa para roedores e uma vez por semana lascas de cenoura e de coco, troca da água; troca do pano de dormir e o aquário/gaiola deve ficar em local arejado, porque como ele não tem os pelos, ele é mais suscetível às intempéries do clima.”

“ Até hoje ainda não tiveram coragem de segurá-lo nas mãos. Ele é muito carinhoso e comportado, o medo e espanto das pessoas só se justifica devido ao medo do desconhecido, mas isto é normal. Sempre quando vem alguém em minha casa, faço questão de apresentá-lo para que as pessoas se familiarizem e não tenham tanto preconceito com este roedor incrível.”

Toby, um cachorro da raça pincher, é o outro animal de estimação do analista. Mas a amizade entre Mestre Splinter e Toby ainda não decolou. “Eles já se conheceram e se estranharam muito no primeiro encontro. Sendo assim, promovo encontros rápidos entre os dois, até que se familiarizem e aprendam a conviver juntos”, espera o dedicado dono do rato sem pelo de olhos vermelhos.

Empreendedor inovador
O comerciante Stenner Paulo Kazuhiko Hidaka resolveu apostar nesse segmento de pets diferentes em Suzano. Aberta há aproximadamente seis meses, a loja dele vende baratas, rato hairless, esquilo da mongólia (parecido com um rato), grilos, entre outros itens.

“Baratas eu tenho de dois jeitos. A de madasgacar que pode ser um pet e também para alimentação de macacos e lagartos. Assim como o grilo que é alimentação também. Eu sempre gostei de animais diferentes e conhecia pessoas que também gostavam. Eu fui pensando no negócio”, conta Hidaka.

Quanto aos pets inusitados, Hidaka garante que eles são os preferidos dos adultos. “As crianças ficam com medo e preferem o peixe, hamster ou porquinho da índia.”

De olho na lei
Para comprar um animal exótico é preciso, antes de mais nada, saber o que é permitido pela legislação brasileira. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), define animais exóticos como aqueles que não ocorrem naturalmente no país, como por exemplo, algumas espécies de cobras e lagartos.

De acordo com o Ibama são proibidas a venda, importação e criadouros para venda de qualquer espécie de répteis, anfíbios e invertebrados venenosos e peçonhentos.

“A lei coloca no mesmo patamar tanto quem vende quanto quem compra ou mantém em cativeiro um animal de origem ilegal. Ele responde pelo crime e a multa pode chegar até R$ 5 mil e prisão de seis meses a um ano”, explica a coordenadora de fauna do Ibama, Maria Izabel Gomes.

Por não ser originária do Brasil, a barata de Madagascar é considerada um animal exótico, mas não é venenosa nem peçonhenta. A venda é liberada desde que as baratas sejam criadas no Brasil. Os órgãos ambientais de cada estado é que devem autorizar a venda.

Maria Izabel alerta que os donos que adotam as baratas como pet e se arrependem depois não podem deixar o inseto no meio ambiente. "Elas podem causar um desequílibrio ambiental porque podem competir com a espécie brasileira e causar sua extinção. O ideal é que sejam entregues a um órgão ambiental para a destinação correta."

Outro problema apontado por ela é o controle de natalidade das espécies. As baratas de Madagascar vivem, em média, cinco anos, mas se reproduzem com frequência e isso pode ser um problema para o criador.

Já o rato hairless é considerado um animal doméstico e, por isso, segundo o Ibama não é necessária autorização para importação. "Em termos de desequílibrio na natureza, ele nem gera muito, pois como não tem pelo, tem limitações quando está na natureza. A preocupação é com a questão sanitária que pode ser grave para a fauna."

Apesar das proibições e restrições do Ibama não é difícil encontrar quem crie animais exóticos de várias espécies no Brasil. "A questão é que o nosso País tem dimensões continentais e, por isso, é difícil fechar as fronteiras para esse tipo de comércio ilegal. Por mais que tenhamos órgãos de controle ambiental e fiscais é difícil combater a falta de consciência ambiental. As pessoas não pensam na origem desses animais, no risco que eles podem apresentar para suas famílias, quais doenças podem transmitir", ressalta Maria Izabel.

FONTE: G1

05/12/2017

Casal chinês é flagrado com 200 baratas vivas em mala de mão no aeroporto

Na China tudo acontece.... A gente não pode generalizar porque nossos companheiros de causa têm conseguido alguma melhorinha... Mas, cá p´ra nós: remédio de barata? Credo!!!! lá, tudo que se mexe vai p´ra boca.... urgh!!!
----------
Agentes da alfândega em um aeroporto da China tiveram uma surpresa desagradável ao abrir a mala de mão de um

27/08/2017

Dr. Bactéria ensina receita simples e barata para deixar a casa sem o odor dos animais de estimação


O vídeo é do ano passado, mas, a receitinha vale a pena.
--------------
Seus bichinhos de estimação podem ser muito limpinhos e bem tratados e você pode não se incomodar com o cheiro, mas é inevitável. Para uma pessoa de fora o odor que os animais deixam na casa é bem evidente. O Dr. Bactéria tem uma receita simples e barata para fazer a desodorização e perfumar o ambiente. Confira!

Fonte: Record TV

05/07/2017

Baratas servem para algo de bom?

Acho tão engraçado quando coloco alguma coisa sobre as baratas aqui no blog.... Tem até gente que não consegue ler de tanto nervoso.... kakakaka.... mas, olha, no nosso espaço ela tem seu direito porque é um ser que tem a maior importância no destino da humanidade..... 
---------- 
Encontrei uma barata na cozinha. Quando ela olhou pra mim, questionei meu asco: as baratas servem para algo de bom?

Ofereceu a ela um pedaço de pudim? Pois deveria.

Apesar da imagem degradante imposta às baratas pela humanidade, essa ingrata, elas são essenciais para a nutrição dos terráqueos – nem me refiro a dietas asiáticas – e para a preservação do ambiente. É que as cucarachas são decompositoras em escala global, já que estão espalhadas pelo mundo. Elas nutrem o solo traçando excrementos e restos de plantas e de animais.

Porém, não fazem o trabalho sozinhas: elas dão carona, dentro e fora de seus corpos, para bactérias que quebram a matéria orgânica em minerais, como nitrogênio, fósforo e potássio, nutrientes fundamentais para os vegetais – processo conhecido como mineralização.

Além disso, algumas espécies desempenham papel importante na polinização de plantas. Ou seja, as baratas, essas injustiçadas, são das mais relevantes jardineiras da face da Terra.

FONTE: super.abril
=============
Nossas publicações sobre BARATA e BARATAS

13/11/2013

A ética animal - artigo de amigos que morro de ciúmes

Este tema deve ser muito bem arrumado na cabeça das pessoas. Bom artigo dos meus amigos Fábio de Oliveira e Daniel Lourenço que morro de ciúmes porque acho que eles gostam mais de outras pessoas do que de mim..... hehehehe.... não provoca que eu falo!!!!!! kakakakaka....
_____________________
Alfaces realmente não choram. Humanos e porcos, sim. Tirar uma cenoura da terra e sangrar uma galinha não são a mesma coisa

Eventualmente, quando lemos um artigo, podemos ficar em dúvida se o autor realmente acredita naquilo que escreveu ou se é despreocupadamente panfletário. No segundo caso, podemos concluir que consiste em pilhéria, afronta desrespeitosa que causa polêmica, mas não pela razão devida.

Em "A ética das baratas" ("Ilustrada, 16/9), o senhor Luiz Felipe Pondé se refere à corrente filosófica denominada ética animal como "seita verde", "mania adolescente".

Qualificou aqueles que a defendem como "pragas", "ridículos", "adoradores de barata", "hippies velhos que fazem bijuteria vagabunda em praças vazias" e "pessoas com

24/11/2010

BARATAS: SERES QUASE INVENCÍVEIS!!!!

PÁRA DE FRESCURA QUE O TEMA É ESTE MESMO: BARATA!!!!!! KAKAKAKAKAKA

O Suplemento Especial do Jornal O Globo chamado "Planeta Terra" publicou no dia 23 de novembro de 2010, uma excelente matéria sobre as baratas.... ui!!!! olha a frescura, heim?

Estou brincando, mas, tem gente que não pode nem ouvir a palavra "barata", não é? Sabiam que são os seres de maior resistência no planeta?

Não deixem de ler a matéria clicando nas duas imagens:

parte 1






parte 2





P´ra encerrar com o assunto, vejam o vídeo que foi citado na
mesma matéria. Um show!!!

17/09/2010

PARA QUE SERVE A BARATA?

EU ADORO INSETOS E FICO CHATEADA QUANDO AS PESSOAS NÃO DÃO A IMPORTÂNCIA A ELES POR... NOJO!!!!

O BICHO QUE MAIS GOSTO É A LAGARTIXA, A MAIOR FAXINEIRA QUE TEMOS EM NOSSA CASA.

TEM GENTE QUE RI DE MIM PORQUE NÃO TENHO CORAGEM DE MATAR FORMIGAS, RATOS, BARATAS E OUTROS BICHINHOS DO GÊNERO.

ACONTECE QUE ACHO O MUNDO DELES ESPETACULAR. TEM ALGO MAIS PODEROSO DO QUE UMA MINHOCA ADUBANDO A TERRA PARA QUE UMA ÁRVORE IMENSA SEJA ALIMENTADA?

A VIDA É UM SHOW PARA SER ADMIRADO, ALEM DE VIVIDO. CLIQUEM NA BARATA PARA LER UM ARTIGO MUUUITO LEGAL FALANDO DESTAS CRIATURAS. O TÍTULO NOS DA UMA IDÉIA DE UTILITARISMO, MAS, OS BICHOS NA NATUREZA TÊM SUA FUNÇÃO E NÃO RECLAMAM DISTO. ALIÁS, BICHOS SABEM O QUE FAZEM NESTE PLANETA, AO PASSO QUE NÓS..... HEHEHEHE....

22/09/2017

Por que os gatos trazem animais mortos para casa?

Barata e lagartixa (bicho que adoro)  já aconteceu comigo. Acordei com uma gata (a Xuxa) com um baratão na boca olhando fixamente p´ra mim. Na hora que eu abri o olho ela abriu a boca para miar largando a baitona em cima de mim.... Gritei que nem uma doida sem que ela entendesse nada.... kakaka.....
-------------
Se você tem um bichano em casa, provavelmente, já foi “vítima” de um presente desastroso dele, como um ratinho, uma lagartixa ou qualquer outro bicho morto, não é mesmo? Mas, não se preocupe, existem um bom motivo quando os gatos trazem amimais mortos para casa e o esconde em seu quarto ou o

29/08/2017

Pelo de rato, mosca e barata: por que a Anvisa 'tolera' bichos nas comidas?

Pois é!!!!! enquanto isto a Anvisa exige tanta coisa para os produtos serem testados em animais....
-----------
Recentemente, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibiu a venda de cinco marcas de extrato e molho de tomate com pelo de roedor acima da média permitida pelo órgão.

Muitos internautas então perguntaram: "Quer dizer que um pouco de pelo de rato é tolerado?"
A resposta é sim.

A legislação brasileira tolera a presença não só de pelo de ratos, mas também de pedaços de moscas, baratas, aranhas, formigas, areia, pelo humano, teias e até excrementos animais --desde que estejam dentro do limite estabelecido por lei.

Quem determina este limite é o RDC-14, um conjunto de leis criado em 2014 que determina quanta "sujeira" é aceita num alimento sem que isso cause problemas de saúde para o consumidor. Ali diz quantos fragmentos --ou seja, partes visíveis ou não a olho nu-- de matéria estranha (insetos, excrementos, animais e pelos) pode haver no alimento. Antes, não havia regulamentação para os limites de tolerância.

Os fragmentos podem ser macros ou microscópicos. Ou seja, podemos encontrar um pelo de rato inteiro ou em fragmentos tão pequenos que não seja possível visualizá-los a olho nu

Ingrid Schmidt-Hebbel, coordenadora do Tecnologia em Gastronomia do Centro Universitário Senac-Santo Amaro e especialista em legislação. Para se ter uma ideia, 100 gramas de molho de tomate podem ter até dez fragmentos de insetos (como formigas e moscas) e/ou um fragmento de pelo de roedor.

Pelos de rato também são toleráveis em frutas desidratadas (1 em cada 225 g de uva passa), chás (2 em cada 25 g), especiarias (1 em cada 50 g de pimenta do reino) e achocolatados (1 em cada 100 gramas).

Veja alguns exemplos:
  • Molho e extrato de tomate, catchup e outros derivados: um fragmento de pelo de roedor a cada 100 g, dez fragmentos de insetos (como moscas e aranhas) a cada 100 g
  • Doces em pasta e geleia de frutas: 25 fragmentos de insetos a cada 100 g
  • Farinha de trigo: 75 fragmentos de insetos a cada 50 g
  • Biscoitos, produtos de panificação e confeitaria: 225 fragmentos de insetos a cada 225 g
  • Café torrado e moído: 60 fragmentos de insetos a cada 25 g
  • Chá de menta ou hortelã: 300 fragmentos de insetos em 25 g, cinco insetos inteiros mortos em 25 g, dois fragmentos de pelos de roedor em 25 g
  • Orégano: 20 fragmentos de insetos em 10 g
FONTE: UOL

08/07/2017

Os cães podem prever a morte?

Todos nós temos casos, né mesmo? aliás, não são só os cães. Gatos, aves e cavalos, também, são capazes. Na verdade, acho que qualquer animal que viva em contato com humanos é capaz. Minha mãe contava que teve uma galinha. Ela se chamava Cocó e no dia que sua avó morreu de enfarto, ela ficou o tempo todo debaixo da cama dela, inexplicavelmente. Minha mãe dizia que ela emitia um som diferente e que depois do fato consumado, o médico que estava em casa perguntou o que aquela galinha estava fazendo ali. Minha mãe disse que conseguiu pegar a Cocó e que ela estava toda mole, como se fosse morrer, também. Mas, no dia seguinte ela ficou legal. Animais são incríveis....
------------
Os cães podem prever a morte? Esta pregunta tem sido feita por muitas pessoas peritas no comportamento canino. Está reconhecido cientificamente que os cães são capazes de descobrir a existência de diversos tipos de câncer presentes no corpo de uma pessoa.

Também se sabe que os cães podem detectar a presença de forças ou energias positivas e negativas no ambiente, que o ser humano não percebe. Inclusivamente que são capazes de ver espíritos. Assim sendo, se vamos um pouco mais além, podemos especular que graças aos seus sensíveis sentidos os cães podem em algumas ocasiões prever os falecimentos dos seres humanos.

Neste artigo do Perito Animal tentamos responder à pregunta sobre se os cães podem prever a morte.
Também lhe pode interessar: 11 coisas que os cachorros podem prever

O olfato

O sentido do olfato dos cães é superlativo. Graças a ele os cães são capazes de conseguir grande proezas que a tecnologia humana ainda não conseguiu fazer.

São capazes de detectar, graças ao seu prodigioso sentido olfativo, mudanças na composição do ar atmosférico nas áreas que serão afetadas, e que sucedem de forma prévia, como no caso dos terramotos.


O olfato canino e a vida

É reconhecido, por uma infinidade de casos sucedidos, que os cães que acompanhas as forças de salvamento quando estas acudem a socorrer as pessoas magoadas nas grandes catástrofes, reagem de forma diferente diante da detecção de vítimas sobreviventes ou cadáveres.

Quando detectam uma pessoa viva enterrada entre os escombros, os cães assinalem com insistência e felizes os pontos "quentes", onde os bombeiros e equipes de resgate podem iniciar o salvamento de forma imediata.

O olfato canino e a morte

Os cães treinados para detectar sobreviventes entre as ruínas produzidas por avalanches, terremotos, inundações e outras catástrofes, assinalam do modo anteriormente explicado os pontos onde existem pessoas com vida entre as ruínas.

No entanto, quando sentem cadáveres, o seu comportamento tem uma mudança radical. A felicidade que demonstram ao encontrar uma pessoa sobrevivente, desaparece e mostram sintomas de desconforto e até mesmo medo. O pelo do lombo fica eriçado, gemem, giram sobre si mesmos, e inclusivamente em alguma situações uivam ou defecam amedrontados.

Porque acontecem estes diversos comportamentos caninos?

Imaginemos um cenário catastrófico: as ruínas de um terremoto, com vítimas vivas e mortas sepultadas sobre grandes quantidades de detritos, poeira, madeira, sucata, metal, móveis, etc.

As pessoas enterradas, estejam vivas ou mortas, não estão à vista. Portanto, o mais plausível é que o cão detecte as vítimas pelo seu cheiro, e inclusivamente pelo ouvido de a pessoa gritar.

Seguindo o raciocínio anterior... Como é possível que o cão distinga se a pessoa está viva ou morta?

A conclusão mais plausível é que exista um odor claramente diferente entre a vida e a morte no corpo humano, embora o falecimento seja muito recente. Uns odores que o cão treinado seja capaz de diferenciar.

O estado intermédio

Um estado intermédio entre a vida e a morte tem um nome científico: agonia.

Existem muitas classes de agonias, as atrozes nas quais o sofrimento do doente ou ferido é tão patente, que qualquer pessoa intui uma morte certa em mais ou menos tempo porque os sinais são evidentes. Mas também existem agonias leves e serenas, nas quais não se veem sinais iminentes de falecimento, e nas quais a tecnologia ainda não alcançou a precisão do olfato canino.

Se o corpo vive tem um odor, e ao falecer tem outro diferente, não é descabido pensar que exista um terceiro cheiro intermédio para este estado do ser humano. Acreditamos que esta suposição responde correta e afirmativamente à pergunta do título do presente artigo: Os cães podem prever a morte?

No entanto, para sermos mais precisos diria que em algumas ocasiões alguns cães podem prever a morte. Não acreditamos que todos os cães possam prever todos os falecimentos. Se assim fosse, já estaria reconhecida esta faculdade canina desde que o homem e o cão convivem juntos.

Sucessos relacionados

Sabe-se de forma conclusiva, que alguns animais (os lobos, por exemplo) de alguma forma anunciam o seu fim iminente aos membros da sua alcateia. Os etólogos (especialistas em comportamento animal), sustêm que é uma forma de evitar que os outros indivíduos da alcateia possam ser contagiados e que é melhor que se afastem dele. Este comportamento também foi observado entre as baratas.

Porque acontece esta semelhança de comportamento entre umas espécies tão díspares como um lobo e uma barata? A ciência dá um nome a esse motivo: Necromonas.

Da mesma forma que conhecemos o significado das feromonas (compostos orgânicos imperceptíveis que os animais segregam no cio, ou as pessoas com vontade sexual), as necromonas são outro tipo de compostos orgânicos que os corpos agonizantes exalam, e que muito provavelmente é o que os cães em algumas situações captam nas pessoas doentes, cujo o fim se aproxima.

Necromonas e sentimentos

As necromonas foram estudadas de forma científica, basicamente entre insetos. Baratas, formigas, cochonilha, etc. Nestes insetos observou-se que a composição química das suas necromonas provêm dos seus ácidos graxos. Especialmente do ácido oleico e do ácido linoleico, que são os primeiros a degradar-se em esta de agonia.

Durante a experiência esfregaram-se zonas com estas substâncias, observando que as baratas evitavam passar por cima, como se trata-se de um zona contaminada.

Os cães e outros animais possuem sentimento. Diferentes dos humanos, certo, mas equivalente. Por este motivo não nos devemos surpreender que cães ou gatos "velem" as últimas horas de algumas pessoas. E não há dúvida de que ninguém lhes possa ter contado o desenlace final que acontecerá em breve, mas é evidente que de alguma forma eles o pressentem.

Seria muito interessante conhecer as vivencias sobre este tema que os nosso leitores possam ter tido.

Conte-nos a sua história!

FONTE: peritoanimal

04/07/2017

Cabras ajudam donos de mansões da Califórnia a evitar incêndios

Pois é, o cara explora as cabras, e espero que não as descarte depois disto. A mulher dele é veterinária e pode ser que haja salvação...
-------
Animais são alternativa barata e natural para controlar o mato nas propriedades.

Há 21 anos, George Gonzales "salva mansões" dos incêndios de verão na Califórnia com um exército de cabras que comem tudo o que pode arder no mato antes de surgir a primeira faísca.

"Se a casa queimar, você pode reconstruir, mas fotos e objetos pessoais, por exemplo, você perde para sempre. É preferível ter cabras em volta da sua casa, cuidando do seu terreno para que não pegue fogo", explicou à Agência Efe Gonzales, proprietário do Ranchito Tivo Boer Goats, na cidade de Chino, na Califórnia.

Gonzales não gostava dos animais até se casar com a veterinária Elizabeth, que o mostrou o amor por burros, vacas, galinhas, cachorros e cabras.

Em 1996, ele começou a oferecer o serviço de corte de mato com o pastoreio de cabras e hoje possui um rebanho de 400 da raça "Boer" da África do Sul, atendendo diversos clientes do sul da Califórnia. Os que dão preferência ao uso desses animais enxergam muitas vantagens: elas não dão defeito, não fazem barulho e quando fazem as necessidades ajudam a fertilizar a terra.

"Se você colocar pesticida pode matar a planta e os animais. Com as cabras é natural. É como se fazia antigamente", disse Gonzales, que conhece pelo menos outros dez ranchos como o seu que usam os animais para evitar incêndios no estado.

Para a prefeitura de Duarte, por exemplo, ele pastoreia 100 animais que ajudam a reduzir em 7,6 centímetros de altura o mato, "para que existam raízes vivas ao chover e não acontecer um deslizamento".

No ano passado, terrenos com torres de energia elétrica pegaram fogo, o que poderia ter sido evitado com as cabras, já que empregar força humana para aparar o mato é caro.

"O empregado vale mais dinheiro. As prefeituras pagam US$ 28 (cerca de R$90) e a cabra custa U$1 por dia (US$3,20)", ponderou Gonzales, completando que os animais também não precisam de benefícios ou pensões.

Com 200 bichos, Gonzales poda 1 acre (4.050 metros) por dia e por isso recebe, aproximadamente, US$ 400 (cerca de R$ 1.300).

Troy Wittenbrock, gerente de serviços de Duarte, disse à Efe que há oito anos a prefeitura trabalha com os pastores de cabras para prevenir incêndios e assim protege propriedades de até US$ 1 milhão.

"Não gostamos de usar equipamentos mecânicos no mato seco porque pode pegar fogo. Por isso preferimos usar as cabras. Com elas fica mais barato", argumentou.

Já Diley Greiser, paramédica do Departamento de Bombeiros do Condado de Riverside, contou à Efe que certa vez recebeu uma chamada de atendimento em Mijai Valley de um incêndio que começou exatamente quando uma pessoa começou a cortar o mato com máquina ao meio-dia, no auge do calor.

"Acho maravilhoso essa maneira antiga de limpar o gramado nos parques e nas casas, porque é uma forma natural que beneficia a terra", destacou.

Na Califórnia, 95% dos incêndios acontecem por negligência ou razões intencionais, de acordo com o Departamento Florestal e de Proteção contra Incêndios da Califórnia (Calfire). Atualmente, 11 estão ativos.

Gonzales trabalha com a ajuda de mais duas pessoas, que transportam os animais e instalam os bebedouros, e fica satisfeito em saber que contribui para "salvar casas" do fogo.

"As pessoas são agradecidas. Elas gostam porque estamos cuidando da propriedade delas, concluiu.

FONTE: G1

08/05/2017

A cada três horas uma cobra é resgatada no Rio

O Rio perdeu tudo, gente!!!!! não tem mais matas.... é só favela.... é só gente proliferando feito rato sem nenhuma perspectiva e responsabilidade.... Tudo em função do tal bolsa família!!!!! Nojo!!!!!
-----------------
A cada três horas, uma cobra é resgatada no Rio de Janeiro. Ao fim de um dia, serão oito delas capturadas em todo o estado. No mês, 240. Segundo um levantamento do Corpo de Bombeiros ao qual o EXTRA teve acesso com exclusividade, só nos primeiros três meses deste ano, a corporação foi chamada para fazer 726 resgates de serpentes — o que representa 30,56% de todos os resgates de animais feitos.

A região onde teve mais ofídios capturados foi Jacarepaguá, na Zona Oeste da capital. Nesse bairro, a cada mês, dez pessoas precisaram ligar para os bombeiros para que os animais fossem retirados do meio urbano e levados de volta para seu habitat natural. De acordo com o coronel Luciano Sarmento, comandante do Grupamento de Busca e Salvamento da Barra, casos assim são comuns:
— A cobra está presente na cidade. Quando falamos dela, pensamos sempre naquelas sucuris enormes, com metros de cumprimento. Mas muitas delas são pequenas e estão até mesmo no nosso jardim.

As serpentes podem ser encontradas em lugares inusitados, segundo Sarmento:
— São seres que procuram lugares quentes para poderem descansar, então, várias vezes somos chamados em oficinas porque tinha uma cobra dentro de um motor de carro. Os animais também podem ser encontrados em áreas movimentadas como Copacabana. Em apenas um dia, dois deles foram encontrados num mesmo condomínio da Rua Barata Ribeiro.

As serpentes não são as únicas a serem capturadas pelo Corpo de Bombeiros. Entre janeiro e março deste ano, a corporação registrou uma média de 26 resgates diários de animais. E nem só bichos silvestres são alvos das capturas. Em 2º e 3º lugar no ranking dos mais resgatados, estão cachorros e gatos, respectivamente.

As operações são feitas sempre que algum animal fora de seu habitat natural oferece risco a uma pessoa ou a ele mesmo. Nesses casos, o bicho é recolhido e, dependendo de seu estado, pode ser devolvido à natureza ou levado para centros de recuperação, como o da Universidade Estácio de Sá, em Vargem Grande.

O que fazer ao encontrar um animal silvestre
Não tente capturá-lo: mesmo pequeno, o animal pode oferecer risco a você ou a ele mesmo. Caso se sinta ameaçado, o animal pode atacar. Evite movimentos bruscos ou dar as costas. Isole o local: feche os espaços de fuga e não deixe ninguém entrar. Quem chamar: Ligue para os bombeiros (193) ou para o 1746.

Fonte: Extra

29/04/2017

Mulher supera síndrome do pânico e depressão após adotar mais de 50 animais: 'Eles me salvaram'

Os animais curam, sem dúvida....
------------------------
Há sete anos Katiusca Angélica Lopes Ribeiro faz parte de um grupo de protetores independentes e cuida de animais abandonados em Itapetininga.

Após encontrar um cachorro abandonado e maltratado perto de sua casa, a moradora de Itapetininga (SP) Katiusca Angélica Lopes Ribeiro, de 38 anos, decidiu que queria salvar outros animais. Foi então que se tornou protetora independente e há sete anos cuida de sete cachorros e 53 gatos. Porém, o que ela não esperava era que todo esse empenho para resgatar animais maltratados também pudesse ajudar a mudar sua vida. Segundo Katiusca, adotar os animais fez com que ela conseguisse superar a síndrome do pânico e até a depressão.

“Eu sempre fui apaixonada por animais, mas tudo começou quando eu ainda estava noiva e encontrei um cachorro da raça Perdigueiro, que estava abandonado. Na época, meu marido morava em uma casa de dois cômodos e lá acolhemos esse cão que tinha quase o meu tamanho. Foi então que passei a percorrer as ruas atrás de animais e o número em casa só foi crescendo. Em dezembro de 2016 fui diagnosticada com síndrome do pânico e começo de depressão por ser muito nervosa. Alguns dias não tinha vontade de sair da cama, mas sempre levantava, pois sabia que eles dependiam de mim. Eles me ajudaram a superar. Eles me salvaram”, conta a protetora.

Segundo Katiusca, ela acredita que a sobrecarga de tarefas foi o que acarretou a síndrome e a depressão. “Por mais que meu marido e filho me ajudem nas tarefas diárias, eu sempre acabava pegando toda a responsabilidade para mim, por isto comecei a desenvolver a doença. Atualmente eu passo por sessões em um psicólogo e ainda tomo antidepressivos, mas o que realmente me ajuda todos os dias é cuidar dos meus animais. É graças a eles que eu tenho vontade de sair de casa”, explica.

Paixão

De acordo com a protetora, o amor pelos animais surgiu ainda quando ela era criança, pois sempre foi rodeada pelos animais. "Porém, ainda não resgatava os cachorros da rua. Mas após ajudar o primeiro cachorro abandonado, eu conheci um grupo de voluntários através do Facebook e com o apoio e ajuda do meu marido e filho, aderi à causa e comecei a resgatar animais que encontrava abandonados no bairro. Tornei protetora dos animais independente”, explica.

Através do grupo, os integrantes têm contato com pessoas do Brasil inteiro que cuidam de animais que são abandonados e maltratados, explica a moradora. Em Itapetininga, segundo Katiusca, cerca de 15 pessoas são protetores independentes que, sem ajuda de órgãos públicos, se unem para cuidar dos animais.

"Nós protetores sempre nos ajudamos. Quando falta algum medicamento ou até mesmo ração, informamos no grupo. Então todos começam um mutirão para conseguir arrecadar o que precisamos. Estamos promovendo a campanha 'Adote um protetor'. Se alguém gosta de animais, mas não pode adotar, ajude. Faça doações, leve para castrar, pois é isto que precisamos", conclui.

Segundo Katiusca, a maioria dos animais resgatados é encontrada em situação crítica de saúde. Geralmente foram maltratados por seus antigos donos ou estão com alguma doença. E durante os anos em que cuida dos animais, ela acumula uma bagagem de histórias de superação.

"A gatinha Brenda de três meses foi uma das últimas que resgatei e nem parece ser a mesma. Eu encontrei ela jogada no meio de um entulho em um terreno baldio aqui do bairro. Por conta da rinotraqueíte, que é uma doença que afeta principalmente os gatos ainda filhotes, ela perdeu totalmente a visão de um olho e de outro ela enxerga apenas vultos”, conta a protetora.

E a maldade de algumas pessoas é constantemente flagrada por Katiusca., que afirma que já encontrou uma gata abandonada sem os dois olhos.

“A gata Dori foi abandonada sem os dois olhos, prenha e com um corte na barriga. No que eu a encontrei a levei ao veterinário, não conseguimos salvar seus filhotes, mas ela sobreviveu e hoje é um animal muito carinhoso”, explica.

Para Katiusca, o aumento no número de animais abandonados é devido à falta de conscientização. “Quando encontrei o cão Heros, por exemplo, ele estava em uma rua do Centro, muito magro e bebendo água quente de um buraco na rua. Diversas pessoas tiravam fotos e comentavam “que dó”, mas ninguém fez nada por ele. Eu o resgatei e hoje ele é um animal alegre e brincalhão”, conta.

Rotina

A moradora afirma que, para cuidar de tantos animais, decidiu há dois anos sair do emprego onde trabalhava como prestadora de serviços. “Todo dia levanto cedo e solto os gatos que ficam no gatil para tomarem um sol e os alimentos com ração e água. Tanto para aqueles que ficam em casa quanto aqueles que eu alimento nas ruas. Em seguida, eu lavo todo o quintal. No final da tarde eu repito todo esse processo e fecho eles no gatil”, conta.

Para alimentar os gatos e cachorros, ela atualmente faz bicos, conta com ajuda de doações e promove rifas e bazares. Katiusca explica que também recebe ajuda de veterinários para conseguir tratá-los e castrá-los. “Eu sempre levo eles para castrar, mas o que eu vejo é que falta conscientização nas pessoas e até mesmo da prefeitura sobre esta prática, pois constantemente filhotes são abandonados. Para resolver isto bastava ter mais campanhas que incentivassem a castração”, afirma.

Ainda segundo a protetora, alguns animais que estão em sua casa podem ser adotados. “Porém, investigo se a pessoa tem condições de cuidar do pet, pois já aconteceu da pessoa voltar a abandonar ou maltratar o animal”, conta.

Preconceito

Por conta de tantos animais, Katiusca conta que sofre preconceito diariamente, inclusive de familiares. “Muitas pessoas se afastaram de mim por causa deles, até meu pai reclama e diz que eu vou ficar louca por ter tantos animais, mas ele mal sabe que são eles que estão me salvando”, afirma.

Apesar disto, a protetora não se deixa abalar. “Eu não ligo para as pessoas que me olham com descaso. Tenho o apoio e ajuda do meu marido, filho e amigos e sei que todo animal que resgato é uma vida que salvei. Não sendo barata, até cobra eu salvo”, conta.



FONTE: G1

EM DESTAQUE


RECEBA NOSSOS BOLETINS DIÁRIOS

Licença Creative Commons

"O GRITO DO BICHO"

é licenciado sob uma Licença

Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Não a obras derivadas

 

SAIBA MAIS


Copyright 2007 © Fala Bicho

▪ All rights reserved ▪