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10/11/2017

Carne sintética deverá chegar logo aos supermercados

Na matéria há a pergunta se veganos comeriam a carne feita de células de animais. Realmente eu gostaria de ouvir opiniões.... Vou perguntar aos que conheço....
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O primeiro hambúrguer de carne sintética foi produzido em 2013, mas ainda não está na prateleira dos supermercados devido ao custo, por enquanto, proibitivo. O autor da

28/10/2017

Refugiados muçulmanos mudam cidades do interior do país.... Vai ter matança de animais?

Quando a Marli mandou esta matéria, meus pés começaram a tremer.... Pessoal do Paraná, temos que ficar muito alertas. Qualquer hora vão começar a fazer massacres de animais como os muçulmanos fazem no mundo inteiro. Aqui, se não ficarmos atentos, será igual.... se bem que já pode até já estar acontecendo e não sabemos. Sugiro a galera do Paraná, no ano que vem se ligar e observar..... Aqui no Brasil, não vamos deixar!!!!!!

06/10/2017

Desembargador derruba liminar que impedia abate de cervos do Pampas Safari

E agora, gente? O que será que pode ser feito? galera de POA, manda as ordens se achar que podemos ajudar..... Que situação.... que nojo, minha Nossa!!!!!! Quem vai ter coragem de matar estes bichos sem laudo veterinário confirmando a tuberculose? 
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Foi cassada a liminar que impedia o sacrifício de cervos do Pampas Safari, em Gravataí, na Região Metropolitana de

12/09/2017

Camelo manda para o inferno homem que o estava sacrificando - Paquistão

Durante o período do Eid al-Adha, como sabem, existe uma matança terrível de animais entre os muçulmanos do mundo inteiro. Publicamos no ultimo dia 5 deste mês a postagem Mais um ano que se realiza o ritual muçulmano Eid al-Adha onde mostramos que estão usando até uber para entregar os animais em casa para serem sacrificados. Só que um camelo lá no Paquistão, mesmo com a pata amarrada, conseguiu fazer um bom serviço antes de ser morto. Mandou para o inferno um filho do "coisa ruim"..... maravilha.... pobres animais que sofrem nas mãos destes fanáticos loucos..... Vou repetir sem nenhum constrangimento: não respeito nenhuma religião que use o sangue de animais..... Isto não é coisa de Deus!!!!!! Leiam nossas postagens sobre o Dia do Sacrifício, chamado Eid al-Adha.

Fonte: LiveLeak

05/09/2017

Mais um ano que se realiza o ritual muçulmano Eid al-Adha

Ontem terminou o Eid al-Adha, um festival religioso muçulmano que promove aquela matança tradicional dos animais pelo mundo afora. Infelizmente, os caras ao invés de acabar com esta desgraceira, modernizam a compra do animal para ser sacrificado. Agora, as pessoas podem encomendar um animal por aplicativo e aí entregam em casa. Vejam na segunda matéria. Minha Santa do Rococó, cria uma modo de vida novo para estas pessoas!!!!! Juro que tento, mas, não consigo respeitar nenhuma religião que use animais para seus rituais!!!!!
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KARACHI, Paquistão, 2 de setembro (Reuters) - Os muçulmanos no Paquistão lotaram mesquitas e terras de oração em todo o país para oferecer orações e sacrifício de cabras e vacas para o feriado de Eid al-Adha no sábado, marcando o segundo maior festival religioso do Islã.

A segurança foi rigorosa, com as autoridades em guarda de qualquer possível ataque de extremistas religiosos que realizaram atentados em todo o país nos últimos anos. "Hoje, estamos aqui para oferecer orações do Eid", disse o adorador Saleem Ahmed em uma cerimônia em Karachi, a maior cidade do Paquistão. "Os arranjos de segurança foram muito bons. Que Allah possa aprovar nossas orações".

Eid al-Adha comemora o conto corânico da disposição do Profeta Abraão de sacrificar seu filho como um ato de obediência a Deus, antes que Allah substituísse o filho por um carneiro para ser sacrificado. Uma história semelhante envolvendo Abraão é relatada nos livros sagrados do judaísmo e do cristianismo.

É uma tradição para aqueles que podem pagar para sacrificar animais domésticos como um símbolo da vontade de Abraão de sacrificar seu único filho. O resultado é um crescente comércio pré-feriado em cabras, vacas e ovelhas. Somente no Paquistão, cerca de 10 milhões de animais, no valor de mais de US $ 3 bilhões, são abatidos durante os dois dias de Eid al-Adha, de acordo com a Associação dos Trabalhadores do Paquistão. "Estamos apresentando sacrifícios para seguir o caminho do profeta Abraão. Não devemos esquecer os nossos pobres e necessitados irmãos muçulmanos nessa ocasião", disse Mohammad Muzammil, residente de Karachi, no local de oração onde as vacas e as cabras foram abatidas.
anuncio de comerciante que vende animais para este ritual
Eid al-Adha marca o fim de um Hajj anual, ou peregrinação para a Meca, que é um dos cinco pilares do Islã, e deve ser realizado por todos os muçulmanos que podem dar ao luxo de fazê-lo. Com uma população de cerca de 208 milhões de pessoas, o Paquistão é o sexto país mais populoso do mundo e tem a segunda maior população muçulmana após a Indonésia. Cerca de 97 por cento dos paquistaneses são muçulmanos. (Escrevendo por Kay Johnson; Edição por Nick Macfie).

Fonte: Daily Mail
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O Paquistão de classe média abraça Uber-like app que vai entregar um animal  para ser sacrificado em sua porta  
Enquanto o Paquistão se prepara para o festival de sacrifício de Eid al-Adha neste fim de semana, uma empresa de tecnologia fez a tarefa de comprar um animal para sacrifício - cabra, ovelha, vaca - muito mais conveniente. 

Ao invés de juntar as filas e negociar com os agricultores ao longo do preço, os residentes de Islamabad e Karachi estão abraçando a tecnologia e recebendo animais direto na sua porta da frente através de um aplicativo móvel. Os muçulmanos matam um animal no festival anual em um ritual que decorre da história do profeta Abraão, comandado por Deus para matar seu amado filho Isma. A carne é então distribuída em partes iguais para os pobres, para parentes e consumidos pela própria família. 

O festival centenário está cheio de tradição, mas este ano alguns paquistaneses de classe média estão se voltando para a tecnologia para ignorar os mercados lotados e encomendar seus animais através do aplicativo  Careem. O aplicativo, que está crescendo em popularidade no Paquistão, introduziu uma iniciativa Bakra (cabra) sobre rodas no período anterior ao Eid, com caminhões especialmente pintados que transportam os animais para os clientes.

A resposta foi "substancial", disse o executivo de marketing da Careem, Abuzar Khan, à AFP, acrescentando que venderam cerca de 30 cabras até agora. Mas havia poucas chances de ameaçar a demanda por animais nos movimentados mercados de gado do país. Em um mercado estabelecido temporariamente em Islamabad nesta semana, fazendeiros de todo o país, usam sabonetes e shampoo nas cabras e camelos para torná-los mais atraentes aos olhos de clientes sensíveis.

A mídia social foi inundada com vídeos que mostravam camelos sendo transportados por rickshaw e ovelhas se agarrando às costas de motocicletas enquanto os paquistaneses seguiam com suas compras para casa.

Os especialistas dizem que o mercado de pecuária no Paquistão está crescendo em até quatro por cento ao ano, à medida que mais empresários jovens estão interessados, e o volume é alto durante a Eid, explicou o trader Syed Hayat Raza Naqvi.  "O preço mínimo de um touro, que leva dois anos e meio para ficar adulto, é de 65 mil rúpias ($ 650), afirmou.


(vídeo) Comerciantes embelezam os animais para vende-los neste período
Fonte: Daily Mail
Tradução livre do Google para "O Grito do Bicho"
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Nossas publicações a respeito inclusive com a ameaça de morte que recebi porque falei a respeito:



19/07/2017

Um refugiado muçulmano da Somália agride uma mulher por causa dos seus cães - Áustria

Quando os países se negam a receber refugiados deste gênero, são criticados.... Quem poderia imaginar que um meleca deste, pedindo asilo num país, iria agredir uma mulher porque ela passeava com seus cães. Que gente maluca, meu Deus!!!!! falo mesmo, religião que não respeita os animais eu cuspo mesmo.....Vão pros quintos do inferno!!!!! Aliás, em fevereiro deste ano publiquei  Cão e seus filhotes são enforcados no Paquistão por causa de religião. É o que muçulmanos fazem com os animais. Gente podreeeeeeee..... Matam milhares de animais no tal "Dia do Sacrifício" que  desde 2010 venho publicando sobre. Confira AQUI.
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Um ataque chocante ocorreu em plena luz do dia em Viena.  Ingrid T. (54 anos) foi para o hospital após um ataque brutal. Motivo: seus dois cachorros! "Os animais são impuros", como afirmou o atacante, um candidato a asilo oriundo da Somália. Ela foi operada duas vezes no Hospital Wilhelminen porque seu joelho foi esmagado. Um joelho artificial foi implantado cirurgicamente. Por que tudo isso aconteceu? Porque isso é sobre cultura. Um muçulmano, por causa do Corão, considera os animais impuros, sujos. Enquanto agredia a mulher que passeava com seus cães dizia: "Nós não queremos cães, eles são sujos".

Fonte: LiveLeak 

03/07/2017

Emenda da vaquejada abre nova autorização legal para abate religioso

Gente, olha o prejuízo.... 
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Menos de um ano depois de o Supremo Tribunal Federal julgar inconstitucional uma lei cearense que regulamentava a vaquejada, o Congresso Nacional acaba de promulgar uma emenda constitucional liberando práticas desportivas com utilização de animais.

No último dia 6 de junho entrou em vigor a EC 96, acrescentando § 7º ao art. 225 da Constituição Federal, com a seguinte redação:

“Para fins do disposto na parte final do inciso VII do § 1º deste artigo, não se consideram cruéis as práticas desportivas que utilizem animais, desde que sejam manifestações culturais, conforme o § 1º do art. 215 desta Constituição Federal, registradas como bem de natureza imaterial integrante do patrimônio cultural brasileiro, devendo ser regulamentadas por lei específica que assegure o bem-estar dos animais envolvidos”.

Vale lembrar que, no julgamento da ADI 4.983, em outubro de 2016, tendo como relator o ministro Marco Aurélio, o Plenário do STF deliberou por seis votos a cinco que a vaquejada implicava tortura e maus-tratos aos animais porquanto acarreta fraturas nas patas dos bois, rompimento do rabo, ruptura de ligamentos, vasos sanguíneos e inclusive da medula óssea.

Passados oito meses desse julgamento entra em vigor a EC 96 determinando que, se forem manifestações culturais, populares, indígenas, afro-brasileiras ou de outros grupos étnicos, as práticas desportivas que utilizem animais não podem ser consideradas cruéis.

Embora prática desportiva não se confunda com liturgia ou dogma religioso, a Constituição Federal considera ambas como manifestações culturais, o que traz à baila a questão do abate religioso de animais, a ser enfrentada em breve pelo STF no julgamento do RE 494.601.

Vale lembrar que na vaquejada o boi é enclausurado, açoitado, instigado a correr e tem sua cauda retorcida até cair. Por esse ângulo, a prática da vaquejada não tem absolutamente nada a ver com abate religioso de animais, um preceito alimentar e litúrgico adotado por judeus, muçulmanos e candomblecistas, regulamentado pelo Decreto federal 30.691/1952, por normativas do Ministério da Agricultura e decretos estaduais.

A técnica da degola, comum no judaísmo, no islamismo e nas religiões afro-brasileiras, é catalogada pelo Ministério da Agricultura como método humanitário porquanto provoca morte instantânea, reduz a dor ao patamar mínimo e evita sofrimento desnecessário.

O direito à alimentação kosher (judaica) e halal (islâmica) tem sido ratificado por reiterados julgamentos do Tribunal de Justiça de São Paulo, nos quais companhias aéreas foram condenadas a indenizar passageiros que solicitaram previamente dieta religiosa e foram negligenciados pelos transportadores.

Do ângulo econômico, atualmente o Inmetro/Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior investe na criação de um Selo Halal para que o Brasil amplie negócios com o cobiçado mercado alimentício muçulmano, lembrando que em 2015 as certificações halal movimentaram 1 trilhão de dólares.

Inobstante sua dimensão dietética e econômica, o abate religioso constitui também um preceito litúrgico referido já no Antigo Testamento, visto que o terceiro livro do Pentateuco, Levítico, faz inúmeras alusões ao abate de animais.

Na Kaparot, ritual judaico realizado nas vésperas do Yom Kipur, “Dia do Perdão”, um homem apanha um galo ou, sendo mulher, uma galinha, e passam o animal nove vezes sobre a cabeça recitando a prece “bracha bnei adam – Seja esta minha expiação”. Em seguida entregam o animal ao shochet - sacerdote responsável pelo abate.

Já os muçulmanos celebram a Eid al-Adha, Festa do Sacrifício, cerimônia islâmica realizada no 10º dia do último mês do calendário islâmico, no fim da hajj (peregrinação à Meca): são sacrificados um carneiro, camelo, cabra ou boi, em memória da submissão do Profeta Ibrahim (Abraão) a Alá.

De seu turno, as religiões afro-brasileiras celebram o Etutu (ritual de oferendas) em observância ao itan (preceito) de Orunmila-Ifá denominado ebo riru (sacrifício), sendo que o alimento resultante do abate, o apeje ou sara é consumido pelos fieis como também pela comunidade que circunda os templos.

Acolhendo esses argumentos, no último dia 17 de maio o Tribunal de Justiça de São Paulo declarou a inconstitucionalidade de lei do município de Cotia que pretendia punir o abate religioso de animais com multas de até R$ 704.

Diz um conhecido brocardo jurídico que “quem pode o mais, pode o menos”. Isso significa que, se a Constituição Federal admite práticas desportivas com utilização de animais, com muito mais razão deve admitir o abate religioso – que provoca morte instantânea e com o mínimo de dor.

Por esse ângulo é possível afirmar que o julgamento do abate religioso terá pouca ou nenhuma relação com o julgamento da vaquejada, com o detalhe de que a EC 96 representa um novo e induvidoso permissivo constitucional para o abate religioso de animais.

FONTE: conjur

17/06/2017

Brasil ganha 1º cachorro sintético

Quando se quer, tudo se resolve. Este negócio de usar animais em pesquisa só não acabou ainda porque não querem. A tecnologia nos permite realizar coisas inimagináveis.... Quando penso na tal impressora 3D fico baratinada!!!! o troço é genial!!!!!
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Estudar simulações cirúrgicas e treinamentos de habilidades em um cachorro sintético é a nova tendência mundial para eliminar o sacrifício e o uso de animais em salas de aulas. O curso de medicina veterinária da Faculdade das Américas (FAM) é o primeiro no Brasil, de acordo com a assessoria de imprensa, a utilizar o modelo canino sintético para aulas de anatomia. 

O exemplar foi fornecido pela empresa brasileira Csanmek, especializada em sistemas e soluções para o mercado educacional. Conhecido como Syndaver Canine, ele é desenvolvido com textura e densidade similares às estruturas anatômicas reais e contém todos os sistemas e órgãos do corpo canino, permitindo a realização de cirurgias, dissecações, entubações e demais procedimentos veterinários. 

Detalhados
O equipamento funciona como uma mesa que exibe modelos tridimensionais altamente detalhados e anatomicamente corretos de todos os sistemas do corpo canino, o qual permite aos alunos realizar dissecações virtuais e ter acesso a locais que dificilmente teriam em um cadáver real. 

O simulador 3D possui ainda uma ferramenta de integração entre hospitais e salas de aula e oferece aos estudantes a possibilidade de estudar casos clínicos e exames reais de animais, uma vez que permite aos professores converterem tomografias e ressonâncias magnéticas em 3D, com acesso total e irrestrito a anatomia real. 

A tecnologia foi desenvolvida com o objetivo de reduzir o número de sacrifícios de animais para o ensino – todos os anos milhares de animais são sacrificados para esse cenário. A plataforma também pode ser utilizada para médicos e profissionais da saúde no dia a dia, para melhorar o aprendizado e compreensão das estruturas anatômicas reais e modeladas.

01/06/2017

Cursos de medicina ganham modelos sintéticos que eliminam cadáveres e sacrifício animal em aulas de anatomia

Ou seja, não precisa ferrar com bicho nenhum na área didática.... 
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Tratam-se dos primeiros humano e cachorro sintéticos do Brasil, fornecidos pela brasileira Csanmek

Protótipos são capazes de ter reações físicas e até mesmo sangrar durante uma cirurgia, podendo também serem cortados e suturados

São Paulo, maio de 2017 – Os cursos de medicina e de veterinária de São Paulo serão os primeiros no Brasil a utilizar modelos sintéticos (humano e canino) em aulas de anatomia, fornecidos com exclusividade pela empresa brasileira Csanmek, especializada em sistemas e soluções para o mercado educacional. A aquisição segue a tendência mundial de eliminar o sacrifício de animais e o uso de cadáveres em salas de aula.

Chamados de Syndaver Human e Syndaver Canine, o humano sintético e o cachorro sintético, que custam entre R$ 200 mil e R$ 700 mil, serão utilizados para simulações cirúrgicas e treinamentos de habilidades nos cursos de formação médica e veterinária. Os modelos são desenvolvidos com textura e densidade similar às estruturas anatômicas reais e contêm todos os sistemas e órgãos dos corpos humano e canino, permitindo a realização de cirurgias, dissecações, entubações e demais procedimentos médicos e veterinários.

O humano e o cachorro sintéticos são capazes de ter reações físicas e até mesmo sangrar durante uma cirurgia, podendo também serem cortados e suturados. Os modelos integram o sistema multidisciplinar dos cursos para o ensino da medicina e veterinária e serão utilizados junto com a Plataforma 3D de simulações de anatomia, desenvolvida pela Csanmek.

O equipamento funciona como uma mesa que exibe modelos tridimensionais altamente detalhados e anatomicamente corretos de todos os sistemas do corpo canino, que permite aos alunos realizar dissecações virtuais e ter acesso a locais que dificilmente teria em um cadáver real.

O simulador 3D possui ainda uma ferramenta de integração entre hospitais e salas de aula e oferece aos alunos a possibilidade de estudar casos clínicos e exames reais de animais, pois permite que os professores convertam tomografias e ressonâncias magnéticas em 3D, com acesso total e irrestrito a anatomia real.

“Todos os anos, milhares de animais são sacrificados para o ensino superior, além da enorme burocracia e altos custos com a aquisição de cadáveres humanos. Essa tecnologia foi desenvolvida para reduzir esses números e modificar esse cenário, pois o simulador cirúrgico permite que os alunos utilizem um modelo realístico com todos os sistemas e órgãos na mesma coloração e densidade do real”, comenta Claudio Santana, fundador da Csanmek Tecnologia.

“Apesar de ser um equipamento para educação, a plataforma 3D também é utilizada por médicos e profissionais da saúde no dia a dia, para melhorar o aprendizado e compreensão das estruturas anatômicas reais e modeladas, e, junto com o Syndaver Canine, formou-se o cenário ideal", conclui Santana.

Sobre a Csanmek
A Csanmek Tecnologia é uma empresa brasileira que surgiu com a missão de ser referência em novas tecnologias de simulação, para auxiliar as técnicas educacionais no uso das metodologias ativas. Desenvolve ferramentas e projetos educacionais para suporte aos docentes e discentes, visando melhor qualificação para futuros profissionais das diversas áreas da saúde. Com dois anos no mercado, a empresa atua no desenvolvimento de soluções para atender as necessidades das instituições de ensino, trazendo sempre o que há de melhor no mercado mundial.

FONTE: segs

18/05/2017

Lei não pode proibir sacrifício religioso de animais, declara TJ-SP

Mais uma causa perdida pela proteção animal por falta de conhecimento sobre direito constitucional.... É lamentável!!!! Isto só deprecia a nossa luta que é de todos. Ao agirmos temos que pensar no coletivo e não no individual.
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Uma vez que já existem leis que punem maus tratos aos animais, os legisladores não podem proibir o sacrifício em cultos religiosos, pois isso representaria uma restrição à prática religiosa. Assim entendeu o Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo, por 20 votos a 4, ao declarar inconstitucional norma criada pelo município de Cotia (SP).

A Lei 1.960/2016 fixou multa de R$ 1.504 a quem utilizar, mutilar ou sacrificar animais em locais fechados e abertos, com finalidade “mística, iniciática, esotérica ou religiosa”. As pessoas jurídicas que promovessem as mortes seriam obrigadas a pagar R$ 752 por animal e poderiam perder o alvará de funcionamento.

A pedido de entidades religiosas do município, o Psol moveu ação pedindo que o texto fosse declarado inconstitucional. Uma liminar suspendeu a validade da regra em novembro de 2016, e o mérito foi julgado nesta quarta-feira (17/5).

O relator do caso, desembargador Salles Rossi, reconheceu a necessidade de se preocupar com animais, mas disse que prevalece no caso o livre exercício de culto. Segundo ele, a proibição é desproporcional, porque não há relatos de grande número de sacrifícios no município.

Já o decano do tribunal, Xavier de Aquino, disse que pouco importa a quantidade de animais mortos. Em voto divergente, ele declarou que a Constituição obriga a preservação da flora e da fauna, citou estudos sobre a sensibilidade dos mamíferos, aves e demais criaturas (apoiado por pesquisadores "notórios", como Stephen Hawking) e afirmou que liberar sacrifícios esbarraria na dificuldade de fiscalizar como a prática tem sido feita. “Será que Deus deseja o sofrimento causado ao outro?”, questionou.

O desembargador Álvaro Passos disse que o debate não pode entrar na questão da fé das pessoas. A morte dos bichos é pano de fundo da controvérsia, afirmou, como alegar poluição sonora para fiéis que cantam alto em cultos. O problema, segundo ele, é que o município invadiu a liberdade de consciência e fé de cada um.

Enquanto o desembargador Ferraz de Arruda entendia que a lei não proíbe o culto, Moacir Peres declarou que é “nítido” o objetivo da norma de cercear o livre exercício religioso. Apesar de o caput falar também do uso de animais em pesquisas, os artigos tratam apenas de rituais. “Se houver, no curso dessa liberdade religiosa, alguma forma de maus tratos e sofrimento, que isso seja objeto de processo criminal”, afirmou Peres.

Repercussão
O julgamento teve início em 26 de abril, mas foi suspenso pelo próprio relator. A sessão desta quarta foi acompanhada por representantes de grupos de candomblé e umbanda, que se organizaram pela internet e por redes sociais — em número menor do que no primeiro dia, quando o Salão Nobre do TJ-SP lotou e parte dos espectadores teve de acompanhar o julgamento em um telão quatro andares abaixo. 

Embora a norma fosse de apenas um município, representantes de movimentos entendem que a posição da corte paulista virou precedente relevante quando o Supremo Tribunal Federal julgar recurso com tema semelhante (RE 494.601, sobre lei gaúcha que permite o sacrifício, mas é questionada pelo Ministério Público).

O advogado Hédio Silva Júnior, que atuou no caso e é ex-secretário estadual da Justiça, declarou em sustentação oral que a norma de Cotia viola leis federais que já tratam de maus tratos contra animais.

Os autores da ação alegaram que nenhuma lei poderia presumir genericamente que todo sacrifício religioso envolve maus tratos. “Ao contrário do abate comercial, o abate religioso praticado por judeus, muçulmanos ou fiéis das religiões afro-brasileiras utiliza um método que acarreta morte instantânea e com o mínimo de dor — a degola”, afirmaram, em memoriais entregues aos desembargadores.

ADI 2232470-13.2016.8.26.0000
Fonte: conjur

14/05/2017

Bélgica e Brasil discutem formas de abate religioso de animais.... Que nojo!

Coloquei estas duas matérias numa mesma postagem para que possamos avaliar o quanto se torna difícil nosso trabalho de por um fim à  tamanha crueldade. São mortes sem atordoamento onde o animal acompanha todo terror que envolve seu sacrifício ao vivo e a cores. Ambos por motivos religiosos. Não posso respeitar nenhum ritual que faz animais e humanos que os amam sofrerem.... Isto não é coisa de Deus seja que nome cada religião dê à Ele!!!!

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Sul da Bélgica discute veto ao abate religioso de animais
O comitê de meio ambiente do Parlamento da Valônia, que é a região flamenga do total das três que compõem a Bélgica, aprovou por unanimidade veto ao abate de animais para produção de carne aos consumidores muçulmanos e judeus.

A proibição se deve ao fato de os animais serem mortos com dor e sem atordoamento, diferentemente, portanto, do que ocorre com os demais abates.

“Kosher” e “halal” são os nomes do preparo de alimentos para judeus e muçulmanos, respectivamente, de acordo com a tradição religiosa. No caso do abate, o animal é morto com um corte em sua garganta, havendo em seguida a drenagem do sangue.

A decisão do comitê do meio ambiente tem ainda de ser apreciada pelo plenário do Parlamento da Valônia (no sul da Bélgica), para ser aprovada ou não. O Parlamento da Valônia, que fica no Sul da Bélgica, está sendo fortemente pressionado por judeus e muçulmanos, que alegam que são vítimas de perseguição religiosa. Dinamarca, Suíça e Nova Zelândia já proibiram o abate sem o atordoamento dos animais.

FONTE: paulopes

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Terreiros encaminham ação ao STF contra proibição de abate de animais em rituais
O diretor do Ipac se comprometeu a elaborar uma nota técnica em defesa do abate religioso que será enviada ao Supremo
Foi realizada na noite de ontem (11) no Museu de Arte da Bahia (MAB) a Reunião em Defesa dos Povos de Terreiro.

No encontro, que contou com a presença de representantes de mais de 20 casas da Bahia e outros estados, membros do Movimento Negro e do diretor do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac), João Carlos Cruz de Oliveira, foi apresentada a ação movida pela Comissão de Preservação e Salvaguarda dos Terreiros Tombados contra o processo que, há 11 anos, tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) e tenta proibir o abate de animais em rituais religiosos de matrizes africanas.

Representante do Ilê Axé Opó Afonjá e membro da Comissão de Preservação e Salvaguarda, Osvaldo Pita disse que a assinatura desse documento é de grande importância para a afirmação das religiões afro-brasileiras. "É preciso combate o preconceito e defender os nossos mitos e ritos", afirmou. Após ser assinado pelas lideranças religiosas, a ação será encaminhada à presidente do STF, a ministra Cármen Lúcia.

De acordo com o advogado Hedio Silva Júnior, que representa os terreiros, a crítica que se tem feito ao abate de animais em rituais das religiões de matrizes africanas se dá mais pelo racismo do que propriamente pela preocupação com o bem estar desses animais. "O número de cabeças de gado no Brasil é superior ao de brasileiros. Segundo o Ministério da Agricultura, o Brasil abate por segundo um boi, um porco e 180 frangos. Se o abate é comercial, não há problema, mas se o abate é religiso, sim", afirmou Silva.

Em sua apresentação, o advogado explicou ainda que o abate religioso não é uma exclusividade do Candomblé. Judeus e muçulmanos também utilzam técnicas próprias das suas religiões para sacrificar animais para fins comerciais e litúrgicos, inclusive no Brasil, mas isso não tem sido objeto de crítica. "Um senhor judeu despacha uma galinha nove vezes sobre a cabeça, recita uma prece e entrega o animal para o abate", explicou.

Ainda segundo Silva, a forma de abate realizada nos terreiros é considerada humanitária pela Declaração Universal dos Direitos dos Animais. "No método de abate feito por judeus, muçulmanos e pelas religiões afro-brasileiras, que é o método da degola, o animal leva dois segundos para atingir o estado de inconsciência, de maneira que a legislação europeia cataloga o abate religioso como uma das modalidades de abate humanitário, logo, está de acordo com a Declaração Universal dos Direitos dos Animais", disse.

Ipac e Iphan produzirão nota técnica
Segundo o diretor do Ipac João Carlos de Oliveira há o risco de constituir uma inconstitucionalidade caso seja aprovado pelo STF a proibição do abate de animais em cultos de matrizes afro. "Se existe uma Lei que permite a preservação do patrimônio cultural brasileiro e essa legislação está diretamente ligada à preservação do culto, não pode existir outra lei transversal que não permita que se pratique o próprio instrumento da preservação", explicou.

Diante do impasse legal, Oliveira disse que no próximo dia 16 irá se reunir com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para que seja construída uma agenda política sobre o assunto. "Vamos construir nota técnica a partir do órgão estadual de patrimônio e a partir do órgão nacional de patrimônio no sentido de esclarecer ao Supremo Tribunal Federal o risco de se construir uma inconstitucionalidade". 

O diretor frisou ainda que há por parte dos órgão de patrimônio artístico a preocupação com o combate à intolerância religiosa. "É preciso saber que ao praticar preconceito religioso, se está praticando um crime", afirmou.

27/03/2017

Adoção de animais em feira nordestina cercado de forró, carne de bode e muita pinga!

Eu juro que gostaria de entender..... Sinceramente, a SubSecretária da SUBEM está navegando na política e pelo jeito sem chance de se impor...... Ou não acha oportuno.... sei lá..... Às vezes, penso que é muito ingênua de não perceber o papel que está se prestando a fazer.

Nas, palestras, eventos de adoção, etc. seus assessores estão só nas fotografias em plena promoção política. Chega dar nojo ver nossa causa, mais uma vez, sendo afrontada por gente tão incompetente e sem a credibilidade tão necessária para esta função!!!

O fato de "convencerem" a Subsecretária fazer campanha de adoção no Centro de Tradições Nordestinas é algo surreal!!!!!! Para quem não sabe é um local onde oferecem pratos típicos e musicas nordestinas, fora, as pingas tradicionais. Se bem que iam fazer campanha de conscientização na Sapucaí durante o carnaval.... Não acredita? eu JURO (item2)!!!! kakakaka... É muita alienação junta!!!!!!

Confiram as fotos que serviram de "pano de fundo" para o evento de adoção de cães e gatos ontem... Minha Santa dos Caras de Pau, acho que você anda exagerando!!!!! carne de sol, xinxim de galinha, carne de bode, baião de dois, siri mole, carne de rã, escondidinho, etc..... Credooooo!!!!! é muito sem noção!!!! é deboche com nossa causa!!!!! um acinte às pessoas que tanto lutaram pelo respeito à vida animal!!!!!!



Em um vídeo, uma Assessora da SUBEM fala convidando para o evento: "venham, adotem de depois almocem.... aqui só tem comida gostosa e um forró...." . Já viram a comida, né? Agora, me diz como uma pessoa que vai se divertir em tais atrações vai adotar um animal? Deus que me perdoe, mas, estamos perdidos!!!!! Na verdade foi um encontro político....

Fiquei sabendo que as gaiolas do evento foram emprestadas e  me informaram que tudo foi feito com os auspícios da Universidade Castelo Branco que nunca mais vai precisar fazer marketing na vida tendo uma de suas professoras como responsável pelo destino dos animais na Prefeitura. Aliás, a Castelo está ligada à Sociedade Nacional de Agricultura e, pelo que fiquei sabendo,  vendem coelhos, porquinhos, etc..... Nada a estranhar, né?

Semana passada recebi uma NOTA sobre a ação de voluntariado de alunos de Faculdades que foram lá na Fazenda colher sangue e examinar os cavalos que lá estão. (Aliás, quantos cavalos tem lá?só aparecem 3 nas filmagens). Achei muito legal o tal mutirão, mas, fiquei pensando se vai ter continuidade, ou seja, aqueles animais que entrarem vão ter o mesmo tratamento? é que fico lendo aqui e acolá e acho  que já tem muita coisa saindo do controle, se é que um dia entrou..... hehehehe.... Confiram:
Quem quiser ver o vídeo de apresentação do evento, aí está.... Quanta doideira..... Fiquei pensando: será que levaram o bafômetro para testar se as pessoas estariam "altas demais" para adotarem um animal e depois se arrependerem? kakakakaka..... Faz sentido, ou não?

Sinceramente, acho a Prof. Suzane muito ingênua. Logo que foi nomeada, uma pessoa da proteção me pediu para conversar com ela, conhece-la e ajudá-la. Tive boa impressão como pessoa, mas, nada conhecedora do que teria que fazer. Conversamos muito e tentei abrir seus olhos para o que iria enfrentar. Ela chegou a dizer que iria falar com o Crivella sobre me nomear para fazer a parte educacional do possível projeto que iria fazer (?). Mas, não sei se ela desistiu após eu dizer quanto aceitaria ganhar ou se o Crivella não estava sendo "bonzinho" mesmo.

Mas, Deus é bom!!!!!!  NUNCA daria certo eu ver esta secretaria, que foi criada com base de um trabalho meu, ser usada como palanque político de forma tão descarada como está sendo usada. Imagina se eu ficaria quieta assistindo o programa de castração gratuito inédito no país que EU CONQUISTEI SOZINHA COM MUITO SACRIFÍCIO, em 1995, ser mais uma vez usado como palanque safado de gente que só busca visibilidade..... Não iria dar certo mesmo!!!!!Deus é bom!!!!!!

A vontade é de ir para Marte!!!!!!!!!   Tem gente que é cega mesmo.... tem protetor muito alienado neste mundo de Meu Deus..... O Secretário anterior da SEPDA foi acusado de trocar castrações por voto. Verdade ou não, ele foi eleito com muitos votos de gente ingênua que castrou seus animais. No momento, a SEPDA/SUBEM (urgh!) serve de palanque para duas candidaturas podres!!!!!

Chega por hoje? Vou vomitar mais um pouquinho..... 
Querendo ler mais sobre tudo isto, CLIQUEM AQUI

19/03/2017

Retrospectiva da Semana de 12 à 18/03/2017


Dia de conferir o que não foi lido durante a semana. Bom domingo à todos!!!!


15/03/2017

Ministro Marco Aurélio Mello recebeu no STF representantes de religiões afro


Eu tenho tanto medo deste Ministro embora tenha sido ele que considerou a farra do boi inconstitucional.
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Em audiência com o Ministro Marco Aurélio Mello, no STF, nesta quinta-feira, dia 9 de março, um grupo de sacerdotes e sacerdotisas de Candomblé e Umbanda defenderam os direitos plenos das religiões afro-brasileiras com destaque para os abates religiosos.

A reunião foi proposta pelo jurista e ex-Secretário da Justiça do Estado de São Paulo, Hédio Silva Jr, que elaborou parecer jurídico (memorial), com os advogados Antônio Basílio Filho e Jáder Freire de Macedo Jr., para colaborar na análise do Recurso Extraordinário do Ministério Público do Rio Grande do Sul (número 494601), que pede a proibição do abate religioso.

Na comitiva estavam os babalorixás Alabiy Ifakoya (SP) e Ivanir dos Santos (RJ) e as ialorixás Rita Luciana Bispo dos Santos e Liliana Silva de Araújo, ambas de São Paulo. 

No ano passado, o ministro Marco Aurélio Mello, ao receber a ação do Ministério Público-RS, encaminhou o processo para que seja julgado em plenário. Caso o recurso seja aceito, o trecho da lei gaúcha, que livra de punição a prática de sacrifícios de animais em cultos de matriz africana, voltará a vigorar.

O julgamento não tem data marcada ainda e, se aprovada, valerá apenas para o Rio Grande do Sul; mas de acordo com Dr. Hédio Silva Jr, poderá abrir precedentes para todo o Brasil. "Isso não pode acontecer, pois o abate religioso configura preceito alimentar e litúrgico, não só da religiosidade afro-brasileira, mas também do judaísmo e do islamismo", explicou o advogado.

Para o babalorixá Ivanir dos Santos, um dos fundadores do CEAP - Centro de Articulação de Populações Marginalizadas e atualmente interlocutor da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa, não pode haver retrocesso, já que se trata de uma questão em um país laico. "Acreditamos que o Supremo irá entender que já temos um avanço nesta questão e que a religião afro-brasileira é a única que sofreu perseguição do Estado em Lei. Essa é uma dívida que o país tem com as religiões de matriz africana", argumentou.

O babalorixá Alabiy, ao entregar o memorial nas mãos do ministro, pediu ainda que um representante das religiões afro seja ouvido por todos os ministros durante o julgamento. "Queremos ocupar a tribuna neste dia", disse Alabiy, que com ajuda do Dr. Hédio conseguiu derrubar no Tribunal de Justiça de São Paulo, em 2016, uma lei aprovada em Cotia, que proibia o uso de animais em atos religiosos.

O ministro ouviu atentamente os representantes e aceitou o documento, que será protocolado com a assinatura de todos. "O mais importante desta audiência é saber que embora tenhamos um parecer jurídico sendo entregue, tivemos aqui a religião dialogando com o Estado", disse Dr. Hédio. Para ele, o fato de conseguirem o encontro com o ministro já foi uma vitória. "O ministro Marco Aurélio Mello tem uma cultura jurídica fundamental e é um dos mais respeitados membros da casa. Foi ele também o principal responsável pela adoção do sistema de cotas para negros no STF", lembrou o advogado.

O memorial

O parecer jurídico que será protocolado no STF argumenta sobre as práticas religiosas e a importância dos rituais para cada uma das culturas que se utilizam do abate religioso: na Kaparot, ritual judaico realizado nas vésperas do Yom Kipur, "Dia do Perdão", um homem apanha um galo ou, sendo mulher, uma galinha, e passam o animal nove vezes sobre a cabeça recitando a prece "bracha bnei adam - "Seja esta minha expiação". Em seguida entregam o animal ao shochet (sacerdote responsável pelo abate); o valor correspondente à ave é doado a uma pessoa carente.

Já os muçulmanos celebram a Eid al-Adha, Festa do Sacrifício, cerimônia islâmica realizada no 10º dia do último mês do calendário islâmico, no fim da hajj (peregrinação à Meca): são sacrificados um carneiro, camelo, cabra ou boi, em memória da submissão do Profeta Ibrahim (Abraão) à Alá.

De seu turno, as Religiões Afro-brasileiras celebram, entre outros rituais de oferendas, o Etutu em observância ao itan (preceito) de Orunmila-Ifá denominado ebo riru (sacrifício), sendo que o alimento resultante do abate, o apeje ou sara é consumido pelos fieis como também pela comunidade que circunda os templos.

O Memorial aponta que se de trata de "preceito litúrgico protegido pela liberdade de culto", em contraponto à acusação de maus-tratos. Segundo o jurista, a Constituição Federal assegura a liberdade de culto, de liturgia e proíbe o Estado de embaraçar o funcionamento das cerimônias religiosas, protegendo as manifestações culturais e prescrevendo a valorização da diversidade étnica.

DR. HÉDIO SILVA JR. é advogado e ativista histórico. Foi secretário da Justiça do Estado de São Paulo e é um dos mais respeitados defensores da cultura e das religiões de matrizes africanas. Em 2016, foi homenageado com o Troféu Asé Isesé (A força dos nossos ancestrais) conferido pelo Centro Cultural Africano à lideranças religiosas e personalidades públicas que se destacam na luta contra a intolerância religiosa. É autor de vários livros sobre a discriminação racial no Brasil. 

Informações à Imprensa 
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(11) 3675-2140 
Claudia Alexandre - (11) 97061-5995 
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FONTE: Terra

25/02/2017

Carnaval gera indústria de crueldade com aves por causa de suas penas.

É, realmente, uma alienação total das pessoas que não sabem que aquelas plumas e penas tem origem no sofrimento de um animal.....
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Carnaval no Brasil é sinônimo de festa, música e diversão. E isso vale tanto para quem já assistiu ao vivo, como para quem acompanha tudo pela tv. Porém, esta enorme e colorida festa popular esconde algumas facetas terríveis. 

Todos os anos, os desfiles das escolas de samba atraem visitantes dos quatro cantos do mundo, maravilhados com o samba e com a exuberância e o luxo das fantasias. Porém, poucos se questionam sobre a origem das plumas e penas

10/02/2017

Fim da matança: medicamento que trata a leishmaniose canina é lançado no Brasil

Que maravilha!!!!!!!!!!
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Os palestrantes Fábio Nogueira, o mineiro Vitor Marcio Ribeiro, acompanhados da equipe da Virbac no lançamento em SP

No último dia 24, o lançamento do Milteforan – medicamento que trata a leishmaniose visceral canina – na cidade de Araçatuba (SP), marcou o fim de uma longa batalha no Brasil. Ao contrário dos países da Europa, por aqui os cães sempre foram tidos como os vilões e não o mosquito-palha, responsável pela transmissão da doença. A grande discussão sempre foi o sacrifício dos

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