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28/09/2015

Muçulmanos de todo mundo massacram animais no 'Dia do Sacrifício'

Mais um ano de massacre de animais no mundo inteiro para comemorações do Dia do Sacrifício, chamado Eid al-Adha. Eu quero respeitar a religião, mas, como fazê-lo diante de alguém que cultua tamanha barbárie? 

Desde 2010 que denunciamos em nosso blog esta crueldade em nome de Deus..... 

Este ano os líderes religiosos recomendaram ninguém tirar fotos ou fazer filmes para não haver protestos.... Estou registrando abaixo duas matérias que reporta os acontecimentos deste ano.

Neste blog "A  Idade Certa" tem uma matéria antiga falando sobre uma ativista no Cairo. Não deixe de ler: ‘Eid al Adha’É um ritual religioso mas tenebroso: O Islã na luta pelos direitos dos animais.

Aproveitando o tema de animais na religião, descobri que está sendo feito um vídeo sobre as festas cruéis da Espanha. O nome é "Santa Fiesta"
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Os muçulmanos de todo o mundo se reúnem para sacrificar o gado na celebração do Festival  Eid al-Adha   
Seguidores do Islã, tradicionalmente, matam animais, como ovelhas, vacas, cabras e camelos no sagrado Dia do Sacrifício quando comemoram a misericórdia de Deus, que no Corão conta que o profeta Ibrahim foi poupado de matar seu filho Ismael em troca de uma cabra.

Muçulmanos de todo o mundo reuniram-se hoje para sacrificar o gado comemorando séculos de

05/09/2017

Mais um ano que se realiza o ritual muçulmano Eid al-Adha

Ontem terminou o Eid al-Adha, um festival religioso muçulmano que promove aquela matança tradicional dos animais pelo mundo afora. Infelizmente, os caras ao invés de acabar com esta desgraceira, modernizam a compra do animal para ser sacrificado. Agora, as pessoas podem encomendar um animal por aplicativo e aí entregam em casa. Vejam na segunda matéria. Minha Santa do Rococó, cria uma modo de vida novo para estas pessoas!!!!! Juro que tento, mas, não consigo respeitar nenhuma religião que use animais para seus rituais!!!!!
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KARACHI, Paquistão, 2 de setembro (Reuters) - Os muçulmanos no Paquistão lotaram mesquitas e terras de oração em todo o país para oferecer orações e sacrifício de cabras e vacas para o feriado de Eid al-Adha no sábado, marcando o segundo maior festival religioso do Islã.

A segurança foi rigorosa, com as autoridades em guarda de qualquer possível ataque de extremistas religiosos que realizaram atentados em todo o país nos últimos anos. "Hoje, estamos aqui para oferecer orações do Eid", disse o adorador Saleem Ahmed em uma cerimônia em Karachi, a maior cidade do Paquistão. "Os arranjos de segurança foram muito bons. Que Allah possa aprovar nossas orações".

Eid al-Adha comemora o conto corânico da disposição do Profeta Abraão de sacrificar seu filho como um ato de obediência a Deus, antes que Allah substituísse o filho por um carneiro para ser sacrificado. Uma história semelhante envolvendo Abraão é relatada nos livros sagrados do judaísmo e do cristianismo.

É uma tradição para aqueles que podem pagar para sacrificar animais domésticos como um símbolo da vontade de Abraão de sacrificar seu único filho. O resultado é um crescente comércio pré-feriado em cabras, vacas e ovelhas. Somente no Paquistão, cerca de 10 milhões de animais, no valor de mais de US $ 3 bilhões, são abatidos durante os dois dias de Eid al-Adha, de acordo com a Associação dos Trabalhadores do Paquistão. "Estamos apresentando sacrifícios para seguir o caminho do profeta Abraão. Não devemos esquecer os nossos pobres e necessitados irmãos muçulmanos nessa ocasião", disse Mohammad Muzammil, residente de Karachi, no local de oração onde as vacas e as cabras foram abatidas.
anuncio de comerciante que vende animais para este ritual
Eid al-Adha marca o fim de um Hajj anual, ou peregrinação para a Meca, que é um dos cinco pilares do Islã, e deve ser realizado por todos os muçulmanos que podem dar ao luxo de fazê-lo. Com uma população de cerca de 208 milhões de pessoas, o Paquistão é o sexto país mais populoso do mundo e tem a segunda maior população muçulmana após a Indonésia. Cerca de 97 por cento dos paquistaneses são muçulmanos. (Escrevendo por Kay Johnson; Edição por Nick Macfie).

Fonte: Daily Mail
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O Paquistão de classe média abraça Uber-like app que vai entregar um animal  para ser sacrificado em sua porta  
Enquanto o Paquistão se prepara para o festival de sacrifício de Eid al-Adha neste fim de semana, uma empresa de tecnologia fez a tarefa de comprar um animal para sacrifício - cabra, ovelha, vaca - muito mais conveniente. 

Ao invés de juntar as filas e negociar com os agricultores ao longo do preço, os residentes de Islamabad e Karachi estão abraçando a tecnologia e recebendo animais direto na sua porta da frente através de um aplicativo móvel. Os muçulmanos matam um animal no festival anual em um ritual que decorre da história do profeta Abraão, comandado por Deus para matar seu amado filho Isma. A carne é então distribuída em partes iguais para os pobres, para parentes e consumidos pela própria família. 

O festival centenário está cheio de tradição, mas este ano alguns paquistaneses de classe média estão se voltando para a tecnologia para ignorar os mercados lotados e encomendar seus animais através do aplicativo  Careem. O aplicativo, que está crescendo em popularidade no Paquistão, introduziu uma iniciativa Bakra (cabra) sobre rodas no período anterior ao Eid, com caminhões especialmente pintados que transportam os animais para os clientes.

A resposta foi "substancial", disse o executivo de marketing da Careem, Abuzar Khan, à AFP, acrescentando que venderam cerca de 30 cabras até agora. Mas havia poucas chances de ameaçar a demanda por animais nos movimentados mercados de gado do país. Em um mercado estabelecido temporariamente em Islamabad nesta semana, fazendeiros de todo o país, usam sabonetes e shampoo nas cabras e camelos para torná-los mais atraentes aos olhos de clientes sensíveis.

A mídia social foi inundada com vídeos que mostravam camelos sendo transportados por rickshaw e ovelhas se agarrando às costas de motocicletas enquanto os paquistaneses seguiam com suas compras para casa.

Os especialistas dizem que o mercado de pecuária no Paquistão está crescendo em até quatro por cento ao ano, à medida que mais empresários jovens estão interessados, e o volume é alto durante a Eid, explicou o trader Syed Hayat Raza Naqvi.  "O preço mínimo de um touro, que leva dois anos e meio para ficar adulto, é de 65 mil rúpias ($ 650), afirmou.


(vídeo) Comerciantes embelezam os animais para vende-los neste período
Fonte: Daily Mail
Tradução livre do Google para "O Grito do Bicho"
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Nossas publicações a respeito inclusive com a ameaça de morte que recebi porque falei a respeito:



28/10/2017

Refugiados muçulmanos mudam cidades do interior do país.... Vai ter matança de animais?

Quando a Marli mandou esta matéria, meus pés começaram a tremer.... Pessoal do Paraná, temos que ficar muito alertas. Qualquer hora vão começar a fazer massacres de animais como os muçulmanos fazem no mundo inteiro. Aqui, se não ficarmos atentos, será igual.... se bem que já pode até já estar acontecendo e não sabemos. Sugiro a galera do Paraná, no ano que vem se ligar e observar..... Aqui no Brasil, não vamos deixar!!!!!!

26/09/2017

Barbeiro decora camelos e os vendem mais caros para serem sacrificados em ritual muçulmano

Agora me respondam se eu posso respeitar uma religião que provoca um massacre de animais em rituais satânico como este chamado de Eid al-Adha? Temos várias postagens a respeito aqui no blog. Tá doido, fio!!!!! Olha, "vou passar uma visão" prá vocês: os "coisas ruins" do inferno vivem aqui na Terra, gente!!!!! O tal barbeiro (é profissão mesmo) faz uma

12/09/2017

Camelo manda para o inferno homem que o estava sacrificando - Paquistão

Durante o período do Eid al-Adha, como sabem, existe uma matança terrível de animais entre os muçulmanos do mundo inteiro. Publicamos no ultimo dia 5 deste mês a postagem Mais um ano que se realiza o ritual muçulmano Eid al-Adha onde mostramos que estão usando até uber para entregar os animais em casa para serem sacrificados. Só que um camelo lá no Paquistão, mesmo com a pata amarrada, conseguiu fazer um bom serviço antes de ser morto. Mandou para o inferno um filho do "coisa ruim"..... maravilha.... pobres animais que sofrem nas mãos destes fanáticos loucos..... Vou repetir sem nenhum constrangimento: não respeito nenhuma religião que use o sangue de animais..... Isto não é coisa de Deus!!!!!! Leiam nossas postagens sobre o Dia do Sacrifício, chamado Eid al-Adha.

Fonte: LiveLeak

09/11/2011

DOSSIER SOBRE RITUAL MULÇUMANO EM 2011

De tudo que pesquisei sobre os sacrifícios realizados no mundo todo em comemoração ao "Eid-Adha" de 05 à 07 de novembro, consegui concluir o seguinte:


1 - tem-se a impressão que o critério religioso está perdendo para dar passagem à uma visão "espetaculosa", ao comércio, ao "business" e o "fazer por fazer". O menino da foto acima põe roupa nova, abraça o animal comprado e o leva para o sacrifício que é pago. Não vi, em nenhum momento de matança nas fotos e vídeos, um olhar para Alá na oferta da vida do animal. Centenas de fotos foram publicadas no mundo inteiro, lembrando que antes era um ritual super reservado. Veja link mais abaixo.

2 - as mínimas abordagens sobre o fim da matança dos animais é respondida com total violência e agressividade. Brigite Bardot, há alguns anos atrás, pediu misericórdia para os bichos. Foi obrigada a se retratar publicamente e nunca mais falar sobre o assunto. Li uma frase pela internet que me impressionou: "como fazer proteção animal aqui...?". Acho que era uma entidade protetora lá mesmo no Paquistão;

3 - o comércio dos animais para serem mortos, está em franca ascensão. Vários vídeos no YouTube foram postados por comerciantes sobre a venda dos mesmos e matérias no mundo inteiro confirmaram os fatos, inclusive, com a importação de animais exóticos para os rituais. Leiam a matéria traduzida pela nossa colaboradora Cristina Calixto CLICANDO AQUI.

4 - como havia roubo de peles dos animais sacrificados, o islamismo criou regras e até governos regulamentaram. Um exemplo lá no Paquistão:
"Qualquer membro do partido político ou religioso apanhado a roubar peles de animais sacrificial em Eid ul Adha será preso e julgado pelo Tribunal Anti-Terrorismo, Sindh Início Ministro Manzoor Wassan advertiu. Em vez de vender o couro de um animal sacrificado para um comprador comercial, muitas pessoas preferem doar para ajudar uma instituição de caridade ou apoiar um partido político. Durante uma reunião de alto nível dos partidos políticos e ONGs em 31 de outubro, todos concordaram com as medidas de precaução significativas para Karachi, disse ele." - Fonte: CENTRAL ASIA ON LINE

5 - não consegui informaççoes precisas do que acontece com os animais depois de mortos. Se havia roubo de peles é porque ficavam expostos e abandonados depois de mortos, ou não? Dizem que a carne é dividida entre familiares e pobres. Então, como acontecia o roubo a ponto de precisar de leis? Conflito de informações.

Aqui estão algumas matérias nacionais e internacionais sobre o tal ritual no mundo inteiro:
Muçulmanos celebram ritual de sacrifício Eid al-Adha (fotos)
Muçulmanos de todo o mundo comemoram o Eid al-Adha
Milhares de muçulmanos dão início ao Festival do Sacrifício na Índia
(a Índia é o país que tem a segunda maior população de fiéis ao Islã no mundo)
Vídeo onde pedem para doar a pele dos animais para obras sociais

Encerrando sobre o assunto: o YouTube está cheio de vídeos a respeito... eu escolhi este... NÃO VEJA SE NÃO TEM ESTÔMAGO!!!! foi feito especialmente para as câmeras... Jura que Alá gosta disto? bem, perguntar não ofende, né?

Alguém sabe como se compra uma passagem para Netuno?????
Plutão serve, também....


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22/02/2016

Crianças treinam em gato a realização de ritual sangrento - Paquistão

Ativista, após assistir a um vídeo no Live Leak abre uma petição para protestar contra o governo do Paquistão. Vamos ajudar? CLIQUE AQUI para assinar (é lá no final). O gatinho não é ferido no vídeo, caso queira ver.
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O vídeo chocante está revoltando os assinantes do Liveleak. Ele mostra um grupo de crianças treinando a execução do que é conhecido como Udhiyyah - o sacrifício de um animal durante o Eid al-Adha, evento realizado todos os anos no mundo islâmico no mês de setembro. Durante alguns dias do festival, milhares de animais inocentes como a vaca e as ovelhas são sacrificados em nome da religião.


Estas crianças pensaram que seria uma boa ideia testar suas habilidades sacrificando um gato indefeso. Uma vez que o gato é capturado, o animal vira  presa fácil para as crianças. Por cerca de

10/11/2011

ANIMAIS NA RELIGIÃO: ABATES HALAL E KOSHER

A ONG Igualdad Animal distribuiu em seu boletim as notícias de como foi o Eid al-Adha na Espanha. 6000 cordeiros foram sacrificados!!!! e reparem nos vídeos que estão publicados no site desta ONG e outros que estão rodando pela internet, que a coisa é feita na frente de crianças pequenininhas....

Em um destes vídeos vemos uma mulher obrigando a criança a olhar a hora do corte da jugular do animal ... desde cedo, aprendem a torturar o animal... é, porque através das imagens podemos ter a certeza que o ritual provoca imenso sofrimento ao animal... e todos se deliciam com isto.... analisem as imagens...

Ah, não posso xingar ninguém porque iria ferir a Lei Brasileira do Deputado Caó que considera isto desrespeito....Eu até seria presa. Seria violação da liberdade religiosa. Então, por este motivo, não posso falar o que penso....

Como falei ontem, a coisa em última análise, virou espetáculo, televisado e postado nos youtubes da vida... tem centenas de vídeos... e é bom ser mostrado para que não paire dúvidas. Repare nesta foto o cinegrafista ao fundo e a platéia de crianças. Cliquem na imagem para entrar no site do "Igualdad Animal" que fez um belo trabalho de coleta de material.


Como meu dever de ofício é educação (educar é fazer pensar), estou publicando a contradição. Alguém está errado e as imagens nos mostram uma verdade que muita gente não quer reconhecer. Uma leitora nossa (do Brasil) que é casada com um mulçumano nos encaminhou um material que, segundo ela, foi retirado do site ISLAM - BR que é o Portal dos Mulçumanos na América. Leiam clicando
O ABATE ISLÂMICO É CRUEL?

Paralelamente lemos a notícia que a Holanda discute proibição dos abates Halal e Kosher que são realizados na mesma maneira. LEIA AQUI

Em 1994 publiquei no Manual do Fala Bicho a questão do abate Kosher (judaísmo) depois que conheci um rabino e ele me garantiu que o animal não sofria ao ser abatido. Entretanto, nunca me deixou ver. Este abate é o único permitido pelos judeus se ele quiser comer carne e você poderá ler o texto de como ele é feito CLICANDO AQUI .

A PETA andou denunciando abatedouros como o AgriProcessors, especializado neste abate. Não obteve sucesso mesmo com as terríveis imagens obtidas por seu informante secreto. Desde 2007 rola uma campanha "Pelo fim do abate KASHER". CLIQUE PARA LER

Já o Halal , com as mesmas características, é usado, também, comercialmente e para rituais como o do Eid al-Adha. Existe um site bem informativo a respeito sobre a alimentação usada pelos mulçumanos. Só que este abate é cheio de regras, e pelo que se vê, mundo afora, este abate promove enorme sofrimento aos animais, apesar das afirmativas contrárias. Mas, acho que vale a pena conhecer este site para entendermos melhor como funcionam as leis islâmicas. CLIQUE AQUI . Não deixem de ler "O que é Haram" e "Halal no Brasil". Achei muito informativo.

03/07/2017

Emenda da vaquejada abre nova autorização legal para abate religioso

Gente, olha o prejuízo.... 
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Menos de um ano depois de o Supremo Tribunal Federal julgar inconstitucional uma lei cearense que regulamentava a vaquejada, o Congresso Nacional acaba de promulgar uma emenda constitucional liberando práticas desportivas com utilização de animais.

No último dia 6 de junho entrou em vigor a EC 96, acrescentando § 7º ao art. 225 da Constituição Federal, com a seguinte redação:

“Para fins do disposto na parte final do inciso VII do § 1º deste artigo, não se consideram cruéis as práticas desportivas que utilizem animais, desde que sejam manifestações culturais, conforme o § 1º do art. 215 desta Constituição Federal, registradas como bem de natureza imaterial integrante do patrimônio cultural brasileiro, devendo ser regulamentadas por lei específica que assegure o bem-estar dos animais envolvidos”.

Vale lembrar que, no julgamento da ADI 4.983, em outubro de 2016, tendo como relator o ministro Marco Aurélio, o Plenário do STF deliberou por seis votos a cinco que a vaquejada implicava tortura e maus-tratos aos animais porquanto acarreta fraturas nas patas dos bois, rompimento do rabo, ruptura de ligamentos, vasos sanguíneos e inclusive da medula óssea.

Passados oito meses desse julgamento entra em vigor a EC 96 determinando que, se forem manifestações culturais, populares, indígenas, afro-brasileiras ou de outros grupos étnicos, as práticas desportivas que utilizem animais não podem ser consideradas cruéis.

Embora prática desportiva não se confunda com liturgia ou dogma religioso, a Constituição Federal considera ambas como manifestações culturais, o que traz à baila a questão do abate religioso de animais, a ser enfrentada em breve pelo STF no julgamento do RE 494.601.

Vale lembrar que na vaquejada o boi é enclausurado, açoitado, instigado a correr e tem sua cauda retorcida até cair. Por esse ângulo, a prática da vaquejada não tem absolutamente nada a ver com abate religioso de animais, um preceito alimentar e litúrgico adotado por judeus, muçulmanos e candomblecistas, regulamentado pelo Decreto federal 30.691/1952, por normativas do Ministério da Agricultura e decretos estaduais.

A técnica da degola, comum no judaísmo, no islamismo e nas religiões afro-brasileiras, é catalogada pelo Ministério da Agricultura como método humanitário porquanto provoca morte instantânea, reduz a dor ao patamar mínimo e evita sofrimento desnecessário.

O direito à alimentação kosher (judaica) e halal (islâmica) tem sido ratificado por reiterados julgamentos do Tribunal de Justiça de São Paulo, nos quais companhias aéreas foram condenadas a indenizar passageiros que solicitaram previamente dieta religiosa e foram negligenciados pelos transportadores.

Do ângulo econômico, atualmente o Inmetro/Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior investe na criação de um Selo Halal para que o Brasil amplie negócios com o cobiçado mercado alimentício muçulmano, lembrando que em 2015 as certificações halal movimentaram 1 trilhão de dólares.

Inobstante sua dimensão dietética e econômica, o abate religioso constitui também um preceito litúrgico referido já no Antigo Testamento, visto que o terceiro livro do Pentateuco, Levítico, faz inúmeras alusões ao abate de animais.

Na Kaparot, ritual judaico realizado nas vésperas do Yom Kipur, “Dia do Perdão”, um homem apanha um galo ou, sendo mulher, uma galinha, e passam o animal nove vezes sobre a cabeça recitando a prece “bracha bnei adam – Seja esta minha expiação”. Em seguida entregam o animal ao shochet - sacerdote responsável pelo abate.

Já os muçulmanos celebram a Eid al-Adha, Festa do Sacrifício, cerimônia islâmica realizada no 10º dia do último mês do calendário islâmico, no fim da hajj (peregrinação à Meca): são sacrificados um carneiro, camelo, cabra ou boi, em memória da submissão do Profeta Ibrahim (Abraão) a Alá.

De seu turno, as religiões afro-brasileiras celebram o Etutu (ritual de oferendas) em observância ao itan (preceito) de Orunmila-Ifá denominado ebo riru (sacrifício), sendo que o alimento resultante do abate, o apeje ou sara é consumido pelos fieis como também pela comunidade que circunda os templos.

Acolhendo esses argumentos, no último dia 17 de maio o Tribunal de Justiça de São Paulo declarou a inconstitucionalidade de lei do município de Cotia que pretendia punir o abate religioso de animais com multas de até R$ 704.

Diz um conhecido brocardo jurídico que “quem pode o mais, pode o menos”. Isso significa que, se a Constituição Federal admite práticas desportivas com utilização de animais, com muito mais razão deve admitir o abate religioso – que provoca morte instantânea e com o mínimo de dor.

Por esse ângulo é possível afirmar que o julgamento do abate religioso terá pouca ou nenhuma relação com o julgamento da vaquejada, com o detalhe de que a EC 96 representa um novo e induvidoso permissivo constitucional para o abate religioso de animais.

FONTE: conjur

15/03/2017

Ministro Marco Aurélio Mello recebeu no STF representantes de religiões afro


Eu tenho tanto medo deste Ministro embora tenha sido ele que considerou a farra do boi inconstitucional.
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Em audiência com o Ministro Marco Aurélio Mello, no STF, nesta quinta-feira, dia 9 de março, um grupo de sacerdotes e sacerdotisas de Candomblé e Umbanda defenderam os direitos plenos das religiões afro-brasileiras com destaque para os abates religiosos.

A reunião foi proposta pelo jurista e ex-Secretário da Justiça do Estado de São Paulo, Hédio Silva Jr, que elaborou parecer jurídico (memorial), com os advogados Antônio Basílio Filho e Jáder Freire de Macedo Jr., para colaborar na análise do Recurso Extraordinário do Ministério Público do Rio Grande do Sul (número 494601), que pede a proibição do abate religioso.

Na comitiva estavam os babalorixás Alabiy Ifakoya (SP) e Ivanir dos Santos (RJ) e as ialorixás Rita Luciana Bispo dos Santos e Liliana Silva de Araújo, ambas de São Paulo. 

No ano passado, o ministro Marco Aurélio Mello, ao receber a ação do Ministério Público-RS, encaminhou o processo para que seja julgado em plenário. Caso o recurso seja aceito, o trecho da lei gaúcha, que livra de punição a prática de sacrifícios de animais em cultos de matriz africana, voltará a vigorar.

O julgamento não tem data marcada ainda e, se aprovada, valerá apenas para o Rio Grande do Sul; mas de acordo com Dr. Hédio Silva Jr, poderá abrir precedentes para todo o Brasil. "Isso não pode acontecer, pois o abate religioso configura preceito alimentar e litúrgico, não só da religiosidade afro-brasileira, mas também do judaísmo e do islamismo", explicou o advogado.

Para o babalorixá Ivanir dos Santos, um dos fundadores do CEAP - Centro de Articulação de Populações Marginalizadas e atualmente interlocutor da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa, não pode haver retrocesso, já que se trata de uma questão em um país laico. "Acreditamos que o Supremo irá entender que já temos um avanço nesta questão e que a religião afro-brasileira é a única que sofreu perseguição do Estado em Lei. Essa é uma dívida que o país tem com as religiões de matriz africana", argumentou.

O babalorixá Alabiy, ao entregar o memorial nas mãos do ministro, pediu ainda que um representante das religiões afro seja ouvido por todos os ministros durante o julgamento. "Queremos ocupar a tribuna neste dia", disse Alabiy, que com ajuda do Dr. Hédio conseguiu derrubar no Tribunal de Justiça de São Paulo, em 2016, uma lei aprovada em Cotia, que proibia o uso de animais em atos religiosos.

O ministro ouviu atentamente os representantes e aceitou o documento, que será protocolado com a assinatura de todos. "O mais importante desta audiência é saber que embora tenhamos um parecer jurídico sendo entregue, tivemos aqui a religião dialogando com o Estado", disse Dr. Hédio. Para ele, o fato de conseguirem o encontro com o ministro já foi uma vitória. "O ministro Marco Aurélio Mello tem uma cultura jurídica fundamental e é um dos mais respeitados membros da casa. Foi ele também o principal responsável pela adoção do sistema de cotas para negros no STF", lembrou o advogado.

O memorial

O parecer jurídico que será protocolado no STF argumenta sobre as práticas religiosas e a importância dos rituais para cada uma das culturas que se utilizam do abate religioso: na Kaparot, ritual judaico realizado nas vésperas do Yom Kipur, "Dia do Perdão", um homem apanha um galo ou, sendo mulher, uma galinha, e passam o animal nove vezes sobre a cabeça recitando a prece "bracha bnei adam - "Seja esta minha expiação". Em seguida entregam o animal ao shochet (sacerdote responsável pelo abate); o valor correspondente à ave é doado a uma pessoa carente.

Já os muçulmanos celebram a Eid al-Adha, Festa do Sacrifício, cerimônia islâmica realizada no 10º dia do último mês do calendário islâmico, no fim da hajj (peregrinação à Meca): são sacrificados um carneiro, camelo, cabra ou boi, em memória da submissão do Profeta Ibrahim (Abraão) à Alá.

De seu turno, as Religiões Afro-brasileiras celebram, entre outros rituais de oferendas, o Etutu em observância ao itan (preceito) de Orunmila-Ifá denominado ebo riru (sacrifício), sendo que o alimento resultante do abate, o apeje ou sara é consumido pelos fieis como também pela comunidade que circunda os templos.

O Memorial aponta que se de trata de "preceito litúrgico protegido pela liberdade de culto", em contraponto à acusação de maus-tratos. Segundo o jurista, a Constituição Federal assegura a liberdade de culto, de liturgia e proíbe o Estado de embaraçar o funcionamento das cerimônias religiosas, protegendo as manifestações culturais e prescrevendo a valorização da diversidade étnica.

DR. HÉDIO SILVA JR. é advogado e ativista histórico. Foi secretário da Justiça do Estado de São Paulo e é um dos mais respeitados defensores da cultura e das religiões de matrizes africanas. Em 2016, foi homenageado com o Troféu Asé Isesé (A força dos nossos ancestrais) conferido pelo Centro Cultural Africano à lideranças religiosas e personalidades públicas que se destacam na luta contra a intolerância religiosa. É autor de vários livros sobre a discriminação racial no Brasil. 

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FONTE: Terra

13/09/2016

Em peregrinação a Meca, cupom dá direito a sacrifício de animais sem fiel sujar as mãos

Meu Deusssssss, perdoe esta pecadora, mas, não consigo aceitar quem usa animais em sacrifício religiosos. Diante da tecnologia, os muçulmanos preferem facilitar do que parar de detonar os bichos..... Meu mundo não é este que vivo!!!!!
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Graças a uma ajudinha tecnológica, os muçulmanos que fazem a peregrinação anual a Meca não precisam mais sujar as mãos. O ritual do sacrifício de Eid-al Adha agora fica por conta de uma empresa especializada e que tem conexões com abatedouros.

10/01/2010

RELIGIÃO: DIA DO SACRIFÍCIO ... JESUS AMADO!!!!

Da mesma maneira que o resto dos muçulmanos, os egípcios celebraram nesta sexta-feira uma de suas festividades mais importantes, a festa do Eid al-Adha, ou do Sacríficio. Na ocasião é celebrado o dia mais importante do calendário islâmico, o Dia do Sacrifício, e os aproximadamente 1,5 bilhão de muçulmanos de todo o mundo sacrificam um animal - uma vaca, um carneiro, um camelo ou uma ovelha - para compartilhá-lo entre suas famílias e os mais necessitados.

FOLHA DA REGIÃO - 28/11/09

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