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12/09/2017

Donos de animais reclamam do alto preço do tratamento contra a leishmaniose

Já falamos sobre isto aqui no blog. Realmente, quem tem poucos recursos, como vai tratar seu animal
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Custo do remédio pode ultrapassar R$ 1 mil, acima da realidade da média das famílias brasileiras

“Seu cão tem leishmaniose.” A frase equivalia a uma sentença de morte ao amigo de tantos anos. Sem tratamento e com o altíssimo risco de transmissão da doença ao homem, donos de animais não tinham outra opção a não ser sacrificar o bicho. Há um ano, porém, proprietários e médicos veterinários se deparam com um novo dilema. No fim de 2016, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento autorizou a comercialização do Milteforan, primeiro medicamento vendido no Brasil para o tratamento da leishmaniose em cachorros. No entanto, o custo do remédio pode ultrapassar  R$ 1 mil, acima da realidade da média das famílias brasileiras. Até que ponto vale pagar um tratamento caro?

Mesmo sem poder arcar com o custo do tratamento, o autônomo Ivaldo Aguiar, 60 anos, escolheria tentar, até o fim, salvar a dachshund Nala. A cadela morreu na metade do ano passado, vítima da doença transmitida pelo mosquito-palha. Apesar de ter vacinado os quatro filhotes deixados por uma amiga de longa data, Ivaldo teme uma improvável infecção de Tom, Raia, Kiara e Tói. “Não consigo imaginar minha vida sem eles. Foi muito difícil quando a Nala partiu”, lamenta.

Acompanhamento
Os quatro cãezinhos de um ano e meio de idade vivem com a ex-esposa e o filho de Ivaldo no Jardim Botânico. A região administrativa, de acordo com a Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival), está entre as áreas de maior risco de contrair a leishmaniose por causa da vegetação. “Se for preciso, moro longe, mas eles não saem de perto de mim”, promete o autônomo.

Além do alto custo do Milteforan, o cão infectado deve ser tratado por 28 dias e manter acompanhamento veterinário pelo resto da vida. Procurada pelo Correio, a Virbac afirmou que o remédio será importado da Europa, continente onde a leishmaniose dificilmente atinge seres humanos.  A importação, segundo a empresa, ajuda a encarecer o tratamento.

No entanto, manter vivo um animal portador do protozoário causador da doença pode gerar sérios problemas de saúde pública. O médico responsável pelo Centro de Controle de Zoonoses, Laurício Monteiro, alerta sobre o risco para seres humanos. “A leishmaniose mata 94% dos casos não tratados. É muito mais do que a dengue”, avisa. A virose transmitida pelo Aedes aegypti mata em torno de 20% dos doentes sem tratamento, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Por isso, de acordo com Monteiro, órgãos de vigilância tendem a adotar posturas mais conservadoras sobre o tratamento em cães. A Portaria Interministerial 1.425/2008 proíbe o uso em animais de medicamentos para combate à leishmaniose humana em animais. “Tratar o cachorro com remédio para seres humanos potencializa o risco de os parasitas desenvolverem maior resistência. Um perigo para a saúde pública”, explica o veterinário.

Transmissão silenciosa
É difícil de se conseguir dados atualizados da leishmaniose em cães e em seres humanos. Além da diferença entre casos notificados e casos confirmados, a letalidade em animais atrapalha o setor público no momento de quantificar o estrago que o protozoário Leishmania faz para a saúde do Distrito Federal.

O informativo epidemiológico da Secretaria de Estado de Saúde mais recente indica que, dos 39 casos confirmados da leishmaniose visceral em humanos, apenas três pessoas foram infectadadas dentro do DF em 2015. Laurício Monteiro, do Centro de Controle de Zoonoses, diz que houve duas ocorrências em 2016 e apenas uma até agosto de 2017.

]Apesar da queda consecutiva no contágio de humanos, a médica veterinária Verônica Foltynek teme piora no total de casos registrados em 2017. “Neste ano, atendi mais cães infectados do que o habitual. A situação se complica ainda mais porque existem aqueles animais infectados sem apresentar sintomas”, teme. Como o ano ainda não acabou, apenas em 2018 a Secretaria de Estado de Saúde terá os dados consolidados da doença no DF.

Algumas regiões administrativas têm mais prevalência do mosquito-palha do que outras. Por causa do preconceito, há quem pense que a leishmaniose atinge apenas áreas com saneamento mais precário. No entanto, a Dival aponta risco elevado em bairros nobres como os lagos Sul e Norte. Segundo Verônica, locais próximos a córregos e matas do cerrado têm mais riscos. “O mosquito existe onde há matéria orgânica. É a condição de sobrevivência dele”, explica.

FONTE: correiobraziliense

29/08/2017

Acupuntura é alternativa no tratamento de animais de estimação

Já ouvi muita gente falando que o tratamento é muito bom, principalmente, para displasia e problemas na coluna. Agora, tem muito profissional que não é muito bom, entende? 
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Na China, é cada vez mais maior o número de donos de bichos de estimação que recorrem a terapias alternativas e à medicina tradicional para tratar as doenças de seus animais. Em Xangai, o Pets TCM Center (Centro de Medicina Tradicional Chinesa) é especializado em prover o tratamento para cães, gatos e outros pets.
Fonte: Veja

09/06/2017

Campanha contra fome na Somália trata cerca de 12 milhões de animais

A espécie humana depende dos animais p´ra tudo diferentemente deles que interagem com a natureza de forma equilibrada. Alguém tem dúvida que somos de outro mundo?
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Mais de 12 milhões de animais foram tratados nos últimos três meses na Somália como forma de tentar evitar a fome no país, afetado por uma grave seca e conflitos, informou nesta sexta-feira a Organização da ONU para Alimentação e Agricultura (FAO).

A agência apontou em comunicado que fez uma campanha em massa com a qual pretende chegar até os 22 milhões de animais cuidados até meados de julho e beneficiar assim mais de 3 milhões de pessoas.

Cerca de 3,2 milhões de pessoas correm risco de morrer de fome na Somália. A maioria destas pessoas vive em zonas rurais e depende do gado, de cabras, camelos, ovelhas e outros animais para se alimentar e como fonte de renda.

A escassez de chuvas e a seca persistente ao longo de muitas temporadas supuseram a queda da produção agrícola e a morte de cabeças de gado, o que danificou a segurança alimentar e contribuiu para o deslocamento de cerca de 680 mil pessoas desde novembro.

"Salvar os animais permite salvar vidas humanas. Quando os animais se debilitam pela seca, deixam de produzir leite e morrem, o que significa que as pessoas passam fome e as famílias já não são autosuficientes", disse o representante da agência no país, Richard Trenchard.

Com fundos do Reino Unido, do Canadá e da ONU, a FAO mobilizou 150 equipes integradas por veterinários por todo o país para tratar a cada dia até 270 mil animais perante a ameaça dos mesmos contrair parasitas e doenças pela falta de água e comida.

Se o gado está muito frágil para resistir às vacinas, então recebem suplemento de vitaminas, medicamentos e outros tratamentos para combater as infecções.

O plano para evitar a fome e agir frente à seca da FAO, estimado em US$ 160 milhões e 40% financiado, também contempla a entrega às famílias de dinheiro para que possam comprar alimentos, a reabilitação das infraestruturas agrícolas, cupons para adquirir sementes e serviços de maquinaria como tratores.

Seis anos depois que uma crise de fome foi declarada na Somália e tirou a vida de cerca de 250 mil pessoas, este país do Chifre da África, além do Sudão do Sul, Iêmen e nordeste da Nigéria, sofre com questões alimentares atuais.

Nesses quatro países um total de 30 milhões de pessoas estão em situação de insegurança alimentar severa, das quais 20 milhões estão à margem da fome ou já sofrem com a mesma.

FONTE: Terra

02/06/2017

Cães e gatos de raça resgatados em um canil recebem tratamento

Mais um caso de abuso na criação de fundo de quintal.... coisa horrível mesmo....
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Depois os bichos devem ficar disponíveis para adoção

Fonte: G1 Paraná

Leishmaniose já tem tratamento, mas é caro

Caramba, vocês sabiam disto? eu não..... Fui pesquisar e achei por R$979,00 .... mesmo assim, quem tem este dinheiro? Céus!!!!
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Frasco do produto custa R$ 2 mil

Cães diagnosticados com a leishmaniose visceral ganharam uma chance de viver. Antes encaminhados à morte por meio da eutanásia, agora eles têm a possibilidade de serem tratados com o medicamento Miltefosina, de nome comercial Milteforan, autorizado pelos ministérios da Saúde e da Agricultura no segundo semestre do ano passado.

No entanto, como o tratamento não está disponível na rede pública, donos de cães doentes precisam desembolsar cerca de R$ 2 mil pelo frasco do produto.

Em Araçatuba, o CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) registrou aumento de 9,2% no número de eutanásias de cães com leishmaniose no ano passado, quando 295 animais foram mortos ante 270 procedimentos em 2015. Neste ano, até o momento, 67 cães foram sacrificados. Em humanos, o município registrou um caso neste ano e três, em 2016.

24/05/2017

Justiça atende pedido de tutor e determina que cachorro com Leishmaniose não seja sacrificado

Que maravilha!!!! acho um sucesso este tipo de conquista.... Agora, que absurdo, não? tendo tratamento e a pessoa ter que entrar na justiça para manter seu cão vivo....
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Os integrantes da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, por unanimidade, seguindo voto do relator, o juiz substituto em segundo grau Wilson Safatle Faiad, determinaram que não seja sacrificado um cão da raça Buldogue Inglês acometido por Leishmaniose Visceral Canina (LVC). Apesar de impedir a eutanásia, o magistrado determinou que o animal seja submetido a tratamento e que, nesse período, seja impedido de deixar a residência do dono. Isso, segundo Faiad, como forma de impedir a disseminação da doença.

De acordo com o processo, Lucas de Castro Santos, dono do cachorro de nome Buda, impetrou mandado de segurança contra o secretário de Saúde do Estado de Goiás, Leonardo Moura Vilela, diante do cumprimento da Portaria Interministerial nº 1.426 que proibe o tratamento da doença com produtos de uso humano ou não registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Razão pela qual determinou que o cão fosse submetido à eutanásia. Considerado um problema de saúde pública, a doença sistêmica é causada por protozoário transmitido por meio de picada, podendo afetar pessoas e animais. No Brasil, a principal espécie do vetor responsável pela transmissão é popularmente conhecida como mosquito-palha.

Conforme informado na petição inicial, o proprietário do cão levou o animal de cinco anos a uma clínica veterinária, em Goiânia, para diagnóstico de uma lesão em um dos olhos, no início de junho de 2016. A princípio, os veterinários sugeriram que fosse realizada uma cirurgia para reparar o olho lesionado, a qual foi realizada em junho do mesmo ano. Contudo, em virtude da não cicatrização do olho, foi iniciada uma investigação aprofundada sobre o estado de saúde do bicho. Posteriormente, o cachorro foi diagnosticado com LVC.

Lucas foi informado pela clínica que, após o diagnóstico positivo, o procedimento obrigatório seria informar a Vigilância Sanitária da capital para que o órgão, em parceria com o Centro de Zoonoses, levasse o cachorro para ser sacrificado, sem que ele pudesse sequer retornar para a casa do dono. Ele, no entanto, informou que arcaria com o tratamento, de forma particular, uma vez que o cachorro é considerado, por ele, com um membro da família. Apesar disso, foi informado, que, para que os médicos veterinários da clínica não sofressem as sanções previstas na Portaria Interministerial, eles seriam obrigados a notificar as autoridades responsáveis pela eutanásia do animal, o que foi feito.

Para evitar, então, a eutanásia, Lucas entrou com mandado de segurança, que foi negado no primeiro grau. O caso voltou a ser analisado no TJGO por conta de recurso proposto pelo dono do bicho. Wilson Safatle Faid afirmou que consultou o Portal da Saúde do MS. Segundo ele, os medicamentos utilizados para tratamento não eliminam por completo o parasita nas pessoas e nos cães. “No Brasil, o homem não tem importância como reservatório, ao contrário do cão, que é o principal hospedeiro do parasita”, frisou, acrescentando que, nos cães, o tratamento até pode resultar no desaparecimento dos sinais clínicos, porém, continuarão como fontes de infecção para o vetor e, portanto, um risco para saúde da população humana e canina.  De acordo com o juiz substituto em segundo grau, por esta razão o Ministério da Saúde recomenda a eutanásia dos animais infectados e proíbe o tratamento com produtos de uso humano ou não registrado.

O magistrado ponderou que, “em análise dos documentos anexados aos autos denota incontroverso o diagnóstico de Leishmaniose Visceral Canina no cão Buda, pertencente a Lucas”, afirmou. No entanto, o magistrado explicou que, recentemente, o medicamento indicado para o tratamento da LVC foi autorizado por meio de Nota Técnica divulgada no ano passado pelo Mapa e pelo Ministério da Saúde. “Observa-se, então, a autorização do tratamento, uma vez que está em conformidade com a Portaria vigente”, afirmou, determinando ainda que mensalmente seja feita avaliação pelo veterinário do animal, bem como a utilização contínua de produtos para repelência do inseto vetor, além da reclusão do animal no domicílio do tutor até o término do tratamento. “Evitando assim a disseminação da doença, uma vez que o cão do impetrante ainda pode ser considerado um possível reservatório do protozoário transmissor”, frisou o juiz.

Fonte: Mais Goiás

18/05/2017

Leishmaniose causa três mortes em Porto Alegre

No princípio a matéria está tendenciosa, mas, depois vai p´ro caminho certo. Aliás, no finalzinho falam da importância do uso da coleira Scalibor que é nossa patrocinadora.
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Doença mais comum nos cães, a leishmaniose já causou a morte de três pessoas em Porto Alegre. Especialistas alertam para a importância de combater o mosquito transmissor da doença para que os animais não precisem ser sacrificados.
Fonte: Jornal da Band - 17/05/17

03/05/2017

Venda de quadros de cavalo 'pintor' é destinada à caridade e custeia tratamento

Acho que tem mérito a ação.... é um bom motivo.... eu compraria um quadro, com certeza!
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A partir do momento em que o artista Ron Krajewski soube que seu cavalo, Metro, não podia mais correr, em 2012, viu que estava na hora de uma mudança para que o animal continuasse sendo estimulado a praticar uma atividade. A decisão inusitada por ensinar o cavalo a pintar surgiu a partir da observação que Metro gostava de balançar a cabeça e de pegar objetos com a boca. 

Dessa forma, o animal, adotado em 2009, não se deteve a segurar o pincel, deixando pinceladas em diferentes cores e direções sobre tela. "Eu não queria simplesmente colocá-lo no pasto e esquecê-lo. Eu pensei em como nós podíamos passar um tempo juntos", explicou Krajewski à emissora "BBC".

Os trabalhos iniciais renderam bons resultados, segundo Krajewski, que enxergou ali uma oportunidade de arrecadar fundos para o tratamento não apenas de Metro, que sofre de problemas nas articulações, mas também de outros cavalos de corrida aposentados.

A venda de quadros em uma galeria local chamou a atenção da mídia a partir de 2014, quando surgiram as primeiras reportagens sobre Metro. A divulgação resultou em mais sucesso para Krajewski e seu animal, que hoje está com 14 anos e continua pintando em um estábulo na Pensilvânia, nos Estados Unidos.

"As pinceladas de Metro não se parecem em nada com as de uma pessoa, porque ele não pensa sobre o que ele vai fazer antes que faça de fato. Suas pinceladas são grossas, aleatórias e às vezes quebradas, o que permite que outras cores fiquem à mostra. Tudo vibra sobre a tela", afirmou Krajewski.

Metade do lucro com a venda dos quadros são destinadas a uma instituição de caridade chamada "New Vocations", que treina cavalos de corrida aposentados, reinserindo-os em competições. Krajewski já conseguiu doar US$ 80 mil, conseguindo atender um número que varia entre 50 e 60 cavalos.

Fonte: EXTRA

09/04/2017

Estudo inédito mapeia casos de acumulação compulsiva em Curitiba - PR

Ainda bem que a coisa está se profissionalizando. Isto é caso de tratamento e não de polícia como é defendido por um certo inspetor da policia civil aqui do Rio.
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A maior parte das pessoas classificadas como acumuladoras de animais e/ou objetos em Curitiba é formada por mulheres, idosas, com baixa renda e pouca escolaridade e que vivem sozinhas. Os dados fazem parte de um estudo epidemiológico inédito, realizado pela doutoranda Graziela Ribeiro da Cunha, do Programa de Pós-Graduação em Ciências Veterinárias da UFPR, em parceria com as secretarias municipais da Saúde, Meio Ambiente e Assistência Social. O trabalho serve de base para a elaboração de um guia destinado a capacitar profissionais do serviço público para o atendimento de acumuladores.

O acúmulo compulsivo é uma dificuldade persistente de se desfazer de objetos ou animais, independente de seu valor real. Ele pode representar um grave problema de saúde pública, colocando em risco a saúde, a segurança e o bem-estar dos envolvidos e da comunidade em seu entorno.

“A acumulação compulsiva é movida por uma necessidade de salvar os animais ou objetos e angústia em separar-se deles”, explica Graziela. “O acúmulo congestiona e obstrui áreas de convivência internas e externas, ameaçando toda a comunidade devido ao risco de desabamentos, incêndios e problemas de ordem sanitária. Os casos de acúmulo compulsivo que envolvem animais são também caracterizados pela incapacidade de fornecer os padrões mínimo de saneamento, espaço, alimentação e cuidados veterinários.”

O estudo compilou e analisou denúncias a respeito de acumuladores de animais e/ou objetos recebidas pelas secretarias de Meio Ambiente, Saúde e Assistência Social de Curitiba no período de setembro de 2013 a abril de 2015. Foram confirmados 113 casos, dos quais 69 foram completamente avaliados. Desses, 62,32% envolviam mulheres e 37,68%, homens. A idade dos acumuladores variou de 33 a 84 anos, mas a maior parte (57,97%) são idosos. Grande parte deles (76,81%) relatou problemas de saúde.

Outras características predominantes: 63,76% dos acumuladores estudaram até o ensino médio; 50,72% recebiam até um salário mínimo por mês e 39,13%disseram que viviam sozinhos.

O estudo também constatou que em 88,4% dos casos havia no ambiente risco de proliferação de vetores e em 65,21% havia odor desagradável no local. Risco de incêndio e desabamento foi relatado em 34,78% dos casos e de desabamento, em 13,04%.

Em relação à localização, o estudo revelou maior concentração de casos na região norte da cidade – mas, como é uma região mais urbanizada, existe a suspeita de que pode na verdade ter havido mais denúncias nessa região.

Protocolo
O levantamento de dados realizado para o estudo tem o objetivo de obter subsídios para o estabelecimento de um protocolo de atenção específico, multidisciplinar e intersetorial para a abordagem dos casos. “O mapeamento permitiu a identificação de áreas consideradas prioritárias para a aplicação das estratégias de intervenção pelo poder público, além da criação do grupo de trabalho que contribuiu na difusão do conhecimento sobre o tema”, comenta Graziela. Ela ressalta a importância da participação de profissionais médicos veterinários como parte desse grupo de trabalho.

O projeto resultou no desenvolvimento do “Guia de Orientação – Abordagem de indivíduos com comportamento de Acumulação de objetos e/ou animais”, material que está em fase final de elaboração e deverá ser lançado em breve. Trata-se de um guia realizado em parceria com a Prefeitura de Curitiba e que propõe as bases para a criação de uma Linha de Cuidado aos indivíduos que apresentam o comportamento de acumulação compulsiva. “A complexidade e gravidade dos casos exige a implementação de ações específicas e um plano de cuidado integral para a condução dos casos sob uma perspectiva de saúde única, ou seja, da saúde humana, animal e ambiental”, explica Graziela.

A problemática desse tipo de acumulação é multidisciplinar e envolve questões sociais, sanitárias e ambientais, causando impacto na saúde das pessoas direta e indiretamente envolvidas, dos animais e do meio ambiente. Nesse sentido, é importante e necessário o envolvimento de profissionais de várias áreas para que possa ser discutido e pensado em um encaminhamento correto para os casos.

A primeira parte do estudo, que contém a frequência e distribuição espacial dos casos, pode ser conferida neste link. A segunda parte, que contém o levantamento das principais características dos casos de acumulação, foi submetida à revista BMC Public Health e está em processo de avaliação editorial.

Fonte: Bem Paraná

28/01/2017

Falta de informação pode levar ao sacrifício de cães com leishmaniose visceral canina

Parece que só as autoridades não sabem disto.... eita, paizinho incompetente!!!!! andam matando adoidado os animais contaminados. Eles fazem terrorismo com os donos que vencidos, permitem a eutanásia.
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Doença transmitida por mosquito passou a ter tratamento reconhecido pelo governo desde setembro, não sendo necessário o sacrifício do animal

Manter a carteirinha de vacinação do animal de estimação atualizada é muito importante, não só para a saúde do animal, mas também para proteger o dono e a população em geral. Conforme especialistas, a vacina continua a ser o método de prevenção mais confiável e eficaz

06/01/2017

Bolinha está em novo lar e precisa de ajuda

Que bom que Bolinha está com uma companheira para mais uma tentativa.... Eita, bichão!!!!! agora vai!!!!! Leiam nossas postagens anteriores clicando AQUI.
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O cachorro vira-lata Bolinha ganhou um novo lar. Ele ficou conhecido depois que foi encontrado por entidades protetoras de animais obeso e morando em um posto de combustível da capital. Nesta época, o cão foi adotado por uma das protetoras e recebe o atendimento necessário para diminuir o peso.

Mas desde o dia 24 de dezembro de 2016, ele está morando na casa da protetora de animais Maria Eduarda Cardozo. O cão voltou a engordar e quando foi para a nova moradia pesava 38 quilos.



Uma das integrantes da Associação Voz Animal (AVA-MT), Silvia Cavalcante que acompanhou a vida do cãozinho desde o dia em que ele foi resgatado, disse que a mudança de local foi necessária

19/12/2016

Robô foca é usado no tratamento do Alzheimer

Lamentei porque foi criado este robô somente para substituir os animais que doam o que eles tem de melhor porque dá muito trabalho e custa caro..... Desprezível tal substituição....
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Na Inglaterra, um robô foca está sendo usado no tratamento de idosos que apresentam os primeiros sinais de doenças degenerativas, como o Alzheimer.

17/12/2016

Globo Natureza: Peixe-boi-marinho


O vídeo é de 2012, mas, vale a pena reprisar. É muito bom o material jornalistico. Tem muita gente que acha que peixe-boi só vive em água doce, mas, existe o marinho, também. São lindos!!!!
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07/11/2016

Como cachorros de rua são tratados em cidades pelo mundo

Achei interessante a comparação, mas, será?
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COMO CACHORROS DE RUA SÃO TRATADOS EM CIDADES PELO MUNDO
Vistos como problemas de saúde pública, os cachorros abandonados são tratados de maneiras diferentes em diversos países. Veja algumas dessas políticas. Foto: Montagem/ Estadão

05/11/2016

Animais silvestres são devolvidos à natureza após receberem tratamento

É uma luta constante..... Enquanto não se der um basta na invasão do habitat natural dos animais pelos humanos, isto vai continuar até o fim de todos os bichos.... Agora, por que não controle populacional humano? prá que deixar nascer humanos saqueadores sem chances de melhorar as condições do planeta? Meu Deus, por que o mundo não é a Noruega, embora lá cacem baleias e não achem nada demais?
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Jaguatirica resgatada após atropelamento teve filhote em centro de triagem.
Seis animais foram soltos no Tocantins durante esta semana.

Durante esta semana seis animais silvestres foram devolvidos à natureza pelo Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) e pelo Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) de Araguaína, norte do estado. Foram soltas duas fêmeas de quati, duas jaguatiricas e um casal de gatos-mouriscos.

Segundo o Naturatins, os animais foram soltos

28/10/2016

Projeto Asas faz o resgate, tratamento e soltura de animais vítimas de tráfico

Este Canal do Youtube faz matérias muito boas. Esta é sobre o Projeto Asas. Muito legal!
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Matérias Jornalísticas sobre Meio Ambiente é no Canal Consciência Ecológica. 
Respeite o planeta e não polua: se você for extinto, a natureza vai se refazer sem sentir a sua falta. Quando você protege o Meio Ambiente, protege a si mesmo.


24/10/2016

Animais trazem alegria e ajudam no tratamento de pessoas

Já opinei que não acho o uso de animais em zooterapia uma exploraçãooo animallllllll..... Realmente, se usa animais para servir humanos, mas, penso que em certas situações temos que aproveitar o quanto estes seres considerados "inferiores" são capazes de coisas que nenhum ouro humano é capaz.... Daí acho extremamente favorável, ou não?
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13/10/2016

Mais um resgate emocionante da Animal Aid na Índia

Gente, os casos que esta ONG atende são de cortar o coração mesmo..... São pessoas maravilhosas...
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Recebemos um chamado para resgatar um burro ferido. Encontramo-lo em pé no meio de uma estrada movimentada com sangue escorrendo pela pata por causa de um corte profundo em seu ombro. Corremos com ele de volta para o abrigo da Animal Aid e começou seu tratamento. Assista seu socorro e como Hobnob está hoje! Doe para salvar animais de rua feridos na Índia: www.animalaidunlimited.org/how-to-help/donate


Publicado em 12 de out de 2016

13/09/2016

Tratamento com células-tronco ajuda a devolver mobilidade a cão em MG

Tratamento com células-tronco é a saída para muitos males, mas, a industria farmacêutica não deixa se aplicar a humanos..... e governo, profissionais da saúde e dirigente cumpliciam com toda esta patifaria.....
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O tratamento com células-tronco é aliado na cura e manutenção da saúde de muitos animais. Esse tipo de tratamento pode resolver fraturas, anemias e deficiências imunológicas.  

Em Uberlândia, o cachorro Apolo, que teve dificuldade para se locomover após ser ferido por um tamanduá, está ganhando liberdade pouco a pouco. Quem o vê brincando com a dona, a agrônoma

03/09/2016

Depoimento do Dr. Fábio Nogueira sobre liberação de tratamento da Leishmaniose

Fábio Nogueira adicionou 6 novas fotos.
28 de agosto às 03:08 · 

Hoje foi um dia especial e gostaria de dividir com todos vocês. Recebemos o documento com a aprovação do Ministério da Saúde e da Agricultura pelo trabalho realizado. Foram 18 anos da minha vida profissional com dedicação exclusiva na tentativa de dar uma qualidade de vida para os cães com Leishmaniose Visceral. Quem me conhece sabe que

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