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14/11/2017

Estabelecimentos pet friendly crescem no Brasil e fazem empreendedores lucrar

Acho que tudo isto ajuda a mobilizar as pessoas para nossa causa.... Tudo sempre é muito bom!!!!!!
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Cinema, galeria de arte, cerveja e festas: conheça estabelecimentos pet friendly, que unem humanos e pets em atividades interativas e inclusivas

De acordo com um levantamento realizado pelo Serviço de

09/11/2017

Ser humano tem mais empatia por animais que por pessoas, diz estudo

A empatia pelos animais é muito grande! sempre falo que o Padre Marcelo Rossi conseguiu sucesso quando começou a cantar a música "Erguei as mãos.... os animaizinhos subiram de dois em dois...." onde fala de elefante, passarinhos, minhoca e outros mais como Filhos do Senhor...
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A pesquisa mostra que essa tendência se dá devido ao fato

10 coisas que os cachorros odeiam nas pessoas

Mais um vídeo bacaninha do Perito Animal...
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Existem muitas coisas  que os cachorros odeiam e que nós inconscientemente fazemos na nossa rotina. É por isso que no novo vídeo do Perito Animal nós explicamos quais são as 10 coisas que os cachorros odeiam nos humanos e porque isso acontece. Vale lembrar que essa é uma lista de sugestões e alguns cachorros podem odiar coisas que outros

25/10/2017

Últimas descobertas sobre a relação entre humanos e animais

Nosso blog se dedica a oferecer informação visando formar pessoas para a luta de defesa animal. Este material publicado pelo Estadão é bem interessante e podemos avaliar muita coisa nesta relação.
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Não precisa ter um bichinho em casa para saber sobre os benefícios que eles podem trazer a nós, seres humanos. Se não fosse assim, não haveria terapia assistida por animais

25/08/2017

14/08/2017

Quem salvou quem?

São histórias como estas que reconhecem os animais como superiores à espécie humana que sempre arrogante não admite isto..... O fato não é recente, mas, não importa mesmo. Um dia viveremos o paraíso e respeito pela vida animal tão desejado e trabalhado por todos nós, né mesmo? mesmo que eu não viva para tanto, estarei acompanhando de onde estiver..... podem acreditar!!!!! 
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05/08/2017

Dicas de especialistas para superar o luto quando morre um pet

Eu tinha um programa dentro da Prefeitura do Rio para atendimento às pessoas que sofriam pela doença e perda de seus animais.... Era incrível!!!! Por que roubaram meu trabalho pioneiro dentro da causa, meu Deus!!!!!
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A dor pela perda de um animal de estimação é enorme, mas é preciso superar o luto e seguir adiante.

Lidar com a morte não é uma tarefa fácil e isso não é diferente no caso dos animais de estimação. Embora cada pessoa encare o luto de um jeito, os pets são parte da família e, quando eles vão embora, deixam um grande vazio. Porém, por mais doloroso que seja o processo, é necessário superá-lo para seguir em frente.

A perda pode acontecer por vários motivos, alguns mais agressivos do que os outros, mas se despedir de um pet nunca é simples. “Quando o óbito acontece por uma doença e o animal já estava passando por algum tratamento, vemos que a aceitação acaba sendo mais rápida. Principalmente nos casos em que o quadro do paciente evolui de forma crítica e o prognóstico vai deixando de ser favorável”, conta Marina Bueno, veterinária da Animal Place. “Nesse caso, há certo preparo emocional, mas a morte não é menos dolorida”, ressalta Rachel Rebouças, psicóloga da All Clinik, do Rio de Janeiro.

Quando morre um animal de estimação, é possível que a estrutura familiar seja afetada. Isso ocorre especialmente nos casos em que o mascote estava presente em várias atividades do dia a dia e era uma grande companhia para os membros da família. “Então, o ideal é que a rotina familiar seja readaptada”, aconselha Rachel.

Algumas crianças podem sofrer bastante com a situação, especialmente as que já têm idade para entender que o animal se foi. “Elas criam uma relação muito próxima com o pet. Na maioria das vezes, ele ajuda os pequenos a se relacionarem com o mundo. Por isso, eles podem sentir muito”, explica Juliana Germinari, psicóloga e psicanalista parceira da Kiddo. “Esse pode ser o momento ideal para introduzir o assunto ‘morte’ no universo da criança, que deve ser abordado à medida que ela esboçar curiosidade sobre o tema”, sugere Rachel.

E não são só os humanos que sofrem, não! Os outros animais da casa também sentem falta daquele que partiu. “Quando a Funny morreu, ainda filhote, o meu filho ficou bem triste. Mas não só ele: a minha outra cachorra, a Brisa, também sentiu muito aquela situação. Ela começou a se coçar muito e a ter queda dos pelos”, relata Tatiane Zuniga, veterinária da Animal Place.

Muitos adultos se sentem reprimidos durante o momento do luto pelo julgamento alheio. Isso porque grande parte da sociedade ainda acha que a aflição do tutor é “exagero” ou “frescura”.

“O mais importante é poder viver esse sofrimento sem medo ou vergonha. O luto tem que ser vivido para que ele possa chegar ao fim. Se a pessoa tenta preencher esse vazio com alguma coisa, ela não vai conseguir encarar de frente a situação, que vai acabar durando mais tempo. Pode parecer estranho, mas, para a dor passar, ela tem que ser sentida. Converse com pessoas próximas que compreendem a relação que você tinha com o pet e que não julgariam você. Só entende esse sofrimento quem já passou por ele”, indica Juliana.

“É preciso viver o luto em toda a sua dimensão. Você deve priorizar o seu emocional e se respeitar, não levando em consideração o que os outros estão pensando ou comentando, principalmente nesse momento de angústia. Enquanto isso, as pessoas ao redor podem ajudar, tornando-se disponíveis e respeitando o seu tempo”, ensina Rachel.

De acordo com as especialistas, quando a perda estiver insuportável, o ideal é buscar ajuda profissional. Isso é indispensável quando você perceber que está muito difícil superar a dor sozinha, quando o sofrimento estiver se prolongando por muito tempo e/ou quando a situação estiver atrapalhando as atividades do dia a dia, por exemplo.

Adotar um novo animal de estimação pode funcionar para algumas famílias superarem suas perdas, mas não é sempre que dá certo. “Para alguns, pode ser um conforto. Para outros, pode soar como ofensa a tentativa de ‘substituir’ o pet perdido”, aponta Rachel. “Quando passei por isso, a princípio, eu não quis outro animal, mas depois percebi que era um complemento importante para mim. Vi também que estaria dando a oportunidade de outro pet ser amado, tanto quanto aquele que morreu”, desabafa Patrícia Andrioli, veterinária da Animal Place, lembrando um pouco sobre a sua experiência pessoal.

Segundo Juliana, o momento ideal para se desfazer dos pertences do mascote é aquele em que a pessoa se sentir preparada para isso. “Ela deve perceber que os objetos em questão já não são tão importantes”, orienta.

Há também os óbitos causados por doenças infecciosas. “Nessa situação, o recomendado é se desfazer imediatamente das coisas e realizar uma boa desinfecção do ambiente, evitando manter animais no mesmo local por um período. Em outros casos, quando o tutor estiver preparado, pode aproveitar alguns itens e doá-los… Serão sempre aceitos com carinho!”, completa Marina.

FONTE: mdemulher

31/07/2017

O poder dos novos amigos de quatro patas


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Vistos até pouco tempo atrás como guardiões de residências e protetores de famílias, os cães passaram a ter um espaço especial nos lares. Da mesma forma, os gatos que antes ficavam nos galpões agora encontram o aconchego das moradias e deixam de lado o instinto da caça.

Mais do que lugares confortáveis e donos amorosos, os bichinhos de estimação conquistaram poder na sociedade. Influenciam a economia, com despesas que vão desde a saúde ao lazer, e lutam por seus direitos, através de políticos que abraçam a causa animal.

Embora os casos de maus-tratos e abandono ainda sejam recorrentes, a movimentação em torno do cuidado também é percebida, o que reflete uma mudança no comportamento dos humanos. A cada dia, as pessoas se conscientizam mais sobre a responsabilidade de ter um amigo de quatro patas. Há dez anos trabalhando na área, a proprietária da Pet Boulevard, veterinária Manuela Oliveira Hammes, observa essas transformações. Mas, para ela, a dedicação com gatos é ainda mais notável. “Antigamente, havia aquele pensamento de que ‘gato se cria’. As pessoas tinham os animais, porém não procuravam o veterinário”, comenta. “Hoje, a população está mais esclarecida sobre a necessidade de fazer exames e vacinas”, acrescenta.

Segundo a veterinária, em sua clínica a maioria dos atendimentos é de cães de pequeno porte. No entanto, ela afirma que os grandalhões ainda são zelados. “Não é o pastor alemão que só cuida do pátio. É um pastor mimoso, que tem uma casinha boa, dorme com paninhos na garagem e tem uma vida confortável”, explica. E mesmo em tempos que tanto se fala de crise financeira, o amor e o cuidado prevalecem. “Tem gente que inclui todas as despesas no orçamento da casa. Os donos podem estar até um pouco contidos e dar algum banho em casa quando conseguem, mas mantêm as rações de qualidade e os exames em dia”, conta.

Em sua empresa, Manuela também presta os serviços de creche e hospedagem. A médica comenta que alguns clientes que residem em apartamento deixam seus pets para passar algumas horas do dia no pátio da clínica, onde podem ter a companhia do Bidu, o recreacionista adotado – como define Manuela – que não deixa nenhum cachorrinho parado. Nos períodos de fim de ano e férias, a intensa procura pela hospedagem do estabelecimento mostra um fator importante: os donos até podem ficar longe dos bichinhos, mas somente com a garantia de que estarão bem cuidados. E o motivo para toda essa proteção e apego é simples para Manuela. “As pessoas estão mais ocupadas, os dias mais corridos. Então, muitas vezes preferem ter um cachorro ou um gato do que um filho”.

Quando fazem parte da família
A fotografia de Fabiane Carine Hoff com o marido Felipe Köpp e as cachorrinhas mostra a razão de tantos mimos com Layla, a shitzu de 7 anos, e a filhote Safira, a doberman de apenas três meses. As duas fazem parte da família, segundo a contadora. A mais velha foi adquirida pela santa-cruzense para fazer companhia dentro de casa. Vai no pet toda semana, ganha banho, ossinho e ração de qualidade. Foi acostumada assim e é dessa forma que deve continuar, conforme Fabiana. “A doberman nós pegamos para a segurança porque fomos assaltados há pouco tempo. A gente pensava em ter um cão feroz, porém carinhoso. Mas a Safira é tão apaixonante que acabamos tratando igual à Layla”. comenta.


Cidade pode ter hospital e curso
Santa Cruz poderá contar em breve com um hospital público veterinário. No mês passado, o prefeito Telmo Kirst visitou as dependências de uma instituição privada de Florianópolis, reconhecida no País pela excelência dos serviços. No local, o chefe do Executivo pôde buscar referências para a construção. Telmo sinalizou durante a visita que uma das áreas cogitadas para receber o empreendimento é a da antiga Escola Murilo Braga, no Bairro Independência. Por enquanto, o projeto está apenas na fase de estudos.

Outra novidade que pode chegar à região é a implantação do curso de Medicina Veterinária da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc). Há cerca de dois anos, a instituição anunciou que pretendia criar a opção no campus de Venâncio Aires. A universidade foi procurada pela Gazeta do Sul, mas não quis se manifestar sobre o andamento da proposta tendo em vista que ainda não há definições referentes ao assunto.

Vozes que defendem os animais
Apesar da mudança do comportamento da sociedade, nem todos os animais são abençoados com uma família cuidadosa e um lar quentinho. Há aqueles que ainda sofrem pelo descaso e por agressões. E nem sempre a vontade de abrigar um bichinho abandonado é suficiente, já que a adoção também gera responsabilidades. Entretanto, o desejo de melhorar as condições de vida deles pode impactar diretamente no resultado de uma eleição. Foi o que aconteceu com a vereadora Bruna Molz (PTB), em Santa Cruz do Sul, e a deputada estadual Regina Becker Fortunati (REDE). Ambas são defensoras da causa e carregam a responsabilidade de proteger e lutar pelos direitos dos animais. Regina foi recentemente comentada na mídia por se mobilizar e garantir que a Prefeitura de Porto Alegre ficasse impedida de realizar a eutanásia de cães com leishmaniose na Capital.

Já Bruna ficou conhecida no meio após atuar à frente do Canil Municipal e trabalhar no resgate de animais vítimas de maus-tratos, como o Cabeção, cachorro adotado por ela depois de ser salvo. Eleita no ano passado, ela já aprovou o projeto que torna o 25 de março  Dia Municipal da Adoção, Proteção e Bem-Estar dos Animais, e recentemente um projeto que cria o programa Cachorródromo, um espaço público para cães.

A vereadora de Santa Cruz reconhece que sua vitória na disputa por uma cadeira na Câmara ocorreu por causa daqueles, que assim como ela, querem melhorar a realidade animal. “Os votos que recebi, com certeza, são de pessoas que acreditam que nos unindo em prol de um bem maior podemos fazer a diferença e que ter uma representante no Legislativo do município já é o primeiro passo”, observa. “A minha entrada no Legislativo se deve ao fato de que os amantes dos animais crescem a cada dia. Somos um exército de pessoas que têm animais em casa e amor por eles. Não conseguimos ver outro animal sofrendo e passando necessidades”, afirma.


Oportunidade de renda com roupinhas
De artesã e dona de casa, Gilda Atkinson da Silva, de 56 anos, também assumiu uma nova função: empresária. Na casa onde mora com o marido e os filhos, na Rua Santo Antônio, Bairro Goiás, montou o seu próprio negócio. As paredes da sala de entrada expõem roupas quentinhas e de diversos tamanhos, ideais para os amigos de quatro patas nesses dias mais gelados. As confecções começaram discretas, segundo Gilda, apenas para feiras de animais e exposições na praça do Centro. Entretanto, com a demanda que tinha, enxergou a possibilidade de expandir seu trabalho e abriu a loja na residência. A ideia foi bem aceita pela família, que não só apoiou Gilda como também auxilia na produção. “Meu sonho é ampliar uma empresa maior e sei que meus filhos vão me ajudar a manter, pois eles gostam muito do nosso trabalho”, revela.


Sentimento é gratidão
O que os tutores desses bichinhos ganham em troca vai além do amor: a gratidão. A professora aposentada Ana Luiza Wagner, de 52, que tem em casa dois felinos adotados garante que o carinho que recebe de Apolo e Zeus é imenso. O Zeus, de quatro anos, é o que mais retribui toda a atenção desprendida por Ana. “Peguei o Zeus na rua, era só pele, osso e pulga. Ele olhou para mim, veio no meu colo ronronando e eu comecei a chorar. Ele se aconchegou no meu colo de uma maneira que eu não tive mais coragem de largar. O Zeus tem uma coisa diferente comigo. Parece que ele me agradece todos os dias”.

No apartamento onde a aposentada mora com o marido e dois filhos, os gatos têm mais regalias, segundo conta. Mesmo com as artes dos filhos adotivos, não têm coragem de xingá-los. São os bebês da casa. “Eles têm caminha, brinquedinhos. Procuro dar uma ração melhor, que a veterinária indica. Fazem todas as vacinas e medicações. Sou dessa opinião: pega um bichinho de rua e cuida bem dele”.  A preocupação de Ana é tanta que ela não deixa os gatos saírem para rua e, para evitar qualquer descuido, chegou a adaptar o pátio da antiga moradia. “As pessoas têm a cultura da voltinha. Têm gatos e deixam eles passear. Eu nunca fiz isso. Na casa onde eu morava, montei toda uma infraestrutura para manter eles dentro do meu pátio”.

Fora os cuidados com os dois gatinhos que possui, Ana também ajuda ONGs de proteção. Para ela, é o conhecimento que vai ajudar a reduzir os casos de maus-tratos e abandono. “É o conhecimento que vai te levar a ter a consciência de que precisa cuidar, que é uma vida que está ali. Não está escrito em nenhum lugar que a minha vida tem que ser melhor que a vida deles. Eles não tem a função de te servir. Se está  com eles é por amor mesmo”.


Ama de gato com muito amor
Quando é possível unir o útil ao agradável ou, melhor ainda, o trabalho ao amor, o resultado só pode ser positivo. Há cerca de cinco anos, Eloci Diva Rech, 50, presta o serviço de cat sitter em Santa Cruz. Tudo começou na época em que saiu do emprego e percebeu a dificuldade para reingressar no mercado. Mãe de seis felinos – além da Ana Paula – cuidava dos gatinhos da filha biológica quando ela viajava e, com a solicitação de amigas, acabou ampliando o serviço de babá. A partir de então, percebeu que poderia fazer desses favores uma forma de garantir sua renda.

Com a página Ama de Gato no Facebook, hoje Eloci conta com uma lista de cerca de 60 clientes e 150 gatos. De acordo com ela, o trabalho é cobrado por hora e o preço varia de R$ 20,00 a R$ 40,00, dependendo da localização. “O cliente agenda um horário, vou até a casa dele, dou a ração do gatinho e remédios quando necessário, e depois brinco com o gato. Geralmente sou contratada por pessoas que precisam viajar ou passar uns dias fora de casa”, conta. É assim que ela mantém uma agenda intensa em boa parte do ano e garante o dinheiro para arcar com suas despesas pessoais. “De novembro até março é muito corrido para mim. Festas de fim de ano, sextas, sábados, domingos e segundas, além dos feriadões, são de trabalho. Mas eu não me importo. Eu amo o que eu faço.”


FONTE: gaz

06/06/2017

Cachorro idoso de 38 quilos ganha na Justiça direito de permanecer em condomínio de luxo

Muito bom!!!!!
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A relação do homem com os animais, principalmente os cachorros, é intensa. O convívio em ambientes coletivos, ou de pouco espaço, é uma realidade para quem não quer abrir mão do carinho e da convivência com gatos, cachorros, pássaros e tantas outras espécies.

Mas esse compartilhamento de espaço nem sempre é harmonioso, pois nem todos nos grupos sociais concordam em dividir o espaço com animais - o que, muitas vezes, faz a questão ir parar na Justiça.

No dia 30 de maio, a 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) impediu o luxuoso Condomínio Porto Busca Vida Resort Residence, em Camaçari, a não aplicar nenhuma multa a um proprietário de cachorro da raça dobermann, ou adotar qualquer medida contra a permanência do animal na área coletiva condomínio. A relatora do processo, desembargadora Maria da Graça, deferiu uma liminar contra a aplicação de sanções por conta do animal, que pesa 38 quilos e já tem oito anos de vida, sendo considerado um cão idoso.

Caso o condomínio não cumpra a decisão, será aplicada uma multa diária de R$ 500. O proprietário do cachorro ajuizou a ação, com pedido de reparação por danos morais, para reconhecer seu direito de ficar com o cão. No pedido, disse que cumpre com suas obrigações condominiais, pagando as taxas e respeitando as regras de convivência.

Em novembro de 2016, ele foi notificado para retirar o animal da unidade habitacional, no prazo de 72 horas, sob pena de multa. Salientou que na convenção estão estipuladas algumas raças proibidas, e alegou abusividade da norma, por não haver qualquer fundamentação objetiva. Na decisão, a desembargadora pontuou que o animal “não causa incômodo ou perturbação e não atenta contra a higiene, barulho ou segurança aos demais condôminos”.

Em outro trecho, afirmou: “Não se extrai dessa cláusula restritiva do Regulamento Interno que o simples enquadramento do animal na categoria de grande porte já o torne automaticamente insuscetível de ser integrado à dinâmica social do condomínio”. Ponderou que, se houvesse riscos à segurança, era necessário por parte do condomínio apresentar provas. “Realmente, na linha do que comprovado neste recurso, não se constata do produzido nos autos um risco potencial ou concreto que torne insustentável a permanência do cão naquele local. Logo, é evidente que não estão demonstrados a ferocidade do animal e problemas de segurança. Soma-se a isso que restou comprovado que o cão da raça dobermann pesa 38kg, nascido em 02/08/2008, possuindo oito anos de idade, sendo considerado idoso.

Tal condição, aliada a nenhuma notícia de haver o mesmo produzido qualquer situação de risco durante a sua estadia no condomínio, desnatura, em princípio, qualquer tese de risco à segurança”, diz trecho do voto. “Diga-se mais, que a genérica interpretação de que alguma raça de cachorro, por ser de maior porte, possa trazer maior risco que outra, fere frontalmente à lógica formal. É certo que mesmo um diminuto Pinscher, cão de pequeno porte com temperamento agitado, bem pode provocar a queda de um idoso ou morder uma criança. Afastar um cão de criação de seu dono, após nove anos de convivência, com base unicamente em preconceito contra a raça dobermann, seria um gesto de extrema insensibilidade, senão de manifesta crueldade”. Maria da Graça ressalta que, caso haja provas, uma nova decisão no sentido de impedir a permanência do cachorro poderá ser proferida.

A advogada Stéphanie Nery, especialista em direito condominial, afirma que a convivência entre condôminos é regulamentada por um regimento interno, mas que o bom-senso deve prevalecer sempre, em todos os casos. Ao Bahia Notícias, ela diz que a permanência de animais em unidades habitacionais é motivo de polêmica, desconforto, e diz haver dois pontos a serem observados. “Existem pessoas que não gostam de animais e pessoas que gostam.

Atualmente, vivemos em uma sociedade com condôminos novos, casal jovem, por exemplo, que não tem filhos, mas tem um cachorro que tratam como se filho fosse. Para aqueles que não gostam de animal, qualquer latido se torna um problema. E tem aqueles que, por acharem que os cachorros são filhos, também, de forma exagerada, querem que esse cachorro participe de tudo e esteja presente em todos ambientes”. A advogada afirma que a convenção é criada pelos próprios proprietários dos imóveis. As regras podem ser modificadas com o tempo.

Nesta questão da permanência de animais, o direito da coletividade acaba se sobrepondo, em tese, ao direito individual. “O que se leva em consideração é o direito à propriedade desse indivíduo e, principalmente, se esse animal não gera um problema no condomínio, como para segurança. Se o animal não gera nenhum risco, ainda que haja uma norma proibindo, essa norma vai continuar valendo.

Mas no caso concreto, vai ser relativizada para que esse animal possa permanecer no imóvel”, pondera Stephanie, completando: “Se for uma gestante, com gravidez de risco, isso pode ser relativizado, pois ela não poderá segurar o animal, o tempo todo, para andar com ele em áreas comuns”. “O que a gente sempre orienta nas assembleias é que haja o bom senso. Você não vai permitir que o animal trafegue na área da piscina por conta de pelo, por risco de interferir na saúde dos demais condôminos. O que se tem que estabelecer são regras que possam permitir o bom convívio”, reflete.

FONTE: Bahia Notícias

24/05/2017

Cão ajuda morador de rua a abandonar o crack

Os milagres promovidos por estes seres que tanto amamos....
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Ainda há quem duvide que os animais são capazes de salvar os humanos, com seu infinito amor

A história comoveu os seguidores do SP Invisível, movimento que conta histórias de moradores de rua de São Paulo. Graças a Capitão, o jardineiro Laufa abandonou o crack.

Ainda há quem duvide que os animais são capazes de salvar os humanos, com seu infinito amor. O relato de um jardineiro que foi parar nas ruas e se tornou dependente de crack já foi visto por 41 mil pessoas, e compartilhado por mais de 14 mil na página do SP Invisível. Ele poderia ter se afundado nas drogas. Mas foi salvo por Capitão. Leia o depoimento:

“Eu achei ele dentro de uma caixinha de sapato embaixo de um condomínio, ele era pequenininho. Eu fui dormir, peguei a caixinha e ele tava lá. Ele mudou bastante coisa na minha vida. Eu usava crack e agora eu tô só na cocaína. Parei o crack por causa dele. Meu nome é Laufa, eu era jardineiro. Tinha uma firma de paisagismo. Daí, eu saí de casa, fui morar no centro. Uma coisa foi puxando a outra, até chegar nessa situação. Quando o Capitão chegou na minha vida eu tava bem mal. Tava procurando uma guarita para me esconder da chuva. Na hora ele deitou em cima do meu braço e até hoje ele deita desse jeito. Ele significa paz, carinho. Ele me entende. Significa esperança também. Quando eu penso em usar droga eu vou, chamo ele, mas ele fica sentado. Parece que sente. Um dia bateu abstinência, eu chamei ele e ele não veio. Foi uma cena, não tem como explicar… Parece que ele já sabia. Tava querendo que eu não fosse. Eu não ia sem ele. Eu não largo ele. Dói… Um dia eu vou levantar, ter minha firma de novo. Eu e meu cachorro, o Capitão.”

06/05/2017

Gatos fazem bem, aliás, fazem muito bem....

Não tinha visto este vídeo.... bom demais da conta...... Quem me enviou? nosso webmaster Luis que, de vagarinho, está entrando na nossa causa..... kakakaka.... 

02/05/2017

Por causa do desmatamento, coruja-buraqueira se adapta aos centros urbanos

Que coisinhas mais lindinhas.... tem coisas que eu acho legal a participação humana já que nossos bichos foram expulsos de seus habitats....
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A coruja-buraqueira é conhecida por fazer ninhos debaixo da terra. E está bem famosa em uma capital brasileira, Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Ela é uma espécie de áreas mais abertas, como campos. Mas, por causa do desmatamento e das construções, ela acabou se adaptando a cidade.


01/05/2017

Estudo revela que cães captam emoções dos donos

Acho tão engraçado que as pessoas precisam de "pesquisas" ou "estudos" p´ra saber o que já nascemos sabendo, né mesmo?
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Um estudo publicado pelo jornal Animal Cognition descobriu que os cães captam os sentimentos dos seres humanos (principalmente de seus donos) e de outros cães.

A pesquisadora da Universidade de Viena Annika Huber foi quem liderou a linha de estudos que analisou o comportamento de 53 cachorros. Cientistas tocavam sons, positivos e negativos, de humanos e de cães. Os barulhos eram de humanos rindo ou chorando, e de cachorros brincando ou latindo, além de sons neutros como grilos, chuva, etc.

A pesquisa encontrou uma mudança no comportamento dos cachorros estudados: eles respondiam aos sons emocionais. Quando esses sons eram tocados, os animais se levantavam e se aproximavam dos cientistas para brincar ou só ficavam olhando repetidas vezes para eles. 

Além de diferenciar sons emocionais de neutros, os cães também diferem os positivos dos negativos. Se alguém já se perguntou algum dia se seu cão sabe como você sente, essa é a reposta.

18/04/2017

Amazon inaugura espaço para funcionários deixarem seus cachorros

Coisa boa de se ler!!!
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O Dog Park conta com bebedouros e playgrounds para os animais e tem capacidade para dois mil cachorros

Estudos mostram que levar um animal de estimação ao trabalho pode trazer muitos benefícios aos funcionários. Ações desse tipo diminuem o estresse, encorajam a colaboração e incentivam a criatividade. De olho nesta tendência, a Amazon inaugurou no seu escritório de Seattle, nos Estados Unidos, um espaço de 100 m² para os funcionários deixarem seus cachorros.

Chamado de Dog Park, a área conta com fontes, plataformas e pedras para os animais brincarem. O espaço fica em frente ao escritório e também está disponível ao público.

Em declaração, a Amazon informou que é “busca sempre a inovação para os consumidores e poder trabalhar ao lado dos seus animais de estimação é uma forma ainda mais especial de fazer isso.”

O espaço situado no escritório de Seattle é o segundo Dog Park da gigante norte-americana. “Ter cachorros nos nossos escritórios é uma maneira muito positiva de fazer os funcionários sorrirem mais. Temos muito orgulho de transformar essa iniciativa em uma tradição da empresa. O amor pelos animais faz parte da nossa cultura.”

FONTE: revistapegn

17/04/2017

Conheça a história de amizade entre uma britânica e seu guepardo "de estimação"



Que delícia fazer um trabalho destes, não?
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Nos últimos cinco anos, a britânica de 23 anos visitou a reserva de animais silvestres e desenvolveu um laço afetivo especial com um dos felinos.

Dizem que o cachorro é o melhor amigo do homem. Para a britânica Heather Tookey, seu verdadeiro fiel escudeiro é um guepardo. A jovem de 23 anos, que é voluntária em um santuário de felinos, ajudou a salvar a vida e “adotou” sua melhor amiga peluda.

Desde que fez 18 anos, Heather já foi sete vezes ao Cheetah Experience, lar de animais silvestres na África do Sul. Porém, nem todos os animais sob os cuidados da reserva pertence à reserva, entre eles estava Dew, a fêmea de guepardo com a qual Heather desenvolveu um forte laço afetivo.

Quando o dono de quatro dos guepardos decidiu vender os animais a quem oferecesse a maior quantia, a jovem e alguns colegas decidiram juntar dinheiro e comprar os felinos eles mesmos, para que não fossem vendidos a caçadores e colecionadores.

Dew estava entre os felinos que seriam leiloados. Ela arrecadou cinco mil libras (pouco mais de R$ 19 mil) e “adotou” o guepardo. “Eles são tão amados e bem cuidados, partiria meu coração ver esses animais nas mãos erradas”, disse em entrevista ao The Sun .

“A venda de felinos para a caça é abundante na África do Sul. Nós tínhamos motivo para temer que os animais leiloados fossem vendidos a caçadores. Por isso tive a iniciativa de levantar fundos para o Cheetah Experience comprar os guepardos antes do leilão”, contou.

O afeto entre Heather e Dew é recíproco, com várias demonstrações do animal. “Ela adora me acariciar, dando beijos. Parece fofo, mas na verdade é bem doloroso! A língua dela é muito áspera e ela insiste em me beijar até eu não aguentar mais”, brinca a jovem.

Por mais que viva no Reino Unido, Heather pretende continuar visitando ao Cheetah Experience sempre que possível. Ela valoriza a relação que desenvolveu com os animais da reserva ao longo dos anos.

“É incrível ter um laço tão forte entre humanos e animais silvestres. É completamente diferente da relação com um cachorro ou gato de estimação em casa”, falou sobre seu amor pelo guepardo. “Eu sei quão raro e especial é poder interagir e cuidar desses animais. A melhor forma de estabelecer um relacionamento com eles é não forçar”.


15/04/2017

Páscoa para cachorro tem ovo de fígado e bolinho de carne com sal do Himalaia

O dinheiro é de cada um e é para ser gasto do jeito que quiser. O que estes animais representam para estas pessoas ninguém pode avaliar. 
Não acredito que humanizar os animais seja bom para eles, mas, antes assim do que acorrentado no quintal, né mesmo? temos muito a que nos preocupar.... 
Pode ser excesso, mas, a carência é bem maior e isto é nossa prioridade.
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A vida social do schnauzer Mickey é agitada. Desde novembro, o cachorro de seis anos já teve quatro festas. A mais recente foi na semana passada no Parque do Flamengo, no Rio de Janeiro, para comemorar a Páscoa. Em torno de uma mesa, Mickey, os cães com que ele passeia todos os dias, sua dona e seus convidados aproveitavam o evento.

Para os animais, havia quitutes como ovo de fígado e bolinhos de carne com cenoura orgânica temperados com sal do Himalaia. "Como a dona dele não tem filhos, o Mickey é como se fosse um filho para ela", diz o passeador de cães Márcio Lima.

O Brasil é o terceiro maior mercado no mundo para produtos e serviços voltados para animais de estimação, atrás apenas dos Estados Unidos e do Reino Unido. Estima-se que o setor tenha faturado cerca de R$ 19 bilhões no ano passado no país, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet).

Empresas especializadas em eventos para animais ajudam a movimentar o setor, como o buffet Patas, que organizou a festa de Mickey.

O Patas realiza, em média, três festas para cachorros por mês, para até 30 animais. Os preços giram em torno de R$ 1,5 mil. "Quem faz festa para cachorro são pessoas para quem o pet é um membro da família", diz a gerente de eventos Márcia Ogg.

A empresa também oferece kits para festas individuais, uma opção para quem prefere economizar sem deixar as celebrações de lado. Nas festas de maior porte, a decoração é personalizada e a comida feita sob supervisão de uma veterinária.

"Há quem critique e ache um absurdo, mas essas pessoas não entendem a importância que o animal de estimação tem na vida de seus donos", diz ela.

Fonte: BBC -Videoreportagem de Ana Terra Athayde, do Rio de Janeiro para a BBC Brasil

30/04/2015

Especialista fala dos exageros na relação do homem com animais de estimação



Achei que ela ia falar besteira, mas, gostei de certas colocações, embora, o título da matéria tenha sido infeliz. Se puderem opinar após ver o vídeo, seria bom. Posso estar enganada.
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Bom dia Minas - Rede Globo - 27/04/15

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