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7 de setembro de 2017

Apesar da proibição, usuários seguem alimentando macacos no Parque da Gruta

Não adianta mesmo....  é impressionante a mediocridade...
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Mais impressionante é que as pessoas fazem isso exatamente diante das placas que avisam sobre a proibição

Após o episódio do macaco do Parque da Gruta que ficou por mais de um mês com uma lata presa à mão, a Prefeitura espalhou uma série de placas pelo complexo orientando os frequentadores a não alimentarem os animais, tanto pelo risco que oferece à saúde dos bichos quanto por se tratar de um crime ambiental. Algumas pessoas, no entanto, parecem querer deixar o bom-senso de lado.

Circulam pela internet imagens, que teriam sido capturadas durante o fim de semana, que mostram claramente visitantes dando de comer a macacos que se aproximaram da área das churrasqueiras. O mais impressionante é que essas pessoas fazem isso exatamente diante das placas.

As imagens tiveram ampla repercussão na internet e chegaram a ser comentadas na tribuna da Câmara de Vereadores na sessão dessa segunda à noite. Defensora da causa animal, Bruna Molz (PTB) fez um apelo para que as pessoas respeitem a orientação de não alimentar os animais. “Isso não é bonito. Isso é crime ambiental”, afirmou.

FONTE: gaz.com.br
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NESTE LINK podem achar as matérias do macaco que ficou com a mão presa.

15 de agosto de 2017

Moradores dão água para macacos após incêndio atingir mata onde vivem

Minha Santa!!!!! olha que situação.... ajuda os animais que sobreviveram...
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Um incêndio destruiu parte da Mata dos Macacos, entre São José do Rio Preto (SP) e Bady Bassitt (SP), neste domingo (13). Uma imagem chamou bastante a atenção: moradores deram água para os macacos e os vídeos ganharam as redes sociais.

As chamas atingiram parte do local e, apesar de nenhum macaco ter aparecido morto, muitos deles ficaram desorientados, segundo os bombeiros. Os animais receberam água e comida de quem costuma frequentar o local. “Muito triste porque a mata é a casa deles, é lamentável ver uma situação dessas”, afirma a segurança Karina Lopes.

O incêndio começou em uma área de pastagem. Em poucos minutos, as chamas se espalharam e assustaram o gado. Logo o fogo invadiu a mata, conhecida por abrigar macacos e atrair centenas de visitantes.

O incêndio começou no início da tarde e consumiu grande parte da mata. Os bombeiros controlaram as chamas, mas nesta segunda-feira (14) a área ainda era monitorada para que o incêndio não recomeçasse. Caminhões dos bombeiros circularam na área jogando água.

O pasto que servia de alimento para as vacas leiteiras do produtor rural Flávio Marion foi totalmente destruído pelo fogo. Agora só resta a ele pensar no que fazer com o prejuízo. “Já estava ruim porque estava tudo seco, agora vou comprar um pouco de trato para dar ao gado, vou ter de assumir o prejuízo”, afirma.

Mais fogo
A região de São José do Rio Preto (SP) sofreu bastante com as queimadas no fim de semana. Entre os municípios de Bálsamo (SP) e Mirassolândia (SP) houve um grande incêndio. O fogo atingiu uma área de preservação permanente.

As chamas chegaram a três metros de altura. Os bombeiros levaram mais de dez horas para combater o incêndio e tiveram que contar com a ajuda das usinas e dos produtores rurais. Até um avião agrícola foi usado para sobrevoar a área jogando água. Em Rio Preto, só neste domingo (13) bombeiros e Defesa Civil atenderam sete ocorrências.

Fonte: G1- TV TEM - 14/08/17

20 de julho de 2017

Macacos da Serra da Capivara surpreendem cientistas

Adorei a matéria e reparem no senhor que é o 'professor' deles.... O que me impressiona é saber que usam macacos para experimentação, principalmente, os chimpanzés.... Muito triste.... Aliás, impressionante mesmo é usar qualquer tipo de animais para torturar em laboratórios tendo uma tecnologia tão avançada como temos hoje em dia.....
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O comportamento de uma espécie de macaco que habita a Serra da Capivara, no Sertão do Piauí, intriga pesquisadores de várias partes do mundo.

18 de abril de 2017

Na Asia, grandes símios oriundos do tráfico ilegal estão sendo usados em shows

Este material publicado no último dia 12 de abril pela ONG Mongabay de jornalismo independente é espetacular.... Um documento, p´ra falar a verdade!!!!
Colaboração: Helô Arruda
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Após 146 anos de operação, a Ringling Bros. e Barnum & Bailey está fechando seu circo, por conta de vendas de ingressos cada vez menores. Esse declínio nos negócios reflete um sentimento crescente entre os americanos de que os programas de circo envolvem tratamento inapropriado, se não desumano, dos animais, diz Julia Gallucci, uma primatologista que trabalha com a PETA.

Esse sentimento não é, contudo, atual em muitas partes da Ásia, onde certos países estão vendo um aumento de circos e outras formas de entretenimento focados em animais.

Um número crescente de zoológicos asiáticos e parques de safari estão montando mega- produções com macacos fantasiados - com jovens chimpanzés e orangotangos comumente forçados a posar com os visitantes em trajes de palhaço, ou com comportamentos humanos, dança e patinação para entreter o público. Em contraste, a Ringling parou suas apresentações de grandes macacos nos anos 90.

Técnicas de treinamento e condições de cativeiro nesses jardins zoológicos asiáticos e parques estão levantando graves preocupações de bem-estar animal, enquanto o comércio ilegal usado para obter grandes macacos em extinção para o entretenimento asiático é uma bandeira vermelha para conservacionistas da vida selvagem.

Em teoria, os zoológicos asiáticos e os parques de vida selvagem devem ser capazes de criar grandes macacos em cativeiro ou legalmente adquirir animais criados em cativeiro do exterior para seus shows. Mas, como a evidência relatada abaixo sugere, muitos dos animais que aparecem em apresentações asiáticas foram, e continuam a ser, ilegalmente arrebatados da natureza como bebês.
TRAFFIC, a rede internacional de monitoramento do comércio de animais selvagens, publicou recentemente um relatório detalhando a demanda de macacos em atrações de vida selvagem na Malásia Peninsular e na Tailândia. Eles mostram que uma proporção significativa de grandes macacos destas atrações estão vindo da natureza ou são de origem desconhecida devido à manutenção de registros alterados. Os autores descobriram, por exemplo, que enquanto 57 instalações tailandesas exibiram 51 orangotangos, os seus livros genealógicos só mostravam registros de 21 dos animais.

Da mesma forma, um grupo de bem-estar animal baseado na China - que prefere o anonimato por causa de investigações secretas em andamento - acredita que a maioria dos grandes macacos em shows de animais chineses se originou na natureza. Na verdade, alguns chegam até mesmo a divulgar que os chimpanzés que eles apresentam começaram suas vidas na África.

Embora dois ministérios chineses proíbam o uso de animais em mostras de circo, o grupo de bem-estar animal registrou 11 parques safari chineses ou zoológicos usando chimpanzés em performances. Destes, pelo menos seis apresentaram chimpanzés selvagens.

Daniel Stiles gerencia o projeto para acabar com a Escravidão dos Grandes Escravos (PEGAS), e vem investigando o comércio de grandes símios há quatro anos. Ele fez várias viagens ao Oriente Médio, China e Sudeste Asiático desde 2013, onde observou um aumento em shows de circo com chimpanzés e orangotangos.

Os shows de circo da China são os mais sofisticados e de grande escala, diz Stiles, e eles atraem multidões. Durante o recente Ano Novo Chinês, o Grupo Chimelong teria recebido 30 milhões de visitantes em seus parques em um único dia.

O estudo da TRAFFIC e outras investigações secretas na China demonstram que os espetáculos com apresentações de animais são de fato difundidos, mas não necessariamente que os proprietários de zoológicos e circo estão agindo em ignorar as leis internacionais de tráfico. Os importadores chineses são provavelmente cúmplices, mas mesmo eles poderiam, teoricamente, ser ignorantes da violação da lei porque a falsificação de registros só foi provada no extremo africano da cadeia de suprimentos. Autoridades chinesas e tailandesas não responderam aos pedidos de comentários para esta história.

Os grandes macacos jovens são inicialmente traumatizados quando capturados na África, depois novamente por serem traficados (muitas vezes sem alimentos ou cuidados adequados) para a Ásia. Eles são posteriormente alojados em jardins zoológicos, circos e parques de animais em condições aparentemente terríveis - privados de atenção adequada, afeto, e da companhia de outros macacos, algo que é necessário para o desenvolvimento saudável entre essas espécies sociais. Regimes de treinamento severo só compõem o trauma.

Grandes macacos tirados da vida selvagem quando crianças são excepcionalmente vulneráveis. E seu primeiro ano de vida é fundamental para seu desenvolvimento saudável, explica Stephen Ross, diretor do Centro Lester E. Fisher para o Estudo e Conservação de Macacos no Lincoln Park Zoo em Chicago.

Os treinadores de atrações asiáticas com animais geralmente usam jovens chimpanzés e orangotangos com apenas alguns meses de idade em fotos de divulgação. Os animais são treinados para aparecer com os visitantes pelo pagamento de uma taxa. Então, à medida que os primatas envelhecem, eles são treinados para atuar em shows que apresentam truques não naturais que vão desde lutas de boxe de falsas até círculos de dança.

Os chimpanzés são aprendizes sociais, explica Gallucci, então jovens chimpanzés em cativeiro muitas vezes imitam os comportamentos dos seus detentores. No entanto, Gallucci e Ross ambos acreditam que o treinamento exigido para shows de primatas coreografados quase sempre requer abuso de animais.

Stiles concorda: "Para treinar esses animais para executar, os detentores quase certamente precisam ter os animais em submissão, recompensando o bom comportamento com os alimentos, o que significa que eles não estão apenas traumatizados: eles também estão subalimentados".
Ross estudou extensivamente o comportamento de chimpanzés em cativeiro, comparando o dos chimpanzés mantidos como animais de estimação ou artistas nos primeiros anos contra comportamentos exibidos por animais que tiveram maior exposição a outros chimpanzés enquanto jovens. Ele descobriu que os chimpanzés adultos criados por pessoas, e com exposição limitada a outros macacos, são menos extrovertidos como adultos - mesmo depois de anos de desfrutar de condições melhoradas, como as oferecidas pelos santuários. Essa tendência à introversão perturba a habilidade do animal de socializar corretamente com outros chimpanzés. A perda resultante de tendências selvagens significa que há zero chance de estes primatas nunca ter sido devolvido em segurança à natureza.

Ross também descobriu uma grande diferença entre como as audiências percebem os animais de desempenho e seus contrapartes selvagens - com a familiaridade que conduz a uma opinião diminuída na urgência para a conservação.

Em um estudo, os pesquisadores descobriram que o público que muitas vezes viu chimpanzés em comerciais e na televisão assumiu automaticamente que esses animais "comuns" eram mais numerosos e menos ameaçados do que outras espécies de macacos. Parece provável que se os espectadores asiáticos fizerem o mesmo raciocínio lógico, eles vão ter dificuldade para entender a necessidade de conservação de grandes macacos ou para perceber os efeitos prejudiciais que as atrações animais têm em primatas cativos.

À medida que os macacos envelhecem, tornam-se menos desejáveis aos seus senhores. Os primatas adultos são mais difíceis de controlar, para não mencionar mais fortes, o que os torna mais perigosos para o público e os detentores.

Os chimpanzés adultos são particularmente perigosos: em 2009, um chimpanzé de estimação que vive em Connecticut atacou um amigo de seu dono, quase matando-o. O evento ajudou a mudar as atitudes americanas sobre a conveniência de manter chimpanzés como animais de estimação.

A TRAFFIC se pergunta o que acontece com os macacos que se apresentam na Ásia uma vez que entram na "aposentadoria".  "Não está claro o que acontece aos animais uma vez que eles são muito velhos para essas atividades". A TRAFFIC recomenda que as instalações notifiquem uma autoridade relevante do país cada vez que o animal está sendo aposentado, detalhando futuros "cuidados e habitação".

O fotojornalista e investigador Karl Ammann argumenta que na Ásia esses macacos costumam ser "aposentados" em pequenas gaiolas solitárias. Outros, diz ele, simplesmente desaparecem. Os afortunados passam o resto de suas vidas em santuários animais.

Acredita-se que o grande tráfico de macacos seja amplamente sub-relatado, e sua natureza geralmente ilegal torne difícil quantificar. Em um relatório de 2013, o Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas (PNUMA) identificou 1.808 grandes macacos selvagens ilegalmente entre 2005 e 2011, mas esses foram apenas os casos documentados. Muito mais certamente entrou no mercado negro sem deixar rastros; Da mesma forma, vários estudos mostram que mais animais morrem durante a caça ou em trânsito do que jamais foram confiscados.

Em seu relatório, a TRAFFIC observa que "o número de macacos que aparecem no comércio é muito menor do que a quantidade que morre no processo de captura e trânsito até o consumidor final." Dados confiáveis são difíceis de encontrar, mas a TRAFFIC afirma que as mortes ocorrem em todas as fases da cadeia, desde a captura até o trânsito e a chegada ao comprador final.

O relatório do PNUMA faz eco a esses pontos, afirmando: "É provável que esses números sejam de fato uma subestimativa grosseira do impacto real do comércio ilegal". Para melhorar o monitoramento, o PNUMA insta os governos e ONGs a trabalharem juntos para manter e compartilhar registros.

Quando se trata de chimpanzés selvagens, sua organização social íntima significa que um grande número de adultos são mortos para cada bebê que é capturado. Uma investigação da BBC descobriu que 10 chimpanzés adultos são tipicamente mortos quando um bebê é arrebatado da natureza. O UNEP concluiu que até 15 grandes macacos morrem por cada indivíduo que entra no comércio ilegal. Os adultos são geralmente baleados e processados como carne de caça para consumo local, ou sua carne é enviada para cidades urbanas e, possivelmente, tão longe quanto a Europa. Crânios adultos e partes do corpo também são vendidos e transportados através da cadeia de fornecimento ilícito.

O grande tráfico de macacos é um problema que se agrava em países como Camarões, à medida que a atividade humana se expande para grandes habitats de macacos através de estradas de exploração madeireira e à medida que mais florestas são convertidas em plantações de dendezeiros e em outros usos na África e Sudeste Asiático. À medida que as oportunidades para encontrar e tirar animais da natureza aumentam, também aumenta a probabilidade de que os caçadores empobrecidos, bem como os caçadores sofisticados, muitas vezes fortemente armados, busquem grandes macacos para captura e venda a redes criminosas de tráfico.

O UNEP estima que o comércio ilegal deve ter removido 22,218 macacos das selvas entre 2005 e 2011. Estima-se que 34 por cento eram chimpanzés, enquanto 56 por cento dos grandes símios apreendidos pelas autoridades eram orangotangos. Os chimpanzés, com quem compartilhamos 98% de nosso DNA, estão em perigo, com uma população global de apenas 150 mil animais, segundo o World Wildlife Fund (WWF). Orangotangos estão pior: eles estão em risco crítico, e WWF estima que pouco menos de 120.000 permaneçam na natureza. No entanto, a Orangutan Foundation International aponta que os números reais podem ser consideravelmente menores.

Preocupantemente, o PNUA acredita que o grande comércio de macacos continua a crescer, em detrimento óbvio das populações selvagens. Parte desse crescimento é alimentado pela alta demanda de primatas jovens como animais de estimação (muitas vezes no Oriente Médio) ou como animais de execução na Ásia.

A Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies de Fauna e Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção (CITES) é um tratado internacional que entrou em vigor em 1975 para assegurar que o comércio de plantas e animais selvagens não tenha um impacto negativo na sua sobrevivência. Atualmente, 183 países são signatários e todos são obrigados a promulgar leis internas para colocar o tratado em vigor.

Em um relatório de 2014, o escritório de advocacia DLA Piper observou que, embora todos os signatários tenham aprovado algum tipo de legislação para atender aos requisitos da CITES, essas leis nacionais às vezes ficam muito aquém do que é necessário, contêm lacunas legais ou são mal aplicadas.

Muitas vezes, as prisões são poucas e distantes entre si. O PNUA descobriu, por exemplo, que apenas 27 prisões foram feitas na África e na Ásia entre 2005 e 2011, período durante o qual mais de 1.800 grandes macacos foram documentados como sendo traficados ilegalmente. As acusações são incomuns, e as sentenças são frequentemente insignificantes, assim não inibem a atividade criminal futura. Como resultado, o comércio ilegal de vida selvagem está florescendo. É agora considerada a quarta forma mais valiosa de comércio ilícito (por trás de drogas, armas e tráfico de seres humanos), de acordo com o relatório do DLA Piper.

Tal como acontece com uma variedade de espécies, é importante notar que parte do comércio de grandes macacos ocorre legalmente. As espécies protegidas pela CITES estão listadas em três apêndices - I, II e III. O Apêndice I abrange espécies ameaçadas de extinção, espécimes que não podem ser comercializados internacionalmente, a menos que sejam importados para fins não comerciais. As espécies que poderiam se extinguir na ausência de um comércio estreitamente controlado estão listadas no Apêndice II. Embora todas as espécies de grandes macacos estejam listadas no Apêndice I, elas podem ser negociadas legalmente como se estivessem no Apêndice II se fossem criadas em cativeiro em instalações registradas na CITES.

Mas os comerciantes muitas vezes jogam com o sistema CITES, às vezes exportando grandes macacos através de falsificação de autorizações - alegando que os animais que estão vendendo foram criados em cativeiro quando foram de fato capturados. De acordo com Ammann, a corrupção generalizada torna a falsificação fácil.

Entre 2009 e 2011, a China importou a maior parte dos seus grandes símios da Guiné, utilizando as licenças que indicam que todos os animais comercializados foram criados em cativeiro. Os conservacionistas sabiam, no entanto, que a Guiné não tinha instalações de reprodução de macacos, por isso pediram à CITES para intervir. De fato, "a CITES não registrou instalações de reprodução de chimpanzés ou orangotangos para fins comerciais", explica o chefe da unidade legal e de conformidade da organização, Juan Carlos Vásquez.

Após a realização de uma investigação, a CITES concluiu que a Guiné estava falsificando licenças para exportar ilegalmente macacos capturados na natureza. Como resultado, a CITES suspendeu todo o comércio de espécies incluídas na CITES com a Guiné em 2013, e o chefe da Autoridade de Gestão do CITES da Guiné foi posteriormente preso por emissão fraudulenta de licenças (foi condenado mas posteriormente perdoado pelo Presidente do país).

A China, na outra extremidade da cadeia de suprimentos de chimpanzés da Guiné, não sofreu nenhuma consequência por essas violações, e as autoridades ali insistiram que não sabiam que os animais importados foram capturados. No entanto, Stiles e Ammann suspeitam que a China foi cúmplice. Independentemente disso, qualquer ação legal contra a China só poderia ter sido iniciada pelos próprios chineses sob suas leis domésticas, já que a importação já tinha ocorrido.

Como a China, a Tailândia também é signatária da CITES que aprovou a legislação nacional de conservação, mas a lei tailandesa não protege a grande maioria das espécies não nativas. E quando alguém é pego possuindo um animal ou planta legalmente protegida, o ônus da prova é do estado tailandês e não do indivíduo para mostrar a importação legal. De acordo com a TRAFFIC, a Tailândia está atualmente elaborando uma nova legislação que, se aprovada, protegeria espécies não-nativas. Durante uma reunião do Comité Permanente da CITES de Janeiro de 2016, a organização internacional incentivou todos os países a eliminar lacunas deste tipo.

7 de abril de 2017

'Menina Mogli' que vivia entre macacos e se portava como eles é resgatada na Índia

O que me impressionou foi a resistência dos macacos quando ela foi retirada da colonia... Tentei achar outras imagens, mas, não fui feliz na busca.
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Policiais de Bahraich, no norte da Índia, resgataram uma menina que vivia com uma comunidade de macacos. Aos 8 anos, ela morava em uma reserva natural remota do país com os animais e se portava como um deles: andava de quatro e se comunicava por grunhidos, sem entender qualquer palavra da língua hindi.

Chamada de "menina Mogli" — pela semelhança com a história do personagem criado por lobos da obra de Rudyard Kipling — a menina foi encontrada há dois meses, mas apenas nesta quinta-feira a mídia local tomou conhecimento da história. Ela vagava "confortavelmente" pela área do Santuário de Vida Selvagem Katarniaghat, próximo à fronteira da Índia com o Nepal.

Segundo o inspetor Suresh Yadav, ela foi avistada na reserva em uma patrulha de rotina. Os agentes ainda não sabem como ela chegou lá e há quanto tempo tempo vivia com os macacos. O resgate, ele conta, foi desafiador: a menina temia a aproximação de humanos e foi hostil à tentativa dos primeiros contatos. Os animais também resistiram à condução da garota.

Desde que foi retirada da comunidade, a menina recebe os cuidados em um hospital da região. Ainda arredia à relação com humanos, ela por vezes tem acessos de raiva e reage com violência às investidas dos médicos. Apesar disso, a garota já avançou no aprendizado de andar ereta, embora ainda se locomova a maior parte do tempo em quatro apoios.

Ainda não há pistas sobre a identidade e a origem da menina. A Índia tenta promover a proteção de crianças do sexo feminino de serem abortadas ou abandonadas pela família. O país luta para superar a diferença de gênero e o infanticídio feminino com uma legislação dura voltada ao tema. No país, atualmente, há 940 mulheres por cada mil homens, de acordo com o último censo oficial, de 2011.

16 de março de 2017

Macacos não são transmissores de febre amarela, segundo especialistas


Não adianta falar... esta gentalha não entende....
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Especialistas alertam que a identificação de infecções nesses animais pode apoiar ações de prevenção da doença em humanos

Os macacos podem representar um alerta às autoridades quanto à incidência de febre amarela em áreas silvestres. Isso porque esses animais também são vulneráveis ao vírus e a detecção de infecções em macacos ajuda na elaboração de ações de prevenção da doença em humanos.

– Eles servem como anjos da guarda, como sentinelas da ocorrência da febre amarela – explica Renato Alves, gerente de vigilância das Doenças de Transmissão Vetorial, do Ministério da Saúde. “É importante que a gente mantenha esses animais sadios e dentro do seu ambiente natural. Porque a detecção da morte de um macaco, que potencialmente está doente de febre amarela. Pode nos dar tempo para adotar medidas de controle para evitar doença em seres humanos”. Defende Renato Alves.

O pesquisador e presidente da Sociedade Brasileira de Primatologia (SBP), Danilo Simonini Teixeira. Também alerta que os macacos não são responsáveis pela transmissão da doença, que ocorre pela picada de mosquitos.

– Esses animais estão sendo mortos por conta de medo da população humana em relação à transmissão do vírus. Se você mata os animais, vai haver um prejuízo, porque a vigilância não vai ser feita devido ao óbito daquele animal por uma pessoa.”

Denúncias
Caso a população encontre macacos mortos ou doentes, deve informar o mais rapidamente o serviço de saúde do município ou do Estado onde vive ou pelo número de telefone 136.

Uma vez identificados os eventos, o serviço de saúde coletará amostra para laboratório e avaliará se:

Além desse animal que foi encontrado existem outros. Se as populações de primatas da região ainda são visíveis e estão integrados. Se foi uma morte isolada. E se de fato é uma ocorrência que atingiu o maior número de primatas.

Além disso, é possível denunciar a matança ou maus tratos de macacos pela Linha Verde do Ibama (0800 61 8080). Na denúncia, podem ser encaminhados vídeos e fotos que auxiliem na identificação do crime e de quem o cometeu, por meio do e-mail linhaverde.sede@ibama.gov.br

Legislação
Matar animais é considerado crime ambiental pelo Art. 29 da Lei n° 9.605/98. De acordo com a legislação, “matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, ou em desacordo com a obtida” pode gerar pena de seis meses a um ano de detenção, mais multa.

No bioma da Mata Atlântica, onde incide a febre amarela, encontram-se primatas ameaçados de extinção, entre eles, o bugio, o macaco-prego-de-crista, além do muriqui do sul e do norte.

27 de fevereiro de 2017

Urubus no zoológico é problema antigo, diz supervisor

Que coisa mais doida!!!!!
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Um vídeo que mostra um dos recintos do Zoológico de Goiânia com macaco rodeado de urubus gerou discussão sobre o bem-estar dos animais que estão no parque. No vídeo, o macaco está com uma pena de um dos animais em uma pata e caminha de um lado para o outro em uma estrutura de madeira, enquanto dezenas de urubus lotam o local onde apenas o macaco deveria estar.


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Ao Mais Goiás, o supervisor geral do Zoológico, Rafael Cupertino, confirmou que a presença dos urubus no parque é um problema, mas que a administração toma todas as medidas internas possíveis

23 de fevereiro de 2017

Caçadores matam animais inocentes por pura diversão

Estes psicopatas que caçam animais tinham que ir para uma jaula até a morte..... Como as criaturas tem coragem de tamanha crueldade ao matar animais inocentes? Vejam as duas situações e assinem as petições, por favor:

Petições: 

16 de fevereiro de 2017

A emoção de um grupo de macacos que choram a morte de um macaquinho robot

Estou publicando dois vídeos porque o primeiro está legendado e o outro tem mais imagens embora narrado em inglês.
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A série da BBC One “Spy in the Wild”coloca animais robôs como “espiões” na natureza, ao lado dos seus semelhantes de carne e osso, para ver como a vida realmente é no mundo selvagem.



Esses robôs podem parecer um pouco assustadores com os seus olhos que, na verdade, são câmaras, mas normalmente os animais lidam com eles como se fossem um dos seus. O relacionamento pode

7 de fevereiro de 2017

Medo de febre amarela faz moradores do Leste de MG matarem macacos

Sinceramente, eu fico sem palavras diante da ignorância .... nojento!
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Especialistas alertam que primatas não são causadores da doença. Matar os animais é um crime ambiental, passível de multas e até prisão.
O surto de febre amarela na região leste de Minas foi acompanhado de um movimento perigoso, motivado pela desinformação. Moradores de várias cidades brasileiras passaram a matar macacos, achando que isso ajudaria a combater a doença. Mas os especialistas alertam que não é só um crime. É um erro grave.

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Os fiscais do Ibama e do Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais receberam a denúncia de que os macacos estariam sendo mortos na zona rural de Novo Cruzeiro e de Ladainha, na Região

24 de janeiro de 2017

Homem é preso por tráfico de macacos - Catanduva - SP

Agora, o que dá pena é que, com certeza, a mãe destes filhotes estão mortas..... Minha Santa dos Raios Certeiros, manda ver em cima destes mequetrefes..... manda sem dó!!!!!
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Um homem foi preso suspeito de tráfico de animais silvestres na tarde de terça-feira, 18, em Catanduva. Ele foi detido pela Polícia Rodoviária Estadual na rodovia Washington Luís, transportando dois filhotes de macaco.

O suspeito foi parado durante fiscalização de rotina na rodovia. Ele dirigia um Volkswagen Gol, com placas de Arujá. Ao perceber o nervosismo do motorista enquanto eram

11 de novembro de 2016

Pesquisas com implantes cerebrais restaura movimentos de macacos paraplégicos

Agora, quem não conhece o assunto embarca direto na patifaria. O Experimento foi feito na China porque lá não tem medidas protetivas pelos animais..... Na Europa e nos EUA não teriam conseguido fazer. Se a coisa é tão maravilhosa, porque não faz no humano direto? No final da matéria a frase que todos nós estamos cansados de  Antes de serem usados em seres humanos seriam necessários mais estudos em um maior número de animais.
Fonte: Daily Mail
Colaboração: Helô Arruda
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Cientistas restauraram o movimento em dois macacos paralisados em uma operação que poderia logo ser usada para ajudar pessoas com colunas vertebrais danificadas. Os macacos voltaram a andar

21 de outubro de 2016

Macacos usam ferramentas de pedra no Piauí


Noutro dia o Fantástico mostrou uma matéria: "Macacos-caranguejeiros comem um banquete de frutos do mar" onde foi mostrado a habilidade destes animais. Hoje um Estudo publicado na revista “Nature” pontua que produção de pedras afiadas não é exclusividade dos homens.
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19 de setembro de 2016

David Attenborough: Mais testes em cérebros de macacos, não!

O infeliz do Nicolelis deve ter odiado o pronunciamento de Sir David, naturalista britânico muito conceituado pelo mundo afora.....
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Sir David Attenborough junta a sua voz à de uma série de especialistas em animais para apelar ao fim das experiências cruéis com primatas. "Não há nada que o justifique"

É a cara por excelência dos programas de televisão britânicos sobre história natural e vida selvagem. Desde 1980 que se empenhou também nas mais variadas causas ambientais. Agora, Sir David Attenborough, que já completou 90 anos, acaba de se juntar a um grupo de cientistas que pedem o fim das experiências em cérebros de

16 de julho de 2016

Exploração de macacos em cidade da China




Engraçado é que a matéria tem dúvida se é uma representação.... eu hein!!!!!
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Macaco rouba faca de artista de rua e o ameaça na China
Um vídeo flagrou o momento em que um artista de rua é ameaçado com uma faca por um macaco após utilizar a arma contra eles em Anyang, na China.


Nas imagens é possível ver um dos primatas dando tapas no rosto do chinês. Em seguida, o homem pega uma faca e finge tentar esfaqueá-lo. Após o chinês soltar o item no chão, no entanto, um dos

14 de julho de 2016

Turista é agarrada por macacos ao posar para fotos em parque - Tailândia


O que me impressionou foi o cunho jornalístico dado a esta exploração animal. Vejam bem no vídeo que o safado explorador orienta o tempo todo o que os dois macacos devem fazer..... Coisa mesmo de exploração de tailandeses.... Meu Deus!!!!! eu lá cobria este desgraçado de tabefe!!!!! 
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Uma mulher caiu no riso ao ser agarrada por macacos ao posar para fotos durante uma visita ao parque Safari World, em Bangkok (Tailândia). O vídeo, que ganhou repercussão após ser

27 de maio de 2016

Macacos são registrados comendo morcegos pela primeira vez

Temos que aprender.... resta saber se é confiável a referida pesquisa....
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Pesquisa mostra possível causa de transmissão de doenças como o Ebola

Pesquisadores trabalhando na África registraram macacos comendo morcegos no que está sendo considerada a primeira vez na História. O trabalho mostra a facilidade de transmissões de doenças entre animais selvagens: o Ebola pode ter sido transmitido para humanos devido a esse contato.

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Pesquisadores da Universidade Atlântica na Flórida, trabalhando no parque nacional Gombe, na Tanzânia, registraram macacos do gênero Cercopithecus, que tem mais de 20 espécies e subespécies,

13 de maio de 2016

Polícia investiga quadrilha de tráfico de animais através do macaco Charlie em Campinas,SP


Quadrilha, bandido, etc.... mas, o que leva uma pessoa a ter um macaco em casa? pelas barbas do profeta!!!!! Noutro dia falei aqui sobre esta papagaiada de celebridades terem macacos como pets.... Veja aí o que dá.... todo mundo quer ter um.... e a mãe deste filhotinho, já imaginaram o fim dela? ô nojo!
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Imprevisto na residência da família que comprou o animal surpreendeu os oficiais e também os compradores.

6 de maio de 2016

Fotos de celebridades com macacos atrapalham combate a tráfico de animais

O Ibama deu um esporro no Latino com o seu macaco Twelves, mas, não creio que vá adiantar muita coisa. Estas pessoas gostam de fazer mídia com estes animais..... Lamentável!!!!!
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ONU critica imagens postadas por Paris Hilton, James Rodriguez e Khloe Kardashian

RIO - Fotos de celebridades com macacos no Snapchat e no Instagram estão atrapalhando os esforços para evitar o tráfico de grandes primatas e, desta forma, interferindo na luta contra a extinção de certas espécies, de acordo com um representante da Organização das Nações Unidas (ONU).

11 de abril de 2016

Estudo sobre o comportamento de macacos pode ajudar crianças no PA

Juro por Deus, eu vi esta matéria 3 vezes e não consegui captar o que tinha haver com quê. Estou pedindo ajuda aos universitários para desenhar p´ra mim.... Só sei que os pobres coitados dos macacos foram vítimas de maus-tratos e ainda por cima foram parar na Escola Experimental de Primatas? Ajudar as crianças? tô de porre, só pode!!!!!
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UFPA quer ajudar crianças que tenham dificuldade de aprendizagem. Comunidades ribeirinhas de Itaituba já receberam os pesquisadores.

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Macacos que foram apreendidos em situações de risco passam a colaborar com um projeto da Universidade Federal do Pará (UFPA), em Belém. Os animais participam de um programa