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21/10/2017

A cruel captura de uma preguiça para vendê-la como atração - Peru

Realmente, a exploração animal feita por humanos é de uma crueldade e indiferença pelo sofrimento animal que dá nojo mesmo...
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"As selfies com animais selvagens são responsáveis pelo sofrimento e até mesmo a morte de preguiças, crocodilos, cobras e outros animais ". É o que se lê o pedido da empresa Proteção Animal World ao compartilhar um vídeo de captura

27/09/2017

AJUDEM URGENTE: Galgos descartados são trancados, abandonados e explorados pelo sangue

Pelo amor de Deus, minha gente!!!!! depende de nós!!!! a mobilização é tudo.... faça a sua parte que é tão pouco, poxa!!!! Pára com este negócio de curtir que não adianta nada. Assinem e COMPATILHEM. É para agir porque mesmo sentado na frente de um computador conseguimos grandes mudanças.... 
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21/09/2017

Macacos 'trabalham' de garçom e brincam com clientes em bar do Japão

O que é lamentável é saber que "os animais são certificados" para serem explorados nesta situação. Que coisa deprimente sobreviver desta forma. Tenho nojo de pessoas capazes de fazer isto.... 
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Animais são certificados pelas autoridades locais para viver no local, diz jornal.
Um bar localizado na cidade de Utsunomiya, na província de Tochigi, no Japão, tem empregados diferenciados: macacos que entendem boa parte do que os clientes pedem, trazem cerveja e brincam com os visitantes. Assista ao vídeo.

30/08/2017

Frigorífico iniciará abates de até 100 jacarés/dia em MS

Não bastasse os jumentos, agora jacarés em grande escala. Vão inaugurar matando 100 animais/dia para treinar e experimentar maquinário porque querem alcançar, em dois anos, 700 animais/dia.... Meu Deus!!!! onde vamos parar?
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Com atraso do projeto em um ano, entra em operação nesta semana, no Pantanal, o maior frigorífico de carne de jacaré no Brasil, o Caimasul. Em 2019, a indústria, instalada em Corumbá, produzirá 400 toneladas de carne desossada do réptil anualmente.

Com captura dos animais da espécie Caiman yacaré da natureza para formação do plantel, por meio da coleta de ovos diretamente dos ninhos catalogados nas fazendas do Pantanal, o complexo industrial vai comercializar a carne com o mercado interno e exportará a pele, com uma linha de produção clássica para concorrer com o aligátor, o gênero norte-americano. O couro do jacaré de cativeiro tem mercado garantido lá fora, segundo o Sebrae.

O frigorífico, situado a 32 km a leste de Corumbá, será inaugurado no dia 21 de setembro, com a presença do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, mas iniciará o abate experimental com 50 a 100 animais por dia para ajustes do maquinário e treinamento dos funcionários, segundo um dos sócios, Wilson Girardi, 67 anos. A meta, conforme ele, é chegar a quatro toneladas/dia de carne, com abate de 600 animais, com a finalização das obras em dois anos.

FONTE: correiodoestado

16/08/2017

Vídeo chocante denuncia animais usados para filmagens - Canadá

Minha Santa do Céu!!!!! olhem a denúncia..... Tudo em nome da grana e dos business
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Os ativistas vão se reunir na segunda-feira, fora do escritório de Orléans do Ministro da Segurança Comunitária e dos Serviços Correccionais, Marie-France Lalonde, pedindo-lhe que aja contra o Jardim Zoológico de Papanack após o lançamento de um vídeo "chocante" por um grupo de direitos dos animais.

A Justice Animal, uma organização de advogados de Ottawa que luta pela proteção de animais, lançou um vídeo que o grupo alega descreve o abuso de animais no zoológico de Wendover, a leste de Ottawa. Está pedindo que as pessoas escrevam para Lalonde, o primeiro-ministro Kathleen Wynne e seu MPP local, exigindo que os jardins zoológicos enfrentem o licenciamento obrigatório.

Ontário tem a duvidosa distinção de ser a "capital do zoológico da estrada do Canadá", disse Camille Labchuk, que lidera o grupo, que é parte de um crescente coro de quem pede o licenciamento de zoológicos. "É incrivelmente perturbador, que somos a maior província com a maioria dos animais mantidos em cativeiro, ainda temos as piores leis em todo o país", disse Labchuk.

"Eles precisam licenciar e regular os jardins zoológicos. Ontário é um constrangimento e, enquanto Ontário vira as costas aos animais, eles estão sofrendo ". Um funcionário do Papanack Zoo, que desativou sua conta no Facebook, disse que não tinha nenhuma declaração para lançar domingo no vídeo, supostamente filmado por um ex-funcionário do jardim zoológico no ano passado.

No vídeo, os animais são vistos estimulando e balançando, e mostrando evidências de angústia, de acordo com a Justiça Animal. Um guaxinim e uma jarreteira têm a boca aberta para abrir os dentes para uma câmera. Um homem descreve como um filhote de leão foi repetidamente atingido no rosto para treiná-lo e como os animais bebê são tirados de suas mães. Uma mulher é ouvida descrevendo como um cervo de uma raça rara morreu correndo em uma cerca. Os animais também são descritos como sendo mantidos em pequenas gaiolas para o inverno.

Lalonde emitiu uma declaração no domingo destacando o papel da Sociedade de Ontário para a Prevenção da Crueldade aos Animais, o que confirmou que está ciente das alegações e está investigando.

"Estou muito preocupado com os vídeos que surgiram sobre o Zoológico de Papanack, e entendo que o OSPCA abriu uma investigação de crueldade animal", disse Lalonde. "O governo de Ontário leva muito a sério a questão do bem-estar dos animais".

O OSPCA, com US $ 5,5 milhões por ano do governo de Ontário para investigar a crueldade dos animais, tem um "sistema de registro voluntário" para zoológicos e aquários e inspeciona-os pelo menos duas vezes por ano, disse o escritório de Lalonde.  No entanto, uma porta-voz do OSPCA disse que o licenciamento e regulamentação dos zoológicos está além de sua jurisdição.

"Se os membros do público quiserem expressar suas opiniões sobre as leis em torno dos jardins zoológicos, eles devem entrar em contato com seu MP, MPP e / ou município local", disse Melissa Kosowan em uma declaração por e-mail.

Susan Shafer dos Zoos e Aquários Acreditados do Canadá, cujos 31 membros variam do Zoológico de Toronto ao Jardim Zoológico de Répteis de Little Ray de Ottawa, disseram que compartilham a preocupação dos ativistas com a falta de regulamentação. "A perspectiva é que esse tipo de coisa cria um nome ruim para os jardins zoológicos em geral, porque há muito bom trabalho feito pelos jardins zoológicos - tanta conservação e tanta pesquisa", disse Shafer.

Ninguém pode dizer quantos animais estão em zoológicos na estrada em Ontário, disse Labchuk. 
"Não há registro ou rastreamento e, literalmente, qualquer um pode configurar um zoológico na estrada ou uma casa de vida privada no quintal deles", disse ela.

"A província não tem como supervisionar nenhuma dessas instalações. Mesmo que eles tivessem uma maneira de rastreá-los, eles não poderiam fazer nada sobre as condições nessas instalações, uma vez que não há regulamentos que pertençam a eles para permitir que o governo os desligue ou exija mudanças ".

Tradução livre do Google para "O Grito do Bicho"

29/07/2017

Corujas são a atração de bar em Tóquio

O programa Mais Você, apresentado pela Ana Maria Braga, mostrou um bar em Tóquio onde corujas fazem companhia aos usuários enquanto comem ou bebem. Ela exalta o sucesso do empreendimento e em nenhum momento, apesar das corujas apresentarem bons tratos, ela se dá conta que na verdade as aves são exploradas. Mas, o que esperar de alguém que cria gado de corte, né mesmo? Ela demonstrou tanto espanto que faltou informação da produção. Lá no Japão tem vários bares onde se convive com gatos, cães, ratos, cobras, aves e outros mais.
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Local abriga 70 aves de cerca de 15 espécies, que podem interagir com os clientes

video

14/07/2017

'Vacas felizes produzem mais leite'. Dizem os envolvidos na exploração dos animais.

Às vezes, acho que estas "aparentes melhorias" são partes de uma evolução final. Mas, tem horas que fico pensando se "as tais melhorias" não reforçam a ideia de continuidade ao consumo. É como se tirasse nossa culpa ao consumir a carne e o leite destes animais. Juro que em anos de atuação fico dividida. Agora, no caso das vacas leiteiras, fico pensando se consegue ser feliz após ver seu bezerrinho ser retirado dela bem logo após seu nascimento.... Isto é um sofrimento enorme para elas.... Então, tudo que se faz para estas vacas é muito pouco diante da exploração do seu leite.....
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Iniciativa nos EUA ensina criadores a investirem no bem-estar de seus rebanhos para lucrar mais

Os criadores de vacas leiteiras devem cuidar do bem-estar de seus animais se quiserem lucrar mais. É o que afirmam cientistas da Universidade do Wisconsin, estado americano famoso por sua indústria de laticínios, em iniciativa que está mostrando aos fazendeiros locais que deixar os animais felizes significa conseguir mais leite.

"Creio que é realmente importante dar a elas um tratamento de spa", diz Nigel Cook, que dirige a Iniciativa Dairyland (”terra dos laticínios”, em tradução livre), da Escola de Veterinária da Universidade de Wisconsin-Madison, desde 2010.

Cook e sua equipe percorrem as fazendas de leite do estado para aconselhar os criadores sobre como aliviar o estresse das vacas, e agora criaram um site na internet para compartilhar suas recomendações com o resto do mundo. Entre as medidas defendidas está a de construir baias maiores e estábulos mais arejados e procurar alimentar todas vacas no mesmo horário, já que animais de rebanho preferem fazer as coisas juntos. Mas, segundo ele, uma das maiores preocupações dos criadores deve ser com as dores nas patas das vacas, em especial as que passam muito tempo em pé, sem um lugar confortável para deitar.

"Isto afeta a maneira como ela (a vaca) descansa, como produz leite, sua capacidade de reprodução e, em última forma, até sua capacidade de continuar na fazenda", explica.

Uma solução, conta Cook, é levar a vaca para a “praia” ou, ao menos, a versão rural de uma:

"Um leito macio de areia cria um ambiente onde as vacas podem descansar metade do dia."

São conselhos que o criador americano Mitch Breunig tem seguido de perto com as cerca de 400 vacas que mantém na Mystic Valley Dairy. Ele gastou mais de US$ 100 mil (cerca de R$ 325 mil) em melhorias na fazenda com o objetivo de deixar os animais mais felizes e diz que o investimento está valendo cada centavo.

"Se você tirar o estresse delas, de fato produzem mais leite, e o mais interessante é que fazem isso comendo menos ração", conta.

Segundo Breunig, desde que adotou as medidas de bem-estar dos animais, sua produção subiu de cerca de 13 galões (49 litros) de leite por dia por vaca para 15 (57 litros). Além disso, acrescenta, suas vacas estão se machucando com menos frequência e vivendo — e produzindo — um ano a mais.

FONTE: epocanegocios

07/07/2017

Cão explorado nas ruas da Índia



Imaginem o que este cão não passou durante o treino deste "espetáculo".... Coisa triste e deprimente!!!!! Olha a quantidade de crianças a volta.... Será que são filhos da "adestradora".... Meu Deus, não tem que nascer mais gente neste mundo.... olha aí o que dá...... 
Fonte: Live Leak
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02/07/2017

Crocodilo, o animal criado na Tailândia por render muito dinheiro

Que horror!!!! a exploração animal é impressionante e tem gente que acha que estes animais não sofrem no abate..... São esfolados vivos na maioria das vezes.....
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Os tailandeses têm quintas próprias para poderem criar os crocodilos.
Os crocodilos são fundamentais na Tailândia e ajudam as indústrias de alimentos, de vestuário e de turismo, o que faz com que se faça um enorme investimento nestes animais.

Informação divulgada pela Reuters releva que na Tailândia há pelo menos um milhão de crocodilos e um total de cerca de mil quintas onde estes se reproduzem e são tratados.

Os tailandeses utilizam estes animais pelo fato de os crocodilos serem uma atração para os turistas, mas também para fazer peças de luxo vendidas por milhares de euros e para a indústria alimentar.

Fonte: Arquimedes

18/06/2017

Vizinha denuncia maus-tratos a jumento durante festa junina em buffet no Papicu

Agora é assim... levam bichos para distrair as crianças..... não conta a exploração do pobre animal..... A vizinha fez muito bem..... Expor o assunto faz com que as pessoas pensem duas vezes que todos nós estamos de olho!!!!!
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Mulher denunciou a suposta exploração do animal em publicação no Facebook. Empresa nega maus-tratos

O uso de um jumento como parte da decoração de uma festa junina, realizada no Fiesta's Buffet, no Papicu, na noite desta quinta-feira, 15, causou a indignação de uma moradora da região. Ela denunciou a suposta exploração do animal em publicação no Facebook, anexando um vídeo e uma foto da situação, e o caso ganhou rápida repercussão em menos de 24 horas. Mais de mil pessoas curtiram a postagem e mais de 600 compartilharam o conteúdo até as 20h desta sexta-feira, 16.

No Facebook, a mulher diz ter ficado "consternada" com a utilização do jumento na festa. Ela afirma que convidados chegaram a subir no animal para tirar fotos. A usuária da rede social também critica o fato de o piso ser de porcelanato, liso, não adequado para o animal. A vizinha do estabelecimento fez todas essas observações da janela do seu prédio até decidir ir reclamar no local.

"Minha revolta aumentou e me dirigi ao buffet para pedir a proprietária da festa ou do próprio buffet para que tivessem um pouco de consideração pelo animal e que o tirassem dali, já que ele já tinha se prestado ao papel decorativo", publicou ela na rede social.

No relato público, a mulher conta que a proprietária do local se recusou e teria afirmado que ela estava querendo "aparecer" com a situação. Com a negativa da dona do estabelecimento, a moça resolveu denunciar o caso a Polícia. Uma equipe do Batalhão da Polícia Militar Ambiental (BPMA) esteve no buffet, mas não teria constatado qualquer indícios de maus-tratos.

O POVO Online conseguiu contatar a mulher que denunciou o caso. Ela pediu para não ser identificada. O POVO Online também tentou falar com a empresa denunciada, mas as ligações para os números disponíveis na fanpage do buffet não foram atendidas.

A empresa se pronunciou sobre o ocorrido por meio de nota de esclarecimento divulgada no Facebook. O buffet repudiou as "falsas alegações de supostos maus-tratos a animais" nas dependências do estabelecimento e afirmou que não mais utilizará qualquer tipo de animal em decorações festivas.

Na nota, é relatado que a mulher tentou entrar nas dependências do buffet sem convite, "proferindo alegações falsas e sem sentido, completamente descontextualizadas sobre supostos maus-tratos". A empresa afirma que o jumento usado na festa estava sempre sob a vigilância e cuidados de seu tratador, contando com água, feno, ração e estando em ambiente climatizado. É informado ainda que três seguranças atuaram na festa para evitar que convidados subissem no animal.

"Pedimos desculpas ao público pelo ocorrido. E reiteramos que o Fiestas Buffet é radicalmente contra e repudia qualquer forma de abuso e maus-tratos de animais. Mesmo a contratação do animal tendo ocorrido legalmente, obedecendo todos os trâmites da legislação ambiental em vigor, firmamos aqui o compromisso com o público de não mais utilizar qualquer tipo de animal em decorações festivas", comunicou a empresa.

O POVO Online enviou email na noite desta sexta para a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), solicitando informações sobre a ação do Batalhão da Polícia Militar Ambiental na ocorrência, mas até o momento não houve resposta.

Proteção dos animais
Em entrevista ao O POVO Online, a presidente da União Internacional Protetora dos Animais (Uipa), Geuza Leitão, afirma que houve exploração do animal. O caso, segundo ela, se enquadra no artigo 32 da Lei 9.605 de 1998, que prevê detenção de três meses a um ano, além de multa, para quem praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos.

"Explorar não é só ver o sangue escorrer. Basta abusar ou mal tratar. Me diga se não é abuso um animal ser utilizado em uma festa junina fantasiado, contra a natureza dele, com o povo montando nele?", questiona.

Geuza diz que foi procurada pela vizinha do buffet. "Ela vem aqui para a gente ver o material e dar entrada no processo. Ela tem toda a razão. Aquilo se trata de exploração. O animal é para estar quieto, e não para ir a uma festa, nem ficar fantasiado", comenta.

A protetora dos animais também criticou a ação do BPMA, que não constatou indícios de maus-tratos no jumento utilizado na festa junina. "Era para ter levado a dona do buffet até a delegacia e instaurado procedimento", opina Geuza.

FONTE: O povo

11/06/2017

Grande fabricante de maionese decide não usar ovos de galinhas criadas em gaiolas

Acho que tudo será uma etapa para o fim da exploração animal.... Chegaremos lá!!!! radicalizando cada vez mais para que todos entendam o sofrimento dos animais...
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Marca Hemmer é a quarta empresa do segmento a adotar essa política, seguindo Unilever, Cargill e Bunge

A fabricante de maionese, Hemmer Alimentos, decidiu aderir à política de não usar mais ovos originados de galinhas confinadas em gaiolas. As empresas Unilever (dona das marcas Hellmann's e Arisco), Cargill (Liza e Maria) e Bunge (Primor, Soya e Salada) também já adotaram essa prática no Brasil.

A empresa ressalta que mais de 95% das cerca de 100 milhões de galinhas, usadas na produção industrial de ovos no Brasil, ficam enclausuradas em gaiolas em baterias. As gaiolas confinam de cinco a 10 animais juntos e proporcionam um espaço menor que uma folha de papel A4 para cada ave. Segundo a Hemmer, o objetivo é que a medida seja implantada completamente até 2025.

No sistema livre de gaiolas (cage-free em inglês), as aves vivem em galpões que às vezes possuem acesso a áreas externas para pastorear. Para a empresa, esse ambiente permite que as galinhas tenham espaço para caminhar, ciscar, botar ovos em ninhos, tomar banhos de areia e empoleirar-se.

10/06/2017

O futuro da carne não dependerá mais de exploração animal

Uau uau uau!!!!! que show!!!! fico tão feliz por estar viva para ver este inicio do fim do consumo de animais.....
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A Revista EXAME acaba de destacar as novas empresas que vão mudar radicalmente o papel dos animais na “indústria da carne”. A busca por uma carne totalmente limpa – saudável, sustentável e sem sofrimento ou exploração animal – é a maior motivação dessas startups.

O objetivo das empresas é produzir opções de carnes similares às versões convencionais em gosto, aroma e textura, algumas delas utilizando-se de proteína vegetal e outras de proteína animal, porém sem que animais morram ou sequer sofram no processo. Isso é possível com a produção de carne em laboratório, a partir do DNA de animais.

A aposta da Mercy For Animals ao criar o The Good Food Institute é poder mudar drasticamente a indústria alimentícia e, em poucos anos, fazer com que dezenas de bilhões de animais deixem de ser explorados por essa indústria anualmente.

Gustavo Guadagnini, representante do The Good Food Institute no Brasil, organização parceira da Mercy For Animals no país, diz na matéria que um de seus trabalhos é fazer com que empresas brasileiras importem produtos de proteína vegetal de alta qualidade dos Estados Unidos. Há também a intenção de futuramente lançarem carnes vegetais nacionais.

A The Good Food Institute é uma organização sem fins lucrativos que trabalha com cientistas, investidores e empreendedores para desenvolver carnes vegetais de alta tecnologia ou ‘’carnes limpas’’ (carnes produzidas em laboratório sem que nenhum animal seja maltratado ou morto).

Uma das empresas que recebem consultoria e investimento da The Good Food Institute é a Memphis Meat, que já desenvolve carne real a partir de células animais. Isso se dá por meio da cultura celular da proteína animal, num processo indolor no qual um pedaço de tecido menor que um grão de gergelim é retirado por biópsia, sem que o animal sofra ou seja abatido. Esses animais estão em Santuários de Proteção, onde vivem após terem sido resgatados da indústria pecuária. Posteriormente, as células são preparadas em laboratório para que se multipliquem, formando o mesmo tecido do animal. Os hambúrgueres resultantes desse processo são praticamente idênticos à versão bovina, tanto em visual como em sabor. Frango e almôndegas da empresa já são sucesso nos Estados Unidos.

Salvar bilhões de animais por meio de informação e conscientização pode realmente parecer um trabalho árduo, que pode levar décadas ou séculos. Mas salvar bilhões de animais a partir do avanço dessas tecnologias nos parece já ser uma realidade e um caminho sem volta!

O futuro já começou – e há de ser muito melhor para TODOS!

FONTE: escolhaveg

09/06/2017

Cavalo em mau estado de saúde forçado a puxar uma carga pesada de lixo

A desgraceira foi filmada no México e vejam as feridas do animal por cima do lombo e por baixo do peito.... O nojento do dono bota algum produto que deve doer e incomodar o pobrezinho.... Ele se senta com a mulher e os filhos esperando o cavalo tomar fôlego para atrelar novamente o animal na maldita carroça..... Que gente sem sentimentos, meu Deus!!!!! não pode ser filho seu, não pode!!!!!!
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Cavalo em mau estado de saúde forçado a puxar uma carga pesada de lixo
A ação do cavalo fala por si mesma.

Fonte: LiveLeak

Campanha contra fome na Somália trata cerca de 12 milhões de animais

A espécie humana depende dos animais p´ra tudo diferentemente deles que interagem com a natureza de forma equilibrada. Alguém tem dúvida que somos de outro mundo?
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Mais de 12 milhões de animais foram tratados nos últimos três meses na Somália como forma de tentar evitar a fome no país, afetado por uma grave seca e conflitos, informou nesta sexta-feira a Organização da ONU para Alimentação e Agricultura (FAO).

A agência apontou em comunicado que fez uma campanha em massa com a qual pretende chegar até os 22 milhões de animais cuidados até meados de julho e beneficiar assim mais de 3 milhões de pessoas.

Cerca de 3,2 milhões de pessoas correm risco de morrer de fome na Somália. A maioria destas pessoas vive em zonas rurais e depende do gado, de cabras, camelos, ovelhas e outros animais para se alimentar e como fonte de renda.

A escassez de chuvas e a seca persistente ao longo de muitas temporadas supuseram a queda da produção agrícola e a morte de cabeças de gado, o que danificou a segurança alimentar e contribuiu para o deslocamento de cerca de 680 mil pessoas desde novembro.

"Salvar os animais permite salvar vidas humanas. Quando os animais se debilitam pela seca, deixam de produzir leite e morrem, o que significa que as pessoas passam fome e as famílias já não são autosuficientes", disse o representante da agência no país, Richard Trenchard.

Com fundos do Reino Unido, do Canadá e da ONU, a FAO mobilizou 150 equipes integradas por veterinários por todo o país para tratar a cada dia até 270 mil animais perante a ameaça dos mesmos contrair parasitas e doenças pela falta de água e comida.

Se o gado está muito frágil para resistir às vacinas, então recebem suplemento de vitaminas, medicamentos e outros tratamentos para combater as infecções.

O plano para evitar a fome e agir frente à seca da FAO, estimado em US$ 160 milhões e 40% financiado, também contempla a entrega às famílias de dinheiro para que possam comprar alimentos, a reabilitação das infraestruturas agrícolas, cupons para adquirir sementes e serviços de maquinaria como tratores.

Seis anos depois que uma crise de fome foi declarada na Somália e tirou a vida de cerca de 250 mil pessoas, este país do Chifre da África, além do Sudão do Sul, Iêmen e nordeste da Nigéria, sofre com questões alimentares atuais.

Nesses quatro países um total de 30 milhões de pessoas estão em situação de insegurança alimentar severa, das quais 20 milhões estão à margem da fome ou já sofrem com a mesma.

FONTE: Terra

08/06/2017

Aquário para elefante é atração em zoológico na Tailândia

A Tailândia explora tanto os animais.... Muita gente lá vive às custas deles e para humanos, o que importa é a coisa que dá dinheiro.... Temos que dar uma nova ordem no planeta, amigos!!!!!
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Animais fazem duas apresentações diárias que encantam os visitantes
BANGKOK — O zoológico Khao Kheow, em Surasak, a pouco mais de cem quilômetros de Bangkok, inaugurou no fim do ano passado uma nova área de exposição. Trata-se de um imenso aquário, mas que em vez de peixes, abriga um elefante. Rapidamente, o espaço se transformou na principal atração do zoológico, que possui mais de 8 mil animais de 300 espécies diferentes.

— Os tailandeses estão vindo e os estrangeiros adoram e dizem nunca terem visto isso antes — disse Attapon Srihayrun, diretor-adjunto do zoológico, à AFP.

 Os elefantes fazem duas apresentações diárias, acompanhados dos tratadores, diante de visitantes deslumbrados com a rara cena. Em zoológicos tradicionais, os elefantes ficam presos em recintos secos, mas como muitos mamíferos, esses animais gostam da água. Na Tailândia eles são treinados a nadar.

O Khao Kheow possui dez elefantes em sua coleção. Segundo a administração, o zoológico é um dos poucos do mundo a oferecer um espaço para os visitantes verem os elefantes nadando.

Fonte: O Globo

30/05/2017

Coca-Cola patrocina corrida de trenó que já matou mais de 150 cães no Alasca

Que barbaridade..... que coisa idiota..... corrida de trenó...... nojo!!!!  não bebo refri há anos, quero que toda empresa que promova a exploração animal, se exploda!!!!
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Completar uma maratona é fisicamente extenuante. Imagine correr quatro maratonas em um único dia lidando com o vento, um terreno inóspito e com temperaturas congelantes. Para piorar, pense em fazer tudo isso durante os oito dias seguintes.

Isso é o que os cães explorados na corrida de Iditarod, realizada no Alasca (EUA), são obrigados a fazer.

Desde 1995, os animais mais rápidos percorreram aproximadamente 1600 quilômetros em nove dias ou menos, incluindo uma parada obrigatória de 24 horas.

Isto significa que os cães correm mais de 160 quilômetros por dia enquanto puxam trenós que pesam centenas de quilos em algumas das condições climáticas mais implacáveis do planeta. Pior ainda: esta barbaridade é patrocinada por empresas famosas como a Coca-Cola.

As temperaturas durante a corrida despencam para 60 graus negativos. Os exploradores levam o crédito por terminar a corrida, mesmo que passeiem, se alimentem e até mesmo durmam enquanto os cães fazem todo o trabalho.

O jornalista especializado em esportes Jon Saraceno descreveu a prática absurda como uma “loucura frenética”.

Cinco cães morreram em menos de uma semana em Iditarod neste ano. Um se afastou de seu adestrador e foi atropelado por um carro, outro morreu de hipertermia em um avião e outros três na trilha.

Mais de 150 cães morreram em Iditarod desde que a corrida começou em 1973. Isso significa mais de três falecimentos por ano e estas são apenas as mortes registradas.

Este número não inclui os cães que morreram imediatamente após a corrida ou durante o treinamento ou os cães acorrentados que não sobreviveram fora da pista ou assassinados porque simplesmente foram eliminados.

Caso isto fosse uma competição de seres humanos, que provocasse mortes todos os anos e cinco delas somente neste ano, ela seria encerrada.

A reportagem do Alternet informa que a regra 42 do regulamento oficial de Iditarod afirma que algumas mortes “podem ser consideradas impensáveis”, usando o eufemismo de que os cães não “morrem” na trilha, eles “expiram”.

Os cães explorados na corrida já foram atingidos por snowmobiles ou morreram de pneumonia depois de inalar o próprio vômito. Eles constantemente sofrem de diarreia, desidratação, vírus intestinais ou sangramento causado por úlceras estomacais.

Seus pés ficam machucados e ensanguentados, pois são cortados pelo gelo e se desgastam pelas enormes distâncias que são forçados a percorrer.

Referindo-se à Iditarod, a veterinária Barbara Hodges enfatizou: “A corrida violaria as leis de crueldade animal em 38 estados e no Distrito de Columbia, é claro que o Alasca não possui essa lei”.

Muitos cães recebem antiácidos com frequência em uma tentativa de prevenir as úlceras gástricas que são comuns.

Um veterinário que estudou os efeitos da corrida nos animais descobriu que a doença estomacal induzida pelo exercício pode afetar 50 a 70% dos cães, um número significativamente maior do que o de cães que não participam de corridas.

Os animais com úlceras tipicamente não exibem os sintomas até a condição tornar-se fatal e eles começarem a sangrar internamente e ter vômitos, que podem sufocá-los até a morte.

A vida fora da trilha é igualmente sombria. A maioria dos canis mantém dezenas de cães, que vive acorrentada com apenas alguns barris ou casas como abrigo. O mundo deles não possui mais do que apenas alguns metros e os corredores lentos estão condenados.

“A crueldade de algumas técnicas de treinamento iria revirar seu estômago. Isso para não começar a falar de alguns manuais que recomendam matar os cães com resultados indesejados. Eles chamam isso de seleção. Na verdade, é assassinato”, escreveu Jeff Jacobs.

Não há nenhuma exigência para que os concorrentes de Iditarod informem o número de cães mortos. Assim, o número real de falecimentos é desconhecido.

Ganhar a Iditarod significa ser vangloriado, lucrar e receber prêmios. Enquanto o “vencedor” humano desta corrida mortal recebe um troféu, os cães ganham um túmulo gelado. Apesar da carnificina, empresas como a Coca-Cola continuam patrocinando a Iditarod.

Brincar com as vidas dos animais é eticamente indefensável. Desde o uso de iscas vivas até rinhas de galos, muitas atividades que antes eram comuns têm sido condenadas.

Cada vez mais pessoas têm rejeitado a exploração animal conforme aumenta a conscientização sobre o sofrimento que eles experimentam. Os cães merecem uma família amorosa ao invés de ser tratados tão brutalmente.

FONTE: Anda

25/04/2017

Tropeção? Vídeo flagra cavalo que não aguentou carregar charrete

Muita cara de pau!!!!! tropeção do cavalo..... tem que levar uns tabefes pela coragem de falar esta desculpa nojenta....
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Um cavalo mobilizou moradores, bombeiros e turistas em Charleston, no estado norte-americano da Carolina do Sul, no último dia 19. O animal carregava uma charrete com alguns jovens pelas ruas da cidade quando desabou no chão. A empresa proprietária do cavalo afirma que o bicho caiu ao tropeçar, mas protetores animais afirmam que o animal estava extremamente cansado.

21/04/2017

Ursa "morreu de coração partido" depois de separada de companheira

Humanos se espantam quando constatam que animais são capazes de ter sentimentos.... Sabem nada....
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Uma ursa polar, com 21 anos, morreu, na terça-feira, no Sea World, de São Diego, nos EUA. A morte acontece poucas semanas da companheira do animal ter sido enviada para outro zoo, no âmbito de um programa de reprodução.

Szenja foi encontrada sem vida pelos seus tratadores, sem que se conheça, para já, o motivo da morte. Nos últimos tempos, o animal apresentava sinais visíveis de tristeza e não se estava a alimentar em condições. O estado de Szenja começou a agravar-se depois de ter sido separada de Snowflake, uma outra ursa que em fevereiro foi enviada para Pitssburgh.

O par, uma das principais atrações do controverso Sea Life, estava junto desde o dia em que o parque abriu, em 1997. Quando a notícia da sua separação se tornou pública, milhares de ativistas pelos direitos dos animais assinaram uma petição para impedir a separação dos dois animais. Snowflake já tinha sido enviada para Pitssburgh, em 2014, mas na altura Szenja acompanhou a sua companheira.

Em declarações à "NBC San Diego", Tracy Remaim, vice presidente da PETA, disse que "Szenja morreu de coração partido". "Depois de perder a companheiro de 20 anos, Szenja fez aquilo que qualquer um faria quando perde esperança. Ela simplesmente desistiu", referiu.

"Esta situação deveria ser um alerta para o Sea World: Parem de criar animais em cativeiro, encerem as exibições com animais e enviem-nos para santuários", concluiu.

FONTE: jn.pt

18/04/2017

Na Asia, grandes símios oriundos do tráfico ilegal estão sendo usados em shows

Este material publicado no último dia 12 de abril pela ONG Mongabay de jornalismo independente é espetacular.... Um documento, p´ra falar a verdade!!!!
Colaboração: Helô Arruda
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Após 146 anos de operação, a Ringling Bros. e Barnum & Bailey está fechando seu circo, por conta de vendas de ingressos cada vez menores. Esse declínio nos negócios reflete um sentimento crescente entre os americanos de que os programas de circo envolvem tratamento inapropriado, se não desumano, dos animais, diz Julia Gallucci, uma primatologista que trabalha com a PETA.

Esse sentimento não é, contudo, atual em muitas partes da Ásia, onde certos países estão vendo um aumento de circos e outras formas de entretenimento focados em animais.

Um número crescente de zoológicos asiáticos e parques de safari estão montando mega- produções com macacos fantasiados - com jovens chimpanzés e orangotangos comumente forçados a posar com os visitantes em trajes de palhaço, ou com comportamentos humanos, dança e patinação para entreter o público. Em contraste, a Ringling parou suas apresentações de grandes macacos nos anos 90.

Técnicas de treinamento e condições de cativeiro nesses jardins zoológicos asiáticos e parques estão levantando graves preocupações de bem-estar animal, enquanto o comércio ilegal usado para obter grandes macacos em extinção para o entretenimento asiático é uma bandeira vermelha para conservacionistas da vida selvagem.

Em teoria, os zoológicos asiáticos e os parques de vida selvagem devem ser capazes de criar grandes macacos em cativeiro ou legalmente adquirir animais criados em cativeiro do exterior para seus shows. Mas, como a evidência relatada abaixo sugere, muitos dos animais que aparecem em apresentações asiáticas foram, e continuam a ser, ilegalmente arrebatados da natureza como bebês.
TRAFFIC, a rede internacional de monitoramento do comércio de animais selvagens, publicou recentemente um relatório detalhando a demanda de macacos em atrações de vida selvagem na Malásia Peninsular e na Tailândia. Eles mostram que uma proporção significativa de grandes macacos destas atrações estão vindo da natureza ou são de origem desconhecida devido à manutenção de registros alterados. Os autores descobriram, por exemplo, que enquanto 57 instalações tailandesas exibiram 51 orangotangos, os seus livros genealógicos só mostravam registros de 21 dos animais.

Da mesma forma, um grupo de bem-estar animal baseado na China - que prefere o anonimato por causa de investigações secretas em andamento - acredita que a maioria dos grandes macacos em shows de animais chineses se originou na natureza. Na verdade, alguns chegam até mesmo a divulgar que os chimpanzés que eles apresentam começaram suas vidas na África.

Embora dois ministérios chineses proíbam o uso de animais em mostras de circo, o grupo de bem-estar animal registrou 11 parques safari chineses ou zoológicos usando chimpanzés em performances. Destes, pelo menos seis apresentaram chimpanzés selvagens.

Daniel Stiles gerencia o projeto para acabar com a Escravidão dos Grandes Escravos (PEGAS), e vem investigando o comércio de grandes símios há quatro anos. Ele fez várias viagens ao Oriente Médio, China e Sudeste Asiático desde 2013, onde observou um aumento em shows de circo com chimpanzés e orangotangos.

Os shows de circo da China são os mais sofisticados e de grande escala, diz Stiles, e eles atraem multidões. Durante o recente Ano Novo Chinês, o Grupo Chimelong teria recebido 30 milhões de visitantes em seus parques em um único dia.

O estudo da TRAFFIC e outras investigações secretas na China demonstram que os espetáculos com apresentações de animais são de fato difundidos, mas não necessariamente que os proprietários de zoológicos e circo estão agindo em ignorar as leis internacionais de tráfico. Os importadores chineses são provavelmente cúmplices, mas mesmo eles poderiam, teoricamente, ser ignorantes da violação da lei porque a falsificação de registros só foi provada no extremo africano da cadeia de suprimentos. Autoridades chinesas e tailandesas não responderam aos pedidos de comentários para esta história.

Os grandes macacos jovens são inicialmente traumatizados quando capturados na África, depois novamente por serem traficados (muitas vezes sem alimentos ou cuidados adequados) para a Ásia. Eles são posteriormente alojados em jardins zoológicos, circos e parques de animais em condições aparentemente terríveis - privados de atenção adequada, afeto, e da companhia de outros macacos, algo que é necessário para o desenvolvimento saudável entre essas espécies sociais. Regimes de treinamento severo só compõem o trauma.

Grandes macacos tirados da vida selvagem quando crianças são excepcionalmente vulneráveis. E seu primeiro ano de vida é fundamental para seu desenvolvimento saudável, explica Stephen Ross, diretor do Centro Lester E. Fisher para o Estudo e Conservação de Macacos no Lincoln Park Zoo em Chicago.

Os treinadores de atrações asiáticas com animais geralmente usam jovens chimpanzés e orangotangos com apenas alguns meses de idade em fotos de divulgação. Os animais são treinados para aparecer com os visitantes pelo pagamento de uma taxa. Então, à medida que os primatas envelhecem, eles são treinados para atuar em shows que apresentam truques não naturais que vão desde lutas de boxe de falsas até círculos de dança.

Os chimpanzés são aprendizes sociais, explica Gallucci, então jovens chimpanzés em cativeiro muitas vezes imitam os comportamentos dos seus detentores. No entanto, Gallucci e Ross ambos acreditam que o treinamento exigido para shows de primatas coreografados quase sempre requer abuso de animais.

Stiles concorda: "Para treinar esses animais para executar, os detentores quase certamente precisam ter os animais em submissão, recompensando o bom comportamento com os alimentos, o que significa que eles não estão apenas traumatizados: eles também estão subalimentados".
Ross estudou extensivamente o comportamento de chimpanzés em cativeiro, comparando o dos chimpanzés mantidos como animais de estimação ou artistas nos primeiros anos contra comportamentos exibidos por animais que tiveram maior exposição a outros chimpanzés enquanto jovens. Ele descobriu que os chimpanzés adultos criados por pessoas, e com exposição limitada a outros macacos, são menos extrovertidos como adultos - mesmo depois de anos de desfrutar de condições melhoradas, como as oferecidas pelos santuários. Essa tendência à introversão perturba a habilidade do animal de socializar corretamente com outros chimpanzés. A perda resultante de tendências selvagens significa que há zero chance de estes primatas nunca ter sido devolvido em segurança à natureza.

Ross também descobriu uma grande diferença entre como as audiências percebem os animais de desempenho e seus contrapartes selvagens - com a familiaridade que conduz a uma opinião diminuída na urgência para a conservação.

Em um estudo, os pesquisadores descobriram que o público que muitas vezes viu chimpanzés em comerciais e na televisão assumiu automaticamente que esses animais "comuns" eram mais numerosos e menos ameaçados do que outras espécies de macacos. Parece provável que se os espectadores asiáticos fizerem o mesmo raciocínio lógico, eles vão ter dificuldade para entender a necessidade de conservação de grandes macacos ou para perceber os efeitos prejudiciais que as atrações animais têm em primatas cativos.

À medida que os macacos envelhecem, tornam-se menos desejáveis aos seus senhores. Os primatas adultos são mais difíceis de controlar, para não mencionar mais fortes, o que os torna mais perigosos para o público e os detentores.

Os chimpanzés adultos são particularmente perigosos: em 2009, um chimpanzé de estimação que vive em Connecticut atacou um amigo de seu dono, quase matando-o. O evento ajudou a mudar as atitudes americanas sobre a conveniência de manter chimpanzés como animais de estimação.

A TRAFFIC se pergunta o que acontece com os macacos que se apresentam na Ásia uma vez que entram na "aposentadoria".  "Não está claro o que acontece aos animais uma vez que eles são muito velhos para essas atividades". A TRAFFIC recomenda que as instalações notifiquem uma autoridade relevante do país cada vez que o animal está sendo aposentado, detalhando futuros "cuidados e habitação".

O fotojornalista e investigador Karl Ammann argumenta que na Ásia esses macacos costumam ser "aposentados" em pequenas gaiolas solitárias. Outros, diz ele, simplesmente desaparecem. Os afortunados passam o resto de suas vidas em santuários animais.

Acredita-se que o grande tráfico de macacos seja amplamente sub-relatado, e sua natureza geralmente ilegal torne difícil quantificar. Em um relatório de 2013, o Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas (PNUMA) identificou 1.808 grandes macacos selvagens ilegalmente entre 2005 e 2011, mas esses foram apenas os casos documentados. Muito mais certamente entrou no mercado negro sem deixar rastros; Da mesma forma, vários estudos mostram que mais animais morrem durante a caça ou em trânsito do que jamais foram confiscados.

Em seu relatório, a TRAFFIC observa que "o número de macacos que aparecem no comércio é muito menor do que a quantidade que morre no processo de captura e trânsito até o consumidor final." Dados confiáveis são difíceis de encontrar, mas a TRAFFIC afirma que as mortes ocorrem em todas as fases da cadeia, desde a captura até o trânsito e a chegada ao comprador final.

O relatório do PNUMA faz eco a esses pontos, afirmando: "É provável que esses números sejam de fato uma subestimativa grosseira do impacto real do comércio ilegal". Para melhorar o monitoramento, o PNUMA insta os governos e ONGs a trabalharem juntos para manter e compartilhar registros.

Quando se trata de chimpanzés selvagens, sua organização social íntima significa que um grande número de adultos são mortos para cada bebê que é capturado. Uma investigação da BBC descobriu que 10 chimpanzés adultos são tipicamente mortos quando um bebê é arrebatado da natureza. O UNEP concluiu que até 15 grandes macacos morrem por cada indivíduo que entra no comércio ilegal. Os adultos são geralmente baleados e processados como carne de caça para consumo local, ou sua carne é enviada para cidades urbanas e, possivelmente, tão longe quanto a Europa. Crânios adultos e partes do corpo também são vendidos e transportados através da cadeia de fornecimento ilícito.

O grande tráfico de macacos é um problema que se agrava em países como Camarões, à medida que a atividade humana se expande para grandes habitats de macacos através de estradas de exploração madeireira e à medida que mais florestas são convertidas em plantações de dendezeiros e em outros usos na África e Sudeste Asiático. À medida que as oportunidades para encontrar e tirar animais da natureza aumentam, também aumenta a probabilidade de que os caçadores empobrecidos, bem como os caçadores sofisticados, muitas vezes fortemente armados, busquem grandes macacos para captura e venda a redes criminosas de tráfico.

O UNEP estima que o comércio ilegal deve ter removido 22,218 macacos das selvas entre 2005 e 2011. Estima-se que 34 por cento eram chimpanzés, enquanto 56 por cento dos grandes símios apreendidos pelas autoridades eram orangotangos. Os chimpanzés, com quem compartilhamos 98% de nosso DNA, estão em perigo, com uma população global de apenas 150 mil animais, segundo o World Wildlife Fund (WWF). Orangotangos estão pior: eles estão em risco crítico, e WWF estima que pouco menos de 120.000 permaneçam na natureza. No entanto, a Orangutan Foundation International aponta que os números reais podem ser consideravelmente menores.

Preocupantemente, o PNUA acredita que o grande comércio de macacos continua a crescer, em detrimento óbvio das populações selvagens. Parte desse crescimento é alimentado pela alta demanda de primatas jovens como animais de estimação (muitas vezes no Oriente Médio) ou como animais de execução na Ásia.

A Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies de Fauna e Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção (CITES) é um tratado internacional que entrou em vigor em 1975 para assegurar que o comércio de plantas e animais selvagens não tenha um impacto negativo na sua sobrevivência. Atualmente, 183 países são signatários e todos são obrigados a promulgar leis internas para colocar o tratado em vigor.

Em um relatório de 2014, o escritório de advocacia DLA Piper observou que, embora todos os signatários tenham aprovado algum tipo de legislação para atender aos requisitos da CITES, essas leis nacionais às vezes ficam muito aquém do que é necessário, contêm lacunas legais ou são mal aplicadas.

Muitas vezes, as prisões são poucas e distantes entre si. O PNUA descobriu, por exemplo, que apenas 27 prisões foram feitas na África e na Ásia entre 2005 e 2011, período durante o qual mais de 1.800 grandes macacos foram documentados como sendo traficados ilegalmente. As acusações são incomuns, e as sentenças são frequentemente insignificantes, assim não inibem a atividade criminal futura. Como resultado, o comércio ilegal de vida selvagem está florescendo. É agora considerada a quarta forma mais valiosa de comércio ilícito (por trás de drogas, armas e tráfico de seres humanos), de acordo com o relatório do DLA Piper.

Tal como acontece com uma variedade de espécies, é importante notar que parte do comércio de grandes macacos ocorre legalmente. As espécies protegidas pela CITES estão listadas em três apêndices - I, II e III. O Apêndice I abrange espécies ameaçadas de extinção, espécimes que não podem ser comercializados internacionalmente, a menos que sejam importados para fins não comerciais. As espécies que poderiam se extinguir na ausência de um comércio estreitamente controlado estão listadas no Apêndice II. Embora todas as espécies de grandes macacos estejam listadas no Apêndice I, elas podem ser negociadas legalmente como se estivessem no Apêndice II se fossem criadas em cativeiro em instalações registradas na CITES.

Mas os comerciantes muitas vezes jogam com o sistema CITES, às vezes exportando grandes macacos através de falsificação de autorizações - alegando que os animais que estão vendendo foram criados em cativeiro quando foram de fato capturados. De acordo com Ammann, a corrupção generalizada torna a falsificação fácil.

Entre 2009 e 2011, a China importou a maior parte dos seus grandes símios da Guiné, utilizando as licenças que indicam que todos os animais comercializados foram criados em cativeiro. Os conservacionistas sabiam, no entanto, que a Guiné não tinha instalações de reprodução de macacos, por isso pediram à CITES para intervir. De fato, "a CITES não registrou instalações de reprodução de chimpanzés ou orangotangos para fins comerciais", explica o chefe da unidade legal e de conformidade da organização, Juan Carlos Vásquez.

Após a realização de uma investigação, a CITES concluiu que a Guiné estava falsificando licenças para exportar ilegalmente macacos capturados na natureza. Como resultado, a CITES suspendeu todo o comércio de espécies incluídas na CITES com a Guiné em 2013, e o chefe da Autoridade de Gestão do CITES da Guiné foi posteriormente preso por emissão fraudulenta de licenças (foi condenado mas posteriormente perdoado pelo Presidente do país).

A China, na outra extremidade da cadeia de suprimentos de chimpanzés da Guiné, não sofreu nenhuma consequência por essas violações, e as autoridades ali insistiram que não sabiam que os animais importados foram capturados. No entanto, Stiles e Ammann suspeitam que a China foi cúmplice. Independentemente disso, qualquer ação legal contra a China só poderia ter sido iniciada pelos próprios chineses sob suas leis domésticas, já que a importação já tinha ocorrido.

Como a China, a Tailândia também é signatária da CITES que aprovou a legislação nacional de conservação, mas a lei tailandesa não protege a grande maioria das espécies não nativas. E quando alguém é pego possuindo um animal ou planta legalmente protegida, o ônus da prova é do estado tailandês e não do indivíduo para mostrar a importação legal. De acordo com a TRAFFIC, a Tailândia está atualmente elaborando uma nova legislação que, se aprovada, protegeria espécies não-nativas. Durante uma reunião do Comité Permanente da CITES de Janeiro de 2016, a organização internacional incentivou todos os países a eliminar lacunas deste tipo.

15/04/2017

O macaco Riki é o mais novo tenista do Japão

O macaco está sendo explorado e ridicularizado em sua essência, evidentemente. As pessoas não percebem que humilhamos os animais quando tentamos fazê-los iguais a nós, a única sub-espécie do planeta.
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Vídeo de um macaco pelo nome de 'Riki' jogando tênis está varrendo a internet
O macaco japonês mostra suas habilidades  com uma raquete de tênis na mão
Começando por praticar suas voleios, o macaco continua a bater smashes no meio do ar.

Um macaco do Japão com o nome de 'Riki' está sensibilizando a internet pela sua habilidade de jogar tênis.Usando uma raquete de tamanho adequado, o macaco joga tênis com um homem que é aparentemente seu proprietário.

O macaco de seis anos de idade começa por praticar suas voleios, antes de saltar no ar para acertar uma série de tiros de quebra de cabeça.

No final de sua aula de tênis o macaco é felicitado, antes de posar para uma foto com o homem.

Enquanto uma parte do público demonstra simpatia para o adorável macaco outros criticaram considerando a filmagem cruel apontando para o fato de Riki estar amarrado a uma corda.  Em menos de 6 horas o vídeo do macaco tenista foi visto por mais de 300.000 vezes nesta ultima quinta-feira.

Fonte:Daily Mail
Tradução livre do Google para "O Grito do Bicho"



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