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15/10/2017

Depressão e o crescimento de tumores cancerígenos podem estar relacionados

Eu me rasgo toda quando leio matérias como estas que me dão conta de que continua a mediocridade e elucubrações de um grupo de psicopatas que se dizem pesquisadores em nome da saúde da "humanidade". Vão se catar, panacas!!!!! Repetem experimentos estúpidos e cruéis apenas para dar satisfação às suas fontes de financiamentos.

06/10/2017

Fernanda Lima é embaixadora de campanha mundial contra testes em animais na cosmética

É uma campanha mundial e já tem mais de 3 milhões de assinatura. Não deixe de incluir a sua neste documento importante que revela a conscientização de tanta gente contra uso de animais em testes em testes cosméticos.
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A modelo e apresentadora Fernanda Lima é o novo rosto da The Body Shop. A gaúcha assume como embaixadora na

04/09/2017

Cadáver sintético promete diminuir sacrifício de animais na veterinária





Isto é que deveria ser feito: PL federal exigindo que as universidades usassem obrigatoriamente modelos de estudo. Estadual não adianta. Será que já tem este Pl e eu não sei?
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01/09/2017

Teia de aranha para reconstruir o coração

Os caras gostam de inventar. Daqui algum tempo vão dizer que não deu certo. E mais um tempo depois voltam a mesma teoria. Enquanto isto o suposto benefício para a saúde humana não acontece....
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Pesquisadores apontam ser possível usar seda de aracnídeos, elástica e resistente, para produzir tecido cardíaco. Material também poderia ser usado como revestimento para implantes mamários e até mesmo em sapatos.Quem sofre de insuficiência cardíaca poderá, no futuro, contar com ajuda vinda de um material inesperado. E pegajoso. Cientistas alemães afirmam que pode ser possível reconstruir o tecido do coração a partir da seda de aranha, material elástico e extremamente resistente.

No momento, não existe uma terapia para reverter o dano às células cardíacas provocado por um infarto. Na busca por uma solução, o professor Felix Engel, da Universidade de Erlangen, demonstrou que a seda de aranhas-tecedeiras é particularmente adequada como material base para produzir o tecido cardíaco. Porém, ainda havia um obstáculo: não era possível produzir em laboratório a proteína que dá à seda sua estrutura e resistência, a fibroína, em quantidade e qualidade suficiente. 

A ajuda veio de pesquisadores da Universidade de Bayreuth: "Conseguimos produzir uma proteína de seda recombinada da aranha de jardim em maiores quantidades e com a mesma alta qualidade", disse o professor Dr. Thomas Scheibel, titular da cadeira de Biomateriais da Universidade de Bayreuth.

Assim, a seda pode ser confeccionada em laboratório, fora do corpo das aranhas. As equipes também pesquisaram em conjunto como a proteína construída em laboratório interage com células do coração. A descoberta foi publicada na revista científica Advanced Functional Materials.

A seda de aranha é mais resistente que o nylon, que as fibras sintéticas Kevlar e que todos os outros materiais fibrosos sintéticos. Por isso, ela é um excelente material para confeccionar as chamadas biotintas, com as quais estruturas semelhantes a tecidos podem ser produzidas por impressoras 3D. O trabalho dos pesquisadores e a possibilidade de imprimir as proteínas de seda artificiais nas impressoras 3D são os primeiros passos para produzir tecido cardíaco funcional no futuro.

Reciclável e biodegradável
Scheibel fundou com dois colegas a start-up AMSilk em 2008, que produz biopolímeros de seda de alta qualidade para uso em produtos têxteis, dispositivos médicos e cosméticos. A diferença em relação a outros polímeros sintéticos é que o produzido a partir da seda é totalmente reciclável.

Os pesquisadores de Bayreuth também demonstraram como usar a proteína para revestir implantes mamários, já que a seda é estéril, dificultando a disseminação de bactérias e fungos, e sua proteína é melhor aceita pelo corpo humano do que o silicone. O método funcionou em experimentos com animais, e testes com humanos serão realizados em breve.

"Estou confiante de que a proteína de seda se provará eficaz", afirma Philip Zeplin, médico especializado em cirurgia plástica e estética da clínica Schlosspark de Ludwigsburg. Ele acredita que o método também será usado futuramente para outros implantes, como próteses vasculares, cateteres de diálise ou válvulas cardíacas.

A fabricante de artigos esportivos Adidas também se interessou no ano passado pela seda de Scheidel. Segundo a empresa, até agora foi produzido apenas um protótipo feito com componentes biodegradáveis. O plano é comercializá-lo futuramente.

Outro benefício das teias de aranha é a duração. Elas sobrevivem por muito tempo, com exemplares de até 500 anos podendo ser encontrados em prédios antigos.

FONTE: Terra

25/08/2017

Mais uma imbecilidade: Memórias traumáticas são apagadas em ratos

Sinceramente, fico tão revoltada quando vejo estas "experiencias" imbecis que me rasgo toda.....  A própria matéria reconhece a crueldade do experimento (grifo meu) e no final diz que tudo fica na teoria..... É podre demais.... é muito podre demais.....
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Estudo usa optogenética – técnica capaz de alterar a atividade de células usando a luz – para acabar com lembranças ruins nos animais

Pesquisadores descobriram como, do ponto de vista bioquímico, determinados sons e estímulos trazem à tona memórias de medo – e criaram um método para enfraquecer as ligações do cérebro responsáveis por essas reações.

Essa solução, que só pode ser aplicada em animais, é precisa suficiente para atuar apenas nos neurônios responsáveis pelo trauma – deixando sem modificações os que estão associados a reações de medo úteis e naturais para o ser humano, como evitar uma caverna escura, não mexer com um animal selvagem ou, para sair dos exemplos pré-históricos, não atravessar a rua quando há um ônibus vindo.

O artigo científico é o avanço mais recente de uma longa sequência de pesquisas sobre o assunto – algumas das quais a SUPER noticiou.

Os pesquisadores usaram ratos de laboratório geneticamente modificados para monitorar os caminhos que ligam a área de processamento de sons do cérebro às amídalas –  um conjunto de neurônios responsável pelas reações emocionais mais instintivas, heranças da época das cavernas. A ideia é simples: se você cortar o “fio certo”, seus ouvidos param de avisar às amídalas que você ouviu um som traumático, e você para de sentir medo à toa.

É claro que, na prática, não dá para “cortar o fio”. Nosso cérebro, quando aprende algo novo – por exemplo, que determinado barulho está associado ao perigo de morrer – reforça as ligações que guardam e carregam essa mensagem. O que é possível fazer é usar truques neurocientíficos para devolver esses neurônios ao estado original, anterior ao trauma.

Funciona assim: primeiro os ratos são condicionados a sentir medo. Eles ouvem um som grave e um agudo. Quando o agudo toca, eles tomam um leve choque na pata. Assim, os animais passam a se assustar toda vez que ouvem um som naquela determinada frequência – mesmo quando ele não vem acompanhado de ameaça nenhuma. Se você pudesse acompanhar as transformações nas ligações cerebrais ao vivo, você veria que o “caminho de neurônios” associado a sons mais agudos passou a ter conexões mais fortes.

Agora que você tem animais devidamente traumatizados (sim, isso é cruel), é hora curá-los.

O jeito tradicional de fazer isso é expor os bichinhos ao som agudo um número tão grande de vezes que eles parem de associá-lo ao choque elétrico. Esse é o princípio de alguns tratamentos psicológicos adotados hoje: encarar o gatilho emocional até você perder o medo dele. Dá certo, mas a conexão delicada continua lá, dormente. Quase como varrer a poeira para baixo do tapete.

Melhor que um medo escondido, só um medo eliminado. É aí que entra algo chamado optogenética – o uso de luz para controlar células geneticamente modificadas em seres vivos. Com ela, é possível apagar permanentemente a memória ruim. Mesmo. De vez.

Só há um problema: não estamos nem próximos de superar as restrições éticas associadas à aplicação de optogenética no cérebro humano – controlar o que os neurônios de alguém fazem ou não é simplesmente arriscado demais, mesmo para a vanguarda da medicina. Por enquanto, a boa notícia fica na teoria.

FONTE: super.abril

Comissão quer derrubar veto de Pezão ao projeto de lei que proíbe usar animais em testes de cosméticos no estado do Rio

Todo mundo já conhece a minha lenga lenga e sinceramente, a cada dia, eu fico mais desanimada com o desprezo da proteção animal em conhecer legislação e saber como a Constituição Brasileira funciona. Recentemente, São Paulo passou pelo mesmo caminho de derrubar veto do Governador sobre o que o Estado não tem atribuição de legislar. O assunto "experiências com animais" é de alçada federal e qualquer tentativa diferente se torna inconstitucional. Agora, a Comissão de proteção Animal da OAB/RJ... gente, eu disse da OAB.... insistir em algo do gênero, é de dar dor nos calos.

É claro que as argumentações de projetos de lei a respeito são ótimas, só que não dá para legislar sobre isto porque é de alçada federal..... Mas, cadê que as pessoas ouvem ou leem o que falamos? preferem ser engabelados por aproveitadores..... Então, não adianta promover milagres se os beneficiados não os querem, né mesmo? acham melhor a ignorância, o oba oba e a promoção pessoal..... Fazer o quê? 
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Veto do governador Luiz Fernando Pezão deve ser votado na próxima semana

RIO - A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) deve votar, na próxima semana, o veto do governador do Luiz Fernando Pezão ao projeto de lei que proíbe a utilização de animais em testes de produtos estéticos. Pelo texto do projeto, fica proibida, no âmbito do estado, a utilização de animais para desenvolvimento, experimento e teste de produtos cosméticos, higiene pessoal, perfumes, limpeza e seus componentes. Proíbe também a comercialização dos produtos derivados da realização de testes em animais.

O presidente da Comissão de Proteção e Defesa dos Animais da OAB-RJ, Reynaldo Velloso, pontua que outros países já aderiram a esse tipo de proibição, entendendo que “a crueldade com os animais não elimina o risco de problemas para os humanos”. Segundo ele, já foi comprovado que os testes são ineficazes para evitar riscos à saúde dos humanos e que há métodos alternativos para isso sem a necessidade de usar animais.

— Muitos dos testes em animais em uso atualmente datam dos anos 1920 ou 1940 e nunca foram validados. Em contraste, há técnicas mais recentes oferecidas pela ciência, que já foram cuidadosamente avaliadas por autoridades públicas em vários laboratórios. O resultado é que elas são muito mais eficientes para prever os efeitos em pessoas de maneira confiável e trazem um maior nível de segurança para os consumidores — observa Velloso, que já iniciou articulações para derrubar o veto do governador e garantir a aprovação do projeto.

Fonte: O Globo

15/08/2017

Pesquisadores da UFF estudam danos causados ao cérebro pela má alimentação

TIRA O TUBO!!!!!!!!!!!!!!!! quando eu falo que estas pesquisas são meramente um motivo de receber financiamentos do governo não é a toa!!!!!!!!!!!! Por favor, leiam esta "pesquisa" e me digam quem não sabe disto? agora tendo acesso ao Google então, a gente encontra verdadeiros compêndios  sobre o assunto..... Socorro!!!!! pára tudo que eu quero vomitar....
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Crianças mal alimentadas podem apresentar sintomas similares ao autismo
Os pesquisadores da Universidade Federal Fluminense (UFF) avançam nos estudos sobre a relação entre a alimentação e os distúrbios mentais, principalmente nos primeiros anos de vida. O objetivo da pesquisa, realizada pelo Laboratório de Plasticidade Neural (LPN) da UFF, é estabelecer os danos provocados pela má nutrição ao cérebro e de que forma é possível recuperar o desenvolvimento normal com mudanças nos hábitos alimentares e estratégias de suplementação de nutrientes.

A pesquisa, realizada em modelos animais, mostrou que ratos mal alimentados apresentam atrasos significativos no desenvolvimento sensorial, o que sugere que crianças mal estimuladas e/ou mal alimentadas podem apresentar alguns sintomas característicos do autismo, como o atraso na fala, apatia e baixa interação social. Além disso, o estudo, nos modelos animais, sugere danos permanentes, indicando que a má nutrição pode produzir quadros de atraso do desenvolvimento limitando de forma permanente o desempenho da criança e do adolescente.

Os pesquisadores trabalham com nutrição experimental, por meio de testes, para avaliar os efeitos causados por dietas. A partir das avaliações buscam construir conhecimento das condições normais e patológicas do desenvolvimento neural dos indivíduos, inclusive durante a formação do feto na gravidez, com o propósito de evitar distúrbios, deficiências mentais e doenças neurodegenerativas.

“A expectativa é que os resultados dos experimentos possam contribuir para a questão da saúde pública e para a conscientização da população sobre a importância de uma alimentação equilibrada para os mais diversos aspectos do desenvolvimento humano”, explicou o professor e chefe do laboratório da UFF, o neurocientista Claudio Alberto Serfaty.

Segundo o professor, o período crítico de desenvolvimento vai do nascimento até os sete anos de vida, mas que pode se estender até o fim da adolescência. A estimulação ambiental e a nutrição correta e balanceada são fundamentais para o amadurecimento do cérebro.

De acordo ainda com o neurocientista, não é somente a forma da desnutrição proteico-calórica, em que as crianças são de baixo peso e baixa estatura, que preocupa. Existem outras em que a criança tem um bom aporte energético (não perde peso) que são tão preocupantes quanto a forma mais grave de desnutrição, ao menos para o desenvolvimento do cérebro.

“Devemos estar sempre atentos à educação nutricional. Os pais precisam ficar em alerta com as crianças que consomem alimentos industrializados em excesso e se recusam a uma alimentação adequada com fontes proteicas. Comida saudável é aquela que fazemos em casa”, ressalta Claudio Alberto Serfaty. Para ele, o ideal é que toda a população tenha acesso a um melhor padrão nutricional, principalmente as gestantes e as mulheres que estão amamentando, para que o feto e o bebê tenham um desenvolvimento saudável.

Segundo o vice-reitor da UFF, Antonio Claudio da Nóbrega, o trabalho realizado no laboratório mostra um dos mais importantes papeis da universidade, que é o de gerar conhecimento e assim contribuir para a construção de uma sociedade mais saudável com base na informação.

FONTE: JB

14/08/2017

Nanotecnologia substitui órgãos 'doentes' a partir da pele

Eu quero ver estes bolorentos pesquisadores que insistem na teoria de que animais ainda são necessários para pesquisas humanas alegarem alguma coisa. Enquanto a tecnologia caminha a passos largos, os patetas estão lá arrancando pedaço da pele de bichos p´ra testar seu "besteirol mental".... Se bem que a nova ciência ainda usa animais para comprovarem a validade de suas teorias... São os resquícios destas mentes especistas e antropocêntricas....
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Investigadores testaram em ratos e porcos uma nanotecnologia capaz de substituir órgãos com lesões, ao 'entregar' novo material genético às células da pele para que adquiram uma nova função no organismo.

A nova tecnologia, desenvolvida por cientistas da universidade norte-americana de Ohio, pode ser usada para reparar ou regenerar tecidos, incluindo órgãos, vasos sanguíneos e células nervosas.

No estudo, cujos resultados foram publicados na revista científica Nature Nanotechnology, a equipa conseguiu reprogramar células da pele para se tornarem células do sistema vascular em patas de porco gravemente feridas e com falta de circulação sanguínea.

Ao fim de uma semana, apareceram na pata do animal vasos sanguíneos funcionais. Duas semanas depois, a pata ficou curada.

Numa outra experiência, a equipa reprogramou células da pele 'in vivo' em células nervosas, que foram injetadas no cérebro de ratos para ajudá-los a recuperar de um Acidente Vascular Cerebral (AVC).

A tecnologia foi desenhada para 'entregar', através de um 'chip', novo material genético (ADN e ARN) a células adultas e convertê-las em outro tipo de células.

A nova informação genética é distribuída no organismo quando o 'chip', colocado momentaneamente sobre a pele, é 'ativado', em menos de um segundo, com uma pequena descarga elétrica.

A equipa científica tenciona testar a nanotecnologia em humanos em 2018.

FONTE: acorianooriental

01/08/2017

Camundongo humanizado e hepatite C: quando a máxima tecnologia não amplia horizontes.

Não é só para a hepatite C que estes neuróticos pesquisadores estão perdendo tempo. Aliás, não é perder tempo, é forma de ganhar dinheiro com suas maluquices. Quando vai chegar a hora que a justiça vai derrubar o poder médico científico e revelar os porões da experimentação animal? Os caras pedem financiamento para modificar geneticamente camundongos e aí diz que conseguiu o mesmo efeito do organismo humano... Bah!!!!! não é mais fácil trabalharem com o próprio modelo humano? não, né? isto não dá dinheiro ou prestígio.... Com a tecnologia que temos hoje em dia, manter pesquisas com qualquer animal, é sinal de INCOMPETÊNCIA.... E não provoca porque senão falo mais...... A matéria está muito esclarecedora.... pena que a maioria não gosta de ler.... 
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Encontrar a cura universal, e proporcionar acesso a tratamento, para a hepatite C é uma necessidade global, mas infelizmente muitos grupos de pesquisa ainda perdem tempo, dinheiro e recursos insistindo no uso de camundongos para se estudar uma doença para a qual nem sequer são suscetíveis. Enquanto isso, milhões de pessoas morrem de hepatite C todos os anos.

Modificar células de tumor de fígado de forma que elas fiquem brilhantes sob determinadas condições pode parecer um truque interessante. Sim é mesmo, até sabermos que a faceta nada tem que ver como diagnóstico, detecção ou tratamento de câncer em humanos. Ao invés disso, estas células humanas modificadas já possuem destino: serão injetadas em camundongos para que produzam um enorme tumor dentro do animal. Pesquisadores querem poder localizar exatamente aonde estão as células tumorais de forma que possam calcular seu tamanho exato conforme a massa de células vai crescendo até que uma hora decidem que o experimentou chegou ao fim e o animal é sacrificado.
Essas fotos mostram fileiras de camundongos que tiveram seu pelo raspado na parte lateral, no local do tumor. No topo das imagens você pode ver que suas caras estão enfiadas dentro de tubos plásticos por onde recebem anestésicos em forma de gás. Os tumores estão coloridos de forma fictícia aqui na figura e aparecem em azul, verde e vermelho mas ficam amarelo quando submetidos a equipamentos de imagem espcíficos. Esses camundongos são submetidos a este tipo de procedimento a cada 2-3 dias após serem injetados com células de tumor de modo que os pesquisadores monitorem o crescimento, em volume, dos tumores. E tudo isso não tem trazido nenhum benefício para a busca da cura de hepatite C em humanos. Imagem adaptada com permissão de BMJ Publishing Group Limited. [Gut, Levander et al., 0, 1-11, 2017] under Creative Commons license CC BY-NC 4.0

Curiosamente, o crescimento descontrolado do tumor nem é o ponto de interesse deste tipo de estudo. Na realidade, o camundongo é parte de uma pesquisa muito maior, e muito cara, que objetiva a criação de um pequeno modelo animal para infecção de hepatite C, para ser usado para se testar possíveis tratamentos.

Hepatites C é um vírus (HCV) que ataca o fígado. Trata-se de um problema global de saúde publica muito sério. Estimou-se que 71 milhões de pessoas viviam com hepatite C crônica em 2015 enquanto mais 1.75 milhões de novas infecções ocorreram naquele ano, com uma taxa de mortalidade semelhante aquela do vírus HIV, segundo a Organização Mundial de Saúde. Em humanos, a infecção por hepatite C geralmente acontece através do sangue como uso de seringas contaminadas ou contato com derivados de sangue contaminados. A forma crônica da doença persiste por anos e resulta em câncer de fígado (o que explica as células injetadas no camundongo), e também em cirrose que acaba por ser fatal.

No entanto, os pesquisadores não podem simplesmente injetar o camundongo com uma agulha contaminada com HCV para produzir um pequeno modelo animal para ser usado em testes porque camundongos não são normalmente suscetíveis ao HCV. Assim como com tantas outras tentativas de se criar modelos animais para doenças humanas, várias alterações genéticas são necessárias para que o camundongo se torne suscetível ao vírus.

Na tentativa de se criar modelos para infecção com HVC (que até hoje não foi capaz de replica a doença da forma como ela ocorre em seres humanos), cientistas alteram os genes do camundongo para que recebam genes humanos que são aqueles que permitem a entrada do vírus no fígado, criando desta forma o que seria um camundongo humanizado. Os cientistas também precisam desabilitar a imunidade natural que o animal tem, de modo que possam ser infectados pelo vírus. Essa necessidade pode levar a remoção de um ou mais genes do camundongo. O camundongo resultante é um animal imunodeficiente que pode então ser cruzado com outros camundongos que carregam outras características engenhadas como por exemplo um sistema de detecção que permite estabelecer a extensão da infecção ou então animais que tenham os genes que levam a uma doença hepática fatal.

Mesmo com toda a complexidade destes modelos de camundongos para a infecção de HCV, nenhum deles consegue totalmente imitar a doença da forma como esta ocorre em humanos. Nós devemos, e podemos, fazer de forma muito melhor.

Para tal, precisamos voltar para o próprio vírus. O vírus da hepatite C desenvolveu muitas estratégias astutas para não ser detectado no corpo humano, de modo que a compreensão mais clara do que são essas estratégias e como algumas pessoas naturalmente se livram da infecção em poucos meses, pode ser o caminho para se identificar os pontos fracos do vírus. O uso de sistemas de cultura de células onde o vírus se propaga já mostrou que partículas virais podem ser produzidas em cultura. Isso é importante porque o HCV tem uma taxa de mutação alta, onde sua superfície se altera com rapidez, o que prejudica o desenvolvimento de uma vacina. Uma análise cuidadosa das partículas virais poderia ser capaz de identificar as diferenças nas linhagens e auxiliar na identificação de possíveis alvos para neutralização e eliminação do vírus.

Algumas das características que tornam o tratamento da infecção por HCV um grande desafio, que são sua rápida taxa de mutação e capacidade de se esconder no corpo do hospedeiro por anos, não podem ser abordadas através da infeção de animais, independente do número de genes humanos que se adicione aos animais. Aplicar meios de se prevenir a doença é uma estratégia mais direta e efetiva. Por exemplo, pode-se aprimorar as técnicas de higiene e descarte de agulhas usadas no ambiente médico, pode-se rastrear derivados do sangue antes de se realizar transfusões e transplantes, pode se melhorar os cuidados da saúde em países que precisam de mais suporte e diminuir os riscos de contaminação entre usuários de drogas intravenosas. Na Austrália e Nova Zelândia, a disponibilização de agulhas por parte das autoridades de saúde já preveniu 21.000 cases de infecção de hepatite C na população de usuários de drogas!

Um projeto recente no Reino Unido está usando técnicas avançadas de genética para sequenciar o material genético tanto do vírus como do paciente, para identificar quão diferente são as respostas de cada indivíduo a diferentes tipos de HCV. Os dados já coletados de mais de 10 mil indivíduos podem ser usados para desenvolver modelos que podem levar ao desenvolvimento de melhores tratamentos. É importante olhar tanto para o vírus como para o paciente, já que cada infecção é muito pessoal. Enquanto um indivíduo pode se livrar fácil do vírus, outros desenvolvem uma doença crônica que pode ser fatal. Estas diferenças estão em nossos genes e em como os mesmos estão regulados em cada indivíduo. Um estudo mais recente também mostrou que a suscetibilidade a infecção por HCV depende do estado de maturação da célula atingida e este novo conhecimento pode ser utilizado para que possamos entende outras questões que parecem determinantes quanto a forma como a infecção irá se desenvolver.

A análise de como e porque a infecção se estabelece e persiste em um número de pessoas pode ser mais eficaz na redução da doença do que a persistente realização de alterações genéticas em animais.

FONTE: estadao

30/07/2017

Projeto que proíbe testes em animais pode passar pela análise da CAE

Achei tão esquisito esta decisão.... Por que a Comissão de Assuntos Econômicos tem que avaliar isto? ô mané, isto está me cheirando podridão maior....
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A proposta que trata da proibição do uso de animais em testes para produção de cosméticos, perfumes e produtos de higiene pessoal pode passar por votação em mais uma comissão do Senado antes de ser analisada pelo Plenário.

Há um requerimento do senador Armando  Monteiro (PTB-PE) solicitando que o Projeto de Lei da Câmara 70/2014 seja examinado também na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). O pedido será votado a partir de agosto em sessão no Plenário.

Em maio, a Comissão de Meio Ambiente fez uma audiência pública sobre o projeto. Na CMA, o senador Jorge Viana (PT-AC) ainda vai apresentar o relatório sobre a proposta. Em março, a Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) aprovou o relatório apresentado pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

Em linhas gerais, o PLC 70/2014 proíbe testes de ingredientes e de produtos cosméticos em animais, veda o comércio de produtos que tenham sido testados em animais e incentiva técnicas alternativas para avaliar a segurança das formulações, conforme emendas apresentadas por Randolfe.

De acordo com o texto aprovado na CCT, os testes em animais poderão ser admitidos pela autoridade sanitária em situações excepcionais, frente a “graves preocupações em relação à segurança de um ingrediente cosmético” e após consulta à sociedade.

As condições para essa autorização são que o ingrediente seja amplamente utilizado no mercado e não tenha possibilidade de substituição; que seja detectado problema específico de saúde humana relacionado ao ingrediente; e caso inexista método alternativo de testagem.

A regra de excepcionalidade segue cláusula existente em regulamento europeu, como explicou Randolfe, em resposta a questionamento do senador Pedro Chaves (PSC-MS).

– Abrimos esta situação para casos excepcionalíssimos, de extrema calamidade pública, de gravíssimo risco sanitário, que esteja em risco a saúde da população e que seja necessário retomar esse tipo de teste. Trouxemos cláusula já existente na legislação mundial, notadamente na legislação europeia – frisou o relator.

Prazo

Randolfe propôs um prazo de três anos para que as empresas possam atualizar sua política de pesquisa e desenvolvimento e adaptar sua infraestrutura para um modelo de inovação responsável. Ele lembrou que a proposição não gera qualquer impacto no desenvolvimento de medicamentos e vacinas, pois se restringe ao teste de cosméticos e produtos de higiene pessoal.

Tramitação

O PLC 70/2014, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), tramita em conjunto com os Projetos de Lei do Senado (PLS) 483/2013, do senador Valdir Raupp (PMDB-RO), e PLS 45/2014, de Alvaro Dias (Pode-PR), que restringem - sem vedar totalmente - o uso de animais em testes de laboratório. Na CCT, o relator, Randolfe Rodrigues, optou pela aprovação do projeto da Câmara e pela prejudicialidade das outras duas proposições.

As propostas serão analisadas agora pela Comissão de Meio Ambiente. Se for aprovado requerimento, poderão passar também pela Comissão de Assuntos Econômicos. Depois seguirão para votação no Plenário do Senado.

FONTE: senado

27/07/2017

Governador veta lei que proibiria uso de animais no ensino em São Paulo

No dia 28 de junho publicamos Feliciano aprova PL que proíbe uso de cobaias no ensino - SP e no meu comentário ressaltei que o assunto seria de alçada federal. Bingo!!!! Sinceramente, eu não sei mais o que falar para explicar que os poderes tem suas limitações. Protetor não quer aprender, fazer o quê? 

Bem, agora o procedimento pode ser: os deputados derrubarem o veto do Governador Alckimin e daí o Tribunal decide. Evidentemente que o Tribunal votará contra e, mais uma vez, todo mundo vai ficar xingando o governador..... Coitado, vai levar a culpa que não tem. Confiram o texto completo do Veto do Governador para conferir o que falei desde o princípio.

Apesar da boa intenção do Deputado Feliciano, ele deveria saber pelos anos que ocupa esta cadeira, que isto nunca iria acontecer..... Decepcionante é ele dizer que foi uma "decepção para todos".... Affe!!!! que perda de tempo e quanta exposição da ingenuidade e arrogância da proteção animal.....
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O governador Geraldo Alckmin (PSDB) vai vetar o projeto de lei que restringe o uso de animais em atividades de ensino. A proposta, de autoria do deputado Feliciano Filho (PSC), tornaria ilegal o uso de animais em qualquer tipo de atividade pedagógica incluindo cursos de Biologia e de Medicina Veterinária, a não ser em condições bem específicas. Hoje é o último dia para o Estado decidir sobre o tema.

 “Foi uma grande decepção para todos”, disse o deputado, após ser informado da decisão pelo próprio Alckmin, em reunião no início da noite de ontem. Para Feliciano Filho, o governador “foi muito infeliz em ouvir apenas as três universidades (estaduais)” e não escutar a opinião das faculdades particulares e da sociedade – que, segundo ele, são contra o uso de animais no ensino.

Segundo a justificativa para o projeto de lei (PL), o objetivo era de “valorizar a saúde humana e animal de forma ética, buscando alternativas eficazes para tratar de problemas reais”. Apresentada em dezembro de 2012, a matéria foi aprovada na Assembleia Legislativa no fim de junho e encaminhada ao Executivo no dia 5.

Pelo texto do PL, animais vivos só poderiam ser usados em estudos de observação ou quando eles mesmos estivessem necessitados de alguma intervenção médica. Já o uso de cadáveres seria permitido quando o animal tivesse morrido de causas naturais ou acidentais. Isso valeria não somente para vertebrados, mas também para insetos e outros invertebrados.

As três universidades estaduais paulistas – USP, Unicamp e Unesp – enviaram ofícios ao governador pedindo veto total ao projeto. As instituições argumentam que o uso de animais é indispensável ao ensino em diversas carreiras – como Biologia, Medicina, Medicina Veterinária, Zootecnia e Enfermagem -, e que esse uso já é regulamentado eticamente e tecnicamente pelo Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea) e pela chamada Lei Arouca, de 2008.

Para a Unicamp, a aprovação do projeto traria “prejuízos irreparáveis” à formação dos alunos. “Embora haja muito empenho no desenvolvimento de métodos alternativos, a utilização de animais em aulas ainda é imprescindível para a formação de alguns profissionais que estarão no futuro desempenhando suas atividades em situações práticas e reais”, disse o reitor da Unesp, Sandro Valentini, em carta a Alckmin.

Uma das atividades consideradas indispensáveis é o uso de animais para o treinamento de práticas cirúrgicas, tanto por médicos quanto por veterinários. “Tudo que é possível substituir a gente substitui. Mas chega um momento que você precisa do animal vivo”, diz o diretor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP, José Antonio Visintin.

Fonte: Estadão

03/07/2017

Projeto de lei veta o uso de animais vivos como cobaias

Como falei em nossa postagem do dia 28, não consigo entender como as universidades federais ficarão subordinadas à esta lei. Em todo caso, estou torcendo para, ao menos, as estaduais serem obrigadas a cumpri-la. A conferir, muito embora ache que o governador não vá assinar.... sei lá, puro palpite!!!!!
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O uso de animais vivos em cursos de veterinária em São Paulo pode estar com os dias contados. Um projeto de lei aprovado na Assembleia Legislativa para poupar os bichos de sofrimentos desnecessários segue agora para sanção do governador, abrindo caminho para a utilização de mais tecnologia nas instituições de ensino.

Fonte: Band News

28/06/2017

Feliciano aprova PL que proíbe uso de cobaias no ensino - SP

Olha, eu acho que a medida só alcança as unidades estaduais, mas, posso estar enganada. É porque o estado não tem ingerência na área federal e este tema é federal. Enfim, tomara que eu esteja errada porque seria uma grande conquista..... Muito bom se for verdade!!!!! Aliás, pesquisando, achei uma matéria muito legal, embora esteja sem data: ONG premia os melhores trabalhos para alternativas ao uso de animais no ensino
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O PL 706/2012, do deputado estadual Feliciano Filho, foi aprovado no plenário da Alesp – Assembleia Legislativa de São Paulo e agora depende da sanção do governador. Se transformado em lei, o PL 706 poderá promover São Paulo ao status de primeiro Estado do mundo onde ficará proibido o uso de cobaias no ensino.

O teor do PL 706 deixa claro que a utilização de animais vivos fica proibida apenas no ensino e formação profissional, e não no campo da pesquisa científica e pós-graduação onde é maior a resistência ao uso de métodos alternativos. A utilização de animais em atividades de ensino no Estado de SP fica restrita a: estudos observacionais em campo, estudos para fins de diagnóstico e terapia de pacientes reais, cadáveres e material biológico adquiridos eticamente.

Os simuladores 3D são o futuro do ensino 
Já existem várias universidades de renome investindo em métodos substitutivos como reflexo de uma tendência mundial, no entanto, se aprovado, o PL 706 se tornará na única “Lei AntiCobaias” no ensino – um grande sonho dos protetores de animais, e de estudantes e educadores que desejam o fim do intenso sofrimento (físico e psicológico) ao qual as cobaias são submetidas sem qualquer necessidade. Serão cães, gatos, coelhos, porcos, equinos, sapos, ratos e mais uma infinidade de animais livres desse martírio, pelo menos, em todo o Estado de SP.

“A utilização animal vem sendo cada vez mais questionada no meio acadêmico e pela população em geral, seja por questões éticas ou científicas. Há uma crescente tendência da sociedade em trazer os animais para uma esfera moral, reconhecendo-os como sujeitos de direito. As mais importantes universidades do mundo têm abandonado o uso de animais”, comenta Feliciano Filho.

Cães sintéticos podem até mesmo sangrar
Nos Estados Unidos, por exemplo, mais de 90% das faculdades de Medicina não utilizam mais cobaias na graduação, entre elas, instituições conceituadas como Harvard, Stanford e Yale. Segundo o Comitê Médico pela Medicina Responsável (com sede em Washington), das 187 faculdades existentes nos EUA e Canadá, apenas quatro ainda utilizam animais vivos. O Comitê tem mais de 150 mil médicos e civis associados nos EUA e, desde 1985, defende uma medicina mais responsável e ética. “Além da questão ética, a utilização de animais vivos tem o potencial de dessensibilizar o estudante, podendo fazê-lo perder o senso de reverência e respeito à vida. Já a utilização de métodos substitutivos condiz com a formação de profissionais mais sensíveis e humanitários”, afirma Feliciano.

Médicos e veterinários precisam aprender a salvar e não tirar vidas 
Bonecos sofisticados (com todos os órgãos, articulações e estruturas idênticas à realidade), simuladores em 3D, cadáveres eticamente adquiridos, vídeos e mais uma série de métodos garantem aos estudantes muito mais destreza e segurança em cirurgias, já que com esses modelos (especialmente os bonecos) é possível cada aluno treinar os procedimentos inúmeras vezes.

Do ponto de vista financeiro, é muito mais caro manter animais vivos, pois, dependem de instalações apropriadas, alimentação adequada e tratadores. Além disso, tem o sofrimento tanto das cobaias quanto dos próprios alunos diante da situação angustiante de ver um animal saudável ser morto e, muitas vezes, torturado para uma demonstração que pode ser muito melhor assimilada de outras formas.

Vários médicos relatam que de fato aprenderam a profissão no período de residência médica, junto de pacientes humanos reais e não na sala de aula vendo um cachorro sendo aberto vivo. Estamos no século XXI e é importante deixar o passado para trás. É preciso abandonar métodos antigos de aprendizagem e abraçar os novos, mais eficazes e que libertam animais da terrível vivissecção.
Ajude a salvar vidas compartilhando as hashtags #LeiAntiCobaias e #SancionaAlckminPL706

Mais do que nunca, os animais precisam da nossa atitude para darmos mais um passo importante rumo a um mundo mais justo e ético.

Fonte: JC Atibaia

22/06/2017

Biotério da Unitau é alvo de ação de ativistas ligados à causa animal - SP

Ebaaaaa !!!!!! galera de São Paulo é furiosa e maravilhosa!!!!!!!!!! Se todos fizessem isto em cada cidade do país, rapidinho iam colocar as técnicas substitutivas para experimentação. No último dia 17 publicamos  Brasil ganha 1º cachorro sintético e pelo jeito a Unitau vai comprar, também, um modelo para substituir os animais..... Não tem mais cabimento usar animais p´ra estudante abrir para diversão.....
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Viveiro que mantinha animais utilizados em pesquisas foi invadido durante o feriado prolongado; Unitau diz que espaço foi desativado em maio e que reduziu esse tipo de atividade

O biotério da Unitau (Universidade de Taubaté) foi alvo de uma ação de ativistas da causa animal durante o feriado prolongado de Corpus Christi. O espaço, que consiste em uma espécie de viveiro em que são mantidos animais utilizados em pesquisas, foi invadido e teve as paredes pichadas.

A ação teria sido praticada por ativistas ligados à ALF (Animal Liberation Front, ou Frente para Libertação Animal, em português). Segundo o grupo, o protesto foi motivado por uma denúncia de que cerca de 200 ratos eram mantidos vivos no espaço para atividades dos alunos do curso de Psicologia.

O grupo alega que os animais foram mortos antes da ação. “Foi feita uma intervenção escrita nas paredes com frases de impacto e mensagens para aqueles envolvidos nesta atrocidade que insistem em chamar ciência”, diz trecho de texto enviado pelo grupo à reportagem.

REAÇÃO/ Em nota, a Unitau classificou a “invasão” do biotério como “criminosa”.
“Ao tomar conhecimento da invasão, do vandalismo praticado e da depredação do patrimônio público, na sexta-feira, 16, pela manhã, a universidade entrou em contato com a Polícia Técnica e isolou o local”, afirmou a autarquia.

Segundo a Unitau, as atividades do biotério, que funcionava no Campus do Bom Conselho, foram encerradas em maio. “A Unitau informa que encerrou as atividades do biotério em maio e que reduziu o uso de animais em aulas práticas e em pesquisas. Informa ainda, que já está em procedimento de compra de um software que substitui o uso de animais, conforme orientação da Comissão de Ética no Uso de Animais (CEUA)”.

A reportagem questionou o que era feito com os animais após as pesquisas. A universidade não respondeu. Limitou-se a dizer que “os procedimentos utilizados pela Universidade de Taubaté seguem as leis vigentes em nosso país e as normativas do Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea), com aprovação pela Comissão de Ética no Uso de Animais (CEUA)”.

17/06/2017

Brasil ganha 1º cachorro sintético

Quando se quer, tudo se resolve. Este negócio de usar animais em pesquisa só não acabou ainda porque não querem. A tecnologia nos permite realizar coisas inimagináveis.... Quando penso na tal impressora 3D fico baratinada!!!! o troço é genial!!!!!
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Estudar simulações cirúrgicas e treinamentos de habilidades em um cachorro sintético é a nova tendência mundial para eliminar o sacrifício e o uso de animais em salas de aulas. O curso de medicina veterinária da Faculdade das Américas (FAM) é o primeiro no Brasil, de acordo com a assessoria de imprensa, a utilizar o modelo canino sintético para aulas de anatomia. 

O exemplar foi fornecido pela empresa brasileira Csanmek, especializada em sistemas e soluções para o mercado educacional. Conhecido como Syndaver Canine, ele é desenvolvido com textura e densidade similares às estruturas anatômicas reais e contém todos os sistemas e órgãos do corpo canino, permitindo a realização de cirurgias, dissecações, entubações e demais procedimentos veterinários. 

Detalhados
O equipamento funciona como uma mesa que exibe modelos tridimensionais altamente detalhados e anatomicamente corretos de todos os sistemas do corpo canino, o qual permite aos alunos realizar dissecações virtuais e ter acesso a locais que dificilmente teriam em um cadáver real. 

O simulador 3D possui ainda uma ferramenta de integração entre hospitais e salas de aula e oferece aos estudantes a possibilidade de estudar casos clínicos e exames reais de animais, uma vez que permite aos professores converterem tomografias e ressonâncias magnéticas em 3D, com acesso total e irrestrito a anatomia real. 

A tecnologia foi desenvolvida com o objetivo de reduzir o número de sacrifícios de animais para o ensino – todos os anos milhares de animais são sacrificados para esse cenário. A plataforma também pode ser utilizada para médicos e profissionais da saúde no dia a dia, para melhorar o aprendizado e compreensão das estruturas anatômicas reais e modeladas.

15/06/2017

Experiências secretas com animais são realizadas no Centro de Veteranos de Los Angeles

Alguém pode imaginar que tipo de pesquisa faziam? Só vão parar porque o Congresso exigiu explicações? São os porões da "ciência"....
Fonte: Daily Mail
Colaboração: Helô Arruda
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Polêmica envolve cães do Centro de Veteranos de Los Angeles
O Centro de Veteranos de Los Angeles revelou que está planejando retirar a proposta de "experimentos fatais em cães e pagos por contribuintes" depois que os membros do Congresso exigiram explicações.

A carta dos legisladores do Departamento de Assuntos de Veteranos levantou questões sobre a proposta ter sido aprovada para um experimento que terias cães medicados com antidepressivos ou metanfetaminas, antes de serem mortos e dissecados no Centro de Veteranos, no que um grupo de direitos dos animais classificou como um estudo "cruel e um desperdício".

De acordo com a carta, o Congresso nem sequer estava ciente da proposta da experiência secreta até que uma série de pedidos da FOIA revelasse os testes "nocivos", e os legisladores criticassem o Departamento por sua falta de transparência.

O VA Greater Los Angeles Healthcare System já confirmou ao DailyMail.com que atualmente tem três cães narcolepticos na instalação e planejava criá-los e realizar o experimento após a aprovação da proposta.

Mas, diante de uma forte indignação pública, parece que o centro está planejando abandonar a pesquisa que ainda não havia sido realizada. "O pesquisador não tem planos atuais para reproduzir o experimento e espera-se que o estudo não seja feito", disse um porta-voz. Eles disseram que nenhum dos estudos realizados em animais nos últimos anos envolveu a eutanásia. Se a pesquisa tivesse acontecido mudaria isso.

A deputada de Nevada, Dina Titus, disse ao DailyMail.com que o Congresso precisava "agir" depois de aprender os "detalhes cada vez mais perturbadores" das experiências de cães planejadas pelo VA.
"Os contribuintes não devem financiar o abuso ou o maltrato de animais".

Dina Titus foi um dos oito deputados que escreveram ao Escritório de Inspetor-Geral de Assuntos de Veteranos, Michael J. Missal, exigindo respostas.O deputado Ted Lieu (D-Torrance), outro dos signatários, disse que estava "profundamente preocupado" sobre o experimento.
"Nós não tínhamos conhecimento disso, e, francamente, ninguém estava ciente disso", disse Lieu ao LA Times. "Nenhuma agência federal deveria estar fazendo isso. Se isso é verdade, esses cães estão sendo abusados.

Sua carta destaca preocupações sobre "declarações aparentemente enganosas do Departamento de Assuntos de Veteranos sobre experimentos de cães que ocorrem em um laboratório do sistema de saúde do VA Greater Los Angeles e a falta de transparência e responsabilidade". Ele destacou uma declaração do VA sobre projetos de pesquisa em andamento envolvendo cães para obter dadis sobre a narcolepsia através de estudos de observações de uma colônia única de cães naturalmente narcolepticos".

Os representantes argumentaram que o rótulo "observacional" era "impreciso e enganava o Congresso e os contribuintes fazendo acreditar que os estudos são inofensivos". "Esta é uma traição aos cães, uma traição aos veteranos e uma traição aos contribuintes", disse Justin Goodman, vice-presidente de Advocacia e Política Pública do White Coast Waste Project, uma instituição de caridade animal que descobriu os testes no VA. Ele também condenou a falta de transparência do VA aos contribuintes e ao Congresso, sobre o que ele rotulou como "pesquisa irrelevante e cruel".

O VA Los Angeles Healthcare System disse ao DailyMail.com que toda a pesquisa "é rigorosamente controlada e monitorada" e tem os mesmos "mecanismos de responsabilidade como os empregados nos programas universitários e nas organizações estaduais, privadas e militares.

"VA e VAGLAHS percebem que esta é uma questão muito sensível, mas também sabemos que seria antiético expor os humanos aos riscos associados aos tratamentos de teste que não foram completamente estudados primeiro em animais, ou que se recusam a fazer a pesquisa que é necessária para reduzir o sofrimento humano. "Nós mantemos registros detalhados de todos os nossos projetos de pesquisa e seguimos políticas e procedimentos rigorosos para garantir que o bem-estar dos animais que estudamos seja devidamente respeitado".

O Congresso também discutiu por que o departamento ainda está realizando pesquisas que parecem estar "fora de sua competência básica", disse Goodman.

Um veterano de guerra do Iraque paciente no Centro de Veteranos de LA que busca tratamento para seu PTSD, disse ao DailyMail.com que de seu quarto ele tem uma visão sobre a instalação de testes em animais. Ele nos disse que muitas vezes ouviu os latidos de cães, e muitas vezes os vê sendo retirados, um por um, por apenas cinco minutos de cada vez num quintal de concreto e estéril que fica ao lado do centro de pesquisa neurológica da VA.

Mas o veterano, que não quer ser identificado, não percebeu o que estava acontecendo até ler um relatório do White Coast Waste Project. Ele ficou horrorizado. "É chocante", disse o veterano. "É como uma casa de horrores .  Os cães são tão amigos, especialmente para os veteranos. E as pessoas simplesmente não sabem o que está acontecendo. Eu tenho um cão de terapia que me ajuda com meu PTSD. Ter um cão de terapia tem sido uma grande ajuda para me fazer voltar para a sociedade, tornando-me um cidadão produtivo novamente.

"Usamos cães para a guerra, usamos cães para terapia, e agora vamos machucá-los? É um tipo de insulto para eles fazerem o que estão fazendo com esses cães em nosso nome. 

01/06/2017

Cursos de medicina ganham modelos sintéticos que eliminam cadáveres e sacrifício animal em aulas de anatomia

Ou seja, não precisa ferrar com bicho nenhum na área didática.... 
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Tratam-se dos primeiros humano e cachorro sintéticos do Brasil, fornecidos pela brasileira Csanmek

Protótipos são capazes de ter reações físicas e até mesmo sangrar durante uma cirurgia, podendo também serem cortados e suturados

São Paulo, maio de 2017 – Os cursos de medicina e de veterinária de São Paulo serão os primeiros no Brasil a utilizar modelos sintéticos (humano e canino) em aulas de anatomia, fornecidos com exclusividade pela empresa brasileira Csanmek, especializada em sistemas e soluções para o mercado educacional. A aquisição segue a tendência mundial de eliminar o sacrifício de animais e o uso de cadáveres em salas de aula.

Chamados de Syndaver Human e Syndaver Canine, o humano sintético e o cachorro sintético, que custam entre R$ 200 mil e R$ 700 mil, serão utilizados para simulações cirúrgicas e treinamentos de habilidades nos cursos de formação médica e veterinária. Os modelos são desenvolvidos com textura e densidade similar às estruturas anatômicas reais e contêm todos os sistemas e órgãos dos corpos humano e canino, permitindo a realização de cirurgias, dissecações, entubações e demais procedimentos médicos e veterinários.

O humano e o cachorro sintéticos são capazes de ter reações físicas e até mesmo sangrar durante uma cirurgia, podendo também serem cortados e suturados. Os modelos integram o sistema multidisciplinar dos cursos para o ensino da medicina e veterinária e serão utilizados junto com a Plataforma 3D de simulações de anatomia, desenvolvida pela Csanmek.

O equipamento funciona como uma mesa que exibe modelos tridimensionais altamente detalhados e anatomicamente corretos de todos os sistemas do corpo canino, que permite aos alunos realizar dissecações virtuais e ter acesso a locais que dificilmente teria em um cadáver real.

O simulador 3D possui ainda uma ferramenta de integração entre hospitais e salas de aula e oferece aos alunos a possibilidade de estudar casos clínicos e exames reais de animais, pois permite que os professores convertam tomografias e ressonâncias magnéticas em 3D, com acesso total e irrestrito a anatomia real.

“Todos os anos, milhares de animais são sacrificados para o ensino superior, além da enorme burocracia e altos custos com a aquisição de cadáveres humanos. Essa tecnologia foi desenvolvida para reduzir esses números e modificar esse cenário, pois o simulador cirúrgico permite que os alunos utilizem um modelo realístico com todos os sistemas e órgãos na mesma coloração e densidade do real”, comenta Claudio Santana, fundador da Csanmek Tecnologia.

“Apesar de ser um equipamento para educação, a plataforma 3D também é utilizada por médicos e profissionais da saúde no dia a dia, para melhorar o aprendizado e compreensão das estruturas anatômicas reais e modeladas, e, junto com o Syndaver Canine, formou-se o cenário ideal", conclui Santana.

Sobre a Csanmek
A Csanmek Tecnologia é uma empresa brasileira que surgiu com a missão de ser referência em novas tecnologias de simulação, para auxiliar as técnicas educacionais no uso das metodologias ativas. Desenvolve ferramentas e projetos educacionais para suporte aos docentes e discentes, visando melhor qualificação para futuros profissionais das diversas áreas da saúde. Com dois anos no mercado, a empresa atua no desenvolvimento de soluções para atender as necessidades das instituições de ensino, trazendo sempre o que há de melhor no mercado mundial.

FONTE: segs

26/05/2017

Uso de animais em testes de cosméticos provoca divergências em debate na CMA

Eu vi a audiência toda pela internet e achei que todos definiram suas posições muito bem. A Vania do Fórum e o Troy da HSI foram impecáveis. Eu só lamento que poucas pessoas do nosso lado se interessem pelo assunto. Agora, continuo defendendo que se um tipo de teste for banido dentro da cosmetologia deveria ser banido e qualquer outro setor da pesquisa.
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A Comissão de Meio Ambiente (CMA) debateu nesta quarta-feira (24) a proposta, já aprovada na Câmara dos Deputados, que proíbe o uso de animais em testes de cosméticos (PLC 70/2014).

A proibição total dessas pesquisas ainda é vista com cautela pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e pela própria indústria de cosméticos, embora seja apoiada por técnicos e pesquisadores ligados à entidades de proteção aos animais. No Senado, a proposta já foi aprovada na Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT), sob a relatoria de Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

Mais rígido
Pelo texto, agora sob análise de Jorge Viana (PT-AC) na CMA, além de ser vedado o uso de animais em testes de cosméticos, perfumes e produtos de higiene pessoal, a proibição ainda foi estendida para o comércio destes produtos, sendo ainda estabelecidos incentivos no desenvolvimento de técnicas alternativas de avaliação de segurança das fórmulas.

Viana disse durante a reunião que "o tempo da barbárie acabou", e que é preciso que as leis de um país acompanhem a evolução sócio-cultural. Mas garantiu que irá se reunir também pessoalmente com técnicos do MCTI e da própria indústria, vendo isto como uma "obrigação" sua e do Senado na construção de um texto que considera relevante.

— Como é que um país que tem 20% da biodiversidade mundial fica sem utilizar esse enorme potencial? Por isso, nossa responsabilidade é grande em construir uma legislação moderna, observando como vem agindo a União Europeia, os Estados Unidos, o Canadá e outras nações avançadas — disse.

O autor do projeto é o deputado Ricardo Izar (PP-SP), que participou da reunião e acredita que Randolfe aprimorou a proposta na CCT. Izar defende, entre outros pontos, a proibição de testes no Brasil de produtos que já foram testados nos EUA ou na Europa, algo ainda permitido pela lei atual e praticado pela indústria.

O senador Roberto Muniz (PP-BA), que também esteve presente, acredita já existir um consenso de que os testes devem ser proibidos nos produtos voltados para a beleza pessoal, faltando ainda apenas a legislação deixar claro quais são os cosméticos voltados para a área da saúde.

Testes sem animais
Izar e o ambientalista canadense Troy Seidle, da International Humane Society (ONG de atuação mundial), alertaram que hoje o Brasil tem a necessidade de priorizar os testes sem animais, devido à proibição já adotada por mercados como a União Europeia na importação desses produtos. Seidle lembrou ainda que diversos estados, como São Paulo, já proíbem testes deste tipo e isso não prejudicou a economia nem o desenvolvimento científico da nação.

— Metade da indústria está em estados onde os testes são proibidos e o mundo não acabou por causa disso, o setor não foi prejudicado economicamente — disse.

Seidle ainda citou estudos científicos que comprovariam que testes realizados sem animais são mais seguros que os testes com animais, numa margem de precisão de 96% contra 84%.

Vânia Plaza, do Fórum de Proteção e Defesa Animal (FPDA), frisou ainda que, segundo a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa), hoje apenas 0,1% dos cosméticos aprovados são testados em animais, e com interesses puramente mercadológicos.

A defesa dos testes
Renata Amaral, da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC), garantiu que a entidade aprova o texto como veio da Câmara, mas defende que a atual versão, fruto do relatório de Randolfe, "pode ser aprimorada".

— Em relação à introdução de ingredientes novos, com efeitos desconhecidos, é onde a gente ainda "esbarra". Nem em âmbito internacional existem métodos alternativos para todas as avaliações. E não podemos ignorar que todos os produtos precisam ser seguros para o consumidor — disse em defesa da não proibição total do uso de animais.

Ela também ressaltou que a indústria de cosméticos emprega hoje cerca de 6% da população economicamente ativa do país, com uma presença significativa de mulheres, com 60% do mercado voltado para produtos de saúde, como repelentes de combate ao aedes aegypti e protetores solares. E frisou que o Brasil é o 4º maior mercado do mundo nesta área.

Um texto mais flexível também foi defendido por Luiz Henrique Canto, do MCTI. Ele acredita que a proibição total pode coibir a capacidade de inovação dos pesquisadores brasileiros.

— Incentivamos métodos alternativos, mas ainda não é possível banir totalmente. Pode acabar acontecendo algo parecido com o projeto que liberou a fosfoetanolamina, derrubado depois pelo Supremo — finalizou.

FONTE: senado

23/05/2017

Proibição do uso de animais em testes de cosméticos é tema de debate na CMA

Muito bom. Só acho que deveria ter mais gente do nosso lado. Só a Vânia encarando estes caras? Vamos assistir porque é transmissão ao vivo e daí, quem sabe, possamos dar uma força para ela? é ao meio-dia.... anota aí....
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A proibição do uso de animais em testes na indústria de cosméticos, higiene pessoal e perfume será debatida em audiência pública da Comissão de Meio Ambiente (CMA) na quarta-feira (24). A iniciativa é do relator da proposta na comissão, senador Jorge Viana (PT-AC).

De acordo com o Projeto de Lei da Câmara 70/2014, os testes em animais somente serão permitidos em produtos com ingredientes que tenham efeitos desconhecidos no ser humano e caso não haja outra técnica capaz de comprovar a segurança das substâncias.

Para participar da discussão, foram convidados o coordenador-geral de Saúde e Biotecnologia do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Luiz Henrique Mourão de Canto Pereira; o presidente da Associação Brasileira de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos, Sérgio Pompilio; o diretor do Departamento de Pesquisa e Toxicologia da Organização Internacional Humane Society, Troy Seidle, e a diretora técnica do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal, Vânia de Fátima Plaza Nunes.

A audiência será interativa, com início previsto para 12 h, no Plenário 15 da Ala Senador Alexandre Costa.

19/05/2017

Leis do Brasil travam uso de métodos alternativos a testes em animais

Sinceramente, aguentar este tipo de coisa é dose.... Como a gente sabe da maneira que os homens públicos agem, quem está recebendo e quem está dando dinheiro p´ra atrasar as coisas? Desculpa gente, mas, queria falar um monte de palavrão p´ra encerrar meu pensamento....
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País tem 24 métodos alternativos aos testes feitos em animais, mas falta segurança jurídica para implementar as técnicas

O uso de animais em testes de laboratório é motivo de revolta em vários países do mundo, incluindo o Brasil. Para contornar isso, pesquisadores recorrem aos chamados “métodos alternativos”, que substituem os testes em animais. Alguns destes métodos usam células humanas cultivadas em laboratórios. No entanto, no Brasil a situação não é boa. A informação é da Folha de S.Paulo.

Na última segunda-feira, 15, foi realizado o 1° Simpósio de Engenharia Tecidual, no Rio de Janeiro. A conclusão é que falta segurança jurídica e dinheiro para implementar as técnicas no país.

Em outros países é comum que produtos à base de células modificadas sejam comercializados. No entanto, segundo o parágrafo 4° do artigo 199 da Constituição Federal, é vedado qualquer tipo de comercialização de órgãos, tecidos e substâncias humanas para fins de transplante, pesquisa e tratamento.

Apesar de haver 24 métodos alternativos aprovados no Brasil (como testes de toxicidade, de corrosão, de irritação e de sensibilização), eles são pouco usados na prática.

Segundo o coordenador do Centro Brasileiro para Validação de Métodos Alternativos, Octavo Presgrave, o que falta no Brasil é segurança jurídica e vontade política de entidades como o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações, o Ministério da Saúde e a Anvisa, órgãos que seriam diretamente afetados pela mudança no paradigma do uso de animais.

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