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03/06/2017

Estudo revela o segredo da posição típica e peculiar dos flamingos

Sinceramente? não me convenceram.... Aliás, flamingo tem patas ou pernas? vou conferir... kakakaka.....
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Os flamingos gastam menos energia quando estão apoiados só com uma perna do que quando estão sobre duas pernas, dizem cientistas. A postura é típica nestes animais, mas nunca se soube ao certo porquê.

Em estudos anteriores, os cientistas defendiam que a posição poderia ajudar a reduzir a fadiga muscular, conforme os animais alternavam de uma perna para a outra. Também já foi sugerido que o comportamento seria uma forma de regular a temperatura corporal.

Agora, Young-Hui Chang, do Instituto de Tecnologia da Georgia, e Lena Ting, da Universidade Emory, desvendaram o segredo da típica posição dos flamingos. A dupla de cientistas realizou várias experiências em animais vivo e mortos, e descobriu que até os cadáveres conseguiam ficar apoiados numa só perna sem cair.

No estudo publicado na Biology Letters, da Royal Society, os especialistas descrevem o que chamaram de “mecanismo gravitacional passivo“.
“Se olharmos para o animal de frente, quando está sobre uma perna, percebemos que a pata fica diretamente abaixo do corpo, o que significa que a perna fica direcionada para dentro. Essa posição ativa o mecanismo”, disse Chang à BBC News.

No entanto, os flamingos mortos não conseguem permanecer de pé sobre duas pernas, o que indica que essa posição (sobre uma só perna) exige um esforço muscular.

“Se o animal colocar as pernas totalmente na vertical, o mecanismo é desativado”, explicou o cientista.

Os especialistas também estudaram animais vivos e demonstraram que, quando os flamingos ficam sobre uma perna e descansam, quase não se movimentam – o que destaca a estabilidade dessa posição passiva.

Mas Young-Hui Chang e Lena Ting observaram que estes pássaros balançam quando realizam outras atividades enquanto estão nessa posição: quando se estão a limpar ou a comunicar com os outros flamingos.

Chang destaca que a anatomia que possibilita a postura passiva ainda não é totalmente compreendida, mas explicou que o fenómeno não envolve o bloqueio das articulações das pernas.

“Se bloqueassem as articulações, os membros permaneceriam fixos em ambas as direções. Mas observamos que permanecem fixos numa direção, mas flexíveis na outra. É algo mais parecido com o mecanismo que bloqueia uma porta”, disse Chang.

Matthew Anderson, um psicólogo especializado em comportamento animal da Universidade da Filadélfia, nos EUA, que não estava envolvido na investigação, avaliou os resultados do novo estudo como “um progresso importante”.

Uma experiência própria realizada por Anderson sugere que os flamingos usam a posição para conservar calor. Entre outros fatores, o psicólogo também descobriu que o número de pássaros que ficam sobre uma perna cai conforme a temperatura ambiente sobe.

FONTE: zap.aeiou.pt

02/06/2017

Chimpanzés conseguem reconhecer traseiros como humanos reconhecem rostos, diz estudo

Estou com esta matéria guardada desde dezembro para publicar. Estes estudos sobre algo que sabemos sem precisar grandes pesquisas é, realmente, uma fonte de grana. Imagina se na hora de enfiar estes animais num laboratório vão lembrar disto....
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Grande parte das pesquisas científicas prova que, sim, os chimpanzés são os parentes mais próximos dos seres humanos. Os primatas são capazes de reproduzir boa parte do que nós fazemos sem grandes dificuldades.

Porém, uma nova descoberta nos aproxima ainda mais desses animais: eles são capazes de reconhecer outros chimpanzés pelo traseiro da mesma maneira que nós, humanos, reconhecemos os rostos dos nossos entes queridos.

Pesquisadores da Universidade de Leiden, na Holanda, publicaram um estudo em que sugerem que o mesmo processo de identificação que os humanos utilizam, o "efeito de inversão de rostos", é utilizado pelos chimpanzés. Quando olhamos para alguma imagem com diversos objetos, tendemos a reconhecer, em primeiro lugar, um rosto, mas o tempo de reconhecimento diminui quando a imagem é invertida.

"Nós vemos rostos com tanta frequência que nosso cérebro criou uma espécie de atalho para que essa categoria seja reconhecida de maneira mais efetiva e rápida, mas isso só funciona se elas não estiverem invertidas", diz Mariska Kret, neuropsicologista e coordenadora da pesquisa.

Os cientistas descobriram que o fenômeno é aplicado pelos chimpanzés quando eles olham para os bumbuns de seus amigos, que levam mais tempo para reconhecê-los quando estão invertidos, do que quando estão na posição normal. Essa demora indicaria que essa região tem prioridade sobre as outras, afirmam os pesquisadores.

FONTE: extra.globo

31/05/2017

Você sabe identificar os diferentes tipos de rosnados caninos? Faça o teste

Acho tão engraçado a galera fazer tantos estudos p´ra saber o que nós conhecemos faz tempo.....
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O grupo de estudos do pesquisador Tamas Farago, chamado Family Dog Project na Universidade Eotvos Lorand (Hungria), analisa dos diferentes sons emitidos por cães e sua comunicação com outros cachorros e animais, incluindo os seres humanos. O grupo foca em latidos e rosnados.

No estudo, cães entram em uma sala onde há um prato com um belo e convidativo osso. Quando se aproximam do prato, porém, um pesquisador escondido em uma caixa preta perto do osso aciona um botão para diferentes tipos de rosnados: de brincadeira, de alerta contra a aproximação de estranhos e de proteção do alimento.

A reação do cão então é observada. Nos dois primeiros casos, os cães ignoram os rosnados e pegam o osso. No último caso, que basicamente quer dizer “essa comida é minha!”, eles se afastam do osso e ficam alertas.

“O rosnado de brincadeira e de estranhos foram ineficazes como impedimento, porque os sujeitos provavelmente não os processaram como apropriado no contexto”, escreveram os pesquisadores. Mas quando os cães participantes do experimento ouviram o rosnado “essa comida tem dono!”, a história foi diferente. Confira no vídeo abaixo:

Acusticamente, os rosnados que acontecem na brincadeira são mais agudos e mais curtos, sendo repetitivos. Já os rosnados agressivos são longos e graves. O curioso é que a análise acústica não encontrou diferenças entre os dois tipos, mas cães conseguem diferenciá-los.

Os pesquisadores apontam que a diferença no som vem do fato de que cães rosnam de boca fechada para estranhos que se aproximam, mas rosnam mostrando os dentes para quem se aproxima de seu alimento.

Alguns seres humanos também conseguem diferenciar os três tipos de rosnados. 81% sabe identificar os rosnados de brincadeira. Já diferenciar os dois tipos de rosnados agressivos é mais difícil, mas a maioria dos participantes conseguiu classificar o rosnado de proteção de alimento como mais agressivo e o de aproximação de estranhos como mais amedrontado.

FONTE: Hypescience

25/05/2017

Estudo relaciona agricultura ao declínio populacional de aves na Europa

Alguém tem dúvida?
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Em regiões agrícolas, algumas espécies chegaram a perder mais de 80% de sua população nas últimas décadas. Monoculturas e uso intensivo de agrotóxicos seriam os principais responsáveis por esse cenário.O número de aves na Europa diminuiu significativamente nos últimos 30 anos, revelou um estudo do governo alemão divulgado nesta quinta-feira (04/05). Somente na Alemanha, um terço de todas as espécies de aves teve um declínio populacional significativo desde o fim da década de 1990.

Pássaros que habitam áreas agrícolas da União Europeia são os mais ameaçados. Nestas regiões, foi registrado o desaparecimento de 300 milhões de casais reprodutores entre 1980 e 2010, o que representa uma diminuição de 57% no número de animais.

O estudo mostrou, por exemplo, que a população de abibes diminuiu 80% entre 1990 e 2013. Neste mesmo período, os perdizes perderam 84% da sua população, o número de cartaxos-nortenhos caiu 61% e de cotovias 35%.

"O exemplo mais proeminente é cotovia, que costumava estar em todos os lugares. Atualmente, é raro ouvi-la em algumas regiões da Alemanha. Isso é, porém, apenas um sintoma do desaparecimento de todo um tipo de habitat", afirmou Lars Lachmann, do departamento de conservação de aves da organização ambientalista alemã Nabu.

Por ser mais fácil de serem contadas do que insetos, as aves são consideradas os animais que podem indicar o que está acontecendo com outras espécies de um ecossistema, além de fornecer informações sobre determinado habitat.

Segundo a Nabu, a intensificação da agricultura é a principal responsável por esse declínio populacional. Grandes plantações, monoculturas e o uso intensivo de agrotóxicos reduziram a possibilidade de reprodução e nidificação de insetos e vermes, os principais alimentos de aves.

O estudo mostrou que algumas espécies de insetos perderam mais de 90% de sua população devido ao uso de pesticidas e herbicidas. Para Lachmann, a União Europeia deveria mudar as políticas agrícolas para incentivar agricultores a usar métodos mais saudáveis para o meio ambiente.

"Manter 10% da região agrícola como área de prioridade ecológica já ajudaria. Isso não significa que não possa ser cultivado nesta região, mas que as plantações precisam ser ecológicas, por exemplo, destinadas para o cultivo de frutas", acrescentou o especialista. Outra opção seria o incento da produção orgânica.

Este não é o primeiro estudo que mostra a queda populacional de aves na Europa. Em 2015, dois relatórios revelaram que um terço das espécies de aves do continente está ameaçada ou diminuindo.

FONTE: Terra

18/05/2017

O estresse equino relacionado com o trabalho

Pois é, na verdade há uma tentativa de cobrir o sol com a peneira.... Agora está bem explicado e podemos usar em argumento contra a exploração de cavalos em corridas.
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Um estudo realizado recentemente por investigadores franceses da Universidade de Rennes revelou que o trabalho de ensino e alta-escola causava níveis de stress mais elevados nos cavalos em comparação com as disciplinas de saltos de obstáculos, concurso completo ou volteio.

É um facto bem conhecido que o stress no trabalho pode ter efeitos negativos nas pessoas, podendo estar associado a sintomas de ansiedade e depressão. Estes investigadores tentaram descobrir se o trabalho diário a que os cavalos são submetidos poderia resultar em efeitos semelhantes.

Os resultados do estudo (publicado no jornal de acesso livre PLoS ONE) indicaram que os cavalos, tal como as pessoas, eram confrontados com situações de stress durante as suas rotinas diárias, incluindo humanos conflituosos (treinadores, proprietários, tratadores ou jockeys), relações difíceis com outros cavalos, treinos inadequados com reforços negativos e/ou recompensas fracas.

Estas experiências negativas relacionadas com o treino podem levar a que os cavalos percam o interesse e se tornem apáticos e sem resposta – o que seria equivalente num equino à síndrome do burnout (1) nos humanos.

O estudo incluiu 76 cavalos da Escola Nacional de Equitação de Saumur, França, todos castrados, com idades entre os seis e quinze anos, alojados em box durante 23 horas por dia. A única diferença no maneio destes animais era a disciplina equestre que desempenhavam durante uma hora por dia.

Dos 76 animais, 10 eram utilizados em concurso completo de equitação (CCE), 19 faziam salto de obstáculos, 7 eram utilizados pela escola de equitação para alunos de grau avançado, 17 faziam Dressage (ensino), 16 faziam alta-escola e 7 eram utilizados em volteio.

Os cavalos foram continuamente monitorizados na box de modo a identificar comportamentos estereotipados, tais como birra de urso, abanar a cabeça, executar movimentos repetidos com a boca, morder madeira ou outra superfície e engolir ar.

Verificou-se que o tipo de trabalho (disciplina equestre) desempenhado pelos cavalos tinha uma influência significativa na prevalência e tipos de comportamentos exibidos.

Este foi o primeiro estudo que mostrou evidência dos potenciais efeitos dos agentes causadores de stress no desenvolvimento de comportamentos anormais numa espécie animal, questionando o impacto que o tipo de trabalho tem na qualidade de vida dos cavalos.

O estudo revelou que dos 76 cavalos observados, 65 mostraram algum tipo de comportamento estereotipado.

Os animais foram distribuídos em 3 grupos consoante o tipo de trabalho desempenhado:

1. Saltos, CCE, cavalos de lições

2. Ensino/Alta Escola

3. Volteio

Tal como os humanos, os cavalos são forçados a trabalhar diariamente, desenvolvendo interacções “interpessoais”, não só com outros cavalos (colegas) mas também com um patrão, que neste caso será o humano que o monta e é responsável pelo treino.

Nesta comparação, as sessões de trabalho são os treinos a que os cavalos são submetidos, em que muitas vezes se utiliza mais o reforço negativo (castigo) em detrimento do reforço positivo (recompensa).

Verificou-se que alguns constrangimentos físicos e emocionais dependiam do tipo de trabalho desempenhado. Alguns exercícios tinham consequências negativas, levando a resistências físicas e comportamentais, com conflitos e tensões durante o trabalho.

A transmissão de sinais conflituosos por parte do cavaleiro (por exemplo empurrar para diante com as pernas, mas puxando na boca com as mãos) pode causar frustração e neurose no cavalo.

Finalmente, durante o treino, espera-se a supressão de reacções emocionais que são perfeitamente fisiológicas para os cavalos, como por exemplo dar cangochas, uma vez que essa atitude é considerada indesejada durante o trabalho (competição de ensino) ou perigosa para o cavaleiro. Esta interdição pode ser um agente causador de stress para o cavalo.

Experiências negativas associadas ao treino podem levar a estados crónicos em que os cavalos simplesmente perdem o interesse no trabalho, tornando-se apáticos e sem resposta – estes estados também são descritos nos humanos com burnout.

Comportamentos anormais repetitivos (vícios) são considerados uma forma dos cavalos aceitarem um ambiente desfavorável e stressante.

Neste estudo, os cavalos de volteio foram os que apresentaram menos comportamentos estereotipados e em menor grau. Por outro lado, os cavalos de ensino apresentaram a maior incidência de estereotipias, e as mais severas, como engolir ar e abanar a cabeça, sendo que alguns animais apresentavam dois ou mais comportamentos estereotipados.

Os autores especularam que a razão pela qual a modalidade de ensino é a que aparenta causar maior stress possa ser precisamente o facto de se exigir que os cavalos não manifestem emoções ao mesmo tempo que colocam um grande constrangimento físico nos movimentos executados.

Além disso, os casos em que as ajudam podem ser mais conflituosas são mais comuns nesta modalidade, uma vez que os andamentos restritos são frequentemente obtidos contendo o andamento através das rédeas enquanto se procura manter a impulsão com as pernas.

Os cavalos de salto, CCE e de lições, estão mais habituados a executar passadas largas e a andar para diante numa postura menos ritualizada. Estes animais mostraram comportamento de lamber ou morder estruturas no meio-ambiente, considerados estados iniciais de comportamento estereotipado.

É difícil saber se estes casos se teriam agravado com o tempo, no entanto os autores consideraram isso pouco provável uma vez que estes cavalos foram estudados durante pelo menos um ano, sem ter ocorrido evolução ou agravamento do comportamento. Talvez os agentes causadores de stress nestes casos sejam as condições menos sociais de estabulação – separação em box individual.

Finalmente, os cavalos de volteio foram os que apresentaram menor predisposição para desenvolver estereotipias, e estas foram principalmente caracterizadas por “brincadeiras com a língua”. Os cavalos de volteio são geralmente seleccionados pelo seu temperamento calmo, e passam a maior parte do tempo às voltas em círculos e com comandos de voz.

Os conflitos interpessoais com os humanos são limitados uma vez que a estes cavalos geralmente se solicita que executem apenas exercícios regulares e lentos, enquanto os humanos executam movimentos no seu dorso, com interferência mínima. É possível que a natureza calma do temperamento destes animais os torne mais resistentes ao efeito dos agentes causadores de stress, tal como também se observa em humanos de temperamento calmo.

Neste artigo, os autores fazem referência a investigações mais antigas que sugerem que o síndrome de abanar a cabeça possa ser o resultado à posteriori de uma tensão demasiado forte no bridão, enquanto o cavaleiro tenta manter a cabeça do cavalo em baixo, podendo resultar em dano no nervo trigémeo (implicado no síndrome de abanar a cabeça). Esta teoria pode ser uma explicação para o facto de o abanar da cabeça ocorrer com mais frequência em cavalos de ensino, uma vez que estes animais passam a maior parte do tempo com o pescoço em flexão durante movimentos restritos.

Enquanto alguns agentes causadores de stress aqui descritos são específicos à equitação, outros são partilhados por outras espécies animais, incluindo os humanos; tal como a supressão de emoções, conflitos interpessoais, exigências físicas, ausência de recompensa e expectativas negativas sobre o futuro, frequentemente associadas a casos de depressão nos humanos.

Este estudo abriu novas portas e futuras linhas de pensamento sobre as causas dos comportamentos repetitivos anormais por um lado, e por outro sobre os efeitos dos agentes causadores de stress não só nas expressões bem conhecidas dos distúrbios psicológicos, como a depressão ou burnout, mas também na possível emergência de comportamentos anormais.

A locomoção restrita e controlada exigida nos cavalos de ensino, e principalmente alta-escola, associada a transições rápidas, pode explicar o aumento da reactividade, especialmente se a pressão do bridão e das esporas induzir estímulos adversos.

As elevadas respostas emocionais nos cavalos de Dressage observadas em testes emocionais suportam esta teoria. Os andamentos colocados podem ser fisicamente bastante exigentes e um cavaleiro nervoso pode transmitir stress adicional. Estas dificuldades podem contribuir para a frustração do cavalo.

Os autores do estudo notaram que outros factores também podem estar envolvidos no desenvolvimento de estereotipias, incluindo a disponibilidade de forragem, dieta, privação social, falta de exercício e predisposição genética. O tempo que o cavalo passa na box também pode ter influência.

No entanto, os resultados do estudo demonstraram que é a disciplina equestre que o cavalo pratica, o factor que influência mais o grau do desenvolvimento de comportamentos indesejáveis.

Também revelou que por várias razões (físicas e emocionais) o tempo limitado que o cavalo passa com os humanos pode afectar a qualidade de vida dos cavalos. Podem estar implicadas situações como o maneio, alimentação e transporte.

(1) Síndrome de Burnout é um distúrbio psíquico de carácter depressivo, precedido de esgotamento físico e mental intenso, definido como “(…) um estado de esgotamento físico e mental cuja causa está intimamente ligada à vida profissional”.

FONTE: equisport.pt

14/05/2017

Estudo comprova que cães percebem quando uma pessoa não é confiável

Mais um estudo sobre o que estamos cansadas de saber..... hehehehe.... haja paciência!!!!
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Todo mundo que convive com cães sabe o quanto eles são inteligentes. Essa semana fiquei feliz e surpresa ao ler sobre a conclusão de um trabalho científico realizado na Universidade de Kyoto no Japão. O estudo comprovou que além de inteligentes os cães são capazes de perceber quando uma pessoa é ou não confiável. 

O estudo liderado por Akiko Takaoka observou 34 cães durante três situações definidas por ele. Em um primeiro momento, uma pessoa apontava para os cachorros o local exato onde tinha comida. Em um segundo momento, a pessoa enganava os animais mostrando uma vasilha onde não tinha comida. No terceiro momento, a mesma pessoa mostrava novamente a vasilha com comida, só que dessa vez os animais desconfiados não obedeceram a ordem e ignoraram o sujeito. 

O cientista, portanto, concluiu que os cães perceberam que uma vez que eles foram enganados pela pessoa, eles não iriam mais acreditar nelas. 

O líder do estudo disse que se surpreendeu com a reação dos animais. Segundo ele, os cães deixavam de confiar na pessoa de uma maneira muita rápida. Akiko Takaoka disse ainda que os cachorros possuem uma inteligência social muito mais sofisticada do que a gente imaginava. 

Não é à toa que eles têm conquistado cada vez mais o nosso coração, não é mesmo? Os cães são maravilhosos e nos surpreendem a cada dia.

FONTE: G1

06/05/2017

Por que as galinhas são muito mais inteligentes do que você imagina

E aí mané? como é que fica seu especismo nesta hora? todas estas aves são muito mais inteligentes que boa parte de humanos....tô errada? duvido.....
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A reputação das galinhas não é das melhores. Para muitos, elas são mais burras do que qualquer outra ave e não passam de fábricas ambulantes de carne com a capacidade de deixar ovos deliciosos por aí.

Mas a realidade é outra. A ave mais comum do mundo na verdade é inteligente e talvez até sensível em relação ao bem-estar de seus semelhantes - o que levanta algumas questões éticas sobre a avicultura industrial.

Há algo de estranho no mundo das galinhas. Mundialmente, elas somam mais de 19 bilhões, o que as torna a espécie de vertebrados mais abundante no planeta. Ainda assim, muitas pessoas têm pouco ou nenhum contato com as aves - ao menos não enquanto elas estão vivas.

Isso provocou algumas suposições estranhas em relação às galinhas. Elas são grandes representantes das galináceas, um grupo de aves que também inclui perus, perdizes e pavões. Mas, de acordo com alguns estudos, as pessoas muitas vezes não as veem como pássaros.

Também é comum a visão de que são animais nada inteligentes e desprovidas de características psicológicas complexas que animais "mais elevados" têm, como os macacos.

Essa ideia é reforçada por algumas descrições delas na cultura popular, e pode ajudar as pessoas a se sentirem menos mal por comer ovos e carne de frango.

Mas a verdade é que as galinhas não são nada burras: elas conseguem contar, demonstram ter um certo nível de autopercepção e até se manipulam entre si usando táticas maquiavélicas.

Experimentos
As galinhas são tão espertas que basta passar um tempo perto delas para acabar com os preconceitos arraigados.

A fim de realizar um estudo publicado em 2015, Lisel O'Dwyer e Susan Hazel deram uma aula sobre esses animais a estudantes de graduação da Universidade de Adelaide, na Austrália.

Os alunos fizeram alguns experimentos envolvendo o treinamento dessas aves para aprender sobre psicologia e cognição.

Antes de a aula começar, os estudantes completaram um questionário, cujo resultado mostrou que a maioria havia passado pouco tempo com galinhas. Além disso, eles as viam como criaturas simples, incapazes de sentir tédio, frustração ou felicidade.

Depois de apenas duas horas treinando os pássaros, os alunos se mostraram mais propensos a acreditar no fato de elas sentirem os três estados emocionais citados acima.

"As galinhas são muito mais espertas do que eu pensava", comentou um estudante em um questionário posterior. "Nunca pensei que as galinhas fossem tão inteligentes e aprendessem tão rápido", disse outro.

Em um estudo ainda não publicado, O'Dwyer repetiu esse experimento com funcionários da indústria avícola e encontrou os mesmos resultados.

"Basicamente tivemos dois grupos sociais bem diferentes um do outro e encontramos as mesmas atitudes iniciais e a mesma mudança de atitude em ambos", disse.

Ela agora pretende estudar se essas experiências têm algum impacto nos hábitos alimentares das pessoas - por exemplo, se elas passam a comer frango criado em formas que elas consideram mais aceitáveis eticamente.

Cognição
A pesquisa de O'Dwyer é uma entre as várias escolhidas por Lori Marino, do Centro de Defesa de Animais Kimmela em Kanab (Utah, nos EUA), como parte de uma análise científica sobre a cognição dos frangos publicada em janeiro de 2017.

"O estudo é parte de uma iniciativa coletiva da (organização de proteção animal) Farm Sanctuary e o Centro Kimella chamada O Projeto Alguém", diz Marino. "O objetivo do projeto é educar as pessoas sobre quem são os animais criados para consumo a partir de dados científicos."

Marino diz que evidências científicas deixam claro que as galinhas têm mais inteligência e consciência do que a maioria das pessoas acredita.

Um exemplo disso foi apontado por uma série de estudos publicados na última década por Rosa Rugani, da Universidade de Padova (Itália) e seus colegas.

Ao trabalhar com pintinhos, o grupo demonstrou que as galinhas são capazes contar e realizar operações aritméticas básicas.

Os pintinhos foram criados em meio a cinco objetos - as embalagens de plástico do Kinder Ovo. Depois de alguns dias, os cientistas tiraram os objetos e esconderam dois atrás de uma tela e três atrás de outra.

Resultado: a tendência dos pintinhos foi de se aproximar da tela que tinha mais objetos escondidos.

Um experimento subsequente testou sua memória e habilidade de somar e subtrair. Depois de esconder os objetos atrás das duas telas, os cientistas começaram a mudar os objetos de lugar diante dos pintinhos, que pareciam acompanhar os movimentos e continuaram se aproximando das telas com o maior número de objetos.

Isso mostra que as galinhas têm uma boa compreensão numérica desde cedo, mesmo sem muito tempo de vida, diz Rugani.

Ela acha que essa é uma característica de animais em geral, não apenas delas.

"Essas habilidades podem ajudar os animais em seu ambiente natural, por exemplo para chegar até uma quantidade maior de comida ou para encontrar um grupo maior deles", diz Siobhan Abeyesinghe, na Universidade de Bristol (Reino Unido).

Abeyesinghe deu às galinhas a opção de bicar uma chave que lhes daria um breve acesso a comida após dois segundos ou de bicar uma segunda chave que lhes daria um acesso prolongado a comida depois de seis segundos.

Na maioria das vezes as aves escolheram a segunda chave, que oferecia mais comida depois de um tempo um pouco maior. Em outras palavras, elas demonstraram autocontrole, um traço que biólogos acreditam que indica um nível de autoconsciência.

'Pegadinhas' sociais
As galinhas também são seres complexos socialmente.

Alguns estudos indicam que essas aves podem perceber como outras galinhas veem o mundo e usar essa informação em sua vantagem.

Se um galo em busca de comida acha um alimento apetitoso, ele frequentemente tentará impressionar as fêmeas à volta com uma dança, enquanto faz um chamado de comida característico.

No entanto, machos subordinados que fazem esse mesmo passo de dança com canto correm o risco de serem flagrados e atacados por machos dominantes. Por isso, o subordinado faz essa dança específica em silêncio, em uma tentativa de impressionar fêmeas sem o dominante perceber.

Outros machos tentam seduzir fêmeas fazendo a mesma coisa mesmo quando não encontraram um bom petisco. Previsivelmente, as fêmeas rapidamente identificam os machos que preparam esse tipo de emboscada com muita frequência.

Há até algumas indicações de que elas têm uma espécie rudimentar de empatia umas pelas outras.

Em uma série de estudos durante os últimos seis anos, Joanne Edgar, da Universidade de Bristol (Reino Unido) e seus colegas estudaram como elas reagem ao ver seus pintinhos levando uma golfada de ar - algo que elas aprenderam, por experiência própria, que é desagradável.

Quando o ar foi disparado contra os pintinhos, o coração das galinhas começou a acelerar e elas passaram a chamar os filhotes com maior frequência. Elas não fizeram o mesmo quando o ar foi lançado perto deles, mas sem incomodá-los.

Isso sugere que elas podem responder ao desconforto dos pintinhos por seu conhecimento próprio, em vez simplesmente reagir a sinais de estresse nos mais novos.

A pesquisa continua em andamento, segundo Edgar.

"Nós ainda não determinamos se as respostas comportamentais e fisiológicas que observamos nos pintinhos em situação de leve estresse indicam uma resposta emocional ou são apenas uma reação ao estímulo."

Se for comprovado que as galinhas demonstram empatia quando outras aves estão em situação de estresse, isso pode levantar questões sérias a respeito de como os frangos são mantidos em criadouros.

"Há uma série de situações em que animais em criação são expostos a visões, barulhos e cheiros de outros demonstrando dor e estresse", disse Edgar. "É importante determinar se o seu bem-estar é reduzido nesses momentos."

Marino também acredita que esteja na hora de discutir essas questões.

"A percepção de galinhas (como seres ignorantes) é motivada em parte pela tendência em diminuir sua inteligência e sensibilidade porque as pessoas as comem", diz ela.

A desconfortável verdade sobre galinhas é que elas são mais avançadas cognitivamente do que muitas pessoas pensam. Contudo, ainda não se sabe se os consumidores vão mudar seus hábitos alimentares por causa dessa informação.

FONTE: BBC

06/03/2017

Será que o contacto com as crianças traz benefícios aos animais?

Queria muito ver o resultado deste estudo......
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Que o contacto com animais traz vantagens emocionais e comportamentais às crianças já é sabido, mas agora, um novo estudo pretende saber "até onde podem ir" os benefícios para os animais

Os benefícios para os animais da interação com as crianças é uma das questões que se pretende responder com um novo estudo lançado esta

01/02/2017

Cachorro feliz com a chegada do dono

Sei não.... há controvérsias..... ou não?
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Quem tem um cachorro pra chamar de seu sabe bem como é… Cada chegada em casa tende a ser uma verdadeira festa. Os cãezinhos costumam expressar toda sua alegria ao reencontrar seus donos e isso não é nenhuma novidade.

Mas o que muita gente não sabe é que parece existir uma explicação científica pra isso, que começa com a informação de que cães têm seu ancestral em comum com os lobos. E o que isso

É melhor para as crianças ter um cachorro do que um irmão, aponta estudo

Desculpe, mas nisto eu não concordo.... bom é ter os dois.... Fui filha única e sinto muito a falta de um irmão....
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Um pet ou um novo irmãozinho, do que seu filho gostaria mais? Ele até pode estar pedindo um irmão ou irmã, mas teria satisfação maior no relacionamento com algum animal de estimação --ainda mais se fosse um cachorro. Essa é a conclusão de um estudo da Universidade de Cambridge que investigou a influência do convívio com animais no desenvolvimento da

10/01/2017

Galinhas são inteligentes e sentimentais, aponta estudo

Esta gente precisa comprovar o que sabemos faz tempo..... ah, humanos!!!! como são arrogantes.....
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Aves sentem medo e ansiedade e têm até uma noção de quantidade
Um estudo realizado por cientistas da Universidade Emory, nos Estados Unidos, mostra que as galinhas são subestimadas: ao contrário do que se pensa, elas são inteligentes e habilidosas. "Elas são retratadas como menos inteligentes que os outros animais", aponta a cientista Lori Marino, autora do estudo. "A

30/11/2016

Cães podem se lembrar das ações dos donos, afirma estudo

Acho estas pesquisas tão esquisitas..... sei lá.... 
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Quando se trata de ter uma memória curta e se distrair facilmente, os cães em geral têm má reputação. Mas um novo estudo, divulgado nesta quarta-feira (23), sugere que a capacidade de os cachorros se lembrarem das coisas pode ser mais profunda do que se pensava anteriormente.

Na verdade, eles parecem ser capazes de se lembrar do que as pessoas fizeram no passado recente, disse o artigo publicado na revista "Current Biology".

Este tipo de recordação é conhecido como

11/11/2016

Como biólogo desvendou caça de quase R$ 1,6 bi na Amazônia no último século

Que trabalho espetacular deste biólogo!!!!! Parabéns!!!!!!!!!!!!
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Foi o boca a boca em comunidades locais da Amazônia que chamou a atenção de André Antunes há oito anos. Depois, a descoberta de caixas e mais caixas em uma biblioteca da Ufam (Universidade Federal do Amazonas) espantou o biólogo. Tudo isso levou Antunes a desvendar a morte de 23,3 milhões de animais que renderam US$ 500 milhões (quase R$ 1,6 bilhão, em

31/10/2016

Interação de cães com humanos pode ter base genética, diz estudo

Curioso.... a matéria me surpreendeu.... 
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São Paulo, 29 - O comportamento sociável dos cães em relação aos humanos pode ter base genética, segundo um novo estudo publicado nesta quinta-feira, 29, na revista Nature Scientific Reports. Os cientistas estudaram os genomas de 190 cães da raça beagle e identificaram cinco genes ligados a comportamentos como a busca de atenção e a permanência próxima a indivíduos da espécie humana.

Os cientistas da Universidade de Linköping

21/10/2016

Macacos usam ferramentas de pedra no Piauí


Noutro dia o Fantástico mostrou uma matéria: "Macacos-caranguejeiros comem um banquete de frutos do mar" onde foi mostrado a habilidade destes animais. Hoje um Estudo publicado na revista “Nature” pontua que produção de pedras afiadas não é exclusividade dos homens.
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08/10/2016

O que o comportamento violento dos animais diz sobre os seres humanos

A matéria está interessante.... a refletir....
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Estudo mostra que primatas eram tão violentos entre si quanto outros mamíferos, mas cultura teria nos "domesticado".

Um estudo da Universidade de Granada, na Espanha, analisou o comportamento dos mamíferos mais letais para indivíduos de sua própria espécie para tentar explicar a violência entre nós, seres humanos.

A pesquisa, publicada na revista científica "Nature", analisou o comportamento violento de mais de mil espécies de mamíferos e se debruçou

30/09/2016

Estudo busca melhorar instintos dos animais de zoológico em Montes Claros



Bem, como são animais vítimas de tráfico eles merecem todo esforço para melhorar as condições do cativeiro. Infelizmente, a maioria não tem como retornar a sua própria vida....
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Técnicas são aplicadas para melhorar o bem estar dos animais.

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20/09/2016

Vírus é encontrado em lágrimas de camundongo

Os caras não tem mesmo o que achar, né mesmo? ferrar os bichos p´ra achar uma besteira desta? tem que por estes caras numa camisa de força.....
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Cientistas confirmaram, com experimentos em camundongos, que o vírus zika pode ficar em regiões específicas dos olhos em adultos infectados, causando problemas como conjuntivite e uveíte, que são observados em até 15% dos pacientes.

Nesse novo estudo, publicado nesta terça-feira, 6, na revista cientifica Cell Reports, os pesquisadores mostram que as lágrimas de camundongos adultos tinham vestígios do material genético do zika 28 dias após a

Golfinhos podem ‘conversar’ como nós, é o que sugere estudo

Quando é que humano vai cair do seu pedestal e entender que os animais são competentes o suficiente para se comunicarem do jeito deles? O problema é que usam as comunicações humanas como referência... eu hein.....
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Os animais usam sinais dispostos em sentenças, da mesma maneira que humanos

Golfinhos são capazes de “conversar” como os seres humanos, afirma um estudo “linguístico” dos sons emitidos pelos animais. Usando diferentes sinais sonoros (chamados “cliques”), um após o outro, os animais formam sentenças muito semelhantes às frases humanas, afirma o cientista Vyacheslav Ryabov,pesquisador Reserva Natural Karadang, na Rússia, após analisar a gravação de uma dupla de golfinhos.

“Como essa linguagem [dos golfinhos] exibe todas

23/08/2016

Chimpanzés preferem cooperar a competir, revela estudo

Graças a Deus sou mais chimpanzé do que humana...... Já encontrei inúmeras pessoas ditas da proteção animal que estão sempre competindo e com o espírito armado contra tudo, se querem saber. Eu hein, como defender animais e não aprender com eles? 
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A cooperação é considerada uma característica chave que separa os humanos dos animais, mas pesquisadores disseram nesta segunda-feira que os nossos parentes mais próximos, os chimpanzés, também podem trabalhar em equipe.

Os chimpanzés são cinco vezes mais propensos a cooperar do que a competir, e encontram maneiras

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