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3 de julho de 2017

Projeto de lei veta o uso de animais vivos como cobaias

Como falei em nossa postagem do dia 28, não consigo entender como as universidades federais ficarão subordinadas à esta lei. Em todo caso, estou torcendo para, ao menos, as estaduais serem obrigadas a cumpri-la. A conferir, muito embora ache que o governador não vá assinar.... sei lá, puro palpite!!!!!
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O uso de animais vivos em cursos de veterinária em São Paulo pode estar com os dias contados. Um projeto de lei aprovado na Assembleia Legislativa para poupar os bichos de sofrimentos desnecessários segue agora para sanção do governador, abrindo caminho para a utilização de mais tecnologia nas instituições de ensino.

Fonte: Band News

28 de junho de 2017

Feliciano aprova PL que proíbe uso de cobaias no ensino - SP

Olha, eu acho que a medida só alcança as unidades estaduais, mas, posso estar enganada. É porque o estado não tem ingerência na área federal e este tema é federal. Enfim, tomara que eu esteja errada porque seria uma grande conquista..... Muito bom se for verdade!!!!! Aliás, pesquisando, achei uma matéria muito legal, embora esteja sem data: ONG premia os melhores trabalhos para alternativas ao uso de animais no ensino
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O PL 706/2012, do deputado estadual Feliciano Filho, foi aprovado no plenário da Alesp – Assembleia Legislativa de São Paulo e agora depende da sanção do governador. Se transformado em lei, o PL 706 poderá promover São Paulo ao status de primeiro Estado do mundo onde ficará proibido o uso de cobaias no ensino.

O teor do PL 706 deixa claro que a utilização de animais vivos fica proibida apenas no ensino e formação profissional, e não no campo da pesquisa científica e pós-graduação onde é maior a resistência ao uso de métodos alternativos. A utilização de animais em atividades de ensino no Estado de SP fica restrita a: estudos observacionais em campo, estudos para fins de diagnóstico e terapia de pacientes reais, cadáveres e material biológico adquiridos eticamente.

Os simuladores 3D são o futuro do ensino 
Já existem várias universidades de renome investindo em métodos substitutivos como reflexo de uma tendência mundial, no entanto, se aprovado, o PL 706 se tornará na única “Lei AntiCobaias” no ensino – um grande sonho dos protetores de animais, e de estudantes e educadores que desejam o fim do intenso sofrimento (físico e psicológico) ao qual as cobaias são submetidas sem qualquer necessidade. Serão cães, gatos, coelhos, porcos, equinos, sapos, ratos e mais uma infinidade de animais livres desse martírio, pelo menos, em todo o Estado de SP.

“A utilização animal vem sendo cada vez mais questionada no meio acadêmico e pela população em geral, seja por questões éticas ou científicas. Há uma crescente tendência da sociedade em trazer os animais para uma esfera moral, reconhecendo-os como sujeitos de direito. As mais importantes universidades do mundo têm abandonado o uso de animais”, comenta Feliciano Filho.

Cães sintéticos podem até mesmo sangrar
Nos Estados Unidos, por exemplo, mais de 90% das faculdades de Medicina não utilizam mais cobaias na graduação, entre elas, instituições conceituadas como Harvard, Stanford e Yale. Segundo o Comitê Médico pela Medicina Responsável (com sede em Washington), das 187 faculdades existentes nos EUA e Canadá, apenas quatro ainda utilizam animais vivos. O Comitê tem mais de 150 mil médicos e civis associados nos EUA e, desde 1985, defende uma medicina mais responsável e ética. “Além da questão ética, a utilização de animais vivos tem o potencial de dessensibilizar o estudante, podendo fazê-lo perder o senso de reverência e respeito à vida. Já a utilização de métodos substitutivos condiz com a formação de profissionais mais sensíveis e humanitários”, afirma Feliciano.

Médicos e veterinários precisam aprender a salvar e não tirar vidas 
Bonecos sofisticados (com todos os órgãos, articulações e estruturas idênticas à realidade), simuladores em 3D, cadáveres eticamente adquiridos, vídeos e mais uma série de métodos garantem aos estudantes muito mais destreza e segurança em cirurgias, já que com esses modelos (especialmente os bonecos) é possível cada aluno treinar os procedimentos inúmeras vezes.

Do ponto de vista financeiro, é muito mais caro manter animais vivos, pois, dependem de instalações apropriadas, alimentação adequada e tratadores. Além disso, tem o sofrimento tanto das cobaias quanto dos próprios alunos diante da situação angustiante de ver um animal saudável ser morto e, muitas vezes, torturado para uma demonstração que pode ser muito melhor assimilada de outras formas.

Vários médicos relatam que de fato aprenderam a profissão no período de residência médica, junto de pacientes humanos reais e não na sala de aula vendo um cachorro sendo aberto vivo. Estamos no século XXI e é importante deixar o passado para trás. É preciso abandonar métodos antigos de aprendizagem e abraçar os novos, mais eficazes e que libertam animais da terrível vivissecção.
Ajude a salvar vidas compartilhando as hashtags #LeiAntiCobaias e #SancionaAlckminPL706

Mais do que nunca, os animais precisam da nossa atitude para darmos mais um passo importante rumo a um mundo mais justo e ético.

Fonte: JC Atibaia

30 de agosto de 2013

Alunos da Veterinária da UFSM fazem vídeo de protesto à proibição do uso de animais.

Aí, galera do sul, fiquem atentos.... o passo que o MGDA deu foi muito importante e precisamos manter a decisão.... Precisando da gente do Brasil todo, grita daí que a gente replica daqui.....

video

30 de agosto de 2012

Petição para fazer cumprir Lei Federal para Educação Ambiental em todos níveis de ensino

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Para assinar a Petição encaminhada pela nossa querida Beth Pet
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"Por que isto é importante
No Brasil está em vigor o PNEA - Política Nacional de Educação Ambiental. Lei Federal 9.795/99 que torna obrigatória a Educação Ambiental em todos os níveis de ensino.
O objetivo é induzir nos indivíduos formas de conduta responsável em relação ao Meio Ambiente como um todo , animal e vegetal, para que possamos construir uma sociedade menos violenta, mais justa e fraterna para todos os seres vivos.
Temos conhecimento que a Constituição Federal de 1988, determina que o Estado seja o tutor da Fauna e da Flora de nosso País, tendo portanto o dever e a responsabilidade na formação dos indivíduos, pois as crianças repetem o que ouvem e aprendem o que vivenciam , para que assim cresçam respeitando todas as formas de vida, inclusive a de seu semelhante.
Esta petição idealizada pelo nosso Grupo de Proteção Animal , ASD, Animais Sujeitos de Direito, tem com objetivo fazer cumprir esta Lei Federal da maior importância , criada em 1999, pelo então Presidente Fernando Henrique Cardoso, mas que infelizmente até os dias de hoje não foi cumprida, mesmo com a criação de uma Lei complementar assinada pela Presidente Dilma Rousseff em Dezembro de 2011.
Elizabeth Cristina Ribas - Educadora do Ensino Fundamental - Rio de Janeiro"