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9 de setembro de 2016

Grupo Indefesos do Rio pede ajuda para se transformar em ONG

PUBLICANDO A PEDIDO:

Rosana Guerra
16:19
Olá Sheila, Aqui é uma das voluntárias do grupo Indefesos, que foi idealizado pela Rosana Guerra a 6 anos. Atuamos como protetores de animais no Rio de Janeiro. Agora nosso grupo está bem estruturado, porém ainda não realizamos esse sonho da Rosana e de todos os voluntários, de nos tornar uma ONG. Porque é importante ser oficialmente uma ONG? Porque poderemos receber doações de empresas, conseguiremos melhores parcerias e patrocínios, e tudo isso é revertido na nossa luta pelos animais. É um investimento para que possamos aumentar nosso alcance e ajudar ainda mais focinhos.Nós lançamos uma campanha em uma plataforma chamada Kickante, onde você pode colaborar com qualquer valor a partir de 10 reais: http://www.kickante.com.br/campanhas/ong-indefesos Esse valor é referente aos custos do contador e dos processos. Se cada um de nossos amigos doassem 1 real, nós já teríamos o valor necessário para dar esse passo tão importante. Porém, metade do tempo da campanha já passou e nós só conseguimos 10% do valor necessário, por isso estou fazendo esse apelo individual. Se quiser acompanhar mais notícias do nosso grupo, curta nossa página no facebook: www.facebook.com/indefesos2 Agradecemos em nome de todos os voluntários e focinhos carentes

7 de março de 2014

Passaporte para cães e gatos deve reduzir burocracia

Não estou nem acreditando.....mas, vamos combinar? é um grande avanço, não? Principalmente em se tratando de viagens dentro do nosso próprio território....
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Imagem Reprodução (Google)
Na tentativa de deixar menos burocráticas as viagens para o exterior com animais de estimação, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento começou a emitir, no final de fevereiro, o passaporte para cães e gatos.

O documento é uma alternativa ao Certificado Veterinário Internacional (CVI), que era o único existente anteriormente. Enquanto o CVI deve ser solicitado novamente a cada viagem, o passaporte vale por toda a vida do animal. Por enquanto, ele só é aceito nos países do Mercosul – a Argentina, o Paraguai, Uruguai e a Venezuela - que têm acordo de equivalência com o Brasil. Pode ainda ser usado em viagens domésticas, substituindo o atestado de saúde animal.

“A gente já pediu consulta a outros países (fora do Mercosul) para que