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13/06/2017

Mais de 620 gaiolas usadas em cativeiro ilegal são destruídas em Botucatu

É um ato simbólico e que devia ser vinculado em todas as mídias para surtir o efeito educativo, né mesmo?
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Ação faz parte das atividades da Semana do Meio Ambiente. Material foi encaminhado para cooperativa de catadores de recicláveis.

Como parte das atividades da Semana do Meio Ambiente, a prefeitura de Botucatu e a Unesp destruíram 623 gaiolas apreendidas durante operações de combate ao aprisionamento ilegal de aves na cidade.

A ação foi realizada no sábado (10). As gaiolas de vários modelos foram alinhadas por de 300 metros da Rua Lourenço Carmello, nas imediações do Parque Municipal Joaquim Amaral Amando de Barros. Uma máquina de rolo compressor foi utilizada para destruir as gaiolas.

A destruição também serviu como cumprimento judicial, já que ao serem aprendidas pela Polícia Militar Ambiental, as gaiolas devem, por lei, ser inutilizadas. Todo o material resultante da destruição será encaminhado a Cooperativa dos Catadores de Material Reciclável de Botucatu, para ser separado e reutilizado.

O coordenador do Centro de Medicina e Pesquisa em Animais Silvestres (Cempa), da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Unesp, Carlos Teixeira, cita que a realização busca combater especialmente os criadores de aves clandestinos.

“As ações são contra os criadores clandestinos, que devem ser combatidos. Apoiamos aqueles que fazem a criação legalizada, pois colaboram, inclusive, para a preservação das espécies”, explica.

A prática de aprisionamento de aves sem a liberação dos órgãos competentes é considerada como crime ambiental, segundo a Lei Federal n° 5.197.

FONTE: G1

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