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6 de setembro de 2017

Ato com manifestantes 'embalados como carne' promove veganismo em SP

Acho muito importante estas manifestações.... são esclarecedoras e impactantes....
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Grupo se reúne na Avenida Paulista pelo fim do consumo de carne. Protesto usa até sangue fictício para chamar a atenção de quem passa pelo local.

A ONG internacional Peta, que luta pelo tratamento ético dos animais, realiza um protesto na Avenida Paulista, região central de São Paulo, na tarde desta quinta-feira (31). O grupo é conhecido por promover manifestações em todo o mundo pelo direito dos animais.

O ato da vez é contra o consumo de carne e acontece em frente ao Conjunto Nacional, na esquina da Avenida Paulista com a Rua Augusta. Pessoas estão embaladas no local como se fossem pedaços de carne na tentativa de alertar que seres humanos também são animais.

FONTE: G1

22 de março de 2017

Engenharia do “bife perfeito” envolve até spa bovino....

Acho que vale a pena esta leitura para a convicção do que é bem-estar de animais de produção. Vale a pena? é o comer "sem culpa"?
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Genética, nutrição e uma dose razoável de compaixão pelos animais. Tudo em nome de um objetivo saboroso: criar bois que só tenham carne de primeira

A estrela do jantar merecia tratamento especial. Até improvisei uma churrasqueira sobre o fogão para receber 2182.

Filho do touro australiano Equator e da vaca brasileira 5630, ele nasceu na fazenda Cabaça, município de Alcinópolis, Mato Grosso do Sul.

Tinha exatos 681 dias de idade quando morreu, em 2 de outubro de 2016, com um tiro de ar comprimido na testa e cortes de faca nas artérias carótidas.

Eu também estava lá, no frigorífico Olhos d’Água, em Ipuã – cidadezinha nos confins setentrionais do Estado de São Paulo.

Acompanhei os últimos passos de 2182, enquanto ele era conduzido para o abate.

Presenciei o processo até o momento em que sua carcaça, serrada pela metade, entrou na câmara fria do matadouro.

Agora 2182 estava na minha casa. Ou melhor, algumas partes dele: pedaços do braço e do lombo.

O boi, lindo exemplar da raça australian angus – de couro negro e lustroso –, transformara-se no melhor churrasco que já comi na vida.

Mesmo quem gosta de carne sente algum desconforto ao ser confrontado com informações tão cruas.

Mas os bifes não nascem em embalagens plásticas fechadas a vácuo: é importante aceitar o fato de que a dieta carnívora implica a morte de bois, porcos e frangos.

Um bom boi se transformará em boa carne, enquanto um boi meia-boca tem carne de qualidade inferior.

Conhecer o histórico do animal – sua genética, como ele foi criado e como foi abatido – é mais importante do que entender detalhes da procedência do vinho ou do queijo.

Porque, além de consumir um produto melhor, você pode deixar de compactuar com crueldades desnecessárias.

Rastreabilidade total é a meta do pecuarista e engenheiro Antônio Ricardo Sechis, dono da marca Beef Passion.

Isso significa acompanhar a vida do bovino, desde o nascimento até o momento em que chega às mãos de chefs do calibre de Alex Atala e Roberta Sudbrack.

Para tanto, o criador se municia de planilhas com idade, histórico do peso, filiação, composição genética, todos os deslocamentos e até notas de comportamento de cada indivíduo do rebanho.

O propósito de tanto controle é identificar onde ocorrem as eventuais falhas na cadeia produtiva – e aperfeiçoá-la para entregar ao mercado carnes com a melhor composição possível de proteínas
e gorduras.

Sechis é um pecuarista sui generis. Os currais de engorda de sua propriedade em Nhandeara – cidade natal do fazendeiro, no noroeste paulista – ostentam uma placa com a seguinte inscrição: “Spa Bovino”.

Alto-falantes reproduzem música suave, e nebulizadores aspergem gotículas de água para aliviar o calor.

Atirada pelo fazendeiro, uma bola de pilates rola entre os bois.

Eles não dão muita pelota para o brinquedo. E há mais equipamentos ali: um saco de areia, usado em treinos de boxe, faz as vezes de coçador de costas dos bovinos.

Enquanto mostra as instalações, Sechis negocia a compra de instrumentos específicos para esse fim.

Um braço segura o celular enquanto o outro é insistentemente lambido por um animal identificado pelo número 1569.

Sechis retribui com afagos e uma vigorosa massagem. Não é artimanha nem excentricidade.

A preocupação com o bem-estar do rebanho, entre outras práticas ambientalmente corretas, rendeu a Sechis a certificação da Rainforest Alliance.

As carnes da Beef Passion estão entre as cinco no Brasil a receber o selo de sustentabilidade da ONG.

“Não se trata de um selo orgânico ou garantia de qualidade”, diz Luís Fernando Guedes Pinto, gerente de certificação do Imaflora, em Piracicaba (SP).

O instituto, responsável no Brasil pelo certificado sustentável, avalia os impactos ambientais da operação, o tratamento dado aos animais e as relações do produtor com seus funcionários.

Além de fornecer música e coçadelas, ele monitora obsessivamente a alimentação, a saúde e o comportamento dos bois.

Uma de suas prioridades é reduzir o stress dos animais em todas as fases da criação – o momento do abate é crítico.

O prêmio por tal esforço não é a admiração dos ativistas do PETA, mas uma operação eficiente e lucrativa.

Todos os cuidados no manejo, somados à seleção genética e ao exercício do bom-senso, compensam o criador com um valor agregado descomunal.

Ele fez naturalmente aquilo que a indústria da carne vem tentando há pelo menos uma década: demonstrar ao consumidor que não existe carne de segunda.

E assim obter uma boa margem de lucro com todos os cortes, do filé ao acém.

Brasil, mostra tua vaca

Apesar do gosto do brasileiro por carne, nossa pecuária acumula um longo histórico de descaso com a qualidade.

O clima quente nos obrigou a optar pelo gado zebuíno, resistente à canícula do interior do País – e às pragas que decorrem do calor.

Ocorre que esses animais são originários da Índia, onde o consumo de carne bovina é quase nulo.

Assim, de nada adiantou a sabedoria milenar indiana: peça de adoração religiosa, a vaca nunca foi objeto de seleção artificial para a alimentação humana.

Os bois de linhagem zebuína, como os das raças nelore e gir, se caracterizam pela corcova nas costas – o cupim – e pela distribuição peculiar da gordura.

Nesses animais, as reservas energéticas se acumulam ao redor dos grupos musculares.

Formam capas de gordura como a do contrafilé e da picanha. Já nas raças taurinas, de origem europeia, o tecido adiposo se infiltra também nas fibras dos músculos.

O resultado é o que se chama de marmoreio. A gordura entremeada, sob a ação do calor, irriga a carne.

Preserva a umidade e acrescenta sabor. Nos zebuínos, a carne em si é magra e se resseca com facilidade.

Transplantados para a imensidão do Brasil, bois zebus encontraram fazendeiros desinteressados em trabalhar na melhoria da carne.

As pastagens eram amplas, os bois, abundantes. Ganhava-se no volume.

Disseminou-se por estas plagas a chamada pecuária extensiva, em que as reses são livres para pastar e caminhar – do nascimento até o dia em que sobem a rampa do caminhão para o abatedouro. Esse regime de criação resulta em bois magros e musculosos.

A carne brasileira era dura, com alguns pedaços ainda mais duros. Filé mignon e picanha eram os únicos realmente macios.

Churrasqueiros mais audazes exercitavam as mandíbulas com costela, fraldinha e maminha.

O contrafilé era um bife passável. Patinho, alcatra e coxão mole precisavam de umas marteladas para romper as fibras.

O resto – todo o dianteiro e boa parte do traseiro do boi – era carne de segunda.

O consumidor brasileiro aceitou esse padrão de qualidade até a virada do século, quando ficou barato viajar a Buenos Aires e provar um delicioso asado de bife de chorizo.

Com o peso argentino em baixa, os criadores do país vizinho inundaram nosso mercado com carne boa.

Os pecuaristas brasileiros, então, precisaram correr atrás. Introduziram raças europeias.

Ampliaram práticas de manejo, como o confinamento, em que o boi passa algumas semanas à base de ração para a engorda final.

Também investiram em pesquisa tecnológica – e o papel da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) foi fundamental nesse particular.

Hoje o Brasil produz carne de boa qualidade. O investimento, contudo, encareceu o produto final.

Para manter a lucratividade, o setor precisou repassar o aumento. Só que um boi tem apenas duas picanhas.

O preço máximo que o consumidor se dispõe a pagar pela picanha já foi atingido.

A nova fronteira dos pecuaristas está na antiga carne de segunda.

Mesmo os criadores de raças com grife, como a japonesa wagyu, só conseguem emplacar seus preços altos – para não dizer exorbitantes – nos tradicionais cortes “de primeira”.

Para ganhar mais, o setor deve convencer o seu Zé e a dona Maria de que acém, coxão duro, peito, braço, músculo e rabada podem, sim, ser tudo de bom.

A indústria, personificada em corporações como JBS (marcas Friboi e Swift) e Marfrig, tem feito campanhas mais ou menos explícitas nesse sentido.

Mas ainda não ousa sugerir churrasco de acém ao seu Zé. No máximo, um hambúrguer.

As carnes da Beef Passion estão um passo adiante.

A empresa não tem pudor algum em vender cortes de dianteiro para churrasco, pois suas carnes “de segunda” são tão macias quanto uma boa picanha.

E pratica preços condizentes com o poder aquisitivo de Higienópolis, bairro nobre paulistano onde a loja física da marca se instalou.

Um naco de bistec passion, corte do ombro do boi, custa R$ 80 o quilo. Em açougues populares, o acém é vendido por 20% desse valor.

Anatomicamente, estamos falando do mesmo grupo muscular bovino. Para fins gastronômicos, no entanto, são carnes bem diferentes.

A construção do boi

Estamos no século 21: uma fazenda de gado moderna possui centenas ou milhares de novilhos, um número semelhante de vacas reprodutoras e nenhum touro.

Um boi não conhece o pai, muito menos o fato de que pasta com uma multidão de meios-irmãos.

O sêmen de um único touro – que pode morar na Austrália ou no Japão – gera centenas de animais.

O comércio internacional de sêmen possibilitou experiências com linhagens de prestígio: angus, hereford, wagyu e qualquer coisa que não seja zebu.

Sechis trabalha com duas bases genéticas. Uma é a do angus australiano, incomum no Brasil.

A outra base genética é a do gado japonês wagyu, que fez fama mundial por causa do kobe beef: fatias finas de carne com altíssimo grau de marmoreio.

Essa genética, então, mistura-se à dos zebuínos.

O sêmen do angus fertiliza vacas 100% nelore, resultando em animais de meio-sangue; as matrizes do wagyu são vacas dessa mescla angus-nelore.

As cruzas têm a aparência física do pai: tanto o angus quanto o wagyu têm pelo preto e lustroso.

O gado japonês é um tanto mais robusto.

Os bois, porém, guardam características de gado zebu. A mais desejada é a tolerância ao calor brasileiro.

“Existe um ou outro criador de raça pura”, diz Sechis. “Não dá certo: o animal se estressa demais.”

Sob o sol do cerrado brasileiro, um boi campeão europeu equivale a uma Ferrari no trânsito de São Paulo.

As etiquetas angus e wagyu jogam os preços lá em cima, mas não garantem a qualidade da carne.

O trabalho do pecuarista apenas começa quando ele fecha a compra do sêmen de grife.

No “spa” de Nhandeara, os bois recebem alimentação desenvolvida em conjunto com a Unesp em São José do Rio Preto.

No momento, a ração do rebanho ganha o reforço da soja em grãos – o usual é dar farelo de soja, bem mais barato e menos nutritivo.

Com a ajuda dos universitários, estão em experiência outras duas alternativas: girassol e linhaça.

A ideia é comparar o perfil da gordura criada a partir de cada uma das sementes, adicionadas à dieta de bois separados em currais de teste.

O agrônomo Aloísio Cury se dirige ao curral dos animais alimentados com linhaça e chama o patrão.

“Sente o cheiro de peixe?”, pergunta. O odor vem das fezes dos bois. Sechis assente e comenta: “É o ômega 3 da linhaça”.

O empresário está empenhado em produzir carne com gorduras saudáveis – ainda assim, não deve incluir a linhaça na ração caso ela deixe o bife com gosto de sardinha.

Quanto ao bem-estar dos animais, ele envolve desde a higiene dos estábulos até a música napolitana que sai dos alto-falantes.

“O boi não pode ficar com medo do homem”, afirma o pecuarista.

Os cuidados para não melindrar a manada incluem mimos como os coçadores e as bolas para brincar, ração especial como recompensa cada vez que o bicho é separado dos amigos – para tomar vacina, por exemplo – e o manejo com os peões a pé.

Homens montados a cavalo assustam a boiada.

Por conta da tempestade hormonal que provocam, a tensão e o medo enrijecem a musculatura do boi. Por isso o abate é tão delicado.

Do boi ao bife

O dia começa cedo no Frigorífico Olhos d’Água, em Ipuã.

Mais cedo ainda para quem precisa acompanhar o abate dos bois da Beef Passion.

Para chegar ao destino às 6h, hora em que o primeiro boi vai ao chão, deve-se sair de Nhandeara pelo menos três horas antes.

Todos os funcionários vestem branco e afiam seus facões enquanto conversam sobre banalidades.

Os bois estão em um corredor chamado brete, atrás do abatedouro, sendo lavados pela última vez.

Quando todos estão a postos, o primeiro da fila – o macho 2182 – é conduzido por uma moça que empunha uma bandeirola.

Por determinação de Sechis, seus bois não são tocados com varas de choque elétrico.

E apenas mulheres devem encaminhar os animais ao abate.

Quando um alçapão se abre para fechar em seguida, 2182 está só com um trabalhador do frigorífico.

Este lhe aplica um tiro de ar comprimido bem no meio da testa. O animal desmorona , já em morte cerebral.É desnecessário descrever o restante do processo.

Apenas vale mencionar que o local é limpo, sem odores fortes e sem gritos. Ainda assim, o dono da Beef Passion não está plenamente satisfeito.

Ele aponta o compartimento em que o boi vai a nocaute: “Quando a comporta se abre, os outros podem ver todo o trabalho no abatedouro.”

Antônio Ricardo Sechis está de mudança para um novo frigorífico, em Fernandópolis, bem mais perto de Nhandeara.

Lá, as coisas devem ser feitas ao seu modo.

A música na antessala será a mesma dos currais. Uma curva estratégica vai impedir que a fila de bois antecipe o seu destino.

Com essa estrutura, o criador pretende passar a produzir também embutidos de carne bovina.

Além de iguarias improváveis, como patê de fígado e gordura para o uso em confeitaria.

Durante o abate em Ipuã, o pecuarista manteve o olhar fixo na planilha com as informações de cada bovino.

“Nunca matei um animal na minha vida”, diz ele, que tem 25 bichos de estimação – 18 cachorros e sete gatos – no sítio em Nhandeara e em Brasília, onde mora a maior parte do tempo.

“Uma ou outra galinha, para a minha mãe”, corrige logo depois.

Pode parecer contraditório, mas Sechis busca conciliar o amor pelos animais com a atividade de mercador de carne bovina.

Todo o manejo de seu rebanho converge para a morte indolor – e, acima de tudo, inesperada – dos bois e vacas.

“Eles morrem no auge da forma física. Pensam que vão tomar uma vacina e, de repente, bum! Tudo acaba”, comenta.

“Eu gostaria de morrer assim.”

FONTE: exame.abril

28 de fevereiro de 2017

Consumo de carne despenca nos EUA

Muito bom saber que o mundo está se conscientizando embora no Brasil continue o desmatamento desenfreado para criação de gado.....
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400 MILHÕES DE ANIMAIS DEIXARAM DE SER ABATIDOS EM 2014
Segundo relatórios do Comitê Consultivo “Dietary Guidelines” dos EUA, não há consenso generalizado de que todos deveriam ter uma alimentação baseada em vegetais.

Onde há menos consenso, no entanto, é a forma de efetuar a mudança. Enquanto muitos veganos acreditam nas campanhas do tipo “segunda-feira sem carne” e “outras” de corte de consumo de carnes, não sejam o suficiente para uma mudança

25 de janeiro de 2017

Uma discussão: como alimentaremos alguns animais quando o mundo se tornar vegano?

Noutro dia li algo que me assustou e que fez com que eu escrevesse esta postagem. A tendência do veganismo de levar as pessoas a pararem de comer carne vai produzir a morte de centenas de espécies animal. 

Dizia a reportagem que em 2050 o consumo de carne seria de apenas 10% a continuar a tendência mundial de parar de comer carne. Daí eles questionam sobre o que os cães e gatos vão comer.... O que os animais em santuários ou zoológicos vão comer?

Fiquei motivada a trazer esta discussão, embora tivesse lido, também, que já existe algumas pesquisas para usar

25 de agosto de 2016

Governo chinês planeja cortar 50% do consumo de carne no país

A notícia foi vinculada em junho  e parece que o governo está mesmo disposto embora ainda esteja interessado na nossa carne de jumento. Enfim..... 
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De acordo com matéria divulgada no The Guardian, o governo chinês planeja cortar 50% do consumo de carne no país. Apesar de a motivação não ser o sofrimento animal e sim promover uma redução drástica na emissão de

9 de agosto de 2016

Outro bom motivo para comer menos carne

Estou sendo fiel ao título da matéria, mas, por mim seria "Outro motivo para parar de comer carne", né não?
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Todas as recentes pandemias de gripe foram transmitidas aos humanos por animais domesticados para consumo

Nos últimos dez anos, muitas organizações vêm recomendando uma redução coletiva no consumo de carne como forma de desacelerar o aquecimento global, já que a pecuária é uma das principais emissoras de gases do efeito estufa. Mas o clima não é o único motivo para apoiar o cerco ao churrasco. Segundo novos estudos, a redução no consumo de carne pode afastar outra

4 de agosto de 2016

EUA: 100 médicos levam faixa para a frente da Casa Branca e pedem o fim do consumo de carne

Isto é incrível!!!! maravilhoso!!!!!!! esta é a unica saída que temos!!!! educar é fazer pensar!!!!
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Médicos incentivando a alimentação sem nada de origem animal.

O médico norte-americano Dr. Neal Barnard, presidente do Physicians Committee for Responsible Medicine (Comitê de Médicos por Uma Medicina Responsável), levou 100 colegas de profissão à Casa Branca, em Washington (EUA), no último sábado (30).

31 de maio de 2016

Se pensam e sentem, devemos comê-los?

Pois é..... devemos?
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Autores como Safran Foer e Franz-Olivier Giesbert encabeçam o debate sobre o consumo de carne

Comer Animais é o título do livro em que Jonathan Safran Foer justificava a adoção de uma dieta vegetariana. O ensaio provocou muitas críticas, que iam do colérico ao irônico, mas é indubitável que contribuiu para impulsionar uma reflexão global sobre a alimentação

30 de maio de 2016

Em abril a Friboi lançou a plataforma Academia da Carne...

ATUALIZAÇÃO em 07/06//16:
Todo dia leio uma notícia a respeito. Olha só: Queda no consumo per capita de carnes preocupa setor de proteína animal
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Faz dias que estou vendo comerciais sobre a "Academia da carne" da Friboi. Ontem fui fuçar.... Cai p´ra trás!!!!!! o projeto tem a Globo como parceira e todos os comerciais estão vinculados a todos os canais de comunicação do grupo (TV, radio e jornal), incluindo o site Globo.com.  

O Vista-se, na ocasião do lançamento, fez uma ótima matéria. Só li agora.

Agora, me diz de onde vem este dinheiro todo porque o consumo de carne vem diminuindo significativamente, segundo dados oficiais e noticiado pela imprensa. Acho que estão fazendo uma jogada desesperadora. Pena que o promotor Sergio Moro vai demorar chegar até o envolvimento de políticos com a Friboi, pois, ainda vai puxar Odebrest, BNDES e outros mais..... CLIQUEM AQUI para ver o site poderoso e vejam o vídeo de lançamento. Alô veganos amigos, temos como fazer alguma coisa?


Publicado em 5 de abr de 2016 
Projeto de branded content, feito em parceria com ID, Globo e Lew'Lara/TBWA, é o maior investimento de marketing da marca em 2016 e espera alcançar mais de 130 milhões de consumidores.

Um dos comerciais: Academia da Carne - Guga Rocha  e a Ana Maria Braga é embaixadora da Academia. Aproveito para lembrar do Evento em São Paulo mostra como se produz "carne de qualidade"

26 de janeiro de 2016

Série coloca pessoas em matadouro para criticar o consumo de carne

Muito bom.... vai ver o que é bom para os dentes, cambada!!!!!!
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De acordo com a Sociedade Mundial de Proteção Animal, o “Abate Humanitário” pode ser definido como o conjunto de procedimentos que garantem o bem-estar dos animais na operação de sangria no matadouro-frigorífico. É uma maneira de tentar convencer os consumidores de carne que aquele alimento não resulta de nenhum processo cruel na hora do abate dos animais.

Não é nisso que o fotógrafo paulista

12 de janeiro de 2016

Mercado não é problema para o criador de cordeiro

Estou publicando esta matéria para que reparem que os criadores de boi para abate estão diversificando por conta da queda da venda de carne no mercado interno. Sempre chamo atenção aqui no blog para a questão do consumo de outros animais que devem ser combatido por todos nós.... Passa batido o consumo de cavalos, jumentos, cordeiros, bode, etc.....
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Consumo cresce no país, que não consegue atender a demanda. Por isso, mais de 70% da carne é importada

A oferta de carne de cordeiro tem sido muito menor do que a procura. Em 2015, mais de 70% do produto consumido no país teve de ser importado. Essa lacuna está deixando muitos produtores de olho nesse setor.

O criador Luiz Natal Zandoná viu nas ovelhas uma oportunidade de aumentar a renda da família utilizando uma área pequena da

24 de dezembro de 2015

“Açougues” veganos oferecem alternativas vegetais e sem crueldade

A pedida ideal para a ceia de natal, né mesmo?
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Com o crescimento do veganismo no mundo, ativistas de direitos animais têm revolucionado a gastronomia. Em buscas de alternativas à carne, vegetarianos adaptam suas receitas favoritas em versões sem crueldade.

Kale Walch, co-fundador do Herbivorous Butcher, explicou ao Eater que o “açougue” vegano traz versões de produtos, como bacon, carne, salsichas, feitos à base de vegetais.

“Tivemos um grande estande na feira em Minnesota (nos Estados Unidos) este ano, onde distribuímos amostras de alguns dos nossos produtos mais populares”, disse Walch. “Algumas das pessoas que pareciam ser mais adversos a ideia (do veganismo), chegaram até nós e nos disseram: ‘eu posso fazer isso’.”

21 de dezembro de 2015

2 de dezembro de 2015

Cientistas prometem que carne sem morte animal estará no mercado em 2018

Ô, meu Deus!!!!! me mantem viva até lá? imaginem a paulada que será isto para os exploradores de animais? 
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Para quem defende os diretos dos seres vivos ou é vegetariano e vegano, essa inovação pode parecer bastante interessante. Muitas pessoas já sabem e já foram tocadas com vídeos e matérias que mostram o quão cruéis e nada éticos são os locais que cultivam e matam bois, frangos e porcos.

E, mesmo com o instinto forte pelo churrasco ou o hambúrguer de cada dia, é impossível não

27 de dezembro de 2014

Criação de animais para consumo humano traz grande impacto ao planeta

Pior que já falamos isto há milênios e parece que as pessoas ficam anestesiados contra esta realidade..... Todos ficam sabendo, mas, uma pequena parte da população reage...... O que humanos estão esperando mais? que chova canivetes para todos morrerem furados? só falta isto mesmo.....
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Pecuária está entre as atividades humanas mais agressivas.

Em novembro de 2014, a FAO/ONU (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura) publicou um importante relatório, intitulado World Livestock 2013: Changing Disease Landscapes ou Pecuária Mundial 2013: Mudando o Panorama das Doenças.

O grande destaque da publicação é a mudança no quadro geral de incidência e prevalência de doenças nos seres humanos ao redor do planeta, em virtude de fatores como o aumento da população, a expansão agrícola e a formação de

1 de dezembro de 2014

Criação intensiva de animais para consumo de carne tem impactos no meio ambiente e na saúde do consumidor

Falo isto há mais de 20 anos quando fazia meus programas de rádio.... pior é que é difícil fazer as pessoas entenderem e PARAREM DE CONSUMIR CARNE.... Elas deveriam ser questionar: querem morrer? continuam comendo carne e destruindo o planeta que, aliás, não tem mais jeito.....
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Gasto de água, liberação de gases estufa, aditivos nocivos e muitos outros. Confira

O Brasil é o maior exportador de carne bovina e de frango e o quarto maior de carne suína. O mercado interno também não para de crescer. Essas notícias parecem boas para os produtores, mas e para nós, os consumidores? Uma demanda tão grande de carne traz consequências, desde a construção da fazenda até o nosso estômago. Entenda:

Como funciona?
Para aumentar a produção, os criadores procuram implantar o sistema intensivo ou de confinamento, colocando o maior número de animais no menor espaço possível e por

21 de julho de 2014

Ativistas protestam seminus contra consumo de carne em Praga

Manifestação muito legal... perfeita!!!!
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Performance foi feita em calçada de Praga, na República Tcheca (Foto: AP Photo/CTK, Vit Simanek)Performance fez parte de evento contra exploração dos animais.
Manifestantes representaram pedaços de carne embalada.

Ativistas pelo direito dos animais protestaram, nesta sexta-feira (18), contra o consumo de carne em uma calçada em Praga, na República Tcheca. Seminus, eles fizeram uma performance em que representaram pedaços de carne embalada como a que é vendida no supermercado.

A performance fez parte de um evento que reuniu 269 movimentos internacionais contra a exploração de animais chamado "Animal is no commodity", ou "Animal não é mercadoria".

FONTE: G1

15 de outubro de 2013

Para protestar contra a indústria da carne - genial!!!!!

Genial!!!!! muito bom!!!!!!!!!!! quando eu falo que só a educação vai fazer a diferença, é por causa disto..... Um artista britânico chamado Banksy, resolveu a protestar mostrando animais de consumo sendo transportando para abatedouros e matadouros. O caminhão percorrerá várias cidades americanas. A reação do povo é rir e tem uma criança que abre um berreiro. Mas, eu creio que a mensagem fica e é reflexiva..... O vídeo já tem quase 3 milhões de visualizações....

16 de outubro de 2012

Toxoplasmose é disseminada no Brasil, diz pesquisadora




Jornalista mal informado é um problema... A tendência é sempre para o pior. A matéria até que está razoável, mas, o título acima que ele deu, deveria ser: "Toxoplasmose é disseminada no Brasil, por causa da alimentação com carne do boi". Aliás, a pesquisa foi feita com este motivo. Dá uma lida:





"Rio de Janeiro – Um em cada dois brasileiros já teve contato com a toxoplasmose e apresenta sorologia positiva para a doença, causada por um protozoário (Toxoplasma gondii) que se reproduz no sistema digestivo dos felinos e que pode provocar cegueira, abortamentos e levar até a morte.