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04/09/2017

Em uma semana, segundo gato é atingido por tiro no mesmo condomínio

A gente se dá conta que as pessoas sentem prazer em ser cruel com os animais.... Muito triste!!!
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Dessa vez, uma gata de quatro meses foi morta com um disparo que atingiu a barriga
Uma gata de apenas quatro meses de vida, do professor Edmílson Tessarini, morador do Condomínio Piemonte, no Jardim Imperador, em Araraquara, foi morta por um tiro, provavelmente com arma de pressão. O animal foi encontrado em um jardim na frente do condomínio na manhã deste domingo (3).

A família registrou um boletim de ocorrência no plantão policial e acredita que o animal tenha sido ferido do lado de dentro e depois colocado para fora.

A gata foi adotada pela família no dia anterior na Feirinha do Parque Infantil, já que outro gato seu havia sido atropelado dias antes. Ela acabou fugindo na primeira noite na casa nova e, quando foi achada, já sem vida, por vizinhas.

Esse é o segundo caso semelhante que acontece dentro ou ao lado do mesmo condomínio. Na terça-feira (29), outra gata também foi alvejada por um tiro de arma de pressão dentro do condomínio.

Ambos os casos foram registrados como maus-tratos a animais e, agora, a polícia investiga os casos e busca o autor dos crimes, que pode gerar até detenção. As duas famílias esperam que quem estiver fazendo isso seja punido.

Fonte: A Cidade On

06/06/2017

Cachorro idoso de 38 quilos ganha na Justiça direito de permanecer em condomínio de luxo

Muito bom!!!!!
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A relação do homem com os animais, principalmente os cachorros, é intensa. O convívio em ambientes coletivos, ou de pouco espaço, é uma realidade para quem não quer abrir mão do carinho e da convivência com gatos, cachorros, pássaros e tantas outras espécies.

Mas esse compartilhamento de espaço nem sempre é harmonioso, pois nem todos nos grupos sociais concordam em dividir o espaço com animais - o que, muitas vezes, faz a questão ir parar na Justiça.

No dia 30 de maio, a 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) impediu o luxuoso Condomínio Porto Busca Vida Resort Residence, em Camaçari, a não aplicar nenhuma multa a um proprietário de cachorro da raça dobermann, ou adotar qualquer medida contra a permanência do animal na área coletiva condomínio. A relatora do processo, desembargadora Maria da Graça, deferiu uma liminar contra a aplicação de sanções por conta do animal, que pesa 38 quilos e já tem oito anos de vida, sendo considerado um cão idoso.

Caso o condomínio não cumpra a decisão, será aplicada uma multa diária de R$ 500. O proprietário do cachorro ajuizou a ação, com pedido de reparação por danos morais, para reconhecer seu direito de ficar com o cão. No pedido, disse que cumpre com suas obrigações condominiais, pagando as taxas e respeitando as regras de convivência.

Em novembro de 2016, ele foi notificado para retirar o animal da unidade habitacional, no prazo de 72 horas, sob pena de multa. Salientou que na convenção estão estipuladas algumas raças proibidas, e alegou abusividade da norma, por não haver qualquer fundamentação objetiva. Na decisão, a desembargadora pontuou que o animal “não causa incômodo ou perturbação e não atenta contra a higiene, barulho ou segurança aos demais condôminos”.

Em outro trecho, afirmou: “Não se extrai dessa cláusula restritiva do Regulamento Interno que o simples enquadramento do animal na categoria de grande porte já o torne automaticamente insuscetível de ser integrado à dinâmica social do condomínio”. Ponderou que, se houvesse riscos à segurança, era necessário por parte do condomínio apresentar provas. “Realmente, na linha do que comprovado neste recurso, não se constata do produzido nos autos um risco potencial ou concreto que torne insustentável a permanência do cão naquele local. Logo, é evidente que não estão demonstrados a ferocidade do animal e problemas de segurança. Soma-se a isso que restou comprovado que o cão da raça dobermann pesa 38kg, nascido em 02/08/2008, possuindo oito anos de idade, sendo considerado idoso.

Tal condição, aliada a nenhuma notícia de haver o mesmo produzido qualquer situação de risco durante a sua estadia no condomínio, desnatura, em princípio, qualquer tese de risco à segurança”, diz trecho do voto. “Diga-se mais, que a genérica interpretação de que alguma raça de cachorro, por ser de maior porte, possa trazer maior risco que outra, fere frontalmente à lógica formal. É certo que mesmo um diminuto Pinscher, cão de pequeno porte com temperamento agitado, bem pode provocar a queda de um idoso ou morder uma criança. Afastar um cão de criação de seu dono, após nove anos de convivência, com base unicamente em preconceito contra a raça dobermann, seria um gesto de extrema insensibilidade, senão de manifesta crueldade”. Maria da Graça ressalta que, caso haja provas, uma nova decisão no sentido de impedir a permanência do cachorro poderá ser proferida.

A advogada Stéphanie Nery, especialista em direito condominial, afirma que a convivência entre condôminos é regulamentada por um regimento interno, mas que o bom-senso deve prevalecer sempre, em todos os casos. Ao Bahia Notícias, ela diz que a permanência de animais em unidades habitacionais é motivo de polêmica, desconforto, e diz haver dois pontos a serem observados. “Existem pessoas que não gostam de animais e pessoas que gostam.

Atualmente, vivemos em uma sociedade com condôminos novos, casal jovem, por exemplo, que não tem filhos, mas tem um cachorro que tratam como se filho fosse. Para aqueles que não gostam de animal, qualquer latido se torna um problema. E tem aqueles que, por acharem que os cachorros são filhos, também, de forma exagerada, querem que esse cachorro participe de tudo e esteja presente em todos ambientes”. A advogada afirma que a convenção é criada pelos próprios proprietários dos imóveis. As regras podem ser modificadas com o tempo.

Nesta questão da permanência de animais, o direito da coletividade acaba se sobrepondo, em tese, ao direito individual. “O que se leva em consideração é o direito à propriedade desse indivíduo e, principalmente, se esse animal não gera um problema no condomínio, como para segurança. Se o animal não gera nenhum risco, ainda que haja uma norma proibindo, essa norma vai continuar valendo.

Mas no caso concreto, vai ser relativizada para que esse animal possa permanecer no imóvel”, pondera Stephanie, completando: “Se for uma gestante, com gravidez de risco, isso pode ser relativizado, pois ela não poderá segurar o animal, o tempo todo, para andar com ele em áreas comuns”. “O que a gente sempre orienta nas assembleias é que haja o bom senso. Você não vai permitir que o animal trafegue na área da piscina por conta de pelo, por risco de interferir na saúde dos demais condôminos. O que se tem que estabelecer são regras que possam permitir o bom convívio”, reflete.

FONTE: Bahia Notícias

29/04/2017

Protetora de animais teme perder 100 bichos após ser denunciada - Brasília - DF

Olha gente, eu não conheço a protetora em questão, mas, seria bom seus conhecidos endossarem o pedido dela que parece ser justo.
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Deuzenice Matos foi notificada pela direção do condomínio em que mora, em Sobradinho, por perturbação da ordem causada pelos cães e gatos

Responsável pela criação de 100 animais em sua residência, a protetora Deuzenice Matos teme que os bichos sejam sacrificados após sofrer denúncia anônima de uma das moradoras do condomínio em que vive, o Serra Azul, no Setor de Mansões de Sobradinho.

A reclamação da moradora que a denunciou é sobre o barulho que os animais fazem durante o dia. Deuzenice foi notificada pela direção do condomínio e luta para que os cães e os gatos, quase em sua totalidade com algum dano físico ou mental, não sejam sacrificados. “Estou abalada e sem rumo. Espero conseguir resolver logo essa situação. Tenho fé disso”, comenta Deuzenice.

A protetora luta para arrecadar fundos e transferir toda a família de bichos para uma chácara na Fercal, em um espaço maior do que o atual. De um total de R$ 130 mil necessários para comprar a chácara, já adaptada para receber os animais, ela precisa arrecadar R$ 50 mil. Amigos de Deuzenice criaram uma página para angariar fundos.

No Distrito Federal, não existe uma lei específica que limite o número de animais criados em residências. O Centro de Controle de Zoonoses, no entanto, age para encontrar bichos em situações de maus-tratos, encaminhá-los para a adoção, identificar os contaminados com leishmaniose e também sacrificá-los, quando necessário.

De acordo com Deuzenice, os animais estão castrados e são vacinados regularmente. Ela diz gastar mensalmente entre R$ 15 mil e 20 mil para cuidar dos bichinhos, com ração, fraldas e demais itens. Caso consiga o abrigo, ela promete dar o nome para o lar de “Recanto dos Anjos de Pelos e Patas”.

Até a última atualização dessa matéria, a reportagem não havia localizado os responsáveis pelo condomínio para comentar a notificação.

Conhecer o limite
Diretora-geral do ProAnima, ONG pró-direitos dos animais, Valéria Sokal acredita que o bom senso deve ser levado em conta. “É importante conhecer seu limite financeiro, de tempo e psicológico. Acredito que o número de 100 animais é alto. Adotar mais animais não ajuda, acaba piorando a situação deles”, explica.

Vejam o depoimento desesperador da protetora no vídeo abaixo:

Fonte: Metrópolis

16/02/2017

Condomínios não podem proibir animais domésticos

É tão bom ver matérias do gênero!!!! lutamos tanto para que os srs. advogados se mancassem disto....
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Publicado em 15 de fev de 2017  - Juiz Henrique Teixeira explica que Constituição Federal garante o direito de criar cães e gatos em apartamentos.

16/09/2016

Cobra de 5 metros é resgatada em condomínio na Zona Oeste de Manaus

Gente, olha que baitona!!!!! e nós continuamos invadindo o espaço destes animais......
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Polícia diz que Sucuri não apresentava ferimentos. 
Após resgate, cobra foi solta em uma área de floresta na capital.

Uma cobra de aproximadamente cinco metros foi encontrada na tarde deste sábado (10) em um condomínio residencial localizado no bairro Dom Pedro, na Zona Oeste de Manaus. A Polícia Militar (PM) foi acionada para resgatar o réptil. Segundo a PM, o animal não apresentava ferimentos.

O Batalhão de Policiamento Ambiental (BPAmb)

23/05/2016

Moradores de condomínio no interior de São Paulo adotam veado como 'animal de estimação'

É um bicho bonitinho mesmo, não?
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Bambi, como ficou conhecido entre os moradores, apareceu no condomínio há cerca de seis meses e despertou a paixão de todos. Mansinho, curioso e muito guloso, ele se acostumou com as pessoas e as regalias que tem no local. Agora, o bichinho selvagem, é tratado como um animalzinho de estimação.


20/02/2016

Docinho - Cachorrinha está sendo ameaçada de ser expulsa de condomínio em MG.

O Blog Esquadrão Pet fez uma excelente postagem sobre o caso. Um absurdo mesmo!!!!! Veja aí:
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Essa é a Docinho. Pequena criatura peluda doce e indefesa que está correndo o risco de ter sua vidinha virada do avesso por uma série de equívocos típicos de um país onde alguns se sentem mais importantes que outros.
Pelo olhar já dá para saber que não se trata de nenhuma fera perigosa. Então como explicar que uma juiza deu ganho de causa para quem está pedindo sua retirada de um condomínio na cidade de Santa Luzia em Minas Gerais?

O que há de errado com este caso que nos parece surreal e que causa tanta indignação?

02/11/2015

Secovi faz encontro de síndicos para tratar da convivência pacífica entre vizinhos com pet

Achei a iniciativa super interessante.... é isto mesmo... entendimento e habilidade de lidar com os problemas. Mas, gostei muito do que a síndica de um prédio falou: o problema não é o cachorro mas o dono dos cachorros. Olha, eu morei na Av. Osvaldo Cruz e tive 19 cães no apartamento. Nunca recebi uma reclamação e morei lá por 5 anos.
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video

20/01/2014

Animais em condomínios: regras específicas evitam brigas na Justiça

A coisa é muito simples, mas, a convivência entre humanos é problemática....
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Foto Ilustrativa - Google
A manutenção de animais em condomínios é uma das grandes causas de discórdias e brigas entre síndicos e condôminos. Porém, ter animais dentro de uma unidade é exercício do direito de propriedade garantido pelo artigo 1.228 do Código Civil, e a restrição pela administração condominial pode resultar em medidas judiciais. Foi o que aconteceu recentemente com um condomínio em Brasília, condenado pelo 1º Juizado Especial Cível do Distrito Federal a devolver para uma moradora o valor referente à multa cobrada em virtude da criação de um gato no imóvel.

O limite ao exercício do direito de propriedade é o respeito ao direito alheio e

27/11/2013

Capivara é resgatada após entrar em condomínio no Rio

Aqui no Rio tem é capivara.... só espero que não apareça um bobalhão 
que nem em Campinas, lembram?


Uma capivara entrou em um condomínio na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, e despertou a

28/09/2013

Animais x condomínios: regras rígidas causam atritos entre moradores

Hoje em dia - Rede Record - 27/09/13

Viver em "comunidade" não é tarefa fácil para muitas pessoas. No caso dos animais também não é diferente, alguns bichos de estimação podem ter dificuldades de convivência, por isso, regras são criadas dentro dos condomínios.

29/07/2013

Mulher é condenada por registrar falsos boletins de ocorrência - SC

Troço complicado....sinceramente, é preciso muito cuidado com a apresentação das provas.... olha a encrenca que dá.... que sirva de exemplo ....
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Os desembargadores da 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Santa Catarina mantiveram condenação de mulher que registrou falsos boletins de ocorrência contra um vizinho. Ela afirmava que ele a ameaçava por causa de seus gatos. Para os julgadores, ficou comprovado que o objetivo da ação foi ver pessoa inocente ser injustamente processada, ocasionando a movimentação desnecessária da Justiça.

Os desentendimentos entre os condôminos ocorreram em razão dos gatos que habitavam o condomínio. A vítima, na ocasião, síndico do prédio, alegava que

26/07/2013

Punições possíveis para donos de animais

O que fazer para evitar conflitos com donos de animais de estimação

A regra é clara e os cães, ou outros animais de estimação, não podem interferir no sossego, saúde ou segurança dos moradores vizinhos. Caso haja problemas que firam o regulamento interno, o dono do animal pode ser multado.

O sossego, em geral, é o primeiro a ser perturbado, com latidos excessivos e/ou barulhos constantes. Mas desrespeirtos às normas estabelecidas, como circular com o animal nas áreas comuns, também são muito comuns e devem ser reprimidos.

Nesses casos, o ideal é primeiro conversar com o morador proprietário do animal. Depois com o síndico – ele pode colaborar no diálogo. A administradora também pode ser acionada para ajudar a solucionar o caso.

Não havendo solução amigável e a infração sendo comprovada (de preferência com provas concretas), o

28/02/2013

Flagrante de maus-tratos a gatos em condomínio de Guarujá - SP




Publicado em 25/02/2013
Um flagrante de violência contra animais foi registrado em um condomínio de Guarujá, no litoral de São Paulo. Moradores incomodados com a presença de gatos na área comum do residencial resolveram se livrar dos animais. O grupo só não sabia que toda a ação estava sendo gravada por câmeras de monitoramento.
As imagens são fortes. No vídeo é possível ver um grupo de três pessoas capturando um gato. Em uma das cenas, um agressor aparece com um dos bichos pendurado pelo pescoço com uma corda, enquanto tenta colocá-lo em uma lixeira. Depois de pegar os gatos, o grupo sai de carro com os animais capturados.
A denúncia foi feita por Valmir Afonso, morador do condomínio no bairro Enseada e dono de dois dos três gatos que sumiram. Ele diz que tinha quatro gatos e que não é proibido ter animais de estimação no condomínio. "Ocorre que gatos de rua também frequentam o local e isso estava incomodando alguns moradores. Houve até uma reunião entre os condôminos, no ano passado, onde foi resolvido que eles tentariam levar o bichos sem dono para alguma instituição. Eu estava no encontro e concordei com a iniciativa, mas o que eles fizeram não foi o combinado", explica.

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