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12/11/2017

Por que os cachorros seguem seus tutores


Que maravilha!!!! como cachorra mor da casa, a galera anda toda nos meus pés..... kakakaka.... muito legal!!!!
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Os tutores são vistos pelos cães como o alfa da matilha, pois são eles que oferecem segurança, abrigo, carinho e alimentação para os animais


21/08/2017

Quadro com cachorro no É de Casa, divide opiniões na web

Faz tempo que acho que está havendo um certo exagero nestes casos..... eu hein... Assista o programa aqui.
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O programa É de Casa deste sábado (19), exibiu uma matéria sobre o comportamento animal com o especialista Alexandre Rossi, que conversou com Ana Furtado, e falou sobre cães agressivos. No mesmo quadro, lhe foi apresentado Duque, um cão vira-lata que se se torna agressivo ao avistar outros cães machos quando passeia na rua com sua dona, Vera.

Duque foi então exposto a seu inimigo, um outro cão que mora na mesma rua que ele, e ficou visivelmente nervoso diante das câmeras, deixando sua dona também nervosa. “Eu que estava gravando fiquei muito tensa, eu fiquei super preocupada. Eu não queria expor o seu cachorro a esse tipo de situação só para gente registrar“, disse Ana Furtado a Vera, deixando claro que a dona do cachorro permitiu participar do quadro para alertar outros donos de animais.

“Só lembrando que aqui nós estamos cercados de segurança, né? Tem outra guia aqui. Um acidente pode acontecer, mas a gente está o mais preparado possível para resolver rapidamente se acontecer“, explicou Ana ao público, ao promover o reencontro ao vivo entre Duque e seu inimigo. Nas redes sociais, os telespectadores repudiaram a atração, e acusaram o programa de estar expondo desnecessariamente o cachorro a uma situação de estresse.

- Péssimo! Mudei de canal na hr, desnecessário expôr os cães a um nível de stress daquele! Respeitem os animais #EDeCasa #AnimalNãoÉBoneco — camilinha. (@fazendocamilice) 19 de agosto de 2017

- Pra quê expor o cachorro a tanto stress??? Já filmaram a reação dele na gravação e agora essa palhaçada de novo… #EDeCasa — Helton Coelho (@HeltonCoelho) 19 de agosto de 2017 #EDeCasa 

- Não tô gostando nem um pouco dessa “brincadeira” de arriscar o pescoço de outro cachorro com essa mulher segurando .. — alexandre carvalho (@alex3555) 19 de agosto de 2017 

- Deixem esse cachorro em paz por favor! #EDeCasa — 🅴 (@edoofre) 19 de agosto de 2017


Fonte: Boa Informação

19/06/2017

Observe a cauda do seu cão e saiba o que ele está sentindo

Estes artigos são interessantes para o grande público.
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Se você tem um cachorro, então já sabe que eles têm um grande caráter e personalidade, mas temos certeza que você não sabia a linguagem da cauda que mostram o que estão sentindo! Os cães se comunicam e demonstram o que sentem através da linguagem corporal, e sua cauda é a parte mais expressiva do corpo deles. Você pode saber se o seu animal te ama apenas observando sua linguagem corporal diária, mas quando se trata de avaliar os outros momentos da vida, observar a cauda ajuda muito. Isso é especialmente útil quando se trata de conhecer pessoas novas e seus cachorros. Se o seu cão não está gostando da interação, pode ver isso em sua cauda muito antes de começar a latir. Ao olhar para a cauda do seu animal, você também pode dizer se ele está com medo, feliz, envergonhado ou cansado. Descubra abaixo.

Animado
Se a cauda do seu cão está arrebitada, significa que ele está alegre. Essa postura da cauda indica que ele está confiante e no controle. Isso é ótimo para a autoestima do animal, mas também pode significar que ele está considerando mostrar a outro cachorro, ou ao ser humano, quem é o chefe. Cuidado com qualquer comportamento intimidante, mas, de outra forma, incentive-o.


Reta e para trás
Se a cauda do seu cão estiver reta e para trás, fique atento para ver se há algo ou alguém estranho. Esta postura indica que ele está se sentindo muito cauteloso e incerto. Isso pode acontecer quando ele ouve um ruído inesperado durante a noite, ou se ele vê alguém que não tem muita certeza quem é. Quando isso acontece, dê ao seu cão espaço e tempo necessário para descobrir o que preocupa seu animal.

Movimento ligeiro
Um leve balanço pode comunicar algumas coisas diferentes. Em algumas situações, pode significar uma aprovação cautelosa, como se o seu cão estivesse decidindo se ele gosta ou não do novo brinquedo. No entanto, se o seu cão está encontrando alguém pela primeira vez, isso indica que está ansioso sobre a posição dessa pessoa. Ele não tem certeza se deve agir de forma submissa ou tentar ser o alfa, e isso o deixa meio nervoso. Dê ao seu animal alguma tranquilidade e amor para ajudar a aumentar a autoestima, e o separe de qualquer outro cachorro ou visitante, até que sua cauda comece a mexer novamente.

Balançando constantemente
Este é um movimento do qual você não precisa se preocupar. Se o seu cão está balançando a cauda constantemente e em movimentos até rápidos, significa que ele está extremamente feliz. Este gesto pode ser acompanhado de pulos e lambidas.

Cauda para cima
Se a cauda do seu cão estiver apontada para cima, preste atenção. Algo o está assustando e, também pode ser um sinal de que ele está considerando atacar algo ou alguém. Aproxime-se do seu animal e tente acalmá-lo até que essa posição da cauda mude.

Entre as pernas
Se o seu cão estiver com uma aparência melancólica e com a cauda entre as pernas, verifique a área ao redor para ver se ele aprontou algo. Este movimento é um indicador clássico de que seu cachorro se sente triste e envergonhado. Um cão pode exibir esse comportamento se eles fizeram algo ruim, como ter sujado o tapete ou rasgar seus chinelos favoritos.

Relaxada
Este é um outro sinal de contentamento do seu animalzinho. Se a cauda está nessa posição, significa felicidade e bem-estar. Pode estar assim justamente naquele momento em que ele está perto de você no sofá, ou confiando em todos ao redor.


Cauda e cabeça para baixo
Se o seu cachorro estiver nessa posição, significa que ele está se sentindo triste e um pouco submisso. Pode se dizer que esta é a última postura “beta” do animal. Ele quer mostrar que sabe que você é o dono, mas por outro lado também pode indicar que ele talvez esteja com medo de você. Alguns animais são mais sensíveis a críticas e broncas, portanto, se ele fizer essa postura com frequência, talvez seja o momento de abrandar a forma como fala com seu cãozinho.

FONTE: tudoporemail

15/05/2017

Alexandre Rossi: "Já ensinei um morcego a voar e gatos a descer de árvores"

Tenho um cachorro igualzinho à Estopinha... Tem um gênio insuportável e morde a vontade.... completamente perturbado.... E para quem gosta dos dois aí ao lado, o artigo está bonzinho mesmo.....
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Ele é pai de Estopinha, 8, uma adorável vira-lata que é sensação nas redes sociais. Expert em comportamento animal, o zootecnista Alexandre Rossi, o Dr. Pet, 43, ficou famoso em programas de televisão, na rádio e na internet. E ele não adestra só cachorros, não: peixes, morcegos, coelhos, hamsters e gatos também já foram seus "pacientes".

O amor de Alexandre pelos animais vem desde criança. Aos 6 anos, ele treinou os peixes que tinha em um aquário a passar por argolas e tocar pequenos sinos na hora de comer. Durante a infância, o fascínio pelos animais esteve sempre ali. "Nas fotos com os meus irmãos, vejo que é muito engraçado... As crianças todas brincando e eu olhando para uma taturana ou formigas", conta.

Isso se refletiu na escolha da faculdade. Ao entrar em Zootecnia na USP (Universidade de São Paulo), ele pensava que poderia trabalhar com algo de que gostasse e ter boas chances no mercado. Para ele, seu futuro estaria em uma grande empresa ou entidade que atuasse com a reintrodução de animais em seu habitat natural. "Brinco até que as pessoas escolheram por mim o que eu deveria fazer e elas acabaram escolhendo o que eu amo. Mas eu achava que eu nunca conseguiria, que não daria certo. Não considerava uma opção válida transformar o meu hobby numa profissão", diz.

Morcego e gatos
Depois da faculdade, Alexandre se mudou para Queensland, na Austrália, para se especializar em comportamento animal. Quando estava lá, encarou um morcego raposa-voadora, o maior do mundo. O bicho era mantido em uma gaiola na casa de uma família australiana e depois de uma denúncia foi parar em um centro de reabilitação em que ele trabalhava como faxineiro, para ficar perto dos animais.

Ali estava sua primeira missão como comportamentalista. "Eu pensava: 'como vou fazer o morcego voar?' E ele andava e agarrava no meu braço. Mas aí ele me deu uma mordida, eu sacudi e ele caiu no chão. Nisso, abriu as asas. Então fiz uma espécie de poleiro numa balança. Quando ele sentia que estava na descida, abria um pouquinho as asas. Foi quase um comportamento simulado de queda para dar a ele o instinto de se segurar, batendo as asas. Com essa simulação, fui repetindo e aumentando, até que ele aprendeu a voar", conta.

Ainda na Austrália, ensinou gatos a descer de árvores. "Lá eles chamam uma espécie de bombeiro para esses casos. E quando ocorria mais de uma vez, alguns davam o meu cartão e diziam: 'olha, esse cara ensina o seu gato a descer de árvore'. E assim ensinei vários gatos, que não tiveram a experiência que deveriam ter tido com a mãe e com os irmãozinhos quando eram filhotes e ficavam presos. O truque era ensiná-los a descer de costas. Imagina que você vai descer umas dessas escadas encostadas na parede e tenta fazer isso de frente. O gato tenta, mas a unha dele, pelo formato, escorrega quando ele está de frente. Quando ele percebe que a unha funciona para se segurar quando está de costas, perde o medo", explica.

Tem de ter paciência
Superar desafios com os animais nem sempre é simples. Na primeira temporada do "Missão Pet", ele tentou reeducar Baruck, um labrador extremamente agressivo, que vivia em um abrigo temporário após ter sido resgatado passando fome em uma avenida de Osasco (SP). "Ele atacava pra valer. Foi uma superfrustração eu não ter conseguido, porque todo mundo quer adotar um labrador. Trabalhei com toda a intensidade, com pessoas me ajudando e não consegui fazer com que ele melhorasse. Fomos gravar a segunda temporada e eu disse: 'Quero ir com o Baruck, que significa abençoado em hebraico', mas foi outro fracasso. No final, o adotei e ele viveu comigo muito bem até o ano passado, quando morreu, porque já estava velhinho."

Para Alexandre, esse caso é um exemplo de como cuidar de alguns animais e conseguir melhora para o bem-estar de todos pede muita dedicação dos treinadores e tutores, tempo nem sempre suficiente para gravar um programa de televisão. "Os problemas de comportamento demandam esforço muito grande da família e, às vezes, isso muda o dia a dia dela. Não tem mágica. Com a edição, as pessoas não veem a dimensão do esforço, que algumas vezes demanda ainda mais tempo, como foi com o Baruck."

O bem-estar dos bichos é uma preocupação recorrente para ele. Por essa razão também decidiu estudar Medicina Veterinária, mesmo com a carreira estabelecida. "No curso, quero ver se dá para aprender usando menos animais ou diminuindo o sofrimento. O bem-estar do animal poderia ser muito mais levado em consideração. No dia a dia, você tem que conter o animal e fazer muita coisa contra a vontade dele e acaba tratando o bicho como vários sistemas que precisam de soluções fisiológicas e ignorando as questões psicológicas, o que pode causar desconforto, traumas e outros problemas", defende.

Fama e timidez
Autor de sete livros, Alexandre comanda um horário na rádio Jovem Pan e já esteve à frente do quadro Desafio Pet (no programa "Eliana", no SBT) e do programa "Missão Pet" (no canal por assinatura National Geographic e disponível pela Fox). Um de seus principais desafios é enfrentar a timidez.

"Até em festa de família eu fico com vergonha. E de repente eu me vejo com programa de rádio e programa de televisão. Até hoje é bastante esquisito para mim. Jamais tinha ideia de que isso tudo poderia acontecer. Sofro um pouco em algumas situações, mas elas são tão recompensadoras, que não posso reclamar. Recentemente, estava criando coragem para subir em um palco para dar uma palestra. Eu estava atrás de um carro, esperando o momento e pensando: 'agora eu vou', e me viram. Fiquei com tanta vergonha que não sabia o que fazer."

"It-dogs"
Encarar a fama pode até ser difícil para Alexandre, mas Estopinha, adotada em 2010, o ajuda muito nessa tarefa. Companheira fiel, a cadela se tornou uma celebridade que participa de eventos, tem canal no YouTube, quase 3 milhões de curtidas no Facebook e um perfil no Instagram com mais de 300 mil seguidores. "A gente fica impressionado com o poder dela. E o mais louco é que as pessoas entram tanto na brincadeira, que fazem como se os bichos delas também estivessem respondendo para ela."

O companheiro de Estopinha, o vira-lata Barthô, 3, também tem uma página no Facebook com quase 300 mil curtidas. Resgatado nas ruas de Botujuru (SP), o cachorro, apesar de muito bondoso e brincalhão, era muito ansioso e hiperativo, o que acabou dificultando a adoção. Foi assim que ele chegou à família Rossi, que no começo ofereceu ao animal um lar temporário, mas não resistiu a seus encantos.

"A gente arrumou alguns donos para ele. Um deles, uma pessoa que trabalha comigo, supercarinhosa, mas que depois de uma semana veio chorando devolvê-lo e dizendo que o amava, mas que ele era muito terrível. Outras duas pessoas que iam adotá-lo, desistiram. E aí a gente já estava muito apegado. Ele é um dos bichos mais bondosos que já conheci na minha vida", conta Alexandre.

FONTE: UOL

06/04/2017

Cachorro feliz com a chegada do dono

Achei a matéria muito bacaninha.... Tinha uma cadelinha que quando eu chegava, literalmente, desmaiava...... Era preciso pega-la imediatamente antes de desfalecer por completo..... Estes bichos maravilhosos e tão amados....
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Quem tem um cachorro pra chamar de seu sabe bem como é… Cada chegada em casa tende a ser uma verdadeira festa. Os cãezinhos costumam expressar toda sua alegria ao reencontrar seus donos e isso não é nenhuma novidade.

Mas o que muita gente não sabe é que parece existir uma explicação científica pra isso, que começa com a informação de que cães têm seu ancestral em comum com os lobos. E o que isso tem a ver com a euforia que fazem com nossa presença? É o que vamos te responder aqui…

Parentesco e semelhança com os lobos
O pesquisador, especialista em neurologia, Gregory Berns explica que uma das razões dos cachorros ficarem felizes ao nos reencontrarem é antiga, de milhares de anos atrás.

Segundo ele, os ancestrais que os cães têm em comum com os lobos passaram a ter comportamentos distintos, com o passar do tempo. Os que foram levados ao convívio com humanos eram os mais sociais entre os lobos e com a evolução teriam se tornado os cães de hoje, mais simpáticos e fofos.

Mesmo assim ele salienta que os cachorros ainda têm semelhanças com seus ‘parentes’ lobos na maneira de agir. Em um estudo comportamental, após serem separados e depois se reencontrarem, lobos apresentaram comportamentos de saudação fantásticos, onde abaixavam e lambiam uns aos outros. O que também vemos nos cães, mas de maneira mais delicada e sutil.

Como seu cãozinho tê vê
Já segundo o livro How dogs Love us o motivo de toda essa felicidade dos cães ao verem seus donos também pode ser explicado por esses animais considerarem seus donos como sua família, mesmo sabendo que nós pertencemos a outro grupo.

Os cachorros ainda são capazes de diferenciar os cheiros dos seus familiares e os de desconhecidos, e ao identificar o do seu dono não economizam na demonstração de felicidade e carinho.

Nesse mesmo trabalho, estudiosos observaram os cérebros dos cães utilizando ressonância magnética e sugeriram que os cães realmente amam os humanos próximos, não sendo apenas interesse pelo fornecimento de alimento.

Exatamente. Os cachorros parecem sentir emoções parecidas com as nossas, como a felicidade, e não conseguem lidar com a separação do dono. Pra eles não é natural um membro da família deixar o grupo e, por isso, festejam com toda intensidade quando nos veem novamente.

Esses estudiosos viram também que a felicidade que os cãezinhos sentem se assemelha muito a das crianças quando encontram seus pais, apenas diferindo na maneira mais espalhafatosa de demonstrar sua alegria por parte dos nossos amiguinhos de quatro patas.

Na verdade, a ciência já provou que o sentimento por seus donos é mais que amor, seria de completa devoção. Os pesquisadores concluíram, por exemplo, que os cachorros confiam mais nos seres humanos do que neles próprios, assim como fazem com afeto e proteção.

E não para por aí… Em outro estudo recente, realizado em Budapeste, cientistas observaram que os cãezinhos ainda processam os sons da nossa voz, identificando quando estamos felizes ou tristes, assim como nós sabemos diferenciar.

Isso salienta a semelhança que homens e cães parecem ter em relação aos seus sentimentos. Deve ser por isso que a comunicação entre as duas espécies vem sendo tão feliz há tanto tempo, não é mesmo?

Mas verdade seja dita, quem tem um cão em casa sabe que não é preciso nenhum estudo pra saber o tamanho do amor e da felicidade deles quando estão com a gente.

Basta chegar em casa e, pronto, temos a prova vida de que sentimento quando é verdadeiro não precisa ser dito em palavras, precisa ser sentido… e isso eles nos fazem sentir como ninguém.

Leiam mais no site: Adoro Cães.com.br

01/04/2017

O que significam as expressões dos gatos, segundo a ciência

Sei que todos nós temos gatos que falam, não?
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Expressões faciais felinas vão muito além da felicidade e da tristeza

Gatos são conhecidos por serem, digamos, menos simpáticos que cachorros. Um estudo realizado por cientistas da Universidade Lincoln, na Nova Zelândia, busca desmistificar essa ideia: segundo a pesquisa publicada no periódico Behavioural Processes, os felinos possuem expressões faciais das quais os humanos nem fazem ideia.

Para entender melhor o comportamento, os cientistas fizeram um experimento com 29 gatos domésticos de um abrigo de animais no Canadá. Eles utilizaram um software chamado CatFACS (Sistema de Códigos de Ação Facial) para detectar até as mínimas alterações nas expressões dos gatos em momentos nos quais não estavam interagindo com humanos. 

Os pesquisadores perceberam que as expressões felinas oscilam entre interações tranquilas, medo e frustração. Isso quer dizer que, assim como seus donos, gatos expressam sentimentos mais complexos do que felicidade ou tristeza: medo, raiva e ares de consideração (e conspiração) são algumas das emoções que os animais refletem. 

Algumas observações farão mais sentido para quem tem ou já teve um gatinho em casa: silvar, colocar a língua para fora e aplainar as orelhas representam frustração. Miados altos e a boca muito aberta são sinais de raiva, enquanto o piscar excessivo dos olhos pode indicar medo. 

Vale ressaltar que, por estarem em um abrigo de animais, os gatos analisados pela pesquisa podem ter sofrido violências que façam com que seus comportamentos não sejam necessariamente uma representação de todos os gatos. Os pesquisadores apontam também que o fato de os animais terem muitos pelos na cara pode afetar alguns dos resultados. Afinal, até quando são estudados os felinos gostam de manter um ar de mistério.

FONTE: revistagalileu

10/01/2017

Se seu cão segue-o sempre até ao banheiro, está secretamente dizendo “eu te amo!”

A matéria é muito bacaninha. O vídeo que não faz parte da matéria (claro!), e é só para mostrar como sou "bem acompanhada" em qualquer hora e lugar...... kakakakaka..... A foto ao lado é do meu Grudy....
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Todos os amantes de cachorro dirão o mesmo: Ser dono de um filhote de cachorro é uma experiencia única! Eles nos proporcionam momentos inesquecíveis, são companheiros e bons ouvintes, embora nem sempre cumpram todas as regras que lhes impomos.



Se analisarmos com atenção, o apelido ” melhor amigo do homem”, encaixa na perfeição nesses seres, não é mesmo? Eles são os únicos seres nesse mundo, a quem podemos retribuir o amor ao

31/12/2016

Dr. João Telhado: A fobia de fogos e o medo de fogos são duas coisas separadas

Não é que eu queira ser metida a besta, mas, tenho um amigo de longa data que é considerado, nada mais nada menos, o maior especialista em comportamento animal no Brasil. Ele se chama João Telhado e para conhecer seu Curriculo Lattes, CLIQUE AQUI . É só para ter uma ideia do que falo. Prof. Telhado não é fraco não!!!!! kakakaka.....   E daí, ontem me mandou estas informações preciosas que divido com todos nossos leitores.... Deus lhe abençoe, amigo Telhado!!!!
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"No medo, como é possível fazer um gradiente de intensidade (ou seja eu posso variar a intensidade do estímulo provocando muito ou pouco medo) a dessensibilização (estimulo crescente e gradual) e o contracondicionamento (colocar o animal num estado incompatível com o medo = relaxado, ou seja associar os fogos a sensações agradáveis - brincar, petisco, comida) funcionam bem.

Já para a fobia, que é uma resposta tipo tudo ou nada, a dessensibilização e o contracondicionamento são contraindicados, sendo a imersão ou inundação (do inglês flooding) a técnica que dá melhores

28/07/2016

Os peixes têm sentimentos? Especialista diz que sim

Então, o que se conclui?
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Jonathan Balcomb baseia-se na sua experiência de investigação e num estudo que revela que as raias manta gigantes reconhecem o seu reflexo para concluir que os peixes têm sentimentos.

Um especialista norte-americano em comportamento animal e ciência dos animais, Jonathan Balcomb, defende numa coluna de opinião do New York Times que os peixes têm sentimentos.

14/11/2015

Veterinário explica que animais também ficam de luto, estressados e depressivos




A matéria é legalzinha....
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Hoje em dia - Rede Record - 13/11/15
Animais também foram vítimas da tragédia em Mariana (MG). A cena de um cachorro sendo resgatado da lama por um grupo de pessoas comoveu a todos. Apesar do trauma, muitos resistem a ajuda. Um veterinário falou das mudanças que acontecem com esses animais e explicou que eles também ficam de luto, estressados e depressivos.

07/08/2014

Lambida de cachorro é sinal de afeto?

Lambida de cachorro é tudo de bom!!!!!!!!!!!
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Em grande parte das vezes, é. Em uma matilha, o cachorro ou o lobo lambe os animais de que gosta. Atitudes como essa, antes reservadas apenas aos membros de sua própria espécie, passaram a ser aplicadas a seres humanos – em especial aos donos – quando os cães foram domesticados. Além de afeto, a lambidela pode ser uma demonstração de reverência. “Lambidas perto do queixo ou da boca estão relacionadas com submissão”, afirma Alexandre Rossi, zootecnista da Universidade de

16/11/2010

COMO APRESENTAR UM CÃO A OUTRO

KAKAKAKAKA... eu queria apresentá-la à minha poodle Tati doidona..... se não fosse as "bolinhas" que toma diariamente (fluoxetina) não haveria petisco que controlasse seu desequilíbrio... kakaka...

Blogs - Dr. Pet - Rede Record - 11/11/10
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