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04/11/2017

A maioria dos cavalos na cidade do Rio de Janeiro vivem nas mãos de marginais

Amigos do Brasil e do exterior.... Nosso Rio de Janeiro virou uma favela só e está vivendo um grau de violência que ninguém imagina porque a mídia não mostra nem 1% do que rola nas ruas da cidade em que vivemos.... não teria como...... Estou publicando este vídeo (infelizmente não sei a autoria porque veio pelo whatsapp) para mostrar a vocês o grau de domínio de marginais do mais baixo grau.

29/09/2017

Sabia que existem cavalos que têm bigodes?

Caraca, achei super curioso.... Separei algumas fotos e se quiserem ver um montão delas entrem no site que publicou a notícia: MegaCurioso
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Você alguma vez se deparou com um cavalo que contasse com um bigodão? Que fique claro que não estamos nos referindo aqui àqueles bigodinhos como os que vemos em

02/09/2017

Outras situações vividas pelos animais vítimas do furacão Harvey

É algo de absurdo ler coisas do gênero.... que tragédia não, minha gente? Veja o que já publicamos a respeito AQUI.
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Após a passagem do furacão Harvey, que atingiu milhares de pessoas no sul dos Estados Unidos, muitas pessoas se comoveram com cães abandonados por conta das fortes tempestades. Mas, ao que parece, um hotel na região não se importou muito com os pets e impediu uma família com três cães de estimação de se hospedar no local.

Ao receber o comunicado de evacuação obrigatória, o casal Gillian e Philip Parker deixou sua casa com a filha Alisson e a avó Sylvia. Além disso, levou seus três cachorros Arrow, Wiggum e Buttercup.

Depois de horas em busca de um lugar seguro, eles encontraram o hotel Holiday Inn Express na cidade de Katy, mas receberam a notícia de que os cães não poderiam ficar com a família. "É ridículo e ultrajante", disse Gillian ao site da revista People. "Esta a maior inundação em muitos anos. A guarda nacional está tirando as pessoas de suas casas. E nossos cachorros não podem entrar em segurança?", questionou. Gillian afirma que tentou negociar com os gerentes do hotel, mas eles foram irredutíveis.

A família não teve outra opção a não ser deixar os pets no estacionamento do hotel. Eles se revezaram para não deixar os cães sozinhos em nenhum momento. Mesmo durante a noite, alguém ia ao carro para fazer companhia aos animais. Gillian ressaltou que teve medo de insistir em entrar com os cachorros e ser expulsa do local. “Eu não quero perder meu lugar no hotel. Estamos tão cansados e temos medo de sair por causa das chuvas. Esperamos que todos possam ficar a salvo", completou a norte-americana. 

FONTE: gazetadigital
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Além do salvamento das pessoas em áreas alagadas, uma das grandes preocupações dos americanos - afetados pela passagem da tempestade tropical Harvey - é o resgate dos rebanhos em áreas rurais. Ranchos e fazendas do Texas estão debaixo d'água.

Fonte: Band News
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Esta matéria da Veja, tem várias fotos:

31/08/2017

Meio Ambiente aprova regras para uso de animais no serviço público

Achei interessante disciplinar esta matéria.... Não temos nada a respeito....
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A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável aprovou projeto de lei que disciplina a utilização de animais domésticos no serviço público e social, como cães e cavalos.

A proposta (PL 3853/15) do deputado Laudivio Carvalho (SD-MG) recebeu parecer favorável do deputado Ricardo Izar (PP-SP), que apresentou um substitutivo ao texto.

O projeto original trata da regulamentação do uso de animais pelas polícias. Izar ampliou a abrangência do texto, para incluir outras carreiras públicas, como auditores fiscais agropecuários e auditores fiscais da receita federal.

Izar elogiou do deputado Laudivio Carvalho. “Avalio como meritória a proposta, principalmente por ela alcançar os animais considerados inativos”, disse.

Cuidados
De acordo com o substitutivo aprovado, os animais domésticos utilizados no serviço público e social deverão ter regime de descanso e de pausas para alimentação, durante o serviço, com a previsão de procedimentos veterinários e de higiene periódicos, nos canis e nas baias.

Os abrigos animais deverão ser equipados para que os animais se acomodem sem contato direto com o solo, devendo ainda proporcionar conforto térmico, higiênico e de enriquecimento comportamental.

Os animais não poderão ser expostos por longos períodos a intempéries quando o abrigo for limpo ou estiver passando por algum tipo de manejo, como reforma. Além disso, as fêmeas deverão ser mantidas afastadas do serviço durante a gestação.

Doação
Em relação aos animais considerados inativos, o texto traz um regramento específico. O estado deverá arcar com os custos de manutenção dos animais, que não poderão voltar ao serviço.

Já os animais jovens e saudáveis, considerados inaptos para o serviço ou que ultrapassem o efetivo previsto para a unidade, deverão ser destinados à adoção, que será intermediada por entidade filantrópica.

A doação será precedida de castração e identificação do animal, preferencialmente por microchip. Após a adoção, deverá haver o monitoramento das condições de tratamento dos animais, que não poderão mais ser usados em serviços.

O substitutivo determina ainda que os custos com alimentação, higiene e medicamentos ficarão a cargo do órgão público doador do animal enquanto o animal estiver sob a responsabilidade da entidade filantrópica doadora.

Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e já foi aprovado na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado. Agora, será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

FONTE: camara.leg.br

17/08/2017

Política de proteção aos animais de grande porte é sancionada em Valadares - MG

Sou meia radical nisto... Prefiro lutar pela substituição das carroças por outro veículo porque não é sempre que se pode flagrar os maus-tratos e encontrar uma autoridade policial disposta a atuar. Em todo caso, espero que a população ajude denunciando.
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Lei prevê registro dos carroceiros e implante de microchips nos animais; associação comemora nova legislação, que entra em vigor 60 dias após a publicação.

Solto às margens da rodovia, um cavalo foi atropelado por um caminhão na BR-381 na manhã desta quarta-feira (9) em Governador Valadares. Com o impacto da colisão, o animal foi arremessado para o acostamento e morreu no local. Até o início da tarde, o corpo continuava no local.

No último sábado (5), outro cavalo foi atropelado no bairro Vera Cruz e passou horas agonizando até morrer na manhã de domingo, mas só foi recolhido na segunda-feira pela manhã. Moradores reclamaram da situação; eles afirma que ligaram para a Prefeitura solicitando ajuda para o equino enquanto este agonizava, e voltaram a pedir o recolhimento após o animal morrer e começar a cheirar mal.

Nova Lei
Publicada nesta semana, a Lei 6.798/2017 institui a política de proteção ao animal de grande porte, como cavalos, bois, mulas. Segundo o autor do projeto, vereador Alessandro Ferraz, a legislação anterior não era adequada, pois o dono do animal que fosse recolhido pelo município pagava multa de apenas R$ 33, o que não inibia a conduta de deixá-los à solta.

“Agora, se o animal foi recolhido, para resgatá-lo o dono deve pagar multa de R$ 163 mais R$ 15 por dia que tiver ficado no curral. Mas o mais importante é que agora quem trabalhar com animal deverá registrá-lo, implantando um microchip. Isso permitirá que o município identifique e puna o dono, caso o animal seja encontrado solto nas ruas”, explica o vereador.

A publicação da lei foi comemorada por Silvana Soares, presidente da Associação de Proteção e Bem-Estar Animal (Aprobem). No último mês, a entidade recebeu mais de 10 pedidos de ajuda para cavalos e outros animais de grande porte soltos nas ruas, mas a associação tem dificuldade de atender esses pedidos devido a diversos fatores.

“Quando é cachorro, a gente coloca no carro e leva no veterinário, mas para resgatar um cavalo precisa de um veículo maior. É um animal pesado, se estiver caído não temos como recolher. E ainda tem a dificuldade de levar veterinários especializados, porque tivemos um caso em que resgatamos um potro doente, tratamos, devolvemos para o local onde foi resgatado, mas depois ele morreu. O dono ainda registrou boletim de ocorrência por roubo, e a veterinária foi chamada à delegacia. Depois disso, alguns veterinários ficaram resistentes, porque os donos não cuidam, mas ainda prestavam queixa se algo acontecesse”, conta Silvana.

Ela afirma que a entidade participou da elaboração da lei 6.798, e que há cerca de cinco anos a Aprobem lutava por uma lei que oferecesse maior proteção aos animais de grande porte. “Esse é um passo importante, pois permite que haja fiscalização e aplicação de penalidades em caso de descumprimento. Mas o que queremos não é punir ninguém, queremos é que a lei coíba o abandono e maus tratos. A punição é só para quem não seguir a lei”, aponta a presidente da Aprobem.

A legislação prevê ainda que menores de 18 anos não podem exercer a atividade de carroceiro na cidade; já os profissionais terão que ser cadastrados, passarão por capacitação e terão que cumprir as regras estabelecidas no Código Trânsito Brasileiro (CTB) para veículo de tração animal. O proprietário que deixar o animal solto em vias públicas será multado, e o valor será dobrado em caso de reincidência. Na terceira infração registrada o animal será doado. As novas regras passam a valer 60 dias após a sanção do prefeito.

O promotor de meio-ambiente, Leonardo Diniz, aponta que não há nenhuma ação ajuizada por maus tratos animais, mas acredita que a lei representa um avanço para a comunidade valadarense. “Isso nos traz um instrumento jurídico que vai permitir que o Ministério Público fiscalize e acompanhe o cumprimento da lei”.

Com novas responsabilidades para carroceiros e município, a protetora Silvana Soares ressalta que a população também pode atuar para a promoção do bem-estar dos animais de grande porte. “Ao contratar um carroceiro, qualquer pessoa pode observar como ele trata o animal, se ele apresenta ferimentos, se aparenta estar doente, se está puxando carroça com sobrecarga ou não. É preciso uma consciência coletiva, todos podem e devem abraçar essa causa”, conclui.

FONTE: G1

07/08/2017

Comprove como todos nós ajudamos a causa de defesa animal

Fiz questão de publicar para que observem que o trabalho de todos que militam na causa de defesa animal está surtindo efeito, embora se houvesse mais empenho estaríamos em condições mais avançadas. É preciso que TODOS se capacitem mais no conhecimento do que dá certo para os animais.

A sociedade reagir aos maus-tratos é obra de todos nós que levamos à ela (de diversas formas) a informação além de mostrar como cobrar dos poderes as soluções. 

Devemos, cada vez mais, investir nosso tempo trabalhando com nossos amigos, vizinhos e parentes. Só este pouco, já estaremos ajudando ao todo comprovado nesta matéria. Antes, ninguém daria bola, ou se desse, não sabia que podia denunciar porque maus-tratos é punível desde 1934 embora como contravenção penal. Hoje é crime.
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Homem é preso acusado de maus tratos a um cavalo em Imperatriz - MA
Duas testemunhas acionaram a polícia depois que o homem iniciou os maus tratos ao cavalo

A Polícia Civil de Imperatriz prendeu,em flagrante, nesta quinta-feira (3),Cleonaldo Pereira Amorim, de 37 anos, pelo crime de maus-tratos à animais, tipificado no artigo 32, da Lei de Crimes Ambientais. O acusado foi visto por duas assistentes administrativas da polícia civil, quando passavam nas proximidades da praça da cultura, localizada no centro de Imperatriz, praticando maus-tratos a um cavalo, que se encontrava atrelado a uma carroça, que transportava uma carrada de areia.

A sobrecarga era tanta que o cavalo se deitou no asfalto e não conseguia mais se levantar, instante em que o acusado tentou que o animal se levantasse de qualquer maneira, para continuar a sua jornada exaustiva, agredindo o animal de diversas formas, chegando a provocar vários ferimentos.

As duas testemunhas acionaram o Delegado Regional, Eduardo Galvão, que determinou o deslocamento de uma equipe de policiais civis até local, determinando que efetuassem a prisão do acusado e que encaminhassem o cavalo para o Centro de Zoonoses para que pudesse ser devidamente tratado por um corpo técnico adequado.

Solicitou ainda que o animal não fosse devolvido ao conduzido, sob nenhuma alegação, com o intuito de se evitar novos maus-tratos.

FONTE: jornalpequeno

19/07/2017

Grupo denuncia maus tratos a animais em Passo Fundo, RS




É claro que deveria ter alguma coisa de errado nisto tudo. Em junho último publicamos Brigada Militar leiloa 15 equinos em Santa Maria - RS . Há seis dias foi publicado que a Saúde dos cavalos na fazenda da Brigada Militar (RS) precisa ser esclarecida. E ontem, graças as denuncias das nossas companheiras, fizeram uma boa matéria sobre a situação dos cavalos nesta fazenda.
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Fonte: G1 RS

16/07/2017

Polícia apreende cavalos vítimas de maus-tratos em Porto Alegre


A polícia chegou na hora.... Olha a situação destes animais..... Pela mãe do guarda, alguém pode ter pena de carroceiro? tenho não....
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A operação policial percorreu lojas de materiais de construção onde os animais eram usados para transportar cargas em carroças. Ao todo, nove cavalos foram apreendidos. Muitos estavam desnutridos e machucados. Os proprietários vão responder por maus-tratos.

14/07/2017

Cavalos de raça são abandonados machucados e desnutridos em haras de Goiás

Sinceramente, nem sei o que falar..... O cara gastou uma nota para comprar os cavalos e aí larga eles para morrer de fome? de fome? A coisa é inacreditável.... Ainda bem que temos companheiros a frente desta situação macabra. Metam bronca neste mequetrefe!!! Precisando de ajuda, estamos aqui.
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Ao todo, 11 cavalos foram abandonados depois que o dono deixou de pagar o aluguel do haras, em Goiás. Os animais estavam machucados, magros e desnutridos. O local já teve mais de 20 cavalos, mas metade morreu por falta de comida e doenças.

04/07/2017

Polícia Civil investiga a morte de 20 cavalos por suspeita de envenenamento - Orlândia - SP

Pelo jeito, nem eles sabem explicar o que houve.... pobres animais.... só espero que não tenha sido proposital....
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Animais passaram mal em área de pastagem no bairro José Vieira Brasão neste domingo (3). Prefeitura enviou perito ao local para ajudar a identificar o que causou as mortes.
A Polícia Civil investiga a morte de 20 cavalos na tarde deste domingo (2) em Orlândia (SP). A suspeita é que eles tenham sido envenenados por meio da água e da alimentação. Nenhum suspeito foi identificado.

Segundo os moradores, os animais pastavam em uma área no bairro José Vieira Brasão, próxima à Avenida 102 e na divisa com um canavial, quando começaram a passar mal. Alguns chegaram a ser socorridos, mas muitos morreram no local.

A dona de casa Roseli Dutra conta que um dos cavalos da família foi salvo, mas uma égua da raça manga-larga terá que ser sacrificada. “Passamos a noite inteira com ela, mas não há mais o que fazer. 

O que ficamos sabendo foi que deram milho com ureia para eles, mas não é nada confirmado. Nós procuramos a polícia e pediram para colhermos algumas fezes para exames”, diz. Além dos moradores, o socorro aos cavalos mobilizou ONGs e responsáveis pela proteção animal. Vários vídeos foram postados nas redes sociais com apelos para que o caso seja investigado.

“Pelo o que ouvi dos donos, podemos afirmar que foi um massacre. Ainda não temos provas, mas um veterinário atendeu os casos ontem e já constatou envenenamento por ureia. Por enquanto, sabemos que pode passar de 20 o número de cavalos mortos. É um absurdo. Nunca vi isso acontecer”, afirma o presidente da ONG Nova Chance André Caldana.

Em nota, a prefeitura informou que solicitou a ajuda da Polícia Militar Ambiental e de um perito para avaliar o que causou as mortes. Segundo a prefeitura, o laudo será determinante para a investigação. A administração estuda um local para o enterro dos cavalos.

Fonte: G1 - EPTV - 03/07/17

30/06/2017

Motoristas devem ficar atentos aos animais abandonados em estradas

É um perigo animais na pista.... o atropelamento é certo e sem atendimento porque são raros aqueles que atropelam e recolhem quando ainda vivos. Sem contar os de grande porte que o sofrimento é enorme.... Quando conseguem um policial para dar um tiro de misericórdia devem dar graças à Deus!!!! Agora, um mequetrefe que tem coragem de abandonar um animal e ainda mais numa estrada quer mesmo que o "coisa ruim" abra seus braços no inferno, né mesmo?
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Desde julho de 2014, mais de 790 animais foram resgatados nos trechos Sul e Leste do Rodoanel. Número acende alerta para atenção dos motoristas.

25/06/2017

Centro de terapia com cavalos da PM completa 15 mil atendimentos - RJ

Embora, algumas pessoas achem que usar os animais para tratamento de humanos seja exploração, penso que nestes casos mostra a superioridade dos animais. Acho que promove e contradiz os antropocêntricos e especistas....
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Aos 11 anos, Paulo Vitor Fontes foi atropelado quando atravessava a Avenida Cesário de Melo, na Zona Oeste do Rio, a caminho da escola. Ele sofreu traumatismo craniano e ficou com graves sequelas na parte motora, dependendo de uma cadeira de rodas para se movimentar. Mais de dez anos depois, sua mãe, Vanda Fontes, de 42, descobriu o melhor remédio para o filho: o cavalo Hiran.

Paulo Vitor, hoje com 25 anos, é um dos 81 pacientes do Centro de Equoterapia do Regimento de Polícia Montada (RPMont) da PM, em Campo Grande. Criado em 1996, o espaço recebe crianças e adultos com necessidades especiais como autismo, síndrome de Down, paralisia cerebral e tetraplegia. Desde 2012, já foram 15 mil atendimentos gratuitos.

O tratamento é feito a partir do contato com cinco cavalos. Segundo a capitã-psicóloga Cátia Simonato, a equitação ajuda a desenvolver a função motora do cérebro:

— O cavalo caminha de forma tridimensional, como os humanos. Quando a pessoa está montada, assimila o movimento pelo sistema nervoso central. É como se o animal ensinasse o cérebro a andar.

A convivência com os cavalos também ajuda as crianças com problemas de socialização e disciplina. De acordo com a psicóloga, os pacientes que aprendem a respeitar o espaço dos animais e as regras de montaria levam esses limites para fora das aulas.

É o caso de Danilo Durst Souza, de 6 anos. Hiperativo, ele era muito agressivo e tinha dificuldade de se relacionar na escola.

— Parece que o bicho passa tranquilidade para ele — aprova a mãe, Isabele, de 32.

Apesar de 70% dos pacientes serem crianças, o tratamento também é feito por policiais militares. Um deles foi baleado numa tentativa de roubo e perdeu o movimento do pescoço para baixo. Segundo Cátia, em um ano de equoterapia, o PM venceu o medo de subir no cavalo e já consegue montar sem a ajuda dos profissionais.

Cavalo funciona como terapeuta
A equoterapia é dividida em três categorias: hipoterapia, educação e reeducação, e pré-esportivo. A distribuição é feita dependendo da deficiência de cada paciente. As sessões acontecem às segundas, quartas e sextas.

— O cavalo é um terapeuta também, já que ele faz a ponte entre o praticante e a equipe. Como ele é uma presa no meio selvagem, seus instintos são muito elaborados. Parece até que o animal entende o que as crianças precisam — afirma Cátia.

Além de psicólogos, o tratamento de dois anos é acompanhado por fonoaudiólogos, educadores físicos, fisioterapeutas e pedagogos. No total, são 12 profissionais. Para Cátia, o número ainda é pequeno.

— Seria bom ter mais gente, já que temos uma fila de espera de mais de 200 pessoas. É angustiante não poder dar atenção para todos.

FONTE: extra.globo

24/06/2017

Cerca de 400 animais podem ser doados ou abatidos caso não sejam resgatados em 7 dias

Gente, qual será o destino destes bichos? o pior, né? mas, como assumir quase 400 animais? que protetor de animais tem cacife para isto? nossa realidade é triste.....
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Os bovinos, caprinos, ovinos, equinos, muares apreendidos nas rodovias cearenses estão resgatados em uma fazenda em Santa Quitéria, no interior do Estado

O Departamento Estadual de Trânsito do Ceará (Detran/CE) deu 7 dias, a partir desta quarta-feira (21), para que proprietários de animais apreendidos nas rodovias estaduais e levados para a Fazenda Dra. Paula Rodrigues, localizada no KM 185, CE-176, em Santa Quitéria, compareçam até o local, de 8h às 13h, para fazer a retirados dos animais.

No total, segundo publicação no Diário Oficial do Estado (DOE) nesta quinta, há 396 animais - bovinos, caprinos, ovinos, equinos, muares e um asinino - para serem devolvidos aos responsáveis.

Caso os proprietários não resgatem os animais no tempo previsto, eles deverão ser doados ou abatidos. De acordo com a lei estadual Nº 13.045, do ano 2000, o bichos que servem ao consumo humano serão doados a hospitais públicos, escolas públicas ou entidades filantrópicas cadastradas junto ao Departamento Estadual de Rodovias (DERT).

Já aqueles que que não servem ao consumo humano e que são utilizados no trabalho agrícola também poderão ser repassados para entidades interessadas.

A lista de animais com as respectivas identificações pode ser acessada no DOU por meio deste link

FONTE: diariodonordeste

23/06/2017

Brigada Militar leiloa 15 equinos em Santa Maria - RS

Pois é.... depois de explorados são leiloados para servirem a carroceiros nojentos ou para matadouro..... humanidade podre!!!!
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Serão leiloados 11 cavalos e 4 éguas, todos os animais já domados
A Brigada Militar realiza nesta quinta-feira(22), um novo leilão de equinos. O leilão vai ocorrer às 17h no quartel do 1º Regimento de Polícia Montada da Brigada Militar, que fica na rua Pinto Bandeira, em Santa Maria.

Serão leiloados 11 cavalos e 4 éguas, todos os animais já domados. O valor inicial dos lotes varia de R$ 400 a R$ 800. Podem participar, pessoas físicas e jurídicas. Mais detalhes sobre o leilão, estão disponíveis no edital, divulgado no site do governo do estado.

Em abril deste ano, a Brigada Militar informou à reportagem da Rádio Gaúcha que venderia aproximadamente 500 cavalos através de leilão. Dos 800 animais que a instituição tinha na época, apenas 300 devem continuar acompanhando os brigadianos no policiamento montado no Estado.

Na data, o Coronel Júlio César Rocha Lopes, Chefe do Estado Maior da Brigada Militar, disse que a diminuição no número de animais foi pensada após estudos com o objetivo de otimizar o serviço da polícia. Ele também afirmou que a medida é para reestruturar o policiamento montado e não trará prejuízos para a segurança pública.

FONTE: gaucha.clicrbs

09/06/2017

Projeto de Trump pode levar ao abate de milhares de cavalos selvagens

Eu não consigo entender como este camarada pode ser presidente dos EUA!!!! 
Fonte: The Independent
Colaboração: Helô Arruda
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A última proposta de orçamento de Donald Trump pode permitir que milhares de cavalos selvagens sejam vendidos para o abate ao reverter quase cinquenta anos de proteção legal para um ícone americano.

O abate de cavalos é ilegal nos EUA, mas, popular em países como o Canadá, o México e partes da Europa, onde a carne de cavalo é considerada uma iguaria. O Congresso inclui há muito tempo na regulamentação das contas do orçamento, a proibição expressa da venda de cavalos para o abate.

O orçamento do Sr. Trump, no entanto, prevê US $ 10 milhões de poupança ao permitir que os cavalos não programados para serem adotados sejam vendidos "sem restrições".
"O programa atual é totalmente insustentável e uma nova abordagem é necessária, especialmente quando se considera o crescimento acentuado e consistente da necessidade de receitas", diz a proposta de orçamento.

A proposta destaca um longo debate entre aqueles que querem proteger os cavalos e aqueles que gostariam de usar o financiamento e a terra para outros fins.

Os 59.000 cavalos mustang estimados da América vivem em cerca de 40.000 milhas quadradas (103.600 quilômetros quadrados) de terras controladas pelo Bureau of Land Management (BLM). O programa de cavalo selvagem ocupa aproximadamente 12% das terras BLM e custa US $ 80,4 milhões do orçamento da BLM - mais do dobro do que custava em 2008.

A maioria desses custos vem do controle de "excesso" de cavalos selvagens na natureza e envio para fazendas particulares. A população de cavalos selvagens experimentou um boom nos últimos anos, superando o limite de 23.622 cavalos estabelecido pelo BLM.

O ex-diretor da BLM, Neil Kornze, calculou que custa cerca de US $ 50 milhões para capturar e abrigar cada 10.000 cavalos. A agência reduziu significativamente o número de cavalos que supervisionaram nos últimos anos por causa das restrições orçamentárias.

Os criadores de gado e outros grupos empresariais argumentam que as proteções atuais para cavalos selvagens são dispendiosas e que os currais governamentais não podem ser usados para capturar outros animais.
"A intenção original das [proteções] era garantir que esses animais tivessem uma presença saudável no meio ambiente, mas também que fossem mantidos em um número sustentável. [Agora] você tem cavalos morrendo de fome ... e danos irreversíveis para pastagens ocidentais " disse Ethan Lane da Associação Nacional de Criadores de Gado à agência Associated Press.

Os defensores do cavalo selvagem, no entanto, dizem que existem outros métodos de controle da população de cavalos selvagens, como o gerenciamento de fertilidade ou as reformas federais do programa de pastoreio.
"Esta proposta de orçamento é um exemplo de governo preguiçoso", disse Laura Leigh, fundadora da Wild Horse Education, em um comunicado. "Este é simplesmente mais um presente para a indústria pecuária".

08/06/2017

Policiais rodoviários matam cavalo a tiros e causam revolta, em Goiás


No ultimo dia 25/05 publicamos sobre o caso: Policiais matam cavalos às margens da BR-060, em Rio Verde - GO . Que bom que o caso teve a devida repercussão. Os ativistas mandaram ver... maravilha!!!! não podemos deixar barato mesmo
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25/05/2017

Policiais matam cavalos às margens da BR-060, em Rio Verde - GO

Que coisa de doido!!!!! Poxa, ninguém tinha uma corda para amarrar o cavalo? pelo amor de Deus!!!!! que coisa absurda... só esperamos que estes policias sejam punidos embora os argumentos deles é que serão considerados...... Este negócio de animais em estradas é um problema!!!! donos irresponsáveis!!!! eita mundo destrambelhado!!!!
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Policiais rodoviários federais mataram nesta quarta-feira (24) dois cavalos que estavam às margens da BR-060, em Rio Verde, no sudoeste de Goiás. Segundo a corporação, a equipe não conseguiu controlar os bichos e atirou para evitar acidentes na via. Vídeos mostram quando os agentes atiram contra os animais (veja acima).

“Com os animais bastante agitados e grande fluxo de veículos na rodovia, os policiais avaliaram que o sacrifício seria a alternativa correta para cessar a possibilidade de fuga dos animais e, consequentemente, a possibilidade de acidentes por atropelamento dos animais ao tentar conduzi-los para um local seguro”, explicou, em nota, a PRF.

Testemunhas ficaram revoltadas com a atitude dos policiais e filmaram. "Foram mais de seis tiros no cavalo, já estava baleado. Isso é o que a PRF está fazendo", diz o autor de um vídeo.

A corporação explicou que, por volta das 7h, foi acionada por motoristas sobre a presença dos animais no trecho. De acordo com a PRF, ao chegar ao local, equipe tentou contê-los, mas eles foram para a rodovia e pararam na outra margem da via.

"Tentaram conter esses animais tocando eles para fora da rodovia. Nesse momento, eles atravessaram a rodovia. Tentaram contato para ver se conseguiam tirar os animais do local, haja vista que não possuímos serviço de remoção de animais, e optaram por abater os animais levando em conta o risco de acidente", disse o inspetor Fábio Losa à TV Anhanguera.

A Polícia Rodoviária Federal ressaltou “que a prática do sacrifício não é recorrente na atuação da PRF, tendo este caso o registro de exceção na atividade operacional da instituição”.

Ainda de acordo com a PRF, a conduta dos policiais e a apuração de possíveis responsabilidades será realizada por meio de procedimento administrativo interno.

22/05/2017

Homem é multado em R$ 6 mil por maus-tratos a bezerro e cavalo feridos em propriedade rural

Minha Santa, olha as condições destes animais.... ainda bem que houve denuncia porque na maioria dos lugares a gente nem fica sabendo....
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Segundo a Polícia Militar Ambiental, responsável pelos animais não providenciou os cuidados veterinários necessários.

Um homem, morador na zona rural de Presidente Prudente, foi autuado e multado em R$ 6 mil por maus-tratos a animais, nesta sexta-feira (19). A Polícia Militar Ambiental constatou na propriedade a falta de cuidados veterinários com um bovino e um equino que estão feridos.

O policiamento comunitário rural ambiental, em apoio à equipe de fiscalização da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, compareceu ao local e constatou que o morador praticou maus-tratos a animais domésticos.

A situação ocorreu com um bezerro, que foi atropelado por um automóvel há cerca de três meses e fraturou a pata dianteira do lado direito. O animal sofreu fratura exposta e atrofiamento. Segundo a polícia, o bovino não recebeu os cuidados necessários e estava deitado no pasto. Além dele, um cavalo também não recebia tratamento para um ferimento e hemorragia no órgão genital, aparentando ser uma doença conhecida como "habronema".

Ambos os animais, segundo o envolvido, passam pelas intercorrências desde o mês de março deste ano. Ele alegou, ainda, que providenciou medicamentos aos animais há cerca de 15 dias.

Diante dos fatos, foi elaborado o auto de infração ambiental pelo ato de maus-tratos, com aplicação de multa simples no valor de R$ 6 mil, verificado no artigo 29 da resolução SMA 48/2014. A ocorrência também foi encaminhada à Delegacia da Polícia Civil pelo cometimento, em tese, do crime previsto no artigo 32 da lei federal de crimes ambientais nº 9.605/98.

Conforme a corporação, os animais foram apreendidos e depositados com o próprio autuado, devido à falta de local adequado para levá-los, tanto da parte da Prefeitura de Presidente Prudente como do policiamento ambiental. O envolvido foi orientado a procurar auxílio veterinário, com urgência, a fim de tratar os animais e evitar maior sofrimento.


FONTE: G1

20/05/2017

Ativistas do país comemoram a libertação dos cavalos explorados na Ilha de Paquetá - RJ

Ontem, as pessoas ligadas ao Facebook do Alforria Já Paquetá. Acorda Rio, comemoraram o primeiro ano que os cavalos da Ilha de Paquetá foram libertados de sua escravidão.  Vários anos de tentativas frustradas, mas, graças a um grupo de pessoas decididas, o sucesso foi alcançado. Todos os animais retirados daquele local foram bem encaminhados, graças a Deus, e hoje gozam de uma liberdade merecida... Vejam as fotos do antes de depois. 



Confiram tudo que publicamos sobre a questão Cavalos de Paquetá

18/05/2017

O estresse equino relacionado com o trabalho

Pois é, na verdade há uma tentativa de cobrir o sol com a peneira.... Agora está bem explicado e podemos usar em argumento contra a exploração de cavalos em corridas.
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Um estudo realizado recentemente por investigadores franceses da Universidade de Rennes revelou que o trabalho de ensino e alta-escola causava níveis de stress mais elevados nos cavalos em comparação com as disciplinas de saltos de obstáculos, concurso completo ou volteio.

É um facto bem conhecido que o stress no trabalho pode ter efeitos negativos nas pessoas, podendo estar associado a sintomas de ansiedade e depressão. Estes investigadores tentaram descobrir se o trabalho diário a que os cavalos são submetidos poderia resultar em efeitos semelhantes.

Os resultados do estudo (publicado no jornal de acesso livre PLoS ONE) indicaram que os cavalos, tal como as pessoas, eram confrontados com situações de stress durante as suas rotinas diárias, incluindo humanos conflituosos (treinadores, proprietários, tratadores ou jockeys), relações difíceis com outros cavalos, treinos inadequados com reforços negativos e/ou recompensas fracas.

Estas experiências negativas relacionadas com o treino podem levar a que os cavalos percam o interesse e se tornem apáticos e sem resposta – o que seria equivalente num equino à síndrome do burnout (1) nos humanos.

O estudo incluiu 76 cavalos da Escola Nacional de Equitação de Saumur, França, todos castrados, com idades entre os seis e quinze anos, alojados em box durante 23 horas por dia. A única diferença no maneio destes animais era a disciplina equestre que desempenhavam durante uma hora por dia.

Dos 76 animais, 10 eram utilizados em concurso completo de equitação (CCE), 19 faziam salto de obstáculos, 7 eram utilizados pela escola de equitação para alunos de grau avançado, 17 faziam Dressage (ensino), 16 faziam alta-escola e 7 eram utilizados em volteio.

Os cavalos foram continuamente monitorizados na box de modo a identificar comportamentos estereotipados, tais como birra de urso, abanar a cabeça, executar movimentos repetidos com a boca, morder madeira ou outra superfície e engolir ar.

Verificou-se que o tipo de trabalho (disciplina equestre) desempenhado pelos cavalos tinha uma influência significativa na prevalência e tipos de comportamentos exibidos.

Este foi o primeiro estudo que mostrou evidência dos potenciais efeitos dos agentes causadores de stress no desenvolvimento de comportamentos anormais numa espécie animal, questionando o impacto que o tipo de trabalho tem na qualidade de vida dos cavalos.

O estudo revelou que dos 76 cavalos observados, 65 mostraram algum tipo de comportamento estereotipado.

Os animais foram distribuídos em 3 grupos consoante o tipo de trabalho desempenhado:

1. Saltos, CCE, cavalos de lições

2. Ensino/Alta Escola

3. Volteio

Tal como os humanos, os cavalos são forçados a trabalhar diariamente, desenvolvendo interacções “interpessoais”, não só com outros cavalos (colegas) mas também com um patrão, que neste caso será o humano que o monta e é responsável pelo treino.

Nesta comparação, as sessões de trabalho são os treinos a que os cavalos são submetidos, em que muitas vezes se utiliza mais o reforço negativo (castigo) em detrimento do reforço positivo (recompensa).

Verificou-se que alguns constrangimentos físicos e emocionais dependiam do tipo de trabalho desempenhado. Alguns exercícios tinham consequências negativas, levando a resistências físicas e comportamentais, com conflitos e tensões durante o trabalho.

A transmissão de sinais conflituosos por parte do cavaleiro (por exemplo empurrar para diante com as pernas, mas puxando na boca com as mãos) pode causar frustração e neurose no cavalo.

Finalmente, durante o treino, espera-se a supressão de reacções emocionais que são perfeitamente fisiológicas para os cavalos, como por exemplo dar cangochas, uma vez que essa atitude é considerada indesejada durante o trabalho (competição de ensino) ou perigosa para o cavaleiro. Esta interdição pode ser um agente causador de stress para o cavalo.

Experiências negativas associadas ao treino podem levar a estados crónicos em que os cavalos simplesmente perdem o interesse no trabalho, tornando-se apáticos e sem resposta – estes estados também são descritos nos humanos com burnout.

Comportamentos anormais repetitivos (vícios) são considerados uma forma dos cavalos aceitarem um ambiente desfavorável e stressante.

Neste estudo, os cavalos de volteio foram os que apresentaram menos comportamentos estereotipados e em menor grau. Por outro lado, os cavalos de ensino apresentaram a maior incidência de estereotipias, e as mais severas, como engolir ar e abanar a cabeça, sendo que alguns animais apresentavam dois ou mais comportamentos estereotipados.

Os autores especularam que a razão pela qual a modalidade de ensino é a que aparenta causar maior stress possa ser precisamente o facto de se exigir que os cavalos não manifestem emoções ao mesmo tempo que colocam um grande constrangimento físico nos movimentos executados.

Além disso, os casos em que as ajudam podem ser mais conflituosas são mais comuns nesta modalidade, uma vez que os andamentos restritos são frequentemente obtidos contendo o andamento através das rédeas enquanto se procura manter a impulsão com as pernas.

Os cavalos de salto, CCE e de lições, estão mais habituados a executar passadas largas e a andar para diante numa postura menos ritualizada. Estes animais mostraram comportamento de lamber ou morder estruturas no meio-ambiente, considerados estados iniciais de comportamento estereotipado.

É difícil saber se estes casos se teriam agravado com o tempo, no entanto os autores consideraram isso pouco provável uma vez que estes cavalos foram estudados durante pelo menos um ano, sem ter ocorrido evolução ou agravamento do comportamento. Talvez os agentes causadores de stress nestes casos sejam as condições menos sociais de estabulação – separação em box individual.

Finalmente, os cavalos de volteio foram os que apresentaram menor predisposição para desenvolver estereotipias, e estas foram principalmente caracterizadas por “brincadeiras com a língua”. Os cavalos de volteio são geralmente seleccionados pelo seu temperamento calmo, e passam a maior parte do tempo às voltas em círculos e com comandos de voz.

Os conflitos interpessoais com os humanos são limitados uma vez que a estes cavalos geralmente se solicita que executem apenas exercícios regulares e lentos, enquanto os humanos executam movimentos no seu dorso, com interferência mínima. É possível que a natureza calma do temperamento destes animais os torne mais resistentes ao efeito dos agentes causadores de stress, tal como também se observa em humanos de temperamento calmo.

Neste artigo, os autores fazem referência a investigações mais antigas que sugerem que o síndrome de abanar a cabeça possa ser o resultado à posteriori de uma tensão demasiado forte no bridão, enquanto o cavaleiro tenta manter a cabeça do cavalo em baixo, podendo resultar em dano no nervo trigémeo (implicado no síndrome de abanar a cabeça). Esta teoria pode ser uma explicação para o facto de o abanar da cabeça ocorrer com mais frequência em cavalos de ensino, uma vez que estes animais passam a maior parte do tempo com o pescoço em flexão durante movimentos restritos.

Enquanto alguns agentes causadores de stress aqui descritos são específicos à equitação, outros são partilhados por outras espécies animais, incluindo os humanos; tal como a supressão de emoções, conflitos interpessoais, exigências físicas, ausência de recompensa e expectativas negativas sobre o futuro, frequentemente associadas a casos de depressão nos humanos.

Este estudo abriu novas portas e futuras linhas de pensamento sobre as causas dos comportamentos repetitivos anormais por um lado, e por outro sobre os efeitos dos agentes causadores de stress não só nas expressões bem conhecidas dos distúrbios psicológicos, como a depressão ou burnout, mas também na possível emergência de comportamentos anormais.

A locomoção restrita e controlada exigida nos cavalos de ensino, e principalmente alta-escola, associada a transições rápidas, pode explicar o aumento da reactividade, especialmente se a pressão do bridão e das esporas induzir estímulos adversos.

As elevadas respostas emocionais nos cavalos de Dressage observadas em testes emocionais suportam esta teoria. Os andamentos colocados podem ser fisicamente bastante exigentes e um cavaleiro nervoso pode transmitir stress adicional. Estas dificuldades podem contribuir para a frustração do cavalo.

Os autores do estudo notaram que outros factores também podem estar envolvidos no desenvolvimento de estereotipias, incluindo a disponibilidade de forragem, dieta, privação social, falta de exercício e predisposição genética. O tempo que o cavalo passa na box também pode ter influência.

No entanto, os resultados do estudo demonstraram que é a disciplina equestre que o cavalo pratica, o factor que influência mais o grau do desenvolvimento de comportamentos indesejáveis.

Também revelou que por várias razões (físicas e emocionais) o tempo limitado que o cavalo passa com os humanos pode afectar a qualidade de vida dos cavalos. Podem estar implicadas situações como o maneio, alimentação e transporte.

(1) Síndrome de Burnout é um distúrbio psíquico de carácter depressivo, precedido de esgotamento físico e mental intenso, definido como “(…) um estado de esgotamento físico e mental cuja causa está intimamente ligada à vida profissional”.

FONTE: equisport.pt

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