RECEBA NOSSOS BOLETINS DIÁRIOS

Mostrando postagens com marcador cassado. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cassado. Mostrar todas as postagens

26 de outubro de 2013

Experimentação Animal: ocupa São Roque - Instituto Royal - 8

Nossa atualização de hoje começa com um material publicado no facebook C.I.A -Compaixão Informação E Atitude Animal.... Muito bom!!!!!!!!! Como acho que já sabem, posto a imprensa ter noticiado até em plantão extraordinário da Globo (hehehehehe....), o Instituto Royal teve seu alvará suspenso por 60 dias pela Prefeitura de São Roque após  a visita de uma comissão de deputados federais. Engraçado foi que, na véspera, o próprio Prefeito foi no Instituto e "constatou que tudo estava direitinho e que iam continuar funcionando...."



Outra coisa reveladora foi que a tal Fazenda Angolana, cujo dono exigiu que se tirasse do ar todos os vídeos (inclusive o meu) da sua Fazenda que produz beagles e coelhos para venda, segundo o Jornal Estadão, vendeu cães para o tal Instituto.... hehehehe .... e agora, José? Pior foi o que o Vista-se publicou provando que a tal Fazenda vendia sim coelhos para pesquisa. CLIQUE AQUI para conferir. Parece que tem tem um site que grava tudo da internet e lá em 2007 tem o anúncio desta Fazenda.... ishi.... O dono da Angolana é todo enfezado... ameaçou até uma protetora que filmou ele..... hehehehe.... Tinha o que esconder, né mesmo?



***************************



Um dia depois de ter vistoriado as instalações e considerado que estavam aptas a funcionar, o prefeito de São Roque, Daniel de Oliveira Costa (PMDB), suspendeu nesta sexta-feira, 25, por 60 dias o alvará de funcionamento do Instituto Royal. Segundo ele, a suspensão foi resultado de um acordo com o próprio instituto para que sejam apuradas denúncias de maus tratos dos animais. O prefeito recebeu deputados federais que integram uma comissão externa da Câmara criada para apurar os supostos maus tratos aos cães.

Os parlamentares Iara Bernardi (PT-SP), Ricardo Tripoli (PSDB-SP), Ricardo Izar (PSD-SP) e Protógenes Queiroz (PC do B-SP) cobravam o imediato fechamento da unidade por entender que existem práticas de maus tratos.

O grupo se dirigia, no início da noite desta sexta, ao instituto para vistoriar as instalações na companhia do deputado estadual Feliciano Filho (PEN) que também estava na cidade. O prefeito também seguiu para o local para notificar os funcionários que lá estivessem sobre a paralisação das atividades. No dia anterior, ele dissera que as instalações eram adequadas para as pesquisas feitas pelo instituto e que não via razão para suspender o alvará.

Durante o dia, nesta sexta, os parlamentares já haviam se reunido com o promotor Wilson Velasco Júnior, que investiga denúncias de maus tratos contra os animais desde 2012, e sugeriram que o Ministério Público Estadual enviasse à Justiça um pedido de fechamento do instituto.

O grupo também conversou com o delegado do município, Marcelo Pontes, que até quinta-feira estava à frente das investigações. O caso, agora, é apurado pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG), de Sorocaba.

De acordo com o deputado Protógenes, presidente da comissão, o objetivo é reunir novos documentos que comprovem os maus tratos sofridos pelos cães. "Já temos documentos que provam o que os animais passavam no local. Queremos fechar essa instituição e fiscalizar os R$ 5 milhões de recursos públicos que foram repassados ao instituto", disse. Ele considera importante recuperar os 178 cães levados durante a invasão para que passem por perícia. Até quinta-feira, 24, apenas três animais tinham sido recuperados.

Os deputados tiveram acesso a uma relação de fornecedores de cães da raça beagle ao instituto e constaram que, entre eles, figura a Fazenda Angolana, também localizada em São Roque. O documento mostra que o instituto tinha muitos fornecedores e que a fazenda fornecera, no período de dois anos, três animais.

Os donos da fazenda, que vêm sendo ameaçados por ativistas, haviam negado a venda de beagles ao Royal. Na relação, há indícios de que o instituto vendia os cães após os testes. A direção do instituto divulgara que os cães eram doados, e não vendidos, após os testes.

2 - Matéria da imprensa escrita e publicações especializadas


3 - Beagle retirado do Instituto Royal é encontrado abandonado

Fala Brasil - Rede Record - 25/10/13


4 - Cães maltratados: Prefeitura de São Roque (SP) suspende alvará do Instituto Royal

Jornal da Record - 25/10/13


5 - Ativistas protestaram contra o uso de cobaias em Florianópolis


Ativistas protestaram contra o uso de cobaias em Florianópolis
Band News - 25/10/13


6 - Prefeitura de São Roque suspende alvará do Instituto Royal por 60 dias

video
TEM Notícias - Rede Globo - 25/10/13

7 - Fala sério!!!!!!

                                                                                         Desconheço autoria da arte... favor informar quem souber

8 - Nossas postagens anteriores

28 de agosto de 2013

MP de Campinas denuncia prefeito cassado por pedido de propina a dono de circo

Você acha que já viu tudo? hum hum, tá longe disto acontecer....
_____________________________

Prefeito cassado teria pedido R$ 180 mil para liberar alvará para espetáculo.
Petista nega as acusações e afirma ter sido vítima de calúnia e difamação.

Demétrio Vilagra, prefeito cassado de Campinas
é réu no Caso Sanasa
Foto: Reprodução EPTV
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) denunciou à Justiça de Campinas (SP) o prefeito cassado Demétrio Vilagra (PT) por exigir pagamento de propina de um dono de circo para liberar espetáculo em uma praça da cidade. De acordo com o Ministério Público, o então vice-prefeito teria exigido do empresário, no mês de março de 2011, uma mesada de R$ 60 mil pelo alvará.

Pela denúncia oferecida no dia 29 de julho, Vilagra, que nega as acusações, deve responder pelo crime de corrupção passiva, cuja pena varia de dois a 12 anos. Para que ele seja processado, entretanto, o juiz da 5ª Vara Criminal ainda deve aceitar a denúncia oferecida pelo Gaeco.

Adiantamento de R$ 180 mil
Segundo relatos colhidos pela Polícia Civil e anexados à denúncia formal, o dono do circo procurou a Prefeitura diante da demora de mais de dois meses para ter resposta sobre a liberação do uso da Praça