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14/08/2017

Filhotes se tornam melhores cães-guia quando criados com rigor

Fiquei pensando na "extensão" deste "rigor" e na avaliação da pesquisa. Todos sabem que mães rigorosas produzem filhos e filhotes mais resistentes. Eu mesma testemunho isto. Minha família inteira todas as mães foram rigorosas e produziram pessoas fortes para encarar o mundo. Mães permissivas são um desastre. Agora, quem não sabe disto? Precisava pesquisa para isto? affe!!!!!
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Apenas certos animais têm a disciplina necessária para se tornarem cães-guia para cegos, e os melhores tiveram mães que lhes mostraram um "amor duro" quando eram filhotes, disseram pesquisadores nesta segunda-feira.

Quando as mães permitiram que seus filhotes aprendessem por conta própria nas primeiras cinco semanas de vida, sem mimá-los demais, eles cresceram e se tornaram melhores cães-guia, afirmou o estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences.

Filhotes com mães que se dedicavam demais a eles se tornavam ansiosos e mais receosos de novas situações, e tendiam a falhar em um programa de treinamento rigoroso para assistir os cegos.

O estudo foi realizado em uma instalação em Nova Jersey chamada The Seeing Eye, que reproduz e treina cães-guia para cegos.

Pesquisadores da Universidade da Pensilvânia se inseriram no The Seeing Eye, fazendo vídeos e observando de perto 23 mães e seus 98 filhotes durante suas primeiras cinco semanas de vida, afirmou o estudo.

"Queríamos saber se poderíamos diferenciar as mães com base em como elas interagiam com seus filhotes", disse a autora principal, Emily Bray.

"Nós documentamos coisas como sua posição de amamentação, quanto tempo ela passou ignorando os filhotes e quanto tempo ela passou em grande proximidade de seus filhotes ou lambendo e cuidando deles", acrescentou.

Dois anos depois, os pesquisadores voltaram a acompanhar os cães e descobriram que aqueles com mães mais atentas tinham menos chances de se formar e se tornar cães-guia.

Uma medida-chave de sucesso era se as mães dos filhotes os alimentavam quando estavam em pé ou deitadas.

"Se uma mãe está deitada de bruços, os filhotes basicamente têm acesso livre ao leite, mas, se a mãe está de pé, então os filhotes têm que trabalhar para obtê-lo", disse o coautor Robert Seyfarth.

"Uma hipótese pode ser que você tem que oferecer à sua prole pequenos obstáculos que eles podem superar para que possam ter sucesso mais tarde na vida, porque, como sabemos, a vida como adulto envolve obstáculos", afirmou.

Os pesquisadores continuam estudando como a ansiedade de uma mãe pode ser transmitida aos filhotes. "Com a maternidade, parece que é um equilíbrio delicado", disse Bray. "É fácil dizer 'Ah, as mães sufocadoras são as piores", mas ainda não temos certeza dos mecanismos". 

FONTE: Uol

29/05/2017

Escola de cães-guia contribui para melhorar a vida de cegos em SC

Tem gente que acha que é exploração animal o uso de cães-guia.... Eu acho às vezes que sim outras não.....
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Estado tem 14.727 pessoas que não enxergam de modo algum, e 174.550 pessoas com grande dificuldade de enxergar.

Uma escola de cães-guia contribui para melhorar a vida de pessoas cegas em Santa Catarina. Apesar de ser considerada uma companhia essencial para o dia a dia de um deficiente visual, o número de cães-guia no Brasil ainda não é suficiente para atender à demanda para conseguir ter a tecnologia assistiva. Entre as adversidades, está a ausência de recursos para a manutenção e treinamento dos animais.

Na tentativa de minimizar essas barreiras, a Escola de Cães Guias Helen Keller, em Balneário Camboriú, entidade sem fins lucrativos, desenvolve um trabalho que reflete na qualidade de vida de muitos catarinenses e representa 20% dos cães-guia dos 150 existentes hoje no país.

A reportagem integra a série do SC+ e mostra a força de vontade das pessoas que acreditam na inclusão e no potencial dos animais, que juntos espalham por Santa Catarina mais lições de cidadania e de respeito.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) são 582 mil pessoas cegas e 6,5 milhões de pessoas com baixa visão. No entanto, os números estão desatualizados, pois são com base no Censo 2010. A região Sul concentra a maior proporção de pessoas com deficiência visual com 5,4%.

Em Santa Catarina, 14.727 pessoas não conseguem enxergar de modo algum e 174.550 pessoas tem grande dificuldade de enxergar. Dados cadastrados na Associação de Deficientes Visuais de Itajaí e Região (ADVIR) indicam que as cidades da micro-região da Foz do Rio Itajaí que tem maior número de cegos ou baixa visão são Itajaí (268), Navegantes (142) e Balneário Camboriú (76).

A escola foi criada com o objetivo de diminuir esse déficit e promover o treinamento e adaptação de cães geneticamente predispostos ao trabalho de guia sem custos para pessoa cega ou baixa visão.

“O que mais inspira neste trabalho é poder contribuir para diminuir a enorme fila de espera por pessoas cegas ou baixa visão da nossa sociedade, para que elas tenham a oportunidade de melhor qualidade vida, na sua mobilidade com menor dependência de terceiros, ou seja, promover a minha responsabilidade social”, afirma o diretor presidente da escola, Enio Gomes, de 67 anos.

Fundada em 2010, a sede começou os trabalhos com instalações modestas em Florianópolis. A sede física atual foi inaugurada em julho do ano passado e os trabalhos resultaram na formação de 23 novas duplas de usuários cães-guia, as últimas foram formadas e entregues gratuitamente, nos meses de novembro e dezembro de 2016, duas em janeiro de 2017.

Mudança de vida
O aposentado Jairton Fabeni Domingos, de 52 anos, presidente da Federação Catarinense de Entidades para Cegos, foi contemplado na última entrega de cães-guia. Ele afirma que foi premiado na loteria quando a Alegria chegou e mudou radicalmente a sua vida. Portador de uma doença que provoca a degeneração da retina e perda gradativa da visão, ele luta desde 1992 para abandonar a bengala.

“Deveria ter muito mais instituições como esta, principalmente pela quantidade de usuários que precisam. A diferença é muito grande, hoje não batemos mais em árvores e não piso mais em poças d´água. Minha autonomia é outra, além da sensação de segurança e a socialização com as outras pessoas. Eu nunca mais estive sozinho em nenhuma caminhada, pois ela está sempre comigo, é uma amiga 24h”, afirma.

Formação de cães-guia
Com 45 dias os filhotes são levados para as famílias socializadoras que, de forma voluntária, têm a responsabilidade de cuidar do animal. Durante esse período, os cães-guia aprendizes recebem educação básica e vivenciam as mais diversificadas experiências. Todos os custos com o cachorro, desde a ração até visitas ao veterinário, são pagos pela escola, por meio de apoios e doações. O treinador e instrutor da escola faz o acompanhamento do cão-guia aprendiz durante esse período.

Após a fase de socialização eles retornam para a escola e ficam até 6 meses para receberem o treinamento específico. Além disso, passam para a fase de adaptação com os deficientes visuais que pode durar um mês dependendo de como for o entrosamento.

A família da professora Roxana Vanesa Milak, de 41 anos, é socializadora desde novembro de uma cão-guia matriz Waffle, de oito meses, que irá gerar os novos animais para a escola. “É uma responsabilidade muito grande, pois muitas pessoas estão esperando por um cão-guia. Para a minha alegria fui escolhida para iniciar o projeto que tem o objetivo de treinar 30 cachorros por ano. Ela é de uma ninhada que veio do exterior, de uma geração de 60 anos de cães-guia. Sabemos que a genética é forte”, afirma.

Segundo a professora a oportunidade de participar da escola possibilitou a prática de um trabalho voluntário e também um exercício de empatia.

“Nunca se sabe quando precisaremos de alguém, se estiver ao meu alcance estarei sempre pronta. Não é fácil sair para socializar um cachorro e ser olhado com cara feia, mesmo tendo identificação e ser amparada por lei”, explica.

A instituição busca apoio de pessoas físicas e de empresas para serem parceiras no projeto social. A causa também inspira a literatura como o livro Amor de Guia, escrito pela jornalista Natália Alcantara, que ao tomar contato com as histórias dos usuários e seus cães-guia resolveu apresentar às pessoas como ocorre o processo de treinamento dos cães.

Serviço
O que: Escola de Cães Guias Helen Keller
O que faz: uma associação civil de direito privado, de responsabilidade limitada, sem fins lucrativos, que oferece a tecnologia assistiva do cão-guia à pessoa cega ou baixa visão para oportunizar independência, qualidade de vida, mobilidade confiante e inserção social.
Sede: Balneário Camboriú
Início das atividades: 2000
Contato: contato@caoguia.org.br
Mais informações no site

FONTE: G1

23/02/2017

Campanha busca recurso para aposentar cães-guia no Brasil

Então, se não conseguir, como faz?
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País tem ao menos 10 animais que precisam ser substituídos no trabalho, aponta instituição especializada

Cães-guia também necessitam dar adeus ao trabalho, mas, assim como ocorre entre os humanos, uma boa aposentadoria está cada vez mais difícil para esses animais que tanto ajudam os deficientes visuais. Na tentativa de garantir

17/05/2016

Cães-guias viram “cupidos” e unem casal de deficientes visuais

Sandra Leoni, nos mandou esta matéria.... Fiquei pensando que eu, também, podia arrumar um pano de prato velho para enxugar minha louça, né mesmo? Tenho tantos cachorrinhos e gatinhos que poderiam dar um jeitinho nisto..... kakakakaka.... A história é muito legal!!!!!
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A história de amor do advogado Genival Santos (37) e da dentista Kátia Antunes (33) lembra muito a do filme “101 Dálmatas”. Na história, Pongo e Roger se apaixonam por Brenda e Anita.
Os cães-guias do casal, a labradora com retrivier Leila e o labrador Sam, foram trazidos juntos de Michigan, nos Estados Unidos.

“Fomos buscar os cães nos EUA, por meio do Instituto Iris, na mesma época [em 2006]. Durante os treinamentos de comando do cão, de até 12 horas por dia, aproveitava para paquerar a Katia,

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