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09/05/2017

Biólogo é acusado de encomendar morte de animal para vídeo exibido no Fantástico

Gente, que reviravolta!!!!! em 2014 publicamos a respeito desta matéria do Fantástico: Matam botos para servir de isca para pescar piracatinga... malditos!! . E agora a gente fica estarrecida com esta denúncia.....
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O biólogo e apresentador televisivo Richard Rasmussen está sendo acusado de pagar pescadores para matar um boto rosa com o objetivo de obter imagens fortes para vídeos que foram exibidos no Fantástico. A acusação é do documentário A river below (Um rio abaixo, em tradução livre), do cineasta norte-americano Mark Grieco, exibido no Festival de Cinema de Tribeca, em Nova York.

O filme inicialmente acompanharia o trabalho do biólogo marinho Fernando Trujillo na Colômbia. O diretor decidiu trazer as gravações para o Brasil após assistir às imagens mostradas pelo Fantástico, em julho de 2014. A reportagem apresentou como pescadores caçavam e cortavam o boto rosa para utilizar a carne como isca na pesca de outro animal: a piratinga, um peixe valioso na região. Nas imagens, supostamente realizadas pelo biólogo Richard Rasmussen, uma fêmea grávida de boto é caçada e, ao ser cortada, se torna visível um pequeno feto formado, que também se torna isca para a pesca.

As imagens influenciaram o governo brasileiro, na época, a fazer uma moratória ambiental, proibindo a pesca da piratinga por cinco anos na região, com o objetivo de salvaguardar a sobrevivência do boto - mamífero em extinção. A medida, porém, também acabou afetando o ganha-pão de centenas de pessoas de comunidades ribeirinhas, o que atraiu a atenção de Grieco para as filmagens.

Em entrevista ao site Notícias da TV, Rasmussen confirmou ter participado da gravação, mas negou ter pagado os pescadores pela morte do animal. "Eu nunca pagaria ou mesmo participaria do sacrifício de qualquer animal. A matança dos botos é monitorada há anos por ambientalistas e já estava sendo investigada pelo Ministério Público. Minha intenção foi alertar o grande público que a matança de botos é uma realidade dura e cruel", declarou. "Quem tiver acesso às imagens perceberá a prática dos pescadores na captura e limpeza do boto. Não foi algo montado e também não era a primeira vez em que aquilo estava ocorrendo", continuou. Ele nega que as imagens tenham sido forjadas e argumenta que estava ali como representante da Associação dos Amigos do Peixe-Boi (Ampa), organização que atua na proteção dos mamíferos aquáticos da Amazônia.

Instigado pela reportagem, o diretor Mark Grieco se dirigiu à Amazônia em busca dos pescadores mostrados na televisão. Após uma investigação que durou meses, Grieco e sua equipe identificaram os pescadores e ouviram uma nova versão da história: a de que Rasmussen teria pagado R$ 100 a cada um deles para que reproduzissem, diante das câmeras, as práticas de caça ao boto.

A partir daí, surge o mote do filme: questionar até que ponto a ética ambiental pode ser confrontada na luta pela sobrevivência da espécie. "Que sacrifícios são aceitáveis na batalha por este animal em perigo e quais são as maiores questões sociais, econômicas e ambientais envolvidas?", indaga a sinopse da obra.

Em um primeiro momento de A river below, Grieco convida Rasmussen para falar sobre seu trabalho em defesa dos animais e o biólogo chega a criticar a postura de algumas pessoas no ativismo ambiental. "Não é o bastante. Precisamos fazer mais, precisamos de ações. Parem de falar e façam alguma coisa! Eles estão matando nossos botos, estão matando toda a nossa fauna. Matam rinocerontes, gorilas, tubarões. Eles... Nós matamos tudo, estamos destruindo o planeta. E ficamos de conversinha mole? Foda-se!", desabafa Richard em trecho do filme.

Em outro momento, porém, o biólogo - que tem passagens pelo SBT, Record e NatGeo - é confrontado sobre a acusação de pagamento ilícito para a morte dos animais. Grieco conta que, devido à proibição da pesca, famílias perderam a única fonte de renda e que o apresentador estaria jurado de morte na região. A partir daí, o filme mostra uma visita dele aos pescadores para um confronto sobre o ocorrido, que, segundo Richard, foi motivada pela transparência.

"Eu nunca pretendi prejudicar a comunidade e, por isso, precisava entender por que estavam 'me jurando de morte', utilizando as palavras do diretor do documentário. Eu sempre tive a confiança das comunidades por onde passei", justifica, em entrevista ao Notícias da TV.

Procurada pelo Viver, a assessoria de imprensa da Globo afirmou que a emissora não foi buscada pelo autores do documentário e não teve acesso à obra, mas que a denúncia teria sido realizada contra e biólogo e negada pelo mesmo. Em nota, a emissora se posicionou sobre o processo de apuração da reportagem. Leia o texto na íntegra:

"A TV Globo não foi procurada pelos autores do documentário e não teve acesso a ele. Como em toda a reportagem que coloca no ar, a Globo sabia quem era o responsável pelas imagens e tomou providências para checar a veracidade das informações. O material foi cedido pela Ampa – Mamíferos Aquáticos da Amazônia, e na gravação bruta, com o áudio ambiente, não havia nada que sugerisse qualquer irregularidade ou método ilícito na captação de imagens. Toda a estrutura em volta da captação e o comportamento dos pescadores mostravam que essa, para eles, era uma prática frequente, que desempenhavam com desenvoltura. Tanto a Ampa quanto o Instituto de Pesquisas da Amazônia viram as imagens e as validaram como legítimas. Tivemos o cuidado ainda de submetê-las ao Ministério Público Federal no Amazonas e fundamentar a reportagem em pesquisas do Instituto de Pesquisas da Amazônia, da UFRJ e da UERJ, que comprovaram, em amostras compradas nos mercados, que havia carne de boto rosa nas vísceras de piracatinga, peixe nocivo à saúde humana por conter altos níveis de metais pesados. Autoridades da preservação já indicavam, na época, que a população de botos estava diminuindo em 10% ao ano por causa da pesca da piracatinga. Para a TV Globo, a correção na apuração jornalística jamais é colocada em risco seja qual for a causa em jogo."

Confira a sinopse do filme:
"Nas profundezas da Amazônia, a população do golfinho de rio rosa indígena está diminuindo. Dócil e fácil de pegar,  este animal quase mítico está sendo caçado à extinção e usado como isca para peixe. Mas dois ativistas estão cada um trabalhando incansavelmente para aumentar a consciência e proteger a espécie. Por um lado, um biólogo marinho e, por outro lado, uma famosa estrela de TV, cada um tem sua própria abordagem muito diferente para o seu objetivo comum. À medida que a batalha para salvar o golfinho rosa se intensifica, o esforço para direcionar a atenção do público para a questão torna-se cada vez mais difícil. Quando um escândalo explode, questões éticas são levantadas tão obscuras quanto as águas do próprio Rio Amazonas. Que sacrifícios são aceitáveis na batalha por este animal em perigo e quais são as maiores questões sociais, econômicas e ambientais envolvidas? O documentário surpreendente de Mark Grieco (Marmato) explora a ética do ativismo na era moderna da mídia."

Fonte: Diário de Pernambuco

11/04/2015

O boto vai virar lenda?

 O famoso mamífero amazônico corre o risco de desaparecer: ele vem sendo morto em especial para a pesca da piracatinga – e a moratória da atividade por cinco anos, iniciada em 2015, pode ser pouco para salvá-lo.

O boto-cor-de-rosa é um dos mais icônicos e folclóricos animais da Amazônia. Mesmo protegido pela legislação brasileira, uma nova atividade tem pressionado suas populações na região: assim como os jacarés, ele tem sido caçado ilegalmente para servir de isca na pesca de um bagre conhecido como piracatinga. O fato tem causado preocupação em pesquisadores e entidades não governamentais, que pedem mais

13/08/2014

Campanha para Colômbia não consumir piracatinga pescada com carne de boto



 Agosto 2014 
Vamos deter a matança de botos na Amazônia 
  
Olá , 
Queremos agradecer sua participação em nossa campanha para proteger o boto rosa da Amazônia, animal que está sendo cruelmente caçado para servir de isca para pescar piracatinga. Agora precisamos novamente de sua ajuda. Queremos fazer com que a Colômbia, país que mais consome piracatinga pescada no Brasil, termine com esse comércio e ajude a proteger o boto.  

29/07/2014

Institutos no AM arrecadam dinheiro para campanha contra caça de botos

A galera está agindo.... vamos ajudar?
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Boto-vermelho, também conhecido como boto-cor-de-rosa, é um dos símbolos da Amazônia (Foto: Yasuyoshi Chiba/AFP)
Animais são usados como isca para captura de peixe; matança preocupa. 
Estima-se que cerca de 2.500 botos são mortos todos os anos no estado.

A Associação Amigos do Peixe-boi (Ampa) e o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) lançaram a campanha "Alerta Vermelho" para combater a caça de boto-vermelho na Amazônia. Além de buscar assinaturas onlines, o movimento está recebendo doações, em dinheiro. O valor arrecadado deverá ser investido em ações de fiscalização. A carne do mamífero é utilizada como isca para a captura do peixe piracatinga. Estima-se que cerca de 2.500 botos são mortos todos os anos em decorrência da atividade de pesca no Amazonas.

21/07/2014

Matam botos para servir de isca para pescar piracatinga... malditos!!



Ontem, o Fantástico deu 10 minutos do seu "precioso" tempo para denunciar esta patifaria governamental!!!! O Ministro da Pesca estava segurando dentro da gaveta um acordo com o Meio Ambiente para proibir a comercialização da piracatinga .. Os pescadores recebem auxilio defeso e mesmo assim, continuam pescando sob os auspícios do infeliz deste ministro que só está preocupado com as fontes de sustento dos pescadores.... nojento!!!!! Pior que, depois da brigaiada geral entre os governantes, a portaria foi publicada, mas, só mesmo em janeiro começa a proibição da comercialização deste peixe ..... até lá centenas de botos serão mortos!!!!! E, o mais revoltante, é que a meleca do PT vai continuar mandando na droga deste país!!!! nôjoooooooo!!!!!
Vejam a matéria CLICANDO AQUI.



Matéria no Jornal O Globo publicado em 2010 com atualização em 2011:

21/09/2013

Petição pelos botos da Amazônia

Nossa amiga Izolina pede uma força esta petição. CLIQUE AQUI.

CRIME AMBIENTAL - SALVEM OS BOTOS DA AMAZÔNIA - PAREM COM A MATANÇA. (assine a petição)

CRIME AMBIENTAL - SALVEM OS BÔTOS DA AMAZÔNIA - PAREM COM A MATANÇA. (assine a petição)
15,000
10,827
10,827 assinaturas. Vamos chegar a 15,000

Por que isto é importante

O RIO TINTO DE SANGUE
O Brasil está encontrando seu destino e os botos da amazonia também. ESTÃO SENDO ANIQUILADOS..
Pescadores e ribeirinhos da Amazônia estão promovendo uma matança de Botos Tucuxi e Botos Cor de Rosa. Um verdadeiro massacre..
A Carne do Boto é usada pra pesca do peixe Piracatinga que tambem é conhecido como o "carniceiro do Rio".
A Piracatinga é processado nos frigorificos e embalado com o nome pomposo de "Filé de Douradinha". qué é exportado e também é vendido para os principais supermercados brasileiros.

11/01/2011

CINEGRAFISTA AMADOR GRAVA A MATANÇA DE BOTO NAS COMUNIDADES RIBEIRINHAS DA AMAZÔNIA

Quando vi isto ontem na TV fiquei pensando em nossa arrogância em meter os pés no Japão e na Dinamarca, embora mereçam tudo e mais ainda de nossas críticas. Eles massacram baleias e golfinhos a troco de poucas razões. Mas, saber que algo muuuuito parecido acontece por aqui, debaixo das nossas fuças, me deixou mal... muito mal....

Foi igual o caso das tartarugas da Costa Rica que encheu as nossas caixas postais indevidamente. Até o Capitão Watson entrou na bobeira toda... Jesus amado não gosto nem de lembrar a raiva que eu sentia de ver estes e-mails falando que era na margem esquerda do Rio Solimões!!!! afffe, que me arrepia!!!! Mas, o detalhe que enquanto rolava a desinformação que foi até matéria do Fantástico, aqui em Sergipe e no sul do país, nossas tartarugas eram dizimadas por gente maldita.

Em Sergipe, eles brincavam de passar com o jipe em cima dos ninhos nas praias e detonavam tudo... era turismo e "diversão". Pedi a participação dos leitores em um ataque às caixas postais dos secretários de meio ambiente, governador e prefeito naquele Estado. Pouquíssima gente participou porque, naquela época, eu não dava sugestão de texto e geralmente a pessoa se sente insegura para escrever o protesto. A solução? claro que aconteceu porque pegamos pesado, todos sabem.

Se alguém quiser recordar tudo isto, basta usar o Google personalizado que temos na coluna da direita do blog. Escrevam a palavra tartaruga que encontrarão tudo que estou falando. Bem, mas o caso aqui é de massacre dos botos. É claro que vamos ouvir: isto é caça/pesca de sobrevivência... é mole? o cara mata o boto para servir de isca para outro peixe? Vou me informar para ver como podemos atuar neste caso.



Jornal da Record - Rede Record - 10/01/11
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