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5 de julho de 2017

Consultando os universitários: carne pode ser considerada sustentável?

Indiscutivelmente, aqueles que se mantem no objetivo de acabar com a matança de animais para alimentação humana, são pessoas obstinadas e persistentes. Há 22 anos atrás, falava em meu programa na Radio Globo argumentando que o consumo de carne produzia câncer no organismo humano. Era o mais adequado à época. Hoje a ética e respeito pela vida animal está muito mais apurado e aí podemos argumentar sobre outros aspectos. Agora vejam o poder da industria da carne. Enquanto insistimos na nossa tecla, fazem uma matéria destas mostrando que o boi tem uma boa vida antes de chegar no prato humano. É uma luta desigual, não? Mas, vamos vencer!!!! os veganos vão assumir, mais cedo ou mais tarde....
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Fazenda se destaca por produzir carne sustentável em Nhandeara
Propriedade do Noroeste de São Paulo obteve reconhecimento internacional por adotar sistema de produção que garante carne de qualidade e respeita o bem-estar dos animais. O pecuarista Ricardo Sechis implantou um projeto de melhoramento e aproveitamento da carne bovina. Para isso, ele atendeu a 140 pré-requisitos e recebeu reconhecimento internacional por oferecer carne 100% sustentável. A produção ganhou dois selos: o Australian Passion e o Grand Passion.

A fazenda, que fica em Nhandeara (SP), tem 240 hectares e o gado chega na propriedade com 1 ano de idade. Os animais passam por uma adaptação do pasto para o cocho e depois são levados para um espaço chamado ‘spa bovino’. O lugar é climatizado e tem música ambiente, tudo para proporcionar bem-estar aos bois.

O criador investe em duas composições no rebanho. Uma é entre o angus australiano cruzado com o nelore, e a outra é o cruzamento do angus com o wagyu. Para o rebanho atingir o peso ideal de abate, com melhor rendimento de carcaça e maciez da carne, Ricardo toma um cuidado especial com a alimentação. A base é a silagem, feita com capim e milho. Antes de ir para o cocho há um reforço com soja, farelo de amendoim, poupa cítrica, gérmen de milho e núcleo mineral.

O manejo do gado é feito de forma bem tranquila e com o uso de bandeiras. Tudo para causar o menor estresse possível aos animais. Os métodos também estão sendo implantados no frigorífico onde o gado é abatido. Para o doutor em bem-estar animal Mateus Paranhos, o gado da fazenda é nutricionalmente bem tratado e manso. Segundo ele, a simplicidade e o bom manejo garantem um resultado final excelente.

Fonte: G1 Sorocaba

9 de junho de 2017

Consumidores americanos cada vez mais preocupados com o bem-estar dos animais

Pode ser um avanço para diminuir o sofrimento dos animais até o fim de serem consumidos.....
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Mais de metade dos consumidores dos EUA (58%) estão mais preocupados com o bem-estar animal do que há apenas alguns anos atrás, de acordo com o relatório recente da empresa de pesquisa de mercado, Packaged Fact, chamado “Bem-estar animal: problemas e oportunidades nos mercados de carnes vermelhas, brancas e ovos nos Estados Unidos.”

No relatório, o “bem-estar animal” engloba áreas-chave, incluindo instalações, manejo, alimentação e abate.

O aumento do interesse em questões de bem-estar animal deve-se em parte à crescente preocupação dos consumidores com a segurança de seus alimentos e a crescente crença de que, se um animal é criado em circunstâncias saudáveis, sua carne e produtos lácteos serão mais saudáveis, terão melhor sabor e serão e mais nutritivos.

Embora as suposições comuns de que os padrões orgânicos atualmente incluem provisões para o bem-estar animal sejam um equívoco, os alimentos orgânicos, como a carne a pasto, são precisos nesse sentido devido ao pressuposto do consumidor de que a certificação orgânica em alimentos de carnes vermelhas e brancas e produtos lácteos está inerentemente ligada ao bem-estar animal.

Os consumidores têm diferentes níveis de compreensão e confiança quando se trata de afirmações de produtos associadas ao bem-estar animal. Os dados da pesquisa da Packaged Facts revelam que 19% dos consumidores só têm uma ideia geral do que significa ‘grass-fed’ (produzida a pasto), com outros 19% dizendo que não tem uma ideia boa sobre o que significa o termo ‘certified humane’ (referente ao tratamento e abate humanitário).

Apenas uma minoria dos clientes de supermercados (33%) se consideram bem informados as questões como hormônios/esteroides/antibióticos, sem gaiola, ao ar livre, criados a pasto e certificados com tratamento e abate humanitário. No entanto, quase dois terços dos consumidores concordam que o tratamento mais humano dos animais criados para produção de alimentos deve ser uma preocupação social e uma questão de regulamentação.

Apesar dos diferentes níveis de compreensão dos consumidores sobre as relações entre os alimentos da marca orgânica e os padrões de bem-estar dos animais, novos padrões estão sendo moldados pelas expectativas dos consumidores da próxima geração.

FONTE: BeefPoint

19 de abril de 2017

CFMV lança campanha pelo bem-estar animal

Falando a verdade? até que enfim os veterinários estão assumindo princípios que, graças a protetores dos animais, foram estimulados. A classe percebeu que estava ficando p´ra trás. Quem briga pelo fim dos animais em pesquisas, na alimentação, nos abusos, na implementação dos direitos deles e tudo mais? Pois é....  Somos nós, né?  
Então, agora passaram a perceber que a sociedade está cobrando uma definição já que salvam a vida de alguns animais enquanto se esmeram na morte de outros. 
Esta profissão vai ter que um dia descer do muro e se alinhar com a cobrança do tipo de apoiar a crueldade das vaquejadas e rodeios, matarem bois sabendo que esta industria está acabando com o planeta e saúde humana.... etc etc etc..... enfim, tudo que todos nós sabemos..... Já é hora, amigos!!!!!
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Durante cerimônia de abertura do IV Congresso Brasileiro de Bioética e Bem-estar Animal, nesta terça-feira, 18, em Porto Alegre, RS, o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) lançou uma campanha nacional para informar e conscientizar a população sobre o bem-estar animal.  A campanha destaca que os médicos veterinários e zootecnistas são os grandes aliados da população na busca por um bem-estar único.

“Não podemos ficar restritos apenas ao bem-estar humano, animal ou da natureza, mas entender que somos uma célula única e interdependente e que é possível estabelecer uma convivência saudável entre todos”, disse o presidente do CFMV, Benedito Fortes de Arruda. Em todas as áreas, seja para animais de produção, de companhia, selvagens ou de laboratório, o bem-estar deve ser considerado e o comportamento de cada espécie conhecido por médicos veterinários e zootecnistas para que suas necessidades sejam atendidas.

Hoje em dia, a sociedade reconhece cada vez mais a importância de pensar alternativas para minimizar a dor e o sofrimento dos animais, que são capazes de sentir emoções como medo e felicidade.

Cinco Liberdades - A expressão do comportamento natural da espécie é uma das cinco liberdades que todo animal deve ter. As liberdades são instrumento reconhecido mundialmente para diagnosticar o bem-estar e incluem aspectos que influenciam a qualidade de vida do rebanho. São eles: a liberdade de sede, fome e má-nutrição; a liberdade de dor e doença; de desconforto; liberdade para expressar o comportamento natural da espécie e de medo e estresse. 

Livre de fome: O animal deve ter acesso a comida e água na quantidade, qualidade e frequência ideais. Caso não tenha uma dieta adequada e hidratação apropriada isso pode causar desequilíbrio, gerando obesidade, por exemplo.

Livre de dor e doenças: essa liberdade fala das questões da saúde física. No caso dos animais de companhia, pode haver maior risco de transmissão de doenças para os humanos. As vacinações devem estar sempre em dia, para que o bem-estar dos homens e animais seja preservado.

Livre de desconforto: o animal também deve estar abrigado em ambiente com temperaturas confortáveis para a espécie e superfícies adequadas para proporcionar conforto. Animais selvagens colocados em recintos pequenos, como gaiolas, por exemplo, não estão exercendo essa liberdade.

Livre para expressar seu comportamento natural: a expressão do comportamento natural da espécie deve sempre ser considerada para medir a qualidade de vida e bem-estar do animal. É importante estimular os animais com tarefas e objetos que permitam sua expressão natural. Quando o animal não consegue fazer isso, podem aparecer comportamentos anormais, como andar repetitivamente.

Livre de medo e estresse: essa liberdade diz que os animais devem ser livres de sentimentos negativos, para evitar que sofram. Um exemplo é quando há incompatibilidade entre animais domésticos, em que a família introduz um novo animal na casa, caso em que é importante a orientação de um médico veterinário.

Campanha - A campanha promovida pelo CFMV contará com ações variadas, que buscam levar as pessoas e os profissionais à reflexão e ao maior entendimento sobre o bem-estar animal. O material foi publicado em uma página exclusiva da campanha, e está sendo compartilhado com a hashtag #bemestaranimal.

O vídeo produzido para a campanha será exibido na TV e também em salas de cinema de todo o Brasil. A iniciativa conta, ainda, com um quiz, produzido para testar seus conhecimentos sobre o tema, e quatro cartazes que simbolizam os animais de produção, domésticos e selvagens, e que estão disponíveis para download.

Também no Portal do CFMV, estão disponíveis cinco podcasts com a participação do médico veterinário Marco Antônio Gioso e da zootecnista Meyb dos Santos. Os dois discutem temas ligados ao bem-estar em um bate-papo e citam exemplos que esclarecem as principais dúvidas e questões da sociedade, seja dentro de casa, seja no campo. Outra novidade da campanha é o Twibbon – ferramenta que permite mudar sua foto de perfil do Facebook e usar um avatar especial para mostrar que você aderiu à causa da campanha.

Congresso - O IV Congresso Brasileiro de Bioética e Bem-estar é promovido pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) e acontece entre os dias 18 e 20 de abril em Porto Alegre, RS. 

Na programação, debates multidisciplinares tratarão de práticas do cotidiano sobre dor e bem-estar nas diferentes espécies, avanços na neurociência, ética e emoções para subsidiar e aprimorar as atuações dos profissionais. Os temas incluem animais de companhia, selvagens, de produção e de laboratório.

Palestrantes do Brasil e do exterior que são referências em suas áreas estarão presentes no evento. Entre eles, o pesquisador escocês perito mundial em bem-estar animal, Ian Duncan; o catedrático da Escola de Veterinária da Universidade de Bristol, Mike Mendl; o lecionador de Ética e Bem-Estar Animal na Escola de Medicina Veterinária da Universidade da Pensilvânia, Paul Flecknell; e muitos outros.

Fonte: Portal DBO e CFMV

21 de março de 2017

Ministro diz que Brasil não vai avançar na questão de bem-estar animal nesse momento


Céus, isto tem a ver? 
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Segundo Blairo Maggi, prioridade é manter status sanitário livre de Influenza Aviária investindo em manter biosseguridade

O risco iminente do vírus da Influenza Aviária chegar aos planteis brasileiros fez com que o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) tomasse a importante decisão de não avançar na questão de bem-estar animal nesse momento. 

Segundo o ministro Blairo Maggi, a criação de galinhas soltas, por exemplo, vai na contramão dos esforços em manter a biosseguridade nas granjas para mitigar os riscos da doença.

“Falando sobre bem-estar animal, que prevê galinhas soltas, vai ao contrário do que a gente esta fazendo aqui. A gente quer telar, quer fechar. Tomamos a decisão que não vamos avançar nessa área. Pode vir reclamação, sugestão, mas o Brasil não vai mexer com isso porque vai exatamente o contrário de todo o esforço que estamos fazendo”, afirmou Blairo Maggi durante coletiva de imprensa sobre a revisão das regras de biosseguridade em função de evitar a entrada de doença nos planteis. 

Após a coletiva, o diretor de Defesa Agropecuária do Mapa, Luís Rangel, ressaltou que é importante destacar a percepção do ministério em relação ao tema. “É um conceito que vem sendo discutido internacionalmente, o Brasil tem discutido isso nos diversos fóruns internacionais, e é um caminho que naturalmente será seguido”, explicou. “Mas, é importante colocar na balança, do ponto de vista sanitário, quais são os riscos que estão envolvidos dentro do processo produtivo e qual é a velocidade que temos que andar no ponto de vista de bem-estar animal, sem contrapor as questões sanitárias”, disse. 

Rangel ressaltou que o governo fará o que for possível do ponto de vista de bem-estar animal sem que comprometa a questão do risco sanitário. “Esse processo de criação de galinhas livres vai de encontro, de uma maneira conflituosa, a esse modelo de compartimentação, de biosseguridade, que estamos investindo no Brasill. Há de se fazer um balanço sobre o custo beneficio de adotar determinados modelos”, sugeriu .

“É obvio que o mercado vai dizer até que ponto podemos avançar nesse modelo, mas hoje o Mapa esta deixando muito claro que o mais importante é a biosseguridade”, enfatizou o diretor. “Então, se for optar entre adotar protocolos de bem-estar animal ou adotar protocolos mais rigorosos de biosseguridade, haja vista os riscos que envolvem uma ocorrência de influenza aviaria, nós vamos apostar, nesse primeiro momento, nos protocolos de biosseguridade”, concluiu.



15 de novembro de 2016

Mercado vive conflito entre preço baixo e bem-estar animal

Achei o resultado da pesquisa feita pelo Instituto Akatu citada na matéria tão esquisita....  Tem gente que acha tão fácil conquistar coisinhas para nossa causa......
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Galinhas poedeiras e porcas matrizes vivem em condições precárias para que possam produzir

A indústria alimentícia está mudando suas práticas de produção para diminuir a crueldade contra animais diante da pressão do consumidor, mas os custos ainda são um empecilho para que o país adote medidas para o bem-estar animal. Segundo uma pesquisa do Instituto Akatu, realizada em 2014, 87% dos brasileiros preferem que, na produção, animais não sejam maltratados

31 de outubro de 2016

Quadro 'Câmera na Mão' mostra a iniciativas que colaboram com o bem-estar de animais - PA



A matéria está muito bem feita..... O que acho legal é que nossa causa está alcançando espaços antes inimagináveis...... Os animais tem sido pauta da maioria das mídias, já repararam?
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video

3 de junho de 2016

Experimentos usam células-tronco para criar animais com órgãos humanos

O que me impressiona é não haver limite para estas "invenções" humanas que não levam a nada..... Enquanto houver este bate-cabeça para o poder médico-científico, não vamos avançar.... Temos que desmoralizar estas iniciativas constantes destes doidos que não estão privilegiando a cura de doenças, mas, encontrando financiamento para suas maluquices.....
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Agência dos EUA aplica moratória em financiamentos: ‘considerações sobre ética e bem-estar dos animais’

RIO — Criar porcos com órgãos humanos. Este é o objetivo de um grupo de cientistas do Instituto Salk para Estudos Biológicos, sediado na Califórnia, que atua num nascente e promissor campo que reúne modernas técnicas de edição genética e células-tronco. A ideia é sedutora, com potencial para acabar com as filas de transplante, mas

13 de abril de 2016

JBS opera nova frota de caminhões que garante o bem-estar animal

Quem aguenta com isto? que bom então.... posso comer o boizinho porque ele recebe tratamento vip no seu transporte para a morte?
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A JBS lidera um projeto inédito no mercado brasileiro e acaba de lançar um modelo de caminhão totalmente desenvolvido para garantir o bem-estar animal, com mais espaço e qualidade para transporte de gado. A frota é operada pela JBS Transportadora, empresa do grupo que presta serviços de transporte de animais e produtos, que atende à demanda da JBS, assim como de empresas parceiras.

7 de janeiro de 2016

Investigação mostra que muitos dos selos de “bem-estar animal” em carnes são uma farsa

É, este negócio de colocar selo de bem-estar animal é meio fajuto mesmo....Aliás, até no comercial da Friboi, o Toni Ramos fala que a empresa segue todas as exigências para que os animais fiquem bem.... Eu hein.... Fala sério!!!!! Se nos EUA, onde as coisas funcionam melhor, está assim, imaginem o resto.....  Agora, galera, vamos assinar a petição da PETA para ajudar a ONG desmascarar toda esta farsa. CLIQUEM AQUI. Não precisa ver o vídeo, mas, assinem no formulário que fica ao final de toda explicação da investigação que eles fizeram.
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Todo mundo que saboreia um bacon ou curte um churrasquinho no fim de semana conhece os maus-tratos pelos quais passam os animais em fazendas de abate. Muita gente, infelizmente, nem se importa, mas para aqueles que se preocupam com os animais mas mesmo assim consomem carne e

9 de junho de 2015

Fogos são banidos para bem-estar dos animais - Sorocaba - SP

Gente, eu não sabia disto não!!!!!!!!!! E viva Sorocaba!!!!!!!!!! que maravilha!!!!!!!!!!!
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A Prefeitura informou ontem que há pelo menos três anos não realiza mais queima de fogos na Festa Junina de Sorocaba. Na edição de ontem do jornal Cruzeiro do Sul foi publicada equivocadamente a informação de que haveria queima de fogos. De acordo com o diretor de Área de Educação

27 de maio de 2015

Walmart adota política baseada nas cinco liberdades para animais de produção nos EUA

Recebi da assessoria de imprensa da Walmart e estou registrando em nosso espaço para avaliação dos nossos leitores:
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(25 Maio 2015) – O Walmart, uma das maiores empresas do mundo e maior varejista do setor alimentício nos EUA, anunciou que vai adotar uma abrangente política de bem-estar animal para sua cadeia de fornecimento nos EUA. 

A decisão da empresa foi comemorada pela Humane Society International (HSI), uma das maiores organizações globais de proteção animal, e seu braço norte-americano, a Humane Society of the United States (HSUS). A empresa adotou o princípio das “cinco liberdades”, que inclui a eliminação de métodos de confinamento extremo como o uso de gaiolas em bateria para galinhas poedeiras e gaiolas de gestação para porcas reprodutoras.

O Walmart pedirá que seus fornecedores trabalhem para garantir, dentre outras ações, as seguintes condições para os animais:

24 de novembro de 2014

Europeus apresentam melhorias para o trato animal no Triângulo Mineiro - com vídeo

Sugiro que vejam o vídeo para entender que a conscientização e cobrança da sociedade está mudando. Óbvio que o ideal era o fim do uso dos animais na alimentação humana até mesmo porque a pecuária é a primeira culpada da destruição do planeta. 

Mas, eles (responsáveis por toda carnificina) estão sentindo a pressão popular... modestamente, mas, o processo está iniciado.... Ah, quando apresentam "as técnicas" durante este evento, proibem de serem filmadas..... então, tá.... 
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Objetivo é compartilhar normas internacionais com fornecedores.
Instruções incluíram desde o abate até aparelhagem exigidas.

Ituiutaba recebeu nesta quinta-feira (20) uma comitiva da União Europeia, com três italianos e um sueco, para a apresentação de normas internacionais para o abate de animais destinados à exportação. Parte do evento ocorreu em um frigorífico da cidade e

13 de fevereiro de 2014

Fazenda usa técnicas de bem-estar para porcas... é um início?

Gente, é óbvio que o ideal é parar de comer bichos, mas, será que com estas exigências e comportamento não conseguimos um avanço? sei lá.... por vezes penso que será muito difícil alcançarmos o grande público somente com nosso desejo de acabarmos com o sofrimento dos animais. Agora, acho muito importante a postura vegana radical, pois, do contrário, jamais atingiremos o objetivo final que é a libertaçãoanimal....

video
G1 - 09/02/14

Como criar os animais que nos alimentam ou prestam serviço, sem usar violência ou práticas cruéis? Essa é uma exigência cada vez mais frequente no mercado e uma fazenda de criação de porcos em Brasília passou a adotar um sistema que dá conforto e liberdade às porcas prenhas.

A vida inteira dentro de gaiolas, sem espaço para se virar, sem ter o que fuçar, só dá para deitar e levantar.

Câmara rejeitou veto do prefeito a projeto do bem-estar animal (Atibaia)

Galera companheira de Atibaia deve estar de olho na questão....
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Cavaleiro usando espora durante a Cavalhada de Atibaia
realizada em dezembro de 2013
A Câmara rejeitou, por 17 votos (unanimidade), o veto parcial apresentado pelo prefeito ao projeto que combate os maus-tratos em eventos com animais em Atibaia.

Segundo o vereador Prof. Rodrigo, houve equívoco no entendimento de que o projeto estava combatendo os eventos, ao alterar dois artigos da lei complementar nº 653, de 8 de novembro de 2012, os de nº 5 e 19. “Na verdade, as alterações foram no sentido de combater os maus-tratos. No artigo 5º, considera-se abuso ou maus-tratos contra animais, entre outras condutas cruéis, recursos como sedém, peiteiras, choques elétricos ou mecânicos e esporas, que machucam os animais e são

7 de fevereiro de 2014

Tripoli solicita ao Facebook exclusão de páginas virtuais ofensivas ao bem-estar animal

Atitude corretíssima..... parabéns ao Tripoli!!!!!
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(Brasília, 03 de fevereiro de 2014) – Coordenador do Grupo de Trabalho de Fauna da Frente Parlamentar Ambientalista do Congresso Nacional, o deputado Ricardo Tripoli solicitou nesta segunda-feira providências ao Facebook do Brasil. Em ofício enviado ao Diretor Geral da rede social no país, Leonardo Tristão, o parlamentar paulista solicitou a exclusão de páginas virtuais ofensivas ao bem-estar animal.

RECEITAS PERVERSAS
No documento, Tripoli fez referência às páginas intituladas “Gastronomia Doméstica” e “Petisco Caseiro” . As páginas mencionadas “ensinam” receitas elaboradas utilizando espécies de cães e gatos como principais ingredientes.

O deputado informa que recebeu inúmeras mensagens de cidadãos – de vários estados brasileiros – indignados com a existência das páginas. “Os administradores publicam fotos impactantes com animais mortos, ou em processo de execução. Há também imagens de

2 de setembro de 2013

Certificação de bem-estar chega ao animal criado para trabalho e esporte

Então, tá!!!!!
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O certificado Sela Verde atesta que a propriedade segue corretamente critérios trabalhistas, ambientais e de bem-estar dos cavalos.

Práticas de bem-estar são uma exigência cada vez mais frequente no mercado de animais criados para o abate. Existem, inclusive, selos de certificação para esses produtos. Agora a certificação começa a chegar ao mercado dos animais criados para o trabalho e para o esporte, como o cavalo.

No haras visitado pela reportagem, os cavalos são criados soltos e, mesmo quando vêm para as baias, todos compartilham  bem o lugar. O que a primeira vista pode parecer simples demais para um haras, na realidade, é o

28 de dezembro de 2012

Bem-estar para os animais de abate... o que você acha?

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Minha proposta  é promover reflexão: é válido se tentar melhorar as condições que os animais de abate vivem e morrem? Esta matéria foi publicada pelo Globo Rural e peço a quem puder esclarecer postar seu comentário. Todos nós precisamos ter conhecimento para analisarmos e julgarmos com isenção, principalmente, o que isto representa, historicamente, dentro da causa de defesa animal.

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Cresce no Brasil interesse pelos cuidados na criação de animais antes do abate
por Agência Brasil
Foto: Ernesto de Souza
O modo de criação dos animais até o abate estaria relacionado com a qualidade do alimento que vai para a mesa. O interesse pelo assunto cresce no Brasil e o bem-estar animal passa a ser uma das exigências dos consumidores.

De acordo com o Conselho Federal de Medicina Veterinária, o mercado que dá prioridade ao bem-estar animal ainda é pequeno e desconhecido. Faltam produtores que sigam regras de bem-estar animal, faltam normas que regulamentem o setor e falta conhecimento dos consumidores. Mas uma pesquisa da veterinária Carla Molento, membro da Comissão de Ética, Bioética e Bem-Estar Animal do Conselho Federal de Medicina Veterinária, mostra que quando conhecem o sistema de produção intensivo os consumidores se tornam mais exigentes.

12 de julho de 2011

ABATE HUMANITÁRIO E BEM-ESTAR DE ANIMAIS DE CONSUMO: VOCÊ, O QUE ACHA?

Recentemente, aconteceram algumas mudanças no Ministério da Agricultura sobre o bem-estar e abate de animais de consumo. Vários leitores me perguntaram se eu ia me pronunciar sobre a questão. Demorei por achar que é preciso se falar, primeiro, da evolução das cabeças que atuam na proteção animal.

Eu mesma, em 1996, com auxilio da SUIPA, consegui mais de 30 mil assinaturas pedindo o uso da pistola pneumática para atordoamento seguro (?) na matança dos animais nos matadouros. E naquela época, não tinha este troço de internet... era tudo na mão mesmo.

Entreguei ao Ministério Publico as assinaturas, acompanhada de Suzana Vieira, Lúcia Veríssimo e Arlete Salles. Muitos artistas assinaram. As assinaturas eram duplicadas porque eram, também, voltadas a ação contra a Farra do Boi em Santa Catarina.

O resultado foi que, dois meses depois, o Ministério da Agricultura modificou a legislação federal, incluindo a exigência do uso da tal pistola para a realização do "abate humanitário". Com isto quero dizer que, as cabeças evoluem.

Confesso que sou contra ficarmos sentados no toco recriminando ações alheias. Mas, creio que, na atualidade, poderíamos juntar forças para uma mudança de comportamento até mesmo dentro da proteção, já que muitos não são vegetarianos quanto mais veganos.

Enfim, mas, quem sou eu p´ra conversar a respeito, não? acho que isto é questão de coerência, mas, não sou a dona da verdade, claro!

Então, para não dizer que não toquei no assunto por algum suposto motivo, vou publicar uma discussão bem interessante sobre o tema, retirada da lista SBV-Floripa. CLIQUE AQUI PARA LER.

O Diário de Cuiabá, fez a matéria informando:
"O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento estabeleceu a Comissão Técnica Permanente de Bem-Estar Animal (CTBEA) para intensificar iniciativas para o bem-estar dos animais de produção e de interesse econômico nos diversos sistemas pecuários brasileiros, que inclui bovinos, aves e suínos, entre outros. As atribuições estão definidas na Portaria nº 524, publicada no Diário Oficial da União da última quarta-feira, 22 de junho."
LEIA MAIS

Esta matéria do Globo Rural rolou no princípio de mês de junho deste ano... Você, o que acha?


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6 de junho de 2011

WSPA PROMOVE CURSO PARA MELHORAR O BEM-ESTAR DOS ANIMAIS DE ABATE

Sei que uma boa parte de protetores de animais come carne sem lembrar da morte do animal. Nem vou discutir isto. Mas, este lance aí da WSPA tem, pelo menos, um fator que devemos aproveitar: sem sombra de dúvidas, o próprio governo reconhece que há sofrimento na morte do animal e que existe melhora deste sofrimento (será que a gente pode pensar assim?). Achei interessante esta matéria... faz a gente refletir muito... pelo menos, se faz alguma coisa.... melhor que ficar sentado no toco, ou não?



Globo Rural - TV Globo - 05/06/11
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