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29/08/2017

Pelo de rato, mosca e barata: por que a Anvisa 'tolera' bichos nas comidas?

Pois é!!!!! enquanto isto a Anvisa exige tanta coisa para os produtos serem testados em animais....
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Recentemente, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibiu a venda de cinco marcas de extrato e molho de tomate com pelo de roedor acima da média permitida pelo órgão.

Muitos internautas então perguntaram: "Quer dizer que um pouco de pelo de rato é tolerado?"
A resposta é sim.

A legislação brasileira tolera a presença não só de pelo de ratos, mas também de pedaços de moscas, baratas, aranhas, formigas, areia, pelo humano, teias e até excrementos animais --desde que estejam dentro do limite estabelecido por lei.

Quem determina este limite é o RDC-14, um conjunto de leis criado em 2014 que determina quanta "sujeira" é aceita num alimento sem que isso cause problemas de saúde para o consumidor. Ali diz quantos fragmentos --ou seja, partes visíveis ou não a olho nu-- de matéria estranha (insetos, excrementos, animais e pelos) pode haver no alimento. Antes, não havia regulamentação para os limites de tolerância.

Os fragmentos podem ser macros ou microscópicos. Ou seja, podemos encontrar um pelo de rato inteiro ou em fragmentos tão pequenos que não seja possível visualizá-los a olho nu

Ingrid Schmidt-Hebbel, coordenadora do Tecnologia em Gastronomia do Centro Universitário Senac-Santo Amaro e especialista em legislação. Para se ter uma ideia, 100 gramas de molho de tomate podem ter até dez fragmentos de insetos (como formigas e moscas) e/ou um fragmento de pelo de roedor.

Pelos de rato também são toleráveis em frutas desidratadas (1 em cada 225 g de uva passa), chás (2 em cada 25 g), especiarias (1 em cada 50 g de pimenta do reino) e achocolatados (1 em cada 100 gramas).

Veja alguns exemplos:
  • Molho e extrato de tomate, catchup e outros derivados: um fragmento de pelo de roedor a cada 100 g, dez fragmentos de insetos (como moscas e aranhas) a cada 100 g
  • Doces em pasta e geleia de frutas: 25 fragmentos de insetos a cada 100 g
  • Farinha de trigo: 75 fragmentos de insetos a cada 50 g
  • Biscoitos, produtos de panificação e confeitaria: 225 fragmentos de insetos a cada 225 g
  • Café torrado e moído: 60 fragmentos de insetos a cada 25 g
  • Chá de menta ou hortelã: 300 fragmentos de insetos em 25 g, cinco insetos inteiros mortos em 25 g, dois fragmentos de pelos de roedor em 25 g
  • Orégano: 20 fragmentos de insetos em 10 g
FONTE: UOL

17/08/2017

Baratas e ratos mudam de status e viram animais de estimação em Suzano

Já fizemos várias postagens sobre a dita barata que causa tanto nervoso e nojo à muita gente.... Agora, tem gente que gosta delas e as tratam muito bem.... kakaka...
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As baratas Aroldo, Ernesto, Clotilde e Bernadete se alimentam de ração e cenouras. Donos garantem que além de casa e comida, dão carinho aos 'bichinhos'.

Baratas e ratos costumam despertar sentimentos como medo, pavor e nojo na maioria das pessoas. No entanto, para dois moradores de Suzano, na Região Metropolitana de São Paulo, estes animais se tornaram “bichos de estimação”, com direito a carinho e cuidados para evitar o estresse dos pets.

Aroldo, Ernesto, Clotilde e Bernadete formam um quarteto de baratas de Madagascar cuidado com dedicação pelo engenheiro ambiental Luiz Fernando Alcântara Araújo, de 28 anos. Ele comprou as duas fêmeas e os dois machos há mais de quatro meses motivado pela curiosidade e o interesse por insetos e animais exóticos.

A venda destes animais é permitida no Brasil, mas depende da autorização do órgão ambiental de cada estado, segundo o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Baratas, porém limpinhas
Luiz disse que escolheu a barata de Madasgacar por elas serem mais limpas, não se alimenterem de dejetos e terem um convívio melhor com o ser humano. A dieta é à base de ração de cachorro triturada, alface e cenoura. Já a água é consumida por meio de um algodão umedecido.

“Elas não possuem cheiro e são suscetíveis ao toque. Quando se sentem ameaçadas emitem um assovio de alerta, mas somente para demonstrar que não estão à vontade. Elas não são capazes de atacar com mordidas e nem voar. É um inseto muito dócil e tranquilo, ótimo para quem tem pouco espaço ou procura ter um animal diferente. É recomendado para qualquer pessoa e para crianças a partir de 7 anos”, afirma Araújo.

O engenheiro explica que os cuidados são simples e envolvem medidas básicas de higiene. Uma das providências é manter o terrário onde elas vivem limpo e saudável. “Elas gostam de locais com baixa claridade. Durante o dia costumam estar escondidas e durante a noite são mais ativas, sendo mais fácil de visualizá-las.”

O engenheiro, que mora sozinho, revela que as pessoas se espantam quando descobrem seus "pets". “Mas depois ficam curiosas para vê-las. Algumas até se arriscam a tocá-las. Geralmente perguntam o porquê de se criar baratas e qual é a rotina delas.”

Para não assustar as pessoas, o engenheiro evita sair de casa com o quarteto. Por isso, durante a noite ele, as tira do terrário para que circulem pela casa.

”Eu as coloco no ombro ou no braço e dou uma volta pela casa, para que possam sentir o ambiente e se sentirem seguras. Pelo fato de ser um inseto noturno e não gostar muito de claridade, eu procuro evitar expor a muita luminosidade para não causar nenhum estresse.”

Mestre Splinter, o rato pelado
O analista de suporte técnico Nabil Jmail Hariri Junior, de 27 anos, escolheu seu pet justamente por ele ser diferente. “A maioria das pessoas já tem medo por se tratar de um rato, ainda mais devido à aparência dele , não possuindo pelos e tendo olhos vermelhos”, descreve Junior.

Ele explica ainda que essas particularidades do animal o fizeram desejar compreendê-lo melhor. O analista garante que “Mestre Splinter”, como chama o rato da raça hairless, é muito carinhoso e dócil. Embora conviva com o ratinho há menos de seis meses, Junior afirma que os cuidados com o pet são simples.

Ele diz que são necessários cuidados diários com a higiene do animal para garantir a saúde de “Mestre Splinter” e de sua família. “Essa rotina inclui o recolhimento das fezes, alimentação com ração normal e alfafa para roedores e uma vez por semana lascas de cenoura e de coco, troca da água; troca do pano de dormir e o aquário/gaiola deve ficar em local arejado, porque como ele não tem os pelos, ele é mais suscetível às intempéries do clima.”

“ Até hoje ainda não tiveram coragem de segurá-lo nas mãos. Ele é muito carinhoso e comportado, o medo e espanto das pessoas só se justifica devido ao medo do desconhecido, mas isto é normal. Sempre quando vem alguém em minha casa, faço questão de apresentá-lo para que as pessoas se familiarizem e não tenham tanto preconceito com este roedor incrível.”

Toby, um cachorro da raça pincher, é o outro animal de estimação do analista. Mas a amizade entre Mestre Splinter e Toby ainda não decolou. “Eles já se conheceram e se estranharam muito no primeiro encontro. Sendo assim, promovo encontros rápidos entre os dois, até que se familiarizem e aprendam a conviver juntos”, espera o dedicado dono do rato sem pelo de olhos vermelhos.

Empreendedor inovador
O comerciante Stenner Paulo Kazuhiko Hidaka resolveu apostar nesse segmento de pets diferentes em Suzano. Aberta há aproximadamente seis meses, a loja dele vende baratas, rato hairless, esquilo da mongólia (parecido com um rato), grilos, entre outros itens.

“Baratas eu tenho de dois jeitos. A de madasgacar que pode ser um pet e também para alimentação de macacos e lagartos. Assim como o grilo que é alimentação também. Eu sempre gostei de animais diferentes e conhecia pessoas que também gostavam. Eu fui pensando no negócio”, conta Hidaka.

Quanto aos pets inusitados, Hidaka garante que eles são os preferidos dos adultos. “As crianças ficam com medo e preferem o peixe, hamster ou porquinho da índia.”

De olho na lei
Para comprar um animal exótico é preciso, antes de mais nada, saber o que é permitido pela legislação brasileira. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), define animais exóticos como aqueles que não ocorrem naturalmente no país, como por exemplo, algumas espécies de cobras e lagartos.

De acordo com o Ibama são proibidas a venda, importação e criadouros para venda de qualquer espécie de répteis, anfíbios e invertebrados venenosos e peçonhentos.

“A lei coloca no mesmo patamar tanto quem vende quanto quem compra ou mantém em cativeiro um animal de origem ilegal. Ele responde pelo crime e a multa pode chegar até R$ 5 mil e prisão de seis meses a um ano”, explica a coordenadora de fauna do Ibama, Maria Izabel Gomes.

Por não ser originária do Brasil, a barata de Madagascar é considerada um animal exótico, mas não é venenosa nem peçonhenta. A venda é liberada desde que as baratas sejam criadas no Brasil. Os órgãos ambientais de cada estado é que devem autorizar a venda.

Maria Izabel alerta que os donos que adotam as baratas como pet e se arrependem depois não podem deixar o inseto no meio ambiente. "Elas podem causar um desequílibrio ambiental porque podem competir com a espécie brasileira e causar sua extinção. O ideal é que sejam entregues a um órgão ambiental para a destinação correta."

Outro problema apontado por ela é o controle de natalidade das espécies. As baratas de Madagascar vivem, em média, cinco anos, mas se reproduzem com frequência e isso pode ser um problema para o criador.

Já o rato hairless é considerado um animal doméstico e, por isso, segundo o Ibama não é necessária autorização para importação. "Em termos de desequílibrio na natureza, ele nem gera muito, pois como não tem pelo, tem limitações quando está na natureza. A preocupação é com a questão sanitária que pode ser grave para a fauna."

Apesar das proibições e restrições do Ibama não é difícil encontrar quem crie animais exóticos de várias espécies no Brasil. "A questão é que o nosso País tem dimensões continentais e, por isso, é difícil fechar as fronteiras para esse tipo de comércio ilegal. Por mais que tenhamos órgãos de controle ambiental e fiscais é difícil combater a falta de consciência ambiental. As pessoas não pensam na origem desses animais, no risco que eles podem apresentar para suas famílias, quais doenças podem transmitir", ressalta Maria Izabel.

FONTE: G1

24/04/2017

Pesquisadores desenvolvem insetos para uso na alimentação humana

Existe um estudo para usarem, também, insetos na alimentação dos cães e gatos. O que acham deste tipo de alimentação para substituir os bois, porcos e outros animais?
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Pesquisadores desenvolvem insetos para uso na alimentação humana
Pizza com recheio de baratas, bolo com baratas e grilos caramelizados são alguns dos alimentos preparados no laboratório em MS.

O uso de insetos na alimentação humana é uma realidade em muitos países. Existe até uma recomendação da FAO, Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, para o consumo de insetos por se tratar de uma rica fonte de proteínas.



Esse tipo de consumo não está regulamentado no Brasil, mas já existem pesquisas sobre o assunto. Um dos trabalhos está sendo desenvolvido em Mato Grosso do Sul.

O professor, biólogo e agrônomo Ramon de Minas coordena no Instituto Federal de Mato Grosso do Sul, em Coxim, uma pesquisa para explorar o potencial dos insetos na alimentação humana. A intimidade com os bichos começou quando o professor trabalhava no controle de pragas nas lavouras.

“O interesse por alimentação surgiu depois que eu comecei a ler os trabalhos e principalmente depois da resolução da ONU e da FAO que indica que deve ser incorporado na alimentação humana devido a demanda que vamos ter nos próximos anos”, diz Minas.

Os insetos são ricos, principalmente, em proteínas. Por exemplo: a cada 100 gramas de barata da espécie cinéria, 60 gramas são de proteína. Em 100 gramas de grilo há 48 de proteína. Já no caso de 100 gamas de boi ou frango, há 20 gramas de proteína. E no porco são 18 gramas de proteína. Mas os insetos precisam passar por um rígido controle de criação para servir de alimento.

Entre os animais pesquisados está o tenébrio. Conhecido como besouro da farinha, ele é considerado uma praga nos armazéns de grãos. No laboratório, o tenébrio é usado na fase de larva, que, segundo o professor, tem um sabor mais suave do que o besouro adulto. Os tenébrios são criados no meio da ração, à base de trigo, milho, vitaminas e minerais.

Já as baratas são criadas em caixas de ovos sobrepostas e amarradas com barbante. A estrutura fica dentro de uma vasilha onde tem comida e água à disposição. O professor trabalha com três espécies de baratas caseiras, que as pessoas estão acostumadas a ver. Pelo menos duas vezes por semana, as caixas onde elas são criadas passam por uma limpeza. No mesmo sistema de produção das baratas estão os grilos.

No Brasil, o uso de insetos na alimentação humana ainda não é regulamentado pelo Ministério da Agricultura. Por isso, não há produção comercial. Hoje, um quilo de barata pode custar até R$ 350,00.

Os insetos viram alimento de fato na cozinha experimental. Os insetos ficam 48 horas só com água e sem comida, para que todos os excrementos sejam eliminados. Depois desse processo, os bichos são abatidos. A morte é feita por congelamento. Os insetos já mortos são fervidos e desidratados em estufa. Amostras dos insetos desidratados são trituradas e viram uma farinha, que é analisada no laboratório de química. O critério são as normas de qualidade exigidas nos alimentos em geral. Só depois de aprovados no laboratório os insetos podem ser usados na alimentação.

Em muitos países é comum comer insetos. A FAO, Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, estima que dois bilhões de pessoas no mundo consomem algum tipo desses animais. Na Ásia, nos Estados Unidos, os insetos estão no cardápio ou misturados a outros alimentos.

Em algumas partes do Brasil é comum comer bundinha da formiga tanajura, a saúva ou um tipo de cupim. Ingredientes que hoje já são utilizados em receitas de grandes chefes.

Os pesquisadores usam muita criatividade no Instituto Federal de Mato Grosso do Sul. Os alunos do curso de tecnologia em alimentos preparam uma série de pratos com insetos. No cardápio há pizza, hambúrguer, patê e bolo.

“No bolo nós utilizamos uma massa tradicional de bolo. A única diferença é que nós vamos enriquecer com a farinha dos insetos, com tenébrio, barata de Madagáscar e grilo triturados”, diz a aluna.

No patê, os insetos também vão em forma de farinha, mas no hambúrguer e na pizza são usados inteiros. Os alunos vão se familiarizando aos poucos com a ideia.

A degustação faz parte das palestras do professor para a comunidade. A plateia tem a chance de experimentar alguns insetos no auditório. No final, é servido o banquete de insetos.

09/11/2015

Como as baratas podem ajudar a salvar vidas humanas

Como representamos qualquer animal, dedicamos nosso humilde espacinho para compartilhar informações sobre as baratas. Elas, as formigas, as lagartixas, besouros e todos mais merecem nosso maior respeito porque fazem parte de um ecossistema que faz a vida acontecer.... Não que este artigo represente nossa filosofia diante dos animais, mas, as baratas são imensamente superiores a nossa espécie. Lembro que somente o ser humano não faz parte de nenhum ecossistema no mundo inteiro. Se quiserem ler mais sobre o que publicamos sobre as baratas, CLIQUEM AQUI.
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Insetos que fogem assim que você entra em uma sala e acende as luzes, as baratas geralmente são associadas a ambientes sujos. Mas elas estão despertando o interesse de mais do que empresas de dedetização: têm inspirado pesquisas em antibióticos, robôs e próteses para membros perdidos.

Em Havana, a barata cubana, inseto nativo de cor verde, é tida como um bicho de estimação e o inseto até aparece em histórias folclóricas.

Entre as 4,5 mil espécies de baratas conhecidas no mundo, apenas 4 são consideradas pragas.

A maioria delas não vive perto de residências de humanos e tem um papel ecológico importante,

28/05/2013

Para sobreviver, baratas rejeitam doce

Eu não sei vocês, mas, a tal da barata me fascina por sua capacidade de se adaptar em qualquer situação..... Como afirmam por aí, só ela sobreviverá depois da hecatombe... credo!!!!!
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Um dos meios mais antigos de se livrar de baratas sempre foi misturar um alimento doce (glucose é o preferido) com veneno dentro de uma isca. Mas no fim da década de 1980, algo deu errado com esta estratégia em um apartamento teste na Flórida.

Uma marca popular de isca parou de funcionar de repente. As populações de baratas no apartamento começaram a aumentar. Confusos, os pesquisadores começaram a testar teoria atrás de teoria, até que encontraram a explicação: em uma demonstração relâmpago de evolução, muitas das baratas perderam seu gosto por alimentos doces, rejeitando o xarope de milho usado na isca. Em cinco anos, a rejeição ao gosto doce se tornou tão comum que a armadilha foi considerada inútil.

"Baratas são muito adaptáveis, e estão se dando muito bem na guerra versus os

14/04/2012

Vídeos engraçados: Como matar uma barata!

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Estes caras são muito palhaços... Mais de 2 milhões de acessos... 
eu ri muito... foi uma forma de não se sentir um "assassino".... kakakaka


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24/11/2010

BARATAS: SERES QUASE INVENCÍVEIS!!!!

PÁRA DE FRESCURA QUE O TEMA É ESTE MESMO: BARATA!!!!!! KAKAKAKAKAKA

O Suplemento Especial do Jornal O Globo chamado "Planeta Terra" publicou no dia 23 de novembro de 2010, uma excelente matéria sobre as baratas.... ui!!!! olha a frescura, heim?

Estou brincando, mas, tem gente que não pode nem ouvir a palavra "barata", não é? Sabiam que são os seres de maior resistência no planeta?

Não deixem de ler a matéria clicando nas duas imagens:

parte 1






parte 2





P´ra encerrar com o assunto, vejam o vídeo que foi citado na
mesma matéria. Um show!!!

17/09/2010

PARA QUE SERVE A BARATA?

EU ADORO INSETOS E FICO CHATEADA QUANDO AS PESSOAS NÃO DÃO A IMPORTÂNCIA A ELES POR... NOJO!!!!

O BICHO QUE MAIS GOSTO É A LAGARTIXA, A MAIOR FAXINEIRA QUE TEMOS EM NOSSA CASA.

TEM GENTE QUE RI DE MIM PORQUE NÃO TENHO CORAGEM DE MATAR FORMIGAS, RATOS, BARATAS E OUTROS BICHINHOS DO GÊNERO.

ACONTECE QUE ACHO O MUNDO DELES ESPETACULAR. TEM ALGO MAIS PODEROSO DO QUE UMA MINHOCA ADUBANDO A TERRA PARA QUE UMA ÁRVORE IMENSA SEJA ALIMENTADA?

A VIDA É UM SHOW PARA SER ADMIRADO, ALEM DE VIVIDO. CLIQUEM NA BARATA PARA LER UM ARTIGO MUUUITO LEGAL FALANDO DESTAS CRIATURAS. O TÍTULO NOS DA UMA IDÉIA DE UTILITARISMO, MAS, OS BICHOS NA NATUREZA TÊM SUA FUNÇÃO E NÃO RECLAMAM DISTO. ALIÁS, BICHOS SABEM O QUE FAZEM NESTE PLANETA, AO PASSO QUE NÓS..... HEHEHEHE....

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