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11/03/2017

O torneio de tênis que utiliza cães abandonados como apanha bolas

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O tema foi abordado novamente e vale a pena rever a matéria de um ano atrás.
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Dexter, Ovelha e Pretinha são três dos seis cães abandonados que 'trabalharam' no torneio de tênis em São Paulo, Brasil, como apanha bolas. O objetivo é que os animais encontrem dono.

Dexter, Ovelha e Pretinha são três dos seis novos ‘trabalhadores’ do Open de São Paulo em tênis. O seu trabalho é apanhar bolas e o objetivo é mostrarem as suas habilidades para encontrarem um dono.

Um total de seis cães abandonados pode assim, como conta o ABC, trocar os canis para poder correr à volta dos courts de tênis do Open de São Paulo. Os cães foram utilizados antes do encontro das meias finais do torneio em que o português João Sousa defrontou o espanhol Albert Ramos Viñolas, contra quem acabou por perder.


Foi durante um jogo de exibição entre João Zwestsch e Marcelo Demoliner que os animais surgiram e, durante breves momentos, transformaram-se nos assistentes do jogo.

Com pulseiras nas patas da frente e um lenço azul ao pescoço, a cadela Pretinha foi a primeira a entrar ‘em campo’ e acabou por pregar uma partida aos jogadores, não querendo passar-lhes a bola. Nada que demovesse Demoliner: o tenista já expressou o desejo de poder vir a adotar um cão.


Quando tiver a minha própria casa e uma família quem sabe se não posso vir a adotar um animal como eles, que são os melhores amigos do homem “, afirmou o jogador após a partida.
O desportista, de 28 anos, pegou ainda ao colo o cachorro Dexter, que estava bastante cansado das suas correrias. De apenas dois anos, foi abandonado à porta de uma instituição, o “Projeto Segunda Chance”, que tem como fim abrigar animais abandonados. 

Foi esta instituição que treinou durante algumas semanas três animais para que pudessem exibir os seus dotes no torneio. Uma outra instituição, a “Cão sem dono”, treinou também outros três animais de forma a aumentar a sua visibilidade e potencializar a sua adoção.


A empresa responsável pela iniciativa, a PremieR Pet, inspirou-se na edição do ano passado, que contou também com quatro animais que encontraram um novo lar após os jogos.

O que queremos mostrar é que estes animais, independentemente da sua história de abandono e da sua idade, podem converter-se em grandes companheiros para os seus novos donos”, afirmou Lilia Rebello do gabinete de comunicação de PremieR Pet.

Fone: Observador

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