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13/11/2017

Homens são presos com animais silvestres na Zona Leste de São Paulo

Que gente podre!!!!! pior que ninguém leva a sério para dar um jeito nisto!!!!! De que adiantou as jurássicas da causa animal terem lutado tanto no passado para hoje a coisa virar esta impunidade total.  Pior que tem gente que acha que se aumentar as penas para maus-tratos, vai resolver ..... Fala sério!!!! o cara assalta, mata e tudo mais e a coisa rola do jeito que rola, imagina se a vítima é bicho...

18/10/2017

Falta de habitat natural, animais migram para a zona urbana em busca de alimentos

Não sei quando governos vão parar com esta frescura e falar seriamente no controle populacional da nossa espécie... O planeta não é só da geração atual e sim de todas outras que poderão vir. Estamos destruindo todas as formas de vida por ocupação territorial.... Isto acaba com o equilíbrio natural dos ecossistemas que permite a subsistência de todos.... 
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17/10/2017

Três tatus abatidos são apreendidos no sul do Tocantins

Bom, a polícia sabe quem cometeu o crime... Agora é correr atrás e pegar o mequetrefe...
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Ao perceber a presença da polícia suspeito do crime fugiu e abandonou os animais em lote baldio. Após apreensão, os bichos foram queimados em aterro sanitário de Gurupi.
Três tatus abatidos foram apreendidos no setor Jardim da Luz, em Gurupi, no sul do estado. A apreensão foi realizada

07/10/2017

Em vídeos, suspeitos comemoram caça de animais silvestres

Gente do Céu, veja a cena que eles usam um veadinho para atiçar os cachorros..... Sabia? eu quero estes desgraçados no lugar que eles merecem.... É uma pena não ter dinheiro porque eu ia fazer uma tropa de caçadores de caçadores..... Não é uma boa ideia? e ainda ia transmitir pela internet como fazem estas pessoas milionárias doidonas..... Credo!!!!! a droga é que estes caras não vão ser punidos como

27/09/2017

Ouriço é resgatado na fachada de loja em avenida de Bauru

Estas queimadas estão nos mostrando o quanto estamos invadindo o espaço dos animais e  destruindo a natureza.... Minha Santa das Necessidades, joga uma água com anticoncepcional neste povo p´ra não nascer mais gente neste mundo.... tá russo!!!! 
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25/09/2017

Casal é preso transportando mais de 150 aves silvestres em Itumbiara

Repito: quero ver o tal casal pagar a multa.... Estou p´ra ver um caso.... Quem souber me manda? até aquela enfermeira infeliz que espancou a yorkshire Lana teve sua multa reduzida por duas vezes.... Todo mundo recorre e aí vai baixando, baixando, baixando que tudo vira só pena de doar 50 reais por mês a um orfanato..... É um país que envergonha todos os brasileiros vivos e mortos!!!!!
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14/09/2017

No Sertão: Justiça expede mandados de condução coercitiva e busca e apreensão contra maior traficante de animais do Brasil

Gente, desde que me enfiei de cabeça na causa da defesa animal, este homem já conhecia a trajetória deste traficante..... Agora, lhe é imposto ir todo mês a justiça e justifica suas atividades? é um deboche à nossa compreensão.... A família deste cara envolvida até a alma e nada é feito mesmo encontrando animais na casa de todos....

07/09/2017

Animais silvestres morrem atropelados em rodovias do Centro-Oeste Paulista


A dó maior é saber que estes animais são atropelados e morrem sem nenhum atendimento.... 
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Uma onça e um lobo foram atropelados neste final de semana em rodovias da região. O lobo-guará foi atropelado na rodovia Comandante João Ribeiro de Barros, em Bauru. Já a onça foi encontrada morta na rodovia César Augusto Sgavioli, em Pederneiras.

Fonte: G1 - TV TEM

29/08/2017

Armadilhas para captura de animais são apreendidas em operação em Murici, AL

Não basta a questão do tráfico de animais, o tal deputadinho nojento lá em Brasília quer liberar a caça!!!! gente, eu fico pensando na dimensão da tragédia que será se este PL for aprovado.... Vou para Marte!!!!!
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Objetos como gaiolas, alçapões e armas foram encontrados com moradores da região.
Armas e armadilhas para capturar animais silvestres foram apreendidas durante uma operação de fiscalização do Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio) em Murici, interior de Alagoas. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (25), mas a operação foi realizada na última quinta (24).

De acordo com o Instituto do Meio Ambiente do Estado de Alagoas (IMA), que participou da operação, foram apreendidas 14 espingardas, 6 trabucos, 60 munições, 45 gaiolas, 10 alçapões, 13 armadilhas para pegar tatus, além de duas motosserras. Além disso, 27 aves que foram encontradas em gaiolas foram resgatadas. Todo o material apreendido pertencia a moradores da região.

A equipe do ICMBio lavrou cinco autos de infração, porque as irregularidades foram encontradas na Estação Ecológica de Murici, que é uma Unidade de Conservação. Além dos dois institutos, a ação contou com apoio do Batalhão de Polícia Ambiental (BPA).

Fonte: G1 Alagoas

19/08/2017

Ibama apreende no Rio animais e pedaços de bichos usados em rituais

Este negócio é tão repugnante.... Como a mente humana é primária não? E não sei porque o nome do tal comerciante não foi publicado.... eu hein!!!!! Reparem nos "produtos" que eram oferecidos....
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O Ibama apreendeu, nesta sexta-feira (18), no Rio, seis répteis e mais de mil pedaços de animais silvestres e exóticos que seriam usados em rituais religiosos. O material era vendido on-line por um comerciante e ficava armazenado na casa dele, em Bangu, zona oeste do Rio.

Foram apreendidos, no total, três tartarugas-tigre-d'água, duas cobras-do-milho, uma tartaruga-da-amazônia e mais de mil partes e produtos de animais, como peles de grandes felinos, olhos de tigre, couros e "chocalhos" de cobras, cavalos-marinhos, asas de corvos e de morcegos, crânios de corujas, ossos de águia e raposa,mandíbulas de crocodilos e guaxinim, dentes de urso, garras de leão, unhas de preguiça, rabos de esquilo e de lobos, penas de diversos faisões e papagaios, cascos de tartarugas e jabutis, répteis, anfíbios e insetos secos, chifres de cervo e bode montanhês, patas de tatu, máscaras de lobo e artefatos como colar, punhal e até uma faca de ossos, entre outros.

Os seis répteis vivos estavam em cativeiro para sacrifícios, segundo o Ibama. Eles foram levados para um centro de triagem de animais silvestres do Ibama. O restante do material deve ser incinerado. Os rituais, diz o órgão, seriam de bruxaria. O comerciante foi notificado a apresentar em 15 dias a documentação referente aos animais e partes retidos.

Ele deverá pagar multa e será indiciado por dois crimes ambientais: introduzir espécime animal no país sem parecer técnico oficial favorável e licença expedida por autoridade competente, crime que tem pena de detenção, de três meses a um ano, e multa; e matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente.

O nome do comerciante não foi revelado pela polícia.

Fonte: CDN

09/08/2017

Após voltar de caça, três são presos pela PMA na região de Angélica

A desculpa é porque estavam caçando javali..... precisamos explodir nosso país e começar tudo de novo....
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Os autores informaram que vinham de uma fazenda no município de Rio Brilhante (MS)

Uma ação de fiscalização de rotina levou a PMA (Polícia Militar Ambiental) à prisão de três caçados na tarde deste domingo (6), próximo ao distrito de Ipezal, município de Angélica, na rodovia MS-145.

Segundo as informações repassadas ao Nova News, a equipe policial realizou abordagem a uma caminhonete GM S-10, com placas de Deodápolis (MS), veículo este conduzido por L.R.C., de 54 anos, e na sua companhia, se encontravam, D.S., de 44 anos, e A.M.L., de 24 anos, todos também moradores em Deodápolis.

Na busca realizada no veículo, os policiais encontraram sob o banco traseiro duas armas de fogo, sendo uma espingarda calibre 12 marca Hamington & Richardison, e uma espingarda calibre 20, sem marca e numeração aparente. Também foram localizadas no bolso de uma blusa seis munições calibre 12, onde 05 intactas e 01 deflagrada, bem como também outras três munições calibre 20 intactas.

Questionados os ocupantes sobre os fatos, D.S. relatou ser o proprietário das armas e das munições e informou não possuir o porte ou registro das referidas armas. Na carroceria do veículo ainda havia três cães e um animal abatido, que pesou 12,500 kg, este que não pode ser identificado quanto a sua espécie, pois se encontrava sem cabeça e pele, mas que segundo os autores, trata-se de um javaporco.

Os autores informaram que vinham de uma fazenda no município de Rio Brilhante (MS), onde estariam praticando caça de javaporco. Diante dos fatos, foi dada voz de prisão aos indivíduos, sendo estes encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil de Angélica e posteriormente foram autuados pelo delegado de plantão pelo crime de porte ilegal de arma de fogo de uso permitido, bem como as armas, as munições, os cães e a carne entregues para as providências judiciais.

FONTE: fatimanews

03/08/2017

Bombeiros fazem capacitação para resgate de animais silvestres em Rio Branco - Acre

Como fico feliz de ver os CETAS que dão certo! É muito bom quando as superintendências dos Ibamas locais funcionam....
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Atividade é coordenada pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama). Primeira das três turmas foi encerrada nesta terça (1°).

O Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) formou, nesta terça-feira (1°), a primeira turma de bombeiros no Curso de Manejo e Contenção de Animais Silvestres. A capacitação vai ter ainda duas turmas durante esta semana.

O treinamento padroniza o trato de bichos capturados na capital e interior. A chefe do Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Ibama, a bióloga Elaine Oliveira, explica que a atividade é direcionada aos bombeiros por eles realizarem o recolhimento desses animais em vias públicas.

“Nosso maior intuito é que os animais sejam capturados e conduzidos dentro dos procedimentos, tudo para garantir a integridade física do bombeiro e do animal, para que seja encaminhado ao Cetas da melhor forma possível. Para isso, era necessário capacitar as pessoas”, complementa.

Com aulas teóricas e práticas, a iniciativa, ainda conforme a bióloga, conta com a parceria de profissionais da Universidade Federal do Acre (Ufac) e do Batalhão de Policiamento Ambiental da Polícia Militar (PM-AC).

FONTE: G1

02/08/2017

Polícia Civil alega dificuldades para encaminhar animais resgatados para reabilitação no AP

A situação da porcaria do nosso país está desesperadora..... Em todos os setores, mas, temos que lamentar mais aqueles que nossos animais estejam envolvidos.... Enquanto isto nossos político debocham do povo usando tanto dinheiro para benefícios próprios.... Os CETAS pelo país afora estão na penúria enquanto estes safados manobram verbas que poderiam resolver tudo imediatamente........ Gente, eu não aguento isto mais..... 
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Ibama suspendeu recebimento de animais que não estejam gravemente debilitados, devido a falta de tratadores. Sem o espaço, Delegacia de Meio Ambiente diz não ter onde entregar os bichos.

Depois do Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) suspender temporariamente o recebimento de animais silvestres, a Delegacia de Meio Ambiente (Dema) do Amapá afirma ter dificuldades para onde encaminhar os bichos resgatados em operações para passarem por reabilitação.

“Nós dificilmente vamos poder realizar prisão em flagrante com apreensão, porque não temos para onde enviar esses resgatados, principalmente se forem dóceis, com nível de interferência humana muito grande, porque dificulta a reabilitação à natureza”, disse o titular da Dema, Sávio Pinto.

O Cetas, que é administrado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) enviou um ofício à Polícia Civil do Amapá informando da medida na quarta-feira (26).

O contrato com a empresa terceirizada que disponibiliza os tratadores venceu no dia 21 de julho e o Ibama aguarda a certificação administrativa para fazer nova licitação, e em seguida a contratação.

A previsão é que a liberação aconteça até segunda-feira (31). O processo deve ser encerrado entre 15 e 45 dias. A instituição estaria recebendo somente animais enviados por outras unidades do Ibama ou gravemente debilitados, devido à falta de tratadores na unidade.

“Sem os profissionais, a gente fica limitado em receber os animais que precisam de tratamento diferenciado. Não quer dizer que estamos dispensando todos os resgatados. Em casos de urgência ou caso especial, vamos receber. Os tratadores não estão indo, mas redirecionamos servidores do Ibama para acompanhar os animais já internados”, informou o superintendente, Leonardo Melo.

O tempo de recuperação dos animais em reabilitação depende do nível de domesticação e do estado de saúde deles, segundo o superintendente. Os últimos bichos recebidos pelo Cetas foram 8 araras vítimas de tráfico encaminhadas pelo estado de Pernambuco no dia 19 de julho.


Unidades de reabilitação
Segundo o Ibama, não há instituições no estado certificadas para reabilitação de animais além do Cetas. Na quarta-feira (26), a Dema fez o resgate de um macaco, que estava sendo ofertado no valor de R$ 130.

Dócil, o animal precisa de uma reabilitação à vida na floresta. Com a suspensão do recebimento no Cetas, o macaco foi recebido na Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) - Revecom, localizada em Santana, a 17 quilômetros da capital, onde recebe tratamento com biólogo.

“Existem as reservas como a de Santana e do Curralinho, mas desconheço a estrutura com biólogos com possibilidade de reabilitar os animais, recondicionando eles a voltarem à vida na natureza como é no Cetas”, lembrou o delegado.

O titular da Dema afirmou que, por enquanto, a maioria dos animais apreendidos nas operações deverão ser soltos em áreas florestais. “O meio ambiente não está sendo priorizado”, finalizou Sávio Pinto.

FONTE: G1

30/07/2017

Animais silvestres são vistos com frequência em Mogi das Cruzes - SP

Engraçado que é entendimento de todos que o homem esta invadindo o espaço dos animais e fica tudo por isso mesmo.... todo mundo dá uma de Beto sem braço....
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Animal já foi visto perto de motel e foi até capturado em um mosteiro.
O aparecimento de animais silvestres está cada vez mais comum nas cidades do Alto Tietê. Os especialistas explicam que o homem está pagando o preço por ter invadido o habitat desses animais.


Há pouco mais de uma semana, um veado catingueiro foi capturado dentro de uma loja, no Distrito de César de Sousa em Mogi das Cruzes. Mas quem tá famosa mesmo é uma onça parda. Ela tem chegado bem perto de quem vive no Jardim Aracy, também em Mogi das Cruzes. “Eu ouvi dizer que estava 500 metros aqui na frente. Tem um alambique aqui perto e falaram que ela passou lá e matou galinha e cachorro do pessoal. Todo mundo tá comentando dela”, disse o pedreiro Jean Carlos de Freitas.

Segundo os moradores, a onça também foi vista em uma região da Serra do Itapey conhecida por causa de uma gruta. Ela fica em uma área de mata fechada. O que é comum, já que este é o habitat natural dela. Por isso, quem mora perto de lugares cercados pela natureza é bem capaz de um dia encontrá-la. “É um bicho que foge da presença humana, então é manter a calma e não tentar ir atrás do animal. A onça vai embora naturalmente”, orientou o veterinário Jefferson Araújo Leite.

A onça uma vez apareceu em um mosteiro que fica na Serra do Itapety. As monjas tiveram a ideia de preparar uma armadilha. A onça matou algumas galinhas e foi pega em uma arapuca. Logo depois, o veterinário e sua equipe apareceram para soltar o animal. A onça parda continua por ai. Por isso, o veterinário ressalta que o animal não ataca as pessoas e que a caça é crime.

Há dois meses, o comerciante Márcio Miranda diz que perdeu o cachorro. Ele acredita que foi a onça que pegou o animal.´”Nunca cheguei a ver. Tem briga de cachorro durante a madrugada. Se eu ver não faço nada, porque é a gente que tomou o lugar dela. É a gente que tá na serra, no mato.”
Quem também procura não mexer com animais silvestres é o Tom Machado Santos, dono de um pesqueiro cercado pela natureza.

Ele diz que já viu de tudo em sua propriedade.”Tem jacú, esquilo, cobra, tem muito bicho aqui. A gente procura não mexer e cuida para que ninguém mexa com eles. Tem bastante fruta e comida para eles. Então, eles aparecem mesmo. Se eu encontrar a onça, eu manterei distância para que ela continue, seguindo o caminho dela.” A orientação do veterinário se alguém encontrar um animal silvestre fora do habitat dele é ligar para a Polícia Ambiental no número é o 4798-2737.

Em Seropédica, animais passam por reabilitação antes de voltarem à natureza

Olha, fico muito feliz em saber que o CETAS aqui do RJ está bem. Depois que fiquei doente, nunca mais pude acompanhar in loco as condições daquele Centro. Que bom saber que tudo está indo como deve porque ali já teve tráfico e falta de alimentação para os animais. Os devotados biólogos, veterinários e técnicos de apoio mantiveram comida para eles à duras penas. Lá no final vejam a comprovação em nossas postagens.
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Nem um único bater de asas no aviário de Seropédica, perto do Rio de Janeiro. A razão: araras e outros papagaios estão aqui para "treinar". Devem reaprender a voar depois de terem sido resgatados das garras de contrabandistas de aves.

Ao lado, macacos, tartarugas, jiboias e até mesmo jacarés se recuperam em um centro de tratamento do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama).

O organismo estatal tem, entre outras missões, a de tratar de animais selvagens que foram caçados, feridos, ou domesticados, e colocá-los em condições para que retornem a seu hábitat natural.

Entre os papagaios, alguns carregam as cicatrizes de maus-tratos, outros dizem "Olá" - sinal de que foram domesticados.

Para fortificar suas asas atrofiadas por anos de vida em gaiolas, Taciana Sherlock, veterinária do centro, faz com que se exercitem, colocando-os em seu braço e sacudindo-os de baixo para cima.

A bela arara azul e amarela abre suas frágeis asas, cujas penas foram cortadas no cativeiro para limitar sua mobilidade, mas ainda não parece pronta para decolar.

As aves também são incentivadas a voar por dois poleiros distantes um do outro, com comida em ambos os lados.

"Aqui é a escola para reaprender a voar! Nós os treinamos para que estejam prontos para a vida em liberdade. Também devemos prepará-los para que possam identificar predadores e encontrar comida", explica a veterinário do centro.

- Cortar as asas -
Aos poucos, a equipe do Ibama, que recebe cerca de 7.000 animais por ano, espaça os contatos com as aves até que se desacostumem com os seres humanos.

Em seguida, serão levados e libertados em sua região de origem - muitas vezes em florestas de outros estados, como, por exemplo, na Amazônia.

"É cruel o que eles têm que suportar e é terrível vê-los chegar em tal estado, mas a recompensa é vê-los partir para a liberdade. Na semana passada, nós libertamos 20 araras e tucanos que conseguiam voar no estado de Goiás!", comemora.

A venda de animais silvestres é proibida, mas amplamente praticada no Brasil, especialmente no Rio de Janeiro, onde a maior floresta urbana do mundo está localizada. As espécies nativas ainda vivem na região e, por vezes, na cidade. Em alguns mercados, é fácil encontrar tucanos, cobras, macacos.

O Ibama estima que cerca de 38 milhões de animais são capturados na natureza a cada ano. Desses, quatro milhões são revendidos. Este comércio geraria cerca de 2,2 bilhões de euros por ano.

O negócio mais lucrativo é o de pequenos pássaros, especialmente aqueles que cantam. Ter um pássaro em uma gaiola em casa é quase uma tradição nos bairros populares do Rio, e as competições de canto são organizadas clandestinamente.

A fim de vendê-los mais facilmente para uso doméstico, alguns traficantes não hesitam em cortar-lhes algumas asas, ou quebrar seus ossos: o sofrimento os paralisa e os torna mais "doces".

Mais de 300 dessas aves foram trazidas em meados de julho para o centro de recuperação por um grupo de policiais especializados em meio ambiente. Roched Seba, fundador da ONG Instituto Vida Livre (que trabalha em parceria com o Ibama), mostra as dezenas de pequenas gaiolas no chão.

"Às vezes, colocam três por minicompartimento. Por isso, inevitavelmente, alguns sequer sobrevivem ao transporte quando os caçadores os trazem da floresta para a cidade", lamenta.

- Guaxinim cego -
"No Brasil, temos a maior biodiversidade do planeta, mas as pessoas não conhecem os animais e querem domesticar animais selvagens. Temos que mudar mentalidades através da melhoria da informação", afirma esse ambientalista de 31 anos.

Roched Seba abraçou a missão de libertar todos esses animais silvestres que vivem em cativeiro.

Ele vai regularmente ao centro veterinário de Seropédica com Taciana e, quase sempre, leva algum animal encontrado no Rio.

O dia em que o centro recebeu a equipe da AFP, ele chegou com um guaxinim cego encontrado em uma favela, provavelmente nativo da floresta tropical do Rio. O animal está assustado, ferido e quase completamente cego: jamais terá condições de retornar à natureza, de acordo Roched.

O guaxinim não vai ser o único a permanecer em cativeiro para o resto de sua vida. Alguns animais não serão libertados. Já muito acostumados à presença humana, eles correriam o risco de buscarem o contato a todo custo com humanos e de serem capturados novamente.

Um pequeno pássaro tropical todo verde acompanha os veterinários o tempo todo.

"Ele reaprendeu a voar aqui. É livre para partir, mas permanece conosco. Se tornou o mascote aqui!", afirma Roched.

FONTE: em.com
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Publicações em nosso blog:

28/07/2017

Órgãos ambientais devolvem mais de 120 animais silvestres à natureza em Alagoas

(Foto: Wanessa Santos/IMA)
Eu torço para estes animais não serem pegos novamente por traficantes ou caçadores.... Que minha Santa das Matas Poderosas os proteja....  
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Aves, cobras, cassacos e outras espécies haviam sido resgatadas ou apreendidas em operações do IMA e do Ibama no estado.
Técnicos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto do Meio Ambiente (IMA) de Alagoas devolveram à natureza mais de 120 animais silvestres nesta quarta-feira (26). De acordo com o IMA, eles haviam sido resgatados ou apreendidos durante ações de fiscalização. A maioria deles, aves.

O local onde as espécies foram soltas não foi divulgado. “Não informamos o local e evitamos divulgar também a quantidade exata de animais por causa de um dos maiores perigos enfrentados pela fauna silvestre, os caçadores e as pessoas que capturam as aves para comercializar”, afirmou Epitácio Correia, gerente de Fauna, Flora e Unidades de Conservação do IMA.

Foram devolvidas à natureza jibóias (Boa constrictor), cobra-verde (Phylodrias sp.), jararaca (Bothrops sp.), iguanas (Iguana iguana), preguiças (Bradyphus variegatus), tatu-galinha, cassacos, sanhaços (Tangara sp.), sebites (Coereba flaveola), canários (Sicalis flaveola), sabiás (Turdus sp.), papas-capim (Sporophila sp.) e carcarás (Caracara plancus).

O IMA alerta que as pessoas que mantiverem animais silvestres em cativeiros ou comercializarem em feiras podem responder administrativa e criminalmente.

A multa para a pessoa flagrada cometendo este tipo de irregularidade varia de R$ 500 a R$ 10 mil, a depender das especificidades do animal, como estar ameaçado de extinção ou ter sido capturado dentro de unidade de conservação.

A criação amadora de aves silvestres é permitida, segundo o gerente do IMA, mas é preciso lembrar que elas têm que ser adquiridas de maneira legal, em criadouros comerciais licenciados e legalizados. E é necessário certificado de sexagem e emissão da nota fiscal de venda. Quem desrespeita essa lei, contribui para o tráfico de animais silvestres, que coloca a fauna em risco.

19/07/2017

Espaço que fazia triagem de animais silvestres apreendidos no Paraná fecha e tem gestão sob impasse

Em se tratando de animais tudo é complicado. O que está se questionando é o por que tudo isto não foi tratado antes? E se foi tratado (a gente nunca sabe) porque não foi cumprido?
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Centro de Triagem de Animais Silvestres, em Tijucas do Sul, era gerenciado pela PUC-PR, que encerrou as atividades em junho.

O Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), em Tijucas do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, encerrou as atividades no fim de junho deste ano. O local era gerenciado pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), que mantinha uma parceria com o Ibama, para a manutenção do espaço. Com o fim das atividades do Cetas, o estado ficou sem um espaço específico para a triagem de animais silvestres.

Segundo a diretora de Avaliação de Impacto Ambiental e Licenciamentos Especiais, do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Edilaine Vieira, o Cetas era responsável por receber animais que chegavam, principalmente, por apreensões realizadas pelos órgãos de fiscalização ambiental. Ela explica que ali era avaliada a saúde do animal e a possibilidade de soltura ou de encaminhamento para criadores credenciados ou zoológicos, por exemplo.

Além disso, o local abrigava uma série de animais, que o Cetas não conseguia encaminhar. "Nós auxiliamos a destinação do plantel que eles tinham lá. Vários animais moravam no local porque a PUC-PR não conseguia fazer a destinação", diz Vieira.

Entre esses animais havia um grupo de tartarugas exóticas, que foram abatidas por não poderem ser soltas na natureza. "É proibida a criação, a soltura, o comércio, porque é uma espécie invasora", diz Vieira. Segundo ela, as tartarugas poderiam causar a morte de espécies nativas, por não possuírem um predador natural.

A PUC-PR informou, em nota, que a manutenção do Cetas custava cerca de R$ 700 mil ao ano. "A vinculação da PUC-PR com o Centro de Triagem não foi estendido por não se tratar de uma atividade relacionada diretamente ao foco da Instituição", diz trecho do texto.

Com o fim das atividades do Cetas, o Paraná ficou sem um espaço específico para a triagem de animais silvestres. Segundo Vieira, os animais que são apreendidos ou encontrados em situação de risco são avaliados. Ela diz que muitos são soltos imediatamente. Quando não é possível, eles são reencaminhados para criadores autorizados, até que possam ser soltos ou para viverem em cativeiro. "A gente não tem uma estrutura de recintos, como tem no Cetas. A gente não está operando com a guarda de animais", explica a diretora do IAP.

De acordo com a PUC-PR, o espaço onde o Cetas funcionava deve ser transferido para o Ibama que, por sua vez, deverá transferir a administração para o IAP. Vieira diz que as tratativas estão adiantadas, mas ainda não há definição sobre quando tudo será resolvido.

Veja a íntegra da nota da PUC-PR
A Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) esclarece que o funcionamento do Centro de Triagem para Animais Selvagens (CETAS), em Tijucas do Sul, foi fruto de um termo de cooperação técnico-científico com o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama/PR) desde 1999. No referido instrumento, a Instituição assumiu o compromisso de gerir integralmente o local até março de 2017. Cerca de 01 (um) ano antes do encerramento do Termo de Cooperação, foi iniciado um ciclo de alinhamentos entre a PUCPR e os representantes do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e Ibama/PR, intuindo que o encerramento das atividades do CETAS se desenvolvesse da forma mais adequada, com o menor impacto possível e, inclusive, tendo-se colocado à disposição para assessorar e apoiar os órgãos competentes em suas eventuais novas iniciativas a respeito do tema. A vinculação da PUCPR com o Centro de Triagem não foi estendido por não se tratar de uma atividade relacionada diretamente ao foco da Instituição. Todas as etapas do encerramento das atividades foram devidamente acompanhadas pelos órgãos ambientais e respeitaram todos os protocolos vigentes, de modo que em junho de 2017 ocorreram as últimas destinações de animais para outras instituições.

À frente do CETAS há 17 anos, a Universidade manteve o local exclusivamente com recursos próprios, incluindo a manutenção da área com investimentos frequentes, alimentação e despesas necessárias para tratar e manter os animais silvestres. Por ano, o Centro consumia investimentos de cerca de R$ 700 mil. A PUCPR enfatiza que todos os procedimentos realizados para a destinação dos animais respeitaram os princípios clínicos, éticos, legais e regulamentares vigentes.

A Instituição informa ainda que há possibilidade da área e estrutura serem transferidas definitivamente para o Ibama, o qual manifestou interesse na reativação do CETAS. Porém, tal projeto depende do interesse do IAP em se comprometer com a gestão da área, sobretudo, porque este órgão é o titular da missão de proteger, preservar, conservar, controlar e recuperar o patrimônio ambiental do nosso Estado.

A PUCPR ressalta que não haverá prejuízos para a comunidade acadêmica em relação ao aprendizado, uma vez que possui outras estruturas e parcerias que oferecem o suporte para o desenvolvimento das competências necessárias aos profissionais das áreas de Medicina Veterinária e Ciências Biológicas. A Universidade reitera que não poupou esforços para manter o CETAS por tantos anos com recursos próprios, com um padrão de qualidade modelar no Brasil e no mundo.

FONTE: G1

14/07/2017

Animais silvestres também são vítimas de balas perdidas na cidade - RJ

Quando eu falo p´ra vocês que a minha cidade não tem mais condições de vida.... Quero ir para Marte!!!!
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Animais silvestres também são vítimas de balas perdidas na cidade: gavião leva tiro no peito, no Leblon

Há balas perdidas por todos os lados no Rio e, além de humanos, elas também têm feito um estrago na fauna silvestre. Uma delas, de grosso calibre, acertou bem no peito um gavião carijó (veja na foto), quando ele voava baixo, sábado passado, nas proximidades do Jardim Pernambuco, no Leblon. Um dia antes, dois falcões peregrinos (Falco peregrinus), espécie em extinção, foram alvejados no alto da Rocinha. Avisado por voluntários, Paulo Maia, da SOS Aves, resgatou os bichos. As balas já foram retiradas e eles se recuperam bem no abrigo da ONG, em Saquarema.

Aliás e a propósito
O Ibama acompanha o caso, que, por envolver animais silvestres (e em extinção, no caso dos falcões), vai ser investigado pela Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente da Polícia Federal.

09/07/2017

Animais brasileiros são vítimas de contrabando internacional


O moço na entrevista fala que o IBAMA precisava controlar isto.... fala sério....
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Só este ano, a Receita Federal apreendeu mais de 1.000 animais contrabandeados por encomendas que saem e entram no Brasil. Besouros, borboletas, salamandras e até uma cobra já foram encontrados nas máquinas de raio-x.

Jornal da Record - 06/07/17

07/07/2017

Zoológico de Brasília investe na readaptação de animais para soltura

Todo zoológico deveria investir na readaptação... até porque tem o aspecto pedagógico perante a sociedade. 
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Trabalho envolve avaliação criteriosa para saber se o bicho está apto ou não à vida livre. É o caso do tamanduá-mirim Amadeu, que recebe cuidados especiais antes de voltar à natureza

Amadeu chegou desnutrido e desidratado, sentindo falta dos cuidados da mãe. O tamanduá-mirim, que está na Fundação Jardim Zoológico de Brasília há três meses, foi levado por uma equipe do Batalhão de Policiamento Ambiental. Hoje, recebe cuidados especiais para ficar saudável e apto a voltar à natureza.

O filhote é um dos que participam do programa de reabilitação e soltura da fundação. A iniciativa faz parte das prioridades adotadas para conservação de espécies. “Nossa grande meta é que os animais possam voltar à natureza”, resume o diretor-presidente do Zoológico, Gerson de Oliveira Norberto.

Segundo a zootecnista Ana Raquel Gomes Faria, o maior desafio é quando eles são encaminhados à fundação ainda bebês. Os filhotes, como é o caso do Amadeu, exigem cuidados específicos para que não se acostumem com os humanos e desaprendam a viver livres.

Na maior parte, os bichos chegam órfãos e ainda pequenos. “Esse é o nosso grande desafio, pois, dependendo do tamanho, eles podem ficar muito agarrados à gente”, explica Ana. As espécies que mais chegam ao zoológico são tamanduás, principalmente nesta época do ano, por conta do aumento de queimadas.

Para evitar apego, os servidores adotam novas técnicas, de forma a reduzir o contato direto com os animais. Eles recebem bichos de pelúcia e são estimulados a se alimentar sozinhos. Amadeu, por exemplo, faz caminhadas diárias pelo jardim, acompanhado de longe pela equipe.

"Ele (tamanduá Dudu) precisa ouvir nosso coração, sentir nossa respiração, para que se recorde da mãe"
Verônica Pimentel, agente de Conservação e Pesquisa do Zoológico de Brasília

O objetivo é que, dessa forma, os animais cresçam mais independentes. Antes de serem soltos, passam por avaliação para ver se estão com habilidades para procurar comida e se defender de predadores. Amadeu deve passar pelo processo em seis meses.

Alguns não conseguem independência facilmente. Dudu é um tamanduá-bandeira e está há pouco mais de uma semana sob os cuidados do berçário do zoo. Por sentir falta da mãe, o filhote, de pouco mais de um mês, precisa passar mais tempo com os servidores.

O objetivo é evitar estresse e o desenvolvimento de algum problema de saúde. “Ele precisa ouvir nosso coração, sentir nossa respiração, para que se recorde da mãe”, explica a agente de Conservação e Pesquisa Verônica Pimentel.

Quando ocorre a soltura
Quando os bichos chegam já adultos, o processo é mais simples. Eles recebem os cuidados necessários e são soltos o mais rápido possível. “Quanto menos tempo o animal passar por aqui, melhor”, avalia a zootecnista. Nesses casos, a soltura fica mais fácil, uma vez que eles já têm procedência e um lugar para onde voltar.

Outro grande desafio para que os animais possam ser soltos é a falta de áreas de preservação disponíveis. Antes de definir um local para onde levar determinada espécie, é preciso checar se aquele indivíduo não afetará o equilíbrio do ecossistema.

Segundo o diretor-presidente do zoológico, Gerson de Oliveira Norberto, atualmente, cerca de 120 animais estão prontos para serem soltos. “O que falta é a determinação de um lugar para que eles possam ir para a vida livre”, detalha.

Essa análise, explica, é feita pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) ou pelo Instituto Brasília Ambiental (Ibram), no caso do Distrito Federal.

Mesmo quando livre, essa população continua acompanhada pela equipe do zoológico. A ideia é checar se o bicho está se adaptando e conseguindo tomar as atitudes necessárias à sobrevivência.

Vítimas de tráfico são comuns no zoo
De acordo com estimativa da fundação, a maior parte dos animais que chega é vítima de tráfico. “O processo de retirada da natureza e venda de um animal é muito mais rápido do que a recuperação dele”, esclarece o dirigente. “Depois de seis meses fora da vida livre, ele já perdeu bastante tempo de aprendizado.”

"O processo de retirada da natureza e venda de um animal é muito mais rápido do que a recuperação dele"
Gerson de Oliveira Norberto, diretor-presidente do Zoológico de Brasília

A recuperação e readaptação desses bichos demanda muito tempo e dedicação. O prazo, no entanto, varia de acordo com cada espécie. Os répteis, que não têm dependência da mãe, não costumam guardar vínculo com o ser humano e são os que podem ser soltos mais rapidamente.

O prazo gira em torno de dois anos. Nascido em março no próprio zoo, um filhote de cascavel, por exemplo, já se prepara para a natureza. Daqui a duas semanas, a equipe também se despedirá de uma jiboia, que fez parte do plantel por mais de três anos. Ela chegou com uma lesão e teve a soltura autorizada.

Papagaios podem ser soltos no Sul
Depois dos répteis, as espécies com mais facilidade na readaptação são as aves. No entanto, araras e papagaios, por serem mais cognitivos, necessitam de um tempo maior de trabalho.

Em projeto do Instituto Espaço Silvestre, o zoo de Brasília mandará nos próximos dias um casal de papagaios do peito roxo ao Paraná, para avaliação antes de serem soltos. Caso não estejam aptas a voltar à vida livre, as aves retornarão a Brasília. A espécie, ameaçada de extinção pelo desmatamento, é nativa do Sul do Brasil.

Acompanhamento dos animais em vida livre
O trabalho que antecede a libertação dos bichos é minucioso e muitas vezes conta com a ajuda do visitante. “O animal começa sendo avaliado no nosso recinto quando chegam os visitantes”, conta Noberto. “O público é um balizador para a nossa análise.”

O procedimento envolve ainda troca de dieta e ida para locais com contato ainda mais restrito. “O animal não passa fome, sede ou qualquer estresse”, esclarece o diretor-presidente.

A mudança na dieta se dá aos poucos. “Ele vai rejeitar a princípio, mas a gente insiste, como se fosse uma criança”, compara. No entanto, apesar de todo o cuidado, alguns animais não conseguem se acostumar ao novo estilo de vida e são encaminhados a outros programas.

Atualmente, o zoológico mantém, também focado na preservação de espécies, programas de reprodução e educação ambiental. “Precisamos entender o comportamento biológico do animal e olhar o ponto de vista dele, pensar o que é melhor dentro da realidade dele”, diz o assessor de Conservação e Pesquisa Igor Morais.

FONTE: agenciabrasilia

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