Mostrando postagens com marcador animais de estimação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador animais de estimação. Mostrar todas as postagens

31/08/2017

Hospital de Tubarão passa a permitir a visita de animais de estimação

Tenho certeza absoluta que os animais levantam até defuntos com seu poder mágico.... são os milagres diários da nossa vida.... Tomara eu mereça morrer depois de todos os meus terem partido.... Seria a maior graça que Deus me daria.... 
--------------
Publicado em 28 de ago de 2017
Hospital Socimed, daqui de Tubarão passou a permitir visita de animais de estimação, porém algumas regras precisam ser seguidas. Na quinta-feira, 24/8, uma paciente foi a primeira beneficiada pelo projeto.
Fonte: Unisul

30/08/2017

Alimentação vegetariana sem supervisão para pets pode causar doenças graves

Acho que todos devem avaliar este tipo de questão..... afinal, nosso modo de viver deve intervir na natureza animal? falo isto porque uma vez tive problemas sérios com um protetora que estava matando seus gatos alimentando eles com legumes e frutas.... Aliás, um deles (eram 6) não sobreviveu. Precisamos ter tudo isto na nossa mente para decidir o mais correto.....
------------
Médica veterinária alerta que a dieta de cães e gatos devem respeitar as necessidades nutricionais

Uma nova tendência no mundo pet tem chamado atenção de veterinários: a alimentação vegetariana para cães e gatos. Muitos tutores têm estendido seu estilo de alimentação para os animais e, de acordo com a professora de Medicina Veterinária da Unime, Aline Quintela, a mudança da dieta dos pets precisa ser acompanhada por um médico veterinário ou nutrólogo de animais, para que as exigências nutricionais sejam supridas e evite problemas mais graves.

“Qualquer alteração na alimentação de cães e gatos deve ser lenta e gradual. Cães e gatos que são submetidos a uma dieta vegetariana demonstram precocemente sinais de deficiência nutricional, como pelos opacos e quebradiços e menor disposição para brincadeiras e exercícios. Com o passar do tempo, estes animais podem demonstrar sinais clínicos mais graves, como anemia, hipoproteinemia e edema de membros”, alerta Aline.

Ainda de acordo com a médica veterinária, que também é professora de Clínica Médica de Pequenos Animais, Oftalmologia Veterinária e Reprodução Animal na Unime, alimentação ideal para oferecer aos animais deve ser balanceada e de qualidade, já que cães e gatos foram ‘fabricados’ para uma dieta rica em carnes. Fibras vegetais devem fazer parte da dieta, mas jamais como componente exclusivo ou principal. “Temos muitas rações comerciais disponíveis no mercado que são completas”, afirma.

Para os tutores que pretendem fazer a transição de ração e alimentos processados para a alimentação natural, a especialista faz mais um alerta: “jamais retire ou substitua ingredientes sem orientação profissional. O acompanhamento clínico e a realização de exames são essenciais, pelo menos semestralmente”.

A especialista complementa que, se a opção do tutor for a dieta caseira, esta deve ser prescrita por um médico veterinário. “A prescrição é baseada no estilo de vida do cão ou gato. Se é sedentário ou faz exercícios, se é castrado, se vive sozinho, dentre outras características, e deve conter os nutrientes essenciais a sua boa nutrição. O tutor deve ter em mente que, apesar de ser mais natural por não conter corantes e conservantes e ser mais atrativa para os animais, a dieta caseira tem que ser preparada diariamente, o que demanda tempo para comprar ingredientes e preparar a refeição. O preço costuma ser mais alto e há necessidade de suplementação com vitaminas, além de ser necessário acompanhamento veterinário constante”, completa Quintela.

Contatos para a imprensa:
Weber Shandwick
http://www.webershandwick.com
PABX:(11) 3027.0200 / 3531.4950
Celular: (71) 99330-0013 / (71) 98266-7667

Igor Leonardo Santos – isantos@webershandwick.com
Paula Ramos – pfiori@webershandwick.com
Samara Busa – sbusa@webershandwick.com
Priscila Rocha – procha@webershandwick.com

FONTE: jornaldiadia

29/08/2017

Algumas pessoas deixaram seus cães amarrados para morrer no dilúvio do Texas

Ontem publicamos a postagem: Proprietários carregam cães após passagem de furacão no Texas. Daí, nossa querida Paulinha nos manda esta matéria que mostra o outro lado da moeda.... Revoltante....
-----------
Houston, Texas, está atualmente experimentando níveis catastróficos de inundações devido às chuvas torrenciais provocadas pela tempestade tropical Harvey. Cinco pessoas morreram até agora, muitas estão feridas e milhares foram deslocados. Mas, à medida que as pessoas fogem para se salvar, muitos estão esquecendo de levar seus animais com eles, e, como você pode ver a partir dessas imagens doloridas, os cães estão sendo deixados para trás para se defenderem em que poderia ser a pior inundação da história de Houston.

Apesar de autoridades texanas terem repetidamente avisado as pessoas sobre deixar seus animais de estimação e gado para trás, um cão foi flagrado segurando uma barreira de estrada (foto ao lado) enquanto um rio de chuva ameaçava levá-lo na correnteza. Outros foram vistos acorrentados a árvores e postes telefônicos em áreas que choveu 10 polegadas de chuva em apenas 24 horas.

"Eu prometo a você, que vou responsabilizar todas as pessoas que ilegalmente acorrentaram seu cachorro em condições climáticas extremas", disse o Chefe Stephen Carlisle em Roman Forest, a cerca de 40 quilômetros ao norte de Houston. "Os cães também são os membros da sua família".  

Nossos corações vão às pessoas e aos animais de estimação que são atualmente afetados pela tempestade tropical Harvey.  Este pobre cão foi deixado em corrente sem qualquer esperança de escapar ...

Este cachorro triste foi visto acorrentado a uma árvore fora de um trailer em Victoria, também deixada sozinha

Este pequeno amigo também foi deixado por seus donos, mas um vizinho gentil decidiu salvá-lo

Fonte: Boredpanda

Acupuntura é alternativa no tratamento de animais de estimação

Já ouvi muita gente falando que o tratamento é muito bom, principalmente, para displasia e problemas na coluna. Agora, tem muito profissional que não é muito bom, entende? 
----------------
Na China, é cada vez mais maior o número de donos de bichos de estimação que recorrem a terapias alternativas e à medicina tradicional para tratar as doenças de seus animais. Em Xangai, o Pets TCM Center (Centro de Medicina Tradicional Chinesa) é especializado em prover o tratamento para cães, gatos e outros pets.
Fonte: Veja

28/08/2017

Proprietários carregam cães após passagem de furacão no Texas


A matéria mostra a situação que ficou alguns locais no Texas e algumas pessoas resgatando seus bichos..... Não é mole não..... O que me impressiona é que tem gente que larga eles a sua própria sorte....
---------------


Fonte: G1

17/08/2017

Baratas e ratos mudam de status e viram animais de estimação em Suzano

Já fizemos várias postagens sobre a dita barata que causa tanto nervoso e nojo à muita gente.... Agora, tem gente que gosta delas e as tratam muito bem.... kakaka...
--------------
As baratas Aroldo, Ernesto, Clotilde e Bernadete se alimentam de ração e cenouras. Donos garantem que além de casa e comida, dão carinho aos 'bichinhos'.

Baratas e ratos costumam despertar sentimentos como medo, pavor e nojo na maioria das pessoas. No entanto, para dois moradores de Suzano, na Região Metropolitana de São Paulo, estes animais se tornaram “bichos de estimação”, com direito a carinho e cuidados para evitar o estresse dos pets.

Aroldo, Ernesto, Clotilde e Bernadete formam um quarteto de baratas de Madagascar cuidado com dedicação pelo engenheiro ambiental Luiz Fernando Alcântara Araújo, de 28 anos. Ele comprou as duas fêmeas e os dois machos há mais de quatro meses motivado pela curiosidade e o interesse por insetos e animais exóticos.

A venda destes animais é permitida no Brasil, mas depende da autorização do órgão ambiental de cada estado, segundo o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Baratas, porém limpinhas
Luiz disse que escolheu a barata de Madasgacar por elas serem mais limpas, não se alimenterem de dejetos e terem um convívio melhor com o ser humano. A dieta é à base de ração de cachorro triturada, alface e cenoura. Já a água é consumida por meio de um algodão umedecido.

“Elas não possuem cheiro e são suscetíveis ao toque. Quando se sentem ameaçadas emitem um assovio de alerta, mas somente para demonstrar que não estão à vontade. Elas não são capazes de atacar com mordidas e nem voar. É um inseto muito dócil e tranquilo, ótimo para quem tem pouco espaço ou procura ter um animal diferente. É recomendado para qualquer pessoa e para crianças a partir de 7 anos”, afirma Araújo.

O engenheiro explica que os cuidados são simples e envolvem medidas básicas de higiene. Uma das providências é manter o terrário onde elas vivem limpo e saudável. “Elas gostam de locais com baixa claridade. Durante o dia costumam estar escondidas e durante a noite são mais ativas, sendo mais fácil de visualizá-las.”

O engenheiro, que mora sozinho, revela que as pessoas se espantam quando descobrem seus "pets". “Mas depois ficam curiosas para vê-las. Algumas até se arriscam a tocá-las. Geralmente perguntam o porquê de se criar baratas e qual é a rotina delas.”

Para não assustar as pessoas, o engenheiro evita sair de casa com o quarteto. Por isso, durante a noite ele, as tira do terrário para que circulem pela casa.

”Eu as coloco no ombro ou no braço e dou uma volta pela casa, para que possam sentir o ambiente e se sentirem seguras. Pelo fato de ser um inseto noturno e não gostar muito de claridade, eu procuro evitar expor a muita luminosidade para não causar nenhum estresse.”

Mestre Splinter, o rato pelado
O analista de suporte técnico Nabil Jmail Hariri Junior, de 27 anos, escolheu seu pet justamente por ele ser diferente. “A maioria das pessoas já tem medo por se tratar de um rato, ainda mais devido à aparência dele , não possuindo pelos e tendo olhos vermelhos”, descreve Junior.

Ele explica ainda que essas particularidades do animal o fizeram desejar compreendê-lo melhor. O analista garante que “Mestre Splinter”, como chama o rato da raça hairless, é muito carinhoso e dócil. Embora conviva com o ratinho há menos de seis meses, Junior afirma que os cuidados com o pet são simples.

Ele diz que são necessários cuidados diários com a higiene do animal para garantir a saúde de “Mestre Splinter” e de sua família. “Essa rotina inclui o recolhimento das fezes, alimentação com ração normal e alfafa para roedores e uma vez por semana lascas de cenoura e de coco, troca da água; troca do pano de dormir e o aquário/gaiola deve ficar em local arejado, porque como ele não tem os pelos, ele é mais suscetível às intempéries do clima.”

“ Até hoje ainda não tiveram coragem de segurá-lo nas mãos. Ele é muito carinhoso e comportado, o medo e espanto das pessoas só se justifica devido ao medo do desconhecido, mas isto é normal. Sempre quando vem alguém em minha casa, faço questão de apresentá-lo para que as pessoas se familiarizem e não tenham tanto preconceito com este roedor incrível.”

Toby, um cachorro da raça pincher, é o outro animal de estimação do analista. Mas a amizade entre Mestre Splinter e Toby ainda não decolou. “Eles já se conheceram e se estranharam muito no primeiro encontro. Sendo assim, promovo encontros rápidos entre os dois, até que se familiarizem e aprendam a conviver juntos”, espera o dedicado dono do rato sem pelo de olhos vermelhos.

Empreendedor inovador
O comerciante Stenner Paulo Kazuhiko Hidaka resolveu apostar nesse segmento de pets diferentes em Suzano. Aberta há aproximadamente seis meses, a loja dele vende baratas, rato hairless, esquilo da mongólia (parecido com um rato), grilos, entre outros itens.

“Baratas eu tenho de dois jeitos. A de madasgacar que pode ser um pet e também para alimentação de macacos e lagartos. Assim como o grilo que é alimentação também. Eu sempre gostei de animais diferentes e conhecia pessoas que também gostavam. Eu fui pensando no negócio”, conta Hidaka.

Quanto aos pets inusitados, Hidaka garante que eles são os preferidos dos adultos. “As crianças ficam com medo e preferem o peixe, hamster ou porquinho da índia.”

De olho na lei
Para comprar um animal exótico é preciso, antes de mais nada, saber o que é permitido pela legislação brasileira. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), define animais exóticos como aqueles que não ocorrem naturalmente no país, como por exemplo, algumas espécies de cobras e lagartos.

De acordo com o Ibama são proibidas a venda, importação e criadouros para venda de qualquer espécie de répteis, anfíbios e invertebrados venenosos e peçonhentos.

“A lei coloca no mesmo patamar tanto quem vende quanto quem compra ou mantém em cativeiro um animal de origem ilegal. Ele responde pelo crime e a multa pode chegar até R$ 5 mil e prisão de seis meses a um ano”, explica a coordenadora de fauna do Ibama, Maria Izabel Gomes.

Por não ser originária do Brasil, a barata de Madagascar é considerada um animal exótico, mas não é venenosa nem peçonhenta. A venda é liberada desde que as baratas sejam criadas no Brasil. Os órgãos ambientais de cada estado é que devem autorizar a venda.

Maria Izabel alerta que os donos que adotam as baratas como pet e se arrependem depois não podem deixar o inseto no meio ambiente. "Elas podem causar um desequílibrio ambiental porque podem competir com a espécie brasileira e causar sua extinção. O ideal é que sejam entregues a um órgão ambiental para a destinação correta."

Outro problema apontado por ela é o controle de natalidade das espécies. As baratas de Madagascar vivem, em média, cinco anos, mas se reproduzem com frequência e isso pode ser um problema para o criador.

Já o rato hairless é considerado um animal doméstico e, por isso, segundo o Ibama não é necessária autorização para importação. "Em termos de desequílibrio na natureza, ele nem gera muito, pois como não tem pelo, tem limitações quando está na natureza. A preocupação é com a questão sanitária que pode ser grave para a fauna."

Apesar das proibições e restrições do Ibama não é difícil encontrar quem crie animais exóticos de várias espécies no Brasil. "A questão é que o nosso País tem dimensões continentais e, por isso, é difícil fechar as fronteiras para esse tipo de comércio ilegal. Por mais que tenhamos órgãos de controle ambiental e fiscais é difícil combater a falta de consciência ambiental. As pessoas não pensam na origem desses animais, no risco que eles podem apresentar para suas famílias, quais doenças podem transmitir", ressalta Maria Izabel.

FONTE: G1

05/08/2017

Dicas de especialistas para superar o luto quando morre um pet

Eu tinha um programa dentro da Prefeitura do Rio para atendimento às pessoas que sofriam pela doença e perda de seus animais.... Era incrível!!!! Por que roubaram meu trabalho pioneiro dentro da causa, meu Deus!!!!!
----------
A dor pela perda de um animal de estimação é enorme, mas é preciso superar o luto e seguir adiante.

Lidar com a morte não é uma tarefa fácil e isso não é diferente no caso dos animais de estimação. Embora cada pessoa encare o luto de um jeito, os pets são parte da família e, quando eles vão embora, deixam um grande vazio. Porém, por mais doloroso que seja o processo, é necessário superá-lo para seguir em frente.

A perda pode acontecer por vários motivos, alguns mais agressivos do que os outros, mas se despedir de um pet nunca é simples. “Quando o óbito acontece por uma doença e o animal já estava passando por algum tratamento, vemos que a aceitação acaba sendo mais rápida. Principalmente nos casos em que o quadro do paciente evolui de forma crítica e o prognóstico vai deixando de ser favorável”, conta Marina Bueno, veterinária da Animal Place. “Nesse caso, há certo preparo emocional, mas a morte não é menos dolorida”, ressalta Rachel Rebouças, psicóloga da All Clinik, do Rio de Janeiro.

Quando morre um animal de estimação, é possível que a estrutura familiar seja afetada. Isso ocorre especialmente nos casos em que o mascote estava presente em várias atividades do dia a dia e era uma grande companhia para os membros da família. “Então, o ideal é que a rotina familiar seja readaptada”, aconselha Rachel.

Algumas crianças podem sofrer bastante com a situação, especialmente as que já têm idade para entender que o animal se foi. “Elas criam uma relação muito próxima com o pet. Na maioria das vezes, ele ajuda os pequenos a se relacionarem com o mundo. Por isso, eles podem sentir muito”, explica Juliana Germinari, psicóloga e psicanalista parceira da Kiddo. “Esse pode ser o momento ideal para introduzir o assunto ‘morte’ no universo da criança, que deve ser abordado à medida que ela esboçar curiosidade sobre o tema”, sugere Rachel.

E não são só os humanos que sofrem, não! Os outros animais da casa também sentem falta daquele que partiu. “Quando a Funny morreu, ainda filhote, o meu filho ficou bem triste. Mas não só ele: a minha outra cachorra, a Brisa, também sentiu muito aquela situação. Ela começou a se coçar muito e a ter queda dos pelos”, relata Tatiane Zuniga, veterinária da Animal Place.

Muitos adultos se sentem reprimidos durante o momento do luto pelo julgamento alheio. Isso porque grande parte da sociedade ainda acha que a aflição do tutor é “exagero” ou “frescura”.

“O mais importante é poder viver esse sofrimento sem medo ou vergonha. O luto tem que ser vivido para que ele possa chegar ao fim. Se a pessoa tenta preencher esse vazio com alguma coisa, ela não vai conseguir encarar de frente a situação, que vai acabar durando mais tempo. Pode parecer estranho, mas, para a dor passar, ela tem que ser sentida. Converse com pessoas próximas que compreendem a relação que você tinha com o pet e que não julgariam você. Só entende esse sofrimento quem já passou por ele”, indica Juliana.

“É preciso viver o luto em toda a sua dimensão. Você deve priorizar o seu emocional e se respeitar, não levando em consideração o que os outros estão pensando ou comentando, principalmente nesse momento de angústia. Enquanto isso, as pessoas ao redor podem ajudar, tornando-se disponíveis e respeitando o seu tempo”, ensina Rachel.

De acordo com as especialistas, quando a perda estiver insuportável, o ideal é buscar ajuda profissional. Isso é indispensável quando você perceber que está muito difícil superar a dor sozinha, quando o sofrimento estiver se prolongando por muito tempo e/ou quando a situação estiver atrapalhando as atividades do dia a dia, por exemplo.

Adotar um novo animal de estimação pode funcionar para algumas famílias superarem suas perdas, mas não é sempre que dá certo. “Para alguns, pode ser um conforto. Para outros, pode soar como ofensa a tentativa de ‘substituir’ o pet perdido”, aponta Rachel. “Quando passei por isso, a princípio, eu não quis outro animal, mas depois percebi que era um complemento importante para mim. Vi também que estaria dando a oportunidade de outro pet ser amado, tanto quanto aquele que morreu”, desabafa Patrícia Andrioli, veterinária da Animal Place, lembrando um pouco sobre a sua experiência pessoal.

Segundo Juliana, o momento ideal para se desfazer dos pertences do mascote é aquele em que a pessoa se sentir preparada para isso. “Ela deve perceber que os objetos em questão já não são tão importantes”, orienta.

Há também os óbitos causados por doenças infecciosas. “Nessa situação, o recomendado é se desfazer imediatamente das coisas e realizar uma boa desinfecção do ambiente, evitando manter animais no mesmo local por um período. Em outros casos, quando o tutor estiver preparado, pode aproveitar alguns itens e doá-los… Serão sempre aceitos com carinho!”, completa Marina.

FONTE: mdemulher

31/07/2017

O poder dos novos amigos de quatro patas


--------
Vistos até pouco tempo atrás como guardiões de residências e protetores de famílias, os cães passaram a ter um espaço especial nos lares. Da mesma forma, os gatos que antes ficavam nos galpões agora encontram o aconchego das moradias e deixam de lado o instinto da caça.

Mais do que lugares confortáveis e donos amorosos, os bichinhos de estimação conquistaram poder na sociedade. Influenciam a economia, com despesas que vão desde a saúde ao lazer, e lutam por seus direitos, através de políticos que abraçam a causa animal.

Embora os casos de maus-tratos e abandono ainda sejam recorrentes, a movimentação em torno do cuidado também é percebida, o que reflete uma mudança no comportamento dos humanos. A cada dia, as pessoas se conscientizam mais sobre a responsabilidade de ter um amigo de quatro patas. Há dez anos trabalhando na área, a proprietária da Pet Boulevard, veterinária Manuela Oliveira Hammes, observa essas transformações. Mas, para ela, a dedicação com gatos é ainda mais notável. “Antigamente, havia aquele pensamento de que ‘gato se cria’. As pessoas tinham os animais, porém não procuravam o veterinário”, comenta. “Hoje, a população está mais esclarecida sobre a necessidade de fazer exames e vacinas”, acrescenta.

Segundo a veterinária, em sua clínica a maioria dos atendimentos é de cães de pequeno porte. No entanto, ela afirma que os grandalhões ainda são zelados. “Não é o pastor alemão que só cuida do pátio. É um pastor mimoso, que tem uma casinha boa, dorme com paninhos na garagem e tem uma vida confortável”, explica. E mesmo em tempos que tanto se fala de crise financeira, o amor e o cuidado prevalecem. “Tem gente que inclui todas as despesas no orçamento da casa. Os donos podem estar até um pouco contidos e dar algum banho em casa quando conseguem, mas mantêm as rações de qualidade e os exames em dia”, conta.

Em sua empresa, Manuela também presta os serviços de creche e hospedagem. A médica comenta que alguns clientes que residem em apartamento deixam seus pets para passar algumas horas do dia no pátio da clínica, onde podem ter a companhia do Bidu, o recreacionista adotado – como define Manuela – que não deixa nenhum cachorrinho parado. Nos períodos de fim de ano e férias, a intensa procura pela hospedagem do estabelecimento mostra um fator importante: os donos até podem ficar longe dos bichinhos, mas somente com a garantia de que estarão bem cuidados. E o motivo para toda essa proteção e apego é simples para Manuela. “As pessoas estão mais ocupadas, os dias mais corridos. Então, muitas vezes preferem ter um cachorro ou um gato do que um filho”.

Quando fazem parte da família
A fotografia de Fabiane Carine Hoff com o marido Felipe Köpp e as cachorrinhas mostra a razão de tantos mimos com Layla, a shitzu de 7 anos, e a filhote Safira, a doberman de apenas três meses. As duas fazem parte da família, segundo a contadora. A mais velha foi adquirida pela santa-cruzense para fazer companhia dentro de casa. Vai no pet toda semana, ganha banho, ossinho e ração de qualidade. Foi acostumada assim e é dessa forma que deve continuar, conforme Fabiana. “A doberman nós pegamos para a segurança porque fomos assaltados há pouco tempo. A gente pensava em ter um cão feroz, porém carinhoso. Mas a Safira é tão apaixonante que acabamos tratando igual à Layla”. comenta.


Cidade pode ter hospital e curso
Santa Cruz poderá contar em breve com um hospital público veterinário. No mês passado, o prefeito Telmo Kirst visitou as dependências de uma instituição privada de Florianópolis, reconhecida no País pela excelência dos serviços. No local, o chefe do Executivo pôde buscar referências para a construção. Telmo sinalizou durante a visita que uma das áreas cogitadas para receber o empreendimento é a da antiga Escola Murilo Braga, no Bairro Independência. Por enquanto, o projeto está apenas na fase de estudos.

Outra novidade que pode chegar à região é a implantação do curso de Medicina Veterinária da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc). Há cerca de dois anos, a instituição anunciou que pretendia criar a opção no campus de Venâncio Aires. A universidade foi procurada pela Gazeta do Sul, mas não quis se manifestar sobre o andamento da proposta tendo em vista que ainda não há definições referentes ao assunto.

Vozes que defendem os animais
Apesar da mudança do comportamento da sociedade, nem todos os animais são abençoados com uma família cuidadosa e um lar quentinho. Há aqueles que ainda sofrem pelo descaso e por agressões. E nem sempre a vontade de abrigar um bichinho abandonado é suficiente, já que a adoção também gera responsabilidades. Entretanto, o desejo de melhorar as condições de vida deles pode impactar diretamente no resultado de uma eleição. Foi o que aconteceu com a vereadora Bruna Molz (PTB), em Santa Cruz do Sul, e a deputada estadual Regina Becker Fortunati (REDE). Ambas são defensoras da causa e carregam a responsabilidade de proteger e lutar pelos direitos dos animais. Regina foi recentemente comentada na mídia por se mobilizar e garantir que a Prefeitura de Porto Alegre ficasse impedida de realizar a eutanásia de cães com leishmaniose na Capital.

Já Bruna ficou conhecida no meio após atuar à frente do Canil Municipal e trabalhar no resgate de animais vítimas de maus-tratos, como o Cabeção, cachorro adotado por ela depois de ser salvo. Eleita no ano passado, ela já aprovou o projeto que torna o 25 de março  Dia Municipal da Adoção, Proteção e Bem-Estar dos Animais, e recentemente um projeto que cria o programa Cachorródromo, um espaço público para cães.

A vereadora de Santa Cruz reconhece que sua vitória na disputa por uma cadeira na Câmara ocorreu por causa daqueles, que assim como ela, querem melhorar a realidade animal. “Os votos que recebi, com certeza, são de pessoas que acreditam que nos unindo em prol de um bem maior podemos fazer a diferença e que ter uma representante no Legislativo do município já é o primeiro passo”, observa. “A minha entrada no Legislativo se deve ao fato de que os amantes dos animais crescem a cada dia. Somos um exército de pessoas que têm animais em casa e amor por eles. Não conseguimos ver outro animal sofrendo e passando necessidades”, afirma.


Oportunidade de renda com roupinhas
De artesã e dona de casa, Gilda Atkinson da Silva, de 56 anos, também assumiu uma nova função: empresária. Na casa onde mora com o marido e os filhos, na Rua Santo Antônio, Bairro Goiás, montou o seu próprio negócio. As paredes da sala de entrada expõem roupas quentinhas e de diversos tamanhos, ideais para os amigos de quatro patas nesses dias mais gelados. As confecções começaram discretas, segundo Gilda, apenas para feiras de animais e exposições na praça do Centro. Entretanto, com a demanda que tinha, enxergou a possibilidade de expandir seu trabalho e abriu a loja na residência. A ideia foi bem aceita pela família, que não só apoiou Gilda como também auxilia na produção. “Meu sonho é ampliar uma empresa maior e sei que meus filhos vão me ajudar a manter, pois eles gostam muito do nosso trabalho”, revela.


Sentimento é gratidão
O que os tutores desses bichinhos ganham em troca vai além do amor: a gratidão. A professora aposentada Ana Luiza Wagner, de 52, que tem em casa dois felinos adotados garante que o carinho que recebe de Apolo e Zeus é imenso. O Zeus, de quatro anos, é o que mais retribui toda a atenção desprendida por Ana. “Peguei o Zeus na rua, era só pele, osso e pulga. Ele olhou para mim, veio no meu colo ronronando e eu comecei a chorar. Ele se aconchegou no meu colo de uma maneira que eu não tive mais coragem de largar. O Zeus tem uma coisa diferente comigo. Parece que ele me agradece todos os dias”.

No apartamento onde a aposentada mora com o marido e dois filhos, os gatos têm mais regalias, segundo conta. Mesmo com as artes dos filhos adotivos, não têm coragem de xingá-los. São os bebês da casa. “Eles têm caminha, brinquedinhos. Procuro dar uma ração melhor, que a veterinária indica. Fazem todas as vacinas e medicações. Sou dessa opinião: pega um bichinho de rua e cuida bem dele”.  A preocupação de Ana é tanta que ela não deixa os gatos saírem para rua e, para evitar qualquer descuido, chegou a adaptar o pátio da antiga moradia. “As pessoas têm a cultura da voltinha. Têm gatos e deixam eles passear. Eu nunca fiz isso. Na casa onde eu morava, montei toda uma infraestrutura para manter eles dentro do meu pátio”.

Fora os cuidados com os dois gatinhos que possui, Ana também ajuda ONGs de proteção. Para ela, é o conhecimento que vai ajudar a reduzir os casos de maus-tratos e abandono. “É o conhecimento que vai te levar a ter a consciência de que precisa cuidar, que é uma vida que está ali. Não está escrito em nenhum lugar que a minha vida tem que ser melhor que a vida deles. Eles não tem a função de te servir. Se está  com eles é por amor mesmo”.


Ama de gato com muito amor
Quando é possível unir o útil ao agradável ou, melhor ainda, o trabalho ao amor, o resultado só pode ser positivo. Há cerca de cinco anos, Eloci Diva Rech, 50, presta o serviço de cat sitter em Santa Cruz. Tudo começou na época em que saiu do emprego e percebeu a dificuldade para reingressar no mercado. Mãe de seis felinos – além da Ana Paula – cuidava dos gatinhos da filha biológica quando ela viajava e, com a solicitação de amigas, acabou ampliando o serviço de babá. A partir de então, percebeu que poderia fazer desses favores uma forma de garantir sua renda.

Com a página Ama de Gato no Facebook, hoje Eloci conta com uma lista de cerca de 60 clientes e 150 gatos. De acordo com ela, o trabalho é cobrado por hora e o preço varia de R$ 20,00 a R$ 40,00, dependendo da localização. “O cliente agenda um horário, vou até a casa dele, dou a ração do gatinho e remédios quando necessário, e depois brinco com o gato. Geralmente sou contratada por pessoas que precisam viajar ou passar uns dias fora de casa”, conta. É assim que ela mantém uma agenda intensa em boa parte do ano e garante o dinheiro para arcar com suas despesas pessoais. “De novembro até março é muito corrido para mim. Festas de fim de ano, sextas, sábados, domingos e segundas, além dos feriadões, são de trabalho. Mas eu não me importo. Eu amo o que eu faço.”


FONTE: gaz

24/07/2017

Animais de estimação de moradores de rua estão sendo permitidos no abrigo em Florianópolis

Ontem vi um vídeo do Prefeito João Dória em Sampa que fiquei muito feliz. Ele mostrava o abrigo de recolhimento da pulação humana de rua e o canil dos animais destas pessoas.  Que bom que Floripa também está nesta. Muito legal!!!
----------
Desde quarta à noite que os bichinhos, após uma inspeção, podem dormir com seus tutores

Desde a última quarta-feira à noite, que os animais de estimação dos moradores de rua que procuram o abrigo criado na passarela Nego Quirido, em Florianópolis, podem entrar junto de seus tutores. Antes, algumas pessoas em situação de vulnerabilidade não dormiam no espaço, criado para acolher os moradores nos dias de frio mais intenso, porque não queriam deixar seus bichinhos abandonados.

Antes de entrar no abrigo, os animais passam por uma inspeção, para verificar se eles não possuem pulga, sarna, ou outras doenças. Caso alguma situação dessas for constada, infelizmente, o bichinho continua sem autorização para entrar.

Caso contrário, traria riscos para as demais pessoas e animais que estivessem no local, e até mesmo um surto de pulgas nos colchões. 

FONTE: horadesantacatarina

05/07/2017

Animais de estimação passam a ser bem-vindos em shopping do Recife

Cada vez mais o espaço de socialização adiciona os animais.... Isto é bom, até um ponto. Sem exageros como lá no Japão que permite que donos destrambelhados os levem para andar nos brinquedos de um parque de diversão, né mesmo?
-----------
Cães precisam estar na coleira, mas podem circular pelo centro de compras. Evento com piscina de bolinhas lançou a novidade, neste domingo (2).

O Brasil é o quarto país do mundo com o maior número de animais de estimação. Eles fazem parte da família e há quem os considere como filhos, levando-o em viagens e passeios. Um shopping no Bairro do Recife passou, neste domingo (2), a receber os donos e seus animais durante todos os dias da semana. A novidade agradou muitos dos que foram ao local neste domingo.

Ao se tornar Pet Friendly, o Paço Alfândega passa a permitir que os bichinhos circulem por todo o shopping - exceto na área de alimentação. A ideia é aproveitar a expansão do setor que, em 2016, chegou a ocupar 0,37% do PIB nacional, segundo o centro de compras.

O primeiro dia da novidade foi comemorado com piscina de bolinhas, degustação de paletas mexicanas, comida saudável para os animais, entre outras atividades. Era até mesmo possível ver alguns cachorros fantasiados de 'matutos juninos', se despedindo do São João.

O shopping pede que os animais estejam com a carteira de vacinas em dia e respeitem algumas regras, como manter cães na coleira e recolher a sujeira em casos de imprevistos. Além disso, o centro de compras proibe algumas raças, como as de cães de guarda, para evitar incidentes.

FONTE: G1

30/06/2017

Homem de 84 anos tem 180 colmeias em casa e cria abelhas como 'animais' de estimação

Quando pequena, conheci um homem na cidade de Paraíba do Sul chamado S. Zé do Mel. Ele andava com um monte de abelhas em volta dele. Lembro dele andando na estrada de terra com seus cachorros e aquele monte de abelha em volta dele. Elas não picavam ele, mas, quando alguém chegava perto, iam em cima. Ele dizia que elas só agiam assim com as pessoas que não gostavam de bichos.... Grande Zé do Mel
-----------------
Meliponicultor Hermelindo Sandri se apaixonou pelos insetos aos 8 anos e chegou a batizar uma das espécies que cultiva em casa.

Eermelindo Sandri, de 84 anos, foi na contramão da criação de cães, gatos e outros bichos fofos e tomou uma decisão inusitada há sete décadas. Com 180 colmeias espalhadas pelo quintal de casa em Artur Nogueira (SP), ele se apaixonou pelas abelhas desde o primeiro contato e cuida delas como animais de estimação.

O "amor à primeira vista" pelas abelhas aconteceu aos 8 anos, quando ele construiu uma caixa para preservar os insetos que encontrava. Com o tempo ele se tornou meliponicultor - criador de abelhas sem ferrão. “Eu falei: ‘pai, eu estou com dó da abelha, dó do bichinho, eu vou guardar’”, relembra Sandri.

O idoso cultiva insetos que não possuem ferrão, uma alternativa encontrada por Sandri para criar as abelhas em casa. Com muitas variedades de espécies, ele possui raridades nas colmeias, como a segunda menor abelha do mundo, e uma batizada por ele próprio.
“Eu conheço variedade de abelha que não está catalogada. Tanto é que tem uma que eu coloquei o meu nome. Meu sobrenome é Sandri, coloquei Sandrina”, conta.

Abelhas que ensinam
Com 76 anos de convivência com as abelhas, Sandri adquiriu muito conhecimento sobre as espécies. O meliponicultor passou, então, a fazer experiências para testar a inteligência dos insetos.

“Eu queria saber se ela sabia o vertical e o horizontal perfeito, e sabe. Você tomba a colmeia um pouco, ela muda todo o esquema da casa dela. Você vira de novo, e muda tudo de novo”, explica. O idoso também decidiu compartilhar todo o aprendizado e começou a fazer palestras sobre a sua criação. Requisitado, ele não cobra nada e já foi inclusive para outros estados para falar sobre o assunto.

“A última palestra que eu dei tinha 120 pessoas, das quais tinha de quatro países diferentes. O mais gostoso é que ninguém me ensinou nada, eu aprendi manipulando as abelhas”, conta.

Dentre as variedades, Sandri possui a segunda menor espécie de abelha do mundo (Foto: Reprodução / EPTV) 

Saudável
Entre os ensinamentos, ele explica aos participantes das palestras como pegar o mel de colmeias de abelhas perigosas sem precisar de proteção. “Eu tiro mel da abelha com ferrão de cara limpa, só de sunga. Você faz uma fumaça, de preferência de algodão, com roupa velha. [...] Aí, acaba circulando fumaça dentro da colmeia e abelha nenhuma te ataca mais”, diz.

Sem precisar se preocupar com ferrões dentro de casa e utilizando um simples canudo, ele consegue tomar o mel de suas criações direto da colmeia. O que a família do meliponicultor não consome, ele doa para amigos e conhecidos, e faz um alerta para o poder medicinal do produto.
“Tenho 84 anos e eu tenho saúde, graças a Deus e graças às minhas meninas”, garante Sandri.

Fonte: G1 - EPTV

24/05/2017

Vai casar? Dicas para incluir o seu animal de estimação na cerimônia

Achei bem pertinente esta matéria já que, hoje em dia, muita gente está levando seus pets para a cerimônia, né mesmo?
------------------------
O melhor amigo do homem – e da mulher também – merece participar do momento mais importante da vida dos donos. Saiba se preparar para isso

Em muitas famílias, os animais de estimação fazem parte do clã e estão presentes em todos os momentos importantes. Para comprovar isso, muitos casais estão saindo do óbvio, deixando um pouco de lado a tradição, e substituindo pajens e daminhas pelo pets.

Cães e gatos — animais mais comuns — são os responsáveis por levar as alianças aos noivos e acabam roubando as atenções durante a cerimônia. Outra opção é colocar plaquinhas divertidas no pescoço dos amigos de quatro patas, que podem anunciar a entrada da noiva ou a saída do casal.

Tudo parece lindo – e realmente é, mas incluir um animal na festa de casamento requer planejamento e organização. Um dos primeiros passos antes de vestir o smoking ou o vestido rodado no seu bicho de estimação é entender e respeitar a personalidade dele. O Pet Booking sugere algumas dicas para você preparar seu pet para essa data inesquecível:

Verifique o local da cerimônia
Antes de tudo é preciso verificar se o ambiente do evento aceita animais de estimação. Será mais fácil se a cerimônia não for na igreja, pois a maioria não permite a entrada de bichos. Neste caso, limite-se a levá-lo apenas para a festa ou escolha locais “pet friendly” para a cerimônia. Dica: uma opção de igreja em Brasília – para quem deseja realizar uma cerimônia católica – que pode ter maior facilidade em aceitar animais de estimação é a Paróquia São Francisco de Assis na 915 Norte.


Invista no “Dia de Beleza” para o pet
Se todos os convidados estarão arrumados, o participante de honra também merece estar no capricho. Já existem estabelecimentos que embelezam o bicho de estimação para o grande dia. É uma boa pedida localizar um deles para agendar banho, tosa e escovação de dentes para deixar seu animal prontinho para o casamento. Seu cachorro ou gato é hiperativo e não está acostumado com muita gente? Invista em um adestrador ou cuidador profissional, que poderão ajudá-lo a se comportar durante a cerimônia.


A roupa “de gala”
Mais uma vez, se o pet vai ter uma participação especial, ele merece estar vestido a caráter para o evento. Muitas pet shops vendem gravatinha, smoking, vestido de noiva, tiarinha e terninho sob medida para os animais de estimação. Não gostou de nada? Mandar fazer também é uma opção. Vale ressaltar que a vestimenta não deve incomodar o bichinho e pode combinar com a decoração da festa ou com os trajes dos noivos.


Organize a rotina do pet no dia da cerimônia
Mesmo animais treinados podem ficar incomodados em ambientes muito agitados. Se a ideia é que eles participem da cerimônia, certifique-se que alguém da família possa cuidar dele. Lembre-se de levar ração, petiscos e água. É importante verificar também se o local possui um espaço tranquilo para que ele descanse após a participação. Se possível, o animal deve voltar para casa, já que a festa pode ser muito cansativa.


Aproveite e faça muitas fotos
Os ensaios pré-casamento são tendência entre os noivos e incluir seu melhor amigo nessas fotografias com certeza deixará seu álbum muito mais fofo. No dia da cerimônia também abuse das imagens com seu pet, claro, sem deixá-lo estressado ou cansado.



FONTE: metropoles

08/05/2017

Dormir com animais de estimação é benéfico para a saúde dos tutores

O que acho engraçado é a turma precisar de "estudo" p´ra saber o que sabermos há milênios, né mesmo?
-------------
O hábito pode ajudar tutores a relaxar, além de causar segurança e diminuição de sintomas de estresse e depressão
Cães e gatos já são considerados integrantes das famílias que curtem pets. Há tutores que não satisfeitos em passar o dia com os bichos, ainda dormem na mesma cama.

A Pet Anjo, empresa especializada em cuidados com animais domésticos, fez um levantamento e constatou que 68% dos pets dormem na mesma cama dos seus tutores. Segundo a médica veterinária especialista em comportamento animal e diretora da empresa, Carolina Rocha, esses números revelam que os pets estão ganhando cada vez mais poder dentro das famílias brasileiras. “Eles nos ajudam a crescer social, emocional e espiritualmente: nós precisamos uns dos outros”, afirma.

Um estudo do IBGE publicado em 2015 revelou que, no Brasil, o número de famílias que criam pelo menos um cachorro é maior que o de casais com filhos. São 52,2 milhões de cães e 44,9 milhões de crianças no país.

Um outro estudo, do Centro de Sono da Mayo Clinic, em Scottsdale (Arizona), publicado pelo Daily Mail, assegurou que dormir com o animal de estimação é benéfico para a saúde dos humanos, pois relaxa, causa sentimentos de segurança, além de diminuir pressão arterial, estresse e depressão.

56% dos entrevistados compartilhavam a mesma cama com cães e 41% garantiram que a presença dos bichinhos melhorava a qualidade do sono.

Por outro lado, há os que são contra essa hábito devido aos riscos de contágio com algumas parasitoses, piora de quadros alérgicos e interrupções no sono. A mesma pesquisa revelou que 20% dos entrevistados achavam que dormir com animais era prejudicial à saúde.

A alergista Fernanda Casares, do Hospital Santa Lúcia, afirma que quadros alérgicos são comuns em pacientes que dormem com animais. “A recomendação é evitar o hábito, pois os pets costumam aumentar a população de ácaros dentro do domicílio”, pontua.

Além de manter os animais e a casa limpa, há alguns tipos de tratamentos, como a imunoterapia, que podem diminuir sintomas alérgicos, aconselha a médica.

Fonte: Metrópolis

04/05/2017

Empreendedoras criam creches para animais de estimação




Acho legal que o mercado ofereça estes serviços, embora sempre haja uma pitada de estímulo a animais de raça, né não?
---------------

02/05/2017

Perdi o meu amigo de 4 patas

Lembro tanto do trabalho que fazia quando estava conveniada com a Prefeitura do Rio....
-------
Dez dicas para ajudar a gerir a dor relacionada com a morte de um animal

As famílias são, hoje em dia, muito diferentes daquilo que foram no passado. O núcleo central pai/mãe/filhos/avós foi, muitas vezes, substituído por núcleos monoparentais, com filhos únicos. A distância física em relação aos familiares mais próximos, sobretudo avós, leva à fragmentação da família clássica em pequenos pedaços desagregados e isolados, sem referências familiares.

O aumento progressivo do número de divórcios, o isolamento social de idosos e menos filhos por família leva a que os humanos se encontrem numa situação nova de solidão afetiva. Amar, dar e receber afetos, proteger e cuidar, fazem parte da natureza humana. Na realidade, estes relacionamentos afetivos direcionados a outros seres humanos têm vindo a ser substituídos ou complementados por relacionamentos inter-espécie, nos quais os animais de companhia têm assumido um papel cada vez mais importante. São incluídos na logística familiar, habitam o mesmo espaço, são-lhes facultados cuidados médicos preventivos e curativos de qualidade e cada vez mais sofisticados, são alimentados de forma cuidada e adaptada à espécie.

A carência afetiva promove o desenvolvimento de relações de dependência entre tutores e seus animais. Idosos solitários, reencontram desta forma a possibilidade de cuidar, mimar, dar e receber amor, para além de se voltarem a sentir necessários, importantes e ativos. Famílias desfeitas e reconstruídas encontram o elo de ligação entre os elementos antigos e os novos. Crianças, com ou sem necessidades especiais, beneficiam do seu convívio como forma de melhorarem a sua autoestima, promoverem relações sociais e desenvolverem o sentido de responsabilidade e consciência sobre o mundo que os rodeia. Adultos ativos redirecionam a sua natural necessidade de criar família, ou acrescentam elementos ao núcleo familiar já existente.

Seja qual for o motivo, a realidade indiscutível é a de que os animais de companhia assumem, hoje em dia, um papel importantíssimo na estabilidade emocional dos humanos, papel esse que não deve ser desvalorizado nem desmerecido. Perante a certeza da existência de um vinculo emocional forte, não será difícil compreender que a morte de um animal de estimação poderá ser dramática e deixar marcas em todos os envolvidos. A dor da perda é compreendida e aceite por toda a sociedade, que se comporta de forma empática com a mesma.

O culto fúnebre está enraizado nas sociedades humanas e é um ritual social, em que todos os amigos e conhecidos se envolvem. Mas a dor da perda, quando relacionada com um animal de companhia, não só não é bem compreendida, como não é aceite pela sociedade em geral. Nesta sequência, os humanos envolvidos deparam-se com falta de empatia e desvalorização da intensidade e veracidade dos seus sentimentos, o que contribui para piorar o estado de verdadeiro sofrimento psicológico. Se podermos partilhar os nossos sentimentos e obtivemos compreensão dos nossos congéneres, a dor será mais fácil de suportar.

Caso contrário viveremos uma dor escondida, bastante mais difícil de ultrapassar. Como seres sociais que somos, precisamos da aprovação e inclusão pelos nossos semelhantes. Quanto mais cedo a sociedade se consciencializar e aceitar que a dor da perda de um animal é real, mais fácil será ultrapassar um momento tão devastador na vida dos tutores.

Não sou psicóloga nem pretendo imiscuir-me numa área que não me pertence. Os meus conselhos provêm da minha experiência pessoal e da vivência de anos a acompanhar humanos que sofrem com a perda dos seus amigos animais. Gostaria que este artigo ajudasse, de alguma forma, a gerir uma emoção tão forte, quanto negativa, mas completamente natural.

1 - ACEITE A DOR!
O primeiro passo para lidar com a dor da perda é aceitar que ela existe e que é natural senti-la. Não a minimize ou desvalorize. Cada pessoa é diferente e tudo acontece a um ritmo próprio. Não há um tempo de cura comum a todos. A forma como cada pessoa lida com o sofrimento depende de muito fatores psicológicos e físicos, bem como das experiências vividas ao longo da vida. A intensidade do vínculo afetivo com o animal, assim com a forma como morreu (se foi subitamente ou existiu uma doença progressiva, que fez prever o desfecho), também condicionam a intensidade da dor da perda, mas não de forma linear. Não existem fórmulas matemáticas ou certezas inquestionáveis. Cada caso é um caso e todos devem ser respeitados na sua individualidade. Não se atormente se não reagiu da mesma forma que o seu vizinho ou amigo. Respeite-se na sua diferença e permita-se sofrer, sem que isso signifique alimentar o sofrimento. Chore o que tiver vontade. Chorar lava a alma. Não é motivo de vergonha pessoal. Pelo contrário, mostra que é uma pessoa sensível e sentimental. Mas se, pelo contrário, não conseguir chorar, isso não significa que o seja menos. Simplesmente somos todos diferentes…

2 - EVITE A CULPABILIZAÇÃO E NEGAÇÃO!
O sentimento de culpa é inimigo da cura. Não se culpabilize por aquilo que poderia ter feito e não fez. Pare de pensar no que teria acontecido se tivesse feito algo de forma diferente. Quando existem dois caminhos e escolhemos seguir um deles, não saberemos o que teria acontecido se a nossa escolha fosse outra. Independentemente da causa da morte do seu animal, aceite-a. Não a questione ou negue. Esta é a única verdade inquestionável. Contra isso nada poderá fazer. Evite, também, culpabilizar terceiros. Atribuir responsabilidades não vai trazer o seu amigo de volta, acaba por fragilizar todas as partes envolvidas, estragar relacionamentos e afastar quem poderia ser uma valiosa ajuda na gestão dos sentimentos negativos, relacionados com a perda. Culpar o motorista que atropelou o animal, ou o veterinário que não o conseguiu salvar, ou o parente que o deixou fugir, não o trará de volta. Sentimentos negativos atraem sentimentos negativos e ao invés de se sentir aliviado no seu sofrimento, será assolado por acessos de frustração e raiva interior, que em vez de amenizar a dor, a potenciam ao máximo.

3 - LIBERTE A RAIVA!
A raiva e frustração são dos sentimentos mais comuns, quando perdemos alguém a quem estamos afetivamente ligados. Mas são, também, das emoções mais negativas que se podem experienciar. O ressentimento e fúria em relação a tudo e todos, advêm do facto de não nos conseguirmos libertar deste tipo de emoções. A curto prazo pode ser um escape para a dor. Mas a médio e longo prazo só trará prejuízos emocionais, uma vez que não permite a cura o “seguir em frente”, mantendo-nos prisioneiros de um estado emocional psicologicamente degradante. Liberte a raiva de forma saudável, com exercício físico frequente e passeios ao ar livre. Mas se se sentir muito angustiado, grite em plenos pulmões, esmurre um saco de boxe, ou dê uma corrida pelo bairro. Nunca reaja de forma agressiva em relação a terceiros. Só conseguirá sentir-se ainda pior consigo mesmo e perder o valioso apoio dos visados.

4 - FALE COM AMIGOS!
Como em tudo na vida, os amigos são imprescindíveis. Sentir o apoio e compreensão de alguém é meio caminho andado para nos sentir-mos melhor. Fale dos seus sentimentos, explique os seus anseios, comunique as suas decisões. Não precisa de opiniões. Só de ser ouvido e compreendido. Mesmo que não lhe apeteça estar com ninguém, aceite a visita ou o convite para um passeio. Alguns familiares e amigos podem não compreender a dimensão da sua perda, simplesmente porque não compreendem que sentimentos semelhantes sejam nutridos por um animal. Mas terão, com certeza, uma palavra de conforto, um gesto de carinho, uma atitude de solidariedade, que será reconfortante e ajudará a apaziguar a dor.

5 - COMUNIQUE COM AQUELES QUE PASSARAM POR EXPERIÊNCIA SEMELHANTE!
Falar com alguém que passou por uma experiência semelhante pode ser de extrema importância. Sentir que não somos os únicos a viver uma tal provação, ajuda muito à gestão emocional. Saber que aquela ou aquelas pessoas compreendem exatamente o que está a sentir, facilita a comunicação, a partilha de emoções e cria um vínculo emocional com as mesmas. Pode não ser fácil encontrar um grupo de apoio relacionado com a perda de um animal, à semelhança do que acontece com outro tipo de luto. Sobretudo em cidades pequenas, longe dos grandes centros urbanos. Mas hoje em dia, com o acesso fácil ao mundo virtual, poderá encontrar fóruns on-line, nos quais poderá partilhar os seus anseios, dúvidas, emoções e opiniões, sabendo que será compreendido em toda a dimensão da sua dor.

6 - MANTENHA-SE OCUPADO!
Por muito que lhe apeteça fechar-se em casa, sem ver ninguém, lute contra esse sentimento. Não se permita entrar numa espiral de emoções negativas, que poderão levar à depressão. Tente manter-se ocupado, equilibrando o tempo que passa sozinho e com os outros. Mime-se, desenvolvendo atividades prazerosas, como tomar um banho de espuma, fazer uma massagem, ler um livro que gosta, ver um filme interessante, cozinhar uma refeição deliciosa. Mas escolha, também, atividades em grupo, como ir jantar fora com amigos, ir ao cinema ou à praia, dar longos passeios ao ar livre, inscrever-se no ginásio ou em aulas de valorização pessoal (pintura, musica, culinária, etc.). Estar ativo, sentir-se ocupado, fazer coisas que dão prazer, melhora a autoestima, o humor e o estado de espírito. Consequentemente fará com que se sinta melhor e será mais fácil ultrapassar esta fase dolorosa.

7 - CONSULTE UM PSICÓLOGO!
A ajuda de um terapeuta poderá ser indispensável. Alguém que simplesmente, ouça sem criticar ou julgar. Se possível encontre um psicólogo especialista em luto. Sobretudo se se sentir impotente e incapaz de realizar as tarefas básicas do quotidiano, como cozinhar, arrumar, conduzir, trabalhar. Cada um possui uma forma própria de gerir momentos de crise, dependendo muito das vivências que teve, da estrutura psicológica, do grau de ocupação e da envolvência familiar. Mas sobretudo nunca se deve esperar que o problema se agrave de tal forma, que seja muito mais difícil de resolver. Procure ajuda o mais cedo possível no processo de luto. Já existem instituições que facultam este serviço, com psicólogos especialistas em luto, direcionado para a perda de um animal. Mesmo alguns hospitais e clinicas veterinárias já dispõem de um gabinete de apoio ao luto. Se a morte for programada (eutanásia dos doentes em estado terminal), os terapeutas acompanham o tutor na preparação para a o dia em que esta acontecerá, no momento em que acontece e depois de consumada. Infelizmente este não é o cenário mais comum e só alguns privilegiados poderão recorrer a estes serviços. Limitações económicas, geográficas e culturais, impedem esta tão valiosa ajuda. Informe-se com o seu veterinário, se conhece algum local ou alguém a quem recorrer, em caso de necessidade.

8 - ORGANIZE UMA CERIMÓNIA EM MEMÓRIA!
Organizar uma pequena cerimónia de despedida, ou em memória do companheiro perdido, poderá ajudar muito a interiorizar e aceitar a morte, para além de ajudar a processar as emoções. Apesar de não ser bem aceite pelo resto da sociedade, faça aquilo que achar que o pode ajudar a ultrapassar mais facilmente a dor. Rodeie-se de amigos que o compreendam e que participem. Caso contrário faça-o você mesmo. Poderá plantar uma flor, acender uma vela ou escrever uma mensagem de despedida. Tantas possibilidades, simples, mas tão cheias de significado. Poderá, também, reunir todos os objetos que lhe pertenciam, guardar um ou outro que considere mais significativo e doar o restante a uma instituição ou a um amigo. Conseguirá o conforto psicológico de que o enorme valor da vida, não terminou com a morte. Algum outro animal beneficiará do privilégio de usufruir de um pouco do seu legado.

9 - NÃO DESCURE O CUIDADO DOS OUTROS ANIMAIS DA CASA ASSIM COMO DO RESTO DA FAMÍLIA!
Faça tudo o que estiver ao seu alcance para manter a rotina diária de toda a família. Apesar de ser muito difícil concentrar-se, todos estão atentar adaptar-se a uma nova realidade, com maior ou menor dificuldade. Para um animal, qualquer alteração na rotina pode ser stressante. A perda de um companheiro, só por si, pode ser dramática. Quanto menores forem as mudanças, mais fácil será ultrapassar a perda. Sobretudo os animais e as crianças precisam de rotinas e o seu bem estar pode depender, em grande parte, da manutenção de hábitos. Manter a maior normalidade possível, dentro do funcionamento da logística familiar, pode ser um grande desafio para quem sofre da dor da perda, mas também pode ser uma forma de se distrair deste mesmo sofrimento. Se se tornar demasiado difícil concretizar tais tarefas, não hesite em pedir ajuda a um amigo ou familiar. Aos poucos conseguirá voltar a assumir a responsabilidade e tudo voltará lentamente ao normal.

10 - CONSIDERE A ADOÇÃO DE UM NOVO ANIMAL!
Depois da perda de um animal, a casa parecerá vazia e os dias intermináveis. O ânimo, para cumprir as tarefas diárias e para conviver com familiares e amigos será muito pouco ou mesmo inexistente. A adoção de um novo companheiro poderá ser um passo importante, não para substituir o anterior, mas para preencher um espaço emocional, ocupado exclusivamente pela dor da perda. A necessidade de voltar a cuidar de um ser vulnerável e dependente poderá ajudar a ultrapassar o luto, de uma forma positiva. Para além de que a boa disposição inerente à condição canina ou felina, pode ser contagiante e melhorar grandemente a disposição dos seu tutores. Mas esta mesma adoção deverá ser bem ponderada, uma vez que será grande a tendência para esperar que o novo animal seja uma espécie de clone do anterior, advindo a desilusão quando isso não acontece. Por vezes, na sequência de o recém adotado não corresponder ás expectativas, desenvolvem-se sentimentos de rejeição, que poderão complicar o processo de cura. Para além de que a paciência estará muito limitada e o animal poderá acabar por ser negligenciado. Assim sendo, pondere cuidadosamente o assunto, visite um abrigo para animais ou uma ninhada de um amigo. Se não se sentir preparado, deverá esperar algum tempo. Provavelmente, mais tarde ou mais cedo, surgirá o momento em que sentirá que está emocionalmente preparado para uma nova aventura como tutor. Na maioria dos casos a oportunidade surge quando menos se espera e um novo animal cruza o seu caminho, sem se fazer anunciar. Nesse momento quebra-se o bloqueio emocional e voltará a sentir a capacidade de amar um novo companheiro, sem que isso signifique que o anterior tenha deixado de ter lugar no seu coração.

13/04/2017

Morte de um animal de estimação pode ser comparada a perda de um membro da família, diz psicólogo

Com certeza absoluta.... Quando estava conveniada com a Prefeitura, tínhamos o serviço de atendimento às pessoas que sofrem pela doença e perda de seus animais de estimação.....
------------------------
Psicólogo conta como é o processo do luto, que muitas vezes não é compreendido, o que pode levar à depressão

Para aqueles que amam seus animais de estimação, um dos momentos mais difíceis é quando estes morrem. Esta tristeza pode durar dias, meses, ou anos anos.

O psicólogo de Ipatinga, Leonardo Moreli, lembra como os cães e gatos ganharam um novo significado na vida de seus donos, e também na sociedade. Até um tempo atrás, os animais eram criados nos quintais das casas, e hoje dividem rotinas, e podem, incusive, dormir nas camas com o donos.

De acordo com levantamento da Pesquisa Nacional de Saúde, feito pelo IBGE, 44,3% dos lares brasileiros têm a presença de ao menos um cachorro.

Moreli fala que esse espaço ocupado pelos os animais de estimação na vida dos donos, reflete diretamente no processo do luto, no caso da morte dos pets.

"O luto caracteriza um processo de perda. Não pode ser considerado uma doença, portanto não existe um tratamento. Esse sentimento de perda pode ocorrer tanto em relação a um ente querido ou um animal. O luto é único, cada pessoa tem o tempo de recuperação e reações diferentes. No caso da morte de um animal de estimação, a pessoa que perdeu, geralmente, tem o pet como um membro da família, muitas vezes como filho, então é totalmente compreensivo a dor", explica.

A estudante de administração Jennefer Oliver Nunes, entende o que é perder um animalzinho que sempre fez parte da família. Há seis meses, a cadelinha dela Milly, da raça dachshund, começou a passar mal em casa e acabou falecendo. Segundo ela, no início foi difícil conviver com a perda, mas com o tempo ela conseguiu superar e atualmente permanece a saudade.

"A morte da Millynha foi muito difícil para todos nós da família, afinal 15 anos não são 15 dias. Sofri e chorei muito, porque é difícil olhar para os cantinhos da casa que ela ficava e não vê-la ali. Acreditamos que ela morreu de velhice. Na fase adulta ela teve algumas doenças, mas fizemos os tratamentos adequados, o que prolongou o tempo de vida dela. Certo dia estava tomando café e vi ela passando mal, corremos para cliníca, mas infelizmente ela não resistiu. Foi doloroso, é um processo de recuperação", contou.

Milly chegou na família Oliver em 2001; Jennefer conta que ela sempre foi considerada como um membro da família. Pela casa, há fotografias e até mesmo um quadro com um desenho da cadelinha. Segundo psicologo Leonardo, esse amor rotineiro que torna o processo do luto difícil para os donos de pets, e muitas vezes não compreendido por aqueles que não possuem um animal de estimação.

"Uma outra pessoa que não tem relação de tanta afetividade com animal, jamais vai entender o sentimento daquele dono que perdeu o cãozinho ou gato. Portanto, muitas vezes essa não compreensão gera um certo preconceito de quem está de fora, com a pessoa enlutada. Isso é ruim, porque os donos dos pets se sentem culpados por estarem sofrendo pela morte deles, e a caba reprimindo o sentimento. Essa repressão pode gerar uma doença, a depressão.

Moreli diz que o processo do luto pode levar de três meses a um ano. O profissional alerta que é preciso avaliar se esse sentimento está atrapalhando o dia a dia da pessoa que perdeu o animal.

"Passando o determinado tempo, é preciso avaliar o comportamento da pessoa, porque o luto não pode atrapalhar a retomada da vida dela. E como não há um tratamento, é somente a força de vontade de quem perdeu para voltar às atividades rotineiras", concluiu.

Jennefer procurou retomar as atividades dela. Mesmo triste, e com uma saudade imensurável de Milly , ela viveu o luto, e atualmente até conseguiu adotar um novo animalzinho de estimação.

"Nenhum cão substitui outro que morre, mas preenche o vazio que fica por causa desta ausência. No início tive resistência em adotar outro animalzinho, porque ainda estava sofrendo com a morte da Milly. Então comecei a cuidar de alguns animais de rua que ficavam na porta da minha casa. Tentei salvar um cachorro que estava muito doente, mas acabou morrendo. Hoje adotei o Bruce, um cachorro muito dócil e carente, que vivia nas ruas do bairro", contou.

FONTE: G1

30/03/2017

Um cachorro é roubado a cada 15 horas em São Paulo

Às vezes penso se estas matérias não estimulam o roubo.... Mas, se não forem feitas como ficamos sabendo para precaução?
----------------
Em média, 50 cães de raça são roubados por mês no estado de São Paulo. Os crimes acontecem em locais públicos, em pet shops e nos canis. E a maioria dos animais é vendida na internet.

28/03/2017

“Leva-me com você”: campanha sobre adoção

O vídeo foi vinculado em 2013 e é muito bonitinho..... eu adoro ver..... 
-------
São cada vez mais constantes campanhas para adoção de cães ao invés da compra. Entretanto, parte da sociedade ainda resiste à adoção alegando que esses animais não atendem às necessidades da família ou mesmo por “preconceito” contra esses animais sem pedigree. 

É necessário compreender que os cães têm direito à felicidade, à proteção, ao carinho que poderia ser alcançado pelo vínculo com os humanos. O curta-metragem abaixo nos monstra a importância da adoção e a beleza do afeto entre dono e cão.

22/03/2017

Donos de animais podem registrar guarda em cartórios


Olha, eu achei legal... por que não?
--------
Cartórios de todo o Brasil lançaram uma campanha para estimular donos de bichinhos a emitirem um registro de guarda de animais domésticos.




EM DESTAQUE


RECEBA NOSSOS BOLETINS DIÁRIOS

Licença Creative Commons

"O GRITO DO BICHO"

é licenciado sob uma Licença

Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Não a obras derivadas

 

SAIBA MAIS


Copyright 2007 © Fala Bicho

▪ All rights reserved ▪