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24 de setembro de 2017

Animais de estimação passam a ser bem-vindos em shopping de Maceió

É uma boa notícia.... O passeio com animais de estimação é muito saudável. Quando o comércio percebe isto, é uma maravilha para todos.... Quem diria, né? muito bom!!!!!
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A partir deste sábado (23), os cachorros de estimação de pequeno e médio porte vão poder frequentar o Parque Shopping, localizado em Cruz das Almas, em Maceió. A novidade tem como objetivo tornar a experiência do cliente ainda melhor, ao reunir todos os familiares em um só lugar.

O shopping agora é um Pet Friendly, onde está apto a receber animais de estimação. Para dar boas vindas aos pets no shopping, neste sábado e domingo, acontece o lançamento do “Lá Fora Pet Park”, um espaço com parquinho pet, desfile, feira de adoção de animais e muito mais. O aniversário pet é outro atrativo para os aniversariantes do mês de setembro, que vão ganhar festa com buffet, assinado pelo Faça Festa Pet.

20 de setembro de 2017

61% dos donos de animais veem seus pets como um membro da família

Acredito na pesquisa, mas acho que o índice é maior.... Animais são realmente da família e tanto é que o mercado que mais cresce é o do pet shop que oferece os mimos que damos à eles.... E olha, quem diz isto são os entendidos no mercado que volta e meia saem nas mídias. Confere aí...
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8 de setembro de 2017

Aparelho permite ligações entre animais de estimação e seu dono

Muito legal..... 
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Por meio do PetChatz, é possível ver e interagir com seu pet em tempo real, além de dar petiscos e até espalhar seu perfume favorito pela casa!

Você sai todo dia para trabalhar e não aguenta ter que deixar seu cão ou gatinho sozinho em casa? O PetChatz promete suprir essa saudade tanto do dono quanto do pet. Trata-se de um aparelho que permite que o dono ligue para seu animal de estimação e possa vê-lo através de uma espécie de webcam. O pet também pode ver o seu dono.

A ligação pode ser feita de um computador, celular ou tablet e o próprio pet também pode ligar para o dono: basta colocar sua pata num espaço específico e o dono receberá a notificação no aparelho que estiver conectado com o PetChatz.


Ainda é possível que o dono acione um comando para dar petiscos aos pets que estão na ligação ou espalhar seu perfume favorito pelo ambiente. O material da câmera é pensado para animais de estimação e promete ser resistente. A câmera está à venda por 379,99 dólares no site da PetChatz e na Amazon.

FONTE: casa.abril

2 de setembro de 2017

Animais de estimação abandonados precisam de um novo lar em Bauru

Sinceramente, achei a matéria muito bem feita.... Aquele cachorrinho velhinho é demais..... Se estivesse lá em Bauru teria pego ele.... E se tivesse grana, ia traze-lo para o Rio mesmo sabendo que por aqui está cheio de velhotes iguais..... Na verdade, acho que estou ficando meia detraquê (amalucada) quando falo da minha primeira reação já que não tenho mais condição de nada kakaka.... leitores, me perdoem.... 
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A adoção de animais é uma atitude que vem conquistando corações das pessoas. Mas mesmo assim, os casos de maus-tratos e abandono de animais ainda preocupa organizações e protetores dos animais.

Outras situações vividas pelos animais vítimas do furacão Harvey

É algo de absurdo ler coisas do gênero.... que tragédia não, minha gente? Veja o que já publicamos a respeito AQUI.
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Após a passagem do furacão Harvey, que atingiu milhares de pessoas no sul dos Estados Unidos, muitas pessoas se comoveram com cães abandonados por conta das fortes tempestades. Mas, ao que parece, um hotel na região não se importou muito com os pets e impediu uma família com três cães de estimação de se hospedar no local.

Ao receber o comunicado de evacuação obrigatória, o casal Gillian e Philip Parker deixou sua casa com a filha Alisson e a avó Sylvia. Além disso, levou seus três cachorros Arrow, Wiggum e Buttercup.

Depois de horas em busca de um lugar seguro, eles encontraram o hotel Holiday Inn Express na cidade de Katy, mas receberam a notícia de que os cães não poderiam ficar com a família. "É ridículo e ultrajante", disse Gillian ao site da revista People. "Esta a maior inundação em muitos anos. A guarda nacional está tirando as pessoas de suas casas. E nossos cachorros não podem entrar em segurança?", questionou. Gillian afirma que tentou negociar com os gerentes do hotel, mas eles foram irredutíveis.

A família não teve outra opção a não ser deixar os pets no estacionamento do hotel. Eles se revezaram para não deixar os cães sozinhos em nenhum momento. Mesmo durante a noite, alguém ia ao carro para fazer companhia aos animais. Gillian ressaltou que teve medo de insistir em entrar com os cachorros e ser expulsa do local. “Eu não quero perder meu lugar no hotel. Estamos tão cansados e temos medo de sair por causa das chuvas. Esperamos que todos possam ficar a salvo", completou a norte-americana. 

FONTE: gazetadigital
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Além do salvamento das pessoas em áreas alagadas, uma das grandes preocupações dos americanos - afetados pela passagem da tempestade tropical Harvey - é o resgate dos rebanhos em áreas rurais. Ranchos e fazendas do Texas estão debaixo d'água.

Fonte: Band News
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Esta matéria da Veja, tem várias fotos:

31 de agosto de 2017

Hospital de Tubarão passa a permitir a visita de animais de estimação

Tenho certeza absoluta que os animais levantam até defuntos com seu poder mágico.... são os milagres diários da nossa vida.... Tomara eu mereça morrer depois de todos os meus terem partido.... Seria a maior graça que Deus me daria.... 
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Publicado em 28 de ago de 2017
Hospital Socimed, daqui de Tubarão passou a permitir visita de animais de estimação, porém algumas regras precisam ser seguidas. Na quinta-feira, 24/8, uma paciente foi a primeira beneficiada pelo projeto.
Fonte: Unisul

30 de agosto de 2017

Alimentação vegetariana sem supervisão para pets pode causar doenças graves

Acho que todos devem avaliar este tipo de questão..... afinal, nosso modo de viver deve intervir na natureza animal? falo isto porque uma vez tive problemas sérios com um protetora que estava matando seus gatos alimentando eles com legumes e frutas.... Aliás, um deles (eram 6) não sobreviveu. Precisamos ter tudo isto na nossa mente para decidir o mais correto.....
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Médica veterinária alerta que a dieta de cães e gatos devem respeitar as necessidades nutricionais

Uma nova tendência no mundo pet tem chamado atenção de veterinários: a alimentação vegetariana para cães e gatos. Muitos tutores têm estendido seu estilo de alimentação para os animais e, de acordo com a professora de Medicina Veterinária da Unime, Aline Quintela, a mudança da dieta dos pets precisa ser acompanhada por um médico veterinário ou nutrólogo de animais, para que as exigências nutricionais sejam supridas e evite problemas mais graves.

“Qualquer alteração na alimentação de cães e gatos deve ser lenta e gradual. Cães e gatos que são submetidos a uma dieta vegetariana demonstram precocemente sinais de deficiência nutricional, como pelos opacos e quebradiços e menor disposição para brincadeiras e exercícios. Com o passar do tempo, estes animais podem demonstrar sinais clínicos mais graves, como anemia, hipoproteinemia e edema de membros”, alerta Aline.

Ainda de acordo com a médica veterinária, que também é professora de Clínica Médica de Pequenos Animais, Oftalmologia Veterinária e Reprodução Animal na Unime, alimentação ideal para oferecer aos animais deve ser balanceada e de qualidade, já que cães e gatos foram ‘fabricados’ para uma dieta rica em carnes. Fibras vegetais devem fazer parte da dieta, mas jamais como componente exclusivo ou principal. “Temos muitas rações comerciais disponíveis no mercado que são completas”, afirma.

Para os tutores que pretendem fazer a transição de ração e alimentos processados para a alimentação natural, a especialista faz mais um alerta: “jamais retire ou substitua ingredientes sem orientação profissional. O acompanhamento clínico e a realização de exames são essenciais, pelo menos semestralmente”.

A especialista complementa que, se a opção do tutor for a dieta caseira, esta deve ser prescrita por um médico veterinário. “A prescrição é baseada no estilo de vida do cão ou gato. Se é sedentário ou faz exercícios, se é castrado, se vive sozinho, dentre outras características, e deve conter os nutrientes essenciais a sua boa nutrição. O tutor deve ter em mente que, apesar de ser mais natural por não conter corantes e conservantes e ser mais atrativa para os animais, a dieta caseira tem que ser preparada diariamente, o que demanda tempo para comprar ingredientes e preparar a refeição. O preço costuma ser mais alto e há necessidade de suplementação com vitaminas, além de ser necessário acompanhamento veterinário constante”, completa Quintela.

Contatos para a imprensa:
Weber Shandwick
http://www.webershandwick.com
PABX:(11) 3027.0200 / 3531.4950
Celular: (71) 99330-0013 / (71) 98266-7667

Igor Leonardo Santos – isantos@webershandwick.com
Paula Ramos – pfiori@webershandwick.com
Samara Busa – sbusa@webershandwick.com
Priscila Rocha – procha@webershandwick.com

FONTE: jornaldiadia

29 de agosto de 2017

Algumas pessoas deixaram seus cães amarrados para morrer no dilúvio do Texas

Ontem publicamos a postagem: Proprietários carregam cães após passagem de furacão no Texas. Daí, nossa querida Paulinha nos manda esta matéria que mostra o outro lado da moeda.... Revoltante....
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Houston, Texas, está atualmente experimentando níveis catastróficos de inundações devido às chuvas torrenciais provocadas pela tempestade tropical Harvey. Cinco pessoas morreram até agora, muitas estão feridas e milhares foram deslocados. Mas, à medida que as pessoas fogem para se salvar, muitos estão esquecendo de levar seus animais com eles, e, como você pode ver a partir dessas imagens doloridas, os cães estão sendo deixados para trás para se defenderem em que poderia ser a pior inundação da história de Houston.

Apesar de autoridades texanas terem repetidamente avisado as pessoas sobre deixar seus animais de estimação e gado para trás, um cão foi flagrado segurando uma barreira de estrada (foto ao lado) enquanto um rio de chuva ameaçava levá-lo na correnteza. Outros foram vistos acorrentados a árvores e postes telefônicos em áreas que choveu 10 polegadas de chuva em apenas 24 horas.

"Eu prometo a você, que vou responsabilizar todas as pessoas que ilegalmente acorrentaram seu cachorro em condições climáticas extremas", disse o Chefe Stephen Carlisle em Roman Forest, a cerca de 40 quilômetros ao norte de Houston. "Os cães também são os membros da sua família".  

Nossos corações vão às pessoas e aos animais de estimação que são atualmente afetados pela tempestade tropical Harvey.  Este pobre cão foi deixado em corrente sem qualquer esperança de escapar ...

Este cachorro triste foi visto acorrentado a uma árvore fora de um trailer em Victoria, também deixada sozinha

Este pequeno amigo também foi deixado por seus donos, mas um vizinho gentil decidiu salvá-lo

Fonte: Boredpanda

Acupuntura é alternativa no tratamento de animais de estimação

Já ouvi muita gente falando que o tratamento é muito bom, principalmente, para displasia e problemas na coluna. Agora, tem muito profissional que não é muito bom, entende? 
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Na China, é cada vez mais maior o número de donos de bichos de estimação que recorrem a terapias alternativas e à medicina tradicional para tratar as doenças de seus animais. Em Xangai, o Pets TCM Center (Centro de Medicina Tradicional Chinesa) é especializado em prover o tratamento para cães, gatos e outros pets.
Fonte: Veja

28 de agosto de 2017

Proprietários carregam cães após passagem de furacão no Texas


A matéria mostra a situação que ficou alguns locais no Texas e algumas pessoas resgatando seus bichos..... Não é mole não..... O que me impressiona é que tem gente que larga eles a sua própria sorte....
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Fonte: G1

17 de agosto de 2017

Baratas e ratos mudam de status e viram animais de estimação em Suzano

Já fizemos várias postagens sobre a dita barata que causa tanto nervoso e nojo à muita gente.... Agora, tem gente que gosta delas e as tratam muito bem.... kakaka...
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As baratas Aroldo, Ernesto, Clotilde e Bernadete se alimentam de ração e cenouras. Donos garantem que além de casa e comida, dão carinho aos 'bichinhos'.

Baratas e ratos costumam despertar sentimentos como medo, pavor e nojo na maioria das pessoas. No entanto, para dois moradores de Suzano, na Região Metropolitana de São Paulo, estes animais se tornaram “bichos de estimação”, com direito a carinho e cuidados para evitar o estresse dos pets.

Aroldo, Ernesto, Clotilde e Bernadete formam um quarteto de baratas de Madagascar cuidado com dedicação pelo engenheiro ambiental Luiz Fernando Alcântara Araújo, de 28 anos. Ele comprou as duas fêmeas e os dois machos há mais de quatro meses motivado pela curiosidade e o interesse por insetos e animais exóticos.

A venda destes animais é permitida no Brasil, mas depende da autorização do órgão ambiental de cada estado, segundo o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Baratas, porém limpinhas
Luiz disse que escolheu a barata de Madasgacar por elas serem mais limpas, não se alimenterem de dejetos e terem um convívio melhor com o ser humano. A dieta é à base de ração de cachorro triturada, alface e cenoura. Já a água é consumida por meio de um algodão umedecido.

“Elas não possuem cheiro e são suscetíveis ao toque. Quando se sentem ameaçadas emitem um assovio de alerta, mas somente para demonstrar que não estão à vontade. Elas não são capazes de atacar com mordidas e nem voar. É um inseto muito dócil e tranquilo, ótimo para quem tem pouco espaço ou procura ter um animal diferente. É recomendado para qualquer pessoa e para crianças a partir de 7 anos”, afirma Araújo.

O engenheiro explica que os cuidados são simples e envolvem medidas básicas de higiene. Uma das providências é manter o terrário onde elas vivem limpo e saudável. “Elas gostam de locais com baixa claridade. Durante o dia costumam estar escondidas e durante a noite são mais ativas, sendo mais fácil de visualizá-las.”

O engenheiro, que mora sozinho, revela que as pessoas se espantam quando descobrem seus "pets". “Mas depois ficam curiosas para vê-las. Algumas até se arriscam a tocá-las. Geralmente perguntam o porquê de se criar baratas e qual é a rotina delas.”

Para não assustar as pessoas, o engenheiro evita sair de casa com o quarteto. Por isso, durante a noite ele, as tira do terrário para que circulem pela casa.

”Eu as coloco no ombro ou no braço e dou uma volta pela casa, para que possam sentir o ambiente e se sentirem seguras. Pelo fato de ser um inseto noturno e não gostar muito de claridade, eu procuro evitar expor a muita luminosidade para não causar nenhum estresse.”

Mestre Splinter, o rato pelado
O analista de suporte técnico Nabil Jmail Hariri Junior, de 27 anos, escolheu seu pet justamente por ele ser diferente. “A maioria das pessoas já tem medo por se tratar de um rato, ainda mais devido à aparência dele , não possuindo pelos e tendo olhos vermelhos”, descreve Junior.

Ele explica ainda que essas particularidades do animal o fizeram desejar compreendê-lo melhor. O analista garante que “Mestre Splinter”, como chama o rato da raça hairless, é muito carinhoso e dócil. Embora conviva com o ratinho há menos de seis meses, Junior afirma que os cuidados com o pet são simples.

Ele diz que são necessários cuidados diários com a higiene do animal para garantir a saúde de “Mestre Splinter” e de sua família. “Essa rotina inclui o recolhimento das fezes, alimentação com ração normal e alfafa para roedores e uma vez por semana lascas de cenoura e de coco, troca da água; troca do pano de dormir e o aquário/gaiola deve ficar em local arejado, porque como ele não tem os pelos, ele é mais suscetível às intempéries do clima.”

“ Até hoje ainda não tiveram coragem de segurá-lo nas mãos. Ele é muito carinhoso e comportado, o medo e espanto das pessoas só se justifica devido ao medo do desconhecido, mas isto é normal. Sempre quando vem alguém em minha casa, faço questão de apresentá-lo para que as pessoas se familiarizem e não tenham tanto preconceito com este roedor incrível.”

Toby, um cachorro da raça pincher, é o outro animal de estimação do analista. Mas a amizade entre Mestre Splinter e Toby ainda não decolou. “Eles já se conheceram e se estranharam muito no primeiro encontro. Sendo assim, promovo encontros rápidos entre os dois, até que se familiarizem e aprendam a conviver juntos”, espera o dedicado dono do rato sem pelo de olhos vermelhos.

Empreendedor inovador
O comerciante Stenner Paulo Kazuhiko Hidaka resolveu apostar nesse segmento de pets diferentes em Suzano. Aberta há aproximadamente seis meses, a loja dele vende baratas, rato hairless, esquilo da mongólia (parecido com um rato), grilos, entre outros itens.

“Baratas eu tenho de dois jeitos. A de madasgacar que pode ser um pet e também para alimentação de macacos e lagartos. Assim como o grilo que é alimentação também. Eu sempre gostei de animais diferentes e conhecia pessoas que também gostavam. Eu fui pensando no negócio”, conta Hidaka.

Quanto aos pets inusitados, Hidaka garante que eles são os preferidos dos adultos. “As crianças ficam com medo e preferem o peixe, hamster ou porquinho da índia.”

De olho na lei
Para comprar um animal exótico é preciso, antes de mais nada, saber o que é permitido pela legislação brasileira. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), define animais exóticos como aqueles que não ocorrem naturalmente no país, como por exemplo, algumas espécies de cobras e lagartos.

De acordo com o Ibama são proibidas a venda, importação e criadouros para venda de qualquer espécie de répteis, anfíbios e invertebrados venenosos e peçonhentos.

“A lei coloca no mesmo patamar tanto quem vende quanto quem compra ou mantém em cativeiro um animal de origem ilegal. Ele responde pelo crime e a multa pode chegar até R$ 5 mil e prisão de seis meses a um ano”, explica a coordenadora de fauna do Ibama, Maria Izabel Gomes.

Por não ser originária do Brasil, a barata de Madagascar é considerada um animal exótico, mas não é venenosa nem peçonhenta. A venda é liberada desde que as baratas sejam criadas no Brasil. Os órgãos ambientais de cada estado é que devem autorizar a venda.

Maria Izabel alerta que os donos que adotam as baratas como pet e se arrependem depois não podem deixar o inseto no meio ambiente. "Elas podem causar um desequílibrio ambiental porque podem competir com a espécie brasileira e causar sua extinção. O ideal é que sejam entregues a um órgão ambiental para a destinação correta."

Outro problema apontado por ela é o controle de natalidade das espécies. As baratas de Madagascar vivem, em média, cinco anos, mas se reproduzem com frequência e isso pode ser um problema para o criador.

Já o rato hairless é considerado um animal doméstico e, por isso, segundo o Ibama não é necessária autorização para importação. "Em termos de desequílibrio na natureza, ele nem gera muito, pois como não tem pelo, tem limitações quando está na natureza. A preocupação é com a questão sanitária que pode ser grave para a fauna."

Apesar das proibições e restrições do Ibama não é difícil encontrar quem crie animais exóticos de várias espécies no Brasil. "A questão é que o nosso País tem dimensões continentais e, por isso, é difícil fechar as fronteiras para esse tipo de comércio ilegal. Por mais que tenhamos órgãos de controle ambiental e fiscais é difícil combater a falta de consciência ambiental. As pessoas não pensam na origem desses animais, no risco que eles podem apresentar para suas famílias, quais doenças podem transmitir", ressalta Maria Izabel.

FONTE: G1

5 de agosto de 2017

Dicas de especialistas para superar o luto quando morre um pet

Eu tinha um programa dentro da Prefeitura do Rio para atendimento às pessoas que sofriam pela doença e perda de seus animais.... Era incrível!!!! Por que roubaram meu trabalho pioneiro dentro da causa, meu Deus!!!!!
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A dor pela perda de um animal de estimação é enorme, mas é preciso superar o luto e seguir adiante.

Lidar com a morte não é uma tarefa fácil e isso não é diferente no caso dos animais de estimação. Embora cada pessoa encare o luto de um jeito, os pets são parte da família e, quando eles vão embora, deixam um grande vazio. Porém, por mais doloroso que seja o processo, é necessário superá-lo para seguir em frente.

A perda pode acontecer por vários motivos, alguns mais agressivos do que os outros, mas se despedir de um pet nunca é simples. “Quando o óbito acontece por uma doença e o animal já estava passando por algum tratamento, vemos que a aceitação acaba sendo mais rápida. Principalmente nos casos em que o quadro do paciente evolui de forma crítica e o prognóstico vai deixando de ser favorável”, conta Marina Bueno, veterinária da Animal Place. “Nesse caso, há certo preparo emocional, mas a morte não é menos dolorida”, ressalta Rachel Rebouças, psicóloga da All Clinik, do Rio de Janeiro.

Quando morre um animal de estimação, é possível que a estrutura familiar seja afetada. Isso ocorre especialmente nos casos em que o mascote estava presente em várias atividades do dia a dia e era uma grande companhia para os membros da família. “Então, o ideal é que a rotina familiar seja readaptada”, aconselha Rachel.

Algumas crianças podem sofrer bastante com a situação, especialmente as que já têm idade para entender que o animal se foi. “Elas criam uma relação muito próxima com o pet. Na maioria das vezes, ele ajuda os pequenos a se relacionarem com o mundo. Por isso, eles podem sentir muito”, explica Juliana Germinari, psicóloga e psicanalista parceira da Kiddo. “Esse pode ser o momento ideal para introduzir o assunto ‘morte’ no universo da criança, que deve ser abordado à medida que ela esboçar curiosidade sobre o tema”, sugere Rachel.

E não são só os humanos que sofrem, não! Os outros animais da casa também sentem falta daquele que partiu. “Quando a Funny morreu, ainda filhote, o meu filho ficou bem triste. Mas não só ele: a minha outra cachorra, a Brisa, também sentiu muito aquela situação. Ela começou a se coçar muito e a ter queda dos pelos”, relata Tatiane Zuniga, veterinária da Animal Place.

Muitos adultos se sentem reprimidos durante o momento do luto pelo julgamento alheio. Isso porque grande parte da sociedade ainda acha que a aflição do tutor é “exagero” ou “frescura”.

“O mais importante é poder viver esse sofrimento sem medo ou vergonha. O luto tem que ser vivido para que ele possa chegar ao fim. Se a pessoa tenta preencher esse vazio com alguma coisa, ela não vai conseguir encarar de frente a situação, que vai acabar durando mais tempo. Pode parecer estranho, mas, para a dor passar, ela tem que ser sentida. Converse com pessoas próximas que compreendem a relação que você tinha com o pet e que não julgariam você. Só entende esse sofrimento quem já passou por ele”, indica Juliana.

“É preciso viver o luto em toda a sua dimensão. Você deve priorizar o seu emocional e se respeitar, não levando em consideração o que os outros estão pensando ou comentando, principalmente nesse momento de angústia. Enquanto isso, as pessoas ao redor podem ajudar, tornando-se disponíveis e respeitando o seu tempo”, ensina Rachel.

De acordo com as especialistas, quando a perda estiver insuportável, o ideal é buscar ajuda profissional. Isso é indispensável quando você perceber que está muito difícil superar a dor sozinha, quando o sofrimento estiver se prolongando por muito tempo e/ou quando a situação estiver atrapalhando as atividades do dia a dia, por exemplo.

Adotar um novo animal de estimação pode funcionar para algumas famílias superarem suas perdas, mas não é sempre que dá certo. “Para alguns, pode ser um conforto. Para outros, pode soar como ofensa a tentativa de ‘substituir’ o pet perdido”, aponta Rachel. “Quando passei por isso, a princípio, eu não quis outro animal, mas depois percebi que era um complemento importante para mim. Vi também que estaria dando a oportunidade de outro pet ser amado, tanto quanto aquele que morreu”, desabafa Patrícia Andrioli, veterinária da Animal Place, lembrando um pouco sobre a sua experiência pessoal.

Segundo Juliana, o momento ideal para se desfazer dos pertences do mascote é aquele em que a pessoa se sentir preparada para isso. “Ela deve perceber que os objetos em questão já não são tão importantes”, orienta.

Há também os óbitos causados por doenças infecciosas. “Nessa situação, o recomendado é se desfazer imediatamente das coisas e realizar uma boa desinfecção do ambiente, evitando manter animais no mesmo local por um período. Em outros casos, quando o tutor estiver preparado, pode aproveitar alguns itens e doá-los… Serão sempre aceitos com carinho!”, completa Marina.

FONTE: mdemulher

31 de julho de 2017

O poder dos novos amigos de quatro patas


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Vistos até pouco tempo atrás como guardiões de residências e protetores de famílias, os cães passaram a ter um espaço especial nos lares. Da mesma forma, os gatos que antes ficavam nos galpões agora encontram o aconchego das moradias e deixam de lado o instinto da caça.

Mais do que lugares confortáveis e donos amorosos, os bichinhos de estimação conquistaram poder na sociedade. Influenciam a economia, com despesas que vão desde a saúde ao lazer, e lutam por seus direitos, através de políticos que abraçam a causa animal.

Embora os casos de maus-tratos e abandono ainda sejam recorrentes, a movimentação em torno do cuidado também é percebida, o que reflete uma mudança no comportamento dos humanos. A cada dia, as pessoas se conscientizam mais sobre a responsabilidade de ter um amigo de quatro patas. Há dez anos trabalhando na área, a proprietária da Pet Boulevard, veterinária Manuela Oliveira Hammes, observa essas transformações. Mas, para ela, a dedicação com gatos é ainda mais notável. “Antigamente, havia aquele pensamento de que ‘gato se cria’. As pessoas tinham os animais, porém não procuravam o veterinário”, comenta. “Hoje, a população está mais esclarecida sobre a necessidade de fazer exames e vacinas”, acrescenta.

Segundo a veterinária, em sua clínica a maioria dos atendimentos é de cães de pequeno porte. No entanto, ela afirma que os grandalhões ainda são zelados. “Não é o pastor alemão que só cuida do pátio. É um pastor mimoso, que tem uma casinha boa, dorme com paninhos na garagem e tem uma vida confortável”, explica. E mesmo em tempos que tanto se fala de crise financeira, o amor e o cuidado prevalecem. “Tem gente que inclui todas as despesas no orçamento da casa. Os donos podem estar até um pouco contidos e dar algum banho em casa quando conseguem, mas mantêm as rações de qualidade e os exames em dia”, conta.

Em sua empresa, Manuela também presta os serviços de creche e hospedagem. A médica comenta que alguns clientes que residem em apartamento deixam seus pets para passar algumas horas do dia no pátio da clínica, onde podem ter a companhia do Bidu, o recreacionista adotado – como define Manuela – que não deixa nenhum cachorrinho parado. Nos períodos de fim de ano e férias, a intensa procura pela hospedagem do estabelecimento mostra um fator importante: os donos até podem ficar longe dos bichinhos, mas somente com a garantia de que estarão bem cuidados. E o motivo para toda essa proteção e apego é simples para Manuela. “As pessoas estão mais ocupadas, os dias mais corridos. Então, muitas vezes preferem ter um cachorro ou um gato do que um filho”.

Quando fazem parte da família
A fotografia de Fabiane Carine Hoff com o marido Felipe Köpp e as cachorrinhas mostra a razão de tantos mimos com Layla, a shitzu de 7 anos, e a filhote Safira, a doberman de apenas três meses. As duas fazem parte da família, segundo a contadora. A mais velha foi adquirida pela santa-cruzense para fazer companhia dentro de casa. Vai no pet toda semana, ganha banho, ossinho e ração de qualidade. Foi acostumada assim e é dessa forma que deve continuar, conforme Fabiana. “A doberman nós pegamos para a segurança porque fomos assaltados há pouco tempo. A gente pensava em ter um cão feroz, porém carinhoso. Mas a Safira é tão apaixonante que acabamos tratando igual à Layla”. comenta.


Cidade pode ter hospital e curso
Santa Cruz poderá contar em breve com um hospital público veterinário. No mês passado, o prefeito Telmo Kirst visitou as dependências de uma instituição privada de Florianópolis, reconhecida no País pela excelência dos serviços. No local, o chefe do Executivo pôde buscar referências para a construção. Telmo sinalizou durante a visita que uma das áreas cogitadas para receber o empreendimento é a da antiga Escola Murilo Braga, no Bairro Independência. Por enquanto, o projeto está apenas na fase de estudos.

Outra novidade que pode chegar à região é a implantação do curso de Medicina Veterinária da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc). Há cerca de dois anos, a instituição anunciou que pretendia criar a opção no campus de Venâncio Aires. A universidade foi procurada pela Gazeta do Sul, mas não quis se manifestar sobre o andamento da proposta tendo em vista que ainda não há definições referentes ao assunto.

Vozes que defendem os animais
Apesar da mudança do comportamento da sociedade, nem todos os animais são abençoados com uma família cuidadosa e um lar quentinho. Há aqueles que ainda sofrem pelo descaso e por agressões. E nem sempre a vontade de abrigar um bichinho abandonado é suficiente, já que a adoção também gera responsabilidades. Entretanto, o desejo de melhorar as condições de vida deles pode impactar diretamente no resultado de uma eleição. Foi o que aconteceu com a vereadora Bruna Molz (PTB), em Santa Cruz do Sul, e a deputada estadual Regina Becker Fortunati (REDE). Ambas são defensoras da causa e carregam a responsabilidade de proteger e lutar pelos direitos dos animais. Regina foi recentemente comentada na mídia por se mobilizar e garantir que a Prefeitura de Porto Alegre ficasse impedida de realizar a eutanásia de cães com leishmaniose na Capital.

Já Bruna ficou conhecida no meio após atuar à frente do Canil Municipal e trabalhar no resgate de animais vítimas de maus-tratos, como o Cabeção, cachorro adotado por ela depois de ser salvo. Eleita no ano passado, ela já aprovou o projeto que torna o 25 de março  Dia Municipal da Adoção, Proteção e Bem-Estar dos Animais, e recentemente um projeto que cria o programa Cachorródromo, um espaço público para cães.

A vereadora de Santa Cruz reconhece que sua vitória na disputa por uma cadeira na Câmara ocorreu por causa daqueles, que assim como ela, querem melhorar a realidade animal. “Os votos que recebi, com certeza, são de pessoas que acreditam que nos unindo em prol de um bem maior podemos fazer a diferença e que ter uma representante no Legislativo do município já é o primeiro passo”, observa. “A minha entrada no Legislativo se deve ao fato de que os amantes dos animais crescem a cada dia. Somos um exército de pessoas que têm animais em casa e amor por eles. Não conseguimos ver outro animal sofrendo e passando necessidades”, afirma.


Oportunidade de renda com roupinhas
De artesã e dona de casa, Gilda Atkinson da Silva, de 56 anos, também assumiu uma nova função: empresária. Na casa onde mora com o marido e os filhos, na Rua Santo Antônio, Bairro Goiás, montou o seu próprio negócio. As paredes da sala de entrada expõem roupas quentinhas e de diversos tamanhos, ideais para os amigos de quatro patas nesses dias mais gelados. As confecções começaram discretas, segundo Gilda, apenas para feiras de animais e exposições na praça do Centro. Entretanto, com a demanda que tinha, enxergou a possibilidade de expandir seu trabalho e abriu a loja na residência. A ideia foi bem aceita pela família, que não só apoiou Gilda como também auxilia na produção. “Meu sonho é ampliar uma empresa maior e sei que meus filhos vão me ajudar a manter, pois eles gostam muito do nosso trabalho”, revela.


Sentimento é gratidão
O que os tutores desses bichinhos ganham em troca vai além do amor: a gratidão. A professora aposentada Ana Luiza Wagner, de 52, que tem em casa dois felinos adotados garante que o carinho que recebe de Apolo e Zeus é imenso. O Zeus, de quatro anos, é o que mais retribui toda a atenção desprendida por Ana. “Peguei o Zeus na rua, era só pele, osso e pulga. Ele olhou para mim, veio no meu colo ronronando e eu comecei a chorar. Ele se aconchegou no meu colo de uma maneira que eu não tive mais coragem de largar. O Zeus tem uma coisa diferente comigo. Parece que ele me agradece todos os dias”.

No apartamento onde a aposentada mora com o marido e dois filhos, os gatos têm mais regalias, segundo conta. Mesmo com as artes dos filhos adotivos, não têm coragem de xingá-los. São os bebês da casa. “Eles têm caminha, brinquedinhos. Procuro dar uma ração melhor, que a veterinária indica. Fazem todas as vacinas e medicações. Sou dessa opinião: pega um bichinho de rua e cuida bem dele”.  A preocupação de Ana é tanta que ela não deixa os gatos saírem para rua e, para evitar qualquer descuido, chegou a adaptar o pátio da antiga moradia. “As pessoas têm a cultura da voltinha. Têm gatos e deixam eles passear. Eu nunca fiz isso. Na casa onde eu morava, montei toda uma infraestrutura para manter eles dentro do meu pátio”.

Fora os cuidados com os dois gatinhos que possui, Ana também ajuda ONGs de proteção. Para ela, é o conhecimento que vai ajudar a reduzir os casos de maus-tratos e abandono. “É o conhecimento que vai te levar a ter a consciência de que precisa cuidar, que é uma vida que está ali. Não está escrito em nenhum lugar que a minha vida tem que ser melhor que a vida deles. Eles não tem a função de te servir. Se está  com eles é por amor mesmo”.


Ama de gato com muito amor
Quando é possível unir o útil ao agradável ou, melhor ainda, o trabalho ao amor, o resultado só pode ser positivo. Há cerca de cinco anos, Eloci Diva Rech, 50, presta o serviço de cat sitter em Santa Cruz. Tudo começou na época em que saiu do emprego e percebeu a dificuldade para reingressar no mercado. Mãe de seis felinos – além da Ana Paula – cuidava dos gatinhos da filha biológica quando ela viajava e, com a solicitação de amigas, acabou ampliando o serviço de babá. A partir de então, percebeu que poderia fazer desses favores uma forma de garantir sua renda.

Com a página Ama de Gato no Facebook, hoje Eloci conta com uma lista de cerca de 60 clientes e 150 gatos. De acordo com ela, o trabalho é cobrado por hora e o preço varia de R$ 20,00 a R$ 40,00, dependendo da localização. “O cliente agenda um horário, vou até a casa dele, dou a ração do gatinho e remédios quando necessário, e depois brinco com o gato. Geralmente sou contratada por pessoas que precisam viajar ou passar uns dias fora de casa”, conta. É assim que ela mantém uma agenda intensa em boa parte do ano e garante o dinheiro para arcar com suas despesas pessoais. “De novembro até março é muito corrido para mim. Festas de fim de ano, sextas, sábados, domingos e segundas, além dos feriadões, são de trabalho. Mas eu não me importo. Eu amo o que eu faço.”


FONTE: gaz

25 de julho de 2017

24 de julho de 2017

Animais de estimação de moradores de rua estão sendo permitidos no abrigo em Florianópolis

Ontem vi um vídeo do Prefeito João Dória em Sampa que fiquei muito feliz. Ele mostrava o abrigo de recolhimento da pulação humana de rua e o canil dos animais destas pessoas.  Que bom que Floripa também está nesta. Muito legal!!!
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Desde quarta à noite que os bichinhos, após uma inspeção, podem dormir com seus tutores

Desde a última quarta-feira à noite, que os animais de estimação dos moradores de rua que procuram o abrigo criado na passarela Nego Quirido, em Florianópolis, podem entrar junto de seus tutores. Antes, algumas pessoas em situação de vulnerabilidade não dormiam no espaço, criado para acolher os moradores nos dias de frio mais intenso, porque não queriam deixar seus bichinhos abandonados.

Antes de entrar no abrigo, os animais passam por uma inspeção, para verificar se eles não possuem pulga, sarna, ou outras doenças. Caso alguma situação dessas for constada, infelizmente, o bichinho continua sem autorização para entrar.

Caso contrário, traria riscos para as demais pessoas e animais que estivessem no local, e até mesmo um surto de pulgas nos colchões. 

FONTE: horadesantacatarina

5 de julho de 2017

Animais de estimação passam a ser bem-vindos em shopping do Recife

Cada vez mais o espaço de socialização adiciona os animais.... Isto é bom, até um ponto. Sem exageros como lá no Japão que permite que donos destrambelhados os levem para andar nos brinquedos de um parque de diversão, né mesmo?
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Cães precisam estar na coleira, mas podem circular pelo centro de compras. Evento com piscina de bolinhas lançou a novidade, neste domingo (2).

O Brasil é o quarto país do mundo com o maior número de animais de estimação. Eles fazem parte da família e há quem os considere como filhos, levando-o em viagens e passeios. Um shopping no Bairro do Recife passou, neste domingo (2), a receber os donos e seus animais durante todos os dias da semana. A novidade agradou muitos dos que foram ao local neste domingo.

Ao se tornar Pet Friendly, o Paço Alfândega passa a permitir que os bichinhos circulem por todo o shopping - exceto na área de alimentação. A ideia é aproveitar a expansão do setor que, em 2016, chegou a ocupar 0,37% do PIB nacional, segundo o centro de compras.

O primeiro dia da novidade foi comemorado com piscina de bolinhas, degustação de paletas mexicanas, comida saudável para os animais, entre outras atividades. Era até mesmo possível ver alguns cachorros fantasiados de 'matutos juninos', se despedindo do São João.

O shopping pede que os animais estejam com a carteira de vacinas em dia e respeitem algumas regras, como manter cães na coleira e recolher a sujeira em casos de imprevistos. Além disso, o centro de compras proibe algumas raças, como as de cães de guarda, para evitar incidentes.

FONTE: G1

30 de junho de 2017

Homem de 84 anos tem 180 colmeias em casa e cria abelhas como 'animais' de estimação

Quando pequena, conheci um homem na cidade de Paraíba do Sul chamado S. Zé do Mel. Ele andava com um monte de abelhas em volta dele. Lembro dele andando na estrada de terra com seus cachorros e aquele monte de abelha em volta dele. Elas não picavam ele, mas, quando alguém chegava perto, iam em cima. Ele dizia que elas só agiam assim com as pessoas que não gostavam de bichos.... Grande Zé do Mel
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Meliponicultor Hermelindo Sandri se apaixonou pelos insetos aos 8 anos e chegou a batizar uma das espécies que cultiva em casa.

Eermelindo Sandri, de 84 anos, foi na contramão da criação de cães, gatos e outros bichos fofos e tomou uma decisão inusitada há sete décadas. Com 180 colmeias espalhadas pelo quintal de casa em Artur Nogueira (SP), ele se apaixonou pelas abelhas desde o primeiro contato e cuida delas como animais de estimação.

O "amor à primeira vista" pelas abelhas aconteceu aos 8 anos, quando ele construiu uma caixa para preservar os insetos que encontrava. Com o tempo ele se tornou meliponicultor - criador de abelhas sem ferrão. “Eu falei: ‘pai, eu estou com dó da abelha, dó do bichinho, eu vou guardar’”, relembra Sandri.

O idoso cultiva insetos que não possuem ferrão, uma alternativa encontrada por Sandri para criar as abelhas em casa. Com muitas variedades de espécies, ele possui raridades nas colmeias, como a segunda menor abelha do mundo, e uma batizada por ele próprio.
“Eu conheço variedade de abelha que não está catalogada. Tanto é que tem uma que eu coloquei o meu nome. Meu sobrenome é Sandri, coloquei Sandrina”, conta.

Abelhas que ensinam
Com 76 anos de convivência com as abelhas, Sandri adquiriu muito conhecimento sobre as espécies. O meliponicultor passou, então, a fazer experiências para testar a inteligência dos insetos.

“Eu queria saber se ela sabia o vertical e o horizontal perfeito, e sabe. Você tomba a colmeia um pouco, ela muda todo o esquema da casa dela. Você vira de novo, e muda tudo de novo”, explica. O idoso também decidiu compartilhar todo o aprendizado e começou a fazer palestras sobre a sua criação. Requisitado, ele não cobra nada e já foi inclusive para outros estados para falar sobre o assunto.

“A última palestra que eu dei tinha 120 pessoas, das quais tinha de quatro países diferentes. O mais gostoso é que ninguém me ensinou nada, eu aprendi manipulando as abelhas”, conta.

Dentre as variedades, Sandri possui a segunda menor espécie de abelha do mundo (Foto: Reprodução / EPTV) 

Saudável
Entre os ensinamentos, ele explica aos participantes das palestras como pegar o mel de colmeias de abelhas perigosas sem precisar de proteção. “Eu tiro mel da abelha com ferrão de cara limpa, só de sunga. Você faz uma fumaça, de preferência de algodão, com roupa velha. [...] Aí, acaba circulando fumaça dentro da colmeia e abelha nenhuma te ataca mais”, diz.

Sem precisar se preocupar com ferrões dentro de casa e utilizando um simples canudo, ele consegue tomar o mel de suas criações direto da colmeia. O que a família do meliponicultor não consome, ele doa para amigos e conhecidos, e faz um alerta para o poder medicinal do produto.
“Tenho 84 anos e eu tenho saúde, graças a Deus e graças às minhas meninas”, garante Sandri.

Fonte: G1 - EPTV

24 de maio de 2017

Vai casar? Dicas para incluir o seu animal de estimação na cerimônia

Achei bem pertinente esta matéria já que, hoje em dia, muita gente está levando seus pets para a cerimônia, né mesmo?
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O melhor amigo do homem – e da mulher também – merece participar do momento mais importante da vida dos donos. Saiba se preparar para isso

Em muitas famílias, os animais de estimação fazem parte do clã e estão presentes em todos os momentos importantes. Para comprovar isso, muitos casais estão saindo do óbvio, deixando um pouco de lado a tradição, e substituindo pajens e daminhas pelo pets.

Cães e gatos — animais mais comuns — são os responsáveis por levar as alianças aos noivos e acabam roubando as atenções durante a cerimônia. Outra opção é colocar plaquinhas divertidas no pescoço dos amigos de quatro patas, que podem anunciar a entrada da noiva ou a saída do casal.

Tudo parece lindo – e realmente é, mas incluir um animal na festa de casamento requer planejamento e organização. Um dos primeiros passos antes de vestir o smoking ou o vestido rodado no seu bicho de estimação é entender e respeitar a personalidade dele. O Pet Booking sugere algumas dicas para você preparar seu pet para essa data inesquecível:

Verifique o local da cerimônia
Antes de tudo é preciso verificar se o ambiente do evento aceita animais de estimação. Será mais fácil se a cerimônia não for na igreja, pois a maioria não permite a entrada de bichos. Neste caso, limite-se a levá-lo apenas para a festa ou escolha locais “pet friendly” para a cerimônia. Dica: uma opção de igreja em Brasília – para quem deseja realizar uma cerimônia católica – que pode ter maior facilidade em aceitar animais de estimação é a Paróquia São Francisco de Assis na 915 Norte.


Invista no “Dia de Beleza” para o pet
Se todos os convidados estarão arrumados, o participante de honra também merece estar no capricho. Já existem estabelecimentos que embelezam o bicho de estimação para o grande dia. É uma boa pedida localizar um deles para agendar banho, tosa e escovação de dentes para deixar seu animal prontinho para o casamento. Seu cachorro ou gato é hiperativo e não está acostumado com muita gente? Invista em um adestrador ou cuidador profissional, que poderão ajudá-lo a se comportar durante a cerimônia.


A roupa “de gala”
Mais uma vez, se o pet vai ter uma participação especial, ele merece estar vestido a caráter para o evento. Muitas pet shops vendem gravatinha, smoking, vestido de noiva, tiarinha e terninho sob medida para os animais de estimação. Não gostou de nada? Mandar fazer também é uma opção. Vale ressaltar que a vestimenta não deve incomodar o bichinho e pode combinar com a decoração da festa ou com os trajes dos noivos.


Organize a rotina do pet no dia da cerimônia
Mesmo animais treinados podem ficar incomodados em ambientes muito agitados. Se a ideia é que eles participem da cerimônia, certifique-se que alguém da família possa cuidar dele. Lembre-se de levar ração, petiscos e água. É importante verificar também se o local possui um espaço tranquilo para que ele descanse após a participação. Se possível, o animal deve voltar para casa, já que a festa pode ser muito cansativa.


Aproveite e faça muitas fotos
Os ensaios pré-casamento são tendência entre os noivos e incluir seu melhor amigo nessas fotografias com certeza deixará seu álbum muito mais fofo. No dia da cerimônia também abuse das imagens com seu pet, claro, sem deixá-lo estressado ou cansado.



FONTE: metropoles

8 de maio de 2017

Dormir com animais de estimação é benéfico para a saúde dos tutores

O que acho engraçado é a turma precisar de "estudo" p´ra saber o que sabermos há milênios, né mesmo?
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O hábito pode ajudar tutores a relaxar, além de causar segurança e diminuição de sintomas de estresse e depressão
Cães e gatos já são considerados integrantes das famílias que curtem pets. Há tutores que não satisfeitos em passar o dia com os bichos, ainda dormem na mesma cama.

A Pet Anjo, empresa especializada em cuidados com animais domésticos, fez um levantamento e constatou que 68% dos pets dormem na mesma cama dos seus tutores. Segundo a médica veterinária especialista em comportamento animal e diretora da empresa, Carolina Rocha, esses números revelam que os pets estão ganhando cada vez mais poder dentro das famílias brasileiras. “Eles nos ajudam a crescer social, emocional e espiritualmente: nós precisamos uns dos outros”, afirma.

Um estudo do IBGE publicado em 2015 revelou que, no Brasil, o número de famílias que criam pelo menos um cachorro é maior que o de casais com filhos. São 52,2 milhões de cães e 44,9 milhões de crianças no país.

Um outro estudo, do Centro de Sono da Mayo Clinic, em Scottsdale (Arizona), publicado pelo Daily Mail, assegurou que dormir com o animal de estimação é benéfico para a saúde dos humanos, pois relaxa, causa sentimentos de segurança, além de diminuir pressão arterial, estresse e depressão.

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56% dos entrevistados compartilhavam a mesma cama com cães e 41% garantiram que a presença dos bichinhos melhorava a qualidade do sono.

Por outro lado, há os que são contra essa hábito devido aos riscos de contágio com algumas parasitoses, piora de quadros alérgicos e interrupções no sono. A mesma pesquisa revelou que 20% dos entrevistados achavam que dormir com animais era prejudicial à saúde.

A alergista Fernanda Casares, do Hospital Santa Lúcia, afirma que quadros alérgicos são comuns em pacientes que dormem com animais. “A recomendação é evitar o hábito, pois os pets costumam aumentar a população de ácaros dentro do domicílio”, pontua.

Além de manter os animais e a casa limpa, há alguns tipos de tratamentos, como a imunoterapia, que podem diminuir sintomas alérgicos, aconselha a médica.

Fonte: Metrópolis

4 de maio de 2017

Empreendedoras criam creches para animais de estimação




Acho legal que o mercado ofereça estes serviços, embora sempre haja uma pitada de estímulo a animais de raça, né não?
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