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13/07/2017

Órgãos buscam alternativas para uso do jumento

As soluções são muito complicadas.... Como alimentar 4 mil animais? A situação tem que ser resolvida de forma positiva, sem matança ou exploração do leite de jumento, como querem fazer....
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Em Santa Quitéria, no km 185 da CE-176, estão mais de quatro mil animais apreendidos pelo Detran nas rodovias

Antes companheiro do sertanejo em atividades agrícolas, o jumento perdeu espaço para outros meios de transporte ou grandes máquinas. Hoje esquecido e sem valor econômico, o animal que carregava em seu lombo materiais de trabalho no campo, tornou-se um problema nas estradas. Pensando em reverter este quadro, o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Ceará (CRMV-CE), em parceria com estudiosos e órgãos defensores da causa, busca alternativas de promoção à saúde e ao bem-estar desses animais.

"Queremos encontrar as condições ideais para criar esse animal e, se possível, identificar uma viabilidade econômica para que ele possa ser valorizado. Esse jumento bem criado, bem sadio, volta a fazer atividades no interior. O nosso nordestino começa a voltar a utilizar esse animal que, historicamente, já teve importância muito grande no desenvolvimento do Ceará, livre de doença, de fome, de dor, bebendo e comendo alimentos de qualidade", justifica o presidente do CRMV-CE, Célio Garcia.

Problema recorrente em trechos que cortam o estado, o tráfego de jumentos compromete a segurança viária, uma vez que representa uma ameaça aos motoristas de veículos e condutores de motocicletas. Em Santa Quitéria, no Km 185 da CE-176, a Fazenda Doutora Paula Rodrigues é um depósito de mais de quatro mil animais apreendidos pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran-CE).

Modelo
É nessa propriedade, inclusive, onde representantes de conselhos estaduais de Medicina Veterinária, e estudiosos da área desenvolvem estratégias de melhorias técnicas que podem, num futuro próximo, se tornar um modelo a ser seguido por outros países no que diz respeito ao manejo de jumentos. O objetivo da pauta é resgatar a integridade física do animal dando condições de sobrevivência, mesmo estando em ambiente fechado.

Conforme o cronograma do encontro que começou ontem, em Fortaleza, os profissionais visitam hoje a Fazenda Doutora Paula Rodrigues para analisarem de perto a problemática. A visita à Fazenda vai ajudar na elaboração de um documento com propostas de readequação técnica do local.

Em inspeção anterior, conforme explica Célio Garcia, o Conselho diagnosticou pontos que precisam ser melhorados na infraestrutura do estabelecimento. "Nós sugerimos divisórias nos currais para que nós pudéssemos separá-los por sexo e faixa etária, animais sadios de doentes. Identificamos duas fêmeas em cio e mais de 50 machos querendo fazer a cobrição e isso é uma verdadeira agressão à fisiologia desses animais".

Propostas
De acordo com o professor da Universidade São Paulo (USP) e coordenador da Força-Tarefa Nacional pelos Jumentos, Adroaldo Zanella, além das mudanças na estrutura física, como propostas imediatas estão ainda o controle populacional dos animais, castração e uma abordagem sanitária.

Segundo Adroaldo Zanella, existem ainda duas formas que resgatam a importância do jumento para o nordestino. "Explorando a produção do leite que é uma especiaria utilizada em bebês prematuros em países da Europa e sombreamento com painéis solares. Você colocar sombra para proteger o animal do sol e gerar energia", explicou o professor da USP. (Colaborou Felipe Mesquita)

FONTE: diariodonordeste
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ATUALIZAÇÃO enviada pelo nosso leitor Queiroz em 13/07/17
Pesquisadores da Ufersa promovem workshop e traçam ações de proteção aos asininos

17/06/2017

Brasil ganha 1º cachorro sintético

Quando se quer, tudo se resolve. Este negócio de usar animais em pesquisa só não acabou ainda porque não querem. A tecnologia nos permite realizar coisas inimagináveis.... Quando penso na tal impressora 3D fico baratinada!!!! o troço é genial!!!!!
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Estudar simulações cirúrgicas e treinamentos de habilidades em um cachorro sintético é a nova tendência mundial para eliminar o sacrifício e o uso de animais em salas de aulas. O curso de medicina veterinária da Faculdade das Américas (FAM) é o primeiro no Brasil, de acordo com a assessoria de imprensa, a utilizar o modelo canino sintético para aulas de anatomia. 

O exemplar foi fornecido pela empresa brasileira Csanmek, especializada em sistemas e soluções para o mercado educacional. Conhecido como Syndaver Canine, ele é desenvolvido com textura e densidade similares às estruturas anatômicas reais e contém todos os sistemas e órgãos do corpo canino, permitindo a realização de cirurgias, dissecações, entubações e demais procedimentos veterinários. 

Detalhados
O equipamento funciona como uma mesa que exibe modelos tridimensionais altamente detalhados e anatomicamente corretos de todos os sistemas do corpo canino, o qual permite aos alunos realizar dissecações virtuais e ter acesso a locais que dificilmente teriam em um cadáver real. 

O simulador 3D possui ainda uma ferramenta de integração entre hospitais e salas de aula e oferece aos estudantes a possibilidade de estudar casos clínicos e exames reais de animais, uma vez que permite aos professores converterem tomografias e ressonâncias magnéticas em 3D, com acesso total e irrestrito a anatomia real. 

A tecnologia foi desenvolvida com o objetivo de reduzir o número de sacrifícios de animais para o ensino – todos os anos milhares de animais são sacrificados para esse cenário. A plataforma também pode ser utilizada para médicos e profissionais da saúde no dia a dia, para melhorar o aprendizado e compreensão das estruturas anatômicas reais e modeladas.

20/12/2016

Chefs e cientistas criam alternativas para pratos polêmicos

Eu fiquei impressionada com a matéria.... em vez de acabar com o sofrimento dos animais, criam maneiras de explorar com o "apoio" da consciência humana.... Que horror!!!!!
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Lagostas fervidas vivas e gansos forçados a comer. Essas situações podem deixar de existir graças a alternativas criadas por chefs, fazendeiros e cientistas

A lagosta

A cena é famosa. Está até nos desenhos animados. Escolher a lagosta que será fervida viva para o deleite – ou trauma – dos comensais. O motivo é manter o frescor da carne. Sandro

24/12/2015

“Açougues” veganos oferecem alternativas vegetais e sem crueldade

A pedida ideal para a ceia de natal, né mesmo?
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Com o crescimento do veganismo no mundo, ativistas de direitos animais têm revolucionado a gastronomia. Em buscas de alternativas à carne, vegetarianos adaptam suas receitas favoritas em versões sem crueldade.

Kale Walch, co-fundador do Herbivorous Butcher, explicou ao Eater que o “açougue” vegano traz versões de produtos, como bacon, carne, salsichas, feitos à base de vegetais.

“Tivemos um grande estande na feira em Minnesota (nos Estados Unidos) este ano, onde distribuímos amostras de alguns dos nossos produtos mais populares”, disse Walch. “Algumas das pessoas que pareciam ser mais adversos a ideia (do veganismo), chegaram até nós e nos disseram: ‘eu posso fazer isso’.”

08/12/2015

Pesquisador gaúcho ganha prêmio internacional por iniciativa contra testes em animais

Este menino é um amor.... Viva esta geração que está mostrando ao que veio... Parabéns ao Róber!!!!
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Doutorando em biotecnologia, Róber Bachinski, 28 anos, recebeu R$ 30 mil

Em 2006, ao saber do fim reservado aos ratos do laboratório de biofísica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), mortos após as pesquisas, o então estudante de Biologia Róber Bachinski, 21 anos, não pensou duas vezes: com o consentimento da técnica do laboratório e a ajuda de uma amiga, colocou 14 deles em duas caixas de sapato e tomou um ônibus para bem

28/11/2015

Quais são as alternativas para os ratos de laboratório?

Mais uma prova de que, quando se quer, cria-se alternativas ao uso de animais em pesquisas... Só que eles trabalham em função dos 3R´s.... deveriam trabalhar para erradicar o uso em definitivo.... deveriam  ter vergonha de usarem  animais tendo uma tecnologia de ponta a disposição deles.....
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Milhões de animais são sacrificados em nome da ciência, a cada ano. Na Suíça, não faltam alternativas para os experimentos com animais. Estes métodos opcionais, incentivados até pela indústria farmacêutica, encontram barreiras na aplicação prática. Por que?

Barbara Rothen-Rutishauser, especialista em nanopartículas tem uma cobaia insólita. Ela pesa apenas poucos gramas, mede 15 centímetros de comprimento e é feita de plástico. Ela é o resultado de uma longa pesquisa: um modelo

26/11/2015

Brasileira ganha maior prêmio internacional para testes sem animais

Que maravilha, não? assim que melhorar, vou procurar esta jovem pesquisadora tão maravilhosa.....
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Uma pesquisadora brasileira ganhou o prêmio Lush, a maior premiação internacional para iniciativas alternativas aos testes em animais. Bianca Marigliani, doutoranda em biotecnologia pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), foi escolhida na categoria jovem pesquisador e vai levar 10 mil libras para estudar um novo tipo de método in vitro, totalmente sem uso de animais no processo, para avaliar o risco de alergia provocado por agentes químicos.

Neste ano, a empresa britânica de cosméticos e a Ethical Consumer distribuíram 450 mil libras em prêmios, um recorde. Desde 2012, são recompensados trabalhos nas áreas de ciência, treinamento, conscientização pública, lobby regulatório e jovem pesquisador. Também saiu pela

12/11/2015

Chips evitam testes com animais

Leitor me recomendou a leitura da Revista Scientific American Brasil deste mês. Não me perdoo ter perdido seu e-mail no meio dos meus milhares que guardo. Queria citar seu nome para agradecer. Como não achei a Revista no meu bairro e não tem pela internet, pedi a Iracema para ver se achava onde ela mora. Alem de achar, mandou para nós escaneado e daí divido com todos. A matéria está muito boa. Obrigado aos dois amigos que contribuíram com o nosso conhecimento.
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Edição brasileira da mais tradicional revista de divulgação científica do mundo, Scientific American Brasil colabora significativamente para a compreensão do impacto produzido pela ciência e pelas inovações tecnológicas no cotidiano e na construção de estratégias para o futuro. Desde sua criação nos Estados Unidos em 1845, ela vem antecipando todos os avanços da ciência em linguagem clara e acessível e tem entre seus colaboradores diversos ganhadores do prêmio Nobel.

(confiram a sequência das folhas)

16/10/2015

Alternativas para evitar testes com animais

Já noticiamos sobre o assunto aqui em nosso blog, mas, sempre que sai novidades faço questão de publicar.... tecnologia a serviço da nossa causa....
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Pesquisadores e empresas buscam meios para abolir ou reduzir o uso de animais em testes de laboratório. Entre as iniciativas, há impressão 3D de pele humana e uso de softwares.

A cada ano, mais de 100 milhões de animais — incluindo ratos, sapos, cães, gatos, macacos e peixes — são sacrificados em laboratórios pelo mundo para uso em aulas, pesquisas e testes. O levantamento é da organização não governamental Peta (People for the Ethical Treatment of Animals).

Na luta para acabar com os testes de laboratório em animais, três "Rs" fazem toda a diferença:

21/03/2015

R$ 16,7 milhões a favor de alternativas à experimentação animal

A notícia é muito boa... embora o certo mesmo seria comprovar, cientificamente, o quanto é inócuo o uso de animais em pesquisa.... É, mas, não se pode ficar tentando só uma frente... temos que atacar todas..... E o principal: a palavra não deveria ser alternativa e sim substitutiva, né mesmo?
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Congresso Nacional foi  parabenizado por confirmar R$ 16,7 milhões a favor de alternativas à experimentação animal - Orçamento anual de 2015 multiplica investimentos em métodos alternativos por oito.

BRASÍLIA (18 março 2015) - O Congresso Nacional votou ontem para incluir R$ 16,7 milhões em verba para a Rede Nacional de Métodos Alternativos (RENAMA) no orçamento de 2015, uma decisão aplaudida pela Humane Society International (HSI). Os fundos foram disponibilizados graças a uma série de emendas

30/10/2013

Experimentação Animal: ocupa São Roque - Instituto Royal - 11




Depois das audiências Publicas em Brasília e São Paulo, acreditamos que a mídia vá diminuir o interesse pelo assunto, a não ser que alguma novidade apareça. Caberá a nós a cobrança aos órgãos públicos, autoridades e políticos decisões para o caso.


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