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14/10/2017

Manifestação pede ajuda de Paul McCartney contra abate de cervos no Pampas Safari

Esperamos que a galera de POA consiga resolver esta parada.... Estamos aqui para ajudar no que precisarem...
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Não foram apenas fãs que marcaram presença nesta quinta-feira (12) à espera de um sinal de Paul McCartney em frente ao hotel em que o músico está hospedado no bairro Moinhos de Vento, em Porto Alegre. Cerca de 10 ativistas do grupo

07/10/2017

Pônei salvo do abate abraça seu novo dono e salvador - Texas - EUA

É óbvio que a criaturinha entendeu tudo... animais são gratos mesmos....
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Momento adorável, um pônei salvo da matança abraça seu novo dono, descansando a cabeça no ombro dele. Filmado no Texas, o clipe mostra o pônei preto e branco abraçando seu novo dono. Kirk Hance e sua esposa decidiram comprar dois pôneis depois de ouvir sobre a situação dos cavalos em

06/10/2017

Desembargador derruba liminar que impedia abate de cervos do Pampas Safari

E agora, gente? O que será que pode ser feito? galera de POA, manda as ordens se achar que podemos ajudar..... Que situação.... que nojo, minha Nossa!!!!!! Quem vai ter coragem de matar estes bichos sem laudo veterinário confirmando a tuberculose? 
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Foi cassada a liminar que impedia o sacrifício de cervos do Pampas Safari, em Gravataí, na Região Metropolitana de

30/08/2017

Frigorífico iniciará abates de até 100 jacarés/dia em MS

Não bastasse os jumentos, agora jacarés em grande escala. Vão inaugurar matando 100 animais/dia para treinar e experimentar maquinário porque querem alcançar, em dois anos, 700 animais/dia.... Meu Deus!!!! onde vamos parar?
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Com atraso do projeto em um ano, entra em operação nesta semana, no Pantanal, o maior frigorífico de carne de jacaré no Brasil, o Caimasul. Em 2019, a indústria, instalada em Corumbá, produzirá 400 toneladas de carne desossada do réptil anualmente.

Com captura dos animais da espécie Caiman yacaré da natureza para formação do plantel, por meio da coleta de ovos diretamente dos ninhos catalogados nas fazendas do Pantanal, o complexo industrial vai comercializar a carne com o mercado interno e exportará a pele, com uma linha de produção clássica para concorrer com o aligátor, o gênero norte-americano. O couro do jacaré de cativeiro tem mercado garantido lá fora, segundo o Sebrae.

O frigorífico, situado a 32 km a leste de Corumbá, será inaugurado no dia 21 de setembro, com a presença do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, mas iniciará o abate experimental com 50 a 100 animais por dia para ajustes do maquinário e treinamento dos funcionários, segundo um dos sócios, Wilson Girardi, 67 anos. A meta, conforme ele, é chegar a quatro toneladas/dia de carne, com abate de 600 animais, com a finalização das obras em dois anos.

FONTE: correiodoestado

31/07/2017

Abate de lobos que atacam rebanhos gera discussão na França

Pois é, os camaradas usam o espaço dos lobos para criar seus bichos comercialmente e aí matam eles porque estão reagindo? Não dá para entender..... 40 lobos... pobres animais..... Eu lamento a morte dos 10 mil animais mortos por eles, mas, se assim acontece é por causa dos humanos e não por eles.
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O governo francês autorizou, na semana passada, o abate de 40 lobos em todo o país até 2018. O motivo é o rápido e inesperado aumento da população da espécie Canis lupus que, para se alimentar, vem invadindo as fazendas de criação de ovinos e bovinos e promovendo grandes matanças.

No período de apenas um ano, quase 10 mil animais, entre vacas, cavalos, cachorros de guarda e, principalmente ovelhas, foram mortos por alcateias. O problema é em grande parte verificado em áreas agrícolas do sul, sudeste e sudoeste da França, mas tem sido registrado pontualmente também em outras regiões, inclusive próximas a Paris.

Mas embora a decisão do governo de abate dos lobos tenha sido saudada por associações de pecuaristas, ela é extremamente criticada por ONGs de defesa dos animais. A principal reclamação é que a quantidade de animais que será eliminada é muito alta em relação à população existente. Segundo o Escritório Nacional da Caça e da Fauna Selvagem, há atualmente 360 lobos na França.

"Um estudo publicado em março pelo próprio ministério da Transição Ecológica e Solidária mostrou que é preciso tomar cuidado porque estamos autorizando o abate de muitos lobos. Ficamos decepcionados com essa decisão, esperávamos mais do governo. Pensávamos que o ministro Nicolas Hulot utilizaria seu bom senso ao tratar desta questão", disse Madline Reynaud, diretora da Associação pela Proteção dos Animais Selvagens, em entrevista à rádio France Inter.

Segundo ela, há outras soluções para poupar os rebanhos de ovinos dos ataques dos lobos, sem a necessidade de abatê-los. Como o <i>Canis lupus</i> é uma espécie protegida em todo o território europeu pela Convenção de Berna, há medidas pré-estabelecidas para tratar do problema.

"Cercas mais eficazes, a ajuda de mais pastores no campo ou mesmo o aumento de cachorros treinados para fazer a guarda das ovelhas e vacas. As estratégias para a proteção das criações de animais já existem, elas só precisam ser revisadas. Por isso, estamos dialogando com o governo para que esses métodos de proteção dos rebanhos sejam estudados e melhorados", reitera Madline Reynaud.

PROBLEMA PERSISTE HÁ 20 ANOS

A reação das ONGs de proteção dos animais irritam os criadores de gado. De acordo com a presidente da Federação Nacional Ovina, Michelle Boudoin, várias medidas são colocadas em prática há 20 anos, sem que o problema dos ataques contra os rebanhos seja solucionado.

"Além de ter sido registrado um aumento de 20% da quantidade de lobos na França, eles estão hoje presentes em mais de 33 departamentos da França e até mesmo perto de Paris. Para nós, pouco importa quantos lobos serão abatidos. A única coisa que queremos é que não haja mais ataques", afirma.

Segundo ela, devido à rigidez das leis estabelecidas na Convenção de Berna, que obriga a França a respeitar e a monitorar a proteção dos lobos, os criadores de ovinos e bovinos se veem de mãos atadas.

Até o momento não encontramos uma solução e não temos muita margem de manobra para agir. Por isso, o que estamos discutindo hoje com os ministérios da Transição Ecológica e Solidária e da Agricultura: como reeducar os lobos para que eles permaneçam em seu habitat sem chegar em nossos rebanhos.

"Há experiências novas desenvolvidas nos Estados Unidos e no Canadá. Estamos utilizando todo o conhecimento que acumulamos nesses 20 anos de predação de nossas ovelhas, vacas, cavalos e, às vezes, cachorros, para ajudar a barrar o aumento da quantidade de lobos e dos departamentos colonizados pela espécie", diz Michelle Boudoin.

O governo Macron, focado no enxugamento de gastos, tem forte interesse em resolver o problema. Em 2016, mais de &euro; 21 milhões em indenizações foram desembolsados a criadores de ovinos e bovinos vítimas de ataques de lobos.

Diante dos gastos, da insatisfação dos pecuaristas e das reclamações de ONGs de defesa dos animais, os ministérios da Transição Ecológica e da Agricultura pretendem dialogar com os dois grupos a partir de setembro para encontrar uma solução que satisfaça ambos os lados.

FONTE: folha.uol

28/07/2017

Com apoio do Governo, frigorífico inicia abate de jumentos em Amargosa - BA

Os matadouros de jumentos estão se expandindo e daqui a pouco, até no mercado interno vai ter carne destes animais para venda. Gente, estou enojada com estes "negócios" fechados com a China. 


No ano passado publicamos Frigorífico da Bahia inicia o abate de jumentos onde este mesmo frigorífico diz que vai vender a pele de jumentos p´ra China e a carne para os zoológicos.  
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O Frinordeste, frigorífico localizado no município de Amargosa, iniciou o abate de jumentos nesta quarta-feira (26). A unidade gera 150 empregos diretos e 270 indiretos. A empresa vai produzir cerca de 300 toneladas de carne por mês, que serão exportadas para o mercado asiático.

A operação do frigorífico é consequência das negociações realizadas pelo governador Rui Costa na China. “Os 420 empregos gerados são resultado concreto da viagem que fizemos à China em março de 2016. Retornaremos ao país asiático ainda este ano com o objetivo de confirmar investimentos de grande porte, que vão gerar ainda mais empregos e desenvolvimento para o nosso estado”, afirma Rui.

Um dos sócios da empresa, Mairton Souza, destaca que “o governador visualizou uma nova pecuária não apenas para a Bahia, como também para o Nordeste, para a região semiárida. Ele não mediu esforços, com apoio incondicional de todas as secretarias. Foi ele, inclusive, que trouxe os chineses e me apresentou”.

O Frinordeste funciona na área de um antigo frigorífico, que havia encerrado as atividades há dois anos. “Com a intenção de reabri-lo, o governador trouxe esse projeto novo. Para conhecer o mercado, nós iniciamos o abate, de forma experimental, no frigorífico da Chapada Diamantina [FrigoCezar], em Miguel Calmon. A partir desse teste, nós destinamos um frigorífico apenas para este tipo de abate”, acrescenta Mairton.

O objetivo é exportar a carne e também o couro animal, que será direcionado às indústrias de cosméticos e farmacêuticos. O projeto engloba desde a aquisição de jumentos de pequenos produtores rurais até a procriação pela empresa, inclusive com melhoramento genético da espécie na Bahia, a partir de animais trazidos da China.

Fonte: Folha Geral

12/07/2017

Uruguai exportou 96.891 bovinos vivos no primeiro semestre do ano

Gente de Deus!!!!! precisamos lutar contra isto... O mercado é Egito e Israel que não compram animais mortos por causa dos malditos abates chamados Halal e kosher (judeus e muçulmanos). Que Deus se apiede deses pobre animais que passarão um bom tempo no mar até encarar o momento trágico..... 
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O volume de exportação de gado vivo do Uruguai vinha em um ritmo lento, mas nos últimos meses registou uma recuperação e no primeiro semestre de 2017 fechou com 96.891 cabeças exportadas, principalmente para a Turquia. Somente em junho 24.775 gados foram vendidos em duas remessas, um de 12.814 cabeças e outra de 11.961, de acordo com o Ministério da Pecuária, Agricultura e Pesca (MGAP).

O volume de exportações no primeiro semestre deste ano foi 11,4% inferior ao mesmo período do ano passado, mas 26,6% superior ao de 2015. Praticamente todos os animais exportados vivos foram enviados para a Turquia. Dos 96.891 gado exportados, apenas 65 foram enviados para outro destino: Brasil.

O Egito reabriu seu mercado para o gado do Uruguai após a visita oficial do presidente Tabaré Vázquez, acompanhado por uma delegação que integrou também o presidente da União de Exportadores de Gado, Alejandro Dutra e pelo presidente da Associação Rural do Uruguai, Pablo Zerbino.

Os operadores das empresas salientou a importância de ter um mercado alternativo e não confiar apenas na Turquia, mas para voltar aos negócios com o Egito não será tão fácil, não só porque o país paga preços mais baixos do que a Turquia, mas principalmente porque não paga em dólares, mas em sua própria moeda e, dada a instabilidade política naquele país, isso pode ser um risco importante.

FONTE: beefpoint

11/07/2017

Hajis e Kikes se unem para defender os direitos de mutilar genitais e animais da tortura

Fiquei impressionada! judeus e muçulmanos conseguiram esta reunião na Holanda para reafirmarem seu direito de mutilar e torturar alegando que quem pensa diferente é racista..... Barbaridade!!!! 

Quando me imagino no meio de gente tão fanática que ultrapassa a loucura, fico achando que vivemos numa era pré-histórica...... Deus meu!!!! que gente é esta? 

Só para esclarecer que o título faz parte da matéria. No Google diz que "hajis"  é um termo depreciativo para um muçulmano e "kikes" para um judeu. Outra coisa: pelo amor da Santa Madona, não me venham policiar não, tá? eu hein....
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Nós temos hordas de repugnantes e desertas pessoas do deserto vindos contra nós. E, embora dois grupos dessas pessoas do deserto afirmem se odiar um ao outro, parece que eles não têm problemas para se aliarem contra nós quando se trata de defender seu "direito" de fazer coisas como mutilar os órgãos genitais de infantes e animais de tortura - em nossos países .

Diz o JTA :
Um porta-voz da maior agência intergovernamental da Europa assegurou aos judeus e muçulmanos em Amsterdã que tentam limitar os costumes religiosos como o abate de kosher e a circuncisão, que são formas de "intolerância e discriminação".

Ilan Cohn, da Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa, ou a OSCE, fez a afirmação no final de uma mesa redonda de dois dias sobre a circuncisão não médica de menores, o abate ritual de animais e outros costumes religiosos organizada nesta semana na capital holandesa onde se reuniram judeus europeus, muçulmanos e ativistas anti-racismo.

Consideraram "Anti-racista"  uma palavra-chave para aqueles contra a "mutilação pró-genital e tortura pró-animal".

Dezenas de líderes comunitários judeus e muçulmanos, bem como ativistas anti-racistas, participaram do evento terça-feira e quarta-feira - numa das maiores reuniões conjuntas entre judeus e muçulmanos sobre essas questões na Europa .

"Diversas comunidades devem se unir diante da intolerância e da discriminação", disse Cohn, gerente de projeto no Escritório de Instituições Democráticas e Direitos Humanos da OSCE, em um comunicado sobre a reunião.

Entre os participantes estavam o rabino Andrew Baker, o representante pessoal do presidente da OSCE em matéria de combate ao anti-semitismo; Bülent Şenay, seu homólogo da OSCE para combater a intolerância e a discriminação contra os muçulmanos, e Joel Rubinfeld, o presidente da Liga Belga Contra o Antisemitismo, ou LBCA.

O escritório de Cohn disse que a cúpula forneceu uma "oportunidade para líderes da comunidade judaica e muçulmana aprenderem como construir coalizões de advocacia nacionais sustentáveis ​​que promovam a tolerância e a não discriminação".

O evento incluiu sessões de trabalho que incluíam estudos de caso e troca de informações sobre o status das liberdades religiosas em países europeus e iniciativas para limitá-los.

Nos últimos anos, um número crescente de governos e parlamentos europeus introduziu legislação e regulamentos que limitam os costumes religiosos, e particularmente a circuncisão não médica e o abate ritual de animais, que são realizados por muçulmanos e judeus.

Em 2012, um tribunal na Alemanha decidiu que a circuncisão não médica de meninos menores de 18 anos constituía uma violação dos seus direitos, provocando várias proibições, que foram finalmente levantadas. Este ano, as três regiões da Bélgica introduziram regulamentos que proíbem várias técnicas de abate ritual de animais realizados por judeus e muçulmanos.  Essas proibições são apoiadas por liberais que dizem que as práticas são cruéis, bem como por nacionalistas que as vêem como uma importação estrangeira para sociedades predominantemente cristãs.

Você precisa se perguntar de que tipos de pessoas você está lidando com quem quer mutilar os órgãos genitais dos bebês e torturar animais e, em seguida, explodir e acusá-lo de ódio pela cor da pele assim que você for questionar costumes tão bárbaros e violentos.

Provavelmente, se você tem problemas com essas pessoas, eles são problemas que vão além da cor de sua pele. Especialmente porque temos a questão de que a maioria dos judeus na Europa tem pele pálida. Entre outras coisas, precisamos de uma nova e mais razoável definição de "racismo".

Fonte: DailyStormer
Tradução livre do Google para "O Grito do Bicho"

23/06/2017

Processadora de carne Tyson vai testar novo método para deixar frangos inconscientes antes de abate

Não era mais fácil parar de produzir frango para abate, seus palhaços? é para as pessoas comerem sem culpa? por que? estão sentindo a queda do consumo de carne, é? que bom.... 
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CHICAGO (Reuters) - A Tyson Foods testará uma nova forma de deixar os frangos inconscientes antes do abate, disse a companhia nesta quarta-feira, no mais recente sinal de que o aumento das preocupações sobre o bem-estar dos animais está afetando os processadores de carne norte-americanos.

Nos próximo ano, a Tyson, maior companhia de frango dos Estados Unidos, lançará um programa piloto em duas fábricas de processamento para usar gás em vez de eletricidade para deixar as aves inconscientes antes de serem mortas.

As empresas avícolas deixam os animais inconscientes para não sentirem dor no abate e exploraram cada vez mais o gás como uma opção potencialmente mais humana. Consumidores e alguns restaurantes também pediram práticas mais humanas.

O projeto faz parte de uma mudança mais ampla nas práticas da indústria avícola dos Estados Unidos, em que as empresas também deixaram de usar antibióticos devido a problemas de saúde. Tais mudanças geralmente aumentam os custos de produção.

A Tyson também anunciou um novo sistema de monitoramento em vídeo para garantir que as aves vivas sejam tratadas corretamente, depois de dizer no ano passado que não havia feito o suficiente para impedir o maltrato de animais.

FONTE: br.reuters

21/06/2017

Após abater filhote de ovelha na TV, Rodrigo Hilbert é intimado pela polícia

Publicamos a respeito em março/2016: Rodrigo Hilbert causa revolta de telespectadores após matar filhote de ovelha na TV . Agora, vamos ver no que vai dar.
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A pedido da 27ª Delegacia Regional de Polícia de São Joaquim, em Santa Catarina, Rodrigo Hilbert foi intimado a prestar depoimento no 14º Distrito Policial do Leblon, no Rio de Janeiro. A solicitação se deu após denúncias de ONGs de defesa dos animais contra o abate de um filhote de ovelha feito pelo apresentador em seu programa no canal GNT, “Tempero de Família”, no dia 10 de março de 2016. O Ministério Público de Santa Catarina recebeu as denúncias e pediu para a Polícia Civil abrir inquérito para apurar eventual crime. 

O episódio do “Tempero de Família” mostra o apresentador matando um filhote de ovelha para um churrasco. Logo após a exibição, Hilbert recebeu muitas críticas e pediu desculpas a quem se sentiu ofendido com as imagens. Ele ainda afirmou levar todos os comentários do público como um aprendizado e pediu “diálogo pacífico e respeitoso”. O GNT editou o programa excluiu o abate nas reprises e no site. 

A polícia de Santa Catarina notificou Rodrigo Hilbert para se apresentar à delegacia mais próxima de sua residência. Segundo o UOL, a assessoria de comunicação da Polícia Civil do Rio de Janeiro confirmou que Hilbert foi chamado para depor, mas não informou se ele já compareceu ao distrito policial de Bom Jardim da Serra (SC), onde ele abateu o animal.

12/06/2017

Massacre de animais após acidente de caminhão - México



Há 3 dias, numa estrada do México, um caminhão cheio de animais indefesos e em pânico estavam sendo levados para o abate quando seu motorista perdeu a direção e virou. O que aconteceu depois é chocante e triste. A apresentadora da matéria só pergunta o que aconteceu com a humanidade..... A matéria está publicada no Facebook
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09/06/2017

Projeto de Trump pode levar ao abate de milhares de cavalos selvagens

Eu não consigo entender como este camarada pode ser presidente dos EUA!!!! 
Fonte: The Independent
Colaboração: Helô Arruda
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A última proposta de orçamento de Donald Trump pode permitir que milhares de cavalos selvagens sejam vendidos para o abate ao reverter quase cinquenta anos de proteção legal para um ícone americano.

O abate de cavalos é ilegal nos EUA, mas, popular em países como o Canadá, o México e partes da Europa, onde a carne de cavalo é considerada uma iguaria. O Congresso inclui há muito tempo na regulamentação das contas do orçamento, a proibição expressa da venda de cavalos para o abate.

O orçamento do Sr. Trump, no entanto, prevê US $ 10 milhões de poupança ao permitir que os cavalos não programados para serem adotados sejam vendidos "sem restrições".
"O programa atual é totalmente insustentável e uma nova abordagem é necessária, especialmente quando se considera o crescimento acentuado e consistente da necessidade de receitas", diz a proposta de orçamento.

A proposta destaca um longo debate entre aqueles que querem proteger os cavalos e aqueles que gostariam de usar o financiamento e a terra para outros fins.

Os 59.000 cavalos mustang estimados da América vivem em cerca de 40.000 milhas quadradas (103.600 quilômetros quadrados) de terras controladas pelo Bureau of Land Management (BLM). O programa de cavalo selvagem ocupa aproximadamente 12% das terras BLM e custa US $ 80,4 milhões do orçamento da BLM - mais do dobro do que custava em 2008.

A maioria desses custos vem do controle de "excesso" de cavalos selvagens na natureza e envio para fazendas particulares. A população de cavalos selvagens experimentou um boom nos últimos anos, superando o limite de 23.622 cavalos estabelecido pelo BLM.

O ex-diretor da BLM, Neil Kornze, calculou que custa cerca de US $ 50 milhões para capturar e abrigar cada 10.000 cavalos. A agência reduziu significativamente o número de cavalos que supervisionaram nos últimos anos por causa das restrições orçamentárias.

Os criadores de gado e outros grupos empresariais argumentam que as proteções atuais para cavalos selvagens são dispendiosas e que os currais governamentais não podem ser usados para capturar outros animais.
"A intenção original das [proteções] era garantir que esses animais tivessem uma presença saudável no meio ambiente, mas também que fossem mantidos em um número sustentável. [Agora] você tem cavalos morrendo de fome ... e danos irreversíveis para pastagens ocidentais " disse Ethan Lane da Associação Nacional de Criadores de Gado à agência Associated Press.

Os defensores do cavalo selvagem, no entanto, dizem que existem outros métodos de controle da população de cavalos selvagens, como o gerenciamento de fertilidade ou as reformas federais do programa de pastoreio.
"Esta proposta de orçamento é um exemplo de governo preguiçoso", disse Laura Leigh, fundadora da Wild Horse Education, em um comunicado. "Este é simplesmente mais um presente para a indústria pecuária".

31/05/2017

Matadouro chinês mata, na frente de ativistas, os cães que eles não conseguiram comprar

Alguém pode ter pena de gente tão insensível? mataram os cães na frente dos ativistas.... nojo... nojo.... nojo.... Minha Santa promove o milagre de colocar sentimentos nesta gente horrorosa.... Como Deus permite isto? 
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- Uma dúzia de cães de estimação, incluindo Huskies e Labradors estão acorrentados num matadouro
- Um grupo de amantes de cães oferecem pagar e resgatar os cães da mesa de jantar
- O açougueiro, do nordeste da China, pede £170 por cada cachorro 
- O grupo, ao não conseguir fundos suficientes, teve que testemunhar o assassinato brutal

Um grupo de amantes de cães caem no chão em lágrimas depois de não conseguir levantar fundos suficientes para salvar cães de estimação da mesa de jantar.

Uma dúzia de cães de estimação, incluindo Huskies, Labradors e Golden Retrievers podem ser vistos em um vídeo feito em um matadouro em Harbin, província de Heilongjiang. O "açougueiro" havia pedido ao grupo um preço "irracional" para vender os animais.   

O início de um clipe de 23 segundos, publicado pela Pear Video , mostra uma protetora de animais em frente a um matadouro ao ar livre. Mais de dez cães podem ser vistos acorrentados às instalações do matadouro, ao lado de carne de outros cachorros, facas e sangue animal.  "Quando chegamos, um golden retriever estava sendo abatido", disse ela enquanto apontava para o pelo dourado deixado na grande tábua de cortar.

Os cães condenados, entretanto, não são as raças comuns usadas por fazendeiros chineses para comercializar. O pastor alemão, Chow Chow e Kunming Wolfdog estão entre as raças mais populares criadas para a carne de cachorro, de acordo com uma fazenda de carne de cães  em Shandong. O chinês Shar-pei, conhecido por suas rugas profundas, também é uma raça comumente vista na fazenda de carne de cachorro do país.

O grupo de amantes de cães, desejosos de comprar e soltar os cachorros, negocia com o açougueiro enquanto corta a carne de um cão abatido. Ele insiste que o grupo deve pagar £ 170 por cada cão. Os amantes do cão fizeram vários telefonemas para levantar fundos para comprar os cães. No entanto, não conseguiram. 

Os amantes dos animais se desesperam e começam a chorar após várias tentativas de baixar o preço.  O vídeo termina quando outro cão estava sendo massacrado e pendurado em um gancho. Não é indicado quando ocorreu o incidente. 

Fonte: Daily Mail
Tradução livre do Google para "O Grito do Bicho"

29/04/2017

Reserva animal fecha portas e abate todos os animais - EUA

Minha Nossa, o que levou este diretor optar por matar os bichos ao doar? velhice e doença como falou? Sei lá.... está mal contado...
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Um santuário de animais norte-americano está a merecer críticas por ter eutanasiado todos os seus animais antes de encerrar o espaço.

Em causa está a decisão tomada pela responsável do Santuário Lion's Gate, situado no Estado do Colorado, que optou por submeter à eutanásia três leões, três tigres e cinco ursos.

O caso está a gerar polémica, uma vez que este tipo de santuários são locais que acolhem animais selvagens, maltratados, em perigo ou em fim de vida com o objetivo de os proteger das agressões humanas e de lhes proporcionar proteção.

Ao fim de dez anos a cuidar dos animais, Joan Laub, diretora do Lion's Gate, garantiu não ter mais condições para os acolher, depois dos estragos deixados por sucessivas inundações. Ainda segundo a mesma responsável, as autoridades locais recusaram o pedido de mudança das instalações.

Contudo, a administração local do condado de Elbert estranhou a escolha final de Joan Laub, alegando que outros santuários se ofereceram para acolher os animais, ofertas que foram recusadas.

Pat Craig, diretor de uma outra reserva animal localizada na cidade de Keenesburg, afirmou estar surpreendido com o desfecho do Lion's Gate, uma vez que se voluntariou para receber animais.

Entretanto, citada por vários jornais norte-americanos, Joan Laub explicou que os animais já não estavam em segurança nem em condições de se deslocarem para longe, devido à sua idade e ao seu estado de saúde.

Empresa quer abater jumentos no Nordeste e vender carne e derivados à China

Mais um matadouro de jumento..... Minha Santa, dá um jeito nisto....
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A carne de jumento pode começar a ser vendida para o mercado externo, especialmente a China. Uma empresa criadora de jumentos do Rio Grande do Norte solicitou autorização do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para abater os animais. Se autorizada, será a primeira empresa do Nordeste com essa finalidade. 

Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o Nordeste possui quase 90% dos jumentos do país (877 mil, em 2013). Os dados, porém, contabilizam somente os animais com donos, e estima-se que haja um número bem maior. 

Com a popularização das motos entre os nordestinos, os jumentos --ou jegues, como também são chamados-- passaram a ser abandonados. Diego Rego, sócio-administrador da GBI-Agro, teve a ideia de abater jumentos após ver o interesse de chineses sobre o assunto. 

"Eles sempre me perguntavam se existiam muitos animais aqui no Brasil, se existia algum trabalho feito com eles", diz. "Vi que existia um grande negócio para explorar." Além da carne, couro, miúdos, leite, derivados do leite e outros itens serão colocados no mercado, caso a empresa receba a autorização do ministério. 
Ideia também é vender no Brasil 

A ideia do grupo é vender, inicialmente, 100% dos produtos para o mercado estrangeiro. "Mas pretendemos, sim, tentar implantar no mercado interno", diz, citando que além da carne, "será comercializado tudo do animal". Rego não diz qual o investimento já feito pela empresa. 

O grupo cadastra possíveis criadores que venderão jumentos, além de ter produção própria. Segundo Rego, a empresa também se propõe a buscar animais soltos em rodovias e, assim, ajudar na luta das autoridades de trânsito para reduzir acidentes. 
Outros projetos 

Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, existem hoje quatro frigoríficos autorizados no país a abater jumentos: dois no Paraná, um no Rio Grande do Sul e outro em Minas Gerais. Desses, entretanto, apenas dois (RS e MG) fizeram abates em 2016. 

Dados do sistema Alice (Análise das Informações de Comércio Exterior), do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, apontam que a exportação do item "carnes de animais das espécies cavalar, asinina e muar, frescas, refrigeradas ou congeladas" foi de 2,7 mil toneladas no ano passado, com faturamento de US$ 7,8 milhões. 

A superintendência do ministério no Rio Grande do Norte informou que recebeu o pedido da GBI e o devolveu, após análise, para que algumas questões fossem esclarecidas. 
Críticas ao abate 

O abate de jumentos, porém, vem gerando críticas de ambientalistas nordestinos. A ONG Defesa da Natureza e dos Animais, de Mossoró (RN), diz que pode haver risco de extinção caso comece o abate do animal na região. "Nos últimos 10 anos, sem intervenção para o abate, essa população de jumentos está caindo. Imagina se simplesmente começarmos a abatê-los?", diz a presidente da entidade, Kátia Lopes. 

Sobre o abandono de animais, Lopes nega que o jumento perdeu serventia ao nordestino. "Eles têm outras utilidades, sem dúvida, como a zooterapia, a terapia ocupacional. Temos ainda muito animal companheiro de trabalho do homem do campo", diz. "Matar e exportar não resolve o problema." 

Segundo Jean Berg da Silva, doutor em inspeção de alimentos de origem animal e pesquisador do tema na Ufersa (Universidade Federal do Semi-Árido), não há como precisar se há risco de extinção pela falta de números confiáveis sobre jumentos. Para ele, a produção para abate deve ser planejada para evitar risco. "Você tem de ver o tamanho do abate. Se você sair abatendo bovino sem controle, por exemplo, ele também vai entrar em risco de extinção." 
Consumir carne de jumento é seguro? 

Outra preocupação da presidente da ONG é sobre a falta de controle adequado de doenças em jumentos. "Os asininos possuem a capacidade de ter algumas doenças e muitas vezes são assintomáticos", diz. 

De acordo com Silva, não há riscos no consumo da carne de jumento. "O problema do consumo dessa carne no Brasil é cultural, especialmente no Nordeste pela simbologia do animal. Isso deve ser levado em conta, mas do ponto de vista sanitário essa carne só precisa de passar por todos os critérios que outras carnes --como bovinos, suínos e aves passam." 

Segundo o ministério, a inspeção e a fiscalização dos matadouros são feitas por servidores federais, antes e após o abate. Caso o animal seja julgado apto para consumo humano, sua carcaça e partes recebem o carimbo da inspeção federal e a comercialização é autorizada.

FONTE: Uol

28/04/2017

Ativistas protestam contra o abate de animais recolhidos em farras do boi na Grande Florianópolis

É triste mesmo.... depois de farreados ainda tem que encarar o matadouro.... ô nojo!!!!!
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As vidas de dois animais, um boi e uma vaca, foram tema de uma audiência de conciliação na tarde desta quarta-feira em Biguaçu.

Os animais foram recolhidos há cerca de 10 dias em uma ocorrência de Farra do Boi em Governador Celso Ramos, na Grande Florianópolis. Ativistas protestaram em frente ao fórum da cidade contra o abate destes bichos — indicado pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc).

Ativistas e ONGs pediam a realização de exames nos animais que determinassem suas reais condições de saúde antes do abate. E eles conseguiram.

De acordo com a advogada da Associação Catarinense Protetora dos Animais, Renata Fortes, os dois bichos recolhidos estão sob a responsabilidade da comissão de defesa dos animais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de São José — fato que foi determinado judicialmente ainda na época da ocorrência. Eles estão protegidos em um abrigo. A Cidasc, explicou a advogada, solicitou, por meio de uma liminar na Justiça, o abate dos dois animais. 

— As entidades protetoras não são contrários ao abate, casos exames de saúde indiquem a existência de alguma doença infecto-contagiosa. Mas a princípio, eles não apresentam sintomas de alguma doença. E acreditamos que é possível realizar os exames antes, que comprovem o estado de saúde dos animais, antes de uma medida mais drástica — explicou Renata.

O pedido dos ativistas foi acatado pela Justiça, e por enquanto, como detalhou Renata, a vida dos animais está mantida até os resultados dos exames.Caso os resultados comprovem que os bovinos não estão infectados, o desejo dos ativistas é enviar os animais para adoção e para um santuário — como ocorreu no ano passado, quando 40 bois maltratados foram resgatados em São José. A ideia é que os novos tutores tenham amplo espaço para receber os animais. 

O que diz a Cidasc
Em um comunicado oficial em seu site, a Cidasc se manifestou através do médico veterinário e gestor do Departamento Estadual de Defesa Sanitária Animal, Marcos Vinicius de Oliveira Neves.

Ele explicou que "o rebanho de bovinos e bubalinos no estado de Santa Catarina é identificado individualmente e registrado na Cidasc para garantir a origem e a rastreabilidade dos animais.

Qualquer animal, sobre o qual não é possível comprovar a origem, representa um risco sanitário para os demais animais dos rebanhos catarinenses, pois pode transmitir doenças que hoje no estado já estão erradicadas ou sob controle".

"De acordo com a legislação sanitária, os animais sem origem comprovada no estado, que representam risco sanitário, devem ser abatidos em estabelecimentos adequados, que obedeçam às normas do abate humanitário e bem-estar animal. Os esforços contínuos de toda a cadeia produtiva e a efetiva adoção das medidas de defesa sanitária animal pela Cidasc visam proteger os rebanhos catarinenses do reingresso de doenças já erradicadas como a febre aftosa, evitando graves consequências aos animais, à população e à economia catarinense que depende de uma atividade agropecuária de qualidade e sustentável", continuou o comunicado.

10/04/2017

Frigorífico é interditado e duas pessoas são presas em Lavras do Sul

Interditado porque matava de forma cruel? chega ser piada...... 
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Um frigorífico foi interditado e duas pessoas foram presas por abate ilegal de animais em Lavras do Sul, na Região Central do Rio Grande do Sul. A ação ocorreu na quarta-feira (5). O local não tinha registro no Serviço de Inspeção Municipal e os animais eram mortos de forma cruel.

Durante a força-tarefa do Programa Segurança Alimentar, do Ministério Público, foram encontradas carcaças de animais mortos com marretadas na cabeça, o que é irregular e caracteriza o crime de maus tratos. Também foi encontrado no local um carimbo da veterinária, sem que ela estivesse presente.

Foram presos em flagrante o dono do frigorífico Leonardo Kriger Remedi e a veterinária do município Wanda Berenice Munhoz.

Em 2013, uma ONG da cidade já havia denunciado as más condições do frigorífico. Na época, a prefeitura de Lavras do Sul deu um prazo de dois meses para que os problemas no abate dos animais e no transporte das carnes fosse resolvido.

A promotora de Justiça de São Sepé, Bárbara Pinto e Silva, disse que foi aberto um inquérito para investigar a ação da Vigilância Sanitária do município, que seria responsável por fiscalizar o abatedouro. Também será investigada a responsabilidade civil e criminal do dono do frigorífico e da veterinária do município.

O dono do frigorífico disse que o local tem licença para funcionar e que os animais são abatidos com pistolas de pressão conforme determina a legislação. O prefeito de Lavras do Sul Savio Prestes disse que não tinha conhecimento dos problemas no frigorífico. Ele acreditava que a fiscalização era feita pela Vigilância Sanitária Estadual.

Já a veterinária do município entrou com uma licença por motivos de saúde. A prefeitura deve abrir uma sindicância para apurar a atuação da profissional.

Na mesma ação, foram inspecionados outros três estabelecimentos comerciais na cidade: o Açougue & Mercearia Costa, o Açougue e Mercearia Querência e a Mercearia Bitencourt. Nenhum foi interditado, mas foram recolhidas aproximadamente 6,2 toneladas de alimentos.

FONTE: G1

06/04/2017

Bélgica quer proibir os abates religiosos halal e kosher

Vista-se
A matéria não incluiu a Polônia que, também, já proibiu o abate kosher e halal. Confira AQUI.
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BRUXELAS (Reuters) - As comunidades muçulmana e judaica da Flandres criticaram uma proposta da região belga de proibir o abate sem controle dos pequenos animais, que, segundo eles, violariam suas regras para o ritual de morte.

Sob o projeto de lei, animais como ovelhas e aves de capoeira terão que ser atordoado eletricamente antes de ser morto, o que a maioria dos defensores dos direitos dos animais dizem que é mais humano do que os rituais islâmicos halal e judeu kosher. Ambos exigem que os açougueiros rapidamente matem o animal, cortando sua garganta e drenando o sangue.

"O assassinato não está desatualizado", disse Ben Weyts, ministro regional do bem-estar dos animais, em um comunicado. "Em uma sociedade civilizada, é nosso dever evitar o sofrimento animal quando possível."

O projeto de lei tem amplo apoio na região predominantemente católica, e a oposição das minorias religiosas da Flandres ilustra as dificuldades enfrentadas por alguns países europeus, que lutam para integrar as populações imigrantes.

A questão poderia jogar com um público mais amplo, incluindo políticos de direita e defensores dos direitos dos animais, que geralmente apoiam a legislação.

Para os animais de porte grande, a lei proposta exige que animais como o gado sejam atordoados imediatamente depois que suas gargantas forem cortadas durante o ritual de abate.

A comunidade muçulmana da Bélgica afirmou que seu conselho religioso já expressou sua oposição ao assassinato atordoado e que não houve nenhuma mudança em sua postura desde então.

"Os muçulmanos estão preocupados se podem comer comida halal ... de acordo com seus ritos religiosos e crenças", disse o Executivo Muçulmano Belga.

A comunidade judaica flamenga disse que estava estudando a proposta e que a matança assombrada não estava de acordo com as leis religiosas judaicas.

Embora a lei proposta se aplicasse apenas à região de língua neerlandesa da Flandres, no norte da Bélgica, outras regiões belgas estão a planear movimentos semelhantes.

Países como a Dinamarca, a Suíça e a Nova Zelândia já proíbem o abate sem atordoamento. (Reportagem de Robert-Jan Bartunek, reportagem adicional de Tom Heneghan, edição de Richard Lough)

Fonte: Daily Mail
Tradução livre do Google para "O Grito do Bicho"

17/03/2017

Projeto de lei autoriza abate de animais silvestres no Brasil


A discussão continua..... Vamos esperar a hora certa e mostrar com quantos paus se faz uma canoa.... 
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Deputado ruralista diz que ideia é regulamentar o controle da fauna no país

RIO - Um projeto de lei para revogar a Lei de Proteção à Fauna, de 1967, e regulamentar o abate de animais silvestres no Brasil está gerando críticas de ambientalistas.

De autoria do deputado federal Valdir Colatto (PMDB-SC), um dos líderes da bancada ruralista no Congresso, a proposta cria uma política de controle da fauna terá que ser aprovada na Comissão de Meio Ambiente da Câmara e por mais duas comissões antes de ir a plenário.

A polêmica foi instaurada porque a caça está proibida no Brasil desde 1967. Para entidades de proteção ambiental, como o Greenpeace, o projeto de lei autoriza o “assassinato” de animais

— Lutar contra o meio ambiente e anistiar quem comete crimes ambientais sempre foi marca registrada do deputado e de muitos da bancada ruralista. Não contente, agora quer autorizar o assassinato de animais. É repugnante — afirma Márcio Astrini, coordenador de Políticas Públicas do Greenpeace Brasil.

O projeto revoga a Lei de Proteção à Fauna, de 1967, que proíbe o exercício da caça profissional. Segundo a legislação vigente, a caça só pode ser permitida se houver regulamentação específica do Executivo Federal.

O deputado, no entanto, argumenta que não está liberando a caça a animais silvestres e sim permitir o controle de animais perigosos e cita o javali europeu, cuja caça foi permitida a partir de 2013.

— As regras nesse caso, por exemplo, não estão sendo suficientes para o controle, e o javali está causando prejuízos para as lavouras — disse Colatto. — A proposta não é liberar a caça. É fazer manejo e controle. Quem vai fazer as regras é o Ibama.

No texto do projeto de lei 6268/2016, há um capítulo que fala sobre a permissão para eutanásia e abate de animais. “Quando o animal for considerado nocivo às atividades agropecuárias e correlatas, mediante apresentação de laudo comprobatório pelo órgão competente; quando constante entre as medidas preconizadas pelo plano de manejo da espécie, aprovado pelo órgão ambiental competente; quando caracterizada superpopulação, em condições in situ ou ex situ, de acordo com critérios estabelecidos em regulamento e para os espécimes provenientes de resgates em áreas de empreendimentos sujeitos a licenciamento ambiental, de acordo com critérios estabelecidos em regulamento estabelecido pelo órgão ambiental competente.”

Em outro trecho, questionado pelo Greenpeace, o deputado diz que “no ambiente rural, a proximidade com os animais silvestres e o eventual risco dessa proximidade, com acidentes e ataques desses animais, tanto aos humanos como a suas propriedades e rebanhos, faz com que a caça seja vista como uma prática regular, nestes casos sem finalidade de entretenimento e de esporte, mas como prática de relação com o ambiente, a qual, com o passar do tempo, pode se organizar como uma atividade de cunho cultural, como uma prática social e mesmo como atividade geradora de ganho social e econômica para as populações do meio rural.”

— Não vamos poupar esforços para derrotar este projeto e impedir sua aprovação — disse Márcio Astrini, do Greenpeace.

FONTE: oglobo

07/03/2017

Após nova morte de surfista, Kelly Slater pede 'abate' de tubarões em ilha francesa

Sempre tive muita simpatia por surfista, mas, ao ler isto fiquei pensando no que este cara tem na cachola..... O cara vai lá na casa do tubarão e quer que mate as criaturas para ele brincar de pegar onde.... ah vá..... 
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8 atletas já perderam a vida por causa de ataques de tubarão na Ilha Reunião

Onze vezes campeão mundial e considerado o maior nome do surfe na história, Kelly Slater é uma unanimidade para quem defende esportes aquáticos. Porém, por causa de uma polêmica declaração, ele criou problemas com ambientalistas e está recebendo muitas críticas por isso. Na ocasião, o norte-americano estava lamentando a morte do surfista Alexandre Naussance, de 26 anos, vítima de um ataque de tubarão na Ilha Reunião, na França e defendeu que a espécie fosse "abatida" do local.

"Honestamente, eu não vou ser o mais querido por dizer isso, mas é necessário que haja um sério abate diário na Ilha Reunião. Há um claro desequilíbrio acontecendo no oceano lá. Se o mundo inteiro tivesse essa taxa de ataque, ninguém usaria o oceano e literalmente milhões de pessoas estariam morrendo assim. O governo francês precisa descobrir isso o mais cedo possível. 20 ataques desde 2011?", disse Slater, no Instagram, homenageando Naussance e os outros sete surfistas que perderam a vida nesses 20 ataques de tubarão.

Depois de uma repercussão negativa e ser acusado até mesmo de hipocrisia, pois sempre foi um grande defensor da natureza e dos oceanos, ele se defendeu, dizendo que uma espécie específica de tubarão é que tem que ser extinta do local, "abrindo espaço" para outras criaturas: "Eu não estava defendendo uma destruição de nenhuma espécie. Na verdade, há chances de muitas outras espécies de tubarões e outros seres do mar que poderiam prosperar sem a abundância de "tubarões-cabeça-chata" devastando o ambiente local na Ilha Reunião. Não se trata de me divertir e estar sendo egoísta com o meu esporte", completou.

FONTE: esportefera

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