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12/12/2017

“Ainda há crianças que não sabem que os animais podem sentir dor”

A entrevista foi feita com um veterinário lá em Portugal e achei muito apropriada.... bem interessante....
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Continuamos a maltratar, a desrespeitar e a taxar duramente a saúde dos nossos animais, quando na verdade eles só nos dão amor em troca, avisa Luís Montenegro, diretor clínico do Hospital Veterinário Montenegro, no Porto.

06/12/2017

Coelhos penhorados em Estarreja já estão a ser alimentados - Portugal

Que coisa triste!!!! saber que sobreviveram poucos e que serão abatidos para "subprodutos" já que estão doentes.... Que coisa lamentável....
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A Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) já providenciou ração para alimentar os cinco mil coelhos que estavam a morrer à fome numa exploração de Estarreja depois de terem sido penhorados,

04/12/2017

Cinco mil coelhos penhorados estão morrendo de fome

Minha Nossa!!!! não acredito que ninguém da proteção animal de Portugal esteja ignorando a situação.... Olha que tragédia!!!!! Sabineeeeeee, olha isto!!!!!
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Cerca de 5.000 coelhos estão sem alimento há mais de uma semana, em Canelas, no concelho de Estarreja, depois de terem sido penhorados por uma dívida da empresa de cunicultura a um fornecedor.

12/11/2017

Concentração exigiu fim do transporte de gado para o Médio Oriente - Portugal

Nossos companheiros portugueses andam fazendo um bom trabalho na luta contra o transporte de gado vivo em navios para o oriente médio. O Brasil tem muito mais território e presumivelmente muito mais ativistas. Mas, tirando o Fórum de Proteção Animal ninguém tem se interessado neste tema. Aliás, nem mesmo apoiar o Fórum a galera tem se prontificado. Vejam Portugal e copiem, gente!!!! não fosse meus 70

07/11/2017

Braga é a segunda cidade com uma ‘Casa dos Gatos’

Muito bom!!!!!!!! aliás, o projeto deveria existir em todos os municípios do mundo..... 
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O projecto da ‘Casa dos Gatos’ - uma ideia importada de uma associação de Sintra que se pretende implementar em Braga acaba de ser apresentado ao movimento cívico Braga para Todos pelo vereador do Ambiente, Altino Bessa - que tem vindo a trabalhar insistentemente na causa animal nos

25/10/2017

Associação apela à suspensão da caça devido à morte incalculável de animais - Portugal

A caça é uma maldição!!!!! e ainda por cima, Portugal, Espanha e Califórnia arderam em fogo recentemente. A morte de animais é algo assombroso.... incalculável..... Agora, suspende a caça para poder "renovar" suas próximas vítimas.... Minha Santa dos Rococós Embrulhados, o que os animais fizeram para sofrerem tanto?
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23/10/2017

A cadela com filhote carbonizado na boca na verdade é um cão chamado Jacki - Portugal

Realmente, a imagem da "cadela" ganhou o mundo e agora vem a revelação.... muito legal!!!! Só achei estranho que não fizeram nenhuma outra imagem dele? poxa, entranho p´ra mim....
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A cadela mais querida do momento na Espanha se chama Jacki − e, na verdade, é macho. Quando as chamas de 30 metros de altura, como Jacki nunca tinha visto, engoliram a

18/10/2017

Esta tendência de humanizar os animais é desprovida de sentido - Portugal

Não sei se vão entender, mas, o que ele fala faz sentido p´ra mim. Tem muita gente que tem o seu animal de estimação como uma extensão própria e não pelas necessidades reais dos bichos. Conviver com animais é maravilhoso, mas, sinceramente não vejo nenhum prazer para os animais irem a restaurantes humanos. Portugal discute isto faz um tempo e acho meio estranho isto ter chegado até ao Parlamento. 

17/10/2017

Pai e filha protegem 80 cães das chamas - Portugal

Estes são dos nossos... Olha que luta, gente!!!!! Portugal está em chamas... Milhares de animais morreram... Acompanhem tudo no Facebook da Liliana Santos.... Minha Nossa dos Fogos Apagados, jogue muita água por lá, por favor!!!!
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O abrigo de animais ficou cercado pelas chamas
No domingo, Liliana Santos e o seu pai ficaram sozinhos no

01/10/2017

Imagens provam maus tratos a animais portugueses transportados vivos para Israel

Nossos irmãos de Portugal estão trabalhando bastante para um fim desta crueldade praticada pelo mundo sem que uma providência seja tomada. Leiam nossa matéria anterior sobre esta luta AQUI e saibam que no Brasil só o Fórum Nacional se meteu nesta briga. Pelo menos vamos apoiá-lo, né? Leia: Pelo fim das exportações de gado vivo

22/09/2017

Bloco quer limitar transporte marítimo de animais vivos - Portugal

Bem, galera de Portugal está agindo para tentar acabar com esta barbaridade que se tornou o transporte de animais via marítima. Aqui no Brasil, só vi o Fórum de Proteção Animal fazer campanha. E, neste ponto estamos enfileirados à esta iniciativa que pode ser lida em nossa postagem a respeito: Pelo fim das exportações de gado vivo. Não sei em que pé estão as tratativas a respeito, mas, tem o link do Fórum na postagem para nos informarmos.
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A deputada Maria Manuel Rola afirma que "o Bloco está empenhado em mudar as regras do transporte marítimo de animais e tem apoiado esta campanha da sociedade civil, bem como é

30/08/2017

PAN quer impedir "morte do galo" em aldeia de Seia - Portugal

Olha, eu pesquisei rapidamente no Google e o que achei é que isto é uma festa onde um galo empalhado é queimado.  Olha neste link o que eles dizem que é: Milhares de pessoas acompanharam o julgamento e morte do galo, na Guarda. Trata-se de uma tradição popular que há anos marca o carnaval da região. Em todo caso, posso estar enganada, mas, não achei nenhuma referência do descrito na matéria. 
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O PAN - Pessoas-Animais-Natureza pretende impedir a prática da "morte do galo", anunciada para as festas do Santíssimo Sacramento, em Várzea de Meruge, no concelho de Seia, de oito a 11 de setembro.

Em comunicado divulgado nesta terça-feira, o PAN refere que a prática, em que o galo "é agredido sucessivamente com um pau até morrer", foi denunciada junto do Ministério Público, da Direção Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) e da Câmara Municipal de Seia, no distrito da Guarda.

Segundo o PAN, a prática, apresentada no programa das festas "na qualidade de atividade de entretenimento", ocorrerá a 11 de setembro no recinto da festa, junto à Casa do Povo de Várzea de Meruge, "local onde um galo é preso perante a assistência ao mesmo tempo que são vendadas as pessoas que se inscrevem para participar" no "'jogo'".

"Estas pessoas são chamadas uma a uma, tendo na sua posse um pau com o qual é suposto desferirem pauladas sucessivas até que o galo morra. O galo é consecutivamente agredido com o pau, agonizando lentamente fruto dos ferimentos, até que alguém finalmente o consiga matar. Quem conseguir por fim matar o galo ganha-o como prémio", explica a nota hoje enviada à agência Lusa.
O melhor do Jornal de Notícias no seu email

O PAN considera que esta prática "é ilegal e não cumpre o disposto no artigo 1.º da Lei n.º 92/95 de Setembro", que refere serem proibidas "todas as violências injustificadas contra animais, considerando-se como tais os atos consistentes em, sem necessidade, se infligir a morte, o sofrimento cruel e prolongado ou graves lesões a um animal".

Segundo a fonte, também o Código Civil refere que os animais "são seres vivos dotados de sensibilidade e objeto de proteção jurídica em virtude da sua natureza" e que o proprietário de um animal "deve assegurar o seu bem-estar e respeitar as características de cada espécie e observar, no exercício dos seus direitos, as disposições especiais relativas à criação, reprodução, detenção e proteção dos animais e à salvaguarda de espécies em risco, sempre que exigíveis".

Acrescenta que "o direito de propriedade de um animal não abrange a possibilidade de, sem motivo legítimo, infligir dor, sofrimento ou quaisquer outros maus-tratos que resultem em sofrimento injustificado, abandono ou morte".

O PAN alertou ainda o Ministério Público, a DGAV e a Câmara Municipal de Seia para o incumprimento da regulamentação estabelecida para o abate de animais, "uma vez que o galo é preso pelas patas e morto à 'paulada'".

"Pedimos a intervenção urgente para que se impeça este jogo anacrônico, digno da época medieval, uma prática aterradora e atentatória do bem-estar animal que contraria claramente a legislação aplicável", refere no comunicado André Silva, deputado do PAN.

Fonte: JN/PT
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ATUALIZAÇÃO em 01/09/17: 
Querem processar o PAN porque não é verdade a acusação. Confere:
A morte do galo, que era um ovo. Que era um galo? Era um ovo

19/08/2017

Há quem espalhe barcos de papel para denunciar o transporte de animais vivos

Amigos, Portugal está fazendo o dever de casa para por um fim nesta desgraceira que é o transporte de animais vivos para países que os matam da forma mais bárbara possível não só em matadouros como em rituais ditos "religiosos".... Assinem a PETIÇÃO para ajudar.
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Movimento cívico português quer pôr um fim à exportação de animais para fora da União Europeia. Avizinha-se uma luta longa e há barcos de papel para ajudar

Há um movimento cívico que está a incentivar pessoas a construir barquinhos de papel e a espalhá-los por todo o lado — e até disponibilizou um tutorial para que seja mais fácil. O objectivo é claro: a "abolição do transporte por via marítima de animais vivos que ocorre, desde 2015, de Portugal para o Médio Oriente e Norte de África". Há animais que chegam a passar mais de 200 horas num barco.

Falamos da Plataforma Anti-Transporte de Animais Vivos (PATAV), criada por Constança Carvalho em Fevereiro de 2017. “Tive conhecimento deste negócio deplorável e senti que tinha de fazer alguma coisa. Assim, contactei pessoas conhecidas que sabia que partilhavam da minha preocupação face a este assunto e decidimos agir”, conta, por e-mail, ao P3. E assim foi. O passa-palavra resultou e, meio ano depois, o movimento cresceu e formulou uma petição pública que conta já com mais de 5000 subscritores.

"O transporte é, reconhecidamente, um problema grave de bem-estar animal e estes animais enfrentam, em média, dois dias de transporte rodoviário e, no mínimo, seis de transporte marítimo", pode ler-se na petição pública. No entender da plataforma, "no transporte marítimo os animais são tratados como mercadoria, como “coisas””.

E embora o novo estatuto jurídico dos animais os reconheça como seres vivos dotados de sensibilidade e objecto de protecção jurídica, existe, no entender do movimento "uma incoerência legal ao nível desta protecção jurídica, uma vez que, por exemplo, a criminalização dos maus-tratos exclui os animais de pecuária".

Uma viagem por mares agitados
Segundo dados da organização Israel Against Life Shipments, em 2016 saíram dos portos de Setúbal e Sines, em direcção a Israel, cerca de 44.000 bezerros e 24.000 cordeiros. O que significa que, em média, naquele ano, 121 bezerros e 65 cordeiros foram exportados por dia em condições que não respeitam as leis europeias. A tendência, defende a PATAV, é que estes números aumentem. Com base em dados da Direcção-Geral de Animais e Veterinária (DGAV), a plataforma estima que entre Janeiro e Maio de 2017 já tenham saído para Israel 65.000 animais.

"Na prática, é impossível que barcos com milhares de animais confinados respeitem a legislação europeia no que diz respeito ao bem-estar animal, condições de higiene e impacto ambiental conforme os ditames da convenção MARPOL [Convenção Internacional para a Prevenção da Poluição por Navios]”, afirma Constança Carvalho, para quem os barquinhos origami não são a única forma de sensibilização para o problema.

“Sentimos que a maioria da população não está ao corrente desta realidade e acreditamos que se soubessem também a condenariam”, afirma a responsável. Desta forma, o movimento tem incentivado o envio de cartas a entidades do Governo português, tendo inclusive reunido com o ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Luís Capoulas Santos, no passado dia 8 de Agosto. Constança Carvalho saiu da reunião com a garantia de que, caso se verifiquem situações como aquelas que ocorrem no Egipto — onde os tendões dos animais são cortados antes do abate para efeitos de imobilização —, a exportação para países com estas práticas será travada.

Trazer mais gente a bordo
A plataforma assume-se como “apartidária” e reúne pessoas de vários quadrantes políticos. Quando questionada acerca de uma aproximação ideológica ao PAN (Pessoas-Animais-Natureza), a resposta de Constança é clara: "Temos estado em contacto com o PAN, bem como com outros partidos que têm enviado pedidos de esclarecimento à DGAV".

Através de um comunicado, o PAN solidarizou-se com o movimento e reforçou o pedido da PATAV para que passe a ser obrigatória a presença de um médico-veterinário no processo de exportação, isto é, no embarque, viagem, desembarque e, finalmente, no abate dos animais.

A finalidade do movimento é acabar com a exportação de animais vivos para fora da União Europeia. Pelo caminho, existem outras metas. Uma delas prende-se com a diferenciação entre seres vivos. “Esta questão do transporte de animais vivos ilustra bem a diferenciação que ainda fazemos, na nossa sociedade, entre animais com níveis de consciência e senciência equivalentes."

Um problema de cada vez. Para já, a luta da PATAV faz-se com cartas e barcos de papel. É lá que cabe a carga pesada da mensagem que querem entregar.

Fonte: P3

16/07/2017

Biólogo estima 300 veados, corços e javalis mortos na Serra da Lousã - Portugal

O saldo de mortes provocadas por aquele recente incêndio em Portugal é uma tragédia. O número se refere aos animais selvagens de porte grande que deu para contabilizar, aproximadamente, mas, quantos milhares de pequenos, quantas aves e quantos domésticos/domesticados se foram? Na ocasião publicamos até a história de Como um cão sobreviveu às chamas perto da estrada da morte . Pobres animais......
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Pelo menos 300 veados, corços e javalis terão morrido, na Serra da Lousã, nos incêndios que assolaram os concelhos da região desde o dia 17, disse hoje à agência Lusa o biólogo Carlos Fonseca.

No entanto, "apesar de não ser extraordinário, o cenário é bastante positivo, tendo sobrevivido muitos destes animais que, pelo seu instinto natural, conseguiram escapar à frente das chamas", revelou o professor da Universidade de Aveiro, que monitoriza estas populações há mais de 20 anos.

Durante vários dias desta semana, a equipa de Carlos Fonseca percorreu centenas de quilómetros, nos municípios ligados à Serra da Lousã, "numa tentativa de avaliar o impacto deste intenso e extenso incêndio" nas comunidades de javalis, veados e corços.

FONTE: destak.pt

01/07/2017

Cadela encontrada com foice atravessada no pescoço causa revolta - Portugal

Que coisa impressionante!! Como esta cachorra está viva? Não estranhem a forma da matéria escrita porque é de Portugal.
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Apesar da brutalidade da imagem, temos boas notícias. A cadela estará recuperada em 15 dias e já tem várias pessoas interessadas em dar-lhe abrigo.

A Clínica Veterinária do Marco, em Marco de Canaveses, teve de lidar, esta quinta-feira, com uma violenta prova de como o ser humano pode, por vezes, ser incompreensível.

A imagem - que pode ferir a susceptibilidade de alguns leitores - já está a proliferar na internet e muitos querem agora encontrar o responsável.

Tudo terá tido início na noite desta quinta-feira, altura em que a diretora clínica Ana Barros, já em casa, recebeu a chamada de uma amiga que estava a passear na cidade e encontrou o que achou muito estranho: um cão com uma foice presa ao pescoço.

A médica veterinária achando que algo "não batia certo", e porque mora ainda a 15 quilómetros da cidade, pediu a um voluntário da Animarco (Associação dos Amigos dos Animais de Marco de Canaveses) que se deslocasse ao local para ver o que se passava.

O pior veio a confirmar-se e Ana Barros deslocou-se de imediato à clínica, onde procedeu a uma intervenção cirúrgica, para retirar o objeto cortante do corpo do animal.

"Felizmente não atravessou nenhuma das estruturas vitais do pescoço, apenas pele e músculo", conta a veterinária ao Notícias ao Minuto, garantindo que o animal está a recuperar bem e que "em 15 dias" estará totalmente recuperada.

Revoltada com a situação, e antes da operação, Ana tirou uma foto da cadela que partilhou nas redes sociais para denunciar a situação, mas confessa que jamais pensou que a divulgação da mesma atingisse as proporções que alcançou.

Fonte: Notícias ao Minuto
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ATUALIZAÇÃO:
Cadela encontrada com foice já tem nome... e um apelo a fazer

29/06/2017

Santa Maria da Feira declara-se município livre de touradas - Portugal

A notícia vinculada na mídia de Portugal nos dá uma enorme alegria.... O texto abaixo está escrito com a grafia daquele país.
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Por proposta do Bloco de Esquerda, a Assembleia Municipal aprovou por unanimidade que o concelho de Santa Maria da Feira se declare como um “município livre de touradas”.

A Assembleia Municipal de Santa Maria da Feira aprovou por unanimidade, nesta segunda-feira 27 de junho de 2017, uma moção que declara o concelho um “município livre de touradas”. (Lei a moção na íntegra)

No documento, assinala-se que “a tourada é um ato bárbaro e cruel” e que “a promoção do sofrimento animal como forma de entretenimento é inadmissível numa sociedade que se quer moderna e que queira pertencer ao séc. XXI”.

A moção refere também que ainda recentemente houve uma tentativa de realizar uma tourada na Lourosa. Nessa altura, foi o Bloco de Esquerda que alertou publicamente para o facto, tendo a tourada acabado por ser cancelada e duas manifestações, que entretanto tinham sido convocadas, foram desmarcadas. (ver notícia no esquerda.net)

No texto, aponta-se que o concelho “tem que ser firme e declarar-se município livre de touradas, para dar a mensagem clara que em Santa Maria da Feira não será permitida a realização de touradas ou de outros eventos que vivam e explorem a violência e o sofrimento animal”.

“Este é o momento de escolher a cultura contra a violência, o entretenimento contra o sofrimento. Por isso entendemos que a realização de espetáculos com animais que impliquem o seu sofrimento físico ou psíquico não pode ser alvo de apoio institucional, ou seja, que nenhum recurso ou apoio público pode contribuir para este tipo de práticas”, salienta, por fim, a moção.

FONTE: esquerda.net

21/06/2017

Donos de Rex foram dados como mortos, mas afinal estão todos bem - Portugal

Ontem publicamos sobre Como um cão sobreviveu às chamas perto da estrada da morte lá em Portugal que está vivendo um drama enorme por causa dos incêndios florestais. Mas, hoje estamos atualizando o caso porque muita gente queria saber o que aconteceu com o cão que se chama Rex. Vejam aí a matéria que Margarida nos mandou:
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Rex é um cão de seis meses que numa reportagem televisiva foi dado como tendo escapado ao fogo de Pedrógão Grande, ao contrário dos donos. Afinal, ninguém morreu.

Naquela propriedade de Barraca da Boavista, perto da Estrada Nacional 236 (EN 236), o fogo causou danos materiais, mas poupou pessoas e animais, disse ao JN, ao final da tarde desta segunda-feira, Rodrigo Coelho, um dos donos do cão. "O cão sobreviveu ao incêndio e não morreu ninguém", resumiu.

O veterinário Paulo Sousa, da Zoosaúde - Serviços Médicos, com sede em Penela, foi uma das pessoas que se deslocaram ao local para verificar o estado do animal, após a emissão da reportagem, depois de ter sido contactado por diversas pessoas "indignadas" por, aparentemente, o cão ter sido lá deixado.

Só que Paulo Sousa encontrou Rex "todo bem disposto" - "veio lamber-me as mãos" - e com "água fresca" à disposição. O veterinário constatou que o cão "não está maltratado", tem chip e está vacinado. O mesmo garantiu Daniela Patriarca, voluntária da associação Agir pelos animais que também foi ao local: "O animal não está negligenciado".

Rex escapou, de facto, ao fogo, como explicou Rodrigo Coelho. Quando o pai de Rodrigo Coelho chegou ao local, já as chamas tinham consumido duas carrinhas de uso profissional, uma delas funerária, um barracão com material diverso e a parte velha da casa, mas tudo o resto, incluindo a zona onde estavam os animais, ficou intocado, explicou.

Os animais são outras das vítimas da tragédia. Daniela Patriarca, que nesta segunda-feira correu a zona de Castanheira de Pera de carro, à procura de bichos que precisassem de ajuda, devolveu dois cães aos donos e recolheu um terceiro, que ficará disponível para adoção caso não se descubra o seu lar.

"O cenário é macabro", segundo Daniela, que viu vários cadáveres de veados, cães e outros animais que não conseguiu identificar.

Fonte: JN - PT

17/05/2017

Abandonados em Portugal e adotados em outros países da Europa

Eu fico emocionada com o trabalho de certas pessoas e ONG´s da proteção animal... São coisas mirabolantes e que exigem muito empenho e dão muito trabalho..... Adoção internacional é super hiper trabalhoso e tem um simbolismo impagável..... Axé para todos!
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Adoção internacional é uma tendência cada vez mais presente e já salvou muitos cães.

Mais de uma dezena de cães que estavam à guarda do canil municipal de Évora já foram adotados por famílias estrangeiras no âmbito do projeto ‘Fiel Out of Portugal’. Fénix e Yoda serão os próximos. O programa que promove a adoção internacional foi criado pelo serviço veterinário municipal para alterar comportamentos e mentalidades quanto aos nossos melhores amigos de quatro patas e encontrar nova casa para aqueles que a perderam. E o seu sucesso reflete uma tendência cada vez mais forte a nível global.

O projeto desenvolvido em Évora por voluntários permitiu já enviar 15 cães para lá da fronteira, designadamente para a Bélgica e Holanda.

"Estes países, por oposição ao que se passa em Portugal, há muito que praticam a adoção responsável de animais e a esterilização, daí que não haja sobrepopulação nem abandono", explica a veterinária.

O processo de adoção acaba por ser "muito simples". "Temos dois intermediários, uma senhora holandesa residente em Estremoz e um jovem estudante de Veterinária, da Universidade de Évora, com dupla nacionalidade, que fazem a ponte entre o canil municipal e as associações protetoras dos animais desses países", explica a veterinária.

Quase sempre é a internet que dá a conhecer os animais. Mas as famílias candidatas começam por ser "visitadas por um elemento dessas associações para ver se têm condições para receber os animais, e só depois é que formalizam o pedido", desenrolando-se "todo o processo burocrático". O que até não é assim tão caro ou complicado.

POR TERRA OU PELO AR
Um dos fatores que tem contribuído para esta "quinzena de finais felizes" prende-se com a despesa envolvida e a forma como são transportados os animais até aos novos lares, de acordo com Ana Margarida Câmara. "Quer seja pelo ar ou por estrada, estamos a falar de valores muito acessíveis face ao poder de compra das famílias adotantes", acrescenta a médica veterinária.

Por outro lado, os cães antes de ‘levantarem voo’ são previamente esterilizados, chipados, vacinados, desparasitados e testados para a Leishmaniose no veterinário municipal, uma "grande oferta da edilidade que significa muito dinheiro se levarmos em linha de conta os preços praticados numa clínica privada", sublinha Ana Margarida.

Mas para os adotados seguirem viagem há outras pessoas envolvidas. Quando vão de avião, e depois de encontrado um parceiro de voo – humano responsável pelo animal – a viagem custa cerca de 60 euros, e se for por estrada, através de uma empresa especializada, o transporte ronda os 150 euros.

TENDÊNCIA INTERNACIONAL
Se estiver no aeroporto de Lisboa e der de caras com uma hospedeira com vários cães pela trela não estranhe. Pode ser Dani Engels, assistente de bordo na Lufthansa e voluntária para fazer o transporte de animais recém-adotados a bordo.

"Somos flight-buddies, ou seja, as pessoas que os acalmam, aconchegam, falam com eles, que lhes dão água ou comida se for preciso para que possam chegar ao destino mais tranquilos", explica. Como um animal não pode viajar sozinho, esta é uma forma de ajudar. Só no último ano, Dani Engels transportou, ou salvou, 50 cães portugueses.

Natural de Munique, Dani faz voluntariado há vários anos, tem casa em Portugal, e é geralmente através da internet que fica a saber quem serão os companheiros de voo. "Às vezes são maiores do que nas fotos, outras vezes muito tímidos. Mas é sempre uma emoção entregá-los às suas novas famílias, que os esperam no aeroporto de destino", conta. Uma emoção que se repete cada vez mais. "A adoção internacional está a aumentar muito, porque em países como a Alemanha não há praticamente animais abandonados. Além disso, as pessoas já estão habituadas a pagar por um animal, porque mesmo que não seja de raça é preciso pagar a taxa de adoção, licenças e fazer registos para ter um cão. Não é barato nem de graça adotar um cão na Alemanha. Por isso, muitas pessoas já preferem salvar um animal vindo de onde dificilmente teria um final feliz. Fica-lhes pelo mesmo preço e estão a salvar uma vida", justifica, com Leia pela mão.

Leia foi recolhida por uma organização de Braga, mas entrou na adoção internacional graças ao Movimento Movido a 4 patas, que confirma a tendência. "Há atualmente canis em Portugal em que todas as adoções conseguidas são para o estrangeiro. O número tem aumentado muito. São centenas de animais adotados anualmente, sobretudo na Alemanha e Inglaterra", diz uma das responsáveis, Mafalda Campos.

São também estes os destinos pródigos da maioria dos animais acolhidos por Kerry Gross, da AEZA, associação de Aljezur, fundada por uma cidadã germânica que vive no Algarve há quase duas décadas. A língua e os contactos internacionais ajudam às adoções além-fronteiras, mas sobretudo "o interesse crescente" dos europeus. "Portugal é perto. Há quem venha cá pessoalmente conhecer os cães", frisa.

EXEMPLOS DE HOLLYWOOD
A Humane Society International, uma organização internacional que concentra os seus esforços na implementação de programas sustentáveis e humanitários de gestão de populações de animais de companhia em todo o Mundo, não tem dados oficiais sobre a adoção internacional, mas também nota um "aumento do interesse, dos pedidos de contactos e na procura de animais online".

A organização encontra uma justificação na mudança de mentalidades. "Celebridades em todo o Mundo também estão a ajudar a consciencializar e, por isso, o cidadão comum está também mais atento às campanhas e participante desse esforço", afirma Alexandra Rothlisberger, que é a diretora do Departamento de Animais de Companhia da organização norte-americana. Os atores Orlando Bloom e Charlize Theron são bons exemplos de adoções internacionais. Ela levou alguns animais da África do Sul, de onde é natural, e ele adotou um amigo felpudo em Marrocos.

Todavia, adotar internacionalmente tem custos, normalmente suportados pelo novo dono. Despesas veterinárias, viagem e documentos. Dependendo dos países de origem e destino, pode custar até largas centenas de euros.

Outras vezes são as próprias associações que pagam. "Algumas organizações estão tão desesperadas para encontrar casas para os seus animais resgatados que não cobram taxa de adoção e até tentam arranjar doações para custear as viagens. Estas organizações, em geral, precisam angariar fundos para recuperar o custo do cuidado que foi prestado aos animais por um período indefinido de tempo", esclarece Alexandra Rothlisberger.

E há adoções que são uma verdadeira batalha: "A nossa campanha contra o consumo de carne de cachorro, por exemplo. Já conseguimos fechar seis criações de carne de cão na Coreia do Sul, porém a adoção dos cães resgatados não é possível na Coreia."

Por isso, até agora, a Humane Society International já resgatou 770 cães destinados ao comércio de carne e conseguiu enviá-los para países da América do Norte e para o Reino Unido, sendo colocados para adoção. Para que todos tenham direito a um final feliz.

FONTE: cmjornal.pt

15/05/2017

Petição contra o transporte marítimo de animais reúne mais de 2.500 assinaturas

Nossos companheiros de Portugal estão fazendo o seu dever de casa.... E nós, brasileiros, quando faremos o nosso? O Brasil exporta animais vivos para estes países muçulmanos e outros, também. Acompanhem tudo pelo Facebook da PATAV e assinem a Petição AQUI.
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Petição foi lançada pela Plataforma Anti-Transporte de Animais Vivos. As viagens marítimas de vacas e ovelhas vivas têm frequentemente uma duração superior à definida por lei, chegando os animais ao seu destino em grande sofrimento.

Vacas a serem transportadas vivas
Desde 2015 que Portugal começou a fazer transporte marítimo de animais vivos para o Norte de África e Médio Oriente. Os animais são transportados em condições deploráveis, muitas vezes não respeitando a lei. A bióloga Inês Dias faz parte da Plataforma Anti-Transporte de Animais Vivos (PATAV), um movimento cívico que luta pela sua abolição. 

Inês afirma ao esquerda.net que "nós sabemos que muitas vezes a lei não é cumprida, que estes animais passam por muito stress, por dor, são agredidos, e achamos que não há qualquer necessidade de eles fazerem este transporte que por lei deveria demorar, era suposto demorar seis dias mas normalmente o que acontece é demorar muito mais tempo, sabemos de casos em que que demoraram vinte e tal dias, praticamente um mês". 

A PATAV tem vários vídeos que mostram que os animais, não só no transporte mas também ao serem transferidos dos camiões para os navios, são muitas vezes agredidos, estão presos pelas patas e fazem a viagem num espaço muito confinado. "Supostamente deveria ser-lhes dado alimento e água suficiente, mas também existem muitos relatos que mostram que estes animais chegam desidratados e com fome. Todo este transporte é muito mau do ponto de vista do bem estar animal", sublinha Inês.

Quando chegam ao destino, os animais são sujeitos a rituais kosher e halal, nos quais todo o sangue lhes é drenado, com um golpe no pescoço enquanto estão vivos e conscientes. No ano passado, segundo a Israel Against Life Shipments, foram enviados para Israel a partir do porto de Setúbal e de Sines mais de 44 mil bezerros e de 23 mil cordeiros.

"Nada justifica que estes animais sejam transportados nestas condições e é um negócio que está a crescer agora e, portanto, tem de ser travado agora", prossegue a ativista. A PATAV lançou uma petição pela abolição do transporte de animais vivos para países fora da União Europeia (que pode ser assinada aqui (link is external)), que já conta com mais de 2.500 assinaturas e que os ativistas esperam que seja discutida na Assembleia da República. Além disso, a Plataforma planeia várias ações de sensibilização que podem ser acompanhadas no seu facebook (link is external), está a promover várias reuniões com estruturas oficiais e da sociedade civil para expandir a campanha e pediu uma reunião à Direção Geral de Veterinária, até agora sem resposta.

Fonte: Esquerda Net - Portugal

02/05/2017

Hoje, os animais deixam de ser considerados coisas - Portugal

Só tem uma coisa que não entendo: não dá para usar esta lei para impedir as touradas? Reparem só que a lei passou a vigorar ontem.
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Os animais deixam hoje, oficialmente, de ser considerados coisas. Como seres vivos dotados de sensibilidade, passam a gozar de um estatuto jurídico próprio. Quem não o cumprir, será punido pela lei.
    
O dia de hoje pode ser considerado histórico. Os animais passam a ser reconhecidos no Código Civil como "seres vivos dotados de sensibilidade e objeto de proteção jurídica".

A nova legislação já havia sido publicada em Diário da República no passado mês de março, e anteriormente aprovada em dezembro do ano passado, no Parlamento. Na altura, o texto final da Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, com contribuições iniciais de PAN, PSD, PS e Bloco de Esquerda, foi aprovado por todas as bancadas.

Mas o que vem mudar com esta legislação?
Além de passar a ser reconhecido que os animais são seres sensíveis, várias são as alterações no Código Civil. E não se pense que as mudanças são só no papel. Na prática, os animais ganham direitos e os donos deveres. Os deveres, contudo, não contemplam só os donos, estendem-se a todos os cidadãos. Com este novo estatuto jurídico, aqueles que encontrarem um animal perdido também obrigações a cumprir.

Diz o novo estatuto que "podem ser adquiridos por ocupação os animais e as coisas móveis que nunca tiveram dono, ou foram abandonados, perdidos ou escondidos pelos seus proprietários, salvas as restrições dos artigos seguintes". O mesmo é dizer que um animal só pode ser adotado caso não tenha tido nenhum dono.

Quem, porventura, encontrar um animal perdido, "e souber a quem pertence deve restituir o animal ou a coisa a seu dono ou avisá-lo do achado". Caso desconheça o dono, "deve anunciar o achado pelo modo mais conveniente, atendendo ao seu valor e às possibilidades locais, e avisar as autoridades, observando os usos da terra, sempre que os haja".

Com este novo estatuto jurídico, também os deveres dos donos são reforçados."O proprietário de um animal deve assegurar o seu bem-estar e respeitar as características de cada espécie e observar, no exercício dos seus direitos, as disposições especiais relativas à criação, reprodução, detenção e proteção dos animais e à salvaguarda de espécies em risco, sempre que exigíveis", lê-se em Diário da República.

Ainda quanto às obrigações dos donos, estas prendem-se diretamente com a saúde e o bem-estar do animal. Se tem um animal e não o levar ao médico veterinário poderá ser punido por lei. Isto implica, por exemplo, garantir que o animal tem acesso a água e alimentação de acordo com as necessidades da espécie em questão e a garantia de acesso a cuidados médico-veterinários sempre que justificado, nomeadamente as medidas de profilaxia necessárias, como identificação e vacinação.

E em caso de divórcio?
Passará a ser obrigatório chegar a acordo “sobre o destino dos animais de companhia” para dar entrada na conservatória com um pedido de divórcio por mútuo consentimento, já que este passa a ser um dos documentos obrigatórios a acompanhar o pedido. Podendo o animal ser confiado a um dos cônjuges ou filhos do casal.

Por outro lado, se infligir alguma lesão a um animal, mesmo que seja sem intenção, terá de indemnizar o seu proprietário ou a entidade que socorrer o animal, já que este regime jurídico estabelece esta obrigatoriedade.

Importa ainda referir que o dono do animal tem direito a receber uma indenização por danos morais caso a lesão do seu animal de companhia resulte em morte ou problemas permanentes no animal. A indemnização é devida mesmo que "as despesas se computem numa quantia superior ao valor monetário que possa ser atribuído ao animal".

O novo estatuto define ainda uma pena de prisão até três anos ou uma pena de multa para quem roube um animal alheio e para quem ilegitimamente se aproprie de um animal que "lhe tenha sido entregue por título não translativo da propriedade".

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