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07/12/2017

Relator rejeita Projeto de Lei que liberaria a caça no Brasil

O Relatório está excelente e achei bem embasado. Vamos ver se este Deputado se manca e retira o PL.... cara doido, eu hein!!!! Confiram o despacho no projeto safado....
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O Projeto de Lei que prevê a regulamentação da caça no país e, para isso, revoga a Lei de Proteção à Fauna, em vigor desde 1967, sofreu a primeira derrota na Câmara dos

23/09/2017

Projetos de lei que liberam caça e comércio de animais silvestres são criticados por procurador de MT

Meu Deus do Céu, não quero estar viva para assistir esta desgraceira!!!! Estes deputados tem que levar uns tabefes.... Eles vão ser comprados pela industria das armas para aprovarem este PL que libera a caça. Precisamos tomar uma atitude contra isto!!!!!
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Proibida no Brasil há 53 anos, a caça profissional e esportiva de animais silvestres pode ser liberada pelo Congresso Nacional. O projeto, que pretende sustar a lista de espécies da Fauna ameaçadas de extinção, foi criticado pelo procurador de Justiça em Mato Grosso, Luiz Alberto Esteves Scaloppe. Em audiência pública realizada nesta quinta-feira (21) na Câmara dos Deputados, ele também falou sobre os prejuízos do projeto da lei 6268/16, que descriminaliza não apenas a caça, mas também o comércio de animais.

14/08/2017

URGENTE E IMPORTANTE: Audiência Pública em Sampa sobre lei que libera caça. Compareçam.

Retirei o texto abaixo de um site de caçadores que estão desesperados com a Audiência Pública que vai rolar em Sampa. Eles tentam desmoralizar a deputada porque ela é petista. Eu não gosto do PT não, mas, se existem nele pessoas lúcidas que estão querendo acabar com este PL doido, temos que participar. Galera ativista de SP, não faltem, por favor!!!!! Reparem que estes psicopatas caçadores usam o título de "caçadores" sem nenhum escrúpulo.
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"ATENÇÃO PRODUTORES E CAÇADORES PAULISTAS!!!"
Deputada Estadual do PT quer restringir ainda mais a atividade no estado, um dos estados mais afetados pelos javalis, com a lebre já dominando todo o estado e já dezenas de óbitos por doenças transmitidas por carrapatos das capivaras, ou os caçadores e produtores reagem mobilizando seus deputados e indo se fazer representar nessa audiência no dia 17/10 ou provavelmente poderão desistir de suas atividades porque certamente vem aí chumbo grosso contra nós...ACORDEM PAULISTAS, AINDA HÁ TEMPO DE VIRAR ESSE JOGO!!! Aproveitem para ir na página da deputada "Ana do Carmo" e na página da audiência para comentar e se manifestar (com educação) contra qualquer obstrução na atividade...façam ela saber que não vamos aceitar mais nenhuma obstrução e que o estado de São Paulo PRECISA DOS CAÇADORES!!! Links abaixo: 
Audiência Pública: https://goo.gl/dVkAYw
Perfil da Deputada Petista: https://goo.gl/8HH6Sj


01/05/2017

Projeto de lei da fauna pode liberar até caça com cães dentro do parque nacional

O artigo está muito bom!!!! não deixem de ler. Foi escrito no dia 28 de março deste ano. Não tinha lido ainda.
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A proposta, que tramita na Câmara dos Deputados, permite a caça de animais silvestres com armas de fogo

O mundo foi criado para o bem do homem, e as outras espécies devem se subordinar a seus desejos e necessidades. As plantas foram criadas para o bem dos animais, e esses para o bem dos homens, já dizia Aristóteles. E ele foi além: os animais domésticos existem para labutar, os selvagens para ser caçados. Para os estoicos, a natureza existe, unicamente, para servir aos interesses humanos. A Bíblia, por sua vez, decreta que, após o dilúvio, Deus renovou a autoridade do homem sobre o animal: “Temam e tremam em vossa presença todos os animais da Terra, todas as aves do céu e tudo o que tem vida e movimento na Terra. Em vossas mãos pus todos os peixes do mar. Sustentai-vos de tudo o que tem vida e movimento”. O trecho está em Gênesis, IX, 2-3.

O homem era o fim de todas as obras de Deus, visto como o centro do mundo, ponderou Francis Bacon. Quando os animais se tornam incômodos, declarava Henry More, no século XVIII, os homens têm o direito de contê-los, “pois não há como discutir que somos mais valiosos que eles”. Mesmo Santo Agostinho e Tomás de Aquino palpitaram sobre o tema, esclarecendo que o sexto mandamento, contra o assassinato, não valia para não humanos. Influenciados pelo cristianismo ocidental, não há dúvidas de que os principais expoentes do início do período moderno adotavam uma postura intrinsecamente antropocêntrica. Civilização era uma expressão umbilicalmente associada à conquista da natureza, reforçada pela negação cartesiana da existência da alma nos animais, equiparando esses seres inferiores a meros autômatos. Havia, para Descartes, uma diferença qualitativa total entre o homem e o ser bruto. A modernidade foi construída sobre bases morais, religiosas e educacionais, onde o senso de civilidade e refinamento tinha como objetivo elevar os homens acima dos animais.

Permito-me essa digressão introdutória porque não há como avaliar o PL nº 6.268, de autoria do deputado Valdir Colatto, que propõe uma Política Nacional de Fauna para o Brasil, sem considerar o contexto em que transitam autor e defensores da proposta. A proposta tramita na Câmara dos Deputados.

Colatto, um expoente do modernismo extemporâneo, nasceu em Lagoa Vermelha, no município do Rio Grande do Sul, conhecido como a “capital nacional do churrasco”. É deputado federal (PMDB-SC), técnico agrícola, engenheiro agrônomo e coordenador da Comissão de Direito de Propriedade. Adepto ferrenho do Bacon – refiro-me aqui ao Francis –, Colatto é daqueles que se dizem defensores da natureza, mas sempre colocam o homem em primeiro lugar. Apresentou o PL nº 6.268 definindo princípios e diretrizes para a conservação da fauna silvestre no Brasil. Por um pequeno lapso, parece-me, esqueceu-se de incluir um artigo instituindo o Dia do Caçador.
Mesmo com o livro do Gênesis dizendo que Deus colocou em nossas mãos “todos os peixes do mar”, para Colatto, peixes, crustáceos e moluscos estão fora da Política Nacional de Fauna. A essência do modernismo, afinal, sempre distinguiu bichos e bichos.

Crente na interpretação de que o criador colocou todos os animais em nossas mãos, a lei terrena diz, obviamente, que poderemos manejar a fauna silvestre in situ e comercializá-la. Por outro lado, para implantar um programa de proteção de espécie ameaçada de extinção, precisaremos de autorização do órgão ambiental competente. Não esqueçam que uma besta, mesmo ameaçada de extinção, pode ser um animal nocivo, e a eutanásia da fera é admissível. Impulsionar a caça para proteger cultivos agrícolas já foi saudada como medida moderna na Inglaterra de 1533, com leis paroquiais remunerando caçadores, conforme as necessidades agrícolas dominantes. A eutanásia dos bichinhos resgatados em áreas de empreendimentos sujeitos ao licenciamento ambiental também será admissível. Resgatar para matar? Será que entendi bem?

Temam e tremam, criaturinhas, pois isso não é tudo: se aprovado, o PL poderá conceder licença para utilização, perseguição, aprisionamento, manutenção, caça, abate, pesca, captura, coleta, exposição, transporte e comércio de animais da fauna silvestre, assim como para modificar, danificar ou destruir ninhos, abrigos ou criadouros naturais, ou realizar qualquer atividade que impeça a reprodução de animais da fauna silvestre. Mas atenção: você não poderá abater o bichinho com visgos, atiradeiras, bodoques, veneno, incêndio ou armadilhas que maltratem o animal. Se vai matar, mate logo. Armas de fogo até são permitidas; porém, afaste-se ao menos 3 quilômetros de qualquer via férrea ou rodovia pública. Com arma de calibre 22, você só está autorizado a caçar bichinhos do tamanho de uma lebre.

Saudoso das reservas de caça de nossos ancestrais europeus, Colatto propõe o uso de cães para caçar em Unidades de Conservação (UCs). Você não entendeu mal: o PL não se esqueceu das UCs! Obviamente que, num período de crise na economia, Colatto lembra-se de declarar que “não se considera infração o abate de animais da fauna silvestre para fins de subsistência”.

Você pode achar estranho, mas talvez você e eu estejamos como pontos fora da curva. A fundamentação moral, religiosa e educacional, parece convergir a favor do deputado Colatto, o que talvez explique suas reeleições sucessivas e a razão de o Parlamento brasileiro se tornar palco de discussões surreais, em que até os princípios básicos da democracia e do bom-senso são vilipendiados rotineiramente, não mais na surdina do universo paralelo em que se tornou o Congresso Nacional brasileiro.

Colatto é a modernidade esperada por aqueles que não apenas amam o passado, mas que se julgam superiores, escolhidos, ungidos a ser os melhores, os donos do mundo.
Talvez seja esse o PL que mais simbolicamente posiciona os parlamentares tupiniquins ante sua busca pela eternização de uma moral vitoriana, essencialmente moralista e hipócrita, burguesa e injusta, onde bichos, mas também índios, mulheres, crianças e trabalhadores podem ser vistos como seres inferiores. E assim retrocede a humanidade.

* João de Deus Medeiros é biólogo, doutor em botânica, professor e chefe do Departamento de Botânica da UFSC e ex-diretor dos departamentos de Áreas Protegidas e de Florestas do Ministério do Meio Ambiente.

17/03/2017

Projeto de lei autoriza abate de animais silvestres no Brasil


A discussão continua..... Vamos esperar a hora certa e mostrar com quantos paus se faz uma canoa.... 
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Deputado ruralista diz que ideia é regulamentar o controle da fauna no país

RIO - Um projeto de lei para revogar a Lei de Proteção à Fauna, de 1967, e regulamentar o abate de animais silvestres no Brasil está gerando críticas de ambientalistas.

De autoria do deputado federal Valdir Colatto (PMDB-SC), um dos líderes da bancada ruralista no Congresso, a proposta cria uma política de controle da fauna terá que ser aprovada na Comissão de Meio Ambiente da Câmara e por mais duas comissões antes de ir a plenário.

A polêmica foi instaurada porque a caça está proibida no Brasil desde 1967. Para entidades de proteção ambiental, como o Greenpeace, o projeto de lei autoriza o “assassinato” de animais

— Lutar contra o meio ambiente e anistiar quem comete crimes ambientais sempre foi marca registrada do deputado e de muitos da bancada ruralista. Não contente, agora quer autorizar o assassinato de animais. É repugnante — afirma Márcio Astrini, coordenador de Políticas Públicas do Greenpeace Brasil.

O projeto revoga a Lei de Proteção à Fauna, de 1967, que proíbe o exercício da caça profissional. Segundo a legislação vigente, a caça só pode ser permitida se houver regulamentação específica do Executivo Federal.

O deputado, no entanto, argumenta que não está liberando a caça a animais silvestres e sim permitir o controle de animais perigosos e cita o javali europeu, cuja caça foi permitida a partir de 2013.

— As regras nesse caso, por exemplo, não estão sendo suficientes para o controle, e o javali está causando prejuízos para as lavouras — disse Colatto. — A proposta não é liberar a caça. É fazer manejo e controle. Quem vai fazer as regras é o Ibama.

No texto do projeto de lei 6268/2016, há um capítulo que fala sobre a permissão para eutanásia e abate de animais. “Quando o animal for considerado nocivo às atividades agropecuárias e correlatas, mediante apresentação de laudo comprobatório pelo órgão competente; quando constante entre as medidas preconizadas pelo plano de manejo da espécie, aprovado pelo órgão ambiental competente; quando caracterizada superpopulação, em condições in situ ou ex situ, de acordo com critérios estabelecidos em regulamento e para os espécimes provenientes de resgates em áreas de empreendimentos sujeitos a licenciamento ambiental, de acordo com critérios estabelecidos em regulamento estabelecido pelo órgão ambiental competente.”

Em outro trecho, questionado pelo Greenpeace, o deputado diz que “no ambiente rural, a proximidade com os animais silvestres e o eventual risco dessa proximidade, com acidentes e ataques desses animais, tanto aos humanos como a suas propriedades e rebanhos, faz com que a caça seja vista como uma prática regular, nestes casos sem finalidade de entretenimento e de esporte, mas como prática de relação com o ambiente, a qual, com o passar do tempo, pode se organizar como uma atividade de cunho cultural, como uma prática social e mesmo como atividade geradora de ganho social e econômica para as populações do meio rural.”

— Não vamos poupar esforços para derrotar este projeto e impedir sua aprovação — disse Márcio Astrini, do Greenpeace.

FONTE: oglobo

09/02/2017

Finalmente a Câmara Federal tirou do ar enquete fraudada sobre PL que libera caça amadora

Pelos animais do nosso País!!! não contra a caça de qualquer animal!!!!

Bem, agora podemos comemorar, pois, a enquete, efetivamente, foi retirada na página do PL 6268/16. Leiam a NOTA distribuída pela Secretaria de Comunicação Social da Câmara Federal. Na verdade, só tenho a dizer: demorô.... 8 dias para tomar a atitude contra este crime descarado? Continuo perguntando: a Câmara não vai entregar o material para a Polícia Federal? vai tirar o corpo fora com esta notinha cheia de boas intenções e deixar os criminosos a solta? ah, paíszinho fuleira!!!!!! nós é que vamos ter que acionar a polícia? Fala sério!!!!!
Leia tudo sobre o caso CLICANDO AQUI
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Ciente de sua missão constitucional de ser a Casa de representação do povo, a Câmara dos Deputados vem criando, ao longo dos últimos anos, diversas ferramentas de interação que permitem a participação da sociedade no processo legislativo. Exemplo disso são os fóruns virtuais e videochats

07/02/2017

Câmara dos Deputados decide acabar com enquetes no site devido a fraudes

ATUALIZAÇÃO:
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Ontem, o Vista-se publicou uma excelente matéria sobre nossa denuncia da fraude dos caçadores no site da Câmara Federal. 

Confiram: Caçadores de animais ensinam em vídeo como fraudar as enquetes da Câmara dos Deputados

No final da tarde, o site G1 publicou a notícia de que vão acabar com as enquetes por causa das fraudes e da pouca importância que elas têm. No que concordamos lembrando o caso das vaquejadas, certo?

Detalhe é que denunciei desde o dia 31/01 e até agora continua no ar. A piada mesmo foi o tal caçador autor do vídeo dizer que nós é que estávamos fraudando e que ele apenas ensinou aos

06/02/2017

Caçadores estão furiosos com nossa denúncia de que estavam fraudando pesquisa da Câmara Federal


NOSSA DENÚNCIA teve tanta repercussão que até Facebook de caçadores publicaram e confessaram o crime. Confiram o que copiei de um deles. O que falta,  Polícia Federal?

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Parabéns Daniel Terra, gosta de aparecer, conseguiu...estávamos com 78% até você inventar de aparecer e até postar vídeo totalmente desnecessário incitando a burlar o sistema de votação...logo você que gosta tanto de usar a palavra "ética" em seus discursos...agora querem anular a enquete e ganharam mais um argumento contra os caçadores, se o seu objetivo era esse meus cumprimentos!!! #IRONIA

Revista Eletrônica "O Grito do Bicho" - Fazendo a notícia na luta pelo direito dos animais do céu, da terra e do mar.
OGRITODOBICHO.COM
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16 comentários
Comentários
Cláudio Tulio No momento do "tutorial" percebe-se que as manifestações em favor do PL já são MUITO maiores que os votos contrário.

Logo está provado que este "tutorial" não prejudicou a votação em si. Agora com certeza a Sheila e seus

01/02/2017

ESCÂNDALO: Caçadores ensinam fraudar a Enquete da Câmara

DIVULGUEM MUITO A PATIFARIA DOS CAÇADORES


Não adianta ficar votando contra o PL 6268/16 que regulamenta a caça silvestre porque os caçadores criaram uma forma de fraudar a enquete da Câmara Federal. É mole? me mandaram o vídeo mostrando como fazê-lo e aí podemos votar o quanto quiser a favor ou contra. Denunciei ao Diretor de Informática da Câmara, Sr. Sebastião Neiva enviando o "tutorial de como burlar o site da Câmara". Surpreso, aceitou me dar esta pequena entrevista somente para liberar minha responsabilidade.



O vídeo com o tutorial que ensina (ou ensinava porque eles podem ter consertado a falha) é este:


Minha denuncia na Câmara Federal. Faça o mesmo. Mostre sua indignação por estarmos fazendo papel de idiotas. Fale com a Câmara.


Aproveito para listar alguns destes caçadores que estão tentando a liberação da caça:

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