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01/08/2017

'Nunca pensei que teria de matar um cão': a vida de policiais ambientais em Brasília

Mas, a situação que ele matou é bem explicada, embora discuta-se que dizer que o cachorro estava com "raiva" é um pouco forte já que não houve diagnóstico prévio.... Alem de tudo... era um pit bull... hã hã..... mais uma vez repito se é justo para estes cães morrerem sempre envolvidos numa tragédia. Protetores não devem defender raças e sim cães que sempre estão em mãos erradas....
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Denúncias de maus tratos e resgate de animais nativos como onças, antas e veados integram rotina da unidade na capital.

O soldado Adriano Figueiredo tinha acabado de ser admitido no Batalhão Ambiental da Polícia Militar de Brasília quando foi atender uma emergência na favela Sol Nascente, a maior do Distrito Federal. Um pitbull grande e forte que espumava pela boca tinha acabado de morder o dono e outros cães menores. A família se trancara em casa, mas o cachorro quebrou o vidro da porta e ameaçava entrar.

"Quando chegamos, vimos na casa instrumentos de treinar cachorros para serem violentos", diz o soldado à BBC Brasil. "Como o animal não tinha sido vacinado, pegou raiva e estava atacando todo mundo." Figueiredo e os colegas avaliaram que o pit bull tinha de ser abatido. Deram três tiros no cão, um deles na mandíbula, mas o animal seguia vivo - e combativo.

Os policiais então se atiraram no corpo do cachorro. "Por extrema necessidade, tivemos de sacrificá-lo enforcado", lembra Figueiredo. O policial narra o episódio devagar, com dificuldade. Dono de um cachorro "criado como membro da família", ele achava que o pitbull era o único ali que não tinha qualquer culpa.

Afinal, se os donos não tivessem deixado de vaciná-lo nem o treinado para ser violento, a situação poderia ter sido evitada, diz o soldado. "Nunca pensei que teria de matar um cachorro", afirma.

O caso ilustra um dilema vivido por policiais ambientais, profissionais treinados para proteger animais e impedir que sejam maltratados por humanos - desde que não ponham humanos em risco.

Mestres e doutores
A intensa relação entre humanos e outros animais em Brasília tem mantido os policiais do batalhão ambiental ocupados. Bíblia aberta à mesa, o chefe da unidade, major José Gabriel de Souza Júnior, diz que os 78 soldados sob seu comando atendem entre 10 e 12 ocorrências por dia.

A BBC Brasil visitou na última terça-feira a sede do batalhão - uma casa arejada cercada por abacateiros e jabuticabeiras no Parque Ecológico de Águas Claras, a 20 km da Esplanada dos Ministérios. Fardados e armados, policiais conversavam e riam nos corredores, entre prateleiras com livros de botânica, comportamento animal e hidrologia. Disciplina militar, só na continência prestada aos superiores.

"Nossos policiais são altamente especializados", diz o major. "A maioria aqui tem curso superior e pós-graduação: são biólogos, geógrafos, veterinários, agrônomos, engenheiros florestais. Alguns têm até mestrado e doutorado." O salário inicial de R$ 6,3 mil, oferecido pela PM-DF a soldados de primeira classe, ajuda a atrair profissionais para a carreira.

Souza Júnior - ele próprio formado em Direito e com MBA em gestão de projetos - diz que a especialização dos policiais é essencial para as tarefas que executam na unidade. Além da formação acadêmica e do treinamento básico de PM, todos no batalhão recebem aulas sobre como lidar com animais.

"Tem animais que, se você capturar errado, ele morre. O veado-catimbeiro e o veado-mateiro, por exemplo, têm um ataque cardíaco e vêm a óbito quando ficam estressados. Então, tem que ter o cuidado de esperar o melhor momento para o resgate, não ficar insistindo, reduzir a tensão."

Ele lembra que, anos atrás, o resgate de um jacaré numa casa no Lago Sul levou um dia e uma noite. Em outra ocasião, policiais levaram três dias para capturar uma cobra-do-milho (corn snake) no 15º andar de um prédio em Águas Claras. Espécie nativa dos EUA, a serpente havia entrado na laje do edifício (suspeita-se que fosse criada por algum morador).

Número dois do batalhão, o capitão Cristiano Rocha rompeu o ligamento do joelho enquanto tentava agarrar uma ema no curso de formação. Outro colega, ferido na panturrilha por um tamanduá, teve de abandonar o curso.

Rocha participou de um dos resgates mais emblemáticos da história da unidade, quando um lobo-guará deu as caras numa quadra residencial da Asa Sul, no centro de Brasília.

O animal se escondera embaixo de um carro. Os policiais tentaram atraí-lo para a gaiola, mas o lobo não se mexia. Temendo que o animal fugisse ou atacasse os moradores, Rocha conta que um policial teve de tirá-lo de lá "no braço, meio na brutalidade". "Às vezes você tem de resolver do jeito que dá", diz.

O animal saiu ileso e, após alguns exames, foi solto no Parque Nacional de Brasília.

Formado em Biologia e mestre em Genética pela Universidade Federal de São Carlos (Ufscar), Rocha trancou o doutorado em biologia molecular ao ingressar na PM, já pensando em postular uma vaga no batalhão ambiental.

Habituado a pesquisar onças no Pantanal, o policial já participou de duas operações para resgatar felinos em Brasília. Em ambas, as onças sumiram antes que a equipe aparecesse. Rocha diz que, nos últimos anos, houve perto de Brasília vários registros de onças-pretas - uma variação genética rara entre onças-pintadas, o terceiro maior felino do mundo.

"Como são animais de hábitos noturnos, talvez as pretas estejam conseguindo se esconder melhor em ambientes urbanos, numa espécie de seleção natural induzida pelo convívio com o homem."

Em 2012, câmeras de segurança filmaram uma onça-parda (suçuarana) no estacionamento do Superior Tribunal de Justiça. Rocha diz que Brasília é cruzada por vários corredores naturais que ligam reservas ecológicas.

Segundo o Serviço Florestal Brasileiro, 25% do Distrito Federal é coberto por vegetação nativa. Mesmo em zonas urbanas, como no Plano Piloto, há amplas áreas verdes onde humanos e animais silvestres convivem.

Professor de Zoologia da Universidade de Brasília (UnB), Ricardo Bomfim Machado diz que a cidade preserva parte da fauna nativa - ainda que a urbanização crescente venha reduzindo o número de espécies.

A capital foi erguida na década de 1950 numa área de cerrado cortada por vários cursos d'água, ambiente bastante favorável à vida animal. Machado diz que, dos 350 tipos de aves nativas da região, um terço conseguiu sobreviver na zona urbana de Brasília. O grupo inclui espécies como gavião-casaca-de-couro, arara-canindé, tucano e papagaio-galego.

As populações de mamíferos sofreram mais, mas ainda é possível ver saguis, capivaras e vários tipos de morcego nas áreas residenciais. Outra espécie que se adaptou bem à cidade é o saruê, marsupial que chega a 90 centímetros de comprimento.

O capitão Cristiano Rocha diz que o saruê é o que "dá mais trabalho" nos resgates. "Ele se esconde em canos, forros, e pode morder quando acuado."

Em 2012, um espécime foi capturado dentro do Senado, numa sala vizinha aos gabinetes do senador Fernando Collor e do então presidente da Casa, José Sarney.

Outras ocorrências comuns envolvem aves feridas ou que escaparam do cativeiro. Certa vez, o batalhão resgatou um pombo-correio perdido na cidade-satélite de Recanto das Emas. Os policiais contataram uma associação de criadores de pombos-correios e conseguiram localizar o dono, que se emocionou ao reencontrar a ave.

Segundo o comandante, um beija-flor com a asa ferida é suficiente para mobilizar uma equipe do batalhão. Quando há mais de uma ocorrência ao mesmo tempo, a prioridade é de filhotes ou animais em extinção. "São critérios parecidos com os usados para seres humanos", diz Souza Júnior.

Nem sempre os resgates terminam bem. Muitos animais são capturados após atropelamentos - caso de uma anta de 15 kg atingida por um veículo no Setor Militar Urbano. Com a ajuda do Exército, o animal foi levado até os veterinários do zoológico, mas morreu pouco depois.

"Ela chegou lá fungando, fungando. Foi um caso que me chocou, porque nem sempre a gente vê um animal tão grande assim, e ferido. Uma tristeza", diz o capitão Rocha.

A ocorrência mais dramática que o policial enfrentou ocorreu neste ano, após uma denúncia de maus-tratos contra uma pitbull. "Era um caso em que o dono mantinha relações sexuais com a cachorra", conta.

O policial diz que a cadela tinha uma infecção no sistema reprodutor, e que o dono arrancou todos os seus dentes para que não mordesse. "O jeito de lidar com animais maltratados é como numa ocorrência com estupro de criança: você fica indignado, mas tem de respirar fundo para não sair da legalidade", diz Rocha.

Uma ONG assumiu a guarda da cadela. O dono foi levado à delegacia e liberado após pagar fiança. A pena máxima para maus tratos de animais é de um ano de prisão, mas costuma ser substituída por trabalhos comunitários.

Rocha diz que também são comuns os casos que envolvem "a cultura de aprisionar passarinhos". Numa das maiores apreensões já feitas pela unidade, 220 pássaros criados ilegalmente foram resgatados de uma só vez. As aves pertenciam a um delegado aposentado.

Experiência nas ruas
Além de combater delitos ambientais, o batalhão participa às vezes de operações contra crimes comuns - o que não é um problema, já que todos os seus integrantes desempenharam as funções antes de ingressar na unidade.

O soldado Adriano Figueiredo - que participou da operação com o pibtull sacrificado - já atuou no Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) e em patrulhas convencionais. Ele afirma que a experiência o preparou para o posto atual, mas também lhe mostrou os limites da atuação da polícia.

"Às vezes, você é obrigado a prender um jovem de 16 anos, e, ao entrevistá-lo, vê que a conduta criminosa dele é um problema social: ele vem de uma vida muito pobre, o pai foi preso por tráfico, a mãe é viciada em crack", diz o soldado.

"O Estado não deu condições mínimas para esse jovem, falhou na educação. E quando o Estado se torna presente para ele é na forma repressiva, com sua estrutura armada."

Segundo o capitão Rocha, a colaboração entre o batalhão e outras unidades da PM mudou a imagem do grupo. "No começo, o PM achava que vinha para cá descansar. Hoje, o efetivo nos vê como um batalhão extremamente especializado e produtivo."

Ele afirma, porém, que nem todos os agentes de segurança tratam os crimes ambientais com o peso devido. Rocha conta que, certa vez, levou à delegacia um homem pego torturando animais.

"O delegado falou: 'Maus tratos? Eu tô aqui com 17 homicidas'. Aí a gente tem de explicar que, se fizermos vista grossa para os maus tratos, da próxima vez pode ser um homicídio", diz Rocha, que aponta outro motivo para combater crimes ambientais com rigor.

"A natureza responde de forma latente - vemos isso hoje claramente com as mudanças climáticas. Quem derruba uma árvore protegida não está só agindo contra aquela árvore, mas contra todas as pessoas e animais que se beneficiem da existência dela."

FONTE: G1

30/05/2017

Vídeo mostra gatinho sendo arremessado durante protesto na Esplanada. Ele foi adotado.

Em nossa postagem anterior a respeito do caso, algumas pessoas reclamaram que eu chamei os autores desta crueldade de petralha.... Só p´ra dizer que continuo achando que isto foi obra de gente ruim mesmo que sempre acha uma desculpa esfarrapada...
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Vídeo no YouTube mostra o momento em que o filhote foi jogado contra PMs na Esplanada. Nova família foi buscá-lo na clínica nesta segunda.

Um final feliz mais do que merecido para a história chocante do gatinho que foi arremessado em plena Esplanada dos Ministérios, durante protesto contra o governo Temer na última quarta-feira (24/5). O filhote foi entregue à nova família na tarde desta segunda (29) e ficará em repouso por quatro meses antes de amputar a pata dianteira direita. A empresária Gladys Elisa Jager Atkinson foi à clínica acompanhada do filho, Derek Warren Atkinson, e da jornalista Sabrina Mancio para buscar o felino, que recebeu o nome de Hope – esperança em inglês.

O bichinho teve alta nesta segunda à tarde. De acordo com a veterinária da Clínica Cvet, Júlia Beutel, a amputação só poderá ser realizada nos próximos quatro meses, quando ele estiver em condições saudáveis e com organismo amadurecido para receber a anestesia geral e, assim, recuperar-se da cirurgia.

O Metrópoles acompanhou a entrega do gato à família. A empresária Gladys foi até a clínica em nome da filha, a estudante Karon Tamara Atkinson Dressel, de 16 anos, que ficou sensibilizada com a história do animal. Segundo a mãe, o caso do pequeno Hope mostra quanto os brasileiros estão descrentes, sedentos de esperança: daí a decisão de batizar o pequeno sobrevivente de Hope.

“Ele [o nome] é também uma maneira que buscamos de quebrar preconceitos, seja com animais ou com seres humanos, queremos acabar com qualquer tipo de preconceito”, afirmou Gladys.

Corrente do bem
Na última sexta-feira (26), um canal do Youtube divulgou o momento exato no qual o gatinho foi arremessado por manifestantes. No vídeo é possível ver o animal caindo e um policial o resgatando do chão. Assista abaixo:

O bicho foi entregue para a jornalista Sabrina Mancio, que o encaminhou à clínica veterinária, onde foi descoberto que a pata dianteira direita teria que ser amputada.

Até o momento ninguém foi responsabilizado. A chefe da Unidade Estratégica de Direitos Animais da Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF), Mara Moscoso, ressaltou ao Metrópoles que, mesmo com o vídeo, não é possível identificar o culpado. Segundo ela, o órgão só pode atuar se existirem denúncias formais sobre maus-tratos a animais, sejam eles domésticos ou silvestres.

“É muito importante dar o maior número de informações possível, tais como o endereço completo e nome do infrator e, se puder, enviar fotos e vídeos”, orientou Mara. Segundo ela, não é necessário que o denunciante se identifique, porém, disponibilizar o contato facilita a apuração do fiscal ou do policial que entrará em contato para mais detalhes. “De qualquer forma, a identidade do denunciante será preservada”, garantiu.

A gerente de fiscalização de fauna do Instituto Brasília Ambiental (Ibram), Karina Torres, também acompanhou a entrega de Hope à família. O órgão também tenta identificar os culpados.

Fonte:Metrópoles

29/04/2017

Protetora de animais teme perder 100 bichos após ser denunciada - Brasília - DF

Olha gente, eu não conheço a protetora em questão, mas, seria bom seus conhecidos endossarem o pedido dela que parece ser justo.
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Deuzenice Matos foi notificada pela direção do condomínio em que mora, em Sobradinho, por perturbação da ordem causada pelos cães e gatos

Responsável pela criação de 100 animais em sua residência, a protetora Deuzenice Matos teme que os bichos sejam sacrificados após sofrer denúncia anônima de uma das moradoras do condomínio em que vive, o Serra Azul, no Setor de Mansões de Sobradinho.

A reclamação da moradora que a denunciou é sobre o barulho que os animais fazem durante o dia. Deuzenice foi notificada pela direção do condomínio e luta para que os cães e os gatos, quase em sua totalidade com algum dano físico ou mental, não sejam sacrificados. “Estou abalada e sem rumo. Espero conseguir resolver logo essa situação. Tenho fé disso”, comenta Deuzenice.

A protetora luta para arrecadar fundos e transferir toda a família de bichos para uma chácara na Fercal, em um espaço maior do que o atual. De um total de R$ 130 mil necessários para comprar a chácara, já adaptada para receber os animais, ela precisa arrecadar R$ 50 mil. Amigos de Deuzenice criaram uma página para angariar fundos.

No Distrito Federal, não existe uma lei específica que limite o número de animais criados em residências. O Centro de Controle de Zoonoses, no entanto, age para encontrar bichos em situações de maus-tratos, encaminhá-los para a adoção, identificar os contaminados com leishmaniose e também sacrificá-los, quando necessário.

De acordo com Deuzenice, os animais estão castrados e são vacinados regularmente. Ela diz gastar mensalmente entre R$ 15 mil e 20 mil para cuidar dos bichinhos, com ração, fraldas e demais itens. Caso consiga o abrigo, ela promete dar o nome para o lar de “Recanto dos Anjos de Pelos e Patas”.

Até a última atualização dessa matéria, a reportagem não havia localizado os responsáveis pelo condomínio para comentar a notificação.

Conhecer o limite
Diretora-geral do ProAnima, ONG pró-direitos dos animais, Valéria Sokal acredita que o bom senso deve ser levado em conta. “É importante conhecer seu limite financeiro, de tempo e psicológico. Acredito que o número de 100 animais é alto. Adotar mais animais não ajuda, acaba piorando a situação deles”, explica.

Vejam o depoimento desesperador da protetora no vídeo abaixo:

Fonte: Metrópolis

27/10/2016

Homem agride cachorro com pauladas em Brasília

A desculpa é a bebedeira, né? pois eu vou encher a cara de cachaça e cobrir ele de porrada p´ra ele sentir o que é bom..... safado, covarde.....
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Um homem agrediu o seu cachorro de estimação dentro de casa, em Brasília. Uma vizinha gravou tudo e enviou o vídeo para o jornalismo da Rede Record. Nas imagens, é possível observar o desespero do cachorro. Ele tenta fugir da garagem, mas não consegue. Nas imagens, o cachorro grita de dor. Quando o cachorro conseguia fugir, o agressor ia atrás e continuava a bater no bicho.

Cidade Alerta - 22/10/16

26/10/2016

Audiência pública sobre vaquejadas realizada na Câmara dos Deputados - 25/10/16

Uma patifaria só vinda dos exploradores de animais!!!!! Destaco e parabenizo todos aqueles que foram lá, corajosamente, enfrentar o achincalhe dos camaradas que defendem a vaquejadas. A presença da Representante do Conselho Federal de Medicina Veterinária, que se colocou taxativamente contra as vaquejadas, foi um momento precioso. 
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24/10/2016

Manifestantes pró-vaquejada se queixam de impedimentos para chegar a Brasília

O que me impressiona são as argumentações em cima das imagens que proliferam pela internet, ou seja, CONTRA FATOS NÃO HÁ ARGUMENTOS. Os animais, indiscutivelmente, são abusados e maltratados. É explícito... é visível.......

Estamos publicando algumas matérias, filmes e banners demonstrando que esta turma está esperneando por conta do fim dos grandes negócios de exploração animal. É um deboche só!!!!!

Agora, novamente, vou recomendar que todos vejam o filme/documentário "Boi Neon" onde mostra a promiscuidade dos bastidores da vaquejada. Qualquer juiz de menor ia adorar

23/10/2016

Vídeo mostra a caravana de caminhões que estão indo a Brasília protestar a favor das vaquejadas

Minha santa dos pimentões ardidos!!!!!! olhem a caravana de caminhões de vaqueiros que estão indo para Brasilia se manifestar contra a decisão do STF de considerar uma lei do Ceará como inconstitucional. Olhem do site da ABVAQ:
Companheiros de Brasília contamos com vocês para providências, pois, tem caminhões que parecem estar transportando animais. Chamem a Polícia Federal!!!!!!!




23/09/2016

Imagens mostram pica-pau alimentando filhote na 201-Norte - DF



Que coisa mais linda do mundo!!!!!!
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As imagens, que celebram a chegada da Primavera, são do repórter cinematográfico Marcos Silva.

13/06/2016

Cães de médica assassinada são adotados, mas gatos ainda não têm lar

Meu Deus do Céu!!!! que mundo estamos vivendo?
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Amigos da médica assassinada em Sobradinho II realizaram neste sábado (11/6) uma feira de adoção para arrumar um lar para os animais de estimação da antiga dona. Isabel Leal, que foi encontrada amarrada e morta na quarta-feira (8), tinha sete cães e mais de 20 gatos em sua casa.

O evento, realizado na residência de Isabel, atraiu diversos amantes de bichinhos. Assim, os sete cachorros, incluindo um paraplégico, conseguiram novos donos. Porém, somente dois gatos foram levados. Cerca de 20 outros ainda

26/04/2016

Família pró-Dilma recebe gatos envenenados em Brasília

Eu evito tocar nesta política atual do país porque dispenso aquela xaropada de comentários que me fazem perder a paciência. Não estou disposta!!!!! MAS, neste caso tenho que falar da patifaria que fizeram com dois gatos só para atingir pessoas que defendem seus pontos de vista. Se os fatos são verdadeiros, me desculpem, são piores daqueles que tentaram atingir...É de uma covardia sem par...
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Uma família residente no Lago Sul, em Brasília (DF) colocou uma faixa na varanda de casa com a frase “Golpe Não”. No dia seguinte, um carro passou pelo local e animais foram arremessados de dentro do veículo.


Segundo o site Metrópoles DF, o caso aconteceu no último domingo (17) e pode ser considerado um ato de intolerância política. Na tarde do último sábado (16), uma moradora da QI 17 colocou na

15/04/2016

Bombeiros resgatam cadela e filhotes de buraco em viaduto no DF



Não dá para ver bem o vídeo, mas, é sempre bom registrar histórias do gênero!!!!!!
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Bombeiros resgataram na noite desta quarta-feira (13) uma cadela e cinco filhotes que estavam presos em um buraco no viaduto que dá acesso à Galeria dos Estados, em Brasília. Um militar usou lanterna

14/04/2016

Juiz barra multa de R$ 3 milhões a índio por uso de penas em artesanato

Ô nojo!!!! o cara era reincidente e vai pagar só mil reais depois de tanto estrago? país de M mesmo!!!! desculpem a revolta, mas, sinto muito nojo!!!!!!!!!!!!
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Valor a ser pago foi fixado em até R$ 1.125; ele vendia brincos e cocares.
Procurador da República afirmou haver desproporcionalidade na cobrança.

A Justiça Federal reduziu de R$ 2,98 milhões para no máximo R$ 1.125 a multa imposta pelo Ibama a um indígena por vender artesanato feito de penas em Brasília. Timoteo Tayatasi Wai Wai foi autuado duas vezes: em R$ 16,5 mil, em 2007, por expor itens debaixo do antigo prédio da Funai, e em R$ 70,5 mil, em 2009, por transportar 132 artigos do

02/04/2016

Jiboia enviada do RJ pelos Correios é apreendida em Brasília

É inacreditável que um animal destes  possa ser despachado pelo correio desta forma. Este caso aí, a bichona deu sorte, pois, eles fazem identificação por amostragem.... não é todo pacote que eles passam pelo raio X, ou seja, quantas já não passaram sem problemas, não?
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Serpente foi identificada por equipamentos de raio X em agência do SIA.
Encomenda vinha do RJ; destinatário foi autuado em R$ 5 mil, no Gama.

Fiscais do Instituto Brasília Ambiental (Ibram) encontraram nesta quarta-feira (30) uma jiboia dentro de uma caixa plástica em uma agência dos Correios, no Distrito Federal. A serpente foi identificada por raio X, em uma ação que prevê coibir o tráfico interestadual de animais silvestres.

O cobra estava em uma encomenda vinda do Rio de Janeiro e endereçada a uma casa no Gama, a 35 km do centro de Brasília. Segundo o Ibram, nenhum outro animal foi encontrado na casa do

31/03/2016

Tamanduá de 35 kg invade casa em Brasília e ataca cão da família

O detalhe é que a gente ficou sem saber o que foi feito deste tamanduá. E tomara que o cachorro fique legal!!!!!
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O cachorro da raça airedale terrier, considerado caçador e de grande porte, está internado

Um tamanduá-bandeira com aproximadamente 35kg invadiu a residência de um casal de idosos e atacou um cachorro, que quase perdeu um olho. O caso ocorreu na noite deste domingo, em Brasília. Nestor, o cachorro da raça airedaleterrier, considerado caçador e de grande porte, está internado. Na manhã desta segunda, a família entrou em contato com a Polícia

24/03/2016

Canil clandestino perde na Justiça e cães ficarão com novos donos - Brasília - DF

Publicamos sobre esta denúncia uma postagem completa: Maus-tratos a cães são confirmados em canil clandestino no Jardim Botânico - Distrito Federal. Agora sai o resultado e só ficou mesmo faltando uns cães que sumiram.  Ninguém falou nada....
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O canil clandestino que funcionava em um condomínio no Jardim Botânico perdeu a batalha nos tribunais para reaver os 86 animais apreendidos pela Delegacia do Meio Ambiente (Dema) durante uma operação de combate a maus-tratos no fim do ano passado. O caso

05/03/2016

Cachorro é 'trancado' em parapeito de janela de prédio em Brasília

Como é que pode um negócio deste? onde estão os responsáveis por esta criança que coloca o animal em tamanho risco? Espero que a galera de Brasília tome uma providencia contra esta gente irresponsável....
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23/11/2015

Brasília sedia a maior feira de pets do País no Mané Garrincha



Sei não.... sei não.... apesar de .... vazia, não?
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Balanço Geral DF - Rede Record - 21/11/15
O Estádio Nacional Mané Garrincha é o palco para a maior feira de animais de estimação do País. Neste fim de semana, a Brasília Pet Show apresenta as principais novidades do mercado, alem de apresentações artísticas e palestras.

27/10/2015

Juiz suspende proibição a entrada de animais em parque de Brasília

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O juiz Carlos Frederico Maroja de Medeiros, da Vara de Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano e Fundiário do Distrito Federal, suspendeu liminarmente a proibição de entrada de gatos e cães no Parque Ecológico Dom Bosco, administrado pelo Instituto Brasília Ambiental.

Para o juiz, o veto do Ibram não foi precedido de consulta à

31/08/2015

Crise econômica afeta zoológico e orçamento para animais será menor




Olha o problema do zoológico de Brasília, gente....
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DF Record - 28/08/15
A dinheiro previsto no orçamento deste ano é de R$ 13 milhões, 30% a menos do que a previsão do ano passado, de R$ 18 milhões.

Em 5 anos, Zoonoses sacrificou 63% dos animais recebidos no DF



Os ativistas em Brasília estão cortando um dobrado tanto com o CCZ quanto com o Zoológico daquela cidade.... Caramba, a barra tá pesada!!!! força à  todos e estamos a disposição para qualquer ajuda. A fonte desta matéria bem completa é o G1
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Média é de 5 sacrifícios para cada 2 adoções; 9,5 mil animais foram mortos.
Saúde diz que apenas cães e gatos doentes e agressivos são sacrificados.


Tabela da Diretoria de Vigilância Ambiental sobre animais capturados e sacrificados no CCZ (Foto: G1)

Nos últimos cinco anos, a Diretoria de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde sacrificou  9.531 dos 14.964 cães e gatos recebidos pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) do Distrito Federal. O número corresponde a 63% dos animais que passaram pelo centro entre 2010 e 2014. Desse total,

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