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10/10/2017

Homem é condenado à prisão por crueldade contra gatinho - Austrália

O caso aconteceu em fevereiro de 2016 e agora saiu a sentença. Prisão de 3 meses, proibição de ter animais por 10 anos e pagamento das despesas com tratamento veterinário. Agora, me parece que na Austrália a lei é cumprida.....  Muito bom!!!!!
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Um homem foi preso por atirar um gatinho de oito semanas de idade contra uma parede quebrando o soquete do olho, a

26/09/2017

Grupo bate recorde ao levar 576 cães da raça border collie para praça

O motivo achei mais do que justo.... ajudar as Ong´s de proteção animal.... show!!!!!
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Austrália - Um grupo de donos de cães da raça border collie realizou um encontro que conseguiu reunir 576 cães em um parque de Willaston, na Austrália, neste domingo. 
De acordo com a página Border-Collie Owners South-Australia (em tradução livre, Donos de Border Collie do Sul da Austrália) o encontro

23/09/2017

Aos 100 anos, crocodilo de cinco metros é morto na Austrália e gera preocupação

O que um humano sente quando comete tamanho crime contra um animal que não pode se defender da uma bala de um rifle? Olha o estrago que este "filho do demo" provocou. Humanos deste gênero são podres e merecem voltar para o inferno de onde vieram...
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A morte do grande réptil deixou especialistas do local preocupados, já que, agora, o equilíbrio entre os crocodilos da região foi afetado de forma severa

Um crocodilo de 5,2 metros de comprimento foi encontrado morto na última quinta-feira (21), nas margens do rio Fitzroy, nas proximidades da cidade australiana de Rockhampton. Com uma bala alojada em sua cabeça, o assassinato do animal é uma grande preocupação para os moradores, já que,

08/09/2017

Turistas pagam R$ 400 por 15 minutos de mergulho com crocodilos

Pelo que pesquisei na internet, desde 2009 que existe este parque que explora os animais desta forma..... Que coisa mais humilhante....
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Separados por um recipiente de plástico, turistas e crocodilos aparecem na mesma foto: na avidez por um registro com os animais , quem visita o parque "Caixa da Morte" passa até 15 minutos bem perto rodeado deles, protegido por um recipiente de plástico. Entre as atrações, um crocodilo de quase cinco metros de comprimento, anunciado como o maior réptil vivo.

Na página da atração, a empresa, na Austrália, anuncia se tratar do único mergulho com crocodilos. São 15 minutos de imersão ( ou submersão, como preferir) no local onde vivem os animais, em água salgada. Primeiro, visitantes são içados para o alto, de onde podem vê-los na água com uma uma visão panorâmica. Depois, eles são mergulhados e ficam frente a frente com as feras.

Chopper, Axel e William e Kate, como são chamados, são alimentados com frango, carne e peixe diante de turistas boquiabertos. Em imagens postadas nas redes sociais do parque, é possível ver o momento em que tratadores "enganam" os animais com suas presas, como forma de atração para quem assiste à cena. A gaiola é projetada para uma ou duas pessoas, que pagam quase R$ 400 pelos minutos de aventura.


Fonte: Extra

28/08/2017

Presídio australiano usa animais resgatados para reabilitar detentos

Todos os presídios deveriam usar a mão de obra de prisioneiros para promover o bem. Seria uma reformulação no íntimo de cada criminoso. Eu acredito demais nisto!!!!!
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A maioria dos animais é devolvida à natureza ou encontra um lar
A prisão que mantém uma fazenda com animais vítimas de maus tratos para os presos cuidarem

Uma prisão na Austrália resolveu usar animais em seu programa de reabilitação de detentos. Os prisioneiros ficaram responsáveis pelo cuidado de espécies resgatadas de cativeiro, que foram abandonadas ou atacadas por predadores. Cangurus, emas, cobras, cacatuas e vombates são algumas das espécies nativas que foram incorporadas do Centro de Vida Selvagem no Complexo Correcional de John Morony, na região metropolitana de Sydney.

Funcionários do local dizem que o esquema incentiva o senso de responsabilidade e desenvolve habilidades de vida para que os infratores se preparem para o mundo exterior. "É um impacto positivo real. Os animais podem às vezes ajudar as pessoas a se curar", disse Ian Mitchell, oficial do Centro de Vida Selvagem.

Os detentos selecionados para o programa são responsáveis por alimentar e criar abrigos para os animais, além de serem ensinados a cuidar de seus ferimentos. Alguns animais não devem sair do local porque ficam vulneráveis a predadores. Mas a maioria é devolvida à natureza ou encontra um lar por meio da organização de resgate.

16/08/2017

Consegue achar? Cobra escondida próxima a berço espanta pais na Austrália

Caraca....... que susto a mãe não levou, né? só que não...
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Desafios para encontrar um objeto escondido em uma imagem têm se tornado cada vez mais comuns na internet. Desta vez, a brincadeira é um pouco mais séria, e aconteceu de verdade na Austrália: enquanto passava o aspirador de pó no quarto do filho, uma mulher encontrou uma cobra bem próxima ao berço do bebê. E você, consegue identificar onde está o animal na foto?

A imagem foi postada no Facebook por uma empresa australiana responsável pela captura de animais peçonhentos, os 'Caçadores de Cobras de Sunshine Coast', e viralizou não só com as pessoas querendo encontrar o animal, como também apontando para o risco de uma cobra estar tão próxima a um recém-nascido.

A cobra aparece ao lado de uma caixa, no canto esquerdo inferior da imagem:
'Como ela entrou no quarto?' e 'Tão perto de um bebê' eram os comentários mais comuns, enquanto uma mulher relatava que este tipo de experiência não é novidade na Austrália: "Quando meu filho era pequeno, tivemos vários casos iguais a esse. Para piorar, ele ainda ficava muito tempo deitado no chão. Sempre tínhamos que ficar de olhos abertos".

Segundo a postagem, o animal era uma cobra cujo nome científico é Demansia psammophis.

Este animal tem por característica ser muito rápido e é uma cobra classificada como pouco venenosa, podendo chegar a ter até um metro de comprimento.

FONTE: Uol

13/07/2017

Australiano filma dezenas de golfinhos brincando com baleia

Posso dizer com propriedade sobre isto. Quando a gente pensa que o mundo acabou por conta de dificuldades com nossa saúde, algo vem para mudar nossa direção. Foi o que aconteceu com este rapaz que passou a produzir um material cinematográfico espetacular....
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O cinegrafista Jaimen Houdson começou a filmar paisagens após acidente que o deixou sem os movimentos das pernas. Um vídeo publicado pelo cinegrafista australiano Jaimen Houdson está deixando os amantes dos animais marinhos cada vez mais apaixonados por esses bichos.

Houdson captou com seu drone uma cena espetacular, na qual dezenas de golfinhos passam ao redor de uma grande baleia em um mar verde-translúcido, na Austrália Ocidental. No Facebook, o vídeo já conta com mais de 429 mil visualizações e três mil reações.

A cena dura pouco mais de um minuto e é finalizada com golfinhos pulando alegremente perto da praia de Esperance, uma pequena cidade australiana. O vídeo fica ainda mais interessante quando se conhece o seu autor. Jaimen, que por muito tempo praticou diversos tipos de esportes, como surf, skate e mergulho, sofreu um acidente de moto em 2008 e é quadriplégico, desde então.

Jaimen Hudson pedindo sua esposa em casamento, no Lago Hillier

Ao perder os movimentos dos membros inferiores e parte dos movimentos dos membros superiores, Houdson acreditava que não poderia mais praticar seus hobbies favoritos, que eram as atividades esportivas. O interesse do jovem australiano pelas atividades, no entanto, se provou maior que as dificuldades que o prendiam na cadeira de rodas, e, em 2014, Hudson, que atualmente tem 25 anos, voltou a "praticar" seus hobbies por meio da fotografia e da filmagem. Os vídeos e fotos de Jaimen, que mostram belas paisagens, como um lago rosa, na Austrália, podem ser encontrados em seu Facebook, Instagram, Youtube ou site.

Fonte: Correio Brasiliense


06/07/2017

Katy Perry faz piada com caça a coalas, animais em perigo de extinção, e causa polêmica na Austrália

Olha o desserviço da palhaça!!!!! um monte de gente trabalhando para evitar um dos motivos do coala entrar em extinção (ataque de cães) e a bestalhona fala uma caquinha desta!!!!! Agora não adianta apagar nada não, mané!!!! todo mundo já sabe..... Não devia ter falado... agora, aguenta!!!!! Se bem que sempre acho que este tipo de coisa visa promoção... negativa, mas, promoção sobre sua turnê.... Tomara que seja boicotada em todos os lugares que for cantar....
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A cantora Katy Perry gravou um comercial para promover a sua turnê Witness na Austrália, mas acabou gerando revolta dos australianos e de grupos defensores dos animais.

Num vídeo em tom cômico em parceria com a empresa Myer, uma grande rede de lojas de departamento, Katy diz para o seu cãozinho para “caçar coalas”. Além de ser animal símbolo da Austrália, o coala está em perigo de extinção. De acordo com o site de notícias australiano Courrier Mail, a Myer agora corre para apagar os comentários de Perry, que são chamados de “nojentos” por grupos de defesa dos animais.

Segundo a veterinária Claire Madden, mais de 110 coalas são mortos todos os anos por cães no estado australiano de Queensland. “O ataque de cachorros a coalas é uma das principais ameaças”, afirma Madden.

“Perry é um modelo para vários jovens”, diz a veterinária. “Isso destrói todo o bom trabalho que nós fizemos tentando encorajar as pessoas a não deixar seus cães em contato com coalas.”

A cantora de Chained To The Rythm ainda não se manifestou, mas a Myer respondeu ao Courrier Mail em nota. “Nós estamos conscientes dos comentários referentes ao comercial da turnê Witness de Katy Perry e uma referência aos coalas. Estamos removendo o material que faz a referência aos coalas.”

Veja abaixo o polêmico vídeo com Katy Perry:

04/07/2017

Testes de cosméticos em animais: Projeto de lei australiano quer proibir método

Está havendo um movimento mundial a respeito e acho que em breve todo este cenário vai mudar...
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Projeto propõe banir testes químicos em animais; 
Medida deve trazer impactos positivos e ser um exemplo para os outros países, confira
Em maio foi apresentado um projeto à Câmara Australiana que pretende banir da indústria de cosméticos os testes em animais.
O primeiro país que baniu os testes em animais  foi a Alemanha em 1968, a prática se estendeu à UE em 2004

A proposta de lei sobre testes em animais afetará uma larga variedade de produtos, uma vez que no país “cosméticos” são legalmente definidos como substâncias usadas no corpo, para mudar a sua aparência, assim como limpar, perfumar ou proteger, o que inclui sabonetes, xampus, hidratantes, tintas de cabelo, perfumes e até mesmo desodorantes.

De acordo com o site futurism.com , é difícil saber exatamente quantos animais serão afetados por esse projeto, pois as companhias que utilizam deste método não divulgam números em relação aos testes em animais, e os resultados obtidos são na maioria inéditos. É provável que seja um impacto pequeno, mas essa proibição mudará vidas e será um passo internacional importante.

Experimentos de cosméticos normalmente causam reações na pele, olhos e respiração dos animais por conter altas concentrações de substâncias químicas. Outros testes são capazes de determinar se o produto contém também potencial para causar anormalidades fetais, câncer ou mutações genéticas.

Cada vez mais as pessoas são contrárias à prática, entretanto muitos governos – incluindo a Austrália – requerem os testes em animais para identificar perigos em potenciais, como de novos ingredientes.

A região que mais adere à causa é a União Europeia (UE). O primeiro país em que baniu os testes foi a Alemanha em 1968, e isso se estendeu à UE em 2004. Em 2009, o bloco econômico estendeu a proibição a ingredientes, e não apenas aos produtos finalizados. Em seguida, as importações passaram a ser analisadas para se enquadrarem na nova regra, já que o Japão e os Estados Unidos são os maiores exportadores para a UE, e a importação de cosméticos testados em animais foi banida em 2013.

Também desde 2013, Israel, Índia, Noruega, Nova Zelândia, Coreia do Sul, Turquia, Taiwan e partes do Brasil têm banido totalmente testes de cosméticos em animais. Contudo, a Humane Society International (em tradução livre: Sociedade Humana Internacional) estima que cerca de 100 mil e 200 mil animais são submetidos esse tipo de avaliação no mundo.

Os Estados Unidos estão considerando banir a prática. O que traria como impacto uma redução drástica para o mercado e para os fabricantes que ainda utilizam o método de testes. Até recentemente a China exigia que todos os produtos de beleza fossem testados em animais, mas esse requisito afrouxou para cosméticos não especializados como os itens usados para os cabelos, pele, unhas, perfumes e maquiagens.

Austrália
Até julho de 2018, o teste em animais continuará sendo requerido na Austrália para alguns ingredientes de produtos de beleza, uma vez que o Departamento de Saúde local considera este, o melhor meio para identificar potenciais tóxicos. Após essa data, os produtos químicos industriais não poderão mais ser testados em animais. Substancias químicas usadas para outros fins/produtos poderão continuar com os experimentos, fornecendo uma potencial lacuna para os fabricantes.

Vale ressaltar, que muitos ingredientes já foram explorados em animais, o que torna um novo teste totalmente dispensável. Em relação a outras substâncias, vem sendo desenvolvido meios alternativos de teste, como ensaios clínicos em seres humanos e amostras de pele retiradas de procedimentos estéticos para medir os níveis de penetração de um determinado produto.

Nos últimos anos têm se notado grandes avanços nos métodos, assim como estudos clínicos de testes em pele. Já é possível, por exemplo, usar ovos de galinha para identificar se um produto é irritante ou não aos olhos humanos. No futuro, é provável que também células diferenciadas sejam utilizadas para o mesmo fim.

Atualmente, a Austrália é um país em que possui um código de prática para o cuidado e uso de animais para fins científicos. O regulamento requer que o uso de animais seja autorizado por uma autoridade, normalmente associado a uma universidade ou serviço governamental. Além disso, o comitê exige que o benefício humano seja superior aos danos causados nos animais.

No caso dos cosméticos, os prejuízos nos animais normalmente são superiores aos benefícios nos humanos. Contudo, é esperado que os comitês sejam persuadidos a cumprir os regulamentos governamentais.

O objetivo do projeto de lei é salvar os animais do sofrimento causado pelos testes. Embora a indústria de cosméticos australiana não seja grande de acordo com os padrões internacionais, esta vem crescendo rapidamente, principalmente no que diz respeito aos produtos voltados para cabelos e corpo, cosmecêuticos, protetor solar e produtos antienvelhecimento.

Uma vez essa proibição aprovada, os olhos internacionais se voltarão à causa, podendo sugerir ou até mesmo resultar em um acordo internacional sobre os testes praticados em animais.
Ao longo da última década a Organização Mundial de Saúde Animal, responsável por promover principalmente o controle de doenças animais, tem assumido a responsabilidade de determinar os padrões de bem estar animal. 

Com 180 estados membros está em boa posição para conduzir a um acordo internacional, que já possui um Código de Prática de Uso de Animais em Pesquisa e Educação, onde reconhece que: animais podem ser usados somente quando justificado eticamente e quando não houver alternativa de métodos de avaliação.

O Código inclui revisão ética sobre “prejuízo versus benefício”, assim como há no sistema australiano, mas sem o imperativo do governo para encorajar ou exigir os testes. Isso poderia ser usado para negar às empresas a oportunidade de realizar ensaios com cosméticos em países que ainda usam. Está claro que os cosméticos não passarão mais por testes em animais em nenhum lugar do mundo. A nova regulamentação da Austrália será apenas um pequeno passo para esse futuro.  

Fonte: Economia -

01/07/2017

Canguru encontrado morto e amarrado em estrada causa indignação na Austrália

Alem de matarem o animal ainda vilipendiam de seu corpo. Eu tenho certeza que capetas vivem entre nós!!!! o inferno é aqui, meu Deus!!!!!!
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Animal foi morto a tiros e seu corpo foi coberto por um tecido com estampa de leopardo e amarrado a uma cadeira com uma garrafa de bebida entre as patas.

A imagem de um canguru abatido a tiros, coberto com um tecido de estampa de leopardo e amarrado a uma cadeira com uma garrafa de álcool entre as patas escandalizou a Austrália nesta quarta-feira (28). O animal foi encontrado no acostamento de uma estrada do nordeste de Melbourne por alguém que passava pelo local, relatou o investigador do Departamento de Meio Ambiente, Terra, Água e Planejamento do estado de Victoria, Mike Sverns.

Entre as patas, havia uma garrafa de ouzo, uma bebida grega típica. "O canguru levou, pelo menos, três tiros, antes de ser colocado na cadeira", declarou Mike Sverns. "É um comportamento lamentável e imoral", afirmou.

Sverns fez um apelo a quem tiver qualquer informação sobre o caso e lembrou que matar animais selvagens protegidos é um crime com multa prevista de até 36.500 dólares australianos (27.000 euros) e pena de dois anos de prisão. "Precisaram de tempo para colocar o canguru assim, na beira da estrada. E temos certeza de que alguém deve ter visto algo, considerando-se o lugar e a circulação", insistiu. As autoridades acreditam que o animal tenha sido abatido em outro lugar e, então, deixado na estrada.

05/06/2017

Resgate comovente de um canguru que caiu em canal - Austrália

Coitadinho...  é tão comovente quando ele usa o barco para descansar as patinhas....
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A Unidade de Resgate do Australia Zoo salvou um canguru masculino  que tinha caído e estava preso em um canal. A equipe teve que agir rapidamente e usar uma canoa para resgatar o animal porque o nível da água estava subindo e sua vida estava em risco. Assim que viu o barco, cansado, ele descansou as patas feridas nas pedras. Depois de ser retirado foi sedado para poder ser atendido e curado. O vídeo foi publicado por The Wildlife Warriors .

Fonte: Telecinco

29/05/2017

Austrália libera um vírus mortal para devastar populações de coelhos

Sinceramente, a Austrália se supera diariamente com seus costumeiros massacres.... Agora não bastava atingir seu território, ela coloca em risco todos os coelhos do mundo. Meu Deus, será que ninguém para com a loucura deste país? Em 2 meses já detonou mais de 40% dos animais.... Vejam aqui a quantidade de crueldade contra os animais praticadas por este país que está concorrendo com a China e Espanha como os mais cruéis com animais.
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Especialistas alertam para efeitos potencialmente devastadores se o patógeno atinge Espanha

Autoridades australianas lançaram todo o seu território uma cepa mortal de um vírus para destruir suas populações de coelhos selvagens. O patógeno, o que provoca a doença hemorrágica, é tão letal quanto ebola e tão contagiosa como a gripe. Em apenas 2 meses, o vírus eliminou 42% dos espécimes selvagens, de acordo com dados preliminares do Governo da Nova Gales do Sul, o estado mais populoso da Austrália.

Coelhos europeus foram introduzidos em 1859 na maior ilha por um colono Inglês, Thomas Austin. Os animais, se reproduziram e estão sendo considerados uma praga. Um coelho fêmea pode ter mais de cinco crias de cinco coelhos cada a cada ano. Antes  dos orelhudos serem considerados “praga”, as autoridades australianas decidiram em 1900  levantar uma cerca de 1.700 quilômetros para impedir a entrada coelhos para a parte ocidental da ilha. Não funcionou. Na década de 1920, havia cerca de 10.000 milhões de coelhos selvagens na Austrália, de acordo com estimativas do governo.

As autoridades têm agora espalhados em cerca de 600 pontos da ilha, a nova estirpe K5 de vírus conhecido RHD. Strain, cientificamente chamado RHDV1 K5, foi isolado na Coreia do Sul e só afeta coelhos selvagens. “É muito pior do que o ebola. O vírus resiste meses ativos no ambiente. Os  coelhos morrem, sofrendo muito, em 48 horas e  a mortalidade chega a 90% , “diz virologista Francisco Parra , da Universidade de Oviedo.

Coelhos foram considerados uma praga na Austrália ao longo do século XX. CSIRO

A equipe de Parra identificou em 2012 na Espanha uma nova variante do vírus da doença hemorrágica e sua vacina funcionou. Na Península Ibérica, a escassez de coelhos ameaça a conservação de espécies como o lince ibérico e a águia imperial espanhola. Portanto, a guerra biológica na Austrália coloca arrepios aos peritos espanhóis.

“É um movimento perigoso para outras partes do mundo em que tentam preservar coelhos. Os vírus não conhecem fronteiras. Qualquer australiano pode trazê-lo para a Espanha em suas botas. É uma medida irresponsável “, lamenta Parra.

A Austrália já introduzia em 1951 o vírus da mixomatose no  Uruguai -discovered para dizimar populações de coelhos. Em 1952, dada a letalidade alcançou na Oceania, um médico francês aposentado decidiu liberar o vírus em suas terras. Mixomatose se espalhou pela Europa, atingindo 99% coelhos. em algumas regiões.

“É um movimento perigoso para outras partes do mundo em que tentam preservar coelhos. Os vírus não conhecem fronteiras “, lamenta virologista Francisco Parra

“Jogar com o vírus patogênico é perigoso. Um país não deve ser capaz de tomar uma decisão. Deve ser uma questão regulada pela Organização Mundial de Saúde Animal , “diz o biólogo Rafael Villafuerte , o Instituto de Estudos Sociais Avançados (CSIC) em Córdoba. O pesquisador, um especialista em gestão do coelho em lugares como o Parque Nacional de Doñana, teme mutações do vírus. “Os coelhos são adaptados à doença e em vírus de resposta estão se tornando mais letal , ” avisa. Ambos Parra e Villafuerte também alertam para um possível salto do  vírus da doença hemorrágica  para outras espécies.

” É claro que os objecivos da Austrália e da Espanha são muito diferentes. Estamos tentando exterminar uma praga, enquanto a Espanha tenta a preservar uma espécie nativa , “admite Mark Schipp , responsável pelos assuntos veterinários do governo australiano. Schipp sublinha a “enormes danos”, causando 150 milhões de coelhos selvagens na ilha: a perda de mais de 200 milhões de dólares um ano para os agricultores, de acordo com o Centro de Pesquisa Cooperativa Invaders animais.

Os  coelhos considerados pragas são acusados de serem também ameaça a sobrevivência de mais de 300 espécies de flora e fauna, incluindo 24 em perigo de extinção crítico, como a orquídea dançarino, periquito e ventrinaranja pequena marsupiais burramyidae, de acordo com o mesmo corpo, ligado a governo. “A Espanha tem em vigor medidas eficazes para controlar o risco de qualquer importação de coelhos ou agentes biológicos, em conformidade com as normas internacionais de saúde. E a Austrália tem o prazer de cumpri-las “vala Schipp.

Fonte:  carolstein e El Pais
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ATUALIZAÇÃO em 30/05/17
Leitora nossa nos enviou um artigo de 2009 dizendo que este processo de liberação de vírus para matar coelhos data daquela época. O que deve ter acontecido é que o vírus não funcionava mais e eles liberaram outro para terminar o que o primeiro não conseguiu, né mesmo? barbaridade!!!! Leia COELHOS NA AUSTRÁLIA

21/05/2017

Coala pode desaparecer de algumas paisagens da Austrália, diz estudo

Mais um desastre na Austrália!!!! eu não entendo este país!!!!!! 
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Causa é o desmatamento provocado pela urbanização e o desenvolvimento agrícola e da mineração, de acordo com a ONG WWF.
O coala, o mamífero símbolo da Austrália, corre o risco de desaparecer de certas pontos do país por causa do desmatamento provocado pela urbanização e o desenvolvimento agrícola e da mineração, de acordo com um estudo divulgado pelo World Wide Fund for Nature (WWF).

"O desaparecimento varia conforme a pressão a que estejam expostos, mas em algumas áreas os coalas poderiam sumir em 20 anos se o seu habitat continuar sendo destruído", disse à Agência Efe Christine Adams-Hosking, autora da pesquisa.

Conforme o estudo, o corte de árvores reduziu 53% e 26% a população de coalas nos estados de Queensland e Nova Gales do Sul, respectivamente. Somente na Koala Coast, uma zona prioritária de desenvolvimento desse animais no sul da cidade de Brisbane, a população diminuiu em mais de 80% de 1996 a 2014.

Os estudos de densidade populacional de coalas realizados pelo WWF também mostram que a situação é grave no sudeste de Queensland. Estima-se que por lá 179 coalas teriam morrido entre 2013 e 2015, em uma área de 44 quilômetros quadrados.

O coala, que em língua aborígene significa "não beber" - já que 90% de sua hidratação tem origem nas folhas de eucalipto que consome -, é considerada uma espécie vulnerável em Queensland, Nova Gales do Sul e no Território da Capital Australiana. Esses mamíferos marsupiais vivem na Austrália há 25 milhões de anos, mas desde a colonização europeia perderam espaço para os desenvolvimentos urbano, agrícola e mineiro e também pela mudança climática e a comercialização de sua pele, muito comum até os anos 30.

Em algumas regiões, além disso, os coalas foram sacrificados por culpa da clamídia, uma bactéria que produz lesões genitais e nos olhos, causa infertilidade e cegueira nos animais e pode levar à morte.

Para Christine, o desaparecimento desses animais é o "sinal de uma catástrofe maior", porque o lugar onde eles vivem são sumidouros de carbono e os serviços naturais dos ecossistemas estão sendo destruídos. Entre outros benefícios, a presença do coala permite a polinização das plantas e contribui para manter os solos saudáveis.

A perda do habitat também acarreta outros riscos para a espécie, que se vê obrigada a encontrar um novo lugar, correndo o risco de ser atropelada (um coala precisa, em média de 40 segundos para cruzar uma via) ou de ser atacada por cães (domésticos ou dingos). Nesse tipo de incidente, geralmente, eles não sobrevivem aos ferimentos causados.

Com a mudança climática, os coalas das zonas mais afastadas vivem outro problema: precisam enfrentar um clima mais quente e a menor disponibilidade de água, de acordo com a pesquisadora.
"Os governos e as comunidades deveriam pensar de forma estratégica a não destruição do habitat dos coalas", enfatizou a pesquisadora.

Em sua opinião, expandir as florestas com abundante população destes animais e "criar zonas seguras perto dos rios com eucaliptos" são um caminho para evitar sua extinção. O coala, um animal muito delicado e especialmente sensível a qualquer mudança no meio ambiente, costuma permanecer 20 horas por dia cochilando ou descansando e utiliza as quatro horas restantes para se alimentar de folhas.

Fonte: Globo Natureza

04/05/2017

Austrália proíbe venda de cosméticos testados em animais

A crueldade praticada em animais de laboratório é inominável..... Além de queimar as córneas dos coelhos, eles ficam impedidos de se mexer..... E olha que quem pratica esta barbárie são pessoas consideradas "do Bem".... Jesus me eletrifica, por favor!!!! não dá para aceitar isto!!!!!!
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A comercialização de cosméticos, perfumes, maquilhagens e até pastas de dentes que tenham sido testadas em animais ou possuam componentes de origem animal será proibida, a partir de Julho, na Austrália

Mais uma boa notícia para os animais: o Governo australiano aprovou uma lei que vai proibir a venda de qualquer cosméticos que tenha sido previamente testado em animais ou que contenha algum produto de origem animal.

Em 2015, a Nova Zelândia baniu por completo as experiências com cosméticos em animais e, agora, a Austrália está a trabalhar numa lei similar que será implementada em Julho deste ano. A nação australiana irá, assim, juntar-se a vários países da União Europeia que também pretendem efectivar as medidas de proibição de testes de cosméticos em animais, como a Noruega, a Turquia e Israel.

Devido à insistência de diversos grupos comunitários e da campanha #BeCrueltyFree (Sê livre de crueldade), todos os cosméticos testados em animais serão banidos. A realidade é que ainda são várias as marcas que usam animais para testar os seus produtos e, por esse motivo, a PETA (People for the Ethical Treatment of Animals) criou uma lista de todas as marcas “cruelty free”, ou seja, marcas que não usam animais nas suas experiências.

A Sociedade Internacional Humana declara que o Governo liberal da Austrália atraiu o apoio de quase todo o país com esta reforma legislativa. O ministro adjunto de saúde australiano, Ken Wyatt, anunciou a medida em Junho de 2016 e declarou que testar produtos cosméticos em animais não se revela uma necessidade e, inclusivamente, “muitos países, incluindo a União Europeia, já proibiram o uso de produtos testados em animais”.

Esta nova lei terá algum impacto e deve afectar grandes marcas e variadas gamas, como é o caso da L’Oreal, Avon, Chanel, Shiseido, Colgate, Estée Lauder e Johnson & Johnson.

No entanto, produtos que já se encontram à venda nos estabelecimentos comerciais não poderão ser retirados do mercado. A lei irá fiscalizar, apenas, os novos produtos e, tal como o governo australiano garantiu, a fiscalização será de extremo rigor. O objectivo é que a exclusão no mercado se dê de forma progressiva.

A lei representa um grande avanço, ainda que os testes em animais, quando se trata de desenvolver medicamentos, continuem a ser permitidos. Segundo estatíticas relativas a 2015 do Animals Australia, estima-se que cerca de 10.27 milhões de cobaias sejam, anualmente, usadas na Austrália para testes de produtos cosméticos. Mundialmente falando, o número de animais utilizados neste género de experimentações é avassalador, segundo dados do site Cruelty Free Internacional — no mínimo, 115 milhões. Pesquisas apontam ainda que os países que mais recorrem ao uso de animais como cobaias são, por ordem, os Estados Unidos da América, Japão, China, Austrália, França, Canáda, Reino Unido, Alemanha, Taiwan e Brasil.

Em Portugal, tal como o P3 escreveu no ano passado, a ANIMAL (organização não-governamental) criou uma campanha para acabar com a experimentação animal, apelidada de "Pat-ição". Até ao momento, 68.143 pessoas assinaram, mas continua a não ser o suficiente.

FONTE: p3.publico.pt

13/04/2017

Ornitorrincos são decapitados em Jardim Botânico da cidade de Albury - Austrália

Estes bichos são tão mansos e pacatos..... pura maldade... é o tal "serumano"...
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Dois ornitorrincos foram encontrados decapitados na Austrália, com autoridades de vida selvagem afirmando ter sido deliberadamente mortos em "desprezíveis" atos de crueldade.

Três dos mamíferos raros foram descobertos mortos em um jardim botânico na cidade rural de Albury, em Nova Gales do Sul, dois com suas cabeças cortadas.

O veterinário local Hazel Cook, que mandou inspecionar os corpos por um veterinário, disse ao jornal Border Mail que as mortes "definitivamente" não foram causadas por outro animal. "Você pode realmente ver onde eles tentaram cortar as vértebras", disse ele, acrescentando que não havia como saber se estavam vivos quando foram decapitados. Nós não temos ideia por que alguém faria isso, especialmente para algo tão gentil como um ornitorrinco."

Os Parques Nacionais e Serviços de Vida Selvagem de Nova Gales do Sul disseram que os ornitorrincos foram encontrados nas últimas cinco semanas.

"Esses animais parecem ter sido deliberadamente mortos em um ato desprezível de crueldade a um dos animais mais amados da Austrália", disse uma porta-voz.

Estes animais são tímidos e noturnos que vivem em tocas profundas do waterside, é um dos dois mamíferos do mundo que colocam ovos. Encontra-se apenas no leste da Austrália. Ferir animais nativos na Austrália pode resultar em multas de até Aus $ 11.000 (US $ 8.200) ou seis meses na cadeia.

Fonte: Daily Mail
Tradução livre do Google para "O Grito do Bicho"

11/03/2017

Corais da Grande Barreira da Austrália voltam a apresentar branqueamento

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Na Austrália é tudo se perdendo....
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Ecossistema que se estende sobre 2.300 km sofreu no ano passado o episódio mais grave de branqueamento já visto, devido à mudança das temperaturas do oceano.

Os arrecifes da Grande Barreira de Corais australiana voltaram a branquear pelo segundo ano consecutivo, indicaram nesta sexta-feira (10) responsáveis científicos.

O ecossistema que se estende sobre 2.300 km - o maior do mundo - sofreu no ano passado o episódio mais grave de branqueamento já visto, devido à mudança das temperaturas do oceano em março e abril.

Novamente os arrecifes de corais sofreram uma descoloração, observou o parque marinho da Grande Barreira de Corais.



"Infelizmente, as temperaturas foram elevadas neste verão na Grande Barreira de Corais, e estamos aqui para confirmar um novo caso de branqueamento maciço pelo segundo ano consecutivo", declarou o diretor do parque, David Wachenfeld, em um vídeo publicado no Facebook.

O branqueamento dos corais é um fenômeno de enfraquecimento que se traduz em uma descoloração, provocada pelo aumento da temperatura da água. Isso leva à expulsão das algas simbióticas que dão aos corais sua cor e seus nutrientes.

Branqueamento dos corais é um fenômeno de enfraquecimento que
 se traduz em uma descoloração (Foto: BIOPIXEL/AFP)

A Grande Barreira, inscrita no Patrimônio da Humanidade desde 1981, está ameaçada pelas mudanças climáticas, por inundações agrícolas, desenvolvimento econômico e proliferação de estrelas do mar que destroem os corais.

Os arrecifes da Grande Barreira de Corais australiana voltaram a branquear pelo segundo ano consecutivo, indicaram nesta sexta-feira (10) responsáveis científicos.

O ecossistema que se estende sobre 2.300 km - o maior do mundo - sofreu no ano passado o episódio mais grave de branqueamento já visto, devido à mudança das temperaturas do oceano em março e abril.

 Novamente os arrecifes de corais sofreram uma descoloração, observou o parque marinho da Grande Barreira de Corais.

"Infelizmente, as temperaturas foram elevadas neste verão na Grande Barreira de Corais, e estamos aqui para confirmar um novo caso de branqueamento maciço pelo segundo ano consecutivo", declarou o diretor do parque, David Wachenfeld, em um vídeo publicado no Facebook.

O branqueamento dos corais é um fenômeno de enfraquecimento que se traduz em uma descoloração, provocada pelo aumento da temperatura da água. Isso leva à expulsão das algas simbióticas que dão aos corais sua cor e seus nutrientes.

A Grande Barreira, inscrita no Patrimônio da Humanidade desde 1981, está ameaçada pelas mudanças climáticas, por inundações agrícolas, desenvolvimento econômico e proliferação de estrelas do mar que destroem os corais.

Fonte: G1 Natureza

23/02/2017

Homens sentenciados por golpear canguru até a morte - Austrália

Bom, as coisas estão melhorando. Primeiro caso de prisão naquele estado da Austrália. Ótimo!
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Um dos dois homens que golpeou um canguru até a morte com um poste de metal foi preso por quase um ano, o que é quase inédito na Austrália Ocidental.

Craig Jamie House e Vance Geoffrey Jarvis se declararam culpados no Tribunal de Magistrados de Bunbury pelos maus-tratos infligidos à um animal.


O tribunal julgou a denuncia da polícia que encontrou as imagens em um computador apreendido durante a apuração de outro assunto não relacionado. Era um vídeo caseiro do incidente ocorrido no

PETIÇÃO contra ações tomadas pela Austrália





04/02/2017

Humanos, e não mudança climática, destruíram a megafauna australiana

Em se tratando de Austrália, qual a surpresa?
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Novas evidências envolvendo a antiga megafauna que uma vez percorreu a Austrália indicam que a causa primária de sua extinção, cerca de 45.000 anos atrás, foi provavelmente a ação de seres humanos, não a mudança climática.

O estudo, feito por pesquisadores da Universidade Monash, em Victoria, na Austrália, e da Universidade do Colorado em Boulder, nos

20/01/2017

Austrália se diz decepcionada com Japão por continuidade de caça a baleias

Só a Austrália? gente e governo de muitos países...... Eu acho o Japão um país espetacular, mas, não entendo tendo um povo tão inteligente, disciplinado e educado ser capaz de admitir tamanha barbárie....
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Declaração do ministro do Meio Ambiente australiano acontece dias após líderes discutirem a questão.

A Austrália disse nesta segunda-feira (16) estar “profundamente decepcionada” com o Japão pela continuidade da caça a baleias. A declaração do ministro do Meio Ambiente do país foi dada após ativistas terem publicado uma fotografia de uma baleia morta dois dias após líderes australianos e japoneses terem discutido a

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