15/02/2017

Cientistas manipulam rato geneticamente para resistir à dependência à cocaína

Pára, gente!!!!!!!!!!!!!!! quem aguenta com estas coisas doidas? não é mais garantido pegar um doidão qualquer para chegar a uma pesquisa confiável? modificar geneticamente um rato, viciá-lo em cocaína e depois ferrar com o bicho p´ra descobrir coisas que não vão ter nada com humanos? Ah, me poupem!!!!! e ainda tem esta mídia estupida que acha isto super legal!!!!!
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Animal manipulado tinha níveis maiores de uma proteína que auxilia nas conexões neurais por meio das sinapses.


Cientistas da Universidade de Colúmbia Britânica, no Canadá, manipularam geneticamente um rato para resistir à dependência de cocaína, de acordo com publicação da revista "Nature" nesta segunda-feira (13).

O experimento, liderado por Shernaz Bamji, demonstrou que o consumo habitual da droga
responde mais a uma questão genética e bioquímica.

O rato manipulado pelos cientistas tinha níveis maiores de uma proteína chamada cadherina, que auxilia as células a se manterem unidas. No cérebro, essa proteína ajuda a reforçar as sinapses, as conexões neuronais.

A ação de aprender, inclusive o 'prazer' provocado pelas drogas, requer o fortalecimento de certas sinapses e, por isso, a professora Shernaz Bamji pensou que um acréscimo de cadheria no cérebro tornaria o rato mais propenso à dependência à cocaína.

Mas o que Bamji e seus colegas descobriram acabou sendo exatamente o contrário, conforme publicou hoje a "Nature".

Para realizar o experimento, os especialistas utilizaram dois ratos, dos quais apenas um foi manipulado geneticamente.

Aos dois foi fornecida a mesma quantidade de cocaína em uma caixa identificada, de maneira que os animais pudessem associar esse espaço com o consumo da droga.

Após fornecer cocaína às cobaias durante vários dias seguidos, os roedores ficavam livres para passar o tempo em qualquer um dos compartimentos da caixa e, enquanto o rato normal praticamente gravitava em torno do local onde tinha tomado a droga, o outro passou a metade do tempo nesse compartimento.

Assim, ficou comprovado que o rato com mais cadherina não tinha criado lembranças fortes da sensação provocada pelo entorpecente.

Para entender o inesperado resultado do experimento, Bamji analisou o cérebro do rato manipulado e concluiu que o acréscimo de cadherina previne que um tipo de receptor neuroquímico se transfira do interior das células para a membrana sináptica.

Sem esse receptor, conforme explica o artigo, é difícil para os neurônios se comunicarem, por isso as sinapses não são fortalecidas e a 'lembrança do prazer' produzido pela droga não adere ao cérebro.

"Prevenindo o reforço das sinapses, foi possível prevenir que o rato manipulado 'aprendesse' a lembrança da cocaína, por isso ele ficou mais resistente a se tornar um viciado", afirmou a coautora do estudo, Andrea Globa.

Esta descoberta demonstra que as pessoas que sofrem problemas de dependência tendem a ter maiores mutações genéticas relacionadas com a cadherina e com a adesão celular.

Além disso, os especialistas alegam que esses estudos evidenciam a importância dos componentes bioquímicos nas pessoas viciadas e podem ajudar a prever quais pessoas são mais vulneráveis aos efeitos das drogas.

FONTE: G1

7 comentários:

  1. Gastam bilhões em estudos que não valem um centavo,se todo esse dinheiro fosse revertido em educação e saúde,o mundo seria bem melhor.

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  2. A Ciência tem se atribuído um direito inválido de manipular seres vivos permitindo-se toda e qualquer intervenção em corpos de inocentes sob pretexto de contribuir com a saúde humana, na verdade exercendo o dia a dia da inominável covardia nos laboratórios meticulosamente limpos mas rigorosamente macabros, onde os sofrimentos e as dores das cobaias são considerados o ônus “imprescindível para a evolução da espécie humana”, ao mesmo tempo que seus professores e/ou pesquisadores tem descartado os valores reais da espécie “racional superior”, como sendo compaixão e misericórdia por todas as espécies e por isso nivelando-se, esses doutores em frieza, ao nível de robóticos sem coração e sem o seu conteúdo precioso que lhes foi concedido ao nascerem, não para serem os torturadores legalizados que são e continuarão sendo até que a morte os separe do seu avental escrupulosamente branco e de suas ferramentas de dor cuidadosamente esterilizadas, para reconhecerem, finalmente, os algozes que realmente são.

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    1. Sandra estou completamente de acordo, esses tipos são sádicos, covardes e cruéis

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  3. Eu sou a favor da descriminalização das drogas para que sejam tratadas como questão de saúde pública e não de segurança pública aqui no Brasil. Se não for considerado crime, acredito que ficaria mais fácil conseguir voluntários para essas pesquisas entre os viciados que querem se livrar do vício.
    Mas a questão é: os cientistas semi-deuses vão querer lidar com os usuários de drogas ou preferem continuar explorando os animais já que esses são indefesos?
    http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2013/08/1335030-viciado-pode-se-drogar-em-clinica-estatal-no-canada.shtml

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  4. Concordo, tem muito psicopata na área da ciência médica, se passando por uma pessoa sã e às vezes altamente respeitável.

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  5. Dinheiro jogado no lixo, animais sofrendo, gente inteligente desperdiçando inteligência. Esse tripé forma, na minha opinião, o que sejam os laboratórios de pesquisa. Lamentável. Infelizmente isso nunca vai acabar. E eu espero que todo viciado em cocaína morra. Não tenho dó nem piedade de usuários, sejam eles ricos ou pobres. A vida em si já é tão interessante, ninguém precisa se drogar para achar graça nas coisas. Quem se droga é covarde e tem cabeça fraca. Pega numa enxada que a vontade passa.

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