11/01/2017

Cachorro morre após ser queimado vivo em Santa Maria

Deus me livre assistir um lance deste.... eu ia cobrir de tapas estes filhos do demo juntamente com a tia que mandou eles se livrarem do cachorro!!!!
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Um cachorro foi queimado vivo em Santa Maria, cidade da Região Central do Rio Grande do Sul. Apesar de ter sido resgatado, ele não resistiu aos ferimentos e morreu. Uma adolescente de 17 anos confessou ter ateado fogo ao animal, e uma tia dela assinou termo circunstanciado pela infração.


O caso ocorreu por volta das 19h do último domingo (8). Segundo o policial militar Cláudio Roberto Coelho de Oliveira, 29 anos, que atendeu a ocorrência, além da adolescente, outros dois menores
estavam juntos na hora do crime. O animal foi atacado em um terreno atrás de um posto de combustíveis, localizado na Avenida Pedro Cesar Saccol. Um funcionário percebeu a movimentação e chamou a Brigada Militar.

"O funcionário viu os três menores ali e ouviu o barulho do cachorro agonizando. Ele conseguiu manter as crianças lá, até que a gente chegasse, mas quando chegamos já não tinha mais fogo. Mas o animal estava muito debilitado", contou o PM ao G1.

O cão, de porte médio e magro, estava próximo a uma carcaça de um ônibus. A esponja do banco teria sido usada para iniciar o fogo, com um palito de fósforo. O soldado da BM levou o animal até uma ONG veterinária para tratá-lo, mas ele não resistiu e morreu no dia seguinte.

Os menores, um menino de 9 anos, um de 15 anos e a adolescente de 17 anos, foram levados à Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) da cidade. Lá, a menina confessou.

Segundo o PM, ela relatou que a tia havia ganhado o cachorro de presente. Porém, como ele estaria doente, a mulher pediu aos menores para se desfazerem do animal e largá-lo em algum lugar.

"A princípio os dois meninos não fizeram nada. A tia pediu para se desse 'um jeito' no cachorro. Não que fosse para matá-lo, enfim", explicou o soldado. "Lamentavelmente aconteceu isso", completou ele, que disse ainda que a família vive em "condições precárias" e que a menina teria problemas psicológicos.

A mulher foi até à DPPA, onde buscou os três e assinou um termo circunstanciado. Não há previsão de punição. "Infelizmente a gente sabe como são essas coisas com maus-tratos a animais", lamentou o PM, que, quando levou o cão para a entidade, para tentar salvá-lo, chegou a cogitar a adoção.

"Tenho vários em casa, gosto muito. Fiquei muito triste. Tenho dois filhos, e aproveitei para conversar com as crianças sobre o que aconteceu", comentou o soldado, que é pai de um menino de quatro anos e de uma menina de nove anos de idade.

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