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terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Sabia que 20 conselhos regionais de Medicina Veterinária apoiam a vaquejada?

Atualizando a situação das vaquejadas, lembrando que, infelizmente, mesmo com STF ter considerado a Lei do Ceará como inconstitucional porque maltrata animais, decisão vencida por um único voto, elas estão rolando pelos estados do norte sem maiores problemas porque NÃO EXISTE LEI PROIBITIVA DA REALIZAÇÃO DE VAQUEJADAS. Quando é que a proteção animal vai se dar conta disto? Agora, vou questionar o Conselho aqui do Rio se isto é verdade.
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Apesar de ser patrimônio cultural brasileiro, essa prática ainda divide opinião

Após a aprovação da vaquejada e do rodeio como patrimônios culturais do Brasil, a polêmica envolvendo o uso de animais nessas duas práticas esportivas continua dividindo as opiniões dos brasileiros. Mesmo assim, 20 conselhos regionais de Medicina Veterinária se mostraram favoráveis à vaquejada, uma
atividade realizada há mais de 100 anos, especialmente nos estados do nordeste do país.

De acordo com a Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha e com a Associação Brasileira de Vaquejada, os conselhos regionais de Medicina Veterinária da Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Maranhão, Sergipe, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Piauí, Minas Gerais, Paraná, Goiás, Alagoas, Paraíba, Ceará, Rondônia, Acre, Amazonas, Tocantins e Espirito Santo apoiam oficialmente a vaquejada e as demais práticas equestres.

O consenso entre os apoiadores é de que a vaquejada precisa ser realizada de forma regulamentada, seguindo regras rígidas do bem-estar animal, que supostamente já são adotadas nas competições promovidas pelas duas associações e com equipamentos de proteção de todos os envolvidos no evento: boi, cavalo e vaqueiro.

De acordo com os procedimentos adotados hoje, durante a prova, o boi deve ser bem alimentado e ter comida e água à vontade. No local da pista de competição onde há desnível, deve ser colocado um "colchão" de areia com no mínimo 50 cm para amortecer a queda e proteger o animal de lesão óssea ou muscular. Outro ponto importante é a obrigatoriedade de uso de um protetor de cauda artificial que impede ferimento na hora em que o vaqueiro puxa o boi.

Vale dizer que a vaquejada e o rodeio ainda estão proibidos no Ceará por uma decisão do Supremo Tribunal Federal. POrtanto, apesar de serem considerados patrimônio culural do Brasil, essas práticas ainda aguardam a regulamentação, que pode ser feita pelas Propostas de Emenda à Constituição (PEC) 50 e 270, de 2016, e pelo Projeto de Lei do Senado 377, de 2016.

5 comentários :

  1. brasil pais que mostra a tua cara, sem justiça aos indefesos, só visam $$$$$

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  2. Infelizmente,até os veterinários se prostituem por causa de dinheiro. Pior que políticos e " coronéis" do interior do Brasil, são profissionais sem ética, que não cumprem com o juramento que fizeram em suas colações de grau. É vergonhoso!

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  3. Especialmente esses Conselhos, que só pretendem o lucro mesmo. Os bichos não importam só o que vale é o $$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$

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  4. Medicina Veterinária existe para atender clientes animais machucados não para evitar que se machuquem, se esfolem ou fraturem os ossos arrastados no "evento cultural" cuja "tradição" é imprescindível manter, incentivar e deixar de herança para os futuros "campeões" porque sempre foi assim e assim será até o final dos tempos em nome de nenhum deus.

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  5. Alegar que vaquejada é considerado patrimônio cultural, faz com que eu sinta que estou vivendo na idade da pedra.

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