16/11/2016

Os Veganos e os Vegetarianos acreditam que não matam animais mas isso não é Verdade

Achei maravilhoso que o autor tenha colocado de forma tão competente o que venho falando há tempos aqui no nosso blog!!!!!!! 

Fico injuriada pela perda de tempo de certas pessoas ao criarem diferenças dentro dos ideais da defesa animal ao se intitularem disto ou daquilo. 

O que importa é o equilíbrio que a natureza nos apresenta..... a morte é fato e depende de como a encaramos... O Deus que inventamos é contraditório e isto é incontestável!!!!!!! Ele existe, mas, não é este que foi escrito nos livros religiosos..... Ele é sentido e não explicado!!!!! Sugiro que todos leiam este texto abaixo e divulguem para os amigos. Nossa causa anda perdendo o sentido por conta desta história de veganismo..... Se liga, galera!!!!!
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À menos de uma semana atrás, Claudio Bertonatti, um dos mais reputados naturalistas da Argentina, escreveu um artigo que desencadeou um terremoto. O tsunami já chegou até nós aqui e é provável que se chegue ainda mais longe.

No seu artigo, The Vegan Confusion, ele avisa que comer vegetais não impede a morte de animais. Bertonatti enfureceu milhares de veganos e vegetarianos, bem como outros conservacionistas da
natureza. No entanto, muitos dos que leram o seu artigo aprenderam algo sobre os direitos dos animais que talvez nunca lhes tivesse ocorrido.

Conversamos com Claudio sobre esta sua ideia e a ruptura que causou, e discutimos os pontos mais importantes da controvérsia.

Cláudio, você era vegetariano. O que fez você decidir tornar-se num?

Quando adolescente, eu cresci com interesse pela natureza. Eu pensei que ao tornar-me vegetariano eu evitaria matar tantos animais. Mas depois mudei de ideias.

O que aconteceu?

Comecei a estudar a natureza e a sair para o campo para observar a vida selvagem. Notei que nos campos de culturas agrícolas não havia pássaros, e os poucos que estavam lá acabavam sendo perseguidos. Então comecei a estudar anfíbios, mamíferos, répteis e peixes e percebi que estava confuso.

Como?

Como vegetariano, eu estava a ajudar a evitar a morte e o sofrimento de animais domésticos, mas não de espécies selvagens. E muitas dessas espécies – ao contrário das vacas, porcos e cabras – estavam a desaparecer. Então, eu voltei a tornar-me omnívoro.

O que o levou a escrever este artigo?

Na Argentina, encontro muitas pessoas que se dizem defensoras da natureza porque não comem carne nem usam couro. Eles pensam que por serem veganos ou vegetarianos estão a impedir que os animais morram. Mas não é verdade.

Porquê?

A partir do momento em que os seres humanos começaram a criar gado e a adoptar a agricultura geramos um impacto. Não há espécies animais cuja sobrevivência não resulte na morte de outros animais, directa ou indiretamente. Eu entendo que isso pode ser uma conclusão dolorosa. Eu também gostaria de viver num mundo ideal, mas essa não é a realidade. Muitos veganos e pessoas que só usam algodão parecem acreditar que não causam mortes, mas causam.
Quando digo isso, muitas pessoas sentem que estou as estou a encurralar.

Mortes indirectas?

Trigo, arroz, milho. A maioria dos veganos come essas coisas. O primeiro impacto do cultivo em massa é o desmatamento: forçamos a natureza a abrir espaço para as lavouras. Na Argentina, incendiaram a selva, queimaram ninhos com lança-chamas. Então eles devem defender a terra semeada dos pássaros que vêm alimentar. Muitos fazendeiros fazem isso espalhando grãos envenenados. Depois disso, os herbívoros selvagens vêm procurar os primeiros rebentos, então os latifundiários colocam cercas eléctricas ou caçam os animais com armas.
Se você comer carne, você mata animais, mas você também os pode matar ao comer plantas

O que acontece durante a colheita?

A terra é fumigada para combater os fungos, insectos e outras plantas. Os animais que foram expulsos mudam-se para outras áreas que já suportam animais: o hotel está totalmente reservado. Assim, os animais vão aos campos de cultivo vizinhos e uma outra onda dos impactos é gerada.

Em contraste, afirma ele, nos campos dedicados à pecuária há mais espécies de outros animais.

Há muitos prados selvagens na Argentina. Você pode fazer uma caminhada por lá e encontrar de tudo: anfíbios, répteis, pássaros. Claro, eu estaria a mentir se eu dissesse que há a mesma variedade de animais que você teria se as vacas não estivessem lá. O agricultor também persegue animais selvagens e mata todos os animais que considera prejudiciais à produção. Mesmo assim, o impacto é menor. Quando digo isso, muitas pessoas sentem que as estou a encurralar.

Em que sentido?

No sentido de que não há fuga: se você comer carne, você mata animais, mas você também os mata ao comer plantas. Muitas pessoas que preocupam-se com questões ambientais e procuram os bons e os maus, mas não é assim: é muito mais complicado.

Dê-nos um exemplo.

Há muitas pessoas por aqui a manifestarem-se e a afirmarem “Não à exploração de minérios“. O slogan deveria ser “Não à mineração que explora imprudentemente os recursos e as pessoas”. Os activistas usam computadores que não existiriam sem os metais trazidos das minas. Estou surpreendido por eles não verem o quadro maior.
A maioria dos matadouros na Argentina são modelos de crueldade. Eu nunca poderia fingir que era de outra forma!

O que é que você acha da forma como a carne é produzida em massa – a indústria da carne?

É uma tragédia. As instalações para alimentar os animais e a maioria dos matadouros na Argentina são modelos de crueldade desenfreada. Eu nunca poderia fingir que seria doutra forma!

Há evidências de que os recursos necessários para a carne são muito maiores do que os necessários para os produtos hortícolas. E, que as culturas constituem uma grande parte desses recursos: uma alta porcentagem deles são usados para alimentar o gado.

Isso é verdade. Eu sei que a maioria das culturas de soja são usadas para este fim. Não estou a afirmar que os veganos são estúpidos ou que todos devem tornar-se carnívoros, só estou a afirmar que é importante ser sensato, adoptar uma posição inteligente e mostrar alguma solidariedade.
Para um fundamentalista, é pecado mencionar a morte. E que mais eu lhe poderia chamar? Eutanásia?

Qual será a posição mais inteligente?

Mostrar solidariedade com a Natureza: o mal menor. É importante incentivar o consumo e o abate, com mais humanidade, dos animais. Mas para um fundamentalista, é um pecado até mesmo mencionar a morte. E que mais eu lhe poderia chamar?? Eutanásia?

Se eu entendo correctamente, a sua intenção é avisar os veganos e os vegetarianos que o impacto zero é impossível.

A maioria de nós vive em cidades e sabe muito pouco sobre o mundo animal. Pergunte aos seus amigos se eles podem nomear 10 animais e 10 plantas silvestres nativas da área em que vivem.

Nós provavelmente não seríamos capazes.

Se não sabemos nada sobre natureza e a diversidade, então não seremos capazes de a valorizar. O nosso universo é limitado ao que vemos: cães, gatos, galinhas, porcos, patos, vacas. A nossa sensibilidade estende-se somente até eles. É como olhar através do buraco da fechadura. O mundo é maior do que isso e muito mais complexo, quer você o aceite ou não.

Você fala como se conhecesse muitos fanáticos.

Existem carnívoros e veganos fundamentalistas. Como cientista, quando os ouço falar com esse tom confiante – tão completamente sem nenhuma auto-dúvida – isso assusta-me. Os fundamentalistas só prestam atenção às pessoas que pensam como eles, e vêem todos os outros como um inimigo. É uma contradição.

O quê?

Para um carnívoro ser violento é lógico, mas para um vegan ser violento é filosoficamente inconsistente.

Você conheceu veganos violentos?

Eu era o director administrativo do Zoológico de Buenos Aires. Eu renunciei ao cargo porque eu tentei transformá-lo num centro de conservação de espécies ameaçadas de extinção, mas não consegui. Existiam esses veganos que se manifestavam à frente do zoológico a gritarem para as famílias que vinham, chamando-as de assassinos. Isso prejudica o veganismo. As pessoas pensam: se isso é o veganismo, então eu não quero fazer parte dele. Nem todos os veganos são assim, é claro. Mas há muitas pessoas que desenvolvem uma grande empatia apenas por animais domésticos. Muitos deles acabam por odiar as pessoas e isso é uma patologia: não é saudável.


No seu artigo você afirma que, se toda a espécie humana de repente se tornar vegana, isso seria uma tragédia. Mas alguns dizem que se fossemos todos veganos, então precisaríamos de menos cultivo agrícola do que sendo omnívoros.

Eu escrevi o artigo como uma forma de desencadear o debate no meu país, onde a pressão do movimento vegan na análise ambiental é geralmente bastante instável. Se toda a espécie humana se tornasse vegan por causa desse tipo de pensamento (sem contar com outras justificações filosóficas, religiosas ou de saúde nas quais eu não vou entrar), seria uma tragédia porque nós não estaríamos a entender verdadeiramente os problemas ambientais do mundo.

Você não está convencido pelas estatísticas.

Se um bem-compreendido veganismo contribui para melhorar o mundo natural, então eu vou de bom grado tornar-me vegan. A minha principal preocupação é a conservação da biodiversidade: que a riqueza da vida na Terra não fique mais pobre.

Mas, novamente, se todos na Argentina fossem veganos, isso não exigiria menos colheitas?

Eu não sei. Eu não acho que você precise de ser vegan para conservar a natureza e a biodiversidade. Eu não sou um especialista em desenvolvimento de produção agrícola, mas pelo que sei sobre o meio ambiente, é sempre melhor diversificar a produção. Deve haver culturas, vacas, apicultores… diversidade.

Que deficiências você identifica no movimento vegan?

Nunca os vejo a lutar pela criação de novas áreas protegidas ou a combater o tráfico ilícito de animais selvagens. Vejo-os a protestar contra as touradas, que já não acontecem na Argentina, e contra os matadouros. É como se eles só se preocupassem com os animais domésticos que, novamente, não estão em perigo de extinção. Eu não estou a dizer que é errado – simplesmente que existe muito mais para além disso.

Em geral, você acha que não existe uma ligação suficiente entre o veganismo e a Consciência ambiental?

O que eu acho perigoso é gastar toda a sua energia a tentar salvar o gato preto quando não sabe nada sobre o meio ambiente, e porque talvez você esteja a desperdiçar a sua energia. Talvez a sua energia tivesse um maior impacto noutras situações. É importante ter uma visão ampla: poderia ajudá-lo a analisar melhor a sua situação. Se, depois, você ainda quiser dedicar a sua vida a salvar gatos pretos, isso é óptimo, e eu fico grato por isso. A defesa dos direitos dos animais não é incompatível com a conservação da natureza.

Claramente, há um conflito entre ambientalistas e activistas dos direitos dos animais e isso definitivamente vai ter um grande impacto no futuro da Humanidade.

Isso lembra-me um pouco os partidos políticos de esquerda: eles agem como se fossem inimigos, e ainda assim eles são muito semelhantes e deveriam ser aliados. Você sabe quem é o maior inimigo da conservação da natureza?

Quem?

As pessoas indiferentes. Muitas pessoas indiferentes acreditam que todos aqueles que se preocupam com o meio ambiente são a mesma coisa: nós não comemos carne, que nós somos amantes da natureza que só practicamos o bem, comemos vegetais e que nunca fazemos sexo. Não é verdade. Somos pessoas normais!

Os ambientalistas tendem a pensar que os veganos e vegetarianos são apenas sentimentais. Por outro lado, a indiferença de alguns veganos para com os animais selvagens e a biodiversidade preocupa-me
A morte faz parte da Natureza. Misturar sentimentos com a ciência não parece muito científico. Por outro lado, a Consciência humana é importante, assim como a nossa responsabilidade por uma indústria terrível e pesadamente poluente. Quem é que está errado?

Os erros são feitos por ambos os lados. Os ambientalistas tendem a pensar que os veganos e vegetarianos são apenas sentimentais. Por outro lado, a indiferença de alguns veganos para com os animais selvagens e a biodiversidade preocupa-me: não é consistente. Reconheço o facto de que a Humanidade é uma máquina que devora o mundo. Um antropólogo afirmou que nós somos cosmófagos: devoramos o que nos rodeia.

Você está feliz com a agitação que o seu texto causou?

Muitas pessoas insultam-me e atacam-me afirmando que matei um urso polar, o que não é verdade. Outros proporcionam-me novas perspectivas pelas quais agradeço! Eu sou apenas um trabalhador da conservação da natureza, um jardineiro, e eu também errei muitas vezes. Eu faço o meu melhor, mas não me ofende descobrir que estou errado. Eu penso como um cientista, não como um fundamentalista.  Você não precisa ser vegano para conservar a Natureza e a Biodiversidade
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13 Novembro, 2016 por Colaborama
Fonte: PrepareForChange.Net

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Pela primeira vez em nosso blog, estou respondendo a um comentário aqui na postagem porque é grande demais e o sistema só aceita um certo numero de caracteres. É para a Andressa. Respondi em azul os devidos trechos:

Prezadas Sheila e Áurea, sinto que, infelizmente, ambas acabaram cometendo o mesmo "pecado" que tanto criticaram nos "veganos": colocaram todos na mesma definição, no mesmo monte de trigo, sem tentar ao menos separar o joio. 
- Por anos seguidos, quando os muitos veganos atuais nem eram espermatozoides, milhares de pessoas já eram vegetarianas por não concordarem em usar animais de forma utilitária. Nasci em 1947 e minha família paterna (hoje todos com seus 90 e tantos) não comiam animais por dó, mas, usavam seus ovos e tiravam o leite da vaca sem conhecimento do que hoje temos graças a Santa Internet. Tinha por volta de 5 anos quando vi a morte de uma galinha e chorei. Minha mãe mandou comprar galinhas mortas daí por diante. Naquela época, evidente, não se tinha mercados e carne de boi era comprada no açougue, galinha no aviário e peixe na feira. Veja como em, apenas 70 anos, o quanto tudo mudou. Só que neste tempo, aprendi a não generalizar e se em meu texto falhei em algum momento, por favor, me diga para a devida correção e pedido de desculpas.” 



Dizer que "os veganos" (assim, como se todos fossem iguais)são mentes cristalizadas, desequilibrados, baderneiros que invadem eventos alheios é, no mínimo, agressivo com todos aqueles "outros" veganos que não são nada disso. Gente chata, maluca, fundamentalista e extremista há em todos os lugares e (pasme) às vezes comem carne, às vezes não. ;-) 
- “ conheço pessoas que praticam o veganismo e não estão nem aí para esta perda de tempo de titular “os outros” em bem-estaristas, utilitaristas, carnistas, ovo não sei o que, etc etc etc. Quando Donald Watson definiu o veganismo como um estilo de vida que procura excluir, NA MEDIDA DO POSSÍVEL, todas as formas de exploração e crueldade com os animais, para alimentação, vestuário e qualquer outra finalidade, ele estava falando por todos nós idealistas que sempre sonhamos com o reconhecimento do direito animal dentro das ÁREAS URBANAS. 



Isto porque no interior, tudo é muito definido. Galinha no terreiro, o porco no chiqueiro, o cavalo arriado, o boi no arado, enfim, tudo mais. A grande problemática começa quando é preciso atender a grande massa humana que se prolifera sem controle destruindo todas as formas de equilíbrio no planeta. E esta massa está nas cidades que crescem , crescem e crescem. Por isso penso que os veganos deveriam voltar suas baterias para o excesso de humanos no planeta ao invés de querer se empoderar de algo já estabelecido. 



Andressa, quando falo de “certos veganos” são aqueles que querem o empoderamento de IDEAIS COLETIVOS na defesa animal e que os usam para dominar aqueles menos informados e jovens na militância. 



São estes que invadem eventos de outras pessoas que conjugam do mesmo IDEAL COLETIVO, mas, que usam de outra tática para o avanço desta luta. Tem veganos que tomam atitudes tão ridículas que, apenas, depõem contra os verdadeiros ideais desta filosofia de vida. São chatos e insuportáveis. Acham que estão descobrindo a roda e que tudo que é passado é podre e desrespeitoso.

Eu posso encher a boca porque sou uma ativista pela fauna desde 1983 -http://www.falabicho.org.br/Artigos/ARTIGO---Protestos.jpg - e por defender, inclusive, minhocas e lagartixas, era considerada uma ecochata. Neste artigo defendo pintinhos descartados em tonéis de fogo. Viu como isto não é luta de veganos e sim de pessoas que participam de um IDEAL COLETIVO? A maioria que nos lê não era nem nascido e eu já estava enfiada até a raiz dos cabelos na luta em defesa dos animais. 

Em nossas manifestações pelos direitos dos animais, nesta época, éramos apedrejadas e agredidas verbalmente das piores maneiras. Cheguei a ser presa por atentado ao pudor quando eu e Marília Pinheiro ficamos de maiô na Cinelândia dentro de uma piscina tingida de sangue (iodo) para protestar pela liberdade de um golfinho que vivia enclausurado em um tanque em Sampa. Aliás, foi aí que a antiga WSPA veio para o Brasil e o Marco Ciampi da Arca Brasil pode confirmar. 

Por que conto isto? porque, se fosse hoje, só os “veganos” teriam direito a fazer tal protesto. Do contrário, iriam lá dizendo que éramos bem-estaristas e até iriam pichar a gente. Eu conto isto, também, porque existem alguns “veganos” que nem das fraldas saíram e se atrevem a me perguntar, mesmo sendo história viva, se sou vegana..... Sempre respondo que a vida só me ensinou que – ME PERDOE A GROSSERIA - sou porra nenhuma...... 

Portanto, se não invade evento de ninguém não se sinta agredida por minhas citações“


O tal artigo do sr. autointitulado ambientalista (na verdade está mais para um utilitarista) foi publicado ano passado, ora veja, em um site de negócios agropecuários, e voltou à tona agora, justamente às vésperas da realização do maior evento vegano já realizado na Argentina - o World Vegfest - logo num país tão conhecido por seus suculentos (leia-se ensanguentados) bifes de chorizo. Terá sido maldade ou mera coincidência? 
-“ a teoria da conspiração não faz parte do meu cotidiano por pura falta de tempo. Posso admitir interesses que se sobrepõem aos ideais devido a qualidade de ser humano. Mas, mesmo tendo sido publicado num site de agronegócios propositalmente por aqueles que vivem da exploração da carne animal, o que ele fala vai de encontro com muita coisa que eu sinto SENDO UM ELEMENTO VIVO DE UMA HISTÓRIA. Você acha que ele foi contratado para escrever o que escreveu?” 


Por favor, não cometam os mesmos erros de julgar a todos como se fossem um. 
-“ já expliquei e acho que ficou bem claro em meus textos que me refiro aos excessos e apoderamento que veganos estão querendo fazer em cima dos IDEAIS COLETIVOS” .... Somos muitos que militam pela causa animal e cada um com uma maneira de ser que vai evoluindo com o tempo.....” 



Muitas pessoas que são veganas também são protetoras, também são ativistas, também se dedicam (muito)à causa da proteção animal, de todos os animais sencientes. E não é só isso. Incentivamos o consumo de produtos artesanais, provenientes de agricultura familiar, orgânica, sustentável e saudável. Mas nem todos. Como disse, as pessoas são diferentes, pensam e agem de formas diferentes. 
- “Como falei no início, tenho muita sorte de conhecer pessoas que escolheram viver o veganismo sem tentar o empoderamento. São ativistas, educadas com o próximo e dedicadas à causa animal (muito mesmo como disse). Trabalham na educação da sociedade, principalmente a urbana, lembrando que podemos sim, um dia, alcançar o grande IDEAL COLETIVO que é ver todos os matadouros e abatedouros do mundo serem destruídos, as arenas de touradas transformadas em centros esportivos, os laboratórios usando apenas a tecnologia... E por aí adiante. A causa de defesa animal, embora com participantes com propostas de soluções diferentes, deveria ser reconhecida pelo seu IDEAL COLETIVO. Tão somente. O que nos une deveria sempre ser maior do que o que nos separa.” 



Que tal, ao invés de publicar um texto tão contraditório, cheio de "verdades" tendenciosas, que só desperta reações de defesa (e até raiva de muitos que se sentiram ofendidos), publicar mais textos que promovam a integração desses diferentes grupos e filosofias, que, no entanto, têm um grande, forte e incontestável ponto em comum: o amor pelos animais? 
-“ Andressa, eu agradeço o convite no seu QUE TAL? Mas, queria dizer que o texto que achou tão ruim, p´ra mim foi ótimo porque chacoalhou muito vegano que anda enchendo a paciência de gente muito bacana. Tem muito vegano irresponsável que anda estragando muita coisa que levamos (AS JURÁSSICAS) tanto tempo para conseguir. 


Repara só que, atualmente, só "veganos" sabem de tudo e podem agir pela causa....


Daí pergunto: e nós que lutamos contra farra do boi, contra rinha de galos, rodeios, vaquejadas, pelo 225 da Constituição, pelo 32 da Lei de Crimes Ambientais, pela Regulamentação da lei de crimes ambientais, pela permanência do Decreto-lei 24645, contra vivissecção, na publicação de forma pioneira de literaturas sobre experimentação animal e proteção aos animais, na criação de programas de castração gratuita por prefeituras (fui pioneira em 1995), contra lutas de cães, contra caça, contra introdução de espécies exóticas no país, pelos programas de rádio (eu falava que comer carne dava câncer em meus programas de rádio Globo e outras tão famosas quanto desde 1993), pela sustentabilidade, contra caça às baleias, por tudo mais que há mais de 45 anos faço, como ficamos?

Mereço "sua chamada de atenção" para que eu publique algo que promova integração entre grupos e exalte o “amor aos animais”? Você lê diariamente nosso blog? Quem pode apresentar um currículum como o nosso para poder questionar o material que publico no meu blog que é lido por quase 1 milhão de pessoas/mês? 



Vc. acha que o texto que publiquei do Bertonatti  não é bom? Lamento, mas, serviu para nos conhecermos e lembra-la que está falando com uma HISTÓRIA VIVA da proteção animal..... Acho que mereço maior consideração! Mesmo sequelada por um AVC que me prejudicou a visão e tratando de um câncer, me mantenho dedicada ao sacerdócio de lutar pela causa animal. Não estou disposta para mais nada, entende? 

Não sou arrogante não, tanto que em nosso blog sempre estou promovendo ongs companheiras, movimentos veganos e servindo a causa de tudo que é jeito possível sem me preocupar se sou isto ou aquilo.... Juro, eu tenho tanto a fazer, a estudar, a ler, a me atualizar, que esta besteira de ser vegana, bem estarista, sei lá mais o que, me irrita demais..... 


A propósito, o artigo a seguir traz um constraponto muito inteligente ao artigo publicado aqui. Segue link, somente para os interessados em ver o outro lado da moeda: https://vista-se.com.br/a-confusao-do-carnismo-reposta-ao-artigo-que-afirma-que-veganos-matam-mais-animais/
- “ eu acabei de ler e está muito bom.... mas, não entendi bem a frase final : “Isso só nos faz concluir que ainda há muito a ser feito para que as pessoas que comem carne tenham ao menos um filtro que as impeça de usar um texto assim como argumento na discussão sobre o veganismo.” O Fábio escreve muito bem e, talvez, eu esteja aquém para entender o que ele quis dizer. Mas, qualquer hora, eu vou encontrar um tempinho para entender..... “ .  
O veganismo está crescendo e acho formidável. Quero é mais!!!!!! Tudo que promove os IDEAIS COLETIVOS pelos animais, prá mim, é maravilhoso!!!!!! Só não aceito a tentativa de empoderamento .... 


Permita-se também ser contestada, para que possamos elevar o nível dos debates, com argumentos e informações realmente relevantes, e não apenas "pré-conceituosas". 
-“ não houve pre-conceito nenhum. Suas hashtags são maravilhosas.... vá em frente em seu trabalho..... estou torcendo e a sua disposição..... 


Grande abraço!
Andressa (vegana, ativista, protetora, que cultiva horta em casa e bons relacionamentos) 
- “Outro grande abraço 

Sheila da Fala Bicho (que não é porcaria nenhuma mas que defende ferozmente animais em todas as instâncias. Confira em links do nosso blog)

56 comentários:

  1. Excelente artigo, aplausos para alguém com bom senso. Eu não sei como os outros me classificariam (também não me importo) mas eu digo para os povos indígenas, aí amigos, tamu junto! Eles, em sua grande maioria, usam o que a natureza lhes fornece, vivendo em harmonia com ela, sem abusar dos recursos para produção de riquezas. O mal do mundo é o extremismo, seja ele qual for, a industrialização e o dinheiro proveniente de tudo isso. Isso é o que eu acredito. O excesso de gente no mundo é um mal terrivel! Párem de fazer filhos!

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  2. Pra mim não mudou nada. Eu sempre soube disso. Só que eu posso substituir o que ele disse pelo seguinte: reduzir o que dá pra reduzir de exploração animal !!! O ato de não comer carne é que é impossível pra mim colocar na boca um pedaço de um animal!!! Qualquer um. Mesmo que seja como alguns ambientalistas que matam pra manter o equilíbrio do ecossistema, sendo que quem desequilibrou o ecossistema foi o próprio homem. Ele é a favor do seguinte: já que não dá pra ter 100%, que não tenhamos nada!!! Ora, todas as conquistas são aos poucos. Ao longo dos anos. Um dia chegaremos mais perto do ideal, aos poucos. Cortando um dia isso, no outro dia aquilo. Tudo isso porque os tais "protetores" (e eu não sou vegana, ainda) salvam gatos e cachorros, mas comem um bom churrasco !!! Não participam de nada relacionado aos animais selvagens, porque não são daquela praia. Enfim, a cada um o seu interesse. Pra mim, ele não causou nenhum tsunami. Ele veio com a mesma conversa fiada da "cadeia alimentar", quando um "protetor" não "protege" todos os animais e também vem com a mesma conversa. Um dia não haverá mais nem criação de gado, porque não haverá mais pastagens pra ele. O homem vai acabar com tudo. O vegano é o que está mais próximo da real proteção animal. E quanto mais se puder chegar perto do ideal melhor. A resposta não é largar tudo, é ir conquistando passo a passo o ideal. Os veganos estão mais próximos, só isso. Se acho que alguns exageram? Sim, mas em todas as lutas têm os fundamentalistas. Agora, dizer que não vai ser vegano por causa deles vai uma longa distância.

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    1. Obrigado por me economizar a escrita. Concordo com seu comentário, e sinceramente, o texto não acrescentou praticamente nada nas minhas reflexões, nem muito menos me mostrou uma saída ética ou mais abolicionista, ou menos violenta do que o ideal vegano. Na própria definição de veganismo, há a expressão "na medida do possível". Sou vegano e tenho plena consciência de questões como biodiversidade, monoculturas supressoras de espécies vegetais e animais, etc...etc... Mas o carnismo, a indústria da carne e a pecuária, me parece contribuir muito mais com todos os aspectos negativos que o entrevistado aborda. E o argumento de que "se toda a espécie humana de repente se tornar vegana,isso seria uma tragédia" é de uma inutilidade absurda, pois sabemos que isso jamais acontecerá em um curto espaço de tempo. Da mesma forma, não acredito, por exemplo, em "abate humanitário" de um ser que não esteja sofrendo ou que não queira morrer Enfim, o texto não me acrescentou nada. Já lido com esse tipo de questionamentos pelas pessoas com as quais convivo (pessoas essas que não querem sair de suas zonas de conforto, e que se utilizam desses tipos de argumentos e ainda, por exemplo, o de que "as plantas também sentem!" Enfim, sinceramente, em muitos momentos a entrevista me pareceu retratar muito mais o ponto de vista de uma pessoa "bem-estarista" ou "utilitarista" do que o de uma pessoa "abolucionista". E mesmo que eu não consiga evitar a morte ou a exploração e a escravização de "TODOS" os animais, ainda assim, acredito que os animais estão aqui "CONOSCO", e não "PARA NÓS".

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    2. fabíola ratton16/11/2016 13:15

      Concordo totalmente com você, Teresinha. Vamos fazendo o que dá. Nenhum vegano/vegetariano que se preze tem a pretensão de não estar causando mal nenhum. O homem em si já causa mal. O fato é que se não buscarmos alternativas em um prazo cada vez mais curto não vai ser mais possível manter o estilo de vida de hoje. Lembrando que a criação de gado e o plantio de soja, milho e trigo para consumo dos animais não humanos é o que mais ocupa espaço das matas. E, ainda, a maior parte do que se consome hoje é totalmente supérflua, não serve para alimentar os humanos, mas simplesmente para seu prazer. A quantidade de excesso de alimentos é inacreditável. As pessoas estão ficando cada vez mais obesas!

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    3. Terezinha Winter, eu acho que não podemos sair por aí apontando dedos não. Eu sou protetora de animais, já recolhi gatos, cachorros e também cavalo, gambás, minhocas, passarinhos e tartarugas. Para mim vida é vida e deve ser respeitada. Sou protetora e não como "um bom churrasco" nem tampouco me considero "vegana". Entretanto tenho dois veganos na familia, que morrem de pena de tudo não movem uma palha para animais abandonados na rua ou em situação de risco. Um deles, inclusive tinha um cão que dizia adorar, e quando ele mudou de sua casa em Friburgo para um apartamento, deixou o cão com o dono de um depósito de materiais de construção pois disse não ter como levar para o apê. Ele diz que já faz a parte dele não consumindo/usando nenhum produto animal. O Ser humano é uma caixa de pandora. Não ponho a minha mão no fogo por nenhum que não segue o caminho do equilibrio. Quando o extremismo entra por uma porta, o bom senso sai pela outra...

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    4. Concordo tb.Esse texto para mim não serviu de nada porque continuo com minha real8dade sobre comer carne animal .Os matadouros não mudam em nada ,a caça não muda em nada portanto essa filosofia do argentino é pobre e não tira o direito dos animais de quererem nascer e viver e não nascer e ser abatido para satisfazer a raça humana.
      Os veganos sim se aproximaram do ideal é agora nós devemos dar continuidade ao que pensamos e onde chegamos para não mais ter que conviver com "matamos para sobreviver".e continuar sacrificando vidas.

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    5. Tb achei uma bobagem o texto. Cada um faz o que está ao seu alcance. Claro que o projeto mais ecológico do mundo seria exterminar completamente o ser humano da terra, mas...quem vai concordar com isso? Ao menos se fosse feito, urgentemente, um controle populacional dessa praga chamada de raça humana...!!!!!

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  3. Se considerarmos que grande parte da agricultura é para consumo animal, para sustentar a pecuária, vemos que sim, comer carne faz diferença. Além disso os onívoros não se alimentam só de carne, mas de toda essa agricultura que causa tanto estrago como os veganos. Pensando bem, é impossível ainda viver sem explorar os animais porque se não come carne, nem usa couro, ainda usa produtos que nem se sabe ter algo de origem animal ou do sofrimento animal. Mas algumas pessoas escolhem tentar causar o menor dano possível. E assim o veganismo tem seu papel. Acho que nenhum vegano realmente acredita que está livre de causar sofrimento aos animais, mas faz o melhor possível. E nem por isso invalida seu ato porque um pouco é melhor que nada, que apenas assistir ao abuso e sofrimento considerando que se não é possível mudar o mundo, então melhor não fazer nada.

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  4. Isso que a Terezinha Winter escreveu é mesmo o que acontece.
    Faço minha parte e sei que está longe de chegarmos a entender que os animais também fazem parte da vida.

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  5. O entrevistado não me convence com seus argumentos simplistas. Concordo com o Brito: "o carnismo, a indústria da carne e a pecuária, me parece contribuir muito mais com todos os aspectos negativos que o entrevistado aborda". Aproveito para sugerir a leitura de uma matéria sobre as agroflorestas: http://www.govegan.blog.br/voce-ja-ouviu-falar-em-agrofloresta/

    Ana Carolina Costa

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  6. Acho que as pessoas não entenderam muito bem o texto. Estão lendo com emoção. Ele não disse que é certo ou errado abater. Entendo que ele quiz mostrar que o fanatismo por qualquer posição, é errado. Acredito e respeito muito o Trigueirinho. Ele fundou várias comunidades onde não se consome nada de animais, retiram caes da rua em situação de risco que vivem na comunidade e,estes cães não comem carne ou ração. Mas ele não se diz vegano. O problema dos comportamentos fundamentalistas é que ele vira fixação, cristalização mental. A mente cristalizada estaciona. A verdade é relativa ao âmbito de cada consciência. Não concordo com animais sendo usados como comodites/comida, mas continuo acreditando que um grande problema é que o planeta tem mais seres humanos do que ele pode suportar. Algo que, do jeito que o mundo caminha, em breve será resolvido por Donald Trump, Putin ou Kim Jong-un

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  7. A carapuça da esquizofrenia moral serviu muito bem para vocês. Vivi para ver um blog de proteção animal compartilhando um texto baseado em falácias, porque sim, todo vegano sabe que hoje, devido à dependência histórica que construímos as custas dos animais não humanos, é impossível - ainda - a construção de um movimento purista, e também estamos ciente que essa história de "se não der para fazer 100%, então não nos culpem de não fazer nada" só serve para manter a zona de conforto. :)

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    1. Renata,
      Toda verdade passa por três estágios:
      No primeiro, ela é ridicularizada.
      No segundo, é rejeitada com violência.
      No terceiro, é aceita como evidente por si própria.
      Arthur Schopenhauer

      Ou seja, vc. não foi capaz de entender o que o autor do texto se propôs ou entra na questão da aceitação da verdade que citei acima......

      Esquizofrenia moral? sabe mesmo o que está falando? é esta arrogância que não consigo entender dos veganos..... caramba!!!!!!! só para seu conhecimento, nosso blog é pela defesa e reconhecimento do direito animal dentro da sociedade humana, trabalho que realizo há mais de 45 anos.... tempo que nem era nascida, aposto!!!!!!

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  8. pra mim! o claudio, que se diz ex-pert no assunto de continuar a comer animal ou ñ , ele só ñ soube se explicar de que na anatomia humana, nós ñ fomos projetados a comer animais. comprovado cinetificamente! portanto, pra mim, este, esse sr. precisa de muito, muitos estudos pro profundo! poisna verdade, ele quer ser o centro das atenções e continuar c os assassinatos em massa de anjos inocentes, indefesos.

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  9. Essa entrevista é uma vergolha alheia. Taí a resposta:
    https://goo.gl/oq7aKx

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  10. Não estou à altura de tanta sabedoria, sigo meu coração e ele me diz que não gostou nada desse cara que encontrou uma desculpa para continuar comendo pedaços de cadáveres. Queimei as pestanas pra entender esse cara e NÃO ENTENDI, NEM FAÇO QUESTÃO DE ENTENDER esse mestre, cientista, sábio, naturalista, perito, onisciente, o diabo a quatro, estou um degrau abaixo de tanto conhecimento e cultura, sou apenas VEGANA.

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  11. Parece-me que a maioria das pessoas teve o mesmo entendimento que eu sobre a inutilidade do texto em questão. O autor é bastante autoritário inclusive ao fazer juízo de valor sobre aqueles de quem ele discorda: esses, para ele, são fundamentalistas. Ora, essa técnica é bastante conhecida: quando não se tem argumentos razoáveis contra uma determinada teoria, então aquele que é um autoritário vai recorrer à estratégia de desqualificar seu oponente para que o que este disser seja desacreditado. Esse recurso foi utilizado em todo o texto: os veganos são fundamentalistas - beiram à agressividade -, não sabem de nada sobre ciência, sobre meio ambiente, são insensatos, são inconsequentes, são superficiais, blá-blá-blá...

    Enfim, não contou nenhuma novidade e não convenceu ninguém, a não ser da sua exagerada arrogância. Em várias passagens do texto, tive a sensação de que ele está à serviço da indústria pecuária, pois não podendo ser contra às evidências de que o pasto é SIM muito nocivo ao equilíbrio do meio ambiente (todos sabemos que é uma atividade que consume um volume enorme de recursos hídricos, só para falar em um dos tantos impactos negativos que tem essa atividade, e ele demonstrou que sabe disso), o autor apela para as propostas vazias: "solidariedade com a natureza", que para ele passa - contraditoriamente - pelo incentivo ao "consumo e o abate, com mais humanidade, dos animais" - como se isso fosse possível -, embora ele não tenha podido negar que sabe que a atividade pecuária é extremamente danosa ao meio ambiente.

    Os veganos não querem impedir a morte - é óbvio que não, e ele sabe disso. Não podemos ser contra a morte, a não ser que fôssemos estúpidos. Somos a favor do DIREITO À VIDA DE TODOS OS SERES! Não acreditamos que somos os únicos herdeiros da Terra e somos contra a crueldade. É exatamente essa visão antropocêntrica a responsável por todo esse desequilíbrio ambiental pelo qual chega a culpar os veganos e o qual também os acusa de desconhecer.

    Seria mais honesto mostrar de que lado está e que está temeroso pelo avanço que essa nova percepção de mundo está tendo e sobre as consequências que essa tendência trará para indústria da carne principalmente para países que dependem economicamente dessa atividade (cruel, sim), como a Argentina.

    Marilene Caruso




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    1. Concordo, colega, é isso aí.

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    2. Perfeito, Marilene!

      Ana Carolina Costa

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  12. Interessante notar que junto com esta postagem aqui no seu blog hoje, tem duas postagens muito importantes (deveriam ser) para aqueles que estão aqui debatendo este assunto - As petições contra o abate de vacas gravidas, kosher, e por cctv nos abatedouros, e também a da leoa que foi adotada por um Russo para ser usada como auxiliar nos seus treinos de boxe. Entretanto nenhuma das pessoas que comentaram aqui deixaram comentários lá dizendo que assinaram as petições... Então, meus sobrinhos são assim - Nem petição assinam, eles estão tão mergulhados em seu próprio mundo e se acham tão acima do bem e do mal que sequer visitam a página da PETA ou outras ONGs para dar uma forcinha lá... existem veganos, vegetarinaos, humanos... e existem as almas perfeitas, aquelas que não mais habitam este planeta...

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    1. fabíola ratton17/11/2016 14:12

      Mas precisa ir no post comentar? É só assinar. Como vc sabe que não assinaram? Você está julgando todo um grupo de pessoas tomando por base apenas duas que vc conhece. Aqui em Curitiba tem uma movimentação cada vez maior de jovens veganos, empreendedores abrindo restaurantes, armazéns, lojas veganas e muito ativas na causa animal. Não vejo fundamentalistas entre veganos, vejo pessoas fazendo o melhor que podem para os animais e a natureza em geral.

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    2. Prezada, Abrantes.

      Creio que não seja razoável opinar sobre veganos, utilizando como exemplo apenas seus sobrinhos. Este tipo de argumentação é parco. Assinei as petições citadas por você, bem como outras tantas que refletem minhas opiniões. Não só visito o site da PETA, como contribuo financeiramente com a mesma. Animais resgatados? Já perdi a conta de quantos resgatei. Animais adotados? Idem. Vegana? Há, mais ou menos, 8 anos. Enfim, obviamente, não posso salvar o mundo. Mas também não crio justificativas simplistas para não fazer a minha parte. E, felizmente, a cada dia que passa, vejo que não sou a única. Experimente ampliar sua visão para além de seus sobrinhos. Fica o convite. Abraço...

      Ana Carolina Costa

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    3. izolina ribeiro18/11/2016 14:34

      Há algo no texto que se aproveita sim e que há muito tempo venho observando. A total falta de preocupação do veganismo com o que é se consome. Desde que não tenha algo de origem animal é tido como bom. Já tentei participar de alguns grupos e sinceramente com raras exceções vi o consumo de tanta tralha industrializada que desisti. Em que momento isso se encaixa com o texto em questão? no momento em que poucos se preocupam com o impacto ambiental de seu consumo. Pouquíssimos veganos divulgam ou falam sobre meio ambiente. É como se vivessem em um mundo paralelo onde nada mais importa além do fato de evitar se o consumo de produtos de origem animal. Mas consumir determinado biscoito de uma marca mundialmente conhecida por testar em animais apenas porque o tal produto é vegano tudo bem? isso não é uma contradição? aliás tem até uma ong internacional sob o véu do veganismo vendendo produtos dessa empresa...granola com mel também não é vegan né? enfim produtos lotados de químicos, embalagens poluentes, empresas que testam em animais e mesmo as tais matanças de silvestres nas lavouras de hortaliças são pontos que tem que começar a ser observados sim porque do contrário tudo fica muito rasteiro.

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    4. Você chegou exatamente onde eu queria Fabioa Ratton, eu também vejo pessoas fazendo o melhor que podem para a natureza em geral, não só no movimento vegano mas também no vegetarianismo, na proteção animal, na ecologia, enfim, cada um fazendo o que pode, do jeito que a sua condição financeira e nível de consciencia permite. Não somos perfeitos, por isso estamos aqui, para aprender. Se começarmos com intolerância e separativismo você já viu onde é que vamos parar? Veganos famosos conseguiram mais com tolerancia e paciencia (Paul & Stella McCartney)do que na truculencia. Discurso de ódio contra quem ainda não conseguiu parar de comer carne não irá agregar à causa. Mais vale conversar tranquilamente e tentar ir conscientizando as pessoas aos poucos, sobre tudo o que já sabemos e praticamos sobre a matança de animais. Querer enfiar a sua verdade guela abaixo das pessoas a ferro e fogo não é o caminho.

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  13. Parece-me que a maioria das pessoas teve o mesmo entendimento que eu sobre a inutilidade do texto em questão. O autor é bastante autoritário inclusive ao fazer juízo de valor sobre aqueles de quem ele discorda: esses, para ele, são fundamentalistas. Ora, essa técnica é bastante conhecida: quando não se tem argumentos razoáveis contra uma determinada teoria, então aquele que é um autoritário vai recorrer à estratégia de desqualificar seu oponente para que o que este disser seja desacreditado. Esse recurso foi utilizado em todo o texto: os veganos são fundamentalistas - beiram à agressividade -, não sabem de nada sobre ciência, sobre meio ambiente, são insensatos, são inconsequentes, são superficiais, blá-blá-blá...

    Enfim, não contou nenhuma novidade e não convenceu ninguém, a não ser da sua exagerada arrogância. Em várias passagens do texto, tive a sensação de que ele está à serviço da indústria pecuária, pois não podendo ser contra às evidências de que o pasto é SIM muito nocivo ao equilíbrio do meio ambiente (todos sabemos que é uma atividade que consume um volume enorme de recursos hídricos, só para falar em um dos tantos impactos negativos que tem essa atividade, e ele demonstrou que sabe disso), o autor apela para as propostas vazias: "solidariedade com a natureza", que para ele passa - contraditoriamente - pelo incentivo ao "consumo e o abate, com mais humanidade, dos animais" - como se isso fosse possível -, embora ele não tenha podido negar que sabe que a atividade pecuária é extremamente danosa ao meio ambiente.

    Os veganos não querem impedir a morte - é óbvio que não, e ele sabe disso. Não podemos ser contra a morte, a não ser que fôssemos estúpidos. Somos a favor do DIREITO À VIDA DE TODOS OS SERES! Não acreditamos que somos os únicos herdeiros da Terra e somos contra a crueldade. É exatamente essa visão antropocêntrica a responsável por todo esse desequilíbrio ambiental pelo qual chega a culpar os veganos e o qual também os acusa de desconhecer.

    Seria mais honesto mostrar de que lado está e que está temeroso pelo avanço que essa nova percepção de mundo está tendo e sobre as consequências que essa tendência trará para indústria da carne principalmente para países que dependem economicamente dessa atividade (cruel, sim), como a Argentina.

    Marilene Caruso

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  14. Não somos deuses, não temos o poder de evitar todo o sofrimento deste mundo. Podemos desenvolver e promover a compaixão. Por todos os seres, também os humanos - e o mais difícil é compadecer-se dos terríveis humanos e sua destrutividade. Compadecer-se e limitar o quanto possível suas atitudes nefastas - pela lei e pela consciência, não por ainda maior violência. Mesmo quem não come carne ou limita ao máximo, não pode furtar-se do envolvimento na causa do bem estar animal. Ser vegetariano ou vegano pode ser nobre, mas não é álibi. Pois de onde vem o alimento dos bilhões de cães e gatos do Planeta, para falar apenas deles? Da horta?

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  15. Sim o equilibrio q a natureza nos apresenta... antibióticos, medicamentos diversos, roupas, casas confortáveis e seguras... vivemos cada vez mais pelo nosso estilo natural sim. Assim como os animais de se reproduzem naturalmente nas fazendas e gentilmente se dirigem aos abatedouros e cortam suas proprias gargantas... tudo muito natural... esse post foi para que? Se não pode vence-los junte-se a eles? Ou foi para dizer que temos que ficar quietinhos? Nâo entendi o sentido desse texto e que diferença ele fará na causa da abolição animal.

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  16. Ele se tornou vegano pelo motivo errado: evitar a morte de animais, enquanto deveria se preocupar com a forma cruel que os animais são criados e mortos. A criação de gado é responsável pelo desmatamento, não a agricultura. O que o faz pensar que defensores de animais não se preocupam com a preservação da natureza e só defendem o gato preto? Ele está mal informado este rapaz.

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  17. A melhor forma de mostrar solidariedade à Natureza é controlando o número de pessoas no mundo. Menos gente é menos agricultura, menos pastos, menos animais mortos, menos pilhagem no planeta.

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  18. Lamentável vocês assumirem este posicionamento especista (ajudam e protegem cães e gatos e exploram continuamente vacas, bois, bezerros, galinhas, porcos, etc, e se apoiam em artigos como esses para justificarem a sua incoerência) e difundirem este artigo tosco e mal escrito. Abaixo o link para uma resposta mais completa a esse lixo de artigo:

    https://www.facebook.com/notes/alex-ces%C3%A1rio/o-veganismo-e-as-bengalas/10154731138123953

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    1. O que me impressiona no veganismo "radical" é a cara de pau de achar que só eles querem o melhor para os animais..... Criticam tudo e se se colocam em estado de superioridade.... não conseguem nem interpretar um texto.... aliás, penso que isto é um problema da atual educação que dá diploma até em nível superior a quem jamais leu e interpretou um texto de Guimarães Rosa.....

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    2. Exatamente Sheila Moura, a reação agressiva e reacionário de alguns veganos só confirma o que ele fala no post, e o que o Trigueirinho fala- mentes cristalizadas não evoluem. O texto é exatamente para fazer pensar, não "reacionar"mas alguns simplesmente não conseguem porque suas mentes estão cristalizadas. Nem eu nem você estamos defendendo o abate mas como um leitor diz acima, não podemos resolver todo o sofrimento do mundo, a gente faz o que pode e cada um de acordo com o seu nível de consciencia; Infelizmente, não haverá esta revolução que alguns veganos esperam, não porque o Argentino do texto, eu ou você não queremos, mas porque um grande bilhão de humanos não querem e o planeta irá se auto-destruir antes desta mudança ocorrer. Algumas almas serão pulverizadas, por serem irrecuperáveis, e os que estiverem em um nivel de consciencia mais evoluído devem reencarnar para iniciar do zero... O ser humano em sua arrogância vai à lua, vai à marte mas não vai até sua alma, sua mônada , não se pergunta o que e porque está aqui, porque tudo é do jeito que é... uma pena...

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    3. Isto mesmo Áurea.... o texto é para fazer pensar..... nele, o autor fala no tal equilíbrio que humanos deveriam lutar para ter..... as mentes cristalizadas não evoluem mesmo..... Sabe uma coisa que sempre me assustou? é que veganos deveriam ser, pelo que prega a filosofia, pessoas gentis.... guerreiras, mas, gentis..... principalmente com aqueles que estão no mesmo front de defesa animal..... mas, não o ataque comodo em cima do que chamam de bem-estaristas é de assustar...... Lembro até hoje, uma exposição feita pela WSPA em um shopping aqui do Rio (acho que foi em 2005) sobre animais de circo ser invadida por veganos gritando palavras de ordem contra a ONG..... Um horror!!!!!

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    4. Prezadas Sheila e Áurea, sinto que, infelizmente, ambas acabaram cometendo o mesmo "pecado" que tanto criticaram nos "veganos": colocaram todos na mesma definição, no mesmo monte de trigo, sem tentar ao menos separar o joio. Dizer que "os veganos" (assim, como se todos fossem iguais)são mentes cristalizadas, desequilibrados, baderneiros que invadem eventos alheios é, no mínimo, agressivo com todos aqueles "outros" veganos que não são nada disso. Gente chata, maluca, fundamentalista e extremista há em todos os lugares e (pasme) às vezes comem carne, às vezes não. ;-)
      O tal artigo do sr. autointitulado ambientalista (na verdade está mais para um utilitarista) foi publicado ano passado, ora veja, em um site de negócios agropecuários, e voltou à tona agora, justamente às vésperas da realização do maior evento vegano já realizado na Argentina - o World Vegfest - logo num país tão conhecido por seus suculentos (leia-se ensanguentados) bifes de chorizo. Terá sido maldade ou mera coincidência?
      Por favor, não cometam os mesmos erros de julgar a todos como se fossem um. Muitas pessoas que são veganas também são protetoras, também são ativistas, também se dedicam (muito)à causa da proteção animal, de todos os animais sencientes. E não é só isso. Incentivamos o consumo de produtos artesanais, provenientes de agricultura familiar, orgânica, sustentável e saudável. Mas nem todos. Como disse, as pessoas são diferentes, pensam e agem de formas diferentes. Que tal, ao invés de publicar um texto tão contraditório, cheio de "verdades" tendenciosas, que só desperta reações de defesa (e até raiva de muitos que se sentiram ofendidos), publicar mais textos que promovam a integração desses diferentes grupos e filosofias, que, no entanto, têm um grande, forte e incontestável ponto em comum: o amor pelos animais?
      A propósito, o artigo a seguir traz um constraponto muito inteligente ao artigo publicado aqui. Segue link, somente para os interessados em ver o outro lado da moeda: https://vista-se.com.br/a-confusao-do-carnismo-reposta-ao-artigo-que-afirma-que-veganos-matam-mais-animais/
      Permita-se também ser contestada, para que possamos elevar o nível dos debates, com argumentos e informações realmente relevantes, e não apenas "pré-conceituosas".

      #maisamorporfavor #poramoraosanimais #semcrueldade #semviolencia

      Grande abraço!
      Andressa (vegana, ativista, protetora, que cultiva horta em casa e bons relacionamentos)

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    5. Sua resposta está na postagem porque ficou muito grande tá? Primeira vez que faço isto....

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    6. Sim Andressa, eu preciso aprender a escrever de modo mais impessoal, para evitar o sentido crítico nas palavras. Obrigada

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    7. Você chegou exatamente onde eu queria, eu também vejo pessoas fazendo o melhor que podem para a natureza em geral, não só no movimento vegano mas também no vegetarianismo, na proteção animal, na ecologia, enfim, cada um fazendo o que pode, do jeito que a sua condição financeira e nível de consciencia permite. Não somos perfeitos, por isso estamos aqui, para aprender. Se começarmos com intolerância, acusações, separativismo, onde é que vamos parar? Há humanos desequilibrados em todos os movimentos/religiões fundamentalistas, não aceitam o outro lado da moeda. Veganos famosos conseguiram mais com tolerancia e paciencia (Paul & Stella McCartney)do que na truculencia. Discurso de ódio contra quem ainda não conseguiu parar de comer carne não irá agregar à causa. Mais vale conversar tranquilamente e tentar ir conscientizando as pessoas aos poucos, sobre os horrores da matança de animais. Querer enfiar a sua verdade guela abaixo das pessoas a ferro e fogo não é o caminho.

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  19. Achei muito conveniente, a quem quer voltar a comer carne, uma justificativa ambientalista. A meu ver o entrevistado voltar a ser o onívoro ja o descredenciou totalmente aos meus olhos. Uma coisa é vc falar de preservação de espécies ameaçadas pelo ser humano. Entendo que pelo homem ser um animal, racional, e estar no topo da cadeia alimentar, certamente espécies mais fracas irão sofrer com isso. Os melhores sobreviverão, no caso de destruição da mata nativa para uma plantação. Os mais fracos sucumbirão. Mas isso é uma regra da natureza ( que não gosto nem um pouco!) o de o mais forte ter mais chance de sobrevivência que o mais fraco. E na natureza, uma espécie come a outra, é a lei da sobrevivência! Fazer o que? Nosso planeta é assim... outra coisa totalmente diferente é o animal em extinção por estar sendo usado comercialmente pelo ser humano, caçado, capturado, aniquilado para não ter prejuízos, como nos caso de plantações. Mas em qualquer caso da natureza, o animal tem uma chance! Ele tem sua liberdade e pode fugir e arranjar outro habitat. Mas o que acontece com os animais de corte é de uma covardia, de uma traição, de uma ignomínia imensurável. O animal de corte foi criado para servir de lucro à indústria alimentícia. Dizer que carne mata a fome de diversas pessoas é mentira. Pq o onívoro come um bife e o resto do pratão é de alimentos vegetais. As pessoas não comem só carne, de manha, de tarde, de noite, como os leões, por exemplo. A carne, hj em dia, é um luxo no prato de quem pode pagar. E para a indústria da carne, essa sim alimentada pelo dinheiro dos incautos, o animal é uma coisa, um produto. Essa traição, de alimentar os animas que em breve serão cruelmente assassinados, para mim é a pior! Os animais de corte não tem escolhas, não podem NUNCA fugir aos seus destinos. A situação de todos eles, porcos, vacas, galinhas, é a maior covardia praticada pelo ser humano. Os alguns milhares, quem sabe, de animais selvagens que poderão vir a morrer por nossa escolha vegetariana, não chega nem aos pés dos bilhões que morrem pela escolha fútil de quem come carne. Acho que o entrevistado está usando dois pesos e duas medidas diferentes, com a finalidade de confundir as pessoas.

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    1. Pois é,que matéria estúpida mesmo,sem contar que não precisamos nos alimentar de derivados animais,sou vegana há 7 anos,muito saudável e apesar da tristeza de continuar a ver os animais sendo aniquilados sem piedade,estou feliz por não fazer parte disto.

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  20. É por isso que eu detesto radicalismo ao extremo. Ao invés de melhorar o mundo, deixa-o ainda pior, mais polêmico, mais revoltado. Odeio quando usam termos como vegetarianismo, veganismo, ovolacto qualquer coisa. Obrigar omnívoro ou carnívoro a se tornar papa capim da noite para o dia não é tão simples, é preciso tempo e tentar forçá-los, só tende a piorar a situação dos animais.

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  21. Artigo estúpido,a proporção de animais mortos e natureza degradado por um vegano é infimamente menor que de um carnista ou um ovolactovegetariano, este cara fala em abate humanitário,como se existisse tal coisa,não sabe dos estragos que a soja transgênica e milho transgênico trazem para o nosso meio ambiente,esses cereais plantados para alimentar o gado dos ricos. Vergonha este site de proteção animal ser tão vil e cruel ao aplaudir tal reportagem tosca. Cães e gatos estão colocando a própria integridade física em risco com uma missão muito grande, são anjos enviados por Deus numa última tentativa de fazer o ser humano ainda se conectar com os outros animais,com a natureza novamente, proteção de cães e gatos é um primeiro passo que deve ser seguido do vegetarianismo,veganismo, consumo consciente, consumo de orgânicos, crudivorismo, frugivorismo, espiritualidade, compaixão, amor. Veganos não precisam consumir soja,trigo e milho.
    Carnistas que gostam chacinar animais variados deveriam simplesmente falar que o fazem por prazer ,por não se importarem e não tentar basear sua justificativa em uma matéria incoerente.
    Sabe porque não protestamos contra o tráfico de animais selvagens,porque não é algo feito oficialmente pelo nosso governo,é feito por criminosos que não se importam com opinião popular, ao contrário da questão das vaquejadas que estamos nós veganos estamos nos mobilizando muito mesmo.
    de qualquer maneira primeiro assistam " Terráqueos" depois "Cowspiracy" "Forks over Knifes" e mais alguns vídeos por aí,ai venham falar mal de veganismo.

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    1. Ás vezes publico certos comentários contra mim somente para as pessoas refletirem o quanto estou coerente com meu pensamento sobre este radicalismo vegano. Reparem o que a pessoa fala:

      "Vergonha este site de proteção animal ser tão vil e cruel ao aplaudir tal reportagem tosca".....

      Mais vergonha é desrespeitar o meu direito e ainda me ofender.... Aliás, vc. é vegana, não? pois é..... que tristeza......

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  22. Além de já ter abolido vários cadáveres do meu prato (por um chamdo interno e não por convencimento de algum vegano e/ou vegetariano viceral) também escolhi que NÃO VOU PARIR! Assim diminuo o impacto (negativo e positivo) que nossa espécie tem no mundo.
    Mas não me interesso pelo rótulo (vegetariano, ovo-lacto-vegetriano ou vegano). Não endosso a disputa de protagonismo entre naturalistas, abolicionistas, veganos, etc... Aliás concordo veementemente com a alegação de que isso é um gasto de energia desnecessário, só serve mesmo para inflar egos e perder o foco.
    Me interesso pelas minhas escolhas e por refletir sobre elas. Sobre as consequências para mim, para os que me rodeiam, para os que habitam esse mesmo planeta. Essa consciência me faz questionar que atitudes eu posso ter para diminuir os danos que causo?
    Não critico os índios e nem os povos de regiões mais inóspitas por caçarem para comer. E nem o pessoal da roça que ordenha a vaca com suas próprias mãos, recolhe os ovos das galinhas soltas no quintal, montam no cavalo para ir ate a cidade ou aram a terra com carro de boi.
    Critico seres humanos que caçam por esporte e exibem suas presas como troféus para demostrar a superioridade da espécie, que praticam um carnismo de ostentação para satisfazer a necessidades bestiais, que preferem comprar um animal de raça do que adotar e dar um lar a vários que estão abandonados.
    Outro dia, vendo pela televisão, torci para que o urso polar, já magro e cansado de tantas tentativas frustradas, conseguisse pegar a foca. Claro que meu coração ficou apertado, fechei os olhos para não vê-la sendo dilacerada. Não muito tempo depois, vi as investidas de um gavião caçando uma rolinha perto do chão, quase intervi mas me segurei por saber que se ele não matá-la os filhotes no ninho morrerão. Não dá mais para ficar achando que existem animais BONS x MAUS. O que existe é a necessidade de sobreviver e deveríamos focar em permitir uma existência digna a todos os seres ou pelo menos não sermos os maiores algozes de outras espécieis.

    EM TEMPO: esse fundamentalismo tem sido observados em vários outros movimentos. Outro dia li alguns comentários de uma discussão idiota se homens por ser feministas ou não. E várias mulheres dizendo que eles não podem ter protagonismo no feminismo pois não podem invadir o espaço das mulheres, criticando a iniciativa He For She e blá blá blá. Acho que existe muito disposição para falar/escrever e pouca para ouvir/ler/interpretar, assim o diálogo tem se tornado impossível quando os pontos de vista são divergentes.

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    1. Veronica, fico muito orgulhosa de ter leitores de sua categoria. Obrigado. Concordo totalmente com seu perfeito comentário.

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    2. Aplausos!!!!!!!

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  23. Respostas
    1. O ser humano é uma experiência que não deu certo... a confirmação está aqui.. ele desrespeita os reinos mineral, vegetal e animal, ao ponto de levar o planeta à extinção, e não se toca disto. Os 3 reinos funcionam em perfeito equilibrio sem o ser humano dentro da equação.. realmente sem noção.

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  24. Vital Fernandes18/11/2016 00:10

    Aconselho a leitura: https://medium.com/n%C3%A3o-fala-merda/a-desconfus%C3%A3o-do-veganismo-o-p%C3%B3s-verdade-e-o-efeito-viralizador-do-anti-veganismo-60ee20b9d0a#.k8t4yxy7a

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    1. Vital, o que acho interessante são as pessoas contraporem o texto do debate inventando coisas das quais ele não cita. A colocação desta pessoa que sugeriu leitura, faz isto. Fala sobre algo não citado só para contestar. O que possa haver de debate no texto do Bertonatti é saudável para nós, que mesmo discordando, ao menos nos dê o direito de refletir sobre o significado final. Os veganos, de uma maneira geral, se apoderaram de ideais coletivos de proteção aos animais a ponto de muita gente, hoje em dia, não reconhecerem mais a "proteção animal", mas, "veganos". Caramba, a coisa mudou e ninguém sabia? Veja o que diz o texto que vc. sugeriu: "Veganos defendem que devemos fazer o melhor possível para evitar a morte de seres sencientes"..... Alôôô, quem disse que só veganos pensam assim? milhares de pessoas que não comem animais, que não usam peles de animais, etcetcetc... pensam exatamente assim e não querem assinar "vegan"..... Os veganos chegaram agora, se apossaram dos ideais coletivos e agridem se são questionados. Penso eu que o veganismo veio acrescentar muito ao ideal coletivo pelos animais, mas, não admito que eles o use possessivamente. Enfim, digo isto só para pensar se vale a pena os veganos se voltarem contra fileiras de defesa animal que agem de tantas formas deixando a sociedade que precisa ser catequizada em segundo plano. Costumo chamar atenção aqui no blog sobre pessoas de proteção animal que fazem churrasco (ou oura comida com bichos) para arrecadar dinheiro para seu abrigo de cães e gatos, mas, daí a escorraça-las fica uma grande distancia.

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    2. fabíola ratton18/11/2016 14:16

      Sheila, o que não estou alcançando é isso que alguns falaram aqui, que veganos são arrogantes e se acham acima do bem e do mal. Tirando aquela louca de um tal instituto que não vou citar, que uma vez comentei com vc que não aceitava material do seu blog. Eu não conheço veganos assim... Ou estou muito por fora... Mas espero que isso não vire motivo de divisão entre pessoas que ao fim e ao cabo querem a mesma coisa.

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    3. Fabíola, o principal é isto mesmo: fazer pensar.... provocar reflexão. O comportamento vegano é algo que veio contribuir muito para a conscientização. Existe uma contribuição deste "movimento" ou seja lá o que for, que considero perfeita. P´ra mim, a frase atribuída a conscientização vegana fez muita gente parar e refazer seus conceitos. É a famosa: "se protege uns por que come os outros?" Esta frase deu um choque geral no movimento e esta contribuição é inegável.

      Agora, existem pessoas que são veganas, mas, não estão nem aí para se apresentarem como tal. Suas atitudes são coerentes e reconhecem que tudo é uma questão de arrumação dentro de seu próprio íntimo.

      Não apontam o dedo na cara de ninguem, não marginalizam e nem se atrevem a perguntar a outro se é vegano ou não. Imaginem vc. chegar num abrigo de um casal de idosos que usam o resto de suas vidas cuidando de animais abandonados com o troquinho de suas aposentadorias. Vc. poria o dedo na cara destas pessoas porque encontraram na geladeira deles carne moida que era de um cachorro que precisava tomar remédio e sentia muita dor?

      Pois bem, umas porcarias de "veganas" tiveram a coragem de xingar o casal de idosos por causa disto.... Gritaram com a Senhora que ela era uma especista, uma carnista que não merecia ajuda de ninguem..... Este é o tipo de gente que o veganismo está produzindo e é o que tenho me debatido......

      Fique certa, menina, que o veganismo se apresenta com os mesmos ideais coletivos, só que querem se apoderarem com exclusividade delas......

      Aliás, leia minha postagem citada em link no princípio onde conto a história de uma protetora que tinha medo de ir a manifestação porque não era vegana....... Um horror!!!!!

      O importante é pensar, refletir e avaliar.... Isto sim.... ah, principalmente, trabalhar e largar a internet para cuidar de bichos que tanto precisam......

      bjs

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    4. Fabiola, conheço sim veganos extremamente endurecidos bem de perto. Conheço também outros muito coerentes e amáveis. Eu quiz dizer que o problema não é o movimento, mas o ser humano. Infelizmente algumas pessoas extremamente intolerantes dentro do movimento vegano, afastam em lugar de agregar. Este meu sobrinho, por exemplo, apaixonou-se por uma menina que não é vegana e exigiu que ela aderisse ao movimento. Ela, como está amarradona nele, come tudo o que ele pede na sua frente, mas quando está com os amigos come peixe, toma vinho e cervejas que são fabricados com derivados animais, enfim... seres humanos, com suas imperfeições, são um paradoxo. E todos os que estão aqui no debate, com excessão da Veronica Santos que fez um comentário imparcial, estão julgando o texto, seu escritor e as pessoas. E sim, estes, acham-se acima do bem e do mal. Por isso julgam.

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  25. Isso não é veganismo, Sheila, isso tem outro nome: arrogância. Não vou comentar o texto porque não quero me estender e a explicação seria longa demais, mas digo apenas duas coisas que já citei aqui: a maioria dos veganos desconhece o que isso seja; nem todos os veganos são insensíveis ou ignorantes como sugere em certa medida a A. (Áurea, não é?) Abrantes.

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  26. Um contraponto ao artigo de Claudio Bertonatti. "O que de fato fica claro no texto de Bertonatti é que ele simplesmente ignora informações oficiais de instituições como a ONU (Organização das Nações Unidas) para apresentar afirmações baseadas inteiramente em sua opinião pessoal. O mais espantoso sobre esse caso é o número de pessoas que usa um texto tão vazio para acusar veganos como se realmente fosse uma grande obra literária. (...) Mas para que precisamos de tanta terra cultivando monoculturas como soja, milho, sorgo e outros? A resposta é que nós não precisamos. Essa quantidade incontável de toneladas grãos é destinada a animais criados em regime intensivo principalmente na Europa e na Ásia. Em outras palavras, os porcos, frangos e bois criados em pequenos espaços precisam comer para engordar e serem mortos. Esses grãos saem de monoculturas criticadas por Bertonatti. Mesmo os animais criados em regime extensivo, comendo pasto, precisam de ração para complementar sua dieta de engorda. Na Argentina pode ser diferente, mas aqui no Brasil há centenas de casos de pecuaristas caçando onças e outros animais selvagens que ameaçam seu gado. Portanto, o problema da caça de animais em fazendas não é uma exclusividade da agricultura." Leia mais: https://vista-se.com.br/a-confusao-do-carnismo-reposta-ao-artigo-que-afirma-que-veganos-matam-mais-animais/

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