02/11/2015

Rede Globo e Dráuzio Varella se vendem ao Lobby nojento e orquestrado das indústrias químicas e farmacêuticas

Esta matéria não é off-opic não. É assim que agem com a pesquisa que não usa animais. Pesquisadores precisam produzir medicamentos para explorar o mercado e para tal o uso de animais é exigência. Nojo!!!!!! 

Depois desta matéria no Fantástico e toda repercussão da bagunça e comprometimento dos bastidores da pesquisa com a industria farmacêutica resolveram: Ministério da Saúde vai criar grupo de trabalho sobre fosfoetanolamina. Este produto que está sendo fornecido de graça, está com milhares de depoimentos positivo. 
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Boicote realizado pela emissora quanto a potencialidade de cura da substância fosfoetanolamina sintética. (sentença de concessão liminar inserida ao final)

Em rede nacional, a Rede Globo patrocinou no programa FANTÁSTICO deste último de 18 de outubro, com a colaboração do médico oncologista Dráuzio Varella o linchamento da substância fosfoetanolamina sintética, indicada como possível
medicamento para o combate de células cancerígenas, fazendo o jogo podre da indústria química e farmacêutica.

Vamos entender a polêmica

Estudada desde o início dos anos 90, a fosfoetanolamina (ou fosfoamina) sintética era entregue gratuitamente no campus da Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos, mas, em 2014, uma portaria determinou que as substâncias experimentais deveriam ter todos os registros necessários antes que fossem disponibilizadas à população.

A droga chegou a ser fornecida gratuitamente pela USP de São Carlos, entretanto por portaria a Universidade proibiu a distribuição e o pedido de registro junto à ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

Com isso, as cápsulas, que não têm a licença da Anvisa, começaram a ser distribuídas somente mediante decisão judicial. Pacientes com câncer obtiveram liminares estipulando a entrega, porém uma decisao do Tribunal de Justiça de São Paulo passou a suspender as autorizações.

No entanto, O Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu uma medida cautelar suspendendo a decisao do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) que impedia o fornecimento da fosfoetanolamina sintética para uma paciente com câncer do Rio de Janeiro. Publicado nesta quinta-feira (8), o parecer abre precedentes para que outras pessoas consigam as cápsulas produzidas em São Carlos (SP), mas não é definitivo e ainda pode ser revisto.

Na decisão favorável do ministro Edson Fachin (STF), que em seu parecer apontou também que a ausência de registro junto à Anvisa não implica em lesão à ordem pública e é um assunto pendente no STF.

Outras esferas

Pesquisadores detentores da patente da fosfoetanolamina (ou fosfoamina) sintética se reuniram com o senador Ivo Cassol (PP-RO) e os deputados estaduais Roberto Massafera (PSDB-SP) e Rodrigo Moraes (PSC-SP) para discutir a apresentação da substância em uma audiência pública na Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT).

Em sessão extraordinária da CCT foi definido que serão convidados para a audiência os pesquisadores e também Jarbas Barbosa da Silva Júnior, diretor presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e Meiruse Sousa Freitas, superintendente de medicamentos e produtos biológicos da agência.

Em âmbito estadual, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) afirmou que iria avaliar o caso e o gabinete do deputado Rodrigo Moraes (PSC-SP) informou que foi marcada uma reunião com Nalini para pedir a revisão das suspensões.

Um dia do Supremo Tribunal Federal (STF) permitir para uma portadora de câncer da cidade do Rio de Janeiro, o uso da substância, o site do TJ-SP publicou em 09/10/2015 a decisão de Nalini em liberar o produto.

O presidente do TJ – SP salienta ainda que "é de responsabilidade da USP e da Fazenda do Estado paulista assegurar a constância do processo de pesquisa e marketing, avisando aos interessados e pacientes da droga, que inexistem registros oficiais da eficácia da substância".

Concomitantemente, Nalini diz que fosfoetanolamina não possui registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) como fármaco e que até mesmo a USP informou que o consumo da substância ocorre "por conta e risco dos pacientes", mas apesar de tudo isto, não se podem deixar de perceber os testemunhos de pacientes que dizem ter melhorado nos seus quadros clínicos."

Por outro lado, diante do cenário político conturbado e da crise de moralidade pelos quais atravessam os órgãos públicos regulamentadores do Brasil, a Anvisa não tem sido unanimidade diante da opinião pública nacional no que diz respeito a morosidade dos processos, interesses econômicos conflitantes, entre outros possíveis desvios de cidadania.

A partir de 13/10/2015 os pacientes com liminares judiciais poderão rumar a São Carlos para buscar o medicamento, o que deve estimular a apresentação de outras liminares para a obtenção do remédio. Enfim, se torna notório que o voltar atrás de Nalini, ecoou nas redes sociais, tanto que Augusta Moyses detentora de liminar para conseguir o remédio, publicou que tudo o que está acontecendo, “trata-se de uma vitória da união e da esperança" por dias melhores.

Procedimento

Para seguir as normas da ANVISA é necessário ainda concluir as três fases requeridas pela agência, mas que por má vontade, e falta de interesse do Governo, da própria Agência e da USP não lhe são dispostos os meios necessários. Ele diz que estuda a possibilidade de produzir o medicamento em outro país, porque nas suas palavras: “Beneficiar pessoas não é por bandeira. A humanidade precisa de alguém que faça alguma coisa para curar os seus males”.

Pacientes que usam a droga, familiares e advogados, afirmam que a substância, ainda que experimental, tem resultados eficazes no combate à doença. Eles relatam casos de cura e vêm apelando à Justiça para obter a droga, já que sem o registro junto à Anvisa não pode ser produzida e comercializada. Sua produção mesmo em baixa escala não alcança meros R$ 0,10.

Valor tão irrisório, que leva todos os interessados a questionar a que ponto não são os grandes Laboratórios e seu lobby os responsáveis por tanto descaso da parte do Governo e das Agências e Instituições.

A polêmica está lançada e as discussões na internet proliferam.

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), vinculada ao Ministério da Saúde, emitiu parecer dizendo que a substância fosfoetanolamina sintética poderia vir a ser um importante medicamento utilizado para combate ao câncer, mas de acordo com o pesquisador Salvador Neto do Departamento de Química da USP, para que as pesquisas, os estudos e a produção da droga avançassem seria necessário ceder a patente a própria Fiocruz. E se não fosse aprovada, tal cessão impediria por completo o desenvolvimento das pesquisas e sua possível produção.

O mecanismo pelo qual a substância funciona é extremamente simples: mata a maioria dos tipos de células cancerosas causando-lhes autodestruição sem afetar tecidos normais.

No mundo de hoje, essas drogas não atraem facilmente financiamento. A grande indústria da farmácia não está exatamente ignorando a substância e nem suprimindo sua pesquisa; apenas não está ajudando.

O desenvolvimento de drogas é basicamente um grande negócio, e investir na droga sem patente simplesmente não é um bom negócio, porque não haverá lucro. Em um mundo onde a droga para câncer Avastin – patenteada pela empresa farmacêutica Genentech/Roche – custa aos pacientes cerca de 80.000 dólares por ano sem nenhuma comprovação de que prolonga a vida, não ha espaço para a fosfoetanolamina.

Segundo farmacologistas, as empresas farmacêuticas são como outras empresas que fabricam produtos que devem ser vendidos com lucro. Apenas um em cada 10.000 compostos estudados por pesquisadores acaba se tornando uma droga aprovada.

Para chegar à fase de aprovação, os medicamentos devem ser submetidos a 7 a 10 anos de testes, com um custo total médio de 500 milhões de dólares, o que pode ser em vão se a droga não receber aprovação de instituições reguladoras. E mesmo se isso ocorrer, apenas 3 de cada 20 drogas aprovadas geram lucros suficientes para cobrir seus custos de desenvolvimento.

O lucro é o incentivo para o risco que a empresa corre. E seria quase impossível lucrar em uma droga como a fosfoetanolamina. Se ela for mesmo eficaz, então será uma droga ridiculamente barata. Segundo especialistas, a falta de patenteabilidade está desempenhando um papel na falta de investigação.

Ai reside a torpeza das indústrias químicas e farmacêuticas, promovendo lobbys para barrar o desenvolvimento e o estudo de drogas que não proporcionarão lucro.

Não bastasse essa prática asquerosa e nojenta, uma das maiores empresas de mídia televisiva mundial _ a Rede Globo de Televisão - se une a baixeza do boicote promovendo matérias em rede nacional, com forte apelo emocional, buscando ridiculizar o poderes potenciais da substância.

O que causa mais nojo ainda é a aderência de um médico que se tornou astro de televisão - Dr. Dráuzio Varella – e, sem qualquer autoridade nega uma possível incidência de cura., negando suas potenciais qualidades e com veemência afirma tratar-se de um engodo.

É lamentável este tipo de postura tanto das agências reguladoras, das industrias químicas e da Rede Globo com auxílio de seu artista médico, boicotarem o que pode ser a esperança de cura através de uma droga acessível a todos.


NÃO OBSTANTE, ACREDITAMOS QUE UM DIA O CÂNCER SERÁ APENAS MAIS UM SIGNO.

FONTE: jusbrasil

7 comentários:

  1. Jorge Romano02/11/2015 10:40

    É uma doença terrível e tudo deve ser tentado, mesmo que ainda na fase experimental. Não se pode negar esse direito ao doente. A industria farmacêutica já lucra bastante e não precisa de fonte de renda por barrar novos medicamentos.

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  2. Doenças aparentemente incuráveis e morte são de interesse dos poderosos. Sempre foi. E o povão que se dane.

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  3. triste ver colegas com esta postura...quem sabe o dia que aparecer um cancer incuravel na familia...

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    1. Karina, se explica melhor? postura de quem está falando?

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  4. Eu admirava o "Dr." Dráuzio Varella, mas depois de uma entrevista que ele deu ao "Sr." Jô Soares, há tempos, falando com desdém sobre seu encontro com um antigo colega de escola e como o que esse colega lhe disse mudou sua vida, eu passei a desprezá-lo. Ao invés de elogiar o colega que lhe abriu os olhos para a prática de exercícios - justamente ele, um médico oncologista e de meia idade, necessitou que um leigo lhe dissesse isso e ele ainda fala do colega com asco? É um idiota! Como se isso não bastasse destilou toda a sua ignorância e maldade contra os gatinhos com a história da esporotricose...Tenho aversão a esse "Sr." e o quero bemmmm longe de mim e dos animais. Os "médicos" como ele não têm o menor interesse em que essa droga seja registrada e vendida - experimentada ela já foi a exaustão e por vários pacientes humanos, não animais, nos longos anos em que foi ministrada a eles e lhes prolongou ou salvou as vidas. Alguém crê que ele queira perder seu meio de subsistência? A maneira fácil como ganha a vida explorando a ignorância do próximo receitando-lhes medicamentos caríssimos e inúteis? A cura para o câncer já foi descoberta no início do século, assim como muitas outras coisas que poderiam beneficiar a todas as pessoas e, por extensão, aos animais, mas o jogo criminoso das indústrias do lucro e da morte não deixam, porque a estupidez da maioria da população ignara e que prefere crer nesses criminosos, lhes fornece o álibi para que continuem a enganar e matar, não apenas humanos desavisados, mas os puros e inocentes animais que eles,covardemente, caçam, aprisionam, torturam, mutilam e matam apenas por ganância, nada mais.

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  5. o sr. Drauzio Varela, não tem interesse em cura do cancêr, pois ele ganha muito com a sua clinica de quimioterapia e radiologia em SP, é simples assim.

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  6. Eles não estão interessados na cura, em salvar vidas, estão preocupados com lucro. Laboratórios farmacêuticos são verdadeiras máfias!
    Quanto ao dr.Draúsio Varella, este precisa se aposentar ou se atualizar e se adequar aos novos tempos, porque ultimamente só tem falado besteira. Já a Rede Globo, faz muito tempo que não perco meu tempo com esta emissora.

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