11/10/2013

Zebrafish será usado para substituir ou complementar os experimentos científicos

Queria ter a ilusão de que a ciência estaria vencendo seus paradigmas, mas, na verdade a coisa passa por ser "mais econômico".... a fudelança continua




Zebrafish: “estávamos atrasados. Em algum momento, o país precisava começar suas pesquisas com esse animal”, diz pesquisadora

São Paulo – O Instituto Butantan, em São Paulo, criou um projeto inovador que pode “aposentar” os ratos de laboratório. Uma nova área já abriga o Zebrafish – conhecido no Brasil como peixe paulistinha – que será usado para substituir ou complementar os experimentos científicos.

Segundo Mônica Lopes Ferreira, pesquisadora responsável pelo criadouro do Instituto Butantan, o
zebrafish já é usado em pesquisas no mundo há 30 anos. Mas, no Brasil, a técnica é uma novidade. “Estávamos atrasados. Em algum momento, o país precisava começar suas pesquisas com esse animal”.
E quem imagina que testes feitos com peixes não têm validade em humanos está enganado. “O genoma do peixe foi sequenciado e somos 70% iguais. Isso já é muito. Já o genoma do camundongo é 85% semelhante ao nosso”.
O genoma parecido não foi o único motivo capaz de tornar o Zebrafish uma cobaia. O peixe também foi escolhido por ser um animal de porte pequeno e totalmente transparente, o que facilita seu manuseio.
A prole é numerosa – com produção média de 70 a 100 ovos por dia – e se desenvolve rapidamente. A fecundação é externa e os pesquisadores podem acompanhar a evolução do ovo até a fase adulta, sem sacrificar o animal. “Como vai da fase de ovo a fase de larva em 72 horas e até a fase adulta em três meses, a pesquisa evolui com mais rapidez. Em 72 horas, sei se vão nascer deformados ou não”.
O novo modelo reduz os custos das pesquisas por ocupar menos espaço e ter uma alimentação mais barata. Enquanto a manutenção de um camundongo custa cerca de 8 reais, os gastos do peixe caem para 50 centavos.

FONTE: Boa Informação

Saiba mais
http://www.medicina.ufmg.br/inct/?page_id=204&lang=pt-br

5 comentários:

  1. leci pimenta assoni11/10/2013 15:24

    Olá pessoal, não entendi, pensei que era uma boa notícia mas pelo que vi só mudou a vítima. Será que neste mundo tão adiantado não tem outra forma de fazer pesquisas de saúde? precisamos continuar a infringir sofrimento em outras espécies para salvar nossa pele? E o abuso conyinua....

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  2. Sempre, sempre, sempre, o que manda é o famigerado $. Substituíram pelo Paulistinha (nome popular da espécie aqui no Brasil) por causa do custo.
    Silvan

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  3. Concordo com a Leci: só mudou a vítima. Deviam usar políticos corruptos no lugar. Tenho certeza de que não faltaria "matéria prima" para experiências científicas.

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  4. É, deviam colocá-los nos biotérios com brinquedinhos, e tudo como manda o figurino. Eles seriam felizes, né?

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  5. Ainda sou a favor de experimentos com presidiários (assassinos e estupradores). Que sejam de algum,a maneira úteis.

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