09/08/2013

Caçadores ameaçam e MATAM ambientalistas que tentam impedir a caça

Pois é, galera, é necessário que todos LEIAM as duas matérias abaixo para entenderem o país que vivemos. .... Este governo maldito oficializou a caça aos javalis (que funciona como para qualquer caça) e dá armas a estes psicopatas.... Eles tem um facebook para anunciar fazendas de caça, trocar informações sobre armas e  até publicam fotos de criança com animais caçados nas mãos, enfim tudo uma apologia à violência. O título é "Caça Brasil".


Agora, vocês não tem idéia da "qualidade/quantidade" de comentários que recebo (e que não publico) nas postagens que faço contra a caça. Eles se acham protegidos pelo "anonimato", mas, a Polícia Federal está como todos os ID´s das máquinas deles e a qualquer hora vão botar as mãos neles. LEIAM AS MATÉRIAS ABAIXO, POR FAVOR!!!! e se indignem, como eu!!!!!
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Caçador exige que ambientalistas entreguem as câmeras.
Foto: Miriam Prochnow.

Nas fotos de Wigold B. Schaffer e Miriam Prochnow, o rosto do agressor está coberto por uma tarja por orientação do advogado dos dois ambientalistas.

“O que acontece, quando no meio da mata, por detrás dos arbustos, não é um bicho que aparece, mas sim um caçador camuflado e armado, que vem em sua
direção com um rifle com mira telescópica apontado diretamente pra você? Pode acontecer um tiro de raspão na mão, por conta do reflexo de defesa da pessoa, mas pode acontecer o pior, que é o que via de regra acaba acontecendo, quando o alvo é um animal”.

Wigold B. Schaffer e Miriam Prochnow, Conselheiros da Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), formam vítimas de agressão e ficaram reféns sob a mira de arma de fogo e ameaça de morte por mais de 30 minutos, neste domingo, 4 de agosto de 2013, quando faziam um passeio pela mata de sua propriedade em Atalanta, SC. Saíram de sua casa por volta das 10h em companhia da filha Gabriela para dar uma caminhada no meio da mata e fazer fotos da flora e da fauna. Em torno de 10h30min foram atacados por um caçador.

Wigold conta que o homem surgiu de repente, com vestimenta camuflada da cabeça aos pés, empunhando uma arma de fogo dessas que utilizam um “pente” de munição e mira telescópica. 

“Ao perceber algo se movimentando atrás de uns palmiteiros jovens inicialmente pensei tratar-se de algum animal e comecei a fotografar, segundos depois surge o caçador vindo em minha direção com o dedo no gatilho e a arma apontada diretamente para mim”, relata Wigold. Por instinto de fotógrafo, Wigold continuou fotografando a aproximação do agressor e gritou por socorro, já que Miriam e Gabriela vinham a uns 50 metros atrás. “O agressor não parou, veio direto em minha direção com a arma apontada, até quase encostar o cano em meu rosto, aí ele tentou arrancar a câmera fotográfica de minhas mãos, nesse momento, num gesto de desespero e reflexo segurei o cano da arma e o desviei do meu corpo, foi quando ele puxou o gatilho e atirou, o tiro passou muito perto do meu peito,” revela Wigold. 

Após o disparo, Wigold conta que continuou segurando o cano da arma com as duas mãos enquanto o caçador tentava novamente virar o cano e apontar em sua direção, como não obteve êxito passou a agredir violentamente a vítima com chutes, coronhadas e até com a própria máquina fotográfica, que se partiu quando o agressor a bateu na cabeça da vítima. 

As agressões foram interrompidas alguns minutos mais tarde com a chegada de Miriam, que estava um pouco atrás. “Ao ouvir o grito de socorro do Wigold e em seguida o disparo da arma, imediatamente pedi que a minha filha Gabriela corresse até em casa e chamasse a polícia, relatou Miriam. Ela também relata que ao chegar perto do local viu o Wigold deitado no chão e o homem batendo nele com a coronha da arma: “Enquanto me aproximava fui tirando fotos para registrar a agressão e ao mesmo tempo reconheci o agressor e o chamei pelo nome”. Ao perceber a aproximação da Miriam e ver que ela também estava registrando o que acontecia, o agressor parou de espancar o Wigold e passou agredir a Miriam na tentativa de também lhe tirar a câmera fotográfica. 



Os dois ambientalistas ficaram ainda por mais de 20 minutos sob a mira da arma do caçador, que queria lhes tirar as câmeras fotográficas. A situação só parou quando Miriam anunciou que a polícia já deveria estar chegando, pois a Gabriela saíra em busca de socorro logo após o disparo. Pouco depois, o homem se afastou caminhando de costas, sempre com a arma apontada em direção ao casal, até se embrenhar na mata. 

Os ambientalistas Wigold e Miriam, nascidos na região do Alto Vale do Itajaí, tem destacada atuação em defesa da Mata Atlântica. O casal voltou para Atalanta depois de 14 anos trabalhando em Brasília. Wigold trabalhou por mais de 13 anos no Ministério do Meio Ambiente e Miriam fortaleceu a atuação da Apremavi em colegiados de âmbito nacional, como a Rede de ONGs da Mata Atlântica (RMA), onde foi Coordenadora Geral. Hoje é Secretária Executiva do Diálogo Florestal Brasileiro e conselheira do Diálogo Florestal Internacional. Os dois são fundadores da Apremavi, que completou 26 anos este ano. 

A situação vivida pelos ambientalistas evidencia para uma preocupante realidade no Alto Vale do Itajaí e outras regiões de Santa Catarina: a prática da caça. Apesar de ser proibida no Brasil, a caça continua sendo realizada, inclusive por jovens, com equipamentos cada vez mais sofisticados, como demonstra o episódio do último domingo. 

As vítimas já denunciaram as agressões junto às Polícias Civil, Militar e Ambiental, bem como ao Ministério Público Estadual e Federal. Nos próximos dias, a Apremavi, juntamente com outras instituições de Santa Catarina e do Brasil, estará deflagrando uma ampla campanha junto aos órgãos públicos para que estes realizem operações de fiscalização da caça, soltura de animais aprisionados e apreensão de armas na região.


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Biólogo espanhol é encontrado morto no Sul Fluminense

RIO - O biólogo espanhol Gonzalo Alonso Hernandez, de 49 anos, foi encontrado morto na manhã desta terça-feira em Rio Claro, no Sul Fluminense. O corpo da vítima foi achado boiando perto de uma cachoeira, com marca de tiros na cabeça, no Parque Estadual Cunhambebe, no distrito de Lídice.

O delegado titular da 168ª DP, Marco Antônio Alves, afirmou que a hipótese mais provável para a morte são as denúncias que Gonçalo fazia sobre crimes ambientais. O espanhol morava há mais de dez anos em um sítio na região.

Um vizinho de Gonzalo encontrou a vítima e avisou a polícia. De acordo com o policial que atendeu a ocorrência, o corpo já tinha sido retirado da água e estava coberto por folhas de bananeiras quando ele chegou ao loval. O biólogo havia sido visto pela última vez na tarde de domingo.

O delegado levantou a suspeita do crime ter ocorrido por vingança após ter sido procurado pela mulher de Gonzalo, Maria de Lurdes Pena Campos , de 48 anos. Segundo o delegado, ela informou que o marido vivia brigando com pessoas que praticavam caça sem autorização e combatia palmiteiros que praticavam a extração ilegal do produto.

- O biólogo defendia as espécies em extinção e a caça predatória no parque, como a matança de passarinhos e outros animais. A mulher informou ainda que essa luta do biólogo para defender o meio ambiente na reserva incomodava algumas pessoas – disse o policial.

O delegado aguarda agora o laudo do Instituto Médico Legal (IML) de Angra dos Reis, onde foi feita a necropsia. O documento será anexado ao inquérito que Marco Antônio instaurou para apurar a morte do biólogo.

13 comentários:

  1. Nossa é nojento isso! Essa página no FB me deu asco. E aquele chef Alex Atalia, então? O cara enfia foie gras em tudo que é receita e viaja o mundo para caçar animais.

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  2. ASSASSINOS!QUEM MATA UM ANIMAL,MATA UM SER HUMANO.

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  3. Ele podia enfiar goela abaixo o dinheiro que ele ganha com essa crueldade, até encher totalmente o bucho, e depois esperar pra ver no que vai dar. (sugestão do chef.... rsrsrsrs)

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  4. À parte os horrores praticados pelo homem aos animais. O que é mais degradante é a inserção de crianças nesse meio nefasto. A educação é a única forma de as crianças terem outra visão sobre os animais e como protege-los, pois os adultos em sua arrogância e sentimento de superioridade, dificilmente, mudam sua ponto se vista sobre essa questão.
    Punição a pessoas que maltratam animais deveria ser obriga-los a cuidar de animais para aprenderem como os animais são.

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  5. Por ai ja vemos o tipinho de gente que pratica a caça, gente da pior especie, bárbaros, criminosos, assassinos, e ainda querem que seja legalizada..ahh vão todos para os quintos dos infernos msm.

    Simone

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  6. TEM QUE FAZER O MESMO COM ESSES CAÇADORES DOS INFERNOS, QUEM SABE UM DIA SEUS FILHOS NÃO FAZEM O TRABALHO SUJO COM ELES MAIS TARDE. EU NÃO DUVIDO, QUEM ENSINA A MATAR SEMPRE ACABA MORTO.
    GLÓRIA

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  7. Que absurdo! Onde está a justiça?!
    Se a coisa se inverter e um ambientalista fizer isso com um caçador, o que vai acontecer?
    A justiça tem que funcionar, senão isso vai acabar virando um "velho oeste".
    Silvan

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  8. Assustador !!

    Quem caça normalmente é gente belicosa e "bem de posses".
    Perigosos.......

    Onde esta a proteção ao cidadão comum que vive em paz ??

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  9. Encobrir a cara e o nome do agressor por recomendação dos advogados? O cara é um criminoso psicopata em potencial e ainda tem sua identidade protegida? Que país é esse?

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  10. Se tivesse leis no Brasil e metessem esses assassinos na cadeia isso não aconteceria..como não existe justiça no país o crime corre solto.

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  11. Esperar o que da justiça de um país em que criminosos/assassinos estão entre os políticos/chefes da nação?

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  12. Ana Lucia Nunes11/08/2013 21:16

    Infelizmente essa é a triste e vergonhosa realidade do nosso país !!!
    O que se esperar de um país que tem leis que protegem os assassinos ???
    Esse advogados têm que ir presos juntos com os clientes !

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  13. Neste país de merda as leis são feitas única e exclusivamente para beneficiar o criminoso. E quando não é, o poder Judiciário completa. A impunidade é ampla, geral e irrestrita. Então, todos nós pagamos pela bagunça. Ou organização perfeita, sei lá. É, às vezes a coisa é organizada pra parecer desorganizada, porque na bagunça tudo pode acontecer, afinal ninguém tá prestando atenção, né??? Não há fiscalização de nada, as polícias civil e militar empurram de uma pra outra a responsabilidade, as denúncias não são investigadas, e quando o são o Ministério Público senta em cima dos processos, ou se passa adiante o judiciário completa a cadeia de impunidade. É dose.

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