26/07/2013

Cientistas implantam memórias em camundongos... céus!!!!!

Eu quero me rasgar toda!!!!!!!!!! Fiz um destaque colorido no texto na matéria do Jornal O Globo, ao final, para avaliação do estas m----- de pesquisadores fazem para NADA, para tortura em nome do dinheiro!!!!! nojo.... mil vezes, nooooojo!!! E, pior, que encontram espaço nos maiores jornais e revistas do mundo.... Como tem jornalista incompetente, não?






Na pesquisa sobre a vida destes dois infelizes, descobri que um é japonês, Susumu Tonegawae o outro chines, Xu Liu (neste link ele trabalha com outro pesquisador, mas, tem um vídeo onde apresentam suas pesquisas às gargalhadas. Este quadro aí ao lado é para explicar seus estudos neurocientíficos em... ratos... moscas.... etc...). Podre mesmo!!!









Bem, leiam a matéria sobre a grande descoberta atual destes paspalhos!!!!!
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A figura mostra como são criadas as falsas memórias. O camundongo é colocado em um ambiente (caixa azul) e as células envolvidas na memória sobre esse ambiente são marcadas (círculos brancos). Coloca-se o camundongo em um segundo ambiente (caixa vermelha) e ativam-se as células envolvidas na memória sobre o primeiro ambiente. Enquanto isso, o camundongo recebe um choque nos pés. Ao retornar ao primeiro ambiente, ele experimenta a falsa memória de que foi lá que ele levou o choque, mostrando-se amedrontado. (Foto: Cortesia/Evan Wondolowski/Collective Next)

"RIO – Publicado pela primeira vez em 1966, o conto “Nós lembramos por você por atacado”, de Philip K. Dick, inspirou dois filmes intitulados “Vingador do futuro” no Brasil. Na história, uma empresa, batizada Rekal, oferece implantes de falsas lembranças de viagens e aventuras a clientes que não têm como pagar pela experiência verdadeira. Agora, a ideia do escritor
americano começa a sair do campo da ficção científica para a realidade. Um grupo de pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) conseguiu pela primeira vez implantar memórias em camundongos.

Além de ajudar a revelar não só como guardamos as lembranças de acontecimentos mas onde elas ficam armazenadas no cérebro, o experimento provou que tanto as memórias verdadeiras quanto as falsas utilizam os mesmos mecanismos cerebrais, não podendo, assim, ser diferenciadas pelos indivíduos. Este fenômeno já foi muito bem documentado em tribunais, nos quais acusados foram considerados culpados com base em declarações de vítimas e testemunhas que estavam certas sobre suas lembranças, mas depois acabaram inocentados por exames de DNA.
- Sejam memórias falsas ou genuínas, os mecanismos cerebrais por trás da recuperação da memória são os mesmos – diz Susumu Tonegawa, professor de biologia e neurociência do MIT e principal autor de artigo sobre o experimento, publicado na edição desta semana da revista “Science”.

Embora tenha recebido o Prêmio Nobel de Medicina de 1987 por seu trabalho em imunologia, Tonegawa tem se dedicado nas últimas décadas a investigar os processos de formação e a manipulação de memórias. De acordo com as teorias mais aceitas atualmente, a lembrança de episódios, isto é, a memória das experiências pelas quais passamos, é construída por vários elementos, que incluem objetos e informações sobre o ambiente e o tempo. 

Estas associações são codificadas no cérebro por mudanças físicas e químicas nos neurônios, assim como por modificações nas conexões entre eles, formando uma estrutura complexa que os neurocientistas batizaram como engrama. Até recentemente, no entanto, mesmo a existência dos engramas ainda era considerada hipotética, e determinar um local onde deixam suas marcas no cérebro, um desafio ainda maior para os pesquisadores.

No ano passado, porém, Tonegawa e sua equipe conseguiram detectar as marcas da formação dos engramas, resolvendo então procurar sua fonte com base em uma antiga hipótese, a de que o centro de processamento da memória está numa estrutura cerebral conhecida como hipocampo, localizada no lobo temporal, sugerida nos anos 40 por experimentos do neurocirurgião canadense Wilder Penfield. 

Para isso, Tonegawa e sua equipe usaram um ramo da neurociência chamado optogenética, em que camundongos são geneticamente modificados de forma que seus neurônios possam ser ativados, controlados ou rotulados por meio de estímulos ou marcadores luminosos.
- Comparado com a maioria dos estudos que tratam o cérebro como um caixa-preta, tentando acessá-lo de fora para dentro, estamos tentando estudar o cérebro de dentro para fora – resume Xu Liu, pesquisador da equipe de Tonegawa. - A tecnologia que desenvolvemos para este experimento nos permite dissecar em detalhes e até potencialmente mexer com o processo da memória por meio do controle direto das células cerebrais.

Na experiência, os pesquisadores primeiro colocaram os camundongos em uma gaiola A, onde puderam explorar o ambiente livremente enquanto a formação da memória do local era acompanhada pelos cientistas. No dia seguinte, os animais foram colocados numa segunda e bem diferente gaiola B, onde depois de um breve período de tempo sofreram choques elétricos moderados enquanto os pesquisadores usavam luz para reativar os neurônios associados à memória da gaiola A. No terceiro dia, os camundongos foram postos de volta na gaiola A e congelaram de medo, mesmo nunca tendo recebido choques nela, demonstrando que tiveram implantada uma falsa memória do local porque quando sofreram o choque na gaiola B estavam relembrando estar na A."

(destaque colorido meu)
Fonte: Jornal O Globo - 26/07/13

6 comentários:

  1. que merda de pesquisa que nao serve pra nada. poderia colocar os pesquisadores no lugar pra tomarem choques.

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  2. Esse é o pior tipo de ser humano, pois, presume-se, um cientista tem consciência e informação suficiente para saber muito bem o que está fazendo. Esse vai pagar pelo que fez e faz.
    Silvan

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  3. Se empresas e governos não investissem nestas experiências de araque, o dinheiro poderia ser melhor aproveitado e estes "cientistas" imbecis procurariam trabalhar de verdade em coisas sérias, sem interferir na vida dos pobres animais e no meio ambiente.

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  4. Quanta gente inútil, que em nada contribui para a sociedade, gastando energia com pesquisas desprezíveis como esta aviltante brutalidade. Alguém deveria lhes dizer para procurar fazer algo que os dignificassem como pessoas, como, por exemplo, servir de cobaias para quaisquer tipos de experiências (cretinas como as deles). Assim, quem sabe, pudessem ser lembrados pela humanidade...

    Beti

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  5. o problema é q, p/ esses pesquisadores, a vida animal não tem valor. eu adoraria vê-los trocar de lugar c/ os bichinhos.

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  6. Ana Lucia Nunes31/07/2013 18:38

    Triste e revoltante !!!
    A vida de um animal não tem nenhum significado para essas bestas.
    Aposto que se fosse para testar neles, que eles não achariam essas experiências de alto valor científico.
    São um bando de sádicos financiados por outros sádicos piores que eles.
    Tanta gente precisando de ajuda e tanto dinheiro posto fora à toa !

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