09/02/2012

AÇÃO URGENTE: EXPERIMENTOS EM ANIMAIS NA UFMT

Diga não a vivissecção
DIVULGANDO
_________________________
AÇÃO URGENTE: EXPERIMENTOS EM 
ANIMAIS NA UFMT
Por Libertação animal 08/02/2012 às 22:44
Se você não concorda com estes tipos de experimentos cruéis e ineficientes em animais, ajude a protestar (instruções abaixo).


AÇÃO URGENTE: EXPERIMENTOS EM ANIMAIS NA UFMT
Pesquisadores da UFMT (Universidade de Mato Grosso) receberão R$ 38.098,42 (dinheiro de nossos impostos) de verba do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) para brincarem de cientistas torturando ratinhos em laboratório (vejam mais detalhes abaixo).
A vivssecção (experimentos em animais) é considerada uma prática medieval e uma fraude científica. Ao invés de investir em métodos mais modernos e substitutivos ao uso de animais na ciência, o CNPq prefere incentivar maus tratos aos animais em métodos cruéis como a vivissecção. A UFMT também demonstra não acompanhar a tendência mundial de se abandonar os experimentos em animais e prefere se estagnar no tempo e na ética.
Experimentos em animais estão sendo rejeitados em todo o mundo e substituídos por outros métodos mais eficientes, éticos seguros e que também não impliquem no uso de animais. A vivissecção (tortura e extermínio de vidas em nome da ciência) é uma fraude médica. A grande fraude da vivissecção se baseia sobre uma verdade simplíssima: cada espécie é diferente, seja metabolicamente ou por outros parâmetros fisiológicos. Em conseqüência, nenhum resultado conseguido através de experiências em animais não-humanos jamais servirá ao homem. É impossível re-criar uma doença adquirida naturalmente por um animal, simplesmente porque desde que seja re-criada, não é mais a doença original. O resultado do estudo em animais artificialmente doentes é o de uma informação não aplicável aos seres humanos e, sendo assim, tragicamente enganador.
-------------------------

Se você não concorda com estes tipos de experimentos cruéis e ineficientes em animais, ajude a protestar. Para reforçar seus argumentos veja este site:
- http://www.1rnet.org/ (InterNiche Brasil)

AÇÃO URGENTE
Enviem mensagens de protesto para:
1) CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico): Preencham um formulário em
2) Escrevam para a UFMT preenchendo um formulário em http://www.ufmt.br/ufmt/site/email/contato/Cuiaba
------------------------------------------------------
Pesquisa busca saber como substância ligada à obesidade e ao sedentarismo responde a diferentes tipos de exercícios físicos

Projeto foi selecionado no Edital Universal do CNPq
Uma pesquisa, a ser desenvolvida este ano nos programas de pós-graduação em Educação Física da Faculdade de Educação Física (FEF) e Biociências da Faculdade de Nutrição (Fanut), da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), pode revelar como diferentes tipos de exercícios - aeróbios e/ou anaeróbios - contribuem na luta contra o processo inflamatório do organismo associado ao sedentarismo e à obesidade.

O projeto, coordenador pelo professor Fabricio Azevedo Voltarelli, doutor em Ciências da Motricidade, foi contemplado pelo Edital Universal do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), com auxílio financeiro no valor de R$ 38.098,42, e terá total duração de dois anos. O projeto será conduzido por Carolina Mendes Santos Silva, discente recém-ingressada no curso de Pós-Graduação em Biociências da UFMT. Todo o procedimento experimental acontecerá nas dependências do Labaratório de Experimentação Animal e Exercício da FEF, recém-inaugurado. Fatores genéticos, hormonais, ambientais e nutricionais colaboram para o desenvolvimento da obesidade, uma doença crônica que afeta milhares de pessoas, de todas as idades e grupos socioeconômicos, com os desequilíbrios causados ao organismo.

Em termos científicos é um processo inflamatório do tecido adiposo, que por muitos anos foi visto apenas como local de reserva energética, cuja função era nos proteger contra possíveis choques e funcionar como isolante térmico. De acordo com o pesquisador, ?é claro e notório que o estilo de vida sendetário aumenta, e muito, as chances de o indivíduo se tornar obeso e, consequentemente, um sujeito ?inflamado? ?. ?O que temos, quando pensamos no trinômio obesidade x sedentarismo x exercício, são vias que podem se cruzar a qualquer momento, isto é, o sujeito obeso torna-se sedentário, o sedentário torna-se obeso e, ambos, fazem da preguiça seu pior aliado contra o terceiro elemento dessa trinca: o exercício físico regular?, completa. A descoberta de que o tecido adiposo secreta diversas substâncias, dentre elas as citocinas (pequenas proteínas celulares associadas, entre outras coisas, às reações inflamatórias), revelou o seu papel no desenvolvimento da obesidade.

É como um ciclo vicioso: o tecido adiposo incentiva a produção e liberação de citocinas, que o inflamam. Quanto maior a expansão do tecido adiposo, ou seja, quanto maior o acúmulo de gordura, mais citocinas são liberadas, logo, mais inflamação do tecido...?Por outro lado, e de forma importante, sabe-se que o exercício físico regular (treinamento) é capaz de estimular a produção de outros tipos de citocinas, as chamadas miocinas, que recebem esse nome justamente por serem produzidas na musculatura esquelética em exercício (contração muscular)?, diz o professor. O ponto positivo nessa história, ressalta, é que as miocinas são anti-inflamatórias e possuem elevada capacidade biológica de combaterem as citocinas, estas inflamatórias e deletérias ao organismo.

O projeto de pesquisa, intitulado ?Verificação das respostas pró e anti-inflamatórias em ratos submetidos tanto ao exercício físico aeróbio como de força?, vai analisar três grupos de ratos saudáveis durante oito semanas ininterruptas. O primeiro é um grupo de ratos que farão exercícios aeróbios ? modalidade que utiliza o oxigênio na produção da energia levada aos músculos durante o esforço físico. Caminhar, correr, nadar e pedalar são exemplos de exercícios aeróbios. Os dez animais desse grupo vão aprender a nadar. Uma hora de natação diária carregando uma pequena bolsa de chumbo, que terá o seu peso aumentado progressivamente, até chegar ao limite de cinco por cento do peso corporal do animal.O segundo grupo, com a mesma quantidade de animais, vai pegar pesado com os exercícios anaeróbios, ou exercícios de força.

Os animais também vão carregar uma bolsinha como a do grupo anterior. Mas o exercício é diferente. Com a bolsa de chumbo pesando o equivalente a cinquenta por cento do seu peso corporal, cada animal vai aprender a saltar na água.Fabricio Azevedo Voltarelli, professor da Faculdade de Educação Física (FEF) da UFMT e coordenador do Núcleo de Aptidão Física ? Metabolismo e Saúde (Nafimes), responsável pelo projeto, diz que o exercício vai exigir maior esforço dos animais, já que os saltos serão feitos em séries. ?Serão quatro séries parecidas com as que fazemos na academia de ginástica. A cada dez saltos, um descanso de um minuto e meio.?

Já o terceiro grupo é o dos sedentários. Não fará nada. Os animais de todos os grupos serão alimentados e higienizados diariamente. Os exercícios físicos estão comprovadamente associados à melhora da saúde. E pesquisas nessa área podem descobrir como as citocinas se comportam nas três possibilidades descritas acima: sedentarismo, exercícios aeróbios e exercícios de força. Voltarelli explica que o uso de ratos na pesquisa se justifica porque esses animais possuem o DNA muito parecido com o dos seres humanos. ?A constituição genética dos camundongos é muito semelhante à nossa. Para ser exato, 99% dos genes humanos assemelham-se aos dos ratos?. Logo, os resultados obtidos poderão ser usados para ajudar as pessoas a combater a obesidade e todos os seus males.

O principal objetivo do projeto de pesquisa coordenado pelo professor Fabrício é saber qual tipo de exercício é melhor no que diz respeito ao combate às citocinas inflamatórias: se o exercício aeróbio ou o exercício de força.

Autor: ASSESSORIA
Fontes: O NORTÃO
             MÍDIA INDEPENDENTE
.

4 comentários:

  1. anselmo padula09/02/2012 18:16

    Parabéns ao autor da frase:
    "VIVISSECÇAO É FRAUDE CIENTÍFICA"
    Sintetizou tudo numa frase de efeito. Que os protetores fazam uso dela nas argumentaçoes.

    ResponderExcluir
  2. anselmo padula09/02/2012 18:35

    Mandei mensagem na home da UFMT, pois chegará a pessoas q nao sao da "panela" da vivissecçao.
    Os da vivissecçao já tem opiniao formada, é precisao alertar outros setores da universidade. O ideal seria lotar de emails na home da UFMT.

    ResponderExcluir
  3. Escrevi,me revoltei.............espero que eles respondam.

    ResponderExcluir
  4. owwwwwwww gentinha sem noção!!!

    ResponderExcluir

Agradecemos seu comentário, porém, não publicaremos palavrões ou ofensas.
Os comentários não representam a opinião do portal; a responsabilidade é do autor da mensagem.

EM DESTAQUE


RECEBA NOSSOS BOLETINS DIÁRIOS

Licença Creative Commons

"O GRITO DO BICHO"

é licenciado sob uma Licença

Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Não a obras derivadas

 

SAIBA MAIS


Copyright 2007 © Fala Bicho

▪ All rights reserved ▪