12/02/2011

VOLUNTÁRIOS PASSEIAM COM ANIMAIS SELVAGENS NA BOLÍVIA

Muito boa a discussão... de que lado você fica?


G1 - 12/02/11
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5 comentários:

  1. Andréa Neves12/02/2011 15:29

    Achei ótimo e morri de inveja dessas pessoas privilegiadas! Acho que o "cientista conservacionista radical", está é com uma enorme dor de cotovelo pela repercurssão que o assunto teve! Esses voluntários estão ali para oferecer uma vidinha um pouco parecida com a que esses animais tinham antes de serem retirados de seu habitat natural e agora impossibilitados de voltar, como não podem mais viver sem a ajuda dos humanos, então que continuem fazendo esse trabalho maravilhoso, por outro lado, quanto à preservação das espécies nas áres protegidas e de risco ao redor do mundo, como o próprio cientista diz, que fique por conta dele e da Instituição da qual ele faz parte, a Panthera, uma coisa nada tem a ver com a outra, as ações não se misturam, muito menos se anulam! O que ele tem que se atentar, é que essas são algumas vidinhas que ainda podem ser protegidas! Se esse grupo de voluntários e se esse abrigo não existissem, não faria a menor diferença no trabalho que o Sr. Luke Hunter realiza, então, que ele faça de conta que não há abrigo e divulgue mais o trabalho de conservação e preservação das espécies citadas, que ele tanto enfatiza, e deixe esses bichinhos curtirem esses momentos de glória!!! Bjkas

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  2. Olá! Relacionando um pouco ao assunto do post, sugiro o vídeo "Silvestre não é PET":

    "É um documentário inédito, gravado no Brasil, discute a questão da posse de animais silvestres em áreas urbanas e no convívio com pessoas. Seja por modismo ou por uma forma de excentricidade, o número de animais silvestres no meio urbano brasileiro vem crescendo. Todos os anos, milhares de animais silvestres são comercializados, de forma legal ou ilegal. Em cativeiro, sofrem por não terem suas necessidades naturais atendidas. Muitos dos que sobrevivem são negligenciados, maltratados e até abandonados.
    Com a apresentação de Fúlvio Stefanini, o "SILVESTRE NÃO É PET!" é narrado sob o ponto de vista da vida dos animais e explica que cada espécie tem um papel a cumprir em seu habitat. Não só isso, mas sofreu milhares de anos de evolução para se adaptar a ele e fazer sentido naquele contexto. No convívio com pessoas, são comuns os casos de mutilações, doenças físicas e psicológicas, fatores que os condenam ao eterno confinamento, sem chance de reintegração à natureza. Dessa forma, perdem sua função biológica, o que compromete a própria sobrevivência das espécies, a biodiversidade e o futuro do planeta.
    O documentário questiona se temos o direito de manter animais silvestres como animais de estimação (pet) em pleno século XXI e assim provocar danos ao próprio animal e à natureza. E faz um alerta de que o conhecimento é a chave para escolhas e atitudes compatíveis com o nosso tempo.
    A produção, que conta com depoimentos de fiscais do IBAMA, da Polícia Federal, além de cientistas, professores e protetores que acolhem em seus santuários, é uma realização da SOZED-SP -- Sociedade Zoófila Educativa de São Paulo, e o patrocínio é da WSPA -- Sociedade Mundial de Proteção Animal."

    Disponível no youtube:
    Parte 1: http://www.youtube.com/watch?v=wt2zqkgyfwo

    Parte 2: http://www.youtube.com/watch?v=oQxjJLuEumY&feature=related

    Parte 3: http://www.youtube.com/watch?v=RN5BF80y1cg&feature=related

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  3. Andréa Neves15/02/2011 03:25

    Concordo com tudo o que você escreveu Aline, show! Mas no caso dos bichinhos lá no abrigo da Bolívia, não tem condições de terem sua vida selvagem de volta, foram resgatados de maus tratos, por isso merecem um tratamento diferenciado! Bjs

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  4. Concordo plenamente com Andreia.
    abraço
    Maria Zenisse

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  5. Essa é uma discussão bastante intrincada... vê-se que os animais são muito dóceis e não teriam condições de vida em uma reserva, por outro lado um felino é sempre imprevisível, pois tem momentos em que não está disposto ao convívio com outros animais, inclusive o humano. Meu irmãozinho, o Malhadinho começa fazendo muitos carinhos e do nada dá seu famoso abraço de tamanduá e morde pra valer. Na maioria das vezes eu me safo, porque ao longo de dez anos de convívio o conheço bem. O segredo é meter-lhe um brinquedo na frente assim que começa a pensar em morder. Outro dia estava dormindo e acordei com a sensação e estar sendo observada e era ele me encarando e pronto pra dar o bote. Desceu da cama empurrado por meu travessei escudo, rs. rs. Nós o amamos, mas que ele é doidinho lá isso é, afinal é um felino e como todo felino pode ser imprevisível. Se um gatinho pode machucar feio, imaginem os grandes felinos. Outra coisa que me incomoda nessa história é que ao que parece os bichos precisam ser levados para passear porque seus recintos são minúsculos, não sei, mas foi a impressão que tive. Além disso, pagar para passear com eles e ter voluntários flutuantes todo o tempo pra mim é algo estranho. Dá-me a sensação de usarem os animais comercialmente. Por outro lado recebem amor, carinho bom trato e não estão jogados a sofrer como tantos o estão neste momento, sei lá, essa discussão é complicada devido a todas as suas nuances. Achei que há algo estranho, especialmente porque não vi bolivianos a frente disso. Talvez ajudassem de graça, mas como precisam pagar, fica só pra quem tem dinheiro.

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