25/02/2011

EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL: PESQUISA CARACTERIZA UMA POSSÍVEL PATOLOGIA HUMANA

Dentro dos diversos temas na luta pelo direito animal, a experimentação animal é o que mais me fascina. Primeiro porque é uma comprovação de que humanos não são naturais deste planeta já que os verdadeiros seres nativos não precisam pesquisar nada em busca de coisas que nós destruimos em outros mundos; segundo porque não suporto a covardia que estes humanos praticam contra seres que estavam/estão no seu lugar lutando pela sobrevivência que, para nossa espécie, tem pouco sentido; e, terceiro porque vão pesquisar com seres que tanto amamos nos quintos dos infernos!!!!! Chega, né?

Ontem, depois de ler a matéria abaixo da Folha de São Paulo, lembrei de um pesquisador para o qual perguntei o seguinte:
Se eu conseguir uma técnica válida para substituir o animal na sua pesquisa, você deixa de usa-los? Resposta: NÃO. Neste dia eu vi o lado negro de cada pesquisador que defende este paradigma para alimentar sua patologia. Ele sabe que está no caminho errado, mas, não pode deixar de fazer.... é a doença de cada um deles sob o disfarce de que estão pensando na humanidade. Existe alibe maior e mais convincente?

Um outro pesquisador, depois de uma longa conversa e argumentos contraditórios disse:
"eu preciso saber da reação em um organismo vivo"... Só que o que ele vai observar, será um erro desde que iniciar o protocolo de sua pesquisa considerando os diferentes organismos. Enfim, não vou encher o saco... ainda vamos ganhar esta parada... é questão de tempo e de nossa militância:

Leiam a matéria a qual me referi:

"DEFENSOR DE ANIMAIS JÁ AFETOU UM EM CADA QUATRO CIENTÍSTAS"


Maioria, porém, não alterou pesquisa, diz enquete da "Nature"

Giuliana Miranda
se São Paulo

Cientistas estão assustados com as atitudes de alguns ativistas dos direitos animais, que deixaram de lado as manifestações pacíficas em frente aos laboratórios e partiram para depredações e até agressões físicas.

Segundo levantamento on-line feito pela revista "Nature" com cerca de mil cientistas da área biomédica, um em cada quatro deles diz que já foi "afetado negativamente" por protestos contra o laboratório, vandalismo, "libertação" de cobaias e agressão física e verbal, ou conhece quem passou por isso.
Desse grupo, apenas 15% disseram ter mudado alguma prática ou algum direcionamento de pesquisa por causa da ação dos ativistas.
A grande maioria dos pesquisadores -mais de 90%- considera que o uso de modelos animais é essencial para o sucesso de seus estudos.
Ainda assim, cerca de 16% afirmaram já ter tido sérias dúvidas sobre o papel dos animais nas pesquisas.
Os cientistas que lidam com macacos são minoria entre os pesquisados (apenas 38), mas são os que se consideram mais afetados negativamente pelo ativismo, embora afirmem que têm padrões muito rígidos para seus experimentos. Embora a pesquisa indique que casos extremos são raros e não parecem estar se intensificando, alguns países estão fechando o cerco contra agressões praticadas por ativistas, inclusive criando legislação visando à punição desses crimes. Estados Unidos e Reino Unido já têm legislações específicas. Os americanos, aliás, são o grupo que mais acha que o ativismo animal cresceu. Os britânicos, por outro lado, dizem ter percebido uma redução.

BRASIL "LIGHT"

Para Marcelo Morales, presidente da comissão de ética com animais da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e da Federação Latino-americana de Biofísica, os ativistas brasileiros não costumam ser agressivos.
"Eles são radicais em suas opiniões, mas apresentam seus pontos de vista através do diálogo", diz. Segundo ele, episódios como o "banho de tinta" levado por uma pesquisadora em um evento na Unicamp, em 2008, são raros e isolados.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe2402201102.htm



Caso queiram ler a matéria original da tal pesquisa da NATURE, clique no título abaixo
Animal research: Battle scars ou

TRADUÇÃO QUEBRA GALHO DO GOOGLE

Pesquisando, achei uma matéria muito boa.
CLIQUE AQUI PARA LER

Achei, também, o presidente da Comissão de Proteção Animal da Câmara do RJ apurando a questão do uso de animais na Fiocruz
CLIQUE AQUI PARA LER
.

4 comentários:

  1. Olá Sheila, há também uma outra questão do porque esses pseudos-cientistas USAM ANIMAIS, leia aqui (o quase brogue é meu, pode usar e abusar)http://muralanimal.blogspot.com/2011/01/diga-nao-testes-em-animais.html

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  2. Andréa Neves26/02/2011 03:14

    Só quero saber no que vai dar essa visita à Fiocruz, cabe na cabeça de alguém que experimentação animal tem algumna ética?!? Ética seria preservar a vida e evitar maus tratos, tanta frescura para se evitar a contaminação dos animais para eles morrerem de forma cruel... Ah! Se eu fosse a presidente da comissão de proteção animal da câmara, eles estariam fritos, iam ver o que é bom pra tosse... bando de sádicos, mal resolvidos, assassinos disfarçados de cientistas! Sou contra a violência, mas que deve dar um prazer imensurável dar uma surra em um monstro desses, Ah! Deve... Corja nojenta!

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  3. Acho que os caras são muito mal resolvidos e descontam nos bichinos indefesos. Devem sentir que são muito poderosos, quando seguram um animalzinho e o fazem debater-se de dor. Que o Diabo faça o mesmo com cada um deles pela eternidade.

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  4. Cristina Calixto28/02/2011 13:24

    Sheila,

    Tô com odiozinho de você. Pq não me pede pra traduzir? Continua insistindo com o "quebra-galho" do Google? Está induzindo seus leitores ao erro...

    Beijocas da Cris

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