22/12/2010

FAÇO MINHAS AS PALAVRAS DO SEA SHEPEARD

Eu jurei que não ia falar das festas de fim de ano. Natal aquela desgraceira de matança de bicho e Ano Novo aquela meleca de fogos que só prejudica à TODA fauna seja que espécie for.

Mas, quando recebi esta mensagem do Sea Shepeard, resolvi endossa-la pela coerência de tudo que sinto. Tem vezes que é difícil para mim respirar sabendo que atrocidades estão sendo praticadas contra animais no exato momento em que puxo o ar para meus pulmões...

Desculpe, mas, não estava querendo mesmo falar sobre isto. Leiam a mensagem do Sea clicando na imagem abaixo. É o que penso.

4 comentários:

  1. Cristina Calixto22/12/2010 15:42

    Sou obrigada a concordar com você. Também tenho pânico dos fogos de final de ano. E a barulheira do Carnaval?

    Por falar em Sea Shepherd, há tempos adquiri dois livros muito interessantes e complementares: "Piratas do Fim do Mundo". Um dos livros traz a divertida narrativa de uma expedição do Sea Shepherd ao Ártico para impedir a caça às baleias por navios japoneses, da qual participaram os repórteres da Revista Superinteressante, além de outros voluntários de variadas nacionalidades. O outro livro traz fotos simplesmente ma-ra-vi-lho-sas da expedição.

    Além de divertida e bem humorada, a narrativa empolga e esclarece os "conchavos" políticos entre governos, para mascarar a matança dos maiores mamíferos do planeta, sempre com a esfarrapada desculpa de ser "em nome da ciência". O livro conta ainda algumas passagens marcantes das investidas da Sea Shepherd, prisões de seus membros e a luta para defender o mar e suas criaturas. O autor faz uma análise da personalidade da tripulação e do Comandante do navio (e da ONG), de maneira extremamente humana e deliciosa. Com certeza deixa a gente com vontade de perfazer a mesma trajetória dos repórteres nessa aventura. É tão envolvente que faz a gente pensar seriamente em virar militante da causa.

    E por fim, o leitor fica com a nítida impressão de que conheceu a cada um dos participantes e que com eles compartilhou daquela viagem.

    Vale cada centavo! Eu recomendo.

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  2. Respeito muito o trabalho do Sea Sheppard! Assisti a duas temporadas do documentário Whale Wars. Muito bom mesmo, teve episodio que cheguei a chorar! Esse cartão descreve todo o nosso sentimento!

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  3. É amiguinha... O Natal está chegando... os animais vão se reunir à mesa: os vivos em volta, os mortos em cima...

    Fico imaginando o que realmente passa pela cabeça das pessoas. Porque a vida de um ser humano vale mais que a dos outros animais? Se um tigre mata um homem é selvageria, mas se um homem mata um tigre é esporte... e nem se come tigre... Os animais marinhos (peixes ou não) são os que me despertam um sentimento mais triste. Vivem num ambiente que não dá suporte à vida humana; a maioria deles não consegue viver fora do ambiente aquático, o que significa que não oferecem nenhum tipo de ameaça à existência humana, tão pouco interferem nas nossas vidas. Mundos do tipo água e óleo: não se misturam. No entanto, o ser (que deveria ser...) humano, com sua criatividade destrutiva (isso chegar a ser um paradoxo: capacidade de criar a destruição...) inventa meios de invadir o território destas criaturas e as mata como se tivesse o direito de decidir sobre a vida e a morte de qualquer criatura vivente. É bem típico dos homo (sapiens !?!)... As pessoas não respeitam nem uns aos outros, muito menos aos animais. Vivem reclamando de como são tratadas. Reclamam que foram agredidas, ofendidas, desprezadas, assaltadas. E o que fazem com os animais? E eles nem podem reclamar... Acho que a humanidade ainda tem muito que evoluir, mas o maior problema é que a maioria das pessoas não está interessada em começar. Ficam uns poucos lutando contra muitos e contra os danos causados por esta maioria. Vai chegar um momento sem volta. Um ponto limite que, após ultrapassado, não será mais possível recuperar as perdas planetárias. Desejar um próspero ano novo não tem nenhum valor sem uma ação que o faça ser melhor. E não adianta fazer promessas para o ano que vem. As atitudes não podem ficar para depois das festas, pois sempre haverá outra festa... Temos que começar hoje, agora. E a primeira providência a se tomar é aprender que só se é respeitado quando se respeita o próximo, seja ele de duas, quatro ou mais patas; tenha ele pele, pelos, penas ou escamas... Ensinem isso a seus filhos, para que eles ensinem a seus netos. Este é um valor que se deve guardar para sempre e que se deve transmitir para todos. A vida na Terra depende disso. Depende de todos nós.

    Abraços Terapêuticos.

    Sérgio Peret
    Terapeuta do Abraço

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